sábado, 23 de maio de 2020

Irmão André não planejou a Portas Abertas

Veja como Deus usou um jovem obediente para mobilizar o mundo na causa da Igreja Perseguida

O fundador da Portas Abertas completa 92 anos de aventuras e fortalecimento da Igreja Perseguida no mundo
Hoje é aniversário do Irmão André. O fundador da Portas Abertas completa 92 anos. Porém, antes de encontrar Jesus, o jovem Anne van der Bijl teve dificuldades familiares e o desejo por desafios o levou até a guerra da Holanda contra a Indonésia. Ele era sedento por uma aventura que fizesse a vida valer a pena, porém as duras consequências das batalhas, como sofrimento e mortes, frustraram o soldado. Foi após levar um tiro na perna, que Anne foi sendo conduzido, gradativamente, aos caminhos do Senhor. As orações dos amigos e longas conversas sobre Deus não pareciam fazer efeito imediato. Mas um dia, voltou a ler a Bíblia e não conseguiu mais parar.
A hora de se render a Deus
“Não havia muita fé em minha oração. Apenas disse: Senhor, se me mostrares o caminho, eu te seguirei.”
Quando voltou para casa, a sede de compreender mais sobre a palavra continuou. O próximo passo dado foi frequentar uma igreja. Após a dispensa do exército em 1949, ele comprou uma bicicleta e por meio dela pôde participar também dos cultos em cidades vizinhas. “Em cada um deles, anotava cuidadosamente o que dizia o pregador e passava a manhã seguinte procurando passagens na Bíblia para ver se tudo o que dissera estava realmente lá”, contou. A repentina mudança nos hábitos do jovem preocupou os familiares, pois  poderia ser alguma “neurose de guerra”. Mas foi em 1950 que ele parou de lutar e rendeu-se a Deus. “Com uma nota no vento berrando para mim para não ser tolo, entreguei-me a Deus por completo – corpo, alma, espírito e aventura. Não havia muita fé em minha oração. Apenas disse: Senhor, se me mostrares o caminho, eu te seguirei. Amém. Foi simples assim”, afirmou.
A partir daí a verdadeira aventura começou na vida de Anne. Ele estava sem reservas diante de Deus, mas nunca tinha se sentido tão seguro. Nessa época foi chamado para ser missionário e as oportunidades para pregar começaram a aparecer na cidade natal e municípios vizinhos. O primeiro campo foi a fábrica de chocolate Ringers. Lá, conseguiu testemunhar o amor de Cristo e acabou sendo promovido, mas sentia-se atraído por algo maior. Depois de muita pesquisa e um tempo de espera, ingressou na Cruzada de Evangelização Mundial. Lá estudou por dois anos e aprendeu na prática como Deus supre as necessidades daqueles que se propõem a trabalhar para o reino. Na semana anterior da formatura, o cristão viu uma propaganda em uma revista, onde jovens foram convidados para um festival da juventude comunista em Varsóvia, capital da Polônia. Ele escreveu uma carta para os organizadores e compareceu ao evento como um missionário cristão.
“Não havia nenhum plano, nenhuma visão, certamente nenhum pensamento sobre liderar uma organização mundial. Deus revelou uma necessidade que eu podia satisfazer e foi isso que fiz.”
“Minha mala estava pesada. Nela havia apenas umas poucas vestimentas, uma muda de roupa de cama e alguns livretos de 32 páginas intitulados O caminho da Salvação”, testemunhou Anne. A partir dessa viagem, ele encontrou muitos cristãos que viviam por trás da Cortina de Ferro e começou a trabalhar para que eles tivessem Bíblias e literatura cristã. Assim que começou a viajar contrabandeando Bíblias por países comunistas como Tchecoslováquia, Iuguslávia, Romênia e Bulgária, Anne ganhou o fusca azul como companheiro para as viagens. O carro rodava pelas estradas abarrotado de Bíblias, livros e suprimentos para as pessoas em campos de refugiados. “Parei de usar meu nome completo e comecei  a usar o nome pelo qual era conhecido atrás da Cortina, onde os sobrenomes  praticamente deixavam de existir entre os cristãos: Irmão André”, contou o fundador da Portas Abertas.
“Não fomos feitos para nos defender, ou defender a igreja, ou o cristianismo em geral. Fomos feitos para antecipar as ações.”
As histórias das arriscadas missões do Irmão André foram relatadas no livro “O Contrabandista de Deus” em 1967. Logo, os cristãos de diferentes países tiveram acesso ao trabalho e se juntaram na grande aventura de fortalecer a Igreja Perseguida em território comunista.
A partir de 1970, o trabalho passou a ser apoiado por nações como África do Sul, Holanda, Austrália, Suíça, Estados Unidos, Reino Unido e Brasil. Gradativamente, foram surgindo oportunidades de expandir os projetos e chegaram até o Oriente Médio, África e América do Sul. Em todas as viagens, as Bíblias e livros cristãos eram itens essenciais na bagagem e o Irmão André não deixava de se reunir com líderes nacionais para conversar e apresentar a mensagem da cruz. “Há muito que podemos fazer, começando de joelhos. É verdade que não posso mais viajar e ver meus irmãos e amigos. Mas posso orar.Recentemente estive desafiando os cristãos para serem mais ativos. Na maior parte do tempo, sentimos medo porque ficamos na defensiva. Não fomos feitos para nos defender, ou defender a igreja, ou o cristianismo em geral. Fomos feitos para antecipar as ações”, completou.
O Irmão André casou-se com Corrie Van Dame, cristã que conheceu enquanto trabalhava na fábrica de chocolate Ringers, e tem cinco filhos e 11 netos. Corrie já foi para o Senhor. Conheça mais experiências do fundador da Portas Abertas que foram contadas na obra “O Contrabandista de Deus”. Leia ou presenteie um amigo com os relatos das missões em apoio à Igreja Perseguida.
Fonte: Portas Abertas

O que é a Al-Qaeda?

A rede terrorista Al-Qaeda ganhou grande visibilidade após o ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001, nos EUA

A rede terrorista Al-Qaeda teve origem no Afeganistão, mas tem ligações com grupos radicais no Oriente Médio e outros países (imagem representativa)
A rede terrorista Al-Qaeda teve origem no Afeganistão, mas tem ligações com grupos radicais no Oriente Médio e outros países (imagem representativa)
A Al-Qaeda é uma rede terrorista global fundada por Osama bin Laden e foi responsável por milhares de mortes no ataque de 11 de setembro de 2001 e outros diversos ataques mortais ao redor do mundo.
Antes do 11 de setembro, muitas pessoas sabiam pouco sobre a Al-Qaeda ou seu fundador, Osama bin Laden. Mas as raízes da rede militante islâmica, cujo nome em árabe significa “A Base”, data do final dos anos 1970 e da invasão da União Soviética no Afeganistão.
Desde que declarou uma guerra santa aos Estados Unidos, judeus e seus aliados, a Al-Qaeda se responsabilizou por cerca de 3 mil mortes no 11 de setembro e numerosas outras ofensivas ao redor do mundo. A rede terrorista global tem ligações com grupos radicais no Oriente Médio e outros países.
Como começoua Al-Qaeda?De acordo com o canal History, durante a Guerra do Afeganistão, entre 1979 e 1989, quando a União Soviética apoiou o governo comunista afegão, insurgentes muçulmanos, conhecidos como muhjahidin, se reuniram para lutar a jihad (guerra santa) contra os invasores. Entre eles, estava um saudita, o 17º filho de 52 de um magnata milionário da construção, chamado Osama bin Laden, que apoiou os mujahidin com dinheiro, armas e combatentes.
Junto com Abdullah Azzam, um estudioso e pregador islâmico sunita palestino, que também era mentor de Bin Laden, eles começaram a expandir uma ampla rede de financiamento. Quando os soviéticos se retiraram do Afeganistão em 1989, a Al-Qaeda foi criada para enfrentar futuras guerras santas. Para Bin Laden, essa era uma luta que ele queria assumir globalmente.
Azzam, por outro lado, queria focar os esforços em tornar o Afeganistão em um governo islâmico. Quando ele foi assassinado em um carro-bomba no Paquistão, em 1989, bin Laden foi promovido a líder do grupo.
Qual a rede da Al-Qaeda?Exilado pelo regime saudita, e depois destituído de sua cidadania em 1994, bin Laden deixou o Afeganistão e estabeleceu operações no Sudão, com os Estados Unidos em sua mira como inimigo número 1. A Al-Qaeda tomou crédito pelo ataque de dois helicópteros Black Hawk durante a Batalha de Mogadíscio na Somália, em 1993, assim como do bombardeio ao World Trade Center em Nova York, em 1993, e um carro-bomba em 1995 que destruiu uma base militar norte-americana construída na Arábia Saudita. Em 1998, o grupo alegou a responsabilidade pelos ataques às embaixadas norte-americanas no Quênia e na Tanzânia e, em 2000, pelos atentados suicidas contra o navio de guerra USS Cole no Iêmen, no qual 17 marinheiros norte-americanos foram mortos e 39 feridos.
Expulso do Sudão em 1996, bin Laden voltou para o Afeganistão sob a proteção do Talibã, onde garantiu treinamento para milhares de insurgentes muçulmanos. No mesmo ano, anunciou a fátua, pronunciamento legal no islamismo emitido por um especialista em lei religiosa, contra os Estados Unidos: “Declaração de guerra contra os norte-americanos que ocupam o território de duas terras santas”, com uma segunda declaração de fátua emitida em 1998, citando protestos contra os Estados Unidos, Israel e outros aliados.
Forças do governo iemenita lançaram uma grande ofensiva contra militantes da Al-Qaeda (foto: AFP)

“Os Estados Unidos hoje, como resultado de uma atmosfera arrogante, estabeleceram um critério duplo, chamando qualquer um que vá contra eles injustamente de terrorista. Eles querem ocupar nossos países, roubar nossos recursos, impor agentes para nos governarem e querem que concordemos com isso tudo”, disse bin Laden em 1997 em uma entrevista com a CNN.
De acordo com o Conselho de Relações Exteriores norte-americano, a oposição violenta aos Estados Unidos pela rede terrorista resultou do apoio de governos “infiéis”, incluindo Israel, Arábia Saudita e Egito, junto com as Nações Unidas, e o envolvimento dos norte-americanos em 1991 na Guerra do Golfo e na missão Operation Restore Hope em 1992 e 1993 na Somália.
“Em particular, a Al-Qaeda se opôs à contínua presença das forças militares norte-americanas na Arábia Saudita (e qualquer outro lugar na Península Arábica) após a Guerra do Golfo”, relata o Conselho, acrescentando que “a Al-Qaeda se opôs ao governo dos Estados Unidos por causa da detenção, condenação e aprisionamento de pessoas pentencentes à Al-Qaeda ou a seus grupos terroristas afiliados ou aqueles com quem trabalharam. Por essas e outras razões, bin Laden declarou uma jihad, ou guerra santa, contra os Estados Unidos, que conduziu por meio da Al-Qaeda e de suas organizações afiliadas”.
Como os EUA reagiram ao ataque de 11 de setembro?Após o 11 de setembro de 2001, quando quatro aviões comerciais foram sequestrados por terroristas da Al-Qaeda, resultando no assassinato em massa de 2.977 vítimas em Nova York, Washington D.C., e no Condado de Somerset, na Pensilvânia, bin Laden foi nomeado como o orquestrador e principal suspeito.
A morte de Osama Bin Laden abalou muito a Al-Qaeda (foto: Getty Images)

Os ataques levaram à Guerra do Afeganistão norte-americana, mais conhecida como Operação Liberdade Duradoura, lançada em 7 de outubro de 2001, tirando o Talibã, protetor de bin Laden, do poder, embora a guerra tenha continuado. Bin Laden foi forçado a se esconder, já que havia uma recompensa, emitida pelo FBI, de 25 milhões de dólares por sua cabeça. Bin Laden escapou das autoridades até 2 de maio de 2011, quando uma operação secreta de um grupo de elite da Marinha norte-americana, atirou e matou o líder terrorista em um complexo privado em Abbottabad, no Paquistão.
A Al-Qaeda acabou?E quando a Al-Qaeda foi enfraquecida, o grupo começou uma “reconstrução silenciosa” após a instabilidade no despertar da Primavera Árabe, de acordo com o Conselho de Relações Exteriores norte-americano. “Parece que a Al-Qaeda estava entre as forças regionais que beneficiaram a maioria dos tumultos da Primavera Árabe, em 2011. Sete anos depois, Ayman al-Zawahiri emergiu como um líder poderoso, com uma visão estratégica que implementou sistematicamente. Forças leais à Al-Qaeda e seus afiliados agora chegam a dezenas de milhares”, especialistas não partidários relatam.
Outros grupos jihadistas, incluindo o Talibã e o Estado Islâmico também permanecem ativos na luta contra os Estados Unidos e a cultura ocidental.
Onde a Al-Qaeda é ativa?Parte da nova estratégia tem sido construir alianças locais e promover uma rede de afiliados ou “braços” na África, Oriente Médio e Sul da Ásia. Diferente do Estado Islâmico, a Al-Qaeda é cuidadosa para não alienar as populações locais.
Em 2013, a Al-Qaeda emitiu “orientações gerais para jihad”, que falam sobre uma abordagem mais contida e baseada na comunidade.
“A Al-Qaeda é especialista em identificar preocupações locais, como corrupção e marginalização, e transformá-las em sua agenda da jihad global”, de acordo com Elisabeth Kendall, pesquisadora sênior em Pembroke College, em Oxford.
“Deste modo, os atos como um ‘salvador’ local e o posicionamento como ‘bons moços da jihad’ são opostos aos tipos brutais do Estado Islâmico”, ela disse. A Al-Qaeda tem constantemente aumentado os ataques por meio de diversos braços e afiliados.
Um “braço” saudita da Al-Qaeda alvejou um complexo residencial em Riad, capital da Arábia Saudita, em maio de 2003 (Foto: AFP)

Em 2018, o grupo extremista conduziu um total de 316 ataques ao redor do mundo, de acordo com dados coletados pelo Projeto de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos norte-americano.
O último principal ataque em país ocidental foi o massacre do Charlie Hebdo em Paris, em janeiro de 2016, em que 12 pessoas morreram. O ataque foi conduzido pela Al-Qaeda na Península Arábica.
Mas os afiliados do grupo são muito ativos em outras partes do mundo, conduzindo ataques mortais.
Como a Al-Qaeda persegue os cristãos?O plano dos militantes islâmicos da Al-Qaeda é realizar a jihad, na luta contra os Estados Unidos e tudo aquilo que vai contra a fé islâmica, o que inclui o cristianismo. Para isso, se necessário, lutariam essa guerra santa no próprio país. Exemplos disso são vistos em ataques tanto da Al-Qaeda quanto de “braços” e afiliados.
Uma acusação oficial contra 11 supostos militantes da Al-Qaeda apresentaram planos terroristas para atacar as igrejas em Ancara, na Turquia. Entre o material apreendido pela polícia havia CDs, mapas detalhados, desenhos e diagramas de construção. A polícia também encontrou listas de nomes e endereços residenciais de cristãos e outros funcionários que trabalhavam em uma igreja na capital.
Cerca de 15 mil palestinos ainda estão no campo de refugiados Nahr el Bared, que abriga um total de 40 mil pessoas

Outro grupo, que afirmou ser ligado à rede terrorista da Al-Qaeda, ameaçou bombardear o Líbano e atacar cristãos libaneses caso Beirute continuasse a cercar o campo de refugiados palestinos de Nahr el Bared, onde o Exército confrontava, há dias, radicais islâmicos do movimento Fatah al Islam. Na época, o grupo afirmou que nenhum cristão estaria seguro no Líbano depois disso. Ainda no Líbano, um tribunal acusou 31 supostos membros da Al-Qaeda de planejar um ataque contra uma igreja em Zahle e outros lugares cristãos na mesma cidade, a leste de Beirute. Fontes disseram que a célula da Al-Qaeda no Líbano era dirigida por um saudita e um sírio. A base era na aldeia de Bar Elias, no vale de Bekaa, no leste do país, onde o grupo preparava atentados com carros-bomba.
No Iraque, um cristão foi sequestrado, torturado e assassinado pela Al-Qaeda. A informação é que os criminosos pressionaram a empresa em que o cristão trabalhava para despedi-lo, por causa da crença em Cristo. O corpo do cristão, Ashur Issa Yaqub, foi encontrado com marcas de tortura e mutilação. Ele trabalhava em construção civil na cidade de Kirkuk e membros da Al-Qaeda tinham exigido 100 mil dólares pela libertação. Yaqub tinha 29 anos e deixou mulher e três filhos.
Palavra para cristãos afegãosEntrar no Afeganistão, principal país onde atua a Al-Qaeda, com o evangelho é muito difícil. Uma igreja secreta existe no país, mas ninguém sabe exatamente o tamanho. Esse é um dos motivos de tentarmos transmitir o evangelho de formas alternativas. Uma das maneiras é por meio de novas tecnologias. Com isso, cristãos afegãos de áreas remotas da região recebem transmissão do evangelho. E Deus tem usado isso para transformar pessoas e as trazer para mais perto dele. Receber o alimento espiritual tem fortalecido esses irmãos e irmãs. Sua doação pode fazer com que mais pessoas conheçam o amor de Cristo e tenham suas vidas transformadas.
Fonte: Portas Abertas

sexta-feira, 24 de abril de 2020

O interesse sobre o fim dos tempos está crescendo durante a pandemia, dizem pastores



Pastores que estudam as profecias bíblicas notaram um aumento no interesse sobre o fim dos tempos, diante dos acontecimentos atuais.

“O fim está próximo”, diz manifestante em cartaz sobre coronavírus na Times Square, em Nova York. (Foto: Johannes Eisele/AFP)

Estudiosos em profecias bíblicas sobre o fim dos tempos notaram um interesse crescente no assunto durante a pandemia de coronavírus.

Pastores conversaram sobre o tema no webcast “Pandemias, Profecias e Oriente Médio” transmitido na quarta-feira (22). Eles tiveram como foco a pesquisa da LifeWay Research, realizada antes da pandemia, na qual a maioria dos pastores diz que eventos atuais são sinal do fim dos tempos.

Joel Rosenberg, fundador do The Joshua Fund, que mobiliza cristãos em todo o mundo a abençoar Israel, disse durante o webcast do ministério Chosen People que há um “interesse crescente” no assunto entre os pastores.

“Na verdade, acho que se fizermos essa pesquisa novamente daqui a uma semana, daqui a um mês, veremos esses números realmente crescerem”, disse ele.

Rosenberg disse que acreditava que o número de pastores que viam os acontecimentos atuais como sinal do fim dos tempos fosse “mais baixo” e ficou “encorajado” pelo por ser um número grande.

“Eu acho que houve uma tendência nos últimos 30 ou 40 anos para alguns no meio evangélico a não falar sobre as profecias bíblicas”, disse ele.

Uma das justificativas de Rosenberg é pelo fato de ser um assunto considerado “polêmico” ou até mesmo “maluco”. “Há muitas pessoas sensacionalizando a profecia bíblica e colocando qualquer coisa nas manchetes” como evidência de que o fim está próximo.

“Existem várias implicações geopolíticas, econômicas e sociais da crise pela qual estamos passando agora com o Covid-19”, continuou Rosenberg. “E acho que o que você está vendo é um aumento no interesse e precisamos ter cuidado ao ensinar isso”.

Darrell Bock, professor de estudos do Novo Testamento no Seminário Teológico de Dallas Theological, no Texas, também abordou o crescente interesse pela profecia do fim dos tempos, mesmo antes da pandemia.

“Essa pesquisa foi feita quando os relatos do vírus estavam saindo da China e ainda não haviam atingido a Europa”, observa. “Portanto, esses números não refletem a realidade em que nos encontramos hoje e eu concordo com Joel. Se nós fizéssemos novamente essas perguntas, veríamos números ainda mais altos à luz do que está acontecendo”.

Sinais atuais do fim dos tempos

No início de abril, a LifeWay divulgou uma pesquisa que examina como as denominações evangélicas vinculavam as profecias do fim dos tempos e os acontecimentos modernos.

O estudo realizado com 1.000 líderes evangélicos descobriu que quase nove em cada 10 pastores viam as profecias da Bíblia do fim dos tempos se manifestar nos dias atuais.

Questionados sobre o que consideram as “dores de parto” na qual Jesus se refere em Mateus 24, 83% apontaram o “surgimento de falsos profetas e falsos ensinamentos”, 81% indicaram o “amor de muitos crentes esfriando”, 79% apontaram “a moral tradicional se tornando menos aceita”, 78% indicaram “guerras e conflitos nacionais” e 76% apontaram “terremotos e outros desastres naturais”.

A pesquisa também constatou que 56% dos pastores ​​acreditam que Jesus voltará ainda durante sua vida, enquanto 20% acreditam que isso irá acontecer quando não estiverem mais vivos.

“Há detalhes do retorno de Cristo e de Seu reinado que os estudiosos discordam. No entanto, a grande maioria dos pastores acredita que certos acontecimentos atuais correspondem às profecias que o próprio Jesus deu”, disse Scott McConnell, diretor executivo da LifeWay Research.
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

Senado inclui pastores em expansão do auxílio emergencial de R$ 600




Ministros de confissão religiosa foram incluídos nos beneficiários do auxílio emergencial de R$ 600 durante a pandemia de Covid-19.



Auxílio emergencial para novos beneficiários é aprovado pelo Senado. (Foto: Thiago Lemos/Fotoarena/Folhapress)


O plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (22) o substitutivo do PL 873/2020, que amplia o auxílio emergencial de R$ 600 a novas categorias de trabalhadores que perderam a renda durante a pandemia de coronavírus. O texto foi aprovado por 80 votos em sessão remota.


Com a decisão, foram incluídas mais de 20 categorias na lista do benefício, entre eles ministros de confissão religiosa e profissionais assemelhados.

O Congresso Nacional também incluiu agricultores, artesãos, profissionais da beleza (como cabeleireiros), ambulantes, feirantes, diaristas, garçons, motoristas de aplicativos, taxistas, catadores de recicláveis, entre outros.

O texto aprovado ainda proíbe que instituições financeiras façam descontos ou compensações sobre o valor do auxílio emergencial, mesmo que o beneficiário esteja em débito com a Caixa Econômica Federal ou outra instituição responsável pelo pagamento do auxílio.

O texto substitutivo proíbe a recusa de concessão do auxílio emergencial a trabalhador civilmente identificado sem CPF ou título de eleitor regularizado e estabelece, também, mecanismos de regularização do CPF.

O projeto original é do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e foi aprovado na casa por unanimidade. A proposta foi alterada na Câmara dos Deputados e, por isso, o texto substitutivo teve que voltar à apreciação do Senado. Com a nova votação no Senado, o projeto agora deve ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA SENADO

domingo, 12 de abril de 2020

Páscoa: A pessoa e a ressurreição de Cristo




Nesse próximo Domingo iremos nos reunir como o povo do Rei ressurreto que se agrada em louvá-Lo e iremos celebrar a vitória triunfante do Rei Jesus, que morreu pelos nossos pecados, de acordo com as Escrituras, que foi sepultado e de lá saiu três dias depois, triunfante e vitorioso sobre o pecado e a morte.

Mas o volume da nossa adoração não supera a profundidade da nossa teologia. A grandeza do nosso louvor a Cristo será proporcional a quão profundamente o nosso entendimento de Sua pessoa e obra gloriosa está enraizado no rico solo da Palavra de Deus. Nossa adoração a Cristo pela ressurreição não irá além do nosso entendimento da ressurreição.

Assim, para incentivar nossa adoração pelo Senhor Jesus Cristo ressurreto enquanto esperamos pelo Domingo da Ressurreição, eu quero refletir no significado bíblico e teológico da ressurreição de Cristo, em particular nas implicações da ressurreição corporal do nosso Senhor.
O Último Adão

“Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo.” (1 Coríntios 15.20-22)

Quando Paulo diz “a morte veio por um homem”, ele está se referindo a Adão no Jardim do Éden. Deus deu a Adão e Eva o fruto de todas as arvores do Jardim para comer, mas os proibiu de comer de uma árvore específica. Ele disse “no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2.17). E, é claro, a serpente enganou Eva, ela comeu do fruto e o deu a Adão e, assim como Deus prometeu, naquele momento a morte entrou na criação de Deus por conta do pecado humano.

E a Bíblia ensina que, de uma forma misteriosa, mas real, toda a humanidade foi unida a Adão em sua desobediência de tal forma que quando ele pecou, nós pecamos. E, a partir desse momento, todo membro da raça humana nasce espiritualmente morto, e iremos sucumbir à realidade física da morte. Romanos 5.12 diz “Portanto, assim como por um só homem [Adão] entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”.

Mas assim como “a morte veio por um homem”, da mesma maneira Paulo diz que “também por um homem veio a ressurreição dos mortos”. No meio da maldição da serpente, do homem, da mulher e de toda a criação, Deus faz uma graciosa promessa de que Ele mesmo irá enviar a semente da mulher para destruir a obra do diabo e desfazer o dano decorrido do pecado do homem. E quando Cristo deixou o túmulo naquela manhã de Domingo, Ele demonstrou que Ele é a semente prometida, pois derrotou o pecado e a morte. E, é claro, as Boas Novas do Evangelho são que todos aqueles que crerem nEle irão vencer a morte e partilhar de Sua ressurreição.

O pecado do primeiro Adão no jardim trouxe morte a todos os que estavam nele, isso é, a raça humana inteira. Mas a vida, morte e ressurreição do segundo Adão traz a ressurreição dos mortos a todos os que estão nEle, por meio de arrependimento e fé.

Assim, a ressurreição identifica Jesus como o último Adão, o grande progenitor de uma nova humanidade.
O Filho de Davi, Messias de Israel

Em segundo lugar, a ressurreição identifica Jesus como o Filho prometido de Davi, o Messias de Israel.

No sermão de Pedro no Dia de Pentecostes, ele cita três Salmos de Davi para mostrar que o Cristo ressurreto é o cumprimento das promessas de Deus a Davi. Em Atos 2.25, Pedro cita o Salmo 16.10, onde Davi declara confiantemente que Deus não irá abandonar sua alma no Hades, nem irá permitir que Seu Santo veja corrupção. No verso 29, Pedro diz “Irmãos, seja-me permitido dizer-vos claramente a respeito do patriarca Davi que ele morreu e foi sepultado, e o seu túmulo permanece entre nós até hoje”. Em outras palavras, Davi viu a corrupção, então como pode ser verdade o que ele escreveu no Salmo 16? Ele fala no verso 20, citando o Salmo 132.11, “Sendo, pois, profeta e sabendo que Deus lhe havia jurado que um dos seus descendentes se assentaria no seu trono, prevendo isso, referiu-se à ressurreição de Cristo, que nem foi deixado na morte, nem o seu corpo experimentou corrupção”. E no verso 34, “Porque Davi não subiu aos céus, mas ele mesmo declara”, no Salmo 110.1, “Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés.”

O argumento de Pedro é que Davi não estava falando de si mesmo quando falou do Senhor não deixar Seu Santo ver corrupção. Como ele sabia que Deus havia prometido colocar um de seus descendentes em seu trono, e como ele sabia que esse descendente seria o próprio Deus – é por isso que ele pode chamá-lo de “Senhor” no Salmo 110.1 – ele estava escrevendo essas coisas sobre a ressurreição do Messias! Assim, a conclusão de Pedro é “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” (v. 36).

Assim, quando Jesus deixou o túmulo, Deus estava dando provas certas de que Jesus era o Filho de Davi prometido – de que Jesus era o Messias e Salvador esperado por Israel.
Cumprimento do Pacto

Ao identificar Jesus como o Filho de Davi prometido, a ressurreição também o identifica como aquele em quem todas as promessas pactuais de Deus encontrariam seu cumprimento.

“Nós vos anunciamos o evangelho da promessa feita a nossos pais, como Deus a cumpriu plenamente a nós, seus filhos, ressuscitando a Jesus” (Atos 13.32-33).

Paulo prossegue e cita o Salmo 2.7, Isaías 55.3 e o Salmo 16.10, demonstrando, assim como Pedro tinha feito em Atos 2, que Jesus era o cumprimento da promessa a Davi.

Mas em Atos 13.22-33, Paulo diz que a ressurreição não é meramente o cumprimento do pacto com Davi, mas o cumprimento da promessa que Deus fez a nossos pais. Esses pais são os patriarcas de Israel – Abraão, Isaque, Jacó e José. Paulo está dizendo que a ressurreição é prova de que Jesus é o cumprimento da promessa feita a Abraão também – de que em sua semente todas as nações da terra seriam abençoadas (Gênesis 22.18). Em Gálatas 3.8, Paulo ensina que essas bênçãos universais tem seu cumprimento no Evangelho da justificação pela graça somente.

E em Atos 13.38, Paulo chega ao clímax de seu sermão quando diz “Tomai, pois”, isso é, com base do fato de que Deus ressuscitou Jesus dos mortos, “pois, irmãos, conhecimento de que se vos anuncia remissão de pecados por intermédio deste; e, por meio dele, todo o que crê é justificado de todas as coisas das quais vós não pudestes ser justificados pela lei de Moisés”. Porque Jesus ressuscitou dos mortos, a remissão de pecados está disponível a todos os que creem em no Filho ressurreto de Davi. Assim, todas as famílias da terra são abençoadas na semente de Abraão.

Assim, a ressurreição identifica Jesus como o segundo e último Adão, semente da mulher (Gênesis 3.15, 1 Coríntios 15.22, 45), o Filho de Davi (2 Samuel 7.12-16, Mateus 1.1) e a semente de Abraão (Gênesis 22.18, Gálatas 3.16).
Confirmação do Testemunho de Jesus

Durante seu ministério terreno, Jesus fez uma série de afirmações estupendas e surpreendentes acerca de si mesmo. Considere algumas delas:
João 5.18 – Jesus “dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”. Em outra ocasião ele surpreende ao dizer coisas como “Eu e o Pai somos um” (João 10.30) e “Quem me vê a mim vê o Pai” (João 14.9).
João 5.21, 26 – “Pois assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos, assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer”. E no verso 26 ele diz, de forma similar, “Porque assim como o Pai tem vida em si mesmo, também concedeu ao Filho ter vida em si mesmo”.
João 5.22, 27 – Ele declara ele mesmo ser o justo Juiz de todas as pessoas e todas as coisas: “E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento”.
João 5.23 – Ele diz que todos devem honrar o Filho da mesma forma que honram o Pai! Ele está ordenando que todos o adorem, assim como você adoraria Deus! E diz que, se você não o adora como Deus, você desonra o Pai! Assim, você não pode adorar o Pai sem adorar o Filho! Em João 14.6, Ele diz: “ninguém vem ao Pai senão por mim”.
João 5.24 – Ele diz “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida”. Crer o não crer nEle determina seu destino eterno!

Essas eram afirmações ultrajantes para fazer a respeito de si mesmo! Pessoas que dizem esse tipo de coisa nunca poderiam ser chamadas de “bom mestre” ou “exemplo de moral”. Afirmar essas coisas sobre si mesmo é, no mínimo, loucura e, no máximo, blasfêmia.

Então ele eleva o nível. Ele afirma que iria ressuscitar dos mortos.

“Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas; condená-lo-ão à morte e o entregarão aos gentios; hão de escarnece-lo, cuspir nele, açoitá-lo e matá-lo; mas, depois de três dias, ressuscitará” (Marcos 10.33-34).

E não apenas isso! Ele também disse que Ele mesmo iria ressuscitá-lo do túmulo! Em João 10.18 ele diz “Ninguém a tira [Sua vida] de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai”.

Essa afirmação ganha de todas. Todas as outras – afirmar ser igual a Deus, ser o justo Juiz de todos, ordenar ser adorado como o Pai é adorado, afirmar ser o único caminho ao Pai – poderiam apenas ser a retórica de um enganador ou um louco. Mas essa afirmação dele que Ele seria morto e iria ressuscitar a si mesmo dos mortos após três dias – isso era verificável. Ele poderia ter afirmado todas as outras coisas e ninguém poderia saber se eram verdade ou não. Mas as pessoas poderiam verificar se ele iria ou não ressuscitar dos mortos. E o ponto é: se ele podia cumprir essa afirmação, não haveria nenhuma boa razão para rejeitar as outras afirmações feitas. Se Jesus ressuscitou dos mortos, então Ele é quem Ele diz que é, e você lhe deve obediência. A ressurreição demanda obediência.

Se você está lendo isso e tem um compromisso exterior com o Cristianismo – você se diz um cristão, vai a igreja de vez em quando (no Natal, na Páscoa), cresceu na igreja e até lê a Bíblia vez ou outra – mas está evidente que você é o senhor da sua vida. Você estabelece a agenda da sua vida, e quando seguir a Cristo começa a requerer a forma com que você gasta seu tempo e dinheiro, como você trata seu cônjuge e sua família, com quais coisas você se entretém – bem, então todas aquelas coisas sobre “Jesus” são apenas um monte de bobagem para fanáticos religiosos. Mas o túmulo vazio simplesmente não permite seguidores casuais de Jesus. Ele ressuscitou dos mortos ou não?

De fato Ele ressuscitou. E porque ele vive, isso significa que Ele é o Senhor, Ele é Deus, Ele é o Juiz e Sua Palavra é a Verdade! A ressurreição abrange todos os aspectos da sua vida. E se você não está vivendo para Ele, se você ainda se apega ao seu pecado, eu o convido a, nessa Páscoa, confessar que, apesar do que você diz sobre si mesmo, você nunca realmente creu em Cristo como seu Salvador e Senhor e a olhar para o Salvador com os olhos da fé, se arrepender de seus pecados e experimentar a vida ressurreta que vem de estar unido a Ele.

Por: Mike Riccardi. © The Cripplegate. Website: thecripplegate.com. Fonte: Sunday’s Coming: The Resurrection and the Person of Christ.

Original: Páscoa: A pessoa e a ressureição de Cristo. © Ministério Fiel. Website: MinisterioFiel.com.br. Todos os direitos reservados.CompartilharMike Riccardi

Mike é o pastor dos Ministérios de Extensão Local na Grace Community Church em Los Angeles, onde também serve como co-pastor da GraceLife. Ele também ensina Apologética e Evangelismo no The Master’s Seminary, onde atualmente está fazendo o doutorado em Teologia.

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sábado, 4 de abril de 2020

O Coronavírus e os Cristãos Perseguidos



Descubra como o coronavírus tem afetado a Igreja Perseguida


Cristãos perseguidos enfrentam a COVID-19, além da hostilidade da sociedade e dos governos

O mundo foi pego de surpresa por um inimigo invisível chamado coronavírus. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 400 mil pessoas contraíram a doença no mundo. O número de mortes está perto de 18 mil, das quais boa parte aconteceu em países como China, Itália e Espanha. Os primeiros casos de infecção pelo coronavírus aconteceram em dezembro de 2019 em Wuhan, centro urbano da China. 


A origem do vírus SARS-CoV2 é de um animal silvestre, que era vendido no mercado de frutos do mar e peixes da metrópole chinesa. As autoridades tomaram a decisão de fechar o local de origem do vírus e passaram a observar os cidadãos. Com o desenvolvimento da doença, também surgiram informações de como fazer para evitar a contaminação de outras pessoas, como a boa higienização das mãos e o confinamento dos infectados. Outra medida tomada foi a proibição de eventos que promovessem a aglomeração de pessoas, como aconteceu em igrejas da nação.


O impacto da COVID-19 na igreja chinesa


Os cristãos do 23º país na Lista Mundial da Perseguição 2020 (LMP), precisaram adaptar as atividades e o pastor Huang Lei contou à Portas Abertas como a igreja chinesa estava se adequando ao momento de incertezas. Os cultos e encontros de discipulado passaram a acontecer via internet, alguns deles mais de uma vez por semana. As pessoas precisavam ainda mais de cuidado emocional e espiritual, mas não poderiam manter contato físico e nem deixar os próprios lares. “Eu acho que isso está nos aproximando mais do que nunca. Oramos, compartilhamos informações e tomamos decisões juntos. O vírus não pode nos parar”, revelou o pastor Huang.


Os estudos sobre a COVID-19 mostravam ao mundo que todos precisavam cuidar melhor dos idosos e das pessoas com doenças pré-existentes, como diabetes e cardiopatias. Todo o zelo foi manifestado em ações por cristãos chineses. “Ouvimos dizer que nossos idosos e deficientes são gratos ao Senhor e ficam muito encorajados por essa oportunidade de reuniões on-line. Antes disso, eles se sentiam alienados, ficando em casa sozinhos, como se estivessem abandonados. Agora eles apreciam a conexão entre irmãos mais do que nunca”, testemunhou o líder.

Quando a saúde ganhava toda a atenção, as prioridades mudaram. A confiança no sustento divino precisava ser exercitada e a única saída era focar no que realmente importava: o relacionamento com Deus. O colaborador Ron lembrou de uma visita que fez ao evangelista chinês Wang Ming-Dao, no início dos anos 90. “Vi-me sentado sozinho em uma cela escura. Não pude usar o tempo para escrever mais livros. Eles me privaram de caneta e papel. Não pude estudar minha Bíblia e produzir mais sermões. Eles a levaram embora. Eu não tinha ninguém para testemunhar, já que o carcereiro empurrava minhas refeições por uma escotilha durante anos. Tudo o que me deu significado como obreiro cristão foi tirado de mim e eu não tinha nada para fazer”, contou o pastor encarcerado. Nesse momento em que tudo foi tirado dele, o líder entendeu que a única coisa que ele realmente tinha e necessitava era a presença de Cristo onde quer que estivesse.


Sem coronavírus na Coreia do Norte?


As igrejas de Wuhan foram as primeiras a experimentar o sentimento de entrega a Deus diante da COVID-19. Era preciso viver um dia de cada vez para a glória de Deus, sem garantia de provisão futura, mas certos de que o mais importante eles já tinham: Jesus. Infelizmente, o mesmo não aconteceu na Coreia do Norte, país número um na perseguição de cristãos na LMP. As contaminações pelo coronavírus até hoje não foram noticiadas publicamente pelo governo comunista, porém há informações de que até o final de fevereiro 200 soldados morreram de uma doença com sintomas parecidos aos da COVID-19. Um dos colaboradores da Portas Abertas que desenvolve ministério com norte-coreanos que vivem em outro país contou que as perspectivas não seriam boas se a pandemia se alastrasse pelo território liderado por Kim Jong-un. “Os hospitais mal estão funcionando, há poucos médicos e há uma enorme escassez de medicamentos. As pessoas doentes compram remédios não rotulados de pessoas que não têm formação médica”, compartilhou.


Outro fator que intensificou a oração dos cristãos espalhados ao redor do mundo foi a escassez de alimentos e a desnutrição. “Uma epidemia de vírus seria desastrosa para eles. Mesmo em países altamente desenvolvidos, o sistema de saúde está sob enorme pressão. A Coreia do Norte não tem meios para ajudar seus cidadãos se houver um surto grave”, explicou. A falta de informação também pode ser um agravante para a população, já que tem acesso apenas às informações governamentais. Será que sabem do mínimo cuidado que precisam ter com eles e com as pessoas mais próximas?

Pandemia no Oriente Médio


A Covid-19 chegou ao Irã e fez centenas de vítimas. Uma das medidas encontradas pelo governo foi a libertação de 85 mil presos. As penitenciárias insalubres da 9ª colocada na LMP 2020 foram consideradas “criadouros” para o coronavírus. Apesar de terem libertado alguns cristãos neste período, os que cumprem penas mais longas tiveram os pedidos de libertação sob fiança negados. A Portas Abertas iniciou campanhas de advocacia e de oração para a libertação dos restantes. Porém, nas vilas mais remotas, a situação poderia ser pior, já que os casos de infectados eram referentes a funcionários do governo em grandes centros urbanos. “Estamos morrendo aqui e ninguém parece se importar. Muitas pessoas ao nosso redor adoecem e acabam em hospitais ou estão morrendo”, testemunhou um líder de uma igreja doméstica.


O radicalismo islâmico também encontrou solo fértil durante a pandemia, quando alguns líderes religiosos apontaram a doença como um castigo de Alá sobre os não muçulmanos. Esse preconceito era capaz de agravar ainda mais a situação de cristãos no país, pois muitos deles já são tratados à margem de serviços do governo.

Apesar de enfrentarem a hostilidade da população, muitos seguidores de Jesus mantiveram o chamado de fazer o bem a todos. “Costumávamos mobilizar voluntários para fazer sanduíches e alimentar as crianças de rua que tentam ganhar o sustento para as famílias. Mas, após o surto, tivemos que priorizar o fornecimento de máscaras e desinfetantes em gel para ajudá-las a ficarem seguras”, contou um dos líderes locais.

As consequências econômicas chegaram a todos que precisaram interromper o que estavam fazendo para conter a propagação da COVID-19. Os mais afetados foram os pobres que dependiam da renda diária para arcar com as despesas básicas, como alimentação e moradia. Porém, diante dessa necessidade, uma igreja iraniana também agiu. “Estamos fazendo todo o possível para fornecer pacotes de comida para idosos e vulneráveis, que não podem sair, ou para aqueles que perderam o emprego nessas difíceis circunstâncias. Ao longo do ano, compartilhamos as boas-novas de Cristo com nossos vizinhos e comunidade; agora temos a chance de ser as boas-novas”, comentou um cristão iraniano.


Fonte: Portas Abertas

China escondeu intencionalmente a gravidade do coronavírus, diz inteligência dos EUA


Chinese President Xi Jinping looks on during a meeting with his Serbian counterpart Tomislav Nikolic in Belgrade, Serbia June 18, 2016. REUTERS/Marko Djurica - RTX2GVVP

A conclusão do relatório é que os números da China são falsos, de acordo com a Bloomberg News.


A China omitiu a verdade e repassou informações falsas sobre o coronavírus, segundo inteligência dos EUA. (Foto: Getty Immages)

Autoridades de inteligência dos EUA revelaram que a China ocultou a verdadeira extensão do surto de coronavírus em seu país, colocando assim o mundo todo em risco, informou a Bloomberg News na última quarta-feira (1).


Três autoridades americanas não identificadas disseram que um relatório classificado enviado à Casa Branca mostrou que a China reduziu seus relatórios públicos sobre o número de casos e mortes.

A conclusão do relatório é que os números da China são falsos, de acordo com a Bloomberg News, que citou duas das três autoridades.

O documento com as conclusões sobre as alterações nos números foi entregue à Casa Branca na semana passada. Segundo funcionários da inteligência americana que falaram à Bloomberg sob condição de anonimato, ele conclui que a China publicou dados incompletos sobre mortes e contágios pela Covid-19 intencionalmente.

O surto começou na província chinesa de Hubei, em dezembro de 2019. Atualmente, o país comunista registra 82.000 novos casos e 3.300 mortes, segundo dados da pandemia compilada pela Universidade Johns Hopkins. Esses números já estão consideravelmente abaixo aos mais de 189.000 casos e mais de 4.000 mortes nos EUA, que agora têm o maior surto do mundo.

Desconfiança

O ceticismo em relação aos números da China girou ao longo da crise, alimentado por esforços oficiais para reprimir más notícias nos primeiros dias e uma desconfiança geral do governo. Filas longas de pessoas esperando para recolher as cinzas de entes queridos em funerais na semana passada reviveram o debate.

O sistema de saúde em Wuhan, a cidade onde três quartos das vítimas da China morreram, ficou sobrecarregado no auge do surto. Os hospitais transbordaram, os pacientes com sintomas foram enviados para casa e não havia kits suficientes para fazer o teste em todos. Em qualquer país, obter uma imagem completa na neblina da guerra é praticamente impossível.

“O número de casos confirmados de COVID-19 por país parece uma tabela sombria e chama a atenção de muitos”, disse Hsu Li Yang, chefe do programa de doenças infecciosas da Universidade Nacional de Cingapura. “No entanto, é importante entender que esses números – sejam da China, Itália, Cingapura ou EUA – são todos imprecisos e estão subestimados em graus variáveis ​​do número real de infecções”.

Em uma coletiva de imprensa na terça-feira, a Dra. Deborah Birx, coordenadora de resposta da Força-Tarefa de Coronavírus da Casa Branca, apontou os dados “ausentes” da China.

“A comunidade médica interpretou os dados chineses como sendo sérios, mas menores do que se esperava”, afirmou Birx em entrevista coletiva. “Porque, provavelmente … estávamos perdendo uma quantidade significativa dos dados, agora que vemos o que aconteceu com a Itália e o que aconteceu com a Espanha”.

Fazendo “vista grossa”

Em um comentário para o site The Daily Signal, Helle C. Dale, membro sênior em diplomacia pública da The Heritage Foundation, escreve: “Na última década, Pequim investiu pesadamente em ampliar seu alcance de propaganda em todo o mundo, que agora está valendo a pena”.

“A ideia de que algumas agências de notícias americanas e europeias estão dando mais credibilidade à linha partidária chinesa no Coronavírus do que a seus próprios governos é nada menos que bizarra”, observou Dale. “No entanto, aqui estamos nós.”

Dale também cita o Media Research Center, que disse em um relatório: “a mesma mídia que investe continuamente neste inquérito contra Trump não consegue quase inteiramente iluminar as ações do governo chinês”.

“O que é muito mais difícil de entender é a prontidão da grande mídia em dar uma chance a Pequim – o tempo todo demonstrando desdém irracional pelos esforços do presidente dos EUA e de seu governo”, concluiu.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA BLOOMBERG NEWS

John Piper e líderes cristãos marcam jejum e oração mundial por fim de pandemia


A iniciativa é do grupo evangélico The Gospel Coalition, que reuniu lideranças cristãos para o mesmo propósito.


O ministro cristão John Piper. (Foto: Reprodução/Desiring God)

O próximo sábado (04) foi sugerido pelo grupo evangélico The Gospel Coalition (Coalizão do Evangelho) como um dia em que os cristãos devem orar e jejuar por nosso mundo.


O dia começará com uma oração pessoal baseada no Salmo 27, será pontuada com a oração da comunidade com a família da igreja de cada pessoa ao meio-dia e terminará com orações conduzidas globalmente on-line por oradores cristãos e autores como Jen Wilkin, Kevin De Young, Joni Eareckson Tada e John Piper.

Os músicos Keith e Kristyn Getty também liderarão todos no culto com louvores.

Julius Kim, presidente do The Gospel Coalition, escreveu em seu site que: “Muito já se perdeu, e a incerteza sobre o que mais pode ser perdido – e quando vai parar – deixa as pessoas profundamente ansiosas”.

“Mas adoramos um Deus poderoso e soberano que não nos desampara. Nós clamamos a ele em nossa angústia porque ele é firme e imutável – um poderoso refúgio em um mundo de tempestades.”

Ele acrescentou que outro motivo para orar ao mesmo tempo é se sentir mais próximo como uma igreja global: “Eu acredito que um dia para jejuar e orar pode oferecer uma oportunidade unificadora para os cristãos ao redor do mundo – especialmente nos dias de ‘distanciamento’ e dispersão aumentada”.

O pregador John Piper e a coordenadora do ministério de mulheres Melissa Kruger liderarão as orações pelas famílias, a professora da Bíblia Nancy Guthrie e o pastor John Onwuchekwa liderarão as orações pela economia e o estudioso presbiteriano Ligon Duncan e a oradora Jen Wilkin liderarão as orações pelos que estão sofrendo.

“Na véspera do Domingo de Ramos e no início da Semana Santa, esperamos que este encontro incentive e reforce a fé dos crentes em todo lugar”, disse Julius Kim.

Motivos de oração

Esperamos que cristãos de todo o mundo se juntem a nós neste dia de jejum e oração. Os tópicos de oração e participantes confirmados para o horário de oração da noite online incluem:

– Orações pelos enfermos e sofredores (Ligon Duncan, Jen Wilkin)
– Orações para trabalhadores médicos (Joni Eareckson Tada, Stephen Um)
– Orações pela provisão / economia (Nancy Guthrie, John Onwuchekwa)
– Orações para funcionários do governo local, nacional e global (Kevin DeYoung, Jeany Jun)
– Orações para líderes e missionários da igreja (Darryl Williamson, Quina Aragon)
– Orações para famílias (John Piper, Melissa Kruger)
– Orações pelos perdidos (David Platt, Jeremy Treat)

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO PREMIER E TGC

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Igreja Presbiteriana Filadélfia promove CAMPANHA SOLIDÁRIA DOE ALIMENTOS.



CAMPANHA SOLIDÁRIA DOE ALIMENTOS.

Nestes dias difíceis de quarentena por causa do coronavírus ( COVID-19) a Igreja Presbiteriana Filadélfia de Garanhuns-PE, pensando no próximo, onde algumas pessoas (irmãos e amigos) em nossa cidade, já estão passando por dificuldades financeiras, está realizando a Campanha Solidária DOE ALIMENTOS buscando a arrecadação de Alimentos para assim ajudarmos o nosso próximo.

Convidamos você para participar conosco desta campanha, fazendo sua doação em alimentos.Maiores Informações com os nossos irmãos: Pastor Eli Vieira fone (87)99987-8786; Presbítero César Henrique Presidente da UPH – fone (87)999636-0859; Presbítero Diego Batista presidente da UMP (87) 99935-7297 e a presidente da SAF irmã Selma Moraes fone (87) 99997-1388.Você também pode participar desta campanha fazendo sua doação em dinheiro na conta da Igreja Presbiteriana Filadélfia, para tanto acrescente no final 99. Por exemplo: R$ 10,99; R$ 20,99; R$ 50,99 – BANCO BRADESCO Agência 3212 Conta Corrente 40458-6 em nome da Igreja Presbiteriana.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Atleta cristão Drew Brees doa US$ 5 milhões para combater o coronavírus nos EUA



Drew Brees é cristão e disse que este é o momento de cada um fazer o que está ao seu alcance para combater a pandemia.


Drew Brees joga pelo All Saints, do estado da Louisianna. (Foto: Getty Images/Al Bello/Staff)

O quarterback do New Orleans Saints, Drew Brees e sua esposa, Brittany, prometeram doar US$ 5 milhões ao estado da Louisiana (EUA) para ajudar no combate à pandemia do coronavírus.

O atleta também está alavancando seu relacionamento com várias empresas “para preparar e entregar mais de 10.000 refeições por dia em toda a Louisiana, pelo tempo que for necessário para crianças e idosos em programas de refeições para famílias carentes”.

“Vamos fazer a nossa parte, manter a esperança e superar isso juntos”, escreveu ele em um post publicado na última quinta-feira (26) no Instagram.

Brees é cristão e não perde a oportunidade de usar suas redes sociais e outras plataformas para compartilhar o amor de Jesus.

Em 2019, ele apareceu em um vídeo, promovendo uma conhecida campanha nos EUA para incentivar crianças a levarem suas Bíblias à escola. O atleta chegou a ser duramente criticado por ateus e outros ativistas em favor do “Estado Laico”.

No vídeo de 22 segundos publicado por um canal do YouTube “Bring Your Bible”, da organização cristã ‘Focus On The Family’, Brees abriu compartilhando seu verso favorito, II Coríntios 5:7: “Porque vivemos pela fé, não pela vista”. Ele então disse: “Quero encorajá-lo a viver sua fé no Dia de Trazer Sua Bíblia à Escola e compartilhar o amor de Deus com os amigos. Você não está sozinho.”

Contexto

No estado da Louisiana, agora existem mais de 2.300 casos confirmados de coronavírus, e quase 1.000 deles estão na cidade de Nova Orleans. Pelo menos 83 pessoas morreram com o vírus.

O governador John Bel Edwards (D) disse na última terça-feira: “Ainda é impossível saber exatamente quanto tempo a pandemia do COVID-19 afetará a Louisiana, mas o que sabemos é que temos mais casos per capita do que nunca, exceto Nova York. e Washington”.

Segundo o Dr. Joshua Denson, médico pulmonar e de cuidados intensivos do Centro Médico Tulane, em Nova Orleans, a rápida disseminação da infecção no estado da Louisiana provavelmente veio das celebrações da festividade ‘Mardi Gras’ (um tipo de “carnaval”), em Nova Orleans.

“Alguém trouxe isso para cá”, explicou, “e então começou a se espalhar lentamente”.

No início deste mês, o técnico do Saints, Sean Payton, revelou que havia sido diagnosticado com o COVID-19. Em um tweet, ele disse que experimentou apenas sintomas leves e não sofreu nenhum desconforto respiratório.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO FAITH WIRE

Diretor da OMS Tedros Adhanom pode ter vínculo com Partido Comunista da China, segundo dissidentes

 

A Organização Mundial da Saúde tem sido vista como muito flexível em meio às preocupações de Pequim com sua economia e reputação política.


Presidente Xi Jinping aperta as mãos de Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS, em Pequim. (Foto: Feng Yongbin/China Daily)

A resposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) à China, onde se iniciou a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), tem levantado questionamentos de ativistas e críticos do governo comunista chinês.

Yu Jie, um escritor chinês que se tornou dissidente e vive exilado nos Estados Unidos, mencionou a OMS como uma “organização afiliada” do Partido Comunista da China. Yu se converteu ao cristianismo em 2003 e na China era membro de uma igreja doméstica.

Segundo o site de notícias Asia Times, com sede em Hong Kong, Yu notou a falha na avaliação de risco da OMS sobre a disseminação do coronavírus, bem como a relutância da organização em declarar uma emergência de saúde global.

Outro crítico foi o artista chinês Ai Weiwei, conhecido por sua crítica aos abusos do governo chinês sobre democracia e direitos humanos. Ele também transmitiu uma carta de petição exigindo a renúncia do diretor-geral da OMS,

.“Em 23 de janeiro de 2020, Adhanom se recusou a declarar o surto de vírus na China como uma emergência de saúde global. O número de infectados e mortes aumentou mais de dez vezes em apenas cinco dias desde então. Parte disso está relacionado à subestimação da situação por Adhanom na China”, diz a petição.

Quando o presidente chinês Xi Jinping se encontrou com Adhanom em Pequim no final do mês passado, havia três mesas que separavam Xi e Adhanom dentro do Grande Salão do Povo, sem precisar da ajuda de intérpretes.

Em um longo discurso durante a sessão, Xi contou como ele orquestrou pessoalmente a resposta à pandemia e supervisionou a implantação de recursos, enfatizando a confiança e a capacidade da China de triunfar sobre o vírus sob uma liderança forte e poderosa do Partido Comunista.

No entanto, seria demais esperar que Xi visitaria pessoalmente o epicentro do coronavírus em Wuhan, onde a doença contaminou 35.991 pessoas e matou mais de 1.000, segundo o último levantamento oficial.

A OMS, no entanto, elogiou a “resposta agressiva” da China ao vírus, fechando transportes, escolas e mercados.


Assintomáticos pode chegar a um terço dos infectados pelo coronavírus. (Foto: China Daily/Reuters)

Adhanom, que já foi ministro da Saúde e ministro das Relações Exteriores da Etiópia, é mencionado por Xi e pela mídia estatal chinesa como um “velho amigo” da China.

“É difícil saber exatamente o quão habilidoso Adhanom é em seu trabalho ou quanto dinheiro recebeu da China, mas o homem certamente conhece as regras de etiqueta e como cumprimentar Xi, como qualquer pessoa com bom senso faria, como o chefe de uma OMS sob o feitiço da China”, disse Yu Jie.

Dados camuflados

O número de “portadores silenciosos” — pessoas infectadas pelo novo coronavírus, mas sem sintomas — pode chegar a um terço dos que têm resultado positivo, de acordo com dados classificados do governo chinês, acessados pelo jornal South China Morning Post.

Isso poderia complicar ainda mais as estratégias utilizadas pelos países para conter o vírus, que infectou mais de 300.000 pessoas e deixou mais de 14.000 mortos em todo o mundo.

Mais de 43.000 pessoas na China haviam testado positivo para Covid-19 até o final de fevereiro, mas não apresentavam sintomas imediatos. Eles foram colocados em quarentena e monitorados, mas não foram incluídos na contagem oficial de casos confirmados, que eram de cerca de 80.000 na época.

Um número crescente de estudos está questionando a afirmação anterior da OMS de que a transmissão assintomática era “extremamente rara”. Um relatório da missão internacional da OMS após uma viagem à China estimou que as infecções assintomáticas representavam 1 a 3% dos casos, de acordo com um documento da União Europeia.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO ASIA TIMES

Médico ateu na Itália encontra Deus lutando contra o COVID-19


“Estou feliz por ter voltado com Deus enquanto estou cercado pelo sofrimento e pela morte de meus semelhantes”, disse o médico



O médico ateu, Dr. Julian Urban, da Itália, percebeu que precisava começar a pedir ajuda a Deus em meio à pandemia do COVID-19 que atingiu seu país enquanto estava de serviço.

Em um post no Facebook de Jim McCarthy, ele compartilhou um poderoso testemunho de um médico encaminhado por seu amigo da Itália.
Testemunho de um médico ateu italiano

O médico de 38 anos está servindo em um hospital na Lombardia, Itália. O Dr. Julian relatou o que eles experimentaram dentro do hospital enquanto lutavam contra o COVID-19.

Ele afirmou: “Nunca, nos meus pesadelos mais sombrios, imaginei ver e experimentar o que estava acontecendo na Itália em nosso hospital nas últimas três semanas. O pesadelo flui e o rio fica cada vez maior.

Então o médico descreveu como alguns pacientes de repente se tornaram centenas.

E ele disse: “Agora, não somos mais médicos, mas classificadores que decidem quem deve viver e quem deve ser enviado para casa para morrer, embora todos esses pacientes tenham pago impostos de saúde italianos durante toda a vida”.

No entanto, em meio a essa situação improvável dentro do hospital, alguns médicos passaram a conhecer a Deus.
Encontro com um pastor idoso

Dr. Julian narrou: “Até duas semanas atrás, meus colegas e eu éramos ateus. Era normal porque somos médicos. Aprendemos que a ciência exclui a presença de Deus.”

Ele testemunhou como ele zombou de seus pais irem à igreja no passado. E como tudo isso mudou depois de conhecer um pastor que foi internado no hospital.

Nove dias atrás, um pastor de 75 anos foi internado no hospital. Ele era um homem gentil. Ele tinha sérios problemas respiratórios, relatou o Dr. Julian.

“Ele tinha uma Bíblia com ele e nos impressionou como lia para os moribundos enquanto segurava a mão deles. Nós, médicos, estávamos todos cansados. Fisicamente acabados. Quando tivemos tempo, ouvimos ele”. Atingimos nossos limites.

O médico relata: “Não podemos fazer mais nada. As pessoas estão morrendo todos os dias. Estamos exaustos. Temos dois colegas que morreram e outros que foram infectados”.

Então ele e seus colegas perceberam: “Precisávamos começar a pedir ajuda a Deus”.
Médicos ateus voltados para Deus

Ele testemunhou: “Quando conversamos um com o outro, não podemos acreditar que, embora já tenhamos sido ateus ferozes, agora estamos diariamente em busca da paz, pedindo ao Senhor que nos ajude a continuar para que possamos cuidar dos enfermos.”

Dr. Julian, mais tarde, revelou que o pastor de 75 anos morreu.

Ele disse: “Apesar de ter tido mais de 120 mortes aqui em 3 semanas, não fomos destruídos. Ele [o pastor] conseguiu, apesar de sua condição e nossas dificuldades, trazer-nos uma PAZ que não esperávamos encontrar. O pastor foi ao Senhor, e em breve o seguiremos se as coisas continuarem assim. ”
Grato por Encontrar Deus

Mas, apesar da ameaça à saúde deles, o Dr. Julian expressou sua gratidão por ter encontrado Deus novamente.

“Não estou em casa há 6 dias. Não sei quando comi pela última vez – ele disse. E percebeu sua “inutilidade nesta terra” e quer usar seu último suspiro ajudando os outros.

Além disso, o ex-ateu afirmou: “Estou feliz por ter voltado com Deus enquanto estou cercado pelo sofrimento e pela morte de meus semelhantes”.

Esse testemunho lembra bastante que existe um profundo impacto espiritual nesta crise. Deus está trabalhando nos bastidores!

“Da mesma maneira, deixe sua luz brilhar diante dos outros, para que eles possam ver suas boas obras e dar glória a seu Pai que está no céu.” (Mateus 5:16)

Fonte: amigodecristo.com

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