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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Deus Luta por Seu Povo

 


O capítulo 14 de Êxodo revela que Deus, por vezes, conduz Seu povo para situações que parecem estrategicamente desfavoráveis. Ao ordenar que os israelitas acampassem diante do mar, o Senhor não estava cometendo um erro tático, mas preparando o cenário para demonstrar que a libertação não viria por força humana. Deus luta por Seu povo ao assumir o controle total da situação, atraindo o inimigo para um terreno onde apenas o sobrenatural poderia prevalecer.

O endurecimento do coração de Faraó e a subsequente perseguição com seiscentos carros escolhidos servem para mostrar que a oposição ao propósito de Deus pode ser feroz e insistente. Quando o exército mais poderoso da época se mobiliza, fica claro que a luta de Israel não era contra homens comuns, mas contra um sistema de opressão que se recusava a ceder. Nesse momento, a batalha deixa de ser uma disputa entre nações e se torna uma demonstração do poder de Deus contra os ídolos do Egito.

Diante do cerco inimigo — com o mar à frente e as carruagens atrás — o povo de Israel sucumbiu ao pânico e à murmuração. A reação humana natural é o medo e a saudade da escravidão "segura", mas é exatamente nesse limite da capacidade humana que a luta divina se manifesta. Deus não luta por Seu povo porque eles são corajosos ou merecedores, mas porque Ele é fiel à aliança que estabeleceu e zeloso por Sua própria glória.

A resposta de Moisés ao povo, "Não temais; estai quietos e vede o livramento do Senhor", estabelece o princípio da guerra espiritual: a confiança. Em vez de pegar em armas que não possuíam, os israelitas foram chamados ao silêncio e à observação. Deus luta por Seu povo exigindo deles a fé que imobiliza o medo, permitindo que o braço forte do Criador se torne a única arma necessária no campo de batalha.

A intervenção direta de Deus manifestou-se na coluna de nuvem que se moveu para trás do acampamento de Israel, colocando-se entre eles e os egípcios. Durante toda a noite, Deus trouxe luz para o Seu povo e trevas para os perseguidores. Essa barreira sobrenatural prova que o Senhor luta por Seu povo protegendo-os antes mesmo de derrotar o inimigo, servindo como um escudo impenetrável que separa a luz da escuridão.

O milagre da abertura do Mar Vermelho é o ápice desta batalha divina. Ao erguer o cajado, Moisés foi o instrumento, mas o vento oriental que dividiu as águas foi o fôlego de Deus abrindo um caminho onde não existia saída. Deus não apenas luta para destruir o opressor, mas luta para criar rotas de escape e liberdade para aqueles que nEle confiam, transformando o obstáculo intransponível em solo seco.

Por fim, o desfecho no Mar Vermelho ensina que a vitória de Deus é completa e definitiva. Os egípcios que aterrorizavam Israel foram vencidos pelas mesmas águas que salvaram o povo eleito. Ao final do dia, o texto diz que Israel "viu a grande mão do Senhor" e creu. Deus luta por Seu povo para que a paz seja estabelecida e para que todos saibam que não há força na terra capaz de deter o avanço daqueles que caminham sob a Sua proteção.

Pr. Eli Vieira Filho

‘China exporta repressão religiosa para outros países’, alerta ex-embaixador dos EUA

 

O ex-embaixador dos EUA para a Liberdade Religiosa Internacional, Sam Brownback. (Foto: Reprodução/Wikimedia Commons/Gage Skidmore)

No Congresso dos EUA, autoridades alertaram que o regime chinês ajuda governos autoritários a vigiar e perseguir pessoas de fé em diversos países.


China está exportando repressão religiosa para diversos países ao ajudar regimes autoritários a vigiar e perseguir pessoas de fé, alertaram autoridades em audiência no Congresso americano.

O tema foi debatido em uma audiência do Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes, realizada após a Cúpula Internacional sobre Liberdade Religiosa, em Washington. 

O ex-embaixador dos EUA para a Liberdade Religiosa Internacional, Sam Brownback, afirmou que surgiu uma aliança de países que considera a liberdade religiosa a maior ameaça interna ao seu controle ditatorial.

“Estamos presenciando algo sem precedentes no mundo neste momento, e eu já trabalho nessa área há algum tempo”, disse Brownback. 

E continuou: “Essa aliança de regimes comunistas, autoritários e totalitários não vai parar por nada para controlar as pessoas de fé. Eles veem as pessoas de fé como uma ameaça”.

“Este desenvolvimento representa uma oportunidade para analisar a liberdade religiosa não como uma questão humanitária secundária ou meramente um direito humano, mas como uma importante questão de segurança global”, acrescentou.

‘Isto é sem precedentes’

Segundo o ex-embaixador, além de investir bilhões de dólares para suprimir religiões dentro do próprio país, a China desenvolveu tecnologias avançadas de vigilância, como sistemas de monitoramento e reconhecimento, que são exportadas para outros países. 

“A comunidade de fé se tornou alvo dessa aliança obscura que estamos enfrentando, e a China é a grande manipuladora por trás de tudo isso”, declarou Brownback. 

“E devemos estar profundamente preocupados com essas questões, porque esse equipamento será usado em diversos países para manter as ditaduras e os regimes autoritários que se opõem a nós e querem destituir a liderança dos Estados Unidos e do Ocidente”, acrescentou.

Brownback afirmou que a Nigéria tem buscado ou recebido apoio da China, Rússia, Turquia e Arábia Saudita, e destacou que tecnologias de vigilância ligadas à repressão religiosa já estão presentes em cerca de 80 países. 

Para ele, promover a liberdade religiosa é uma das principais formas de enfrentar regimes autoritários e ameaças à segurança global.

“Isto é sem precedentes – é realmente sem precedentes, e é uma hora sombria. Os EUA e outras nações amantes da liberdade devem estar à altura deste desafio que enfrentamos hoje”, concluiu.


Fonte: Guiame, com informações de Christian Daily

sábado, 7 de fevereiro de 2026

UMA VIDA QUE AGRADA A DEUS


 

Romanos 12.1,2

 Viver de uma forma que agrade a Deus é um convite para uma transformação profunda, que começa com a compreensão da misericórdia divina. Em Romanos 12.1-2, o apóstolo Paulo não nos dá uma lista de regras externas, mas nos chama a uma resposta de gratidão por tudo o que Deus já fez. Uma vida que agrada ao Criador não é sobre perfeição religiosa, mas sobre uma entrega voluntária e constante.

 O primeiro passo para essa vida é o sacrifício vivo. Diferente dos rituais antigos, onde animais eram oferecidos em altares, Deus deseja a nossa própria existência como oferta. Isso significa consagrar o nosso corpo, nossas mãos, nossos olhos e nossa rotina ao serviço do bem. É um "culto racional", ou seja, um ato de adoração que faz sentido lógico quando percebemos que a nossa vida é um presente dEle.

 Para agradar a Deus, precisamos também resistir à pressão do mundo, o que Paulo chama de não se conformar. O "sistema" ao nosso redor muitas vezes nos empurra para o egoísmo, o orgulho e a busca por prazeres passageiros. Viver de forma distinta requer coragem para não aceitar a forma desse molde, mantendo-se fiel aos valores do Reino mesmo quando a cultura caminha na direção oposta.

 A chave para essa resistência é a renovação da mente. Não mudamos nosso comportamento apenas por força de vontade, mas ao permitir que o Espírito Santo transforme a maneira como pensamos. Quando enchemos nossa mente com a verdade bíblica e com pensamentos puros, nossa perspectiva muda. Passamos a ver o próximo, o trabalho e os desafios através das lentes de Deus, e não mais pelas nossas próprias limitações.

 Por fim, o resultado de uma vida entregue e de uma mente renovada é a capacidade de experimentar a vontade de Deus. O texto afirma que essa vontade é boa, agradável e perfeita. Ao vivermos alinhados com Ele, descobrimos que o caminho que Ele traçou não é um fardo, mas o lugar de maior plenitude que um ser humano pode encontrar. Agradar a Deus, portanto, é o caminho para a nossa própria realização mais profunda em nosso viver.

 Pastor Eli Vieira 

Ministério alcança universitários muçulmanos com aulas de inglês na Indonésia

Os universitários que participam do trabalho evangelístico. (Foto: Reprodução/AG News)

Os missionários alcançam universitários por meio de aulas de inglês que criam oportunidades para falar sobre Jesus.

Há 16 anos servindo na Indonésia, um casal de missionários tem levado esperança a estudantes muçulmanos por meio de aulas de inglês que também incluem estudos bíblicos e ações evangelísticas.

Jamie e sua esposa, Tasha, servem no ministério estudantil Chi Alpha, onde fornecem esperança por meio de aulas de inglês em Yogyakarta, o polo educacional da Indonésia. 

Com mais de 17.500 ilhas e mais de 280 milhões de habitantes, a Indonésia é o quarto país mais populoso do mundo, onde 70% da população não foi alcançada pelo Evangelho. Aproximadamente 220 milhões de indonésios seguem o islamismo. Mas, nesse país de maioria muçulmana, a mudança está começando com a próxima geração.

“Acreditamos que, ao alcançarmos a próxima geração, a Indonésia será o primeiro país de maioria muçulmana a se converter a Cristo”, afirmou Jamie Kemp à AG News.

E continuou: “Acreditamos que, se conseguirmos alcançar os jovens, especialmente os universitários, poderemos ver uma mudança substancial na Indonésia. Poderemos presenciar uma transformação cultural completa. Há esperança, e essa esperança reside na próxima geração”. 

‘Jesus é uma figura mística’

Jamie contou que foi vocacionado por Deus enquanto estava na faculdade: “Eu senti Ele falando ao meu coração: 'Jamie, se você estiver disposto a ir, eu estou disposto a enviá-lo'. Daquele momento em diante, eu concentrei minha vida em me preparar para missões”.

Depois de servir como pastor de jovens por vários anos, Deus abriu as portas para que Jamie e Tasha se tornassem missionários na Indonésia.

“Descobrimos que jovens de 18 a 25 anos estão abertos ao Evangelho. Eles nunca conheceram um cristão ou viram uma Bíblia. Para eles, Jesus é uma figura mística. Eles não têm um lugar seguro para falar sobre Cristo. Não existe um ministério universitário muçulmano onde eles possam ir e tirar dúvidas sobre a sua fé”, explicou ele.

Para se aproximar dos universitários, a equipe realiza caminhadas de oração e convida interessados a participar de suas atividades. Os estudos bíblicos semanais se tornaram o foco do trabalho e chegam a reunir, em média, 100 estudantes muçulmanos. 

Para muitos estudantes, o início da vida adulta é a primeira vez em que buscam compreender sua fé e os motivos de suas crenças. Por isso, os encontros incluem uma breve mensagem sobre Jesus, seguida de discussões em pequenos grupos, onde os alunos podem fazer perguntas e compartilhar suas perspectivas.

“Muitos estudantes tiveram uma visão ou sonho com Jesus quando crianças ou adolescentes, mas não tinham como falar sobre isso. Então, nossa oração e objetivo são sempre manter nossa atenção na espiritualidade”, relatou Jamie.

“Leva cerca de dois anos para um muçulmano se converter. Uma vez que os introduzimos ao estudo bíblico, instalamos o aplicativo da Bíblia em seus celulares, e se pudermos discipulá-los por dois anos, é uma questão de tempo para que se convertam”, acrescentou.

‘Vejo Jesus’

Lilly está entre os muitos alunos impactados pelo ministério dos Kemp. Jamie a convidou, e ela passou a frequentar os estudos bíblicos, fazendo perguntas, buscando aprender mais sobre Jesus e fazendo novas amizades.

Após refletir sobre a passagem de Romanos 10:13, que diz: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”, Lilly hesitou em aceitar Jesus, temendo a perseguição da família.

Porém, uma semana depois, ela relatou: “Toda vez que oro a Alá, tudo o que consigo ver é Jesus”. 

E Jamie respondeu: “Lilly, Jesus está te chamando. Você é como a ovelha perdida. Jesus está tentando te encontrar”.

Naquela noite, ela aceitou Jesus. Assim como Lilly, jovens em toda a Indonésia estão se rendendo ao Senhor.


Muitos universitários estão sendo alcançados pelo trabalho do ministério. (Foto: Reprodução/Facebook/Chi Alpha Campus Ministries, USA)

Grupos de ministérios universitários ligados a igrejas locais continuam crescendo em toda a Indonésia. O avanço reflete o interesse de estudantes em conhecer Jesus, o empenho das igrejas em alcançá-los e a atuação do Espírito Santo em corações que ainda não haviam confessado Cristo.

“O objetivo é mobilizar estudantes que, por sua vez, façam discípulos, que levem à formação de pequenos grupos e, com sorte, os integrem ao contexto da igreja local”, disse Jamie.

Através do ministério Chi Alpha, liderado por Jamie e Tasha, eles testemunharam que mais de mil estudantes universitários muçulmanos de todo o país se reúnem semanalmente para os encontros. Embora o evangelho tenha impactado inúmeras vidas na Indonésia, ainda há trabalho a ser feito.

Segundo o ministério, por meio do Chi Alpha, mais de mil universitários muçulmanos em diferentes regiões da Indonésia participam semanalmente de encontros cristãos. Em 2025, a iniciativa esteve envolvida na abertura de 40 novos ministérios em campi e no treinamento de 400 missionários universitários. Atualmente, 187 igrejas da Indonésia atuam com ministério estudantil, e a meta é chegar a 250 até 2027.

“Sentimos que é tempo de colheita aqui na Indonésia. A colheita está pronta, mas os trabalhadores são poucos. Se conseguirmos mais trabalhadores, teremos uma colheita maior”, disse Jamie sobre a necessidade de mais líderes capacitados à medida que o trabalho continua dando frutos.


O país está vivendo um novo momento espiritual impulsionado pela nova geração. (Foto: Reprodução/Facebook/Chi Alpha Campus Ministries, USA)

Em julho de 2026, Jamie e Tasha se tornarão pastores de uma igreja internacional em Jacarta, mas continuarão atuando no Chi Alpha Indonésia. Para eles, o que está acontecendo entre os universitários marca um novo momento espiritual no país, impulsionado pela nova geração.

“O quarto país mais populoso do mundo — uma nação cativa pela incredulidade — está se transformando lentamente em uma nação conquistada para Cristo. À medida que mais pastores, líderes e estudantes são treinados, mais universitários estão formando um relacionamento com Cristo. A mudança está no horizonte da Indonésia, conforme o clima espiritual se transforma de perdido para encontrado pelas mãos da próxima geração”, concluiu.



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

O CLAMOR POR AVIVAMENTO

 O clamor por um avivamento espiritual é um eco que atravessa os séculos, encontrando em Isaías 64 uma das suas expressões mais profundas e viscerais. O profeta, reconhecendo a distância entre a santidade de Deus e a condição humana, inicia sua súplica com um grito desesperado: "Oh! Se fendesses os céus e descesses!". Esse desejo não é por uma visita superficial, mas por uma manifestação teofânica que abale as estruturas da realidade e traga a presença manifesta do Criador ao cenário de desolação do Seu povo.

O texto destaca a urgência de uma intervenção divina que seja visível e transformadora. Isaías recorda que, no passado, Deus realizou feitos terríveis e inesperados, fazendo os montes tremerem. O verdadeiro avivamento começa quando deixamos de confiar em métodos humanos e passamos a ansiar por aquilo que só o braço do Senhor pode realizar. É o reconhecimento de que a nossa única esperança reside na descida dAquele que é o fogo consumidor, capaz de derreter as montanhas de apatia e resistência que se ergueram em nossos corações.

Entretanto, o clamor pelo agir de Deus traz consigo uma consciência aguda do pecado. O profeta confessa que todos nós nos tornamos como o imundo, e que todas as nossas Justiças não passam de "trapos de imundícia". Essa honestidade brutal é o alicerce de qualquer renovação espiritual. Não há avivamento sem arrependimento; não há fogo sem a queima das impurezas. A percepção de que murchamos como a folha e de que nossas iniquidades nos levam como o vento é o que nos move a buscar a face dAquele que pode nos restaurar.

Um ponto central de Isaías 64 é a exclusividade de Deus. O profeta afirma que, desde a antiguidade, nunca se ouviu nem se viu um Deus que trabalhasse para aqueles que nEle esperam. O avivamento, portanto, é também um exercício de paciência e confiança. É entender que o agir de Deus tem um tempo e um propósito que transcendem a nossa compreensão imediata. Enquanto clamamos, somos moldados pela expectativa de que o Soberano está orquestrando algo novo, mesmo quando o cenário ao redor parece árido e sem vida.

A relação entre o Criador e a criatura é descrita de forma magistral através da metáfora do Oleiro e do barro. "Mas agora, ó Senhor, tu és nosso Pai; nós somos o barro, e tu o nosso oleiro; e todos nós obra das tuas mãos." O clamor por avivamento é, em última análise, um ato de rendição. Pedir que Deus desça é dar a Ele o direito de nos moldar conforme a Sua vontade, quebrando as formas rígidas do nosso ego para que a Sua imagem seja refletida com clareza em nós.

O profeta também intercede pelas "cidades santas" que se tornaram um deserto e pelo templo que foi queimado pelo fogo. Essa lamentação reflete a dor de ver a herança espiritual em ruínas. Hoje, o clamor por avivamento nasce da mesma percepção: o olhar para uma sociedade fragmentada e uma igreja muitas vezes morna. Pedir que Deus não se cale diante da nossa aflição é um apelo à Sua misericórdia e à Sua fidelidade à aliança que estabeleceu com Seus filhos.

Por fim, Isaías 64 nos ensina que o avivamento não é um fim em si mesmo, mas um meio para que o nome de Deus seja conhecido entre as nações e para que o Seu povo volte ao seu propósito original. É o retorno à intimidade, ao temor reverente e à obediência alegre. Quando clamamos para que os céus se fendam, estamos aceitando o desafio de sermos transformados pela glória que desce, tornando-nos agentes de restauração em um mundo que anseia, mesmo sem saber, pelo toque do Oleiro.

Pr. EVF

Igreja de missão de Paul Washer é vandalizada por ativistas LGBT na Colômbia

 

Os vândalos picharam e fixaram faixas com ameaças na igreja em Bogotá. (Foto: Instagram/HeartCry Missionary Society).

Os vândalos picharam e fixaram faixas com ameaças na igreja da HeartCry Missionary Society, em Bogotá.

Uma igreja da missão do pastor Paul Washer foi vandalizada por ativistas do movimento LGBT, em Bogotá, capital da Colômbia.

A congregação, plantada pela HeartCry Missionary Society, foi alvo de um grupo de jovens no dia 24 de janeiro.

Os vândalos fizeram pichações e fixaram faixas com mensagens ameaçadoras no exterior do templo, conforme o missionário Helberth Conde, responsável pela igreja.

“Como igreja, respondemos em oração. Oramos ao Senhor por esses jovens, para que eles possam conhecer a Cristo e o poder transformador do seu Evangelho”, relatou Helberth, em publicação compartilhada pela HeartCry no Instagram.

“Ao mesmo tempo, nos regozijamos em saber que nossa igreja, nesta região, está testemunhando fielmente a verdade bíblica, a ponto de a mensagem do Evangelho não passar despercebida. Pedimos suas orações e somos sempre gratos pela sua comunhão”, acrescentou.

A HeartCry Missionary Society pediu oração pelo missionário e sua igreja enquanto enfrentam a intolerância religiosa.

“Por favor, orem pelo missionário Helberth Conde, na Colômbia, e pela congregação”, afirmou.

Missão na Colômbia

A missão fundada pelo pastor Paul Washer mantém dez missionários na Colômbia, que ocupa a 47ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2026 da Missão Portas Abertas.

“A nação ainda é a maior produtora mundial de cocaína e uma grande fonte de heroína e maconha. Como resultado do tráfico de drogas e do conflito interno, quase 7,6 milhões de pessoas foram deslocadas nas últimas décadas”, explicou a HeartCry em seu site.

E testemunhou: “Apesar desses desafios, a Igreja está sendo fortalecida e expandida. Deus levantou vários seminários bíblicos saudáveis que estão auxiliando igrejas locais no processo de capacitar pastores qualificados. Igrejas locais estão sendo plantadas e reformadas em muitas cidades e vilarejos pelo país”.




Fonte: Guiame, com informações de HeartCry Missionary Society

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Líder aponta sinais de “avivamento silencioso” entre jovens na Nova Zelândia

 Dados indicam um aumento significativo na frequência à igreja entre os jovens. (Foto ilustrativa: adrianna geo / Unsplash)

Após Reino Unido, dados indicam avanço da fé cristã entre jovens neozelandeses da Geração Z.

O relatório “Avivamento Silencioso”, da Sociedade Bíblica, indica que o crescimento do cristianismo entre jovens no Reino Unido também aparece, em parte, entre jovens da Nova Zelândia, segundo os batistas.

No Relatório Anual de 2025 das Igrejas Batistas da Nova Zelândia, Ethan Miller, coordenador de juventude, fez comentários em resposta ao relatório da Sociedade Bíblica publicado em abril de 2025 e intitulado “O Avivamento Silencioso: A Geração Z lidera o aumento da frequência à igreja em partes do mundo ocidental”.

Miller apresentou os dados no capítulo “Avivando a Chama: O Avivamento Silencioso Chegou?”.

Ele cita o relatório da Sociedade Bíblica que constatou um aumento mensurável na fé cristã no Reino Unido, com a Geração Z (nascidos entre 1997 e 2012, agora com idades entre 13 e 28 anos) como o grupo que está “liderando o caminho”.

Em seguida, ele questionou se sinais semelhantes de renovação também poderiam ser observados em Aotearoa, na Nova Zelândia.

Frequência à igreja

Miller apresentou uma série de dados dos batistas indicando um aumento significativo na frequência à igreja entre os jovens no país, o que pode sugerir a presença de um “avivamento discreto”.

Os números indicam que, de 2022 a 2024, a presença de jovens nas igrejas batistas aumentou 24%. Os acampamentos de Páscoa cresceram 42% entre 2023 e 2025. Já o Treinamento de Líderes Jovens da KB subiu cerca de 30%, chegando a 445 líderes entre 2024 e 2025.

Dos 710 batismos relatados pelas igrejas batistas, 58% (411) foram de menores de 25 anos, e 43% eram menores de 18, segundo Miller. Ele acrescentou que, nos últimos dois anos, surgiram mais de oito novos ministérios para jovens, totalizando mais de 100.

“Esperamos que muitos mais comecem nos próximos anos”, disse Miller, comentando sobre as histórias reais por trás dos números.

“Estamos ouvindo relatos impressionantes de jovens que entram na igreja sem qualquer histórico de fé, curiosos sobre Jesus, lendo as Escrituras – e até levando suas Bíblias para a escola; compartilhando a fé, iniciando cursos Alpha e convidando amigos para a igreja.”

Paixão por missão

Miller também observou entre os mais jovens uma forte paixão por missão e justiça em favor dos pobres, doentes e marginalizados.

Segundo ele, esse interesse pela ação social vinha acompanhado de uma evidente sede por oração e adoração.

“Minha história favorita é a de uma garota de 15 anos, sem qualquer histórico de igreja, que veio à fé em um Acampamento de Páscoa há dois anos”, relembrou Miller.

“Depois de se mudar de cidade, a paixão dela por Jesus a levou a iniciar um grupo de jovens. Hoje, 30 dos 40 estudantes do ensino médio da escola da região se reúnem para adorar, ler as Escrituras e crescer juntos.”

“Deus está em movimento, e a Geração Z – o que o pesquisador cristão Barna chama de ‘a geração aberta’ – parece estar liderando o caminho”, acrescentou.

Testemunho evangelístico

Apesar dos avanços, Miller afirmou que o testemunho evangelístico entre os jovens na Nova Zelândia ainda demanda muito esforço, em razão de dificuldades relacionadas à disponibilidade de recursos.

“Embora Jesus esteja se movendo e tenha havido um progresso significativo, ainda há muito trabalho a ser feito”, disse ele.

“O maior desafio que impacta o ministério com jovens é a redução de recursos, hoje entre 50% e 60% menor do que era há 10 anos, em nível local, regional e – até recentemente – nacional.”

Para Miller, discipulado e formação de líderes precisam permanecer como prioridade para alcançar a juventude.

“O futuro das igrejas batistas está nos líderes que formamos. Precisamos recuperar nossa visão e paixão pela próxima geração e por líderes mais jovens; eles são o investimento mais estratégico que podemos fazer! Gostaríamos muito de ver esse crescimento nos próximos anos, especialmente diante do que Jesus está fazendo entre os jovens! Como Nelson Mandela disse certa vez: ‘os jovens de hoje são os líderes de amanhã’.”



Fonte: Guiame, com informações do Christian Daily

O QUE FAZER, QUANDO NÃO PODEMOS FAZER NADA?

 


Enfrentar um beco sem saída é uma das experiências mais angustiantes da condição humana. Em Êxodo 14, encontramos o povo de Israel exatamente nessa posição: com o Mar Vermelho à frente, montanhas dos lados e o exército de Faraó rugindo logo atrás. É o cenário clássico da impotência, onde todas as saídas lógicas estão lacradas. Quando chegamos a esse ponto, a primeira lição que o texto nos ensina é que o desespero é um conselheiro mentiroso, que nos faz esquecer as promessas e focar apenas no tamanho da ameaça a nossa frente.

O segundo movimento diante da imobilidade é o controle das emoções. Moisés disse ao povo: "Não temais; estai quietos". Parece um contrassenso pedir calma a quem está prestes a ser esmagado, mas há uma sabedoria profunda nisso. Quando não podemos agir externamente, nossa maior batalha passa a ser interna. Estar quieto não significa passividade apática, mas sim o silenciamento do ruído do medo para que se possa ouvir uma direção superior. A ansiedade tenta nos forçar a agir de forma precipitada, mas a fé exige uma postura de prontidão silenciosa, de dependência de Deus.

Em terceiro lugar, o texto nos revela que o silêncio humano abre espaço para a ação divina. A famosa promessa "o Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis" não é um convite à preguiça, mas um lembrete da soberania de Deus. Existem batalhas na vida que são estruturais, espirituais ou circunstanciais demais para nossas mãos finitas. Reconhecer que o controle não está conosco é, ironicamente, o primeiro passo para encontrar a verdadeira paz em meio ao caos que nos cerca.

No entanto, há um momento em que o "esperar" se transforma em "avançar". O quarto parágrafo foca na ordem intrigante de Deus a Moisés: "Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem". Isso nos ensina que, mesmo quando não vemos o caminho, a atitude de dar o próximo passo é fundamental. O milagre raramente acontece enquanto estamos sentados reclamando da sorte; ele se manifesta enquanto colocamos os pés na direção da promessa, da obediência, mesmo que a água ainda pareça intransponível.

O quinto aspecto dessa narrativa é a proteção invisível que nos acompanha no escuro quando não vemos nada. Antes do mar se abrir, a coluna de nuvem e fogo mudou-se da frente para a retaguarda dos israelitas, colocando-se entre eles e o inimigo. Isso simboliza que, nos períodos de estagnação aparente, Deus está servindo de escudo. Às vezes, o que interpretamos como um "atraso" ou uma "impossibilidade" é, na verdade, uma barreira divina para impedir que o mal nos alcance antes da hora do livramento.

Chegamos então ao clímax: a abertura do impossível. Quando Moisés estende o cajado, o vento oriental sopra e o mar se divide. O sexto parágrafo destaca que a solução de Deus raramente é a que imaginamos — ninguém esperava que o caminho estivesse debaixo da água. Quando não podemos fazer nada, Deus faz o impensável. O obstáculo que parecia ser o nosso túmulo torna-se a nossa avenida de libertação, provando que o fim dos nossos recursos é apenas o começo da demonstração do poder de Deus.

Por fim, o texto de Êxodo 14 nos ensina que o propósito do impasse é o fortalecimento da confiança. Após a travessia, o povo "temeu ao Senhor e creu". As crises onde nos sentimos de mãos atadas servem para limpar nossa visão sobre quem realmente sustenta nossa vida. Quando você não puder fazer nada, mude o foco: pare de olhar para os carros de Faraó e comece a marchar em direção ao mar, confiando que Aquele que fez a promessa é fiel para abrir o caminho onde não existe caminho.

Pr. EVF

Cristão secreto denuncia fome na Coreia do Norte: "Ainda existimos graças às orações"

 

Imagem ilustrativa. (Foto: Portas Abertas).

O homem contou que a população sofre com a falta de luz e remédios durante o rigoroso inverno.


Um cristão secreto denunciou a situação crítica que a população tem enfrentado na Coreia do Norte.

Ele enviou uma mensagem à Missão Portas Abertas relatando a fome e a falta de luz durante o inverno. O cristão disse que a situação é como “uma noite sem fim”, com os dias ficando mais curtos e frios devido a ausência de energia elétrica.

Com a falta de recursos básicos, os norte-coreanos lutam para sobreviver. “A situação econômica da Coreia do Norte é crítica”, afirmou o cristão secreto. 

“Os jornais e a televisão proclamam em alto e bom som que novas fábricas e locais de trabalho fornecidos pelo governo estão produzindo bens necessários para a vida diária das pessoas. Mas, na realidade, muitas fábricas não estão operando, as ruas estão escuras e os cidadãos sofrem profundamente com a fome”.

Falando sobre a ajuda que a comunidade cristã recebe da Portas Abertas, outro cristão testemunhou: “Nós ainda existimos graças às suas orações e ao seu apoio”.

Além da fome, a população sofre com a falta de cuidados médicos. “Recentemente, houve uma grande diferença de temperatura entre o dia e a noite, o que causou gripe generalizada e doenças respiratórias infecciosas”, contou outro cristão norte-coreano. 

“Aqui, isso é um grande problema, porque os remédios não são apenas muito caros, mas também escassos. As pessoas suportam a doença sem tratamento adequado ou recorrem a remédios caseiros, como ferver rabanete e gengibre com açúcar, ou adicionar açúcar ao suco de gengibre e misturá-lo com água quente”, explicou.

Os cidadãos são monitorados constantemente pelo regime comunista de Kim Jong-un. Suas atividades são controladas o dia todo e o povo é bombardeado com propagandas do governo.

No país mais fechado para o cristianismo, os cristãos precisaram manter a fé em segredo e também lutam pela sobrevivência espiritual. 

Apesar do contexto extremo, eles se apegam à esperança do Evangelho. “Com uma fé inabalável e firme no Senhor, compreendemos que nunca devemos abandonar nossa fé em Cristo. Nem mesmo se isso nos custar a vida”, declarou outro cristão secreto.

E ressaltou: “A calorosa e inimaginável consideração de vocês tocou profundamente nossas vidas, permeando cada canto de nossa existência diária e fluindo em nós como o ar, tornando-se uma fonte inesgotável de força”.

A Coreia do Norte ocupa o 1° lugar da Lista Mundial da Perseguição 2026 da Portas Abertas de países mais difíceis para ser cristão.

Fonte: Guiame, com informações de Portas Abertas

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Cuba: Com repressão aos templos, igrejas nas casas passam de 20 mil

 

Cristãos cubanos reunidos em um culto doméstico. (Foto: Portas Abertas)

De acordo com dados da associação ASCE Cuba, há entre 20 mil e 30 mil dessas igrejas ativas no país.


Desde 1959, a construção de templos cristãos é proibida em Cuba. Diante da repressão, milhares de seguidores de Jesus têm encontrado abrigo espiritual nas chamadas igrejas domésticas.

Mesmo sob vigilância constante, essas pequenas comunidades continuam a se multiplicar e se tornam fundamentais para manter viva a fé na ilha.

As igrejas domésticas são grupos cristãos que se reúnem para realizar cultos dentro das casas de pastores ou de membros da comunidade.

De acordo com dados da associação ASCE Cuba, há entre 20 mil e 30 mil dessas igrejas ativas no país. Elas funcionam sem placas, sem autorização oficial e, muitas vezes, enfrentam o constante risco de repressão governamental.

Intimidação

Aarón* e Alicia*, líderes de uma dessas igrejas domésticas, enfrentaram intimidação logo no início do ministério.

Depois de promoverem uma simples atividade infantil, um desconhecido fotografou o casal, e, poucos dias mais tarde, agentes do Departamento de Assuntos Religiosos apareceram em sua porta.

“Ficamos com medo, mas sabíamos que era obra do Senhor”, relata Aarón.

Embora a legislação cubana não proíba formalmente as igrejas domésticas, na prática elas são vigiadas de perto e frequentemente alvo de repressão.

Com o colapso do sistema educacional estatal e o agravamento da crise social, as igrejas domésticas passaram a exercer um papel ainda mais essencial, servindo como centros de apoio espiritual e material.

Valores cristãos

Em áreas rurais, muitos pastores oferecem desde ensinamentos baseados em valores cristãos até orientações de higiene básica, suprindo lacunas deixadas pelo Estado.

“Se a igreja não ensinar valores, a necessidade espiritual e moral nunca será suprida”, afirma Abraham*, líder de uma igreja doméstica no campo.

Apesar da intimidação, Alicia e Aarón se recusaram a parar.

“Todo sábado, continuamos. Ensinamos a Bíblia, ajudamos com tarefas escolares e até ensinamos higiene básica. Mas o risco é enorme”, diz Aarón.

Cuba é o 24º país da Lista Mundial da Perseguição 2026, da organização Portas Abertas.

Fonte: Guiame, com informações da Portas Abertas



O clamor pela liberdade no Irã

 
Túmulo de Ester e Mordechai, no Irã. (Foto: Wikipédia)

Este é um povo duramente castigado que vem sendo oprimido há quase meio século, desde a Revolução Islâmica de 1979, quando os aiatolás derrubaram o regime do xá.

Desde a guerra entre Irã e Israel, em junho do ano passado, houve um frágil cessar-fogo que soa mais como um intervalo entre rounds de uma luta livre. Ambos os países continuam se preparando para o que pode vir a ser um conflito decisivo. No Irã, a pressão não é apenas externa, mas também interna, o que pode levar a um colapso do regime no curto ou médio prazo.

Desde o conflito passado, o Irã tem tido apoio da China e da Rússia para se rearmar, especialmente com mísseis balísticos para serem usados contra Israel em um próximo ataque, o que cumpriria a promessa do regime dos aiatolás de “varrer Israel do mapa”. O efeito da guerra, por outro lado, fez com que a inflação da economia disparasse, tornando-se um fardo insuportável para o povo iraniano.

Este é um povo duramente castigado que vem sendo oprimido há quase meio século, desde a Revolução Islâmica de 1979, quando os aiatolás derrubaram o regime do xá. O resultado dessa insatisfação acumulada foi a manifestação direta do povo, em diversas cidades do país, desde o fim de dezembro, o que envolveu dezenas de milhares de manifestantes contrários ao regime que foram lutar por sua liberdade em todos os níveis.

Autêntico genocídio

A resposta do regime foi uma das mais repressivas da história contemporânea. Nos dias 8 e 9 de janeiro, o aiatolá Khamenei determinou à sua milícia paramilitar — Basij — a se contrapor atirando para matar seu próprio povo “sem compaixão”. O massacre foi enorme e as inteligências de Israel e dos EUA ainda estão trabalhando nas estimativas que estão na ordem de dezenas de milhares de assassinatos a sangue frio; cidadãos mortos cruelmente apenas por estarem protestando nas ruas contra o regime que os oprime.

As fontes do próprio governo admitiram que houve cerca de cinco mil mortos, aos quais chamou de terroristas, mas é óbvio que o número é muito superior. Parece que nem o massacre da Praça da Paz Celestial, em 1989, em Pequim, passou perto disso; um autêntico genocídio.

O regime derrubou a internet do país, mas não antes de diversos vídeos serem transmitidos por cidadãos comuns nas redes sociais, comprovando seus crimes contra a humanidade. Algumas imagens chocantes mostram centenas de sacos pretos nos estacionamentos de diversos hospitais do país, aguardando serem recolhidos por parentes para serem sepultados.

Laços de amizade

A despeito do grande inimigo de Israel hoje ser o regime do Irã, cuja “cabeça da serpente” é o próprio aiatolá, segundo os próprios iranianos, há uma enorme estima e simpatia dos iranianos pelo povo judeu. Poucos sabem, mas Irã e Israel são povos que historicamente têm grandes laços de amizade entre si, apenas interrompida após a revolução dos aiatolás.

A revolução, porém, não tirou o afeto e a simpatia do povo persa por Israel. E a prova disso são as milhares de mensagens de apoio de contas de rede social de iranianos a Israel, inclusive durante a guerra do ano passado. Arrisco a afirmar que Netanyahu tem mais apoio entre o povo iraniano do que dentro de Israel. Basta ver a conta em persa do Instagram do Ministério das Relações Exteriores de Israel, com mais de dois milhões de seguidores de fala farsi e simpatizantes ao povo judeu.

Um rei gentio e amigo de Israel

Essa mostra de amizade e simpatia é recíproca por parte dos israelenses que têm o povo persa em alta consideração. O motivo é a eterna gratidão que nutrem por Ciro, rei da Pérsia antiga, que decretou o regresso dos judeus da diáspora para retornarem a Jerusalém e reconstruírem o Templo. Flávio Josefo afirma em sua obra Antiguidades Judaicas que Ciro, ao tomar conhecimento da profecia de Isaías a seu respeito, chamando-o pelo nome, escrita quase duzentos anos antes, ficou maravilhado e decidiu decretar o retorno dos judeus do exílio.

“Que digo de Ciro: É meu pastor, e cumprirá tudo o que me apraz, dizendo também a Jerusalém: Tu serás edificada; e ao templo: Tu serás fundado” (Isaías 44:28).

“Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor Deus dos céus me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá. Quem há entre vós, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém, que está em Judá, e edifique a casa do Senhor Deus de Israel (ele é o Deus) que está em Jerusalém” (Esdras 1:2,3).

Futuro promissor

A ligação histórica entre Israel e a Pérsia não se limita ao decreto de Ciro, mas ao reinado de Ester, uma judia que fez história no império persa, durante o qual seu povo foi livre do extermínio e prosperou em todas as províncias.

O monumento do túmulo da rainha Ester e seu primo Mordechai, duas figuras bíblicas proeminentes na história de Israel, está localizado na cidade de Hamadã, no Irã, é um dos poucos locais sagrados para os judeus fora de Israel e um dos maiores símbolos da amizade histórica entre judeus e persas.

Por esses laços históricos de união e afeto, os iranianos, em sua luta pela liberdade, têm apoio total e irrestrito dos judeus do mundo inteiro. O desejo de um povo livre da ditadura atual do Irã é compartilhado por todos os espectros sociais, políticos e religiosos dentro de Israel. Um Irã livre é um prenúncio de um futuro promissor para as duas nações e representa o reatar de uma amizade milenar. Esperamos que esse tempo chegue logo, b’ezrat HaShem.

 

Getúlio Cidade é escritor, tradutor e hebraísta, autor de A Oliveira Natural: As Raízes Judaicas do Cristianismo e do blog www.aoliveiranatural.com.br.

* O conteúdo do texto acima é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal O Agreste Presbiteriano


Fonte: Guiame, Getúlio Cidade

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

The Send reuniu 300 mil pessoas nos estádios e mobilizou milhares de igrejas no Brasil

The Send 2026 aconteceu nas cinco regiões do país. (Foto: The Send Brasil)

O encontro realizado em cinco cidades teve 12 horas de duração, reuniu mais de 400 líderes de diferentes denominações.

The Send Brasil reuniu cerca de 300 mil pessoas no último sábado (31) em cinco cidades brasileiras, consolidando-se como um dos maiores eventos cristãos já promovidos no país. 

Ao longo do evento, mais de 400 líderes subiram aos palcos, entre pastores, missionários, ministros e cantores. Diversas denominações foram representadas, com membros de igrejas batistas, reformadas, episcopais, metodistas, pentecostais, carismáticas, da Assembleia de Deus, da Quadrangular, entre outras. 

O The Send tem origem no The Call, iniciativa internacional liderada por Lou Engle, conhecida por grandes reuniões de oração em estádios. 

Com o tempo, o foco foi ampliado — surgiu a convicção de que era necessário enviar pessoas para cumprir o “ide”. A mudança deu origem ao The Send, que se traduz como “O Envio”. 

Uma programação voltada à oração e às missões 

A programação foi estruturada de forma a deixar claro que o encontro não tinha caráter de entretenimento. Com duração de 12 horas, houve momentos de oração e mobilização, louvor e adoração, e pregação. 

O The Send Brasil promoveu pautas como arrependimento, incentivo ao engajamento bíblico, mobilização para missões e cuidado com órfãos e pessoas em situação de vulnerabilidade. Além disso, foi marcado por orações por cura, batismo no Espírito Santo e confirmação de chamados.

Durante as ministrações, dados apresentados ajudaram a contextualizar o cenário global e nacional. Estima-se que mais de 3,4 bilhões de pessoas ainda vivam em regiões onde o Evangelho não chegou de forma acessível, além da existência de mais de 7 mil grupos étnicos que nunca ouviram a mensagem cristã. 

No Brasil, os números também chamam atenção: cerca de 47 mil crianças e adolescentes vivem em abrigos, enquanto 32 milhões de crianças estão em situação de extrema pobreza.

Do ponto de vista financeiro, a organização afirma que o The Send não tem foco comercial. O valor dos ingressos não cobre nem metade dos custos de um evento desse porte, e não há margem de lucro baseada em bilheteria. A realização foi viabilizada principalmente por ofertas voluntárias, incluindo recursos de organizações missionárias internacionais. Segundo os organizadores, nenhuma verba pública foi utilizada.

Milhares de igrejas mobilizadas antes e depois do evento

A mobilização começou meses antes do sábado (31). Durante cerca de seis meses, equipes percorreram diferentes regiões do país promovendo encontros com lideranças, como cafés de pastores, reuniões de visão e cultos de mobilização. Mais de mil pastores participaram desse processo, envolvendo mais de mil igrejas.

De acordo com a organização, o objetivo nunca foi criar um movimento paralelo à Igreja, mas fortalecer a atuação das igrejas locais, garantindo que aqueles que responderam ao chamado para o envio fossem acompanhados dentro de suas próprias comunidades.

Assista a transmissão do The Send Brasil 2026 na íntegra:



Fonte: Guiame

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Filme sobre Davi leva 100 mil espectadores aos cinemas de todo o Brasil

 

O filme “Davi – Nasce um Rei”. (Foto: Divulgação)

“Davi – Nasce um Rei” estreou no Brasil em 15 de janeiro e atingiu a marca de 100 mil espectadores nos cinemas brasileiros.

Lançado no Brasil no dia 15 de janeiro, o filme cristão “Davi – Nasce um Rei” já atingiu 100 mil espectadores nos cinemas de todo o país.

O marco ocorreu na primeira semana de estreia da animação infantil. Nos Estados Unidos, o filme também alcançou um feito histórico ao superar o público de títulos populares, como “Bob Esponja”.

“Das canções de sua mãe que embalavam seu coração às silenciosas conversas com um Deus fiel, a trajetória de Davi nasce da devoção e da escuta interior. Quando o gigante Golias surge para intimidar um povo inteiro, é esse jovem pastor — munido apenas de coragem e uma fé inabalável — quem decide enfrentar o impossível. Sua jornada culmina em uma batalha que vai muito além de uma coroa: é a luta pela identidade, pela fé e pela alma de um reino inteiro”, diz a sinopse.

O filme é distribuído pela Heaven Content em parceria com a 360 WayUp. A direção é assinada por Phil Cunningham, em parceria com Brent Dawes, com roteiro de Kyle Portbury e Sam Wilson.

Para grupos acima de 20 pessoas, há a campanha “Todos Pagam Meia”, válida para compras únicas. O ingresso pode ser adquirido aqui.

Grupos com 100 pessoas ou mais também garantem condições especiais, nas quais podem solicitar uma sessão exclusiva.

Confira o trailer:


Fonte: Guiame

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