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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Deus Soberano sobre todos os elementos da Criação



 O trecho de Êxodo 8.16-19 narra a terceira praga, o momento em que a soberania de Deus sobre a matéria bruta e os seres vivos se manifesta de forma súbita e incontestável. Diferente das pragas anteriores, não houve aviso prévio a Faraó; o Senhor simplesmente ordenou que o pó da terra fosse ferido. Esta mudança de estratégia revela que o Deus Soberano detém o controle absoluto sobre o tempo e o modo de Seus julgamentos, agindo com autoridade suprema sobre todos os elementos que compõem o mundo físico.

Ao atingir o pó da terra, Deus desferiu um golpe direto contra Geb, a divindade egípcia que personificava o solo e a fundação da vida. Para os egípcios, a terra era sagrada, mas, sob o comando de Javé, o que era símbolo de estabilidade e sustento transformou-se em uma fonte de tormento e impureza. A soberania divina prova aqui que nenhum elemento da natureza é autônomo ou intocável: a poeira que o homem pisa pode, em um instante, tornar-se um exército de seres vivos por ordem do Criador.

A transformação do pó em seres vivos demonstra o poder criativo de Deus agindo em uma escala microscópica e abrangente. O texto afirma que os insetos infestaram tanto homens quanto animais em toda a terra do Egito, mostrando que a soberania de Deus não encontra barreiras físicas ou sociais. Do palácio real às habitações mais humildes, o Senhor expôs a vulnerabilidade de um império que se julgava protegido por rituais de purificação, provando que Ele governa sobre a biologia e a ecologia de forma absoluta.

Um dos pontos altos desta passagem é a falha dos magos egípcios, que até então conseguiam imitar os sinais por meio de artes ocultas. Ao tentarem reproduzir a criação dos piolhos, eles fracassaram miseravelmente. Este limite imposto aos feiticeiros destaca que a soberania de Deus é singular e inimitável. Existe uma fronteira intransponível entre o truque humano e o milagre genuíno; o Deus Soberano detém a patente exclusiva da vida, e nenhum poder das trevas pode replicar o Seu fôlego criativo.

Diante da derrota, os próprios magos foram forçados a admitir a soberania divina ao declararem: "Isto é o dedo de Deus". Essa confissão é um marco teológico, pois veio da boca daqueles que eram os defensores intelectuais e espirituais do Egito. Eles reconheceram que não estavam lidando com um simples oponente humano, mas com o poder direto do Ser Supremo. Mesmo a resistência mais obstinada acaba por se curvar perante as evidências de que a mão de Deus governa sobre os elementos visíveis e invisíveis.

A expressão "o dedo de Deus" também remete à facilidade com que o Senhor opera maravilhas. Para Deus, desestruturar um sistema religioso inteiro e infestar uma nação com insetos não exige esforço, mas apenas um gesto de Sua vontade. A soberania divina é tão plena que as maiores transformações na natureza ocorrem ao Seu menor toque. O que para o Egito era uma catástrofe insolúvel, para o Deus Soberano era apenas a execução de Seu governo sobre a poeira que Ele mesmo projetara.

Finalmente, o texto observa que, apesar da evidência esmagadora, o coração de Faraó permaneceu endurecido. Isso ressalta que a soberania de Deus se manifesta mesmo diante da incredulidade humana. O Deus Soberano não depende da aceitação do homem para ser quem Ele é; Suas maravilhas continuam a ser operadas e Seus planos de libertação avançam independentemente da teimosia de qualquer monarca. O Senhor da Criação segue firme em Seu propósito de revelar Sua glória e libertar o Seu povo.

Pr. Eli Vieira Filho

DEUS É A FONTE DA VIDA

 


O texto de Êxodo 8.1-15 apresenta um dos momentos mais emblemáticos do confronto entre o Deus de Israel e o panteão egípcio. Nesta narrativa, o Senhor ataca diretamente a percepção de prosperidade e vitalidade do Egito ao enviar a praga das rãs. O relato revela que a soberania divina não se manifesta apenas no controle da força, mas na demonstração de que a verdadeira fonte da vida não reside nos ciclos naturais ou nas divindades fluviais, mas na palavra autoritativa de Deus.

A soberania divina manifesta-se, primeiramente, na instrução de Deus a Moisés para confrontar Faraó com uma exigência clara. O Senhor não age ao acaso; Ele anuncia Suas maravilhas com antecedência, oferecendo ao monarca a oportunidade de reconhecer Sua autoridade. Ao exigir que o povo fosse libertado para O servir, Deus estabelece que o propósito final de toda a vida e de toda a criação é a adoração ao Único Senhor, e não a submissão a sistemas opressores.

Nesse contexto, Deus desafia especificamente a deusa Heqet, representada com cabeça de rã e adorada como a protetora do nascimento e da fertilidade. Para os egípcios, a rã era um símbolo positivo de vida renovada após as cheias do Nilo. No entanto, o Deus Soberano inverteu essa lógica: o excesso de "vida" tornou-se uma maldição. Ao inundar as casas e os quartos com rãs, Deus provou que a fertilidade, quando desconectada do Seu governo, transforma-se em caos e repulsa.

A onipresença da praga revela que o Deus Soberano não conhece fronteiras entre o público e o privado. As rãs não ficaram restritas às margens do rio; elas invadiram a intimidade do palácio, os leitos e até as amassadeiras de pão. Essa invasão serve como uma lição teológica profunda: não há lugar onde a vontade de Deus não possa alcançar. A vida, que os egípcios tentavam gerir por meio de rituais e ídolos, mostrou-se totalmente dependente da permissão do Senhor.

Os magos do Egito tentaram manter a ilusão de controle ao replicarem o sinal com seus encantamentos. Eles conseguiram fazer subir mais rãs, mas cometeram o erro estratégico de apenas aumentar o problema, evidenciando a limitação do poder humano e ocultista. Eles podiam imitar a manifestação, mas eram incapazes de restaurar a ordem ou remover a praga. A soberania de Deus destaca-se como a única força capaz de trazer solução real, enquanto as fontes falsas apenas multiplicam a angústia.

Pela primeira vez na narrativa, o orgulhoso Faraó é forçado a reconhecer uma autoridade superior à sua e à de seus deuses. Ele clama a Moisés: "Rogai ao Senhor que tire as rãs de mim". Esse pedido é uma admissão implícita de que a fonte da vida e do alívio não estava no Nilo ou em seus sacerdotes, mas no Deus de Israel. O Senhor usa a própria criação para humilhar a soberba humana, provando que até o monarca mais poderoso é um espectador diante do mover de Suas mãos.

Um aspecto fascinante da soberania é o controle absoluto sobre o tempo, demonstrado quando Moisés permite que Faraó escolha o momento exato para o fim da praga. Ao dizer "para que saibas que ninguém há como o Senhor nosso Deus", Moisés estabelece que o milagre da cessação seria uma prova de inteligência e governo divino. A morte das rãs no horário determinado provou que Deus não é uma força cega da natureza, mas um Ser pessoal que governa cada detalhe da existência.

O desfecho da praga, contudo, traz um alerta sobre a resistência do coração humano. Quando as rãs morreram e foram ajuntadas em montões, a terra exalou um cheiro repugnante. O mau cheiro das rãs apodrecidas era o testemunho fétido da derrota das falsas divindades. Embora a pressão tenha sido removida por misericórdia, o alívio físico não foi acompanhado por uma mudança espiritual; Faraó, vendo que havia descanso, voltou a endurecer seu coração contra a Verdade.

Finalmente, Êxodo 8.1-15 consolida a certeza de que o Senhor é a única e verdadeira Fonte da Vida. Ele domina sobre o fôlego de cada criatura e sobre os recursos da terra. As maravilhas operadas no Egito não serviram apenas para libertar escravos, mas para desmascarar a ilusão de que a vida procede de ídolos mudos. O Deus Soberano faz maravilhas para que toda a terra reconheça que Nele, e somente Nele, reside o poder de criar, sustentar e transformar a história.

Pr. Eli Vieira Filho

DEUS É SOBERANO E FAZ MARAVILHAS


O capítulo 7 de Êxodo marca a transição de um período de queixas para uma demonstração avassaladora do poder divino. Nos versículos 1 a 18, Deus deixa de apenas falar sobre Seus planos e começa a executá-los com uma série de sinais que desafiariam a própria estrutura do império egípcio. As maravilhas de um Deus Soberano não são meros espetáculos, mas atos de guerra espiritual e justiça, desenhados para quebrar a arrogância de Faraó e libertar o povo oprimido.

Deus inicia o diálogo estabelecendo uma nova hierarquia de autoridade. Ao dizer a Moisés que o constituía "como Deus sobre Faraó", o Senhor não estava divinizando o homem, mas delegando a ele uma autoridade que silenciaria a pretensão divina do monarca egípcio. Arão, como profeta, seria a voz desse poder. Essa maravilha começa na transformação interna de dois homens idosos e hesitantes em embaixadores inabaláveis de uma vontade soberana que não recua diante de tronos terrenos.

A soberania divina é enfatizada quando o Senhor revela a estratégia de permitir o endurecimento do coração de Faraó. Essa ação não era um ato de injustiça, mas uma preparação para que as Suas "maravilhas se multiplicassem na terra do Egito". O objetivo de Deus não era apenas uma saída rápida, mas uma demonstração pedagógica de poder. As maravilhas serviam para que tanto os egípcios quanto os israelitas reconhecessem que não há autoridade na terra capaz de resistir ao braço estendido do Criador.

Um ponto crucial da narrativa é a obediência resoluta de Moisés e Arão, que já tinham 80 e 83 anos, respectivamente. Apesar da idade avançada e da magnitude do desafio, o texto registra que "fizeram como o Senhor lhes ordenara". As maravilhas de Deus encontram solo fértil na obediência daqueles que se movem pela palavra empenhada. A disposição de encarar o império mais poderoso do mundo foi, em si, o primeiro milagre de coragem operado na vida desses mensageiros.

O primeiro sinal sobrenatural descrito é a transformação do bordão de Arão em uma serpente. Quando o cajado toca o chão e muda de natureza, Deus envia uma mensagem direta à simbologia egípcia, onde a serpente (o uraeus) era um ícone de proteção e soberania real usado na coroa do Faraó. A maravilha soberana começa atacando o alicerce da confiança idólatra do Egito, provando que até os símbolos sagrados do império estão sob o domínio total de Javé.

A reação de Faraó introduz o elemento do conflito espiritual: ele convoca seus sábios e feiticeiros para imitarem o prodígio. Através de artes ocultas, eles conseguiram replicar o sinal, transformando também suas varas em serpentes. Este momento destaca que as maravilhas de Deus frequentemente enfrentam resistências que tentam diminuir sua exclusividade. No entanto, o milagre genuíno de Deus possui uma substância e uma origem que o falso não pode sustentar a longo prazo.

O ápice dessa primeira maravilha ocorre quando a serpente de Arão devora as serpentes dos magos. Este é um detalhe teológico fundamental sobre a soberania: a vitória de Deus não foi apenas visual, mas absoluta. O fato de o bordão de Arão consumir os outros prova que o poder de Deus tem autoridade para absorver e anular qualquer força que se levante contra Seus propósitos. As maravilhas de Deus não apenas competem com o mal; elas o engolem e demonstram sua total insignificância.

A narrativa avança para a primeira grande praga: a transformação das águas em sangue. Deus ordena que Moisés fira o Nilo, o coração econômico e religioso do Egito. Ao transformar a fonte de vida em um rio de morte, o Deus Soberano demonstra que Suas maravilhas podem atingir aquilo que o homem mais idolatra. O Nilo, adorado como o deus Hapi, tornou-se repugnante aos olhos de seus devotos, provando que nada na criação é intocável quando o Senhor decide agir em julgamento.

Finalmente, o texto de Êxodo 7.1-18 estabelece que o propósito final das maravilhas é o conhecimento de Deus: "Os egípcios saberão que eu sou o Senhor". Cada sinal era um convite forçado ao reconhecimento da realidade espiritual. O Deus Soberano faz maravilhas não apenas para punir, mas para santificar Seu nome e cumprir Sua promessa. Ele prova que, seja através de um cajado de madeira ou da alteração dos elementos da natureza, Ele é o único Senhor absoluto sobre a história e sobre a criação.

Pr. Eli Vieia Filho

Pai muçulmano mata filho a facadas após conversão ao cristianismo em Uganda

 

Imagem Ilustrativa. (Foto: Reprodução/Unsplash/ade)

Hamba Juma foi morto a facadas dentro de sua casa no leste do país.

Um homem foi morto a facadas pelo próprio pai após se converter ao cristianismo, em Uganda.

O caso ocorreu no dia 28 de janeiro, no distrito de Iganga, no leste do país. Hamba Juma, de 33 anos, havia deixado o islamismo recentemente para seguir Jesus. Seu pai, Hamba Ahammada, de 62 anos, é acusado como o autor do crime.

Hamba era pai de quatro filhos, com idades de 12, 10, 7 e 3 anos: “Eu e meu falecido marido tínhamos ido plantar arroz e, ao voltarmos para casa, encontramos meu sogro em nossa residência”, disse a viúva, Nangobi Mariati, ao Morning Star News.

Segundo Nangobi, naquele dia, a família almoçou e jantou junta: “Depois do jantar, meu sogro pediu o facão ao nosso filho, de 12 anos, sem que soubéssemos. Logo depois, ele chamou meu marido”, relembrou ela.

“Quando ele chegou lá, meu sogro pegou o facão e começou a golpear meu marido, e depois desapareceu. Parece que foi uma ação planejada, porque imediatamente as pessoas tentaram procurá-lo e não o encontraram”, acrescentou.

A impunidade da polícia no caso 

Uma vizinha relatou ter visto uma motocicleta saindo em alta velocidade da região pouco depois do ocorrido:

“Suspeitamos que talvez ele tenha sido quem o ajudou a escapar da cena do crime”, disse ela. 

E continuou: “Meu marido gritou por socorro, tentamos chegar ao hospital, mas lá ele foi declarado morto”.

A viúva destacou que seu marido foi morto porque ele e ela haviam aceitado Jesus.

“Meu sogro, juntamente com outros membros da família, tem nos insultado, enviando palavras duras e prometendo nos matar por termos abandonado o Islã”, afirmou ela.

De acordo com o Morning Star News, até o momento, a polícia não investigou o caso.

Embora a Constituição de Uganda garanta liberdade religiosa, incluindo o direito de se converter e propagar a própria fé, este ataque foi o mais recente de muitos casos de perseguição a cristãos no país que o Morning Star News documentou.

Muçulmanos representam cerca de 12% da população em Uganda, com maior concentração nas regiões orientais.

Oremos pelos nossos irmãos em Uganda.

Fonte: Guiame, com informações de Morning Star News


Justiça adia indenização a família de pastor sequestrado na Malásia

 
O pastor Koh rodeado pela esposa, filhas e filho. (Foto: Portas Abertas).

O pastor Raymond Koh foi sequestrado por policiais e está desaparecido desde 2017. A família luta há anos por respostas.


A Justiça da Malásia adiou o pagamento da indenização dada à família do pastor Raymond Koh, que foi sequestrado e está desaparecido há 9 anos, segundo a Missão Portas Abertas.

No fim de janeiro, um juiz suspendeu a execução da ordem da Suprema Corte que determinava que o governo pagasse mais de 37 milhões ringgits malaios (aproximadamente 9,3 milhões de dólares) em indenização.

Na nova decisão, o juiz alegou que o pagamento imediato poderia ser um “risco financeiro” para as contas do governo da Malásia.

Durante a suspensão, o governo vai recorrer à Corte para reduzir ou anular a indenização.

A esposa do pastor raptado, Susanna Koh, informou que vai recorrer da decisão. “Fiquei desapontada com a ordem de suspensão da execução emitida pelo juiz Mahazan, do Tribunal Superior, que interrompeu as decisões da juíza Su, inclusive as investigações sobre o paradeiro do pastor Raymond e o pagamento da indenização. Ore pelo nosso recurso contra a ordem de suspensão. O novo processo pode levar de três a cinco anos“, disse ela, à Portas Abertas nesta semana.

Susanna ainda observou que a suspensão reverte princípios legais já estabelecidos pelo Tribunal Federal e isso acaba enfraquecendo o julgamento original que responsabilizou o governo pelo rapto do marido.

Busca por respostas

A família do pastor Koh luta na Justiça há anos para que os responsáveis pelo sequestro sejam identificados e punidos, e para receber notícias do paradeiro do líder cristão.

Seis anos após o desaparecimento, a investigação chegou à Suprema Corte da Malásia. Em 5 de novembro de 2025, a Corte encerrou o caso, reconhecendo que agentes policiais estavam envolvidos no rapto e cometeram abuso de poder.

A Suprema Corte ordenou que o governo pague ao pastor Raymond Koh 10 mil ringgits malaios (cerca de 2.300 dólares) por dia, desde 13 de fevereiro de 2017, quando ele foi sequestrado, até que seja encontrado. 

Ameaçado de morte

Antes de ser raptado, o pastor Koh recebeu uma carta com ameaça de morte pelo correio. No envelope, havia cinco balas e um aviso para ele parar de evangelizar os muçulmanos malaios. O líder também recebeu ameaças e mensagens de ódio por telefone. 

Até agora, não há informações sobre o paradeiro do pastor, apenas a certeza de que ele foi vítima de desaparecimento forçado pelo grupo especial da polícia da Malásia.

“Ore por Susanna Koh e sua família enquanto continuam sua busca por justiça e respostas do governo”, pediu a Portas Abertas.

Para marcar os nove anos do caso e manter a história viva na consciência pública, a missão lançou hoje uma série especial do PAcast, com três episódios narrativos que reconstroem a trajetória do pastor, os detalhes do sequestro e as perguntas que seguem sem resposta. 

Acesse a série especial no Spotify ou no YouTube.

Fonte: Guiame, com informações de Portas Abertas


O DESÂNIMO DO HOMEM E A DETERMINAÇÃO DE DEUS



O capítulo 6 de Êxodo apresenta um dos contrastes mais profundos da experiência de fé: o limite da resistência humana frente à infinitude da vontade divina. Enquanto Moisés mergulha em um ciclo de questionamentos e autodepreciação após o aumento da opressão egípcia, Deus responde não com explicações detalhadas, mas com a afirmação de Sua própria natureza. Este trecho revela que o desânimo do homem não tem o poder de anular a determinação de Deus; pelo contrário, a fraqueza humana serve de palco para a manifestação do poder absoluto do Criador.

O desânimo de Moisés surge de uma expectativa não correspondida. Ele obedeceu à voz de Deus e confrontou o Faraó, mas o resultado imediato foi o aumento do sofrimento do seu povo e a rejeição de sua liderança. Para o mensageiro, o silêncio de Deus e a resistência do inimigo pareciam derrota. Entretanto, a determinação de Deus começa justamente onde a lógica humana termina. O Senhor afirma: "Agora verás o que hei de fazer", indicando que a aparente demora era a preparação para uma intervenção tão avassaladora que o próprio opressor seria forçado a ceder.

A determinação divina é fundamentada em Sua identidade eterna e imutável. Ao declarar "Eu sou o Senhor", Deus tira o foco de Moisés das circunstâncias variáveis e o coloca na Rocha da Eternidade. Ele recorda que se revelou aos patriarcas como o Deus Todo-Poderoso (El Shaddai), mas que agora agiria como Javé, Aquele que executa fielmente Suas promessas. O desânimo humano costuma ser amnésico, esquecendo o que Deus já fez; a determinação de Deus, por outro lado, é baseada em um compromisso que atravessa gerações.

Um dos pontos mais sensíveis do texto é a reação do povo de Israel. Escravizados e exaustos, eles não conseguem ouvir as palavras de esperança de Moisés devido à "angústia de espírito". Aqui, o desânimo atinge o seu ápice: a incapacidade de crer na libertação mesmo quando ela é anunciada na sua frente. Diante dessa barreira emocional, a determinação de Deus não recua nem se ofende. Ele não exige que o povo tenha uma fé perfeita para começar a agir; Ele decide agir justamente porque eles não têm mais forças para lutar por si mesmos.

Moisés, contagiado pelo pessimismo ao redor, volta a olhar para suas próprias limitações físicas, queixando-se de seus "lábios incircuncisos". Ele acredita que sua falta de eloquência é o maior obstáculo para a missão. Contudo, a determinação de Deus ignora a suposta incapacidade do instrumento escolhido. O Senhor não estava procurando um orador brilhante, mas um canal disponível. Para Deus, a eficácia da libertação não reside na boca de quem fala, mas na autoridade de Quem ordena a saída, mostrando que o desânimo pessoal não invalida o chamado divino.

As sete promessas de resgate listadas nos versículos 6 a 8 são a prova máxima da resolução divina contra a inércia humana. Deus utiliza verbos de ação direta: tirar, livrar, resgatar, tomar, ser, introduzir e dar. Não há espaço para o "talvez" ou "se o povo colaborar". Cada promessa é uma martelada de esperança sobre a bigorna da opressão. Enquanto o homem olha para as correntes atuais, Deus descreve a herança futura; enquanto o homem conta os dias de escravidão, Deus estabelece o calendário da redenção.

Finalmente, o texto encerra com uma ordem clara e inegociável a Moisés e Arão. A determinação de Deus se torna um mandato que independe da aprovação do Faraó ou do estado emocional dos israelitas. O Senhor estabelece que o Êxodo vai acontecer porque Sua palavra foi empenhada. O desânimo humano pode atrasar a percepção da vitória, mas jamais pode impedir o braço estendido de Deus. O mensageiro é enviado novamente, ciente de que a história não é escrita pelas queixas dos homens, mas pelos decretos do Senhor.

Pr. Eli Vieira

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Centenas de jovens oram de joelhos em meio ao Carnaval de BH

 


Os cristãos orando nas ruas. (Foto: Reprodução/Instagram/Israel Abreu)

Durante as ações evangelísticas nas ruas, cristãos clamaram por avivamento e declararam que a cidade pertence a Jesus.


No último fim de semana, centenas de jovens saíram às ruas para evangelizar durante o Carnaval em Belo Horizonte. Em um dos momentos mais marcantes, os cristãos se ajoelharam e oraram por um avivamento, declarando: “A chave desta cidade está nas mãos de Jesus”.

O impacto de Carnaval ocorreu durante um congresso da Oitava Igreja Presbiteriana, que levou centenas de cristãos a pregarem Jesus nas ruas da cidade. 

As ações contaram com faixas evangelísticas, louvores, dança, pregação do Evangelho e momentos de oração ao longo da caminhada nas ruas. 

O pastor Israel Abreu liderou um dos momentos de oração e declarou: “Senhor Jesus, libera sobre Belo Horizonte os teus anjos”.

“Nossa cidade é terra de avivamento, de poder. O Carnaval em Belo Horizonte não vai prosperar. A chave dessa cidade está nas mãos de Jesus. Deus está se movendo sobre BH”, disse o influenciador cristão Thalison no Instagram.

Os cristãos oraram pelas pessoas que passavam pelo local, abordaram jovens com a Palavra de Deus e foram surpreendidos por garis que intercederam por eles durante a ação.

Intérpretes de Libras também participaram da ação e anunciaram o Evangelho em meio à multidão. Policiais receberam orações, e idosos e crianças também estiveram presentes, orando e evangelizando.

‘A verdadeira esperança’

O pastor Jeremias Pereira ministrou a Palavra de Deus nas ruas e encorajou as pessoas a se renderem a Jesus:

“A única maneira de escapar da condenação eterna é crer no Senhor Jesus. A distância que você está de Cristo é uma oração pequena de todo o coração. Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor e em teu coração crer que Deus o ressuscitou dos mortos, será salvo”.

A ação viralizou nas redes sociais, onde muitos foram impactados com os movimentos de oração realizados na cidade.

“Enquanto muitos vivem o Carnaval nas ruas, nós fomos enviados para elas. Fomos como flechas direcionados, intencionais e cheios do amor de Jesus. Belo Horizonte ouviu louvor, viu lágrimas, recebeu abraços e conheceu o verdadeiro significado de esperança”, afirmaram os cristãos.

“No meio do barulho, da euforia e das distrações, encontramos corações sedentos. O evangelismo não é só falar de Jesus. É olhar nos olhos, abraçar histórias, ouvir dores e anunciar que existe um amor que não acaba na quarta-feira de cinzas. Vimos lágrimas virarem esperança. Vimos vazios sendo confrontados pela verdade. Vimos que quando a Igreja se move, o céu responde”, concluiu.


Fonte: Guiame

Estudantes estendem culto de adoração por mais de 96 horas na Flórida: “Derramar de Deus”


 Os estudantes orando no campus. (Foto: Reprodução/Instagram/Southeastern University).

O movimento de oração começou após uma mensagem sobre arrependimento e já reúne centenas de estudantes em cultos na Southeastern University (SEU).

Uma universidade cristã na Flórida chamou atenção pelos cultos estudantis que ocorreram no campus por vários dias seguidos, na última semana.

Uma conferência de três dias na Southeastern University (SEU), se transformou em um movimento de adoração e oração com o objetivo de proporcionar aos jovens um encontro com Deus e ajudá-los a discernir seu propósito. 

O encontro anual teve início em 9 de fevereiro, em Lakeland. A Victory Church sediou o evento, cujo auditório comporta cerca de 4.300 pessoas.

“A conferência transcorreu como normalmente acontece. Então, no último dia, após a sessão da manhã, tivemos um momento de arrependimento”, disse David Lawson, de 21 anos, aluno e membro da equipe de louvor da SEU, ao The Roys Report (TRR). 

A mensagem sobre arrependimento marcou o início de um movimento espontâneo entre os alunos.

A evangelista, Jennie Allen, do ministério Unite US, falou sobre discipulado e a necessidade de arrependimento para viver o chamado de Deus. Ao final da ministração, ela encorajou os estudantes a confessarem seus pecados. 

“Eles reconheceram seus pecados e sua escravidão com tanta coragem e realmente acreditam que Jesus os libertou. Vi um derramamento único do Espírito”, disse Jennie no Instagram.

Os alunos se arrependeram de seus pecados e oraram uns pelos outros. Embora a programação tenha sido formalmente encerrada às 22h30 da quarta-feira, a liderança informou que a Capela Bush, no campus, ficaria aberta para quem desejasse continuar. 

Segundo o chefe de gabinete da universidade, Patrick Fitzgerald, 600 alunos aguardavam na fila quando as portas foram abertas à meia-noite. Desde então, as reuniões têm se estendido diariamente até altas horas da noite.

Patrick, descreveu o momento como “profundamente sagrado” e afirmou que o que está acontecendo é uma resposta “orgânica e liderada pelos próprios estudantes”.

‘Só queremos Jesus’

Em 12 de fevereiro, o presidente da SEU, Kent Ingle, convidou os moradores locais a participarem das orações no campus:

“Deus está despertando fé, entrega e uma busca renovada por Jesus nesta geração. Trata-se da presença de um Deus vivo. Trata-se da busca por Jesus”, afirmou Kent.

Derek, um dos alunos acrescentou: "Nós só queremos Jesus. Nós só queremos Deus em sua verdadeira forma. O que eu peço em minhas orações é que isso leve a uma mudança drástica, que traga a luz de Cristo a este mundo. O mundo precisa de transformação. Jesus quer que seu povo e seus filhos, que somos todos nós, participem da cura do mundo que só ele pode trazer”.

Dezenas de milhares de pessoas em todo o mundo acompanharam as transmissões ao vivo da Capela SEU. As aulas chegaram a ser canceladas já que os alunos “foram encorajados a permanecer na presença do Senhor”, de acordo com a AG News.

Muitos também foram batizados em banheiras improvisadas no local: “O que me atraiu aqui foi a sinceridade das pessoas clamando a Deus sem segundas intenções. Acho que os Estados Unidos precisam de uma intervenção de Deus e este é um bom lugar para começar”, disse Timothy Johnson, ex-aluno da SEU.

‘Derramar do Espírito de Deus’

No Instagram, a universidade compartilhou uma publicação explicando o movimento de oração dos estudantes no campus: 

“O que está acontecendo na Southeastern University (SEU)? O que é inegável para nós, é que, mesmo que não saibamos exatamente o que está acontecendo, algo está acontecendo. É algo orgânico, autêntico e liderado pelos próprios estudantes. Eles estão com fome e sua paixão, adoração, oração, confissão, arrependimento, cura, libertação e leitura das Escrituras estão acontecendo”.

Apesar das reuniões de oração viralizarem nas redes sociais como um avivamento, a instituição afirmou:

“Ainda não estamos chamando isso de avivamento. O avivamento só pode ser verdadeiramente avaliado em retrospectiva. O que acreditamos é que a SEU está experimentando um derramar único do Espírito de Deus, marcado por uma fome profunda e pela presença tangível de Deus de uma nova maneira.

Não estamos tendo adoração e oração prolongadas apenas por ter.  Não passaremos nem um minuto além daquilo que sentimos que Deus está nos conduzindo”.

A SEU compartilhou os horários dos cultos desta quarta-feira (18) e encorajou o público a permanecer em oração pelo mover de Deus no campus.

“Enquanto continuamos a discernir o que Deus está fazendo, por favor, orem por nossas equipes, nossos estudantes e nossa liderança. Por último, não há nada de especial na SEU. Não se trata de um pregador, de um grupo de louvor, de uma conferência ou de uma universidade. Deus se manifesta onde Ele é desejado”.


Fonte: Guiame, com informações de The Roys Report

Parlamentares acionam PGR após escola de samba ridicularizar evangélicos em desfile

 A Acadêmicos de Niterói apresentou evangélicos dentro de latas de conserva. (Foto: Reprodução/X/Poder360).

O senador Magno Malta e o deputado federal Rodolfo Nogueira protocolaram queixas contra a Acadêmicos de Niterói por discriminação religiosa e escárnio público.


Após a Bíblia e os evangélicos serem alvos de deboche em desfile de carnaval no Rio de Janeiro, parlamentares acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR).

O senador Magno Malta (PL) e o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL) protocolaram queixas contra a escola de samba Acadêmicos de Niterói por ridicularizar evangélicos durante o desfile no domingo (15).

Para os parlamentares, a apresentação ultrapassou a manifestação artística e houve ridicularização pública do grupo religioso, transmitida na mídia, e discriminação realigiosa.

No desfile do Grupo Especial do Carnaval, a escola homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e exibiu famílias representadas em latas de conserva com “Bíblias” nas mãos.

Uma ala retratou os evangélicos como “neoconservadores em conserva”. Os integrantes usavam fantasias de latas, com o desenho de uma família formada por pai, mãe e dois filhos. Alguns também seguravam um livro vermelho com uma cruz dourada na capa, em alusão à Bíblia.

Na mesma ala, também foram incluídos um fazendeiro ligado ao agronegócio, uma mulher rica e defensores da ditadura militar. A escola colocou todos esses grupos lado a lado na mesma alegoria, associando-os ao que chamou de “neoconservadorismo”.

Escárnio público

Na queixa-crime apresentada à PGR, Magno Malta afirmou que o episódio se enquadra como discriminação religiosa, conforme o artigo 20 da Lei 7.716/1989.

“A representação simbólica consistiu na equiparação visual de fiéis evangélicos a objetos enlatados, em narrativa depreciativa associada a rótulos ideológicos, expondo grupo religioso específico a escárnio coletivo perante audiência nacional e internacional”, declarou o senador no documento.

Já Rodolfo Nogueira pediu que os responsáveis pela escola de samba sejam punidos pelo crime de ultraje a culto – o ato de “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa", conforme o artigo 208 do Código Penal.

“A utilização do símbolo religioso, no modo como apresentada, caracteriza exposição pública de natureza vexatória dirigida a pessoas identificáveis por sua crença, atraindo a incidência da tutela penal da liberdade religiosa”, afirmou o deputado na queixa.

Os dois parlamentares ainda ressaltaram que a escola de samba recebeu recursos públicos e pediram uma investigação sobre uma possível propaganda eleitoral antecipada, abuso de poder e uso indevido de verba estatal.

Intolerância religiosa

Na terça-feira (17), a Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ) repudiou o desfile da Acadêmicos de Niterói e classificou como intolerância religiosa a apresentação dos evangélicos em latas de conserva.

“O episódio configurou prática de preconceito religioso dirigido aos cristãos”, declarou a OAB-RJ, em nota de repúdio.

E continuou: “A liberdade religiosa, consagrada como direito fundamental, constitui pilar essencial do Estado Democrático de Direito e encontra proteção não apenas na Constituição Federal, mas também em tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil é signatário, como o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (art. 18)".

"Qualquer conduta que implique intolerância ou discriminação religiosa representa afronta direta à ordem constitucional e aos compromissos internacionais assumidos pelo país".


Fonte: Guiame, com informações de CNN Brasil e Gazeta do Povo

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Uma Perspectiva sobre a Verdadeira Felicidade


 O texto das Bem-aventuranças, em Mateus 5.1-12, não é apenas um prefácio ao Sermão da Montanha, mas uma inversão completa da lógica humana sobre o sucesso. Enquanto a sociedade frequentemente associa a felicidade ao poder, à riqueza e à ausência de dor, Jesus sobe ao monte para apresentar uma perspectiva onde a plenitude floresce em estados de espírito que o mundo costuma evitar. Ser "bem-aventurado" aqui não significa ter sorte, mas possuir uma alegria que o mundo não deu e, portanto, não pode tirar.

A jornada para essa felicidade começa com o esvaziamento do ego através da "pobreza de espírito". Jesus ensina que o Reino dos Céus pertence àqueles que reconhecem sua total dependência de Deus, abandonando a autossuficiência orgulhosa. Essa humildade inicial é o solo onde a verdadeira satisfação cresce, pois somente quem admite o seu próprio vazio espiritual pode ser preenchido por uma graça que transcende as conquistas materiais e os aplausos efêmeros da multidão.

Curiosamente, Jesus inclui o choro como um portal para a ventura. Em uma cultura que nos pressiona a exibir uma positividade constante, as Escrituras validam a dor e o luto como caminhos para o consolo divino. A felicidade cristã não ignora o sofrimento, mas encontra nele uma oportunidade de experimentar o abraço de Deus. É através da consciência das nossas fragilidades e das injustiças ao redor que recebemos um conforto que restaura a alma e nos dá esperança.

A mansidão e a fome por justiça também redefinem o que significa ser "vencedor". Jesus declara que os mansos herdarão a terra, sugerindo que a força verdadeira reside no autocontrole e na doçura, não na agressividade. Quando o indivíduo troca a ganância por um desejo intenso de retidão, ele experimenta uma saciedade que o consumo desenfreado jamais poderia oferecer. A felicidade, neste prisma, é o resultado de uma vida alinhada com os valores eternos de integridade e busca pelo bem comum.

Além disso, a felicidade é apresentada como um fruto da misericórdia e da pureza interior. Ao abençoar os misericordiosos e os limpos de coração, Jesus mostra que a alegria está intrinsecamente ligada à nossa capacidade de perdoar e à transparência das nossas intenções. Ver a Deus não é um prêmio para os perfeitos, mas para aqueles que cultivam um coração livre de máscaras e amarguras, permitindo que a luz da verdade divina ilumine cada decisão e relacionamento do dia a dia.

A figura do pacificador traz uma dimensão ativa a essa nova perspectiva de felicidade. Ser feliz não é apenas viver em silêncio, mas ser um agente de reconciliação em um mundo fragmentado. Aqueles que trabalham para desfazer conflitos são chamados "filhos de Deus", encontrando um propósito que vai além do próprio bem-estar. Essa identidade de pertencimento à família divina oferece uma segurança emocional e espiritual que supera qualquer status social ou reconhecimento humano.

Por fim, o texto culmina em uma afirmação radical: a felicidade pode subsistir sob perseguição. Ao encorajar a alegria mesmo diante da incompreensão ou da hostilidade, Jesus desvincula a satisfação humana da aprovação do grupo. O foco é deslocado do imediato para o eterno, fundamentando a felicidade na fidelidade a um propósito maior. Assim, a verdadeira felicidade revela-se como uma força inabalável que, enraizada em Deus, brilha mais forte justamente quando as circunstâncias externas parecem mais sombrias.

Pr. Eli Vieira

Libertação uma Obra Integral de Deus


 A passagem de Êxodo 6.6-8 revela que a libertação operada por Deus não é um evento superficial ou meramente político, mas uma obra integral que abrange todas as dimensões da existência humana. O texto inicia com a poderosa autoafirmação "Eu sou o Senhor", estabelecendo que o fundamento da liberdade não reside na força dos oprimidos, mas na identidade imutável daquele que governa a história. Para Deus, libertar Seu povo não é apenas um ato de poder, mas o cumprimento de Sua essência e fidelidade.

O caráter integral dessa obra manifesta-se, primeiramente, no resgate físico e social. Através de verbos de ação direta como tirar, livrar e resgatar, Deus se compromete a romper as correntes da opressão egípcia. Ele não oferece apenas uma melhora nas condições de trabalho, mas uma ruptura total com o sistema que desumanizava Israel. Essa libertação é executada com "braço estendido", demonstrando que o Criador se envolve pessoalmente na dor de Suas criaturas para restaurar sua integridade física e dignidade.

Além do aspecto externo, a obra de Deus alcança a dimensão relacional e espiritual. Ao declarar "Eu vos tomarei por meu povo e serei vosso Deus", o Senhor revela que o objetivo final da liberdade é o pertencimento. A libertação integral não deixa o indivíduo em um vácuo existencial; ela o retira da escravidão de um senhor cruel para integrá-lo na comunhão com um Deus amoroso. É um processo de reidentificação, onde o antigo escravo descobre sua nova identidade como filho e herdeiro de uma aliança sagrada.

A integralidade da ação divina também se estende ao futuro e ao propósito. Deus assegura que levaria o povo à terra que jurou dar aos patriarcas, transformando-a em posse definitiva. Isso nos ensina que a libertação divina é um projeto completo: ela remove o povo de um passado de sofrimento (Egito), sustenta-o em um presente de comunhão (Aliança) e o conduz a um futuro de descanso e abundância (Canaã). Não há pontas soltas no plano de Deus; Sua redenção cobre a partida, a jornada e a chegada.

Por fim, o texto encerra-se com o selo de garantia: "Eu sou o Senhor". Essa repetição final serve para ancorar toda a promessa na soberania absoluta de Deus. Em um contexto onde o povo estava de coração abatido, essas palavras lembram que a libertação integral é uma obra inabalável porque sua eficácia depende inteiramente de Quem prometeu. Assim, Êxodo 6.6-8 permanece como o manifesto de um Deus que não faz nada pela metade, mas que resgata o ser humano por inteiro para uma vida de total liberdade.

Pr. Eli Vieira

Cristãos distribuem Bíblias nos Jogos Olímpicos de Inverno: “Uma chance de alcançar vidas”

 

O grupo de missionários está realizando várias ações evangelísticas. (Foto: IMB).

O grupo de missionários está realizando várias ações evangelísticas para levar Jesus aos participantes das Olimpíadas na Itália.


Um grupo de cristãos se juntou a missionários da Itália para evangelizar durante os Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026.

Centenas de voluntários dos Batistas do Sul dos Estados Unidos viajaram para realizar diversas ações evangelísticas com missionários locais.

Para alcançar os participantes das Olimpíadas, eles estão distribuindo Bíblias e livretos do Evangelho de João, e realizando pontos de hospitalidade pela região.

Além disso, os evangelistas estão participando da tradicional troca de botons, que acontecem nos Jogos Olímpicos. Eles estão entregando botons personalizados com um código QR que leva para uma explicação do Evangelho em vários idiomas.

"Às vezes temos na cabeça que as pessoas não estão interessadas, ou que as conversas sobre o Evangelho são constrangedoras. Às vezes, isso pode ser verdade, mas em muitos casos, acabamos surpresos com o quão abertas as pessoas são e quantas realmente buscam a verdade”, comentou Kim Cruse, uma das voluntárias da missão, ao Baptist Press.

Antes da viagem, a equipe de evangelistas se preparou para compartilhar Jesus com diferentes pessoas de todo o mundo, passando por um treinamento de como evangelizar ateus, muçulmanos, hindus, budistas e outros.

Alguns cristãos americanos que participaram do evangelismo nos Jogos Olímpicos de Verão 2024 em Paris se sentiram guiados a servirem novamente nos Jogos de Inverno na Itália.

“Percebi que nunca haveria chance de alcançar muitas pessoas para o Reino de Deus quanto naquele contexto. Estou animada para poder fazer isso de novo em Milão”, declarou Karen Herfurth.

E ressaltou: “Esta é uma chance de alcançar mais pessoas e impactar mais vidas! Talvez nunca saibamos a diferença que isso faz até estarmos no Céu”.

Fonte: Guiame, com informações de Baptist Press

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