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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Deus e a completa desmoralização do sistema político e religioso do Egito



 A oitava praga, os gafanhotos, detalhada em Êxodo 10:1-20, é o ato final de destruição do sistema agrícola e religioso do Egito antes das trevas e da morte. Se a chuva de pedras destruiu o linho e a cevada, os gafanhotos foram enviados para "comer o que restou", garantindo que não sobrasse nenhuma folha verde em toda a terra. Este juízo foi um ataque direto e devastador contra Min, o deus da fertilidade e protetor das colheitas, e também contra o deus Shu, divindade do ar e dos ventos.

O Senhor iniciou este episódio reafirmando a Moisés que os sinais serviam para que as futuras gerações de Israel soubessem que Ele é o Senhor. O aviso dado ao Faraó foi carregado de urgência: se ele continuasse a se recusar a humilhar-se, nuvens de gafanhotos cobririam a face da terra de tal forma que o próprio chão não seria visto. Esta praga representava o aniquilamento total da economia egípcia, transformando o "celeiro do mundo" em um deserto estéril.

Pela primeira vez, os próprios servos do Faraó tentaram intervir, clamando: "Até quando este homem nos servirá de laço? Deixa ir os homens". Eles reconheceram o que o monarca se negava a ver: "Ainda não sabes que o Egito está destruído?". Essa reação demonstra a completa desmoralização do sistema político e religioso, onde os conselheiros do trono já não confiavam na proteção de seus deuses ou na estratégia de seu rei-deus.

A soberania de Deus sobre a natureza foi demonstrada através do controle dos ventos. O Senhor trouxe um vento oriental que soprou todo aquele dia e noite; ao amanhecer, o vento havia trazido os gafanhotos. Esse fenômeno desmoralizou Shu, o deus do ar, mostrando que os elementos atmosféricos que os egípcios adoravam eram, na verdade, ferramentas de julgamento nas mãos do Deus Verdadeiro. O vento não era uma divindade, mas um servo do Criador.

A infestação foi sem precedentes: os gafanhotos cobriram toda a terra e obscureceram a luz do sol. Eles devoraram cada erva e cada fruto das árvores que haviam escapado da saraiva. Ao final da praga, o texto bíblico ressalta que "não ficou nada verde nas árvores, nem nas ervas do campo". O Egito, outrora orgulhoso de sua abundância, foi reduzido a uma terra de fome, provando que sem a permissão de Deus, nenhum esforço humano ou ídolo pode garantir o sustento.

Aterrorizado pela escala da devastação, o Faraó apressou-se a chamar Moisés e Arão, confessando novamente: "Pequei contra o Senhor vosso Deus e contra vós". Ele pediu que a "morte" (os gafanhotos) fosse removida. Essa confissão, embora parecesse arrependimento, era apenas o desespero de um homem acuado pela perda total de recursos. O Juiz Verdadeiro, em Sua soberania, expôs a falência da moral egípcia.

A remoção da praga foi tão miraculosa quanto sua chegada. Deus mudou o vento para um vento ocidental fortíssimo, que lançou todos os gafanhotos no Mar Vermelho. Mais uma vez, "não ficou um só gafanhotos em todos os limites do Egito". Esse controle absoluto sobre a entrada e saída da praga serviu para selar a demonstração de que o Senhor governa cada detalhe da criação, desde o sopro do vento até o movimento dos insetos.

No entanto, como ocorrera anteriormente, o Senhor permitiu que o coração do Faraó se endurecesse. Esse ciclo de julgamento e teimosia servia para preparar o cenário para as duas últimas e mais terríveis pragas. O Egito estava agora fisicamente devastado, economicamente falido e religiosamente desmoralizado. A nação que se achava imbatível sob o comando de seus deuses estava de joelhos diante do Deus dos escravos.

A oitava praga ensina que o Deus Verdadeiro não deixa o Seu trabalho pela metade. Ele julga o sistema por completo, expondo cada falsa segurança. Ao destruir o que restava da agricultura, Ele mostrou que o pão não vem dos ídolos, mas da Palavra que sai de Sua boca. A terra de Israel, poupada mais uma vez, brilhava como um oásis de providência divina em meio ao caos de um império que ruiu por desafiar o Soberano.

Pr. Eli Vieira Filho 

O DEUS VERDADEIRO e a completa desmoralização do sistema religioso do Egito

 


O Gemini disse

A sétima praga, a chuva de pedras e fogo descrita em Êxodo 9:13-35, marca uma escalada sem precedentes nos juízos divinos. Pela primeira vez, a ameaça de morte paira sobre os seres humanos que ignorassem o aviso profético. O Deus Verdadeiro não apenas intensifica o castigo físico, mas promove uma completa desmoralização do sistema religioso do Egito, atacando as divindades que supostamente controlavam os céus, o clima e a fertilidade da terra, expondo-as como meros mitos diante da realidade do Soberano.

O ultimato dado ao Faraó nesta ocasião foi o mais longo e solene de todos. Deus declarou que enviaria "todas as suas pragas" sobre o coração do monarca e seus servos, para que ele soubesse que não há ninguém como o Senhor em toda a terra. Ao confrontar o Faraó ao amanhecer, o Deus de Israel desafiou a autoridade do rei-deus egípcio, que se via como o mantenedor da Ma'at (a ordem cósmica), provando que o verdadeiro equilíbrio do universo estava nas mãos dAquele que o Faraó se recusava a reconhecer.

Nesta praga, o Senhor ofereceu um escape misericordioso: quem desse ouvidos à Sua palavra e recolhesse seu gado e servos para dentro de casa seria poupado. Esse gesto foi uma manobra de desmoralização estratégica para os deuses egípcios, pois forçou os próprios egípcios a escolherem entre confiar em sua religião tradicional ou na palavra do Deus dos hebreus. O fato de alguns servos do Faraó terem temido o Senhor e buscado abrigo revela que a fé no panteão egípcio começava a ruir por dentro.

Quando Moisés estendeu seu cajado para o céu, o Senhor enviou trovões, saraiva e fogo que descia até a terra. Esta manifestação foi um ataque direto a Nut, a deusa do céu, a Shu, o deus do ar, e a Set, o deus das tempestades. A incapacidade dessas divindades de deter o granizo e os raios demonstrou que eles não passavam de ficções. O céu, que deveria ser um manto de proteção e ordem sob Nut, tornou-se um arsenal de destruição sob o comando do Único Deus Verdadeiro.

O impacto sobre a agricultura foi devastador e teologicamente significativo. O texto registra que o linho e a cevada foram destruídos, atingindo diretamente as indústrias de vestuário e alimentação. Ao destruir as colheitas, o Senhor humilhou Ísis e Osíris, deuses da agricultura e da fertilidade, além de Min, o protetor das safras. O Egito, que se orgulhava de ser o celeiro do mundo antigo, viu sua abundância ser reduzida a cinzas e gelo pela vontade do Juiz da Terra.

Pela primeira vez na narrativa, o Faraó foi forçado a uma confissão pública de erro. Ele declarou: "Desta vez pequei; o Senhor é justo, mas eu e o meu povo somos ímpios". Essa admissão é o ápice da desmoralização religiosa, pois o próprio Faraó, que se considerava a fonte da justiça, admitiu que a justiça (retidão) pertencia exclusivamente ao Deus de Moisés. A autoridade moral do trono egípcio desmoronou diante da evidência do poder divino.

No entanto, a soberania de Deus sobre a natureza foi reafirmada no momento em que a praga cessou. Assim que Moisés saiu da cidade e estendeu as mãos ao Senhor, os trovões e a saraiva pararam imediatamente. Essa precisão no controle climático provou que o fenômeno não era um evento meteorológico bizarro ou cíclico, mas uma ação inteligente e deliberada. O Senhor mostrou que Ele detém as chaves dos céus, abrindo-os para o juízo e fechando-os conforme Sua vontade.

Apesar da confissão de pecado e do alívio concedido, o coração do Faraó voltou a se endurecer assim que viu que a chuva e a saraiva cessaram. Esse comportamento recorrente revela que a desmoralização externa de um sistema religioso nem sempre resulta na conversão do coração humano. O Faraó escolheu a ilusão de seu antigo poder em vez da realidade da soberania de Deus, transformando sua própria vida em um campo de batalha onde o Juiz Verdadeiro continuaria a manifestar Sua glória.

Em conclusão, a sétima praga em Êxodo 9:13-35 estabeleceu que o Senhor é o Deus que governa acima das nuvens e abaixo das colheitas. Ao silenciar os deuses do clima e da agricultura e levar o Faraó a admitir sua própria injustiça, Deus despojou o Egito de sua confiança espiritual. A terra de Gósen, permanecendo intocada, serviu como o último selo de que a separação entre a verdade e a idolatria era, agora, uma realidade geográfica e espiritual incontestável.

Pr. Eli Vieira Filho

O DEUS Verdadeiro e a completa desmoralização do sistema religioso e médico do Egito



 A sexta praga, detalhada em Êxodo 9:8-12, representa um ponto de ruptura na narrativa do Êxodo, pois o juízo divino deixa de afetar apenas o ambiente e a economia para atingir diretamente o corpo humano. O Deus Verdadeiro manifesta Sua autoridade suprema ao atacar a integridade física dos egípcios, promovendo uma completa desmoralização do sistema religioso e médico da nação mais poderosa da época. O que antes era um duelo de prodígios transforma-se em uma demonstração de que nem a ciência nem a magia humana possuem jurisdição sobre a saúde concedida pelo Criador.

O ritual de iniciação desta praga carrega um simbolismo profundo e irônico. Deus ordena que Moisés e Arão tomem cinzas de um forno e as lancem para o ar diante do Faraó. Essas cinzas, provavelmente oriundas das fornalhas onde os israelitas eram forçados a fabricar tijolos sob opressão, tornaram-se o próprio instrumento da justiça. O que simbolizava a dor e o suor dos escravos hebreus transformou-se em um pó fino que, ao se espalhar, gerou úlceras e tumores purulentos em homens e animais por todo o Egito.

Do ponto de vista religioso, a praga das úlceras foi um golpe fatal contra o panteão egípcio, especificamente contra divindades como Imhotep, o deus da medicina, e Thoth, o senhor da sabedoria e cura. Ao verem a população e o gado cobertos de chagas incuráveis, os egípcios foram forçados a reconhecer que seus deuses eram ídolos mudos e impotentes. O Senhor provou que Ele detém o controle absoluto sobre a biologia humana, desmascarando a futilidade de buscar socorro em entidades que não podiam sequer proteger seus próprios devotos.

A desmoralização atingiu seu ápice no versículo 11, que relata uma cena de humilhação pública: "os magos não podiam manter-se diante de Moisés, por causa das úlceras". Aqueles que eram os conselheiros espirituais do Faraó e especialistas em artes ocultas foram prostrados pela dor e pela vergonha. A incapacidade dos magos de comparecer à corte não era apenas física, mas simbólica; eles foram expulsos do cenário da história pela sua própria fragilidade, provando que a sabedoria do mundo é loucura diante do Deus Altíssimo.

Além da falha médica, houve uma paralisia ritualística. Para os sacerdotes egípcios, a pureza física era um requisito absoluto para a entrada nos templos e a realização de sacrifícios. Com os corpos cobertos de feridas purulentas, eles tornaram-se "impuros" segundo suas próprias leis, ficando impossibilitados de exercer suas funções. O Deus Verdadeiro, ao enviar as úlceras, efetivamente fechou os templos do Egito e silenciou os clamores aos deuses falsos, isolando o Faraó de seu suporte religioso.

Diferente de pragas anteriores, não há registro nesta passagem de que o Faraó tenha tentado negociar ou que Moisés tenha oferecido uma intercessão imediata para cessar o sofrimento. A praga das úlceras parece ter imposto um silêncio de agonia sobre a terra. O texto ressalta que o Senhor "endureceu o coração do Faraó", indicando que o julgamento havia atingido uma fase onde a resistência do monarca já não era apenas uma escolha pessoal, mas parte do plano soberano para demonstrar a justiça final sobre a rebeldia.

Este episódio reafirma que o Senhor é o único Juiz que governa sobre o visível e o invisível. A medicina egípcia, renomada em toda a antiguidade, revelou-se um sistema falido diante de uma patologia de origem divina. O Deus Verdadeiro mostrou que a saúde e a vida não dependem de amuletos ou rituais mágicos, mas da permissão dAquele que formou o homem do pó da terra e tem poder para converter esse mesmo pó em disciplina ou cura.

Em suma, a sexta praga em Êxodo 9:8-12 selou o destino espiritual do Egito ao demonstrar a total inutilidade de seus ídolos e de sua ciência diante do Criador. O sistema religioso e médico, antes pilares do orgulho nacional, ruiu sob o peso de chagas que nenhuma mão humana poderia sarar. O texto encerra este ciclo deixando claro que o Deus de Israel é soberano sobre o corpo e a alma, preparando o caminho para os julgamentos cósmicos que viriam a seguir.

Pr. Eli Vieira Filho

O Deus Verdadeiro desmascara a impotência dos deuses egípcios



 O relato da quinta praga, registrado em Êxodo 9:1-7, transcende um simples desastre ecológico ou econômico; ele se configura como um confronto teológico direto. Ao ferir o gado do Egito com uma pestilência gravíssima, o Deus Verdadeiro desmascarava a impotência dos deuses egípcios, atingindo o cerne da religiosidade de uma nação que divinizava a natureza. Cada animal caído no campo representava a falência de uma entidade do panteão local perante a autoridade do Senhor.

A ordem divina para que Moisés confrontasse o Faraó trazia o peso de um ultimato judicial. O "Deus dos Hebreus" não estava apenas pedindo a libertação de escravos, mas reivindicando Sua exclusividade como objeto de adoração. Ao anunciar que a "mão do Senhor" estaria sobre os cavalos, jumentos, camelos, bois e ovelhas, Deus estava, na prática, colocando em julgamento as divindades que os egípcios acreditavam ser os mantenedores da vida e da fertilidade.

Entre os deuses humilhados nesta praga, destaca-se Ápis, o deus-touro, símbolo de força e fertilidade, e Hathor, a deusa com cabeça de vaca, considerada a mãe simbólica do Faraó e protetora do gado. Quando a pestilência assolou os rebanhos egípcios, a morte desses animais provou que tais divindades eram meras criações da imaginação humana, incapazes de proteger a si mesmas ou aos seus devotos da vontade do Criador Soberano.

O aspecto do tempo e da precisão nesta praga é um testemunho da soberania divina. Ao estabelecer um prazo fixo — "Amanhã o Senhor fará isso na terra" — Deus eliminou qualquer possibilidade de o evento ser interpretado como um surto natural aleatório. O Juiz Verdadeiro demonstrou que as leis da biologia e da saúde pública estão subordinadas ao Seu comando, desmoralizando os sacerdotes e magos egípcios que nada puderam fazer para intervir.

A distinção feita entre o gado dos egípcios e o dos israelitas em Gósen serviu como o golpe final na pretensão religiosa do Egito. Enquanto os campos egípcios se tornavam cemitérios de gado, os pastos de Israel permaneciam intocados. Essa separação geográfica não era apenas um milagre de preservação, mas uma declaração de que o Senhor exerce jurisdição específica, protegendo aqueles que O servem e expondo a vulnerabilidade daqueles que confiam em ídolos mudos.

A magnitude da destruição econômica causada pela perda do gado foi imensa. Bois eram essenciais para a agricultura, cavalos para o exército e ovelhas para o vestuário e alimentação. Ao remover esses recursos, Deus mostrou que o sustento da nação não provinha da benevolência do rio Nilo ou de deuses agrários, mas da permissão dAquele que sustenta o universo com a palavra do Seu poder. O Egito foi forçado a confrontar sua própria fragilidade material.

O texto menciona que o Faraó enviou mensageiros para constatar a situação em Gósen. O relatório foi irrefutável: nem um único animal dos filhos de Israel havia morrido. Esta evidência empírica deveria ter levado o monarca ao arrependimento, pois provava que o Deus de Moisés não era apenas mais uma divindade entre muitas, mas o Senhor Supremo que controla a vida e a morte com discernimento absoluto.

Apesar da clareza do julgamento, o coração do Faraó permaneceu obstinado. Esse endurecimento, mesmo diante da ruína de seus símbolos sagrados, revela como a idolatria pode cegar o entendimento humano. O Faraó preferiu manter seu orgulho, mesmo que isso custasse a base econômica de seu reino, demonstrando que o verdadeiro combate não era apenas por liberdade física, mas pela supremacia espiritual sobre a terra.

Em última análise, Êxodo 9:1-7 nos ensina que o Deus Verdadeiro não tolera rivais. Ao desmascarar a impotência dos deuses egípcios, Ele reafirmou que toda a criação Lhe deve obediência. A quinta praga permanece como um monumento à verdade de que nenhum sistema religioso ou poder político pode subsistir quando se levanta contra a vontade dAquele que é o único Juiz e Sustentador de toda a vida.

Pr. Eli Vieira Filho

Cristãos evangelizam em praias do Chile e levam centenas ao batismo: “Fome por Jesus”

 Centenas de pessoas aceitaram Jesus e foram batizadas nas praias. (Foto: Instagram/Revival Latino Chile).

A missão Revival Latino Chile pregou o Evangelho nas praias de Coquimbo e testemunhou o agir de Deus.

Um grupo de cristãos pregou Jesus em praias no Chile, e testemunhou o poder do Evangelho alcançando vidas.

O evangelismo, organizado pela missão Revival Latino Chile, aconteceu nas praias da cidade de Coquimbo, na última semana.

Antes da ação na orla, os evangelistas receberam treinamento e buscaram revestimento do Espírito Santo para evangelizar.

Em seguida, os cristãos se espalharam pelas praias de Coquimbo e anunciaram a mensagem de Salvação a muitas pessoas. 

O evangelismo também contou com um momento de pregação da Palavra, louvor e oração em um palco montado na areia.

Como resultado, centenas aceitaram Jesus e decidiram pelo batismo no mesmo momento.

Então, a equipe da Revival Chile organizou um batismo e batizou os recém convertidos no mar.

O momento foi marcado por emoção e os cristãos celebraram as vidas alcançadas. 

“Vivemos um tempo cheio da presença de Deus, o Evangelho proclamado nas praias de Coquimbo e centenas de pessoas ouvindo as boas novas. Pessoas com fome do Pão da Vida, recebendo Jesus e decidindo publicamente por Ele”, afirmou a missão, no Instagram.

Mauri Alejandro, um dos líderes do Revival Chile, declarou: “Vamos alcançar o país inteiro com o Evangelho!”.

A evangelista Amy Valentina descreveu os frutos da ação evangelística como um despertar espiritual.

“Avivamento não é emocionalismo ou fanatismo. É o Evangelho simples, relevante e cheio do poder de Deus”, disse ela, no Instagram.

A missão Revival Latino tem promovido evangelismos de rua e adorações públicas por todo o Chile.

Os evangelistas têm testemunhado o agir de Deus nas ações, que registram conversões, batismos espontâneos e curas.

Fonte: Guiame

DEUS É O VERDADEIRO JUIZ SOBRE A TERRA



 A quarta praga do Egito, narrada em Êxodo 8:20-31, revela-se como um marco teológico onde o Criador deixa de apenas demonstrar poder para manifestar Sua autoridade como o Verdadeiro Juiz sobre a terra. Ao ordenar que Moisés confrontasse o Faraó logo cedo à beira do Nilo, Deus estabeleceu um tribunal a céu aberto. Ali, o veredito era claro: a persistente recusa em libertar o povo de Israel resultaria em um julgamento que afetaria não apenas o conforto, mas a própria estrutura da sociedade egípcia através de enxames avassaladores.

Diferente das pragas anteriores, esta introduz um conceito jurídico e espiritual fundamental: a separação. Deus declarou que faria distinção entre o Seu povo e o povo do Egito, poupando a terra de Gósen. Essa exclusividade demonstrou que o Senhor não era uma força da natureza cega ou um deus local limitado, mas um Juiz Soberano que possui discernimento perfeito para proteger os Seus enquanto exerce disciplina sobre os que O desafiam.

A invasão das moscas (ou insetos daninhos) foi tão severa que a Bíblia relata que "a terra foi corrompida". Este julgamento atingiu diretamente o orgulho egípcio e sua infraestrutura, provando que nenhuma das divindades do panteão local tinha jurisdição para deter a ordem do Altíssimo. Onde o Faraó se via como um deus-rei supremo, o Senhor se apresentou como a instância máxima de autoridade, a quem até as menores criaturas da criação prestam obediência imediata.

Pressionado pelo peso do julgamento, o Faraó tentou uma manobra de conciliação, sugerindo que o povo sacrificasse a Deus dentro dos limites do Egito. Entretanto, a resposta de Moisés sublinhou a santidade do Juiz: não se pode adorar ao Senhor nos termos de um sistema corrupto. A soberania de Deus exige obediência plena, e não concessões parciais que visam apenas aliviar o sofrimento sem uma real mudança de postura diante da Sua lei.

O aspecto da misericórdia dentro do julgamento também é evidente quando o Senhor atende ao clamor de Moisés para remover a praga. Ao retirar cada inseto de modo que "não ficou um sequer", Deus provou que Sua mão que pune é a mesma que restaura, detendo o controle total sobre o tempo e a intensidade de Suas sentenças. Ele mostrou ao Egito que o alívio não era um acaso da natureza, mas um ato deliberado de Sua vontade soberana.

Contudo, a reação final do Faraó — endurecendo o coração assim que viu que houve descanso — serve como um espelho da resistência humana diante da justiça divina. Mesmo diante de provas irrefutáveis de quem é o verdadeiro Juiz, a inclinação ao pecado busca retomar o controle. Esse endurecimento não diminuiu a soberania de Deus, mas serviu para justificar os passos seguintes de um julgamento ainda mais profundo que estava por vir sobre a nação opressora.

Em última análise, a quarta praga proclama que a terra e tudo o que nela há pertencem ao Senhor. Ele não é um espectador passivo da história, mas o governante ativo que intervém para libertar os oprimidos e confrontar a tirania. O episódio de Êxodo 8:20-31 permanece como um testemunho eterno de que, perante o tribunal do Universo, apenas o Senhor é Deus, e Sua justiça é o fundamento que separa a luz das trevas.

Pr. Eli Vieira Filho

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Deus Soberano sobre todos os elementos da Criação



 O trecho de Êxodo 8.16-19 narra a terceira praga, o momento em que a soberania de Deus sobre a matéria bruta e os seres vivos se manifesta de forma súbita e incontestável. Diferente das pragas anteriores, não houve aviso prévio a Faraó; o Senhor simplesmente ordenou que o pó da terra fosse ferido. Esta mudança de estratégia revela que o Deus Soberano detém o controle absoluto sobre o tempo e o modo de Seus julgamentos, agindo com autoridade suprema sobre todos os elementos que compõem o mundo físico.

Ao atingir o pó da terra, Deus desferiu um golpe direto contra Geb, a divindade egípcia que personificava o solo e a fundação da vida. Para os egípcios, a terra era sagrada, mas, sob o comando de Javé, o que era símbolo de estabilidade e sustento transformou-se em uma fonte de tormento e impureza. A soberania divina prova aqui que nenhum elemento da natureza é autônomo ou intocável: a poeira que o homem pisa pode, em um instante, tornar-se um exército de seres vivos por ordem do Criador.

A transformação do pó em seres vivos demonstra o poder criativo de Deus agindo em uma escala microscópica e abrangente. O texto afirma que os insetos infestaram tanto homens quanto animais em toda a terra do Egito, mostrando que a soberania de Deus não encontra barreiras físicas ou sociais. Do palácio real às habitações mais humildes, o Senhor expôs a vulnerabilidade de um império que se julgava protegido por rituais de purificação, provando que Ele governa sobre a biologia e a ecologia de forma absoluta.

Um dos pontos altos desta passagem é a falha dos magos egípcios, que até então conseguiam imitar os sinais por meio de artes ocultas. Ao tentarem reproduzir a criação dos piolhos, eles fracassaram miseravelmente. Este limite imposto aos feiticeiros destaca que a soberania de Deus é singular e inimitável. Existe uma fronteira intransponível entre o truque humano e o milagre genuíno; o Deus Soberano detém a patente exclusiva da vida, e nenhum poder das trevas pode replicar o Seu fôlego criativo.

Diante da derrota, os próprios magos foram forçados a admitir a soberania divina ao declararem: "Isto é o dedo de Deus". Essa confissão é um marco teológico, pois veio da boca daqueles que eram os defensores intelectuais e espirituais do Egito. Eles reconheceram que não estavam lidando com um simples oponente humano, mas com o poder direto do Ser Supremo. Mesmo a resistência mais obstinada acaba por se curvar perante as evidências de que a mão de Deus governa sobre os elementos visíveis e invisíveis.

A expressão "o dedo de Deus" também remete à facilidade com que o Senhor opera maravilhas. Para Deus, desestruturar um sistema religioso inteiro e infestar uma nação com insetos não exige esforço, mas apenas um gesto de Sua vontade. A soberania divina é tão plena que as maiores transformações na natureza ocorrem ao Seu menor toque. O que para o Egito era uma catástrofe insolúvel, para o Deus Soberano era apenas a execução de Seu governo sobre a poeira que Ele mesmo projetara.

Finalmente, o texto observa que, apesar da evidência esmagadora, o coração de Faraó permaneceu endurecido. Isso ressalta que a soberania de Deus se manifesta mesmo diante da incredulidade humana. O Deus Soberano não depende da aceitação do homem para ser quem Ele é; Suas maravilhas continuam a ser operadas e Seus planos de libertação avançam independentemente da teimosia de qualquer monarca. O Senhor da Criação segue firme em Seu propósito de revelar Sua glória e libertar o Seu povo.

Pr. Eli Vieira Filho

DEUS É A FONTE DA VIDA

 


O texto de Êxodo 8.1-15 apresenta um dos momentos mais emblemáticos do confronto entre o Deus de Israel e o panteão egípcio. Nesta narrativa, o Senhor ataca diretamente a percepção de prosperidade e vitalidade do Egito ao enviar a praga das rãs. O relato revela que a soberania divina não se manifesta apenas no controle da força, mas na demonstração de que a verdadeira fonte da vida não reside nos ciclos naturais ou nas divindades fluviais, mas na palavra autoritativa de Deus.

A soberania divina manifesta-se, primeiramente, na instrução de Deus a Moisés para confrontar Faraó com uma exigência clara. O Senhor não age ao acaso; Ele anuncia Suas maravilhas com antecedência, oferecendo ao monarca a oportunidade de reconhecer Sua autoridade. Ao exigir que o povo fosse libertado para O servir, Deus estabelece que o propósito final de toda a vida e de toda a criação é a adoração ao Único Senhor, e não a submissão a sistemas opressores.

Nesse contexto, Deus desafia especificamente a deusa Heqet, representada com cabeça de rã e adorada como a protetora do nascimento e da fertilidade. Para os egípcios, a rã era um símbolo positivo de vida renovada após as cheias do Nilo. No entanto, o Deus Soberano inverteu essa lógica: o excesso de "vida" tornou-se uma maldição. Ao inundar as casas e os quartos com rãs, Deus provou que a fertilidade, quando desconectada do Seu governo, transforma-se em caos e repulsa.

A onipresença da praga revela que o Deus Soberano não conhece fronteiras entre o público e o privado. As rãs não ficaram restritas às margens do rio; elas invadiram a intimidade do palácio, os leitos e até as amassadeiras de pão. Essa invasão serve como uma lição teológica profunda: não há lugar onde a vontade de Deus não possa alcançar. A vida, que os egípcios tentavam gerir por meio de rituais e ídolos, mostrou-se totalmente dependente da permissão do Senhor.

Os magos do Egito tentaram manter a ilusão de controle ao replicarem o sinal com seus encantamentos. Eles conseguiram fazer subir mais rãs, mas cometeram o erro estratégico de apenas aumentar o problema, evidenciando a limitação do poder humano e ocultista. Eles podiam imitar a manifestação, mas eram incapazes de restaurar a ordem ou remover a praga. A soberania de Deus destaca-se como a única força capaz de trazer solução real, enquanto as fontes falsas apenas multiplicam a angústia.

Pela primeira vez na narrativa, o orgulhoso Faraó é forçado a reconhecer uma autoridade superior à sua e à de seus deuses. Ele clama a Moisés: "Rogai ao Senhor que tire as rãs de mim". Esse pedido é uma admissão implícita de que a fonte da vida e do alívio não estava no Nilo ou em seus sacerdotes, mas no Deus de Israel. O Senhor usa a própria criação para humilhar a soberba humana, provando que até o monarca mais poderoso é um espectador diante do mover de Suas mãos.

Um aspecto fascinante da soberania é o controle absoluto sobre o tempo, demonstrado quando Moisés permite que Faraó escolha o momento exato para o fim da praga. Ao dizer "para que saibas que ninguém há como o Senhor nosso Deus", Moisés estabelece que o milagre da cessação seria uma prova de inteligência e governo divino. A morte das rãs no horário determinado provou que Deus não é uma força cega da natureza, mas um Ser pessoal que governa cada detalhe da existência.

O desfecho da praga, contudo, traz um alerta sobre a resistência do coração humano. Quando as rãs morreram e foram ajuntadas em montões, a terra exalou um cheiro repugnante. O mau cheiro das rãs apodrecidas era o testemunho fétido da derrota das falsas divindades. Embora a pressão tenha sido removida por misericórdia, o alívio físico não foi acompanhado por uma mudança espiritual; Faraó, vendo que havia descanso, voltou a endurecer seu coração contra a Verdade.

Finalmente, Êxodo 8.1-15 consolida a certeza de que o Senhor é a única e verdadeira Fonte da Vida. Ele domina sobre o fôlego de cada criatura e sobre os recursos da terra. As maravilhas operadas no Egito não serviram apenas para libertar escravos, mas para desmascarar a ilusão de que a vida procede de ídolos mudos. O Deus Soberano faz maravilhas para que toda a terra reconheça que Nele, e somente Nele, reside o poder de criar, sustentar e transformar a história.

Pr. Eli Vieira Filho

DEUS É SOBERANO E FAZ MARAVILHAS


O capítulo 7 de Êxodo marca a transição de um período de queixas para uma demonstração avassaladora do poder divino. Nos versículos 1 a 18, Deus deixa de apenas falar sobre Seus planos e começa a executá-los com uma série de sinais que desafiariam a própria estrutura do império egípcio. As maravilhas de um Deus Soberano não são meros espetáculos, mas atos de guerra espiritual e justiça, desenhados para quebrar a arrogância de Faraó e libertar o povo oprimido.

Deus inicia o diálogo estabelecendo uma nova hierarquia de autoridade. Ao dizer a Moisés que o constituía "como Deus sobre Faraó", o Senhor não estava divinizando o homem, mas delegando a ele uma autoridade que silenciaria a pretensão divina do monarca egípcio. Arão, como profeta, seria a voz desse poder. Essa maravilha começa na transformação interna de dois homens idosos e hesitantes em embaixadores inabaláveis de uma vontade soberana que não recua diante de tronos terrenos.

A soberania divina é enfatizada quando o Senhor revela a estratégia de permitir o endurecimento do coração de Faraó. Essa ação não era um ato de injustiça, mas uma preparação para que as Suas "maravilhas se multiplicassem na terra do Egito". O objetivo de Deus não era apenas uma saída rápida, mas uma demonstração pedagógica de poder. As maravilhas serviam para que tanto os egípcios quanto os israelitas reconhecessem que não há autoridade na terra capaz de resistir ao braço estendido do Criador.

Um ponto crucial da narrativa é a obediência resoluta de Moisés e Arão, que já tinham 80 e 83 anos, respectivamente. Apesar da idade avançada e da magnitude do desafio, o texto registra que "fizeram como o Senhor lhes ordenara". As maravilhas de Deus encontram solo fértil na obediência daqueles que se movem pela palavra empenhada. A disposição de encarar o império mais poderoso do mundo foi, em si, o primeiro milagre de coragem operado na vida desses mensageiros.

O primeiro sinal sobrenatural descrito é a transformação do bordão de Arão em uma serpente. Quando o cajado toca o chão e muda de natureza, Deus envia uma mensagem direta à simbologia egípcia, onde a serpente (o uraeus) era um ícone de proteção e soberania real usado na coroa do Faraó. A maravilha soberana começa atacando o alicerce da confiança idólatra do Egito, provando que até os símbolos sagrados do império estão sob o domínio total de Javé.

A reação de Faraó introduz o elemento do conflito espiritual: ele convoca seus sábios e feiticeiros para imitarem o prodígio. Através de artes ocultas, eles conseguiram replicar o sinal, transformando também suas varas em serpentes. Este momento destaca que as maravilhas de Deus frequentemente enfrentam resistências que tentam diminuir sua exclusividade. No entanto, o milagre genuíno de Deus possui uma substância e uma origem que o falso não pode sustentar a longo prazo.

O ápice dessa primeira maravilha ocorre quando a serpente de Arão devora as serpentes dos magos. Este é um detalhe teológico fundamental sobre a soberania: a vitória de Deus não foi apenas visual, mas absoluta. O fato de o bordão de Arão consumir os outros prova que o poder de Deus tem autoridade para absorver e anular qualquer força que se levante contra Seus propósitos. As maravilhas de Deus não apenas competem com o mal; elas o engolem e demonstram sua total insignificância.

A narrativa avança para a primeira grande praga: a transformação das águas em sangue. Deus ordena que Moisés fira o Nilo, o coração econômico e religioso do Egito. Ao transformar a fonte de vida em um rio de morte, o Deus Soberano demonstra que Suas maravilhas podem atingir aquilo que o homem mais idolatra. O Nilo, adorado como o deus Hapi, tornou-se repugnante aos olhos de seus devotos, provando que nada na criação é intocável quando o Senhor decide agir em julgamento.

Finalmente, o texto de Êxodo 7.1-18 estabelece que o propósito final das maravilhas é o conhecimento de Deus: "Os egípcios saberão que eu sou o Senhor". Cada sinal era um convite forçado ao reconhecimento da realidade espiritual. O Deus Soberano faz maravilhas não apenas para punir, mas para santificar Seu nome e cumprir Sua promessa. Ele prova que, seja através de um cajado de madeira ou da alteração dos elementos da natureza, Ele é o único Senhor absoluto sobre a história e sobre a criação.

Pr. Eli Vieia Filho

Pai muçulmano mata filho a facadas após conversão ao cristianismo em Uganda

 

Imagem Ilustrativa. (Foto: Reprodução/Unsplash/ade)

Hamba Juma foi morto a facadas dentro de sua casa no leste do país.

Um homem foi morto a facadas pelo próprio pai após se converter ao cristianismo, em Uganda.

O caso ocorreu no dia 28 de janeiro, no distrito de Iganga, no leste do país. Hamba Juma, de 33 anos, havia deixado o islamismo recentemente para seguir Jesus. Seu pai, Hamba Ahammada, de 62 anos, é acusado como o autor do crime.

Hamba era pai de quatro filhos, com idades de 12, 10, 7 e 3 anos: “Eu e meu falecido marido tínhamos ido plantar arroz e, ao voltarmos para casa, encontramos meu sogro em nossa residência”, disse a viúva, Nangobi Mariati, ao Morning Star News.

Segundo Nangobi, naquele dia, a família almoçou e jantou junta: “Depois do jantar, meu sogro pediu o facão ao nosso filho, de 12 anos, sem que soubéssemos. Logo depois, ele chamou meu marido”, relembrou ela.

“Quando ele chegou lá, meu sogro pegou o facão e começou a golpear meu marido, e depois desapareceu. Parece que foi uma ação planejada, porque imediatamente as pessoas tentaram procurá-lo e não o encontraram”, acrescentou.

A impunidade da polícia no caso 

Uma vizinha relatou ter visto uma motocicleta saindo em alta velocidade da região pouco depois do ocorrido:

“Suspeitamos que talvez ele tenha sido quem o ajudou a escapar da cena do crime”, disse ela. 

E continuou: “Meu marido gritou por socorro, tentamos chegar ao hospital, mas lá ele foi declarado morto”.

A viúva destacou que seu marido foi morto porque ele e ela haviam aceitado Jesus.

“Meu sogro, juntamente com outros membros da família, tem nos insultado, enviando palavras duras e prometendo nos matar por termos abandonado o Islã”, afirmou ela.

De acordo com o Morning Star News, até o momento, a polícia não investigou o caso.

Embora a Constituição de Uganda garanta liberdade religiosa, incluindo o direito de se converter e propagar a própria fé, este ataque foi o mais recente de muitos casos de perseguição a cristãos no país que o Morning Star News documentou.

Muçulmanos representam cerca de 12% da população em Uganda, com maior concentração nas regiões orientais.

Oremos pelos nossos irmãos em Uganda.

Fonte: Guiame, com informações de Morning Star News


Justiça adia indenização a família de pastor sequestrado na Malásia

 
O pastor Koh rodeado pela esposa, filhas e filho. (Foto: Portas Abertas).

O pastor Raymond Koh foi sequestrado por policiais e está desaparecido desde 2017. A família luta há anos por respostas.


A Justiça da Malásia adiou o pagamento da indenização dada à família do pastor Raymond Koh, que foi sequestrado e está desaparecido há 9 anos, segundo a Missão Portas Abertas.

No fim de janeiro, um juiz suspendeu a execução da ordem da Suprema Corte que determinava que o governo pagasse mais de 37 milhões ringgits malaios (aproximadamente 9,3 milhões de dólares) em indenização.

Na nova decisão, o juiz alegou que o pagamento imediato poderia ser um “risco financeiro” para as contas do governo da Malásia.

Durante a suspensão, o governo vai recorrer à Corte para reduzir ou anular a indenização.

A esposa do pastor raptado, Susanna Koh, informou que vai recorrer da decisão. “Fiquei desapontada com a ordem de suspensão da execução emitida pelo juiz Mahazan, do Tribunal Superior, que interrompeu as decisões da juíza Su, inclusive as investigações sobre o paradeiro do pastor Raymond e o pagamento da indenização. Ore pelo nosso recurso contra a ordem de suspensão. O novo processo pode levar de três a cinco anos“, disse ela, à Portas Abertas nesta semana.

Susanna ainda observou que a suspensão reverte princípios legais já estabelecidos pelo Tribunal Federal e isso acaba enfraquecendo o julgamento original que responsabilizou o governo pelo rapto do marido.

Busca por respostas

A família do pastor Koh luta na Justiça há anos para que os responsáveis pelo sequestro sejam identificados e punidos, e para receber notícias do paradeiro do líder cristão.

Seis anos após o desaparecimento, a investigação chegou à Suprema Corte da Malásia. Em 5 de novembro de 2025, a Corte encerrou o caso, reconhecendo que agentes policiais estavam envolvidos no rapto e cometeram abuso de poder.

A Suprema Corte ordenou que o governo pague ao pastor Raymond Koh 10 mil ringgits malaios (cerca de 2.300 dólares) por dia, desde 13 de fevereiro de 2017, quando ele foi sequestrado, até que seja encontrado. 

Ameaçado de morte

Antes de ser raptado, o pastor Koh recebeu uma carta com ameaça de morte pelo correio. No envelope, havia cinco balas e um aviso para ele parar de evangelizar os muçulmanos malaios. O líder também recebeu ameaças e mensagens de ódio por telefone. 

Até agora, não há informações sobre o paradeiro do pastor, apenas a certeza de que ele foi vítima de desaparecimento forçado pelo grupo especial da polícia da Malásia.

“Ore por Susanna Koh e sua família enquanto continuam sua busca por justiça e respostas do governo”, pediu a Portas Abertas.

Para marcar os nove anos do caso e manter a história viva na consciência pública, a missão lançou hoje uma série especial do PAcast, com três episódios narrativos que reconstroem a trajetória do pastor, os detalhes do sequestro e as perguntas que seguem sem resposta. 

Acesse a série especial no Spotify ou no YouTube.

Fonte: Guiame, com informações de Portas Abertas


O DESÂNIMO DO HOMEM E A DETERMINAÇÃO DE DEUS



O capítulo 6 de Êxodo apresenta um dos contrastes mais profundos da experiência de fé: o limite da resistência humana frente à infinitude da vontade divina. Enquanto Moisés mergulha em um ciclo de questionamentos e autodepreciação após o aumento da opressão egípcia, Deus responde não com explicações detalhadas, mas com a afirmação de Sua própria natureza. Este trecho revela que o desânimo do homem não tem o poder de anular a determinação de Deus; pelo contrário, a fraqueza humana serve de palco para a manifestação do poder absoluto do Criador.

O desânimo de Moisés surge de uma expectativa não correspondida. Ele obedeceu à voz de Deus e confrontou o Faraó, mas o resultado imediato foi o aumento do sofrimento do seu povo e a rejeição de sua liderança. Para o mensageiro, o silêncio de Deus e a resistência do inimigo pareciam derrota. Entretanto, a determinação de Deus começa justamente onde a lógica humana termina. O Senhor afirma: "Agora verás o que hei de fazer", indicando que a aparente demora era a preparação para uma intervenção tão avassaladora que o próprio opressor seria forçado a ceder.

A determinação divina é fundamentada em Sua identidade eterna e imutável. Ao declarar "Eu sou o Senhor", Deus tira o foco de Moisés das circunstâncias variáveis e o coloca na Rocha da Eternidade. Ele recorda que se revelou aos patriarcas como o Deus Todo-Poderoso (El Shaddai), mas que agora agiria como Javé, Aquele que executa fielmente Suas promessas. O desânimo humano costuma ser amnésico, esquecendo o que Deus já fez; a determinação de Deus, por outro lado, é baseada em um compromisso que atravessa gerações.

Um dos pontos mais sensíveis do texto é a reação do povo de Israel. Escravizados e exaustos, eles não conseguem ouvir as palavras de esperança de Moisés devido à "angústia de espírito". Aqui, o desânimo atinge o seu ápice: a incapacidade de crer na libertação mesmo quando ela é anunciada na sua frente. Diante dessa barreira emocional, a determinação de Deus não recua nem se ofende. Ele não exige que o povo tenha uma fé perfeita para começar a agir; Ele decide agir justamente porque eles não têm mais forças para lutar por si mesmos.

Moisés, contagiado pelo pessimismo ao redor, volta a olhar para suas próprias limitações físicas, queixando-se de seus "lábios incircuncisos". Ele acredita que sua falta de eloquência é o maior obstáculo para a missão. Contudo, a determinação de Deus ignora a suposta incapacidade do instrumento escolhido. O Senhor não estava procurando um orador brilhante, mas um canal disponível. Para Deus, a eficácia da libertação não reside na boca de quem fala, mas na autoridade de Quem ordena a saída, mostrando que o desânimo pessoal não invalida o chamado divino.

As sete promessas de resgate listadas nos versículos 6 a 8 são a prova máxima da resolução divina contra a inércia humana. Deus utiliza verbos de ação direta: tirar, livrar, resgatar, tomar, ser, introduzir e dar. Não há espaço para o "talvez" ou "se o povo colaborar". Cada promessa é uma martelada de esperança sobre a bigorna da opressão. Enquanto o homem olha para as correntes atuais, Deus descreve a herança futura; enquanto o homem conta os dias de escravidão, Deus estabelece o calendário da redenção.

Finalmente, o texto encerra com uma ordem clara e inegociável a Moisés e Arão. A determinação de Deus se torna um mandato que independe da aprovação do Faraó ou do estado emocional dos israelitas. O Senhor estabelece que o Êxodo vai acontecer porque Sua palavra foi empenhada. O desânimo humano pode atrasar a percepção da vitória, mas jamais pode impedir o braço estendido de Deus. O mensageiro é enviado novamente, ciente de que a história não é escrita pelas queixas dos homens, mas pelos decretos do Senhor.

Pr. Eli Vieira

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Centenas de jovens oram de joelhos em meio ao Carnaval de BH

 


Os cristãos orando nas ruas. (Foto: Reprodução/Instagram/Israel Abreu)

Durante as ações evangelísticas nas ruas, cristãos clamaram por avivamento e declararam que a cidade pertence a Jesus.


No último fim de semana, centenas de jovens saíram às ruas para evangelizar durante o Carnaval em Belo Horizonte. Em um dos momentos mais marcantes, os cristãos se ajoelharam e oraram por um avivamento, declarando: “A chave desta cidade está nas mãos de Jesus”.

O impacto de Carnaval ocorreu durante um congresso da Oitava Igreja Presbiteriana, que levou centenas de cristãos a pregarem Jesus nas ruas da cidade. 

As ações contaram com faixas evangelísticas, louvores, dança, pregação do Evangelho e momentos de oração ao longo da caminhada nas ruas. 

O pastor Israel Abreu liderou um dos momentos de oração e declarou: “Senhor Jesus, libera sobre Belo Horizonte os teus anjos”.

“Nossa cidade é terra de avivamento, de poder. O Carnaval em Belo Horizonte não vai prosperar. A chave dessa cidade está nas mãos de Jesus. Deus está se movendo sobre BH”, disse o influenciador cristão Thalison no Instagram.

Os cristãos oraram pelas pessoas que passavam pelo local, abordaram jovens com a Palavra de Deus e foram surpreendidos por garis que intercederam por eles durante a ação.

Intérpretes de Libras também participaram da ação e anunciaram o Evangelho em meio à multidão. Policiais receberam orações, e idosos e crianças também estiveram presentes, orando e evangelizando.

‘A verdadeira esperança’

O pastor Jeremias Pereira ministrou a Palavra de Deus nas ruas e encorajou as pessoas a se renderem a Jesus:

“A única maneira de escapar da condenação eterna é crer no Senhor Jesus. A distância que você está de Cristo é uma oração pequena de todo o coração. Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor e em teu coração crer que Deus o ressuscitou dos mortos, será salvo”.

A ação viralizou nas redes sociais, onde muitos foram impactados com os movimentos de oração realizados na cidade.

“Enquanto muitos vivem o Carnaval nas ruas, nós fomos enviados para elas. Fomos como flechas direcionados, intencionais e cheios do amor de Jesus. Belo Horizonte ouviu louvor, viu lágrimas, recebeu abraços e conheceu o verdadeiro significado de esperança”, afirmaram os cristãos.

“No meio do barulho, da euforia e das distrações, encontramos corações sedentos. O evangelismo não é só falar de Jesus. É olhar nos olhos, abraçar histórias, ouvir dores e anunciar que existe um amor que não acaba na quarta-feira de cinzas. Vimos lágrimas virarem esperança. Vimos vazios sendo confrontados pela verdade. Vimos que quando a Igreja se move, o céu responde”, concluiu.


Fonte: Guiame

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