Números 35.1-8
Amados irmãos, a caminhada do povo de Israel pelo deserto
não era um movimento caótico, desorganizado ou deixado ao acaso. Ao abrirmos as
Escrituras Sagradas no livro de Números, deparamo-nos com um Deus que é Senhor
da ordem, da disciplina e da providência. O texto que temos diante de nós, em
Números 35.1-8, posiciona-se nos momentos finais da jornada no deserto, nas
planícies de Moabe, junto ao rio Jordão, na altura de Jericó. Israel estava às
portas da Terra Prometida, prestes a herdar aquilo que o Senhor havia jurado
aos seus pais.
À primeira vista, para o leitor contemporâneo, um texto que
trata da distribuição de cidades e pastagens para uma tribo específica pode
parecer meramente administrativo, burocrático ou desprovido de calor
espiritual. Alguém poderia perguntar: “Por que o Espírito Santo registrou com tantos
detalhes a quantidade de côvados e a demarcação de terras para os levitas?”
No entanto, quando compreendemos o contexto teológico e o
panorama espiritual desta narrativa, percebemos uma verdade extremamente séria:
Deus cuida de forma prática daqueles que cuidam do Seu ministério, e a
organização do Seu povo reflete a Sua própria santidade e justiça.
A tribo de Levi havia sido separada exclusivamente para o
serviço do Tabernáculo. Eles não receberam uma porção contínua de terra como
herança geográfica, pois o próprio Senhor era a sua herança. Contudo, eles
precisavam de morada e de sustento para os seus rebanhos. É aqui que Deus
intervém e ordena que as outras tribos abram mão de parte de suas heranças para
acolher e sustentar os ministros do altar.
Este texto nos lembra que: Deus é o provedor do Seu
ministério; A generosidade é uma
exigência para o povo da aliança; E a presença dos ministros de Deus deve estar
espalhada por toda a sociedade.
Vivemos em uma geração que muitas vezes negligencia a
organização e o sustento da obra de Deus, tratando o ministério com leviandade.
Mas Deus continua zeloso. Como afirmou o teólogo João Calvino: “Deus organiza a
Sua Igreja de tal maneira que as necessidades dos Seus ministros sejam
supridas, para que eles possam servir ao altar sem distrações seculares.”
A elucidação deste trecho bíblico nos revela que a ordem
divina dada a Moisés estabelecia critérios muito específicos para a habitação
dos levitas. O Senhor determinou que fossem dadas aos levitas quarenta e oito
cidades no total, espalhadas por entre a herança de todas as outras tribos de
Israel. Dentre estas quarenta e oito cidades, seis seriam designadas como
cidades de refúgio, um lugar de proteção para o homicida involuntário.
O texto detalha a geometria das pastagens ao redor das
cidades: mil côvados a partir do muro da cidade para fora, estendendo-se por
dois mil côvados em cada ponto cardeal — norte, sul, leste e oeste. Essa
demarcação precisa garantia que os levitas tivessem espaço suficiente para os
seus gados e bens, sem que se transformassem em grandes latifundiários.
O versículo 8 estabelece um princípio de equidade
fundamental: as tribos que possuíam mais terras dariam mais cidades; as tribos
que possuíam menos terras dariam menos cidades. Cada uma daria
proporcionalmente à herança que havia recebido.
Portanto, este texto revela princípios profundos sobre: A
soberania de Deus na distribuição dos recursos; A interdependência e a
solidariedade no meio do povo de Deus; O sustento digno e proporcional daqueles
que se dedicam ao ministério; E o cuidado de Deus em espalhar a Sua Palavra por
todo o território da nação.
Ao observarmos os detalhes desta instrução divina a respeito
das cidades dos levitas, o Espírito Santo nos conduz a aprender quatro verdades
fundamentais sobre a providência de Deus, a responsabilidade da Igreja e o
cuidado com a obra do Senhor.
1. DEUS PROVÊ DIGNA E ESPECIFICAMENTE PARA OS SEUS
MINISTROS (vv. 1-5)
Em primeiro lugar, o texto sagrado nos mostra que o Senhor
não deixa desamparados aqueles que foram chamados para o Seu serviço exclusivo.
Os levitas não tinham terras para plantar em grande escala ou heranças
territoriais para explorar comercialmente. Humanamente falando, eles estavam em
uma posição de extrema vulnerabilidade no deserto e na futura transição para
Canaã. Porém, o Deus que os chamou é o mesmo Deus que desenhou a arquitetura do
seu sustento. Ele ordena a doação de cidades e pastagens medidas ao côvado.
Deus não trata a necessidade dos Seus servos com
generalidades ou desleixo;
Ele cuida dos mínimos
detalhes da sobrevivência e do bem-estar dos Seus ministros.
A Bíblia ratifica este princípio de sustento e cuidado em
todo o restante das Escrituras: 1
Coríntios 9.14: “Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho,
que vivam do evangelho.” Filipenses
4.19: “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas
necessidades em glória, por Cristo Jesus.”
O PRINCÍPIO É CLARO: O sustento dos ministros do Senhor é
uma ordenança divina e um reflexo da fidelidade de Deus para com aqueles que
servem ao Seu povo. Como asseverou o teólogo reformado R. C. Sproul: “A
providência de Deus não é uma ideia abstrata; ela se manifesta no cuidado
prático, diário e visível com a vida daqueles que foram separados para o Seu
altar.”
ILUSTRAÇÃO REAL: Pense por um instante em um exército
nacional. Os soldados que estão na linha de frente ou guardando os quartéis não
saem para trabalhar na agricultura ou no comércio para comprar suas fardas e
alimentos. O próprio Estado, que os alistou, encarrega-se de enviar provisões,
armas, abrigos e salários, para que eles fiquem totalmente focados na defesa da
pátria. Se o governo humano cuida assim dos seus soldados, quanto mais o Rei do
Universo cuidará daqueles que estão alistados na infantaria do Seu ministério
espiritual.
APLICAÇÃO: Meu irmão, minha irmã, você tem sido um
instrumento da providência de Deus para o sustento da Sua obra e dos Seus
ministros? Ou você tem olhado para as necessidades da igreja com indiferença?
Lembre-se de que Deus escolheu usar a fidelidade do Seu povo para suprir o Seu
altar.
VERDADE CENTRAL DO PONTO: Quem serve ao Senhor no ministério
tem o direito e a promessa divina de um sustento digno, provido pelo zelo do
próprio Deus através da Sua Igreja.
2. A GENEROSIDADE DO POVO DEVE SER PROPORCIONAL ÀS
BÊNÇÃOS RECEBIDAS (v. 8)
In segundo lugar, o versículo 8 nos apresenta uma lei de
proporcionalidade que quebra todo o egoísmo humano: “Da tribo que tiver muitas,
tomareis muitas; da que tiver poucas, tomareis poucas; cada uma dará das suas
cidades aos levitas, segundo a herança que herdar.” Deus não exige o mesmo peso
absoluto de todos, mas exige a mesma disposição de coração proporcional àquilo
que cada um recebeu.
Quem recebeu mais da mão de Deus, tem a responsabilidade de
contribuir com mais para a obra de Deus; Quem recebeu menos, contribui com
menos, mas ninguém fica isento de participar da generosidade do Reino.
As Escrituras nos admoestam veementemente sobre essa
proporcionalidade: Lucas 12.48: “A qualquer que muito foi dado, muito se lhe
pedirá; e daquele a quem muito se confiou, muito mais se lhe exigirá.” 📖
2 Coríntios 9.7: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com
tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.”
O PRINCÍPIO É INQUESTIONÁVEL: A verdadeira generosidade no
Reino de Deus não é medida pelo valor absoluto da contribuição, mas pelo
impacto proporcional que ela tem em relação aos recursos que Deus nos confiou.
Como afirmou o grande pregador Charles Spurgeon: “O Senhor avalia a nossa
oferta não pelo tamanho do que depositamos no altar, mas pelo tamanho do amor e
da gratidão que motivaram a nossa entrega a partir daquilo que dEle recebemos.”
ILUSTRAÇÃO REAL: Imagine dois rios. Um deles é um grande rio
volumoso, que recebe águas de dezenas de afluentes. O outro é um pequeno riacho
de montanha. Seria injusto e impossível exigir que o pequeno riacho gerasse a
mesma força e volume de água que o grande rio para mover uma usina. No entanto,
ambos têm a mesma função: continuar fluindo e doando as suas águas para que a
terra ao redor não seque e morra. Se o rio volumoso retiver as suas águas, ele
inunda e destrói; se o riacho parar de fluir, ele desaparece. Assim somos nós
com os nossos recursos nas mãos de Deus.
APLICAÇÃO: Como tem sido a proporção da sua entrega para
Deus? Se o Senhor prosperou as suas finanças, a sua saúde e a sua casa, a sua
dedicação e generosidade cresceram na mesma proporção? Ou quanto mais você
possui, mais o seu coração se fecha em si mesmo?
VERDADE CENTRAL DO PONTO: A contribuição e o apoio à obra de
Deus são deveres de todos, devendo ser realizados com alegria e de forma
proporcional à prosperidade que o Senhor nos concede.
3. A PRESENÇA DOS SERVOS DE DEUS DEVE INFLUENCIAR TODA A
SOCIEDADE (vv. 6-7)
Em terceiro lugar, a distribuição geográfica das quarenta e
oito cidades revela uma estratégia missiológica extraordinária do Senhor: Deus
não queria os levitas isolados em uma única província, mas espalhados de forma
estratégica por todo o território de Israel. Ao pulverizar os ministros do
altar por entre todas as tribos, Deus estava garantindo que nenhuma família
israelita ficasse distante do ensino da Lei, da influência moral e do
testemunho da santidade divina.
O ministério não deve viver enclausurado ou isolado do
mundo; Os santos de Deus devem habitar estrategicamente no meio da sociedade
para servirem de sal e luz.
O Novo Testamento ecoa essa verdade de forma afiada: Mateus 5.13-14: “Vós sois o sal da terra… Vós
sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte.”
Filipenses 2.15: “Para que sejais
irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus imaculados no meio de uma geração
corrompida e perversa, na qual resplandeceis como luminares no mundo.”
O PRINCÍPIO TEOLÓGICO É ESTE: A Igreja do Senhor Jesus não
foi chamada para viver em um gueto espiritual ou em isolamento monástico, mas
para se infiltrar com santidade e poder em todas as esferas da cultura humana.
Como bem pontuou o teólogo A. W. Pink:
“O plano de Deus para o Seu povo sempre foi o de espalhá-los
como sementes de justiça nas terras da impiedade, para que o perfume do
conhecimento de Deus seja sentido em todos os lugares.”
ILUSTRAÇÃO REAL: Pense no fermento que uma mulher coloca na
massa da farinha. Se ela deixar o fermento concentrado apenas em um cantinho da
bacia, ele não cumprirá o seu papel e aquela porção de massa estragará. A
mulher precisa pegar o fermento e misturá-lo, amassá-lo e espalhá-lo por toda a
extensão da farinha. Só assim, invisivelmente, o fermento influencia,
transforma e faz crescer toda a massa. Os levitas eram o fermento de Deus em
Israel; nós somos o fermento de Cristo no mundo moderno.
APLICAÇÃO: Você tem se isolado com medo do mundo, ou tem
exercido uma influência santa no seu ambiente de trabalho, na sua faculdade e
na sua vizinhança? Deus colocou você exatamente onde você está para que o Seu
nome seja conhecido através da sua vida.
VERDADE CENTRAL DO PONTO: A dispersão dos servos de Deus na
sociedade é o método divino para que a Verdade e a Justiça do Senhor alcancem
todos os cantos e estruturas da convivência humana.
4. A IGREJA DEVE SER UM REFÚGIO DE GRAÇA E JUSTIÇA PARA
OS AFLITOS (v. 6)
Em quarto e último lugar, o texto destaca que, dentre as
cidades dadas aos levitas, seis seriam cidades de refúgio. O versículo 6 diz:
“Das cidades, pois, que dareis aos levitas, haverá seis cidades de refúgio, as
quais dareis para que o homicida ali se acolha.” Isso nos ensina que o lugar
onde os ministros de Deus habitam deve ser, por excelência, um ambiente de
socorro, proteção, justiça e manifestação da misericórdia divina.
A habitação dos santos não pode ser um lugar de acusação ou
opressão;
A comunidade dos crentes deve ser o porto seguro para os
quebrantados e perseguidos deste mundo.
Jesus e as cartas apostólicas apontam para essa missão
acolhedora: Mateus 11.28: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e
oprimidos, e eu vos aliviarei.” Gálatas
6.2: “Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo.”
O PRINCÍPIO É ESSENCIAL: A autoridade espiritual e a
estrutura da Igreja local encontram a sua validação prática quando elas se
tornam um instrumento de abrigo para os desesperados e de aplicação da justiça
sob a ótica da graça de Deus. Como escreveu com propriedade o clássico autor
puritano John Bunyan:
“A Igreja do Deus Vivo foi edificada pelo Senhor para ser
uma fortaleza de misericórdia erguida no meio do território da perdição, onde
qualquer pecador arrependido possa encontrar as portas abertas e o perdão
garantido.”
ILUSTRAÇÃO REAL: Imagine um viajante correndo
desesperadamente por uma estrada desértica à noite, caçado por perseguidores
implacáveis que querem tirar-lhe a vida a qualquer custo. Ele está exausto, com
o coração saltando pela boca e as forças se esgotando. De repente, ele avista
uma fortaleza iluminada na colina, com os portões escancarados e sentinelas
prontas para defendê-lo. Ao cruzar aquela entrada, os portões se fecham e ele
pode finalmente respirar, beber água e descansar, pois está sob a proteção de
uma lei superior. Essa fortaleza é o que as cidades de refúgio representavam, e
é isso o que a Igreja deve ser para os aflitos.
APLICAÇÃO: A sua vida e a sua igreja local têm sido um
refúgio para os pecadores feridos e pessoas machucadas pela vida? Ou quando
alguém que falhou se aproxima de nós, encontra apenas dedos apontados, fofocas
e julgamentos implacáveis?
VERDADE CENTRAL DO PONTO: O povo de Deus deve estruturar as
suas comunidades para que sirvam de abrigo santo e amoroso para todos aqueles
que buscam restauração e paz diante do Senhor.
APLICAÇÃO FINAL
Diante deste texto tão rico e organizativo, o Espírito Santo
de Deus nos convoca a uma resposta prática e reverente por meio de quatro
atitudes essenciais:
1. SUPORTE A OBRA DE DEUS COM FIDELIDADE: Não negligencie o
sustento do altar. Cuide com carinho e temor daqueles que ministram a Palavra
de Deus sobre a sua vida e sobre a sua família. (1 Coríntios 9.14)
2. PRATIQUE A GENEROSIDADE PROPORCIONAL: Olhe para o seu
orçamento e para os seus talentos. Dê para Deus na medida abundante em que Ele
tem abençoado e prosperado a sua vida, sem mesquinhez. (Lucas 12.48)
3. SEJA SAL E LUZ NO SEU AMBIENTE: Compreenda que Deus
espalhou a nossa igreja pela cidade para que cada membro seja um embaixador do
Reino de Deus no seu próprio quarteirão. (Mateus 5.13-14)
4. TRANSFORME SUA VIDA EM UM REFÚGIO DE GRAÇA: Acolha os
necessitados, ouça os aflitos e ofereça o bálsamo do amor de Cristo para
aqueles que estão sendo caçados pela culpa e pelo desespero deste mundo ímpio.
(📖 Gálatas 6.2)
CONCLUSÃO CRISTOCÊNTRICA
Meus amados irmãos, toda essa belíssima engenharia
geográfica de pastagens, côvados e cidades dada à tribo de Levi encontra o seu
cumprimento perfeito, definitivo e majestoso na pessoa bendita de Jesus Cristo.
Os levitas precisavam de quarenta e oito cidades físicas
para habitar, e o pecador precisava correr para uma das seis cidades de refúgio
para não ser morto pelo vingador do sangue. A lei humana oferecia uma proteção
temporária e limitada a barreiras territoriais.
Mas o Evangelho da Glória nos apresenta Jesus Cristo, a
nossa Cidade de Refúgio Eterna! Ele é o abrigo perfeito de Deus encarnado na
nossa história.
Gálatas 3.13-14: “Cristo nos resgatou da maldição da lei,
fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for
pendurado no madeiro; para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por
Jesus Cristo…” Hebreus 6.18: “Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é
impossível que Deus minta, tenhamos firme consolação nós, os que fugimos para o
refúgio, a fim de tomar posse da esperança proposta.”
Na cruz do Calvário, nós éramos os culpados. Nós estávamos
sendo caçados pela justiça inflexível da Lei de Deus por causa dos nossos
pecados, rebeliões e imoralidades. O vingador do sangue tinha o direito legal
de nos destruir. Mas Jesus Cristo abriu as Suas duas mãos na cruz e se ofereceu
como o nosso esconderijo eterno. Quando nós corremos para os braços de Jesus, o
juízo da Lei bate contra o Seu corpo e não nos atinge! Em Cristo, nós
encontramos pastagem, provisão, identidade e segurança inabalável.
Como bem asseverou o renomado teólogo contemporâneo John
Stott: “O Evangelho nos mostra que Jesus não apenas nos aponta o caminho da
salvação; Ele mesmo se fez o nosso único e seguro refúgio contra a ira santa de
Deus, pagando o preço que a justiça exigia para que pudéssemos viver em paz.”
Hoje, nesta noite, o Senhor Deus está sondando o seu coração
e te convoca a um posicionamento espiritual definitivo na Sua presença:
Pare de procurar segurança e estabilidade fora do abrigo de
Deus! Pare de confiar nos seus bens, na sua lógica ou na sua própria força para
enfrentar os perigos e os desertos deste mundo decaído.
Pare de viver uma vida espiritual desorganizada! Dedique os
seus recursos, o seu tempo e a sua generosidade de forma proporcional e santa
para o avanço do Reino de Deus na terra.
Não corra para longe da presença d’Aquele que te ama! Se
você se sente culpado, sujo, cansado ou perseguido pelos erros do seu passado,
saiba que as portas de Jesus Cristo estão escancaradas para você agora mesmo.
Corra para Cristo! Renda-se a Ele . Permita que o poder
purificador do Seu sangue limpe a sua consciência e que a Sua presença seja a
herança definitiva da sua vida.
Curve a sua cabeça, renda o seu coração no altar do Senhor
agora mesmo, e descanse debaixo da guarda Daquele que nunca dorme!
PARE E PENSE:
“A nossa provisão e a nossa segurança não dependem da
estabilidade das terras deste mundo, mas sim do fato de estarmos escondidos
dentro da nossa Verdadeira Cidade de Refúgio, que é Jesus Cristo.”
Pr. Eli Vieira