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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

O Deus Verdadeiro desmascara a impotência dos deuses egípcios



 O relato da quinta praga, registrado em Êxodo 9:1-7, transcende um simples desastre ecológico ou econômico; ele se configura como um confronto teológico direto. Ao ferir o gado do Egito com uma pestilência gravíssima, o Deus Verdadeiro desmascarava a impotência dos deuses egípcios, atingindo o cerne da religiosidade de uma nação que divinizava a natureza. Cada animal caído no campo representava a falência de uma entidade do panteão local perante a autoridade do Senhor.

A ordem divina para que Moisés confrontasse o Faraó trazia o peso de um ultimato judicial. O "Deus dos Hebreus" não estava apenas pedindo a libertação de escravos, mas reivindicando Sua exclusividade como objeto de adoração. Ao anunciar que a "mão do Senhor" estaria sobre os cavalos, jumentos, camelos, bois e ovelhas, Deus estava, na prática, colocando em julgamento as divindades que os egípcios acreditavam ser os mantenedores da vida e da fertilidade.

Entre os deuses humilhados nesta praga, destaca-se Ápis, o deus-touro, símbolo de força e fertilidade, e Hathor, a deusa com cabeça de vaca, considerada a mãe simbólica do Faraó e protetora do gado. Quando a pestilência assolou os rebanhos egípcios, a morte desses animais provou que tais divindades eram meras criações da imaginação humana, incapazes de proteger a si mesmas ou aos seus devotos da vontade do Criador Soberano.

O aspecto do tempo e da precisão nesta praga é um testemunho da soberania divina. Ao estabelecer um prazo fixo — "Amanhã o Senhor fará isso na terra" — Deus eliminou qualquer possibilidade de o evento ser interpretado como um surto natural aleatório. O Juiz Verdadeiro demonstrou que as leis da biologia e da saúde pública estão subordinadas ao Seu comando, desmoralizando os sacerdotes e magos egípcios que nada puderam fazer para intervir.

A distinção feita entre o gado dos egípcios e o dos israelitas em Gósen serviu como o golpe final na pretensão religiosa do Egito. Enquanto os campos egípcios se tornavam cemitérios de gado, os pastos de Israel permaneciam intocados. Essa separação geográfica não era apenas um milagre de preservação, mas uma declaração de que o Senhor exerce jurisdição específica, protegendo aqueles que O servem e expondo a vulnerabilidade daqueles que confiam em ídolos mudos.

A magnitude da destruição econômica causada pela perda do gado foi imensa. Bois eram essenciais para a agricultura, cavalos para o exército e ovelhas para o vestuário e alimentação. Ao remover esses recursos, Deus mostrou que o sustento da nação não provinha da benevolência do rio Nilo ou de deuses agrários, mas da permissão dAquele que sustenta o universo com a palavra do Seu poder. O Egito foi forçado a confrontar sua própria fragilidade material.

O texto menciona que o Faraó enviou mensageiros para constatar a situação em Gósen. O relatório foi irrefutável: nem um único animal dos filhos de Israel havia morrido. Esta evidência empírica deveria ter levado o monarca ao arrependimento, pois provava que o Deus de Moisés não era apenas mais uma divindade entre muitas, mas o Senhor Supremo que controla a vida e a morte com discernimento absoluto.

Apesar da clareza do julgamento, o coração do Faraó permaneceu obstinado. Esse endurecimento, mesmo diante da ruína de seus símbolos sagrados, revela como a idolatria pode cegar o entendimento humano. O Faraó preferiu manter seu orgulho, mesmo que isso custasse a base econômica de seu reino, demonstrando que o verdadeiro combate não era apenas por liberdade física, mas pela supremacia espiritual sobre a terra.

Em última análise, Êxodo 9:1-7 nos ensina que o Deus Verdadeiro não tolera rivais. Ao desmascarar a impotência dos deuses egípcios, Ele reafirmou que toda a criação Lhe deve obediência. A quinta praga permanece como um monumento à verdade de que nenhum sistema religioso ou poder político pode subsistir quando se levanta contra a vontade dAquele que é o único Juiz e Sustentador de toda a vida.

Pr. Eli Vieira Filho

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