quarta-feira, 22 de agosto de 2018

VIVENDO NA TERRA NA EXPECTATIVA DO CÉU

Colossenses 3:1-11

Meus irmãos, depois de ter ensinado algumas doutrinas a igreja de Colossos, Paulo agora parte para a aplicação das doutrinas que ensinou até aqui. Afinal, de nada adianta os cristãos declararem e defenderem a verdade, mas não a demonstrarem em sua vida. Certos cristãos defendem a verdade sem hesitar, mas sua vida pessoal nega as doutrinas que afirmam prezar. “No tocante a Deus, professam conhecê-lo; entretanto, o negam por suas obras” (Tt 1:16).

Devemos lembrar que as religiões pagãs do tempo de Paulo praticamente não tratavam da moralidade pessoal. Um adorador poderia se prostrar diante de um ídolo, colocar uma oferta sobre o altar e voltar à vida habitual de pecado. As crenças de um indivíduo não tinham qualquer relação direta com seu comportamento, e ninguém o condenava por isso.

Mas a fé cristã introduziu um conceito inteiramente novo na sociedade pagã: nossas convicções são intimamente ligadas a nosso comportamento! Afinal, crer em Cristo significa estar unido a ele, e, se participamos de sua vida, devemos seguir seu exemplo. Ele não pode viver em nós pelo seu Espírito e permitir que permaneçamos em pecado. Neste texto, Paulo relaciona a doutrina com o dever dando três instruções a seus leitores para vivermos na terra na expectativa do céu.

  1. ” BUSCANDO AS COISAS LÁ DO ALTO” (C L 3:1-4)

A ênfase é sobre o relacionamento do cristão com Cristo.

Morremos com Cristo (v. 3a). A explicação mais completa dessa verdade maravilhosa pode ser encontrada em Romanos 6 a 8. Não apenas Cristo morreu por nós (substituição) como também morremos com ele (identificação). Cristo não apenas morreu pelo pecado, levando sobre si o castigo, como também morreu para o pecado, rompendo seu poder. Uma vez que estamos “em Cristo”, por meio da obra do Espírito Santo (1 Co 12:13), morremos com Cristo. Isso significa que é possível ter vitória sobre a velha natureza pecaminosa que deseja nos controlar. “Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?” (Rm 6:2).

Vivemos em Cristo (v. 4a). Cristo é nossa vida. A vida eterna não é um elemento celestial que Deus concede quando nós, pecadores, cremos no Salvador. A vida eterna é o próprio Jesus Cristo. “Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida” (1 Jo 5:12). Estamos mortos e vivos ao mesmo tempo: mortos para o pecado e vivos em Cristo.

Alguém disse: “A vida é aquilo para que estamos vivos”. Uma criança pode se empolgar quando conversamos com ela sobre um jogo de futebol ou uma taça de sorvete. Um adolescente pode se empolgar ao conversar sobre carros e namoro. Paulo escreve: “Porquanto, para mim, o viver é Cristo” (Fp 1:21). Cristo era a vida de Paulo, e ele se empolgava com qualquer coisa relacionada a Cristo. O mesmo deve ocorrer com todos os cristãos.

Anos atrás, ouvi uma história sobre duas irmãs que gostavam de ir a danceterias e a festas extravagantes. Um dia, elas se converteram e descobriram a nova vida em Cristo. Quando receberam um convite para uma festa, responderam com as seguintes palavras:

– Infelizmente não poderemos comparecer, pois acabamos de morrer.

Somos ressuscitados com Cristo (v. 1a). É possível estar vivo e, ainda assim, estar na cova. Durante a Segunda Guerra Mundial, vários refugiados judeus esconderam-se em um cemitério; sabe-se até de um bebê que nasceu em um dos túmulos. Entretanto, quando Jesus nos deu vida, ele nos tirou do túmulo e nos colocou no trono celestial! Cristo está assentado à destra de Deus, onde também estamos assentados “em Cristo”.

 A vida cristã é uma “vida oculta” no que se refere ao mundo, pois o mundo não conhece a Cristo (ver 1 Jo 4:1-6). Nossa esfera de vida não se encontra aqui na Terra, mas sim no céu; e as coisas que nos atraem e empolgam também pertencem ao céu, não à Terra. Isso não significa que devemos ignorar nossas responsabilidades neste mundo. Antes, indica que nossa motivação e nossa força vêm do céu, não da Terra.

Somos glorificados em Cristo (v. 4b). Neste momento, Cristo está assentado à destra do Pai, mas um dia ele voltará, a fim de buscar seu povo e de levá-lo para seu lar (1 Ts 4:13-18). Quando o fizer, entraremos na glória eterna com Cristo. Por meio da morte, sepultamento, ressurreição e ascensão de Cristo, fomos separados da antiga vida deste mundo, e agora pertencemos a uma nova vida celestial.

Mas de que maneira “[buscamos] as coisas lá do alto”? O segredo encontra-se em Colossenses 3:2: “Desenvolvam o hábito de voltar a mente – a atenção – para as coisas do alto, não para as coisas da Terra” (tradução literal). Nossos pés devem estar na Terra, mas nossa mente deve estar no céu. Não estamos sugerindo com isso que (como D. L. Moody costumava dizer): “pensamos tanto nas coisas do céu a ponto de não valermos coisa alguma na Terra”. Pelo contrário, as questões práticas do dia-a-dia são realizadas segundo a orientação de Cristo no céu, e olhamos para a Terra do ponto de vista do céu.

Minha maneira de viver e de andar no dia-a-dia depende do lugar onde estou assentado – e estou assentado com Cristo nos lugares celestiais! Quando a nação de Israel chegou à fronteira da Terra Prometida, os israelitas recusaram-se a entrar e, por causa de sua obstinada incredulidade, tiveram de vagar pelo deserto durante quarenta anos (ver Nm 13 e 14). Uma geração inteira – todos aqueles com vinte anos de idade ou mais – morreu no deserto, com exceção de Calebe e Josué, os dois únicos espias que creram em Deus. De que maneira Calebe e Josué “conquistaram a vitória” durante esses quarenta anos difíceis no deserto? Sua mente e coração estavam em Canaã! Sabiam que havia uma herança a sua espera e viveram à luz dessa herança.

É possível desfrutar “dias do céu acima da [na] Terra” (Dt 11:21), se guardarmos o coração e a mente nos lugares celestiais.

  1. ” FAZENDO, MORRER A NOSSA NATUREZA TERRENA” (CL 3:5-9)

       Passamos do positivo para o negativo. Alguns não gostam do negativo e acreditam que é necessário haver ensino positivo, não advertências e admoestações negativas. Mas as ordens e advertências negativas desenvolvem-se a partir de verdades positivas da doutrina cristã. Por isso, Paulo escreve: “Fazei, pois, morrer”.

Devemos “[fazer], pois, morrer a [nossa] natureza terrena”. Uma vez que morremos com Cristo (Cl 3:3), temos poder espiritual para mortificar os desejos terrenos e carnais que nos controlam. Paulo chama isso de “[considerarmo-nos] mortos para o pecado” (Rm 6:11). Jesus usou essa mesma idéia ao dizer: “Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e fança-o de ti” (Mt 5:29, 30).

Séculos atrás, na Inglaterra, a pena para um batedor de carteiras condenado por seu crime era a amputação da mão direita. Se houvesse uma segunda condenação, a mão esquerda era amputada. Um ladrão perdeu as duas mãos e continuou a “trabalhar” usando os dentes! A cirurgia física não tem poder algum de mudar o coração.

Paulo não apenas usa uma abordagem negativa nesse parágrafo, como também especifica certos pecados, algo que não é do agrado de todos. Esses pecados dizem respeito à velha natureza e não cabem na nova vida em Cristo. Além disso, Deus julga os que cometem tais pecados, e Deus não faz acepção de pessoas.

 A ira divina recaiu sobre o mundo gentio por causa desses pecados (Rm 1:18ss), e seu furor voltará a se manifestar. “Por estas coisas é que vem a ira de Deus” (Cl 3:6).

A “prostituição” refere-se à imoralidade sexual em geral. A “impureza” pode ser definida como “a impudicícia concupiscente relacionada à luxúria e à vida libertina”.

A “paixão lasciva” descreve o estado mental que estimula a impureza sexual. Quem nutre esse tipo de apetite sempre encontra oportunidade de satisfazê-lo. O “desejo maligno” refere-se aos “anseios abjetos e perversos”. Fica claro que os desejos e apetites conduzem às ações. A fim de purificar os atos, é preciso, antes, purificar a mente e o coração.

O que desejamos determina o que fazemos. Se eu estimular em meus filhos um apetite por doces, precisarei satisfazer esse apetite. Se eles se tornarem obesos e começarem a ter problemas de saúde, terei de mudar esse apetite e de ensiná-los a gostar de outros tipos de alimentos.

 “Cria em mim, ó Deus, um coração puro” (SI 51:10). Essa deve ser nossa oração, pois é do coração “que procedem os maus desígnios” (Mc 7:21-23).

Depois de especificar esses pecados, Paulo acrescenta “a avareza, que é idolatria” (Cl 3:5b). A “avareza” é o pecado de sempre querer mais, sejam coisas ou prazeres. A pessoa avara nunca se contenta com o que tem e, normalmente, inveja o que os outros têm. Trata-se de uma forma de idolatria, pois a avareza coloca as coisas no lugar de Deus. O último dos Dez Mandamentos diz: “Não cobiçarás” (Êx 20:17), pois esse pecado pode nos levar a quebrar os outros nove mandamentos. Quem cobiça desonra a Deus, usa o nome de Deus em vão, mente, rouba e comete todo tipo de transgressão a fim de satisfazer seus desejos pecaminosos.

 Infelizmente, por vezes, os cristãos de nossas igrejas caem em pecados como esses. Todas as epístolas do Novo Testamento enviadas às igrejas locais mencionam esses pecados e advertem sobre eles. Lembro-me de um pastor que pregou uma série de sermões sobre os pecados dos santos. Uma pessoa de sua congregação procurou-o para expressar sua insatisfação e dizer que seria melhor o pastor pregar essas mensagens para os perdidos.

– Afinal – disse a pessoa -, o pecado na vida do cristão é diferente do pecado na vida de outros indivíduos.

– Tem razão – respondeu o pastor. – É bem pior! Depois de advertir sobre os pecados sensuais, Paulo fala dos perigos dos pecados relacionais (Cl 3:8, 9). G. Campbell Morgan chamava-os de “pecados de boa reputação”. Estamos tão acostumados com a ira, com as atitudes críticas, com a mentira e com o humor vulgar no meio dos cristãos que não nos perturbamos nem sentimos qualquer culpa em relação a esses pecados. Ficamos estarrecidos quando algum membro da igreja comete um pecado sensual, mas somos capazes de ver essa mesma pessoa enfurecer-se numa reunião de negócios e chamar sua atitude de “indignação justa”.

A figura usada aqui é a de uma pessoa trocando de roupa: “despistes […] revestistes […]” (Cl 3:9, 10). Trata-se de uma ideia relacionada à ressurreição de Jesus Cristo (Cl 3:1), pois quando ressuscitou dentre os mortos, Jesus Cristo deixou para trás os panos com os quais havia sido sepultado (Jo 20:1-10). Havia entrado em uma vida ressurreta gloriosa e não tinha mais necessidade de usar a mortalha. O mesmo aconteceu com Lázaro, quando Jesus o ressuscitou dentre os mortos e disse aos presentes: “Desatai-o e deixai-o ir” (Jo 11:44).

Paulo começa com a “ira”, a “indignação” e a “maldade”, pecados que envolvem uma atitude perversa em relação ao semelhante. O termo “ira” também é usado em Colossenses 3:6 com respeito à ira de Deus. A ira descreve atitudes habituais, enquanto a “indignação” refere-se a explosões de raiva. Deus tem o direito de irar-se contra o pecado e de julgá-lo, pois é um Deus santo e justo.

A “blasfêmia” descreve o discurso maledicente e destrutivo. No meio dos cristãos, é comum esse tipo de fofoca maliciosa aparecer disfarçado de preocupação espiritual: – Só estou lhe contando isso a respeito de tal pessoa porque sei que vai querer orar sobre o assunto.

 A maledicência é fruto da maldade (1 Pe 2:1). Quem tem inimizade profunda por alguém usa todas as oportunidades que se apresentam para dizer algo negativo a seu respeito.

A “linguagem obscena” é, obviamente, todo tipo de palavra torpe, de comunicação vulgar e de humor de baixo calão. Por algum motivo, certos cristãos pensam que é másculo ou moderno usar esse tipo de linguagem. O humor vulgar insinua-se facilmente no meio das conversas. Devemos atentar para Colossenses 4:6: “A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal”, lembrando que o sal é um símbolo de pureza e que a graça e a pureza andam juntas.

O último pecado que Paulo cita é a “mentira” (Cl 3:9). Faz a mesma advertência aos cristãos de Éfeso (Ef 4:25). Satanás é um mentiroso (Jo 8:44), enquanto o Espírito Santo é o “Espírito da verdade” (Jo 14:1 7; 1 5:26). Quando um cristão mente, coopera com Satanás; quando diz a verdade em amor (Ef 4:1 5), coopera com o Espírito de Deus.

A mentira envolve a intenção de enganar com o propósito de obter algum benefício. Diz um antigo provérbio que “a meia-verdade é uma mentira inteira”.

O bispo Warren A. Candler pregava sobre as mentiras de Ananias e Safira (At 5) e perguntou a sua congregação:

– Se Deus ainda matasse as pessoas por mentirem, onde eu estaria?

 – os membros da igreja sorriram discretamente, mas mudaram logo de expressão quando o bispo gritou:

– Estaria bem aqui, pregando para uma igreja vazia!

3.TORNANDO-NOS SEMELHANTES A CRISTO (CL 3:10,11)

Uma vez que estamos vivos em Cristo, devemos buscar as coisas lá do alto. E, uma vez que morremos com Cristo, devemos nos despir das coisas que pertencem à vida terrena e de pecados do passado. Proceder dessa maneira faz-nos semelhantes a Jesus Cristo! Deus quer nos renovar e nos conformar à imagem de seu Filho! Os verbos gregos traduzidos por “despir-se” e “revestir-se” (Cí 3:9, 10) indicam um ato definitivo. Ao crer em Cristo, despimo-nos da vida antiga e nos revestimos da nova. O velho homem foi sepultado, e o novo homem assume o controle. O verbo “refazer”, por sua vez, é usado no original no particípio presente passivo: “o que está constantemente sendo refeito”. A crise da salvação conduz a um processo de santificação, cujo objetivo é uma crescente semelhança a Cristo.

Os gregos tinham duas palavras diferentes para se referir a algo novo. O termo neos, que significa “temporalmente novo”. Usa-se essa palavra, na forma de prefixo, em termos como “neo-ortodoxia” ou “neoclassicismo”. O termo kainos referia-se a algo “qualitativamente novo, inédito”. Por vezes, as duas palavras são usadas de modo intercambiáveis no Novo Testamento, mas ainda assim apresentam uma diferença fundamental.

O cristão reveste-se, de uma vez por todas, do “novo homem” (neos) e, em decorrência disso, está sendo renovado (kainos). Há uma mudança qualitativa, pois está se tornando semelhante a Jesus Cristo. O “novo Homem” é Jesus Cristo, o último Adão (1 Co 15:45), o cabeça das novas criaturas (2 Co 5:17).

De que maneira ocorre essa renovação? Por meio do conhecimento. A palavra conhecimento era um termo chave do vocabulário gnóstico. Mas o suposto conhecimento espiritual dos gnósticos jamais seria capaz de mudar a vida de uma pessoa, tornando-a semelhante a Cristo. Quanto melhor o cristão conhecer a Cristo, mais semelhante a ele se tornará (Fp 3:10).

O ser humano foi criado à imagem de Deus (Gn 1:26, 27). Isso inclui a personalidade (intelecto, em oções, volição) e a espiritualidade (o homem não é apenas um corpo físico). Quando o ser humano pecou, essa imagem de Deus foi corrompida e se tornou decaída. Os filhos de Adão nasceram com a imagem de seu pai (Gn 5:1, 3). Apesar da destruição causada pelo pecado, o ser humano ainda tem a imagem de Deus (Gn 9:6; Tg 3:9).

Fomos formados à imagem de Deus e deformados em relação a essa imagem. Mas, por meio de Jesus Cristo, podemos ser transformados à imagem de Deus! Devemos ser renovados no espírito de nosso entendimento (Ef 4:23). Ao crescer no conhecimento da Palavra de Deus, seremos transformados pelo Espírito de Deus para compartilhar da imagem gloriosa de Deus (2 Co 3:18). Deus nos transforma ao renovar nossa mente (Rm 12:2), processo que envolve o estudo da Palavra de Deus. É a verdade que liberta da antiga vida (Jo 8:31, 32).

 O propósito de Deus para nós é que “[sejamos] conformes à imagem de seu Filho” (Rm 8:29). Essa conformidade refere-se ao caráter, à qualidade espiritual do ser interior. Diferenças e particularidades humanas não devem ser uma barreira para a vida de santidade na igreja. Todas as distinções humanas se desvanecem em Jesus Cristo (Cl 3:11). Em Cristo, não há nacionalidade (“não pode haver grego nem judeu”), e diferenças religiosas passadas não são levadas em conta (“circuncisão nem incircuncisão”). Os gnósticos ensinavam que a circuncisão era importante para a vida espiritual (Cl 2:11 ss). Mas Paulo deixa claro que essa cirurgia física tradicional não conferia qualquer vantagem espiritual.

Também não há diferenças culturais em Cristo (“bárbaro, cita”). Para os gregos, todos os outros povos eram bárbaros; e os citas eram os mais reles dos bárbaros! Mas, em Jesus Cristo, a origem étnica de uma pessoa não representa qualquer vantagem ou desvantagem. O mesmo se aplica a sua condição econômica ou política (“escravo, livre”). Paulo deixa claro que um escravo deve procurar obter sua liberdade (1 Co 7:20-23), mas que não deve se considerar espiritualmente inferior por causa de sua posição social.

 Todas as distinções humanas dizem respeito ao “velho homem”, não ao “novo homem”. Em sua Epístola aos Gálatas, Paulo acrescenta: “nem homem nem mulher” e, desse modo, elimina até mesmo as diferenças entre os sexos. A conclusão do apóstolo: “Cristo é tudo em todos”. “Porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gl 3:28).

É errado edificar a comunhão de uma igreja sobre qualquer outro alicerce além de Jesus Cristo, sua Pessoa e sua obra. Ministérios construídos sobre distinções humanas, como raça, cor ou posição social, não são bíblicos. Um dos sinais de crescimento espiritual e de renovação da mente é essa disposição de receber e amar todos os que verdadeiramente conhecem a Cristo e procuram glorificá-lo. Os “super-santos” gnósticos cometiam o erro de tentar isolar os cristãos colossenses do restante da igreja. Apesar de não perdermos fisicamente a herança nacional quando nos tornamos cristãos, não usamos essa herança como prova de espiritualidade.

“Cristo é tudo em todos”: essa é a ênfase da carta aos colossenses. “Para em todas as coisas ter a primazia” (Cl 1:18). Uma vez que temos plenitude em Cristo, podemos olhar além das diferenças terrenas que separam as pessoas e desfrutar a unidade espiritual no Senhor. Devemos permanecer alertas, pois os falsos mestres de hoje, como os falsos mestres gnósticos, tentam privar o povo de Deus da riqueza de sua unidade em Cristo.

Estamos vivos em Cristo; portanto, devemos buscar as coisas lá do alto. Estamos mortos em Cristo; portanto, devemos fazer morrer as coisas terrenas. Podemos nos tornar semelhantes a Cristo; portanto, devemos permitir que o Espírito Santo renove nossa mente, conformando-nos cada vez mais à imagem de Deus.

Pare,leia e pense!

A ONU está normalizando a pedofilia: o Deep State está livre para explorar seus filhos

Por Dave Hodges [*]
O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos está sancionando uma revolução sexual que culminará com a legalização e o apoio entusiasmado do transgenerismo, mas também apoiará a legalização da pedofilia. À medida que o Deep State está mais ativo em seu papel no “PedoGate”, podemos esperar mais contra-ataques, como a legalização da pedofilia.
O CONSELHO DE DIREITOS HUMANOS DAS NAÇÕES UNIDAS”, QUE CONTA COM ALGUMAS DAS DITADURAS MAIS IMPLACÁVEIS DO MUNDO COMO MEMBROS, PROVOCOU UMA INDIGNAÇÃO GLOBAL NA SEMANA PASSADA AO VOTAR PARA NOMEAR UM CZAR DA ONU PARA SUPERVISIONAR A NORMALIZAÇÃO DO HOMOSSEXUALISMO E DO TRANSGENERISMO EM TODO O MUNDO.
(…) DE ACORDO COM O SERVIÇO DE PROPAGANDA DA ONU, O DESACREDITADO “CONSELHO DOS DIREITOS HUMANOS” DA ONU DEBATEU A MEDIDA POR QUASE QUATRO HORAS EM 30 DE JUNHO ANTES DE ADOTAR O ESQUEMA EM UMA DISPUTA CONTENCIOSA. APENAS 23 GOVERNOS E REGIMES MEMBROS VOTARAM A FAVOR DA CRIAÇÃO DO NOVO CZAR, ENQUANTO 18 VOTARAM CONTRA E SEIS SE ABSTIVERAM. A MEDIDA FOI ADIADA POR UMA REDE DE GOVERNOS COMUNISTAS E SOCIALISTASBEM UNIDOS NA AMÉRICA LATINA, COM VÍNCULOS ESTREITOS COM GRUPOS TERRORISTAS MARXISTASGLOBALISTAS OCIDENTAISMOSCOU E PEQUIMVÁRIOS GOVERNOS EUROPEUS E OUTROS MEMBROS DO “NÚCLEO DURO DO GRUPO LGBT”, QUE INCLUEM OBAMA E A UNIÃO EUROPÉIA, TAMBÉM TIVERAM UM PAPEL PREPONDERANTE AO EMPURRAR O ESQUEMA À PARTIR DE FORA DA PROVISÃO DOS “DIREITOS HUMANOS” DA ONU. “PELA PRIMEIRA VEZ, TRABALHAR NESTA QUESTÃO [A NORMALIZAÇÃO DA HOMOSSEXUALIDADE E DO TRANSGENERISMO] SERÁ EFETIVAMENTE INSTITUCIONALIZADA NO CONSELHO DE DIREITOS HUMANOS”, DISSE A ONU ()”.
(…) COMEMOROU COMO UM “GRANDE AVANÇO PARA OS DIREITOS HUMANOS NOS ESTADOS UNIDOS.” “AS MEDIDAS QUE ELE DEFENDEU AQUI — INCLUINDO NOVAS LEIS PARA PROTEGER AS PESSOAS CONTRA A DISCRIMINAÇÃO — SÃO AS MESMAS MEDIDAS QUE HOJE DEFENDEMOS PARA OS GOVERNOS DE TODOS OS LUGARES.” IRONICAMENTE , O MÉRITO PARA O ESTUPRADOR INFANTIL CHEGOU JUSTO QUANDO OS EXÉRCITOS DA “PAZ” DA ONU ENFRENTAVAM UMA INDIGNAÇÃO GLOBAL POR VIOLAR DE FORMA SISTEMÁTICA E EXPLORAR SEXUALMENTE CRIANÇAS EM TODO O MUNDO.
Anos atrás, escrevi sobre o fato de que a NAMBLA estava defendendo a legalização da pedofilia. Você se importa de adivinhar quem é o maior contribuidor? Veja o seguinte:
[O maior contribuinte da NAMBLA é George Soros. O Partido Libertário apoia uma reforma da Era do Consentimento. Por favor, se instrua sobre isso.]
O que vem a seguir é um exemplo de como os acadêmicos falam sobre pedofilia. Em breve a prática, assim como transgêneros aterrorizando meninas em banheiros femininos, torna-se a norma.
“O INTERESSE PEDÓFILO É NATURAL E NORMAL PARA MACHOS HUMANOS”, AFIRMOU A APRESENTAÇÃO. “PELO MENOS UMA MINORIA CONSIDERÁVEL DE HOMENS NORMAIS GOSTARIA DE FAZER SEXO COM CRIANÇAS (…) OS MACHOS NORMAIS FICAM EXCITADOS POR CRIANÇAS”.
Alguns artigos amarelados dos anos setenta ou início dos anos oitenta, era de celebridades abusivas e a infame PIE, o Paedophile Information Exchange (Troca de Informação Pedófila)? Não. Anônimos comentadores em algum site ilegal? De novo, não.
A declaração de que a pedofilia é “natural e normal” foi feita não há três décadas atrás, mas em julho [do ano] passado. Não foi feito em privado, mas como uma das reivindicações centrais de uma apresentação acadêmica entregue, a convite dos organizadores, a muitos dos principais especialistas da área em uma conferência realizada pela Universidade de Cambridge.
Outras apresentações incluíram “Liberar o pedófilo: uma análise discursiva” e “Perigo e diferença: as apostas da hebefilia”.
Hebefilia é a preferência sexual por crianças na puberdade precoce, tipicamente de 11 a 14 anos de idade.
A organização mais hedionda da América é a Nambla. Nambla é abreviação da North American Man-Boy Association (Associação Norte Americana do Amor entre Homens e Meninos) e sua declaração de identificação é “sexo antes dos 8 ou será muito tarde”.
Estamos a caminho de o país permitir e até mesmo incentivar o sexo com crianças. O último tabu está sendo eliminado.
Agora é tolerado que as criaturas com uma estrutura de cromossomo XY possam entrar em banheiros de menininhas, sob o pretexto de ser um transgênero e aterrorizar essas meninas ao estilo George Soros. Seu filho está prestes a se tornar parte de um mundo no qual está despreparado para viver.
Quanto tempo durará até que empregados que têm sexo com crianças sejam protegidos com tanto ímpeto quanto a questão dos transgêneros nos banheiros. Não, isso não é hipérbole, é uma preocupação legítima. A Associação Norte Americana de Amor entre Homem e Menino (NAMBLA) começa a aparecer proeminente nesta imagem. No passado, uma das suas frases patenteadas era “sexo antes dos oito, ou será muito tarde”. Esta é uma tentativa óbvia de remover a última proibição pervertida do nosso código legal, bem como nossas defesas sociais para proteger nossos filhos. As palavras não podem descrever quão doentes e pervertidas essas pessoas realmente são. E antes de você pensar que isso nunca poderia se tornar uma realidade, considere que o globalista, George Soros, dá dinheiro ao NAMBLA. Se isso não é suficientemente relevante para você, perceba que Kevin Jennings, um oficial do Departamento de Educação de Obama, e um amigo íntimo de Hillary Clinton também participaram desse grupo.
“Qualquer idade? Poderia o último tabu ser removido permanentemente? Você quer dizer que eu não tenho que esconder o fato de que eu sou pedófilo?”
Impulsionar o gênero neutro e agregar a pedofilia dentro do arcabouço de proteção jurídica a homossexuais já está acontecendo. O New York Times afirma publicamente que a pedofilia não é um crime. A ACLU (União Americana Pelas Liberdades Civis) está defendendo ativamente a Nambla e simpatizantes de pedófilos.
[*] Dave Hodges. “The UN Is Normalizing Pedophilia: The Deep State Is Free to Prey Upon Your Children”. The Common Sense Show, 14 de Junho de 2017.
Tradução: Cássia H.
Revisão: Patrícia Maragoni
Fonte:Tradutores de Direita

A Revolução Sexual Sombria – A Pressão Para Legalizar a Pedofilia


Por Duane Lester [*]
Não há nenhuma lei contra ser um pedófilo. Legalmente você pode ter um interesse sexual em crianças. A ilegalidade está em colocar esse interesse em prática. Mas isso vai mudar.

As Origens do Movimento Pró-Pedofilia
O movimento pró-pedofilia moderno tem suas raízes no trabalho controverso de Alfred Kinsey. O livro de Kinsey publicado em 1953, Sexual Behavior in the Human Male, tem sido uma fonte essencial para esse movimento. Kinsey coletou dados de pedófilos, incluindo do ex-comandante nazista Dr. Fritz von Balluseck, que ofereceu a suas vítimas uma escolha: estupro ou a câmara de gás. Com a “pesquisa” do Dr. Balluseck, e a informação vinda de outros pedófilos, Kinsey mapeou a frequência e duração dos orgasmos de crianças e bebês. Ele constatou que crianças e bebês reagiram com “convulsões violentas do corpo inteiro; respiração intensa, gemidos, soluços, ou muitos gritos violentos, as vezes com uma abundância de lágrimas (especialmente entre as crianças pequenas).” Foi assim que ele mediu os orgasmos.
De acordo com Janice Shaw Crouse,
CINCO DESSAS CRIANÇAS E BEBÊS FORAM COBAIAS POR MESES OU ANOS, E É PROVADO QUE MAIORIA DOS “TESTES” OCORREU QUANDO ELAS ESTAVAM AMARRADAS OU SENDO IMOBILIZADAS. NÃO HÁ EVIDÊNCIA QUE O INSTITUTO DEU CONTINUIDADE NO ACOMPANHAMENTO PARA CONSTATAR SE ELES FORAM AFETADOS ADVERSAMENTE COMO RESULTADO DESSE ABUSO/EXPERIMENTO SEXUAL. NÓS SABEMOS QUE HOJE MUITOS DOS ADULTOS QUE SERVIRAM DE COBAIA RECUSAM-SE A DISCUTIR SOBRE A PESQUISA DE KINSEY; 50 ANOS MAIS TARDE, ELES NEM MESMO DESEJAM FALAR SOBRE AS EXPERIÊNCIAS HORRÍVEIS.
Kinsey concluiu que bebês com 2 meses de idade “obtém um prazer venéreo definitivo” com a estimulação sexual e que crianças precisam transar umas com as outras, e com adultos.
De 1948 a 1972, a pedofilia e o homossexualismo eram considerados parafilias pela American Psychiatric Association (APA). A parafilia [antigamente chamada de perversão sexual] é um termo usado para “descrever uma família de persistentes fantasias intensas, impulsos aberrantes ou comportamentos envolvendo excitação sexual por objetos não-humanos, dor ou humilhações experimentadas por alguém ou pelo parceiro sexual desse alguém, criança ou sem o consentimento do outro indivíduo, ou parceiro sexual inadequado.” Em 1973, a APA removeu o homossexualismo do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders e a agenda “gay” explodiu no mainstream.
Engenhosamente escondido dentro dessa agenda está a sub-agenda para legalizar a pedofilia. A “1972 Gay Rights Platform in the United States” reivindicava pela “revogação de todas as leis regulamentando a idade de consentimento sexual.” Essa plataforma foi aprovada pelo esquerdista candidato a presidência [pelo partido dos Democratas] George McGovern, que mandou um telegrama de apoio. Haviam outras organizações homossexuais, como a Canadian Lesbian and Gay Rights Coalition e a Gay Alliance Towards Equality, que também se opunham as leis de consentimento de idade. O apoio deles a causa desapareceria em 1977.
Houve diversos eventos em 1977 no qual a pedofilia brilhou sob os holofotes. Um jornal de Toronto para homossexuais, The Body Politic, publicou uma história chamada “Men Loving Boys Loving Men.” Essa publicação resultou em uma batida policial aos seus escritórios.
Além disso, em um intervalo de semanas, Judianne Densen-Gerber, diretora do New York’s Odyssey House, uma instalação para o tratamento da dependência química e Anita Bryant do Save Our Children iniciaram campanhas separadas denunciando gays por molestar crianças e por envolvimento com pornografia infantil.
E a polícia em Revere, MA, fez uma incursão a casa onde foi descoberto que meninos foram aliciados com cerveja e maconha pelos homens da casa, que os incentivaram a descansar sem suas camisas. Eventualmente, os meninos eram incentivados a ter relações sexuais uns com os outros, e com os homens da casa. A súbita batida policial resultou em 24 acusações e na cobertura massiva da mídia. Um membro da mídia fez objeções  a incursão.
Um jornal homossexual extinto da região, com sede em Boston o Fag Rag pensou que as incursões foram motivadas por políticos e decidiu revidar. Eles formaram o comitê Boston-Boise, nomeado por causa de um incidente parecido ocorrido em Boise na década de 1950. Essa campanha foi um sucesso e o promotor público de acusação não foi reeleito. O novo promotor público disse que nenhum homem deve temer a prisão por ter feito sexo com um adolescente. Todas as acusações foram retiradas. O grupo Boston-Boise deu origem ao North American Man Boy Love Association (NAMBLA). Se tornando rapidamente uma pária.
A Ascensão e Queda da NAMBLA
Em 1979, a conferência que organizou a primeira parada gay em Washington incluiu “direitos plenos para a juventude gay, incluindo a revisão nas leis da idade de consentimento” como uma de suas cinco demandas. Um contingente de lésbicas no National Coordinating Commitee derrubou a demanda e a substituiu por outra: “Proteger a juventude lésbica e gay de quaisquer leis usadas para discriminar, oprimir, e/ou irritá-los em suas casas, escolas, trabalho e atividades sociais.” Parece que essas mulheres não queriam ser associadas com o movimento pró-pedofilia.
Em 1980, outro grupo lésbico chamado Lesbian Caucus – O Lesbian & Gay Pride March Committee recomendou que as mulheres se desvinculassem da New York City Gay Pride March. Elas sentiram que esta estava aparelhada por membros e simpatizantes da NAMBLA. Um ano mais tarde a organização gay da Cornell University, a Gay PAC (Gay People At Cornell), declinou um convite de David Thorstad, fundador da NAMBLA. Ele seria o orador principal no May Gay Festival. Daí em diante, os grupos de ativismo gay aproveitariam toda a oportunidade que tivessem para boicotar a NAMBLA de participar de paradas gays. Isso motivou um líder do ativismo gay, Harry Hay, a carregar um cartaz com os dizeres “A NAMBLA caminha comigo” na parada gay de 1986 em Los Angeles.
simonePor causa das acusações que receberam, rotulando-os de molestadores de crianças e de aliciar adolescentes para uma vida homosexual, os ativistas gays se distanciaram da NAMBLA e deram um fim a atitude inclusive radical dos anos iniciais do movimento. O apoio a NAMBLA desapareceu. No entanto, um grupo de ativistas homossexuais continuou a permitir a NAMBLA como membro, e isso lhes custou uma posição poderosa.
Em 1993 a ONU conferiu status consultivo para a International Lesbian and Gay Association (ILGA). A ILGA incluiu a NAMBLA como associado. No início de 1993, a ILGA queria que todos os seus membros tratassem todas as minorias sexuais com respeito. Eles escrevem, “O reconhecimento dos pedófilos como uma distinta ‘minoria sexual’ é a demanda fundamental para os defensores do sexo entre homens e crianças. Fazendo reivindicações como uma ‘minoria,’ pederastas podem seguir essencialmente os passos dos ativistas homossexuais e reivindicar mudanças legais e sociais para garantir seus ‘direitos.’” A nomeação concedida pela ONU foi reprovada pelos Estados Unidos. O senador Jesse Helms elaborou a legislação retendo 119 milhões de dólares em contribuições para a ONU até o então presidente Bill Clinton se certificar que “nenhuma agência da ONU concede status oficial, credenciamento ou reconhecimento de qualquer organização que promove, tolera ou reinvidica a legalização da pedofilia, ou seja, o abuso sexual de crianças.” Nenhum senador se opôs ao projeto de lei e Bill Clinton assinou a lei em abril de 1994. Mesmo que a ILGA tenha aprovado uma resolução declarando que “os jovens têm o direito de auto-determinação sexual e social,” eles ainda votaram para remover a NAMBLA da organização. A ILGA afirmou que a iniciativa se deu porque foi decidido que a NAMBLA tem “objetivo predominante de apoiar ou promover a pedofilia.” Como eles não perceberam essa posição antes é um fato desconhecido e inacreditável. A ONU voltou atrás em sua decisão de conceder o status consultivo a ILGA, e recusou-se a conceder-lhes [tal título] desde então.
A NAMBLA continuou a levar uma surra na década de 1990. Em 1994, a Gay and Lesbian Alliance Against Defamation (GLAAD), disse que “Lamenta os objetivos da North American Man Boy Love Association” Também em 94, o Board of Directors of the National Gay and Lesbian Task Force afirmou que: A NGLTF condena os objetivos organizacionais da NAMBLA.”
A NAMBLA esteve envolvida em uma série de casos civis e criminais na década de 1990 e início de 2000, o mais controverso sendo [o caso] Curley vs NAMBLA. Em 2000, os pais de Jeffrey Curley, Robert e Barbara Curley, processaram a NAMBLA pela morte de seu filho. Salvatore Sicari e Charlie Jaynes levaram Jeffery a Biblioteca Pública de Boston, onde os dois homens acessaram o site da NAMBLA. Jaynes mais tarde tentou abusar sexualmente de Jeffery, que reagiu. Por ter reagido, ele foi amordaçado com um pano embebido de gasolina e depois morto. Jaynes então abusou sexualmente do cadáver do menino. De acordo com o processo:
JAYNES E SICARI “PERSEGUIRAM JEFFREY CURLEY… TORTURAM, ASSASSINARAM E MUTILARAM [SEU] CORPO EM 1 OUTUBRO DE 1997. APÓS A INFORMAÇÃO E IMEDIATA  CONVICÇÃO ANTES DO REFERIDO ATO DE CHARLES JAYNES TER ACESSADO O SITE DA NAMBLA NA BIBLIOTECA PÚBLICA DE BOSTON.” DE ACORDO COM A POLÍCIA, JAYNES TINHA OITO EDIÇÕES DE PUBLICAÇÕES DA NAMBLA EM SUA CASA, NO MOMENTO DE SUA PRISÃO. O PROCESSO ALEGA AINDA QUE A “NAMBLA SERVE COMO UM CANAL PARA UMA REDE SUBTERRÂNEA DE PEDÓFILOS NOS ESTADOS UNIDOS QUE USAM A SUA ASSOCIAÇÃO E CONTATOS NA NAMBLA E NA INTERNET PARA OBTER PORNOGRAFIA INFANTIL E PROMOVER A PEDOFILIA.”
A ACLU defendeu a NAMBLA neste caso, ganhando uma dispensa judicial “baseada na questão legal específica que a NAMBLA é organizada como uma associação, não uma corporação.” Uma morte catastrófica permanece recaindo sobre alguns membros individuais da NAMBLA e membros do Comitê Diretivo da NAMBLA. A ACLU está ajudando os réus neste caso também.
A exposição na mídia de metas e atividades da NAMBLA tem sido o suficiente para se fazer a associação [entre o homossexualismo e a pedofilia]. Hoje, não tenho conhecimento de qualquer grupo de direitos gays que apóia ou tolera a NAMBLA ou seus objetivos. A NAMBLA é considerada inexistente hoje, composto apenas por alguns membros que mantêm o site e publicam um boletim informativo.
O movimento para normalizar e legalizar a pedofilia, no entanto, continua.
Defensores da Terceira Via
Em 1977, Ruth Bader Ginsberg escreveu “Sex Bias in the U.S. Code” para a U.S. Commission on Civil Rights. Ginsberg defendeu a redução da idade de consentimento de 16 para 12 anos de idade. Ela escreve:
“ELIMINE A FRASE “CONHECIMENTO CARNAL DE QUALQUER MULHER, COM EXCEÇÃO DA ESPOSA, QUE NÃO COMPLETOU OS 16 ANOS DE IDADE” E SUBSTITUA A DEFINIÇÃO FEDERAL DA OFENSA POR UMA DEFINIÇÃO SEXUAL NEUTRA. (…) UMA PESSOA É CULPADA POR UMA OFENSA SE ELA CONSUMAR ATO SEXUAL COM OUTRA PESSOA. (…) [E] A OUTRA PESSOA TEM, DE FATO, MENOS DE 12 ANOS DE IDADE.”
Ela era uma advogada da ACLU na época, e mais tarde foi indicada para a Suprema Corte pelo presidente Bill Clinton. Ela permanece na Suprema Corte até hoje.
Em 1981 foi feito um estudo da University of Utrecht, na Holanda, pelo co-diretor do programa do Department of Gay and Lesbian Studies. Para o estudo, o Dr. Theo Sandfort entrevistou 25 meninos de 10 a 16 anos de idade atualmente envolvidos em relações sexuais com homens adultos. Ele entrevistou-os nas casas dos seus respectivos molestadores e concluiu que “Para praticamente todos os meninos… o contato sexual foi vivido de forma positiva…”
Em 1982, a American Civil Liberties Union levou o caso à Suprema Corte para legalizar a venda e distribuição de pornografia infantil. No caso Nova York vs Ferber, a ACLU lutou para tornar a venda e distribuição de pornografia infantil protegida pela Primeira Emenda.
Eles apresentaram o mesmo caso mais tarde ao U.S. Attorney General’s Commission on Pornography:
COMO CONSELHEIRO JURÍDICO DA ACLU, EM 1985, BARRY LYNN DISSE AO U.S. ATTORNEY GENERAL COMMISSION ON PORNOGRAPHY (DO QUAL O PRESIDENTE DO FOCUS ON THE FAMILY, DR. JAMES C. DOBSON, ERA MEMBRO) QUE A PORNOGRAFIA INFANTIL FOI PROTEGIDA PELA PRIMEIRA EMENDA. ENQUANTO A PRODUÇÃO DE PORNOGRAFIA INFANTIL PODE SER PREVENIDA POR LEI, SEGUNDO ELE, A SUA DISTRIBUIÇÃO NÃO PODERIA SER. ALGUNS ANOS MAIS TARDE (1988), LYNN DISSE AO COMITÊ JUDICIÁRIO DO SENADO QUE ATÉ MESMO EXIGIR DOS PRODUTORES DE PORNOGRAFIA A GUARDA DOS REGISTROS DE IDADE DE SEUS ARTISTAS ERA INADMISSÍVEL.
SE NÃO HOUVER NENHUMA EXIGÊNCIA FEDERAL DE MANUTENÇÃO DE REGISTROS PARA AS PESSOAS RETRATADAS EMROAD AND TRACK OU STAR WARS, DISSE ELE, NÃO PODE HAVER TAL EXIGÊNCIA PARA HUSTLER OU DEBBIE DOES DALLAS.
Journal on Homosexuality publicou “Intimidade Masculina Intergeracional: Perspectiva Histórica, Socio-Psicológica e Legal,” em 1990. Na sua frente, Gunter Schimdt, Professor do Sex Research da Universidade de Hamburgo, na Alemanha detalha:
“RELACIONAMENTOS PEDÓFILOS DE SUCESSO AJUDAM E INCENTIVAM A CRIANÇA, APESAR DA CRIANÇA MUITAS VEZES CONSENTIR COM O SEXO ENQUANTO NA VERDADE ESTÁ EM BUSCA DE CONFORTO E CARINHO. ESTES SÃO MUITAS VEZES EMOCIONALMENTE CARENTES, PROFUNDAMENTE SOLITÁRIOS, CRIANÇAS SOCIALMENTE ISOLADAS QUE BUSCAM, POR ASSIM DIZER, UM REFÚGIO NO AMOR DE UM ADULTO E PARA QUEM, POR CAUSA DE SUA MISÉRIA, O VÊEM COMO UM GOLPE DE SORTE POR TER ENCONTRADO UMA ‘RELAÇÃO EXTREMAMENTE CARINHOSA’.”
Schimdt também escreveu sobre como a proibição legal da pedofilia era primitiva:
PARECE QUE AS CRIANÇAS QUE NÃO ESTÃO EMOCIONALMENTE CARENTES SÃO, POR ASSIM DIZER, “IMUNES” AOS AVANÇOS DE UM ADULTO EM BUSCA DO CONTATO SEXUAL. CADA CASO DEVE SER ENCARADO POR SEUS PRÓPRIOS MÉRITOS E, POR ESTA RAZÃO, A AMEAÇA DE FAZER TODO ATO PEDÓFILO PUNÍVEL POR LEI MAL PODE SER ROTULADO DE CIVILIZADO, PELO CONTRÁRIO, É INJUSTO, POIS IMPLICA NA DISCRIMINAÇÃO E PERSEGUIÇÃO DE UMA MINORIA E DEVE SER ABOLIDA.
Richard Gardner, M.D., publicou “True and False Accusations of Child Sex Abuse.” Nela, ele afirmou que a atitude dos Estados Unidos em relação a encontros sexuais com crianças estavam fora de sintonia com o resto do mundo. Ele alegou que a Bíblia foi responsável pela visão americana de pedofilia e disse: “…de todos os povos antigos, pode muito bem ser que os judeus eram os únicos que puniam pedófilos.”
Uma edição de julho 1998 do Psychological Bulletin da Associação Psicológica Americana apresentou um artigo dos autores Bruce Rind, Philip Tromovitch e Robert Bauserman intitulado: “A Meta-Analytic Examination of Assumed Properties of Child Sexual Abuse Using College Samples.” No artigo, o objetivo dos autores era “… para abordar a questão: na população de pessoas com histórico de CSA [abuso sexual infantil], essa experiência causa danos psicológicos intensos de forma generalizada para ambos os sexos?”
Eles concluíram que “os efeitos negativos (do abuso sexual de crianças) não eram nem onipresente, nem tipicamente intenso e que os homens reagiram muito menos negativamente do que as mulheres.” Isso causou uma tempestade de críticas no mainstream.
A Dr. Laura Schlessinger denunciou o artigo em março de 1999 como um esforço midiático de normalizar a pedofilia. De maneira tipicamente rápida, um ano depois que o artigo foi publicado, ele foi condenado por unanimidade no Congresso. O artigo foi acusado de utilizar amostragem enviesada, devido à “exclusão de vítimas tão traumatizadas que sequer passam a frequentar a faculdade.” Os autores também foram acusados de charlatanismo. No artigo de 1990 do Journal of Homosexuality mencionado acima, o co-autor Robert Bauserman afirmou que a ideologia que rotula todos os meninos como “vítimas” e todos os pedófilos adultos como “agressores” estava errada. Ele também se queixou de que a pesquisa objetiva era impossível por causa do clima social que condena as relações sexuais entre homens e meninos. Bruce Rind afirmou que os termos “vítimas, sobreviventes, infratores e criminosos eram cientificamente inválidos.” Em seu relatório, eles realmente se colocam como uma referência para apoiar estas afirmações.
Stephanie J. Dallum autora do argumento denunciando o estudo intitulado: “Science or Propaganda? An examination of Rind, Tromovitch & Bauserman (1998).” Ela concluiu:
DEPOIS DE UM EXAME CUIDADOSO DAS EVIDÊNCIAS, CONCLUI-SE QUE RIND ET AL. PODE SER MELHOR DESCRITO COMO UM ARTIGO DE DEFESA QUE INADEQUADAMENTE USA A CIÊNCIA NA TENTATIVA DE LEGITIMAR SUAS DESCOBERTAS.
Em 1999, Harris Mirkin escreveu um artigo no Journal of Homosexuality intitulado “The Patterns of Sexual Politics: Feminism, Homosexuality and Pedophilia.”  Sua posição é que a pedofilia é uma “criação específica de cultura e classe” e que pode e deve ser legalizada. Ele compara a luta pela legalização da pedofilia com o esforço da comunidade negra por direitos civis. Mirkin escreve que se é para a legalização da pedofilia ter sucesso, a discussão tem que se mover das questões morais do passado para os direitos das crianças de desfrutar do sexo. Esta mudança levaria o foco de “não é permitido” para “quando que isto é permitido.” Isso, ele supõe, seria a porta de entrada para a legalização.
Um artigo intitulado simplesmente “Pedofilia” foi destaque no Jornal da Associação Médica Americana em 2002. Peter J. Fagen, Ph.D., et al, fez a afirmação de que a pedofilia é apenas outra orientação sexual:
DURANTE O DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL, NINGUÉM DECIDE SE TERÁ ATRAÇÃO POR MULHERES, HOMENS, MENINAS OU MENINOS. EM VEZ DISSO, OS INDIVÍDUOS DESCOBREM OS TIPOS DE PESSOAS POR QUEM SÃO SEXUALMENTE ATRAÍDOS, OU SEJA, SUA ORIENTAÇÃO SEXUAL.
Dr. Fred Berlin, do Departamento de Psiquiatria John Hopkins apoia essa posição. Em um artigo que apareceu emBehavioral Health Management, Douglas Edwards cita Berlim, afirmando que Berlim rejeita a idéia de que a pedofilia é uma escolha consciente, mas sim uma orientação sexual ao longo da vida.
Judith Levine publicou Harmful to Minors: The Perils of Protecting Children from Sex em 2002. O préfacio do livro foi escrito pela ex-Cirurgiã Geral Joycelyn Elders. Levine escreve: “Os pedófilos geralmente não são violentos, se é que existe tal coisa como pedófilos de algum modo. Mais importante, o contato sexual com uma criança não é um ato pedófilo.”
Jan LaRue, chefe do conselho de Concerned Women of America e Mary Eberstadt, pesquisadora do Hoover Institute, destacaram que as afirmações de Levine foram baseadas exclusivamente em fontes pró-pedofilia, como o Boletim NAMBLA.
Los Angeles Times deu um prêmio a Levine pelo seu livro.
Há outros casos em que a pedofilia é minimizada, tolerada e ignorada. O Estado da Califórnia aprovou uma lei apelidada de Lei de Proteção à Pedofilia, removendo os requisitos de notificação obrigatória[1]. Isso foi em reação à descoberta da Planned Parenthood tratar crianças a partir dos seis anos com doenças sexualmente transmissíveis, e ainda não denunciar isso. Parece que na Califórnia, a proteção da Planned Parenthoodprevalece sobre a proteção das crianças contra o abuso sexual.
Richard Dawkins, um ateu fanático, afirma que se um padre católico fosse abusar sexualmente de uma criança, o abuso faria menos danos do que se o padre fosse ensinar a Bíblia. Em um breve ensaio para o The Dubliner, Dawkins escreveu:
QUANTO ÀS ACUSAÇÕES DE ABUSO SEXUAL DE CRIANÇAS POR PADRES CATÓLICOS, DEPLORÁVEIS E REPUGNANTES COMO OS ABUSOS SÃO, EM PRIMEIRO LUGAR ELES NÃO SÃO TÃO PREJUDICIAIS PARA AS CRIANÇAS COMO O DANO MENTAL GRAVE DE EDUCAR A CRIANÇA DENTRO DA DOUTRINA CATÓLICA.
Dawkins permitiu que o seu ódio da religião deixasse-o cego para o dano da pedofilia. Isso é pouco para ferir a religião, mas muito para o esforço de legalizar a pedofilia.
A Hungria estava considerando permitir pornografia para crianças a partir de 14 anos de idade, uma vez que a idade de consentimento tinha baixado para essa idade. Houve uma indignação entre os membros conservadores do governo da Hungria. Até agora, a mudança não aconteceu.
O movimento atual para legalizar e normalizar a pedofilia pode parecer irreal para alguns. Eu ainda encontrarei alguém que concorde comigo quando afirmo que [a pedofilia] será legalizada nos próximos 25-30 anos. Mas há muitos, como eu detalhei aqui, que vêem os pedófilos como uma minoria oprimida. Eles enxergam o caminho para a liberdade seguindo o mesmo percurso que os homossexuais traçaram. O primeiro passo seria a remoção da pedofilia como uma doença mental, um movimento que a APA já considerou. Em seguida, usando a pesquisa de Kinsey e de outros mencionados acima, a mudança seria feita para abolir a idade de consentimento. Com o apoio aparente da ciência, isso poderia ser possível e efetivamente legalizaria a pedofilia. Com o peso jurídico retirado, o esforço seria então voltado para a normalização e aceitação. Isso é feito por pedófilos lançando-se como uma minoria, vítimas de uma cultura que os rejeita. Marcha após marcha fazem com que a visão de um homem de 50 anos beijando profundamente um menino de seis anos de língua nada mais é do que um sinal de tolerância dos Estados Unidos, independentemente de quem se prejudique.
Há algumas coisas que não devemos tolerar. A legalização e normalização da pedofilia é uma delas.
[*] Duane Lester. “The Shadow Sexual Revolution – The Push to Legalize Pedophilia”. All American Blogger, 5 de Setembro de 2007.
Tradução: Direita Realista
[1] O projeto da Lei de Proteção à Pedofilia foi apresentado e promovido no Legislativo pela senadora Sheila Keuhl, que é abertamente lésbica. A nova lei reduz drasticamente os requisitos de notificação obrigatória de abuso sexual, físico e emocional de crianças. Sob a lei anterior da Califórnia, todas as pessoas que regularmente entram em contato com as crianças, como parte de seus trabalhos são obrigadas a comunicar qualquer caso em que há razão para acreditar que uma criança foi molestada ou abusada. A nova lei elimina a notificação obrigatória para quem trabalha como voluntário em qualquer profissão, também elimina a notificação compulsória nos casos em que as crianças estão fazendo sexo umas com as outras, e elimina o “abuso emocional severo” como uma ocorrência a ser notificada.
Fonte: tradutores de Direita

terça-feira, 21 de agosto de 2018

VENCENDO OS DESAFIOS DA VIDA

Josué 6
“Se você pensa que pode vencer sem lutar e acredita que receberá a coroa sem qualquer batalha, não passa de um péssimo soldado de Cristo.”
Essa declaração tão apropriada é do corajoso pregador e mártir sírio, João Crisóstomo (347-407). Sem dúvida, a vida cristã envolve desafios e conflitos, quer gostemos disso quer não. Nossos inimigos lutam constantemente contra nós e tentam nos impedir de tomar posse de nossa herança em Jesus Cristo. O mundo, a carne e o diabo (Ef 2:1-3) constituem uma coalizão contra Cristo e seu povo, assim como as nações de Canaã formaram uma coalizão contra Josué e o povo de Israel.
 Um pastor compareceu a um tribunal para uma audiência protestando contra a construção de um bar próximo a sua igreja e a uma escola pública. O advogado dos proprietários do bar lhe disse:
 — O senhor aqui, pastor? Que surpresa! Não deveria estar cuidando de suas ovelhas? Ao que o pastor respondeu:
— Hoje estou lutando contra o lobo!
O combate cristão não é contra sangue e carne, mas contra inimigos da esfera espiritual (Ef 6:10-18), e as armas que usamos para lutar também são espirituais (2 Co 10:36). Satanás e seu exército de demônios usam pessoas para fazer oposição e atacar a Igreja de Deus; e, se não assumirmos uma posição definida ao lado de Cristo, já perdemos a batalha. No exército de Jesus Cristo não há neutralidade. Jesus disse: “Quem não é por mim é contra mim” e proferiu essas palavras no contexto do combate espiritual (Mt 12:24-30). Tendo em vista que o apóstolo Paulo usava com frequência imagens militares para descrever a vida cristã, não podemos ignorar esse assunto (Ef 6:1 Oss; 2 Tm 2:1-4; Rm 13:12; 1 Ts 5:8).
A vitória de Israel em Jericó ilustra três princípios do conflito e da vitória espiritual que se aplicam a nossa vida hoje, quaisquer que sejam os desafios que se apresentem diante de nós.
1.Antes do desafio: lembre-se de que VOCÊ ESTÁ LUTANDO EM VITÓRIA E NÃO PELA VITÓRIA (Js 6:1-5)
Vejamos os fatores que contribuíram para a vitória de Josué.
O temor do Senhor (v. 1). A terra de Canaã era dividida entre várias “cidades-estados”, cada uma governada por um rei (ver Js 12:9-34). Não eram cidades grandes, como pode-se ver por Ai, uma cidade menor que Jericó (Js 7:2, 3), com cerca de doze mil habitantes (Js 8:25). A notícia do êxodo de Israel do Egito e de suas vitórias recentes ao leste do rio Jordão já havia se espalhado pela terra de Canaã, deixando o povo de lá em pânico (Js 2:9-11; ver Dt 2:25; 7:23; 11:25; 32:30). Deus havia prometido: “Enviarei o meu terror diante de ti, confundindo a todo povo onde entrares; farei que todos os teus inimigos te voltem as costas” (Êx 23:27). Diz-se que a rainha Mary da Escócia tinha mais medo das orações de John Knox do que de um exército inimigo. Mas será que a sociedade de hoje tem algum temor daquilo que o povo de Deus é capaz de fazer? É bem provável que não, e isso se deve principalmente ao fato de a Igreja não ter feito muita coisa para mostrar o poder de Deus a um mundo incrédulo. A Igreja deixou de ser “formidável como um exército com bandeiras” Ct 6:4,10). Na verdade, a igreja se parece tanto com o mundo que os incrédulos nem percebem mais o que fazemos. Imitamos os métodos do mundo, satisfazemos os apetites do mundo, buscamos a aprovação do mundo e medimos nosso sucesso de acordo com os padrões do mundo. É de se admirar que não conquistemos o respeito do mundo? Mas não foi assim com Josué e com os israelitas! Eram um povo conquistador que não fazia concessões ao inimigo; antes, confiavam que Deus lhe daria a vitória. Sua marcha foi triunfal, pois instilaram o temor de Deus no coração do inimigo.
A promessa do Senhor (v. 2). É possível que o Senhor tenha proferido essas palavras a Josué quando o confrontou em Jericó (Js 5:13-15). O tempo do verbo é importante: “Entreguei na tua mão Jericó” (Js 6:2, ênfase minha). A vitória já havia sido conquistada! Tudo o que Josué e o povo precisavam fazer era se apropriar da promessa e obedecer ao Senhor. Os cristãos vitoriosos são pessoas que conhecem as promessas de Deus, pois gastam tempo meditando na Palavra de Deus (Js 1:8); crêem nas promessas de Deus, pois a Palavra de Deus faz crescer a fé em seu coração (Rm 10:1 7) e agem em função dessas promessas, obedecendo às ordens de Deus. “Agir em função” de algo significa considerar como verdadeira para sua vida alguma coisa que Deus diz a seu respeito em sua Palavra. “Tende bom ânimo”, disse Jesus aos seus discípulos, “eu venci o mundo” (Jo 16:33). É possível crer numa promessa e, ainda assim, não agir de acordo com ela nem obedecer ao Senhor. Crer numa promessa é como aceitar um cheque, mas agir em função dela é descontar o cheque.
 As instruções do Senhor (vv. 3-5). Nas palavras de Francis Schaeffer: “Josué não tomou a cidade apenas com uma tática militar humana de grande astúcia. A estratégia veio do Senhor”.1 Nenhuma situação é difícil demais para o Senhor resolver e nenhuma problema é grande demais para ele solucionar. Deus sempre sabe o que vai fazer. Nossa responsabilidade é esperar que ele nos diga tudo o que precisamos saber para obedecer a ele. No final do capítulo anterior, citei as palavras de J. Hudson Taylor sobre as três formas diferentes de servir ao Senhor: (1) fazer os melhores planos de que somos capazes e esperar que sejam bem-sucedidos; (2) fazer nossos próprios planos e pedir a Deus que os abençoe; e (3) perguntar a Deus quais são os planos dele e, em seguida, fazer aquilo que ele nos ordena. Josué recebeu suas ordens do Senhor e, por isso, Israel foi bem-sucedido. O plano de Deus para a conquista de Jericó parecia um tanto maluco, mas funcionou. A sabedoria de Deus está muito acima da nossa (Is 55:8, 9), e ele tem prazer em usar pessoas e planos que parecem loucos para o mundo (1 Co 1:26-29).
A palavra hebraica traduzida por “sete” (shevah) vem de um radical que significa “ser/estar pleno, estar satisfeito”. Quando Deus concluiu a obra da criação, descansou no sétimo dia e o santificou (Gn 2:3), fato que contribuiu para conferir ao número sete seu significado sagrado. Os israelitas observaram que Deus havia dado sete promessas na aliança com Abraão (Gn 12:1-3) e que determinou que se fizessem sete hastes para o candelabro do tabernáculo (Êx 37:17-24). Qualquer coisa que envolvesse o número sete, era considerada especialmente sagrada. Referia-se à capacidade de Deus terminar aquilo que havia começado. Os israelitas tinham dois tipos de trombetas; um deles era feito de prata e o outro de chifres de carneiro. As trombetas de prata costumavam ser usadas pelos sacerdotes para avisar o acampamento quando algo importante acontecia (Nm 10). Os chifres de carneiro eram usados especialmente para comemorar vitórias. A palavra hebraica comum para “chifre de carneiro” é shofar e para trombeta é jobel, radical do termo jubileu. O “ano de jubileu” era o quinquagésimo ano depois de sete anos sabáticos e era uma época especial de celebração em Israel (Lv 25; 27:17-24). Os sacerdotes tocavam as trombetas para “[proclamar] liberdade na terra a todos os seus moradores” (Lv 25:10). Nessa ocasião, os sacerdotes não usaram as trombetas de prata, pois Israel não estava declarando guerra a Jericó, uma vez que não havia guerra alguma em andamento! Os israelitas estavam anunciando o “ano de jubileu” para Israel na nova terra. Nos dias de hoje, o povo de Deus pode marchar numa procissão triunfal, pois Jesus Cristo venceu todos os inimigos de Deus (Rm 8:37; 2 Co 2:14; Cl 2:15). Devemos viver como vencedores e não como vítimas. “O muro da cidade cairá abaixo” (Js 6:5), essa foi a promessa de Deus, e suas promessas não falham jamais (Js 21:45; 23:14). O povo de Deus não luta simplesmente pela vitória, mas sim em vitória, pois o Senhor já venceu a batalha. Aja em função das promessas de Deus e obedeça ao que ele ordenar e terá vitória.
O soldado cristão encontra-se numa posição de vitória garantida, pois Jesus Cristo já derrotou todos os inimigos espirituais (Jo 12:31). Jesus derrotou Satanás não apenas no deserto (Mt 4:1-11), mas também durante seu ministério aqui na Terra (Mt 12:22- 29), na cruz (Cl 2:1 3-1 5) e em sua ressurreição e ascensão (Ef 1:19-23). Ao interceder por seu povo no céu, ele nos ajuda a crescer em maturidade e a realizar sua vontade (Hb 13:20, 21). “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm 8:31).
  1. Durante o desafio: lembre-se de QUE VOCÊ VENCE O INIMIGO PELA FÉ (Js 6:6-16, 20)
“Pela fé, ruíram as muralhas de Jericó, depois de rodeadas por sete dias” (Hb 11:30). “E esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1 Jo 5:4).
Fé não é crer apesar das evidências, pois o povo de Israel havia recebido provas seguidas de que poderia confiar na Palavra e no poder Deus. O Senhor havia separado as águas do mar Vermelho, destruído o exército egípcio, cuidado de seu povo no deserto, derrotado grandes reis, dado a Israel sua terra, aberto o rio Jordão e levado seu povo em segurança à Terra Prometida. O que mais lhes restava fazer senão crer nele?
Josué começou por transmitir o plano de Deus aos sacerdotes. Era importante que a arca do Senhor estivesse no lugar correto, pois representava a presença do Senhor com seu povo. O relato da travessia do Jordão por Israel menciona a arca dezesseis vezes Js 3 – 4); nessa passagem de Josué 6:6-15, a arca é citada oito vezes. Israel poderia marchar, e os sacerdotes poderiam tocar as trombetas até todos caírem de exaustão, mas, se o Senhor não estivesse com eles, não haveria vitória. Quando aceitamos o plano de Deus, nós o convidamos a estar presente, e essa é a garantia de vitória (ver Êx 33:12-17).
Em seguida, Josué instruiu os soldados. É provável que não tenha alistado o exército todo para esse acontecimento importante, pois isso teria envolvido gente demais. De acordo com o censo militar de Números 26, havia mais de seiscentos mil homens aptos para lutar.É importante que os líderes recebam ordens do Senhor e que obedeçam às instruções recebidas. Assim como a travessia do rio Jordão, a conquista de Jericó também foi um milagre de fé. Josué e seu povo ouviram as ordens de Deus, creram nelas e obedeceram. As atividades daquela semana foram um teste da fé e da paciência do povo de Israel. Deus nunca se apressa. Ele sabe o que faz e o tempo certo de fazê-lo.
Se o cronograma daquela semana foi um teste da paciência do povo, a ordem de Deus para que permanecessem em silêncio foi uma prova de seu domínio próprio. Aqueles que não conseguem controlar a língua não são capazes de controlar o resto do corpo (Tg 3:1, 2); de que valem soldados que não têm um corpo disciplinado? “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” (Sl 46:10). Na vida cristã, há “tempo de estar calado e tempo de falar” (Ec 3:7), e o cristão verdadeiramente sábio é capaz de distinguir entre um tempo e outro. Cristo é o exemplo perfeito (Is 53:7; Mt 26:62, 63; 27:14; Lc 23:9).
Quando a procissão percorreu o perímetro das muralhas sete vezes, a tensão dentro da cidade deve ter crescido assustadoramente. Em seguida, veio o toque das trombetas e o grito de vitória do povo, e as muralhas ruíram! Os soldados só precisaram correr para dentro da cidade e tomá-la.
O Espírito Santo dirigiu o escritor da Epístola aos Hebreus a usar esse acontecimento como exemplo de fé na lista de Hebreus 11. A queda de Jericó é um incentivo a que o povo de Deus confie nas promessas do Senhor e obedeça a suas instruções, por mais impossível que pareça a situação. Pode ser que você e eu não conquistemos uma cidade como Josué, mas em nossa vida diária deparamos com inimigos e muralhas que nos desafiam. A única maneira de crescer na fé é aceitar novos desafios e confiar que Deus nos dará a vitória. Como disse Phillips Brooks: “Não orem pedindo uma vida fácil. Antes, orem para ser homens e mulheres melhores. Não orem pedindo tarefas à altura de suas forças. Antes, orem por forças à altura de suas tarefas”.
  1. Depois da vitória: lembre-se de OBEDECER ÀS ORDENS DE DEUS E DE DAR-LHE GLÓRIA (Js 6:17-19, 21-27)
Permita-me citar mais uma vez o conselho sábio de Andrew Bonar: “Permaneçamos tão vigilantes depois da vitória quanto antes da batalha”. Pelo fato de um soldado não ter dado ouvidos a essa advertência, o desafio seguinte de Israel em Canaã acabou sendo uma derrota humilhante. Josué deu quatro instruções para que seus soldados obedecessem depois que tivessem tomado a cidade:
    Condenar a cidade inteira ao Senhor (vv. 17-19). Isso significava que tudo era consagrado ao Senhor: o povo, as casas, os animais e todos os despojos de guerra. Ele podia fazer com isso o que lhe aprouvesse. Nessa primeira vitória em Canaã, Jericó foi oferecida a Deus como “primícias” das vitórias vindouras. Era comum os soldados dividirem os despojos de guerra entre si (Dt 20:14), mas não foi o caso em Jericó, pois tudo naquela cidade pertencia ao Senhor e foi colocado em seu tesouro (Dt 13:16; 1 Rs 7:51). Esse foi o mandamento a que Acã desobedeceu, e, posteriormente, sua desobediência causou a derrota e a desgraça de Israel e a morte do próprio Acã e de sua família.
Salvar Raabe e sua família (vv. 22, 23, 25, 26). Ao que parece, quando as muralhas da cidade ruíram, a parte onde se encontrava a casa de Raabe (Js 2:15) permaneceu em pé! Deus salvou e protegeu Raabe por sua fé (Hb 11:31), e por ela haver levado a família a crer em Jeová, seus parentes também foram salvos. Esses gentios que creram no Senhor foram resgatados de um julgamento terrível ao crer no Deus de Israel, pois “a salvação vem dos Judeus” (Jo 4:22). Estavam inteiramente “separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa” (Ef 2:11, 12), mas sua fé os levou a fazer parte de Israel, o que é comprovado por Raabe ter se casado com Salmom e ter se tornado uma das antepassadas do rei Davi e do Messias (Mt 1:5)! A princípio, Raabe e seus familiares foram colocados “fora do arraial de Israel”, pois eram gentios imundos, e a parte “fora do arraial” era separada para os que se encontrariam impuros (Nm 5:1-4; 12:14; Dt 23:9-14). Os homens da família deveriam se circuncidar a fim de se tornarem “filhos da aliança”, e toda a família precisou se submeter à lei de Moisés. Que demonstração de sua graça Deus poupar Raabe e seus entes queridos e que graça abundante ele ter escolhido Raabe, uma gentia marginalizada, para fazer parte da linhagem do Salvador! O triste é quando pecadores perdidos rejeitam deliberadamente essas evidências e continuam levando sua vida de pecado (Jo 12:35-41).
Destruir o povo (v. 21). Alguns ficam perturbados com o fato de Deus ter condenado todos os seres vivos de Jericó à morte. Nosso Deus não é misericordioso? Afinal, uma coisa era os soldados israelitas matarem soldados inimigos e outra bem diferentes era exterminarem mulheres, crianças e até mesmo animais.
Em primeiro lugar, não se tratava de um mandamento novo. O Senhor havia dado essa mesma ordem a Moisés em ocasião anterior. Na “lei divina de guerra” encontrada em Deuteronômio 20, o Senhor fez uma distinção entre atacar cidades distantes (Dt 23:10-15) e cidades dentro da terra de Canaã, onde Israel habitaria (Dt 20:16-18).
Antes de cercarem as cidades distantes, os israelitas deveriam oferecer-lhes a paz e, se a cidade se entregasse, deveriam poupar o povo e transformá-lo em seus súditos. No entanto, o povo das cidades de dentro de Canaã deveria ser completamente destruído, e suas cidades, queimadas.
Isso se devia, antes de tudo, ao fato de a população de Canaã ser indescritivelmente perversa e de Deus não querer que seu povo santo fosse contaminado por seus vizinhos (Dt 7:1-11).
Nas palavras de G. Campbell Morgan: “Deus está sempre em guerra com o pecado. Essa é a explicação para o extermínio dos cananeus”.2 Pelo fato de os israelitas não obedecerem inteiramente a esse mandamento ao longo de sua história, a nação foi profanada e precisou ser sujeita à disciplina de Deus (Sl 106:34-48). O Livro de Juízes não estaria na Bíblia se a nação de Israel tivesse permanecido fiel ao Senhor (Jz 2:11-23).
Em segundo lugar, o povo da terra havia recebido diversas oportunidades de arrepender-se e de voltar-se para o Senhor, como fizeram Raabe e sua família. Deus suportou com paciência a perversidade do povo de Canaã desde os tempos de Abraão (Gn 15:16) até os dias de Moisés, um período de mais de quatrocentos anos (ver 2 Pe 3:9). Também não devemos nos esquecer de que esses acontecimentos históricos foram registrados “para o nosso ensino” (Rm 15:4), enquanto procuramos viver para Cristo nos dias de hoje. Por meio da destruição de Jericó e de sua população, Deus está nos dizendo que não irá tolerar a transigência ao pecado na vida de seu povo. Citando novamente Campbell Morgan: “Graças a Deus, ele não faz as pazes com o pecado em meu coração! Bendigo o nome do Senhor por sua autoridade poderosa e pela convicção profunda de que ele é tremendo e furioso em sua ira contra o pecado onde quer que este se manifeste”.3
Queimar a cidade (v. 24). “Porque o Senhor, teu Deus, é fogo que consome.” Essas palavras foram ditas por Moisés em Deuteronômio 4:24 muito tempo antes de serem citadas pelo Espírito Santo em Hebreus 12:29. Moisés estava advertindo o povo de Israel contra a idolatria e o perigo de seguir as práticas religiosas do povo de Canaã e disse uma frase não citada em Hebreus, mas que, ainda assim, é importante conhecer: “[o Senhor] é Deus zeloso”. Deus é zeloso com seu povo e não permitirá que divida seu amor e serviço entre ele e os falsos deuses do mundo (Êx 20:5; 34:14). Não podemos servir a dois senhores.
Jericó era uma cidade perversa, e o pecado serve apenas de combustível para fazer arder a ira santa de Deus. Jesus comparou o inferno a uma fornalha de fogo (Mt 13:42), a um fogo que nunca se apaga (Mt 25:41, 46), e João usou a ilustração de um lago de fogo (Ap 19:20; 20:10,14). João Batista descreveu o julgamento de Deus como um “fogo inextinguível” (Mt 3:12). Assim como a destruição de Sodoma e Gomorra (Jd 7), a ordem para queimar Jericó é um retrato do julgamento de Deus que será executado contra todos que rejeitarem a verdade.
Mesmo depois de haver queimado a cidade, Josué colocou uma maldição sobre ela. A maldição serviria para advertir os israelitas ou descendentes de Raabe que fossem tentados a reconstruir aquilo que Deus havia destruído. Essa maldição se cumpriu posteriormente nos dias do perverso rei Acabe (1 Rs 16:34).
Como havia prometido, Deus foi com Josué (Js J:5,9) e engrandeceu o nome dele na terra (Js 1:27; 3:7; 4:14). Os servos de Deus jamais devem engrandecer a si mesmos. Se o Senhor o fizer, devem ter o cuidado de dar-lhe toda a glória. Quando estamos fortes, há o perigo de nos sentirmos seguros demais e de nos esquecemos de confiar no Senhor
Como aconteceu com Uzias (2 Cr 26:15,16).Como aconteceu com Davi ( 2 Sm 24.1-9; 1 Cr 21.1-6).
CONCLUSÃO
O pastor Ronaldo Lidório foi alguns anos atrás convidado para se o preletor de um Congresso no sul da França, e então como ele não sabia falar francês convidaram um tradutor fluente em francês e inglês. Aquele tradutor era muito dedicado e estava sempre conversando com o reverendo sobre suas palestras, de tal maneira que na sexta e no sábado tudo transcorreu bem. Ao chegar o domingo, o último dia do evento eis que surgiu um imprevisto com o tradutor e ele não pode ir no domingo, mas o a direção do evento tomou as devidas providências.
O coordenador disse para Ronaldo, não se preocupe, nós já providenciamos o tradutor, e apontou para uma senhora idosa que estava chegando, ao que ele pensou não vai funcionar. Ele então tentou conversar com aquela senhora sobre a sua palestra, mas ela disse não se preocupe vai funcionar. A senhora não quer saber em que texto eu vou falar? Qual a ênfase da minha palavra nesta noite, etc? . E ela respondia não se preocupe vai funcionar. Quando ela subiu ao púlpito para fazer a tradução com sua bengala ele a ajudou-a, e pegou a sua bengala e encostou no púlpito e mais uma vez pensou não vai funcionar. Mas para a surpresa dele quando aquela mulher começou a traduzir se agigantou de maneira extraordinária foi uma bênção.
Quando terminou a palestra a senhora se despediu e saiu, e o coordenador do evento perguntou, você sabe quem era aquela senhora? Não, ela foi a tradutora de Billy Graham na década de setenta. No final do culto, aquela senhora disse a Ronaldo: “ DEUS SEMPRE NOS FORTALECE QUANDO FAZEMOS A SUA VONTADE”.
Por Eli Vieira
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