Pare e Pense!
Sete cristãos eritreus estão presos há mais de 20 anos por causa da sua fé. Acredita-se que muitos se encontrem no Centro de Investigação Criminal e Interrogatório Wengel Mermera, de máxima segurança. Nenhum teve direito a representação legal; nenhum foi formalmente acusado, julgado ou sentenciado.
Os cristãos que perderam a liberdade por causa da sua fé em Cristo são:
Reverendo Gebremedhin Gebregergis — ministro muito respeitado, com um ministério dedicado a tornar o Novo Testamento acessível numa língua local. Viúvo e pai de seis filhos.
Dr. Fitsum-Berhan Gebrenegus — pastor e antigo diretor de psiquiatria num hospital psiquiátrico de referência. Viúvo e pai de um filho.
Reverendo Dr. Tecleab Menghisteab — médico, sacerdote ordenado e teólogo; também ensinou o Novo Testamento numa língua local. A sua esposa e filhos vivem no exílio.
Pastor Meron (Million) Gebreselasie — pastor e anestesista num dos principais hospitais da Eritreia.
Dr. Kiflu Gebremeskel — pastor sénior, líder e ex-professor universitário de matemática; é casado e pai de quatro filhos.
Pastor Kidane Weldou — pastor sénior, casado e pai de quatro filhas; foi membro dos Gideões Internacionais na Eritreia.
Sr. Haile Nayzgi — líder de igreja e esposo; a sua esposa e três filhos fugiram do país após terem recebido avisos e ameaças de prisão dirigidas à esposa.
Situada junto ao Mar Vermelho, a Eritreia é governada por um regime totalitário que procura controlar todos os aspetos da vida. Poucas religiões são permitidas e o governo exerce um controlo apertado sobre as igrejas autorizadas.
Estima-se que cerca de 2 000 cristãos eritreus estejam detidos, mantidos em esquadras, campos militares e prisões em 12 locais identificados no país. Alguns dos detidos permanecem em contentores metálicos, expostos a condições desérticas extremas durante anos. Sem contacto com os seus familiares, as famílias desconhecem o estado e o paradeiro dos seus entes queridos.
Junte-se a nós em oração pela sua libertação.
Fonte: A Voz dos Mártires EUA; Voices for Justice; Religious Liberty Partnership

Nenhum comentário:
Postar um comentário