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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Vereador quer transformar BH em referência nacional para cristãos no Carnaval


A Belotur ouviu a proposta, mas deixou claro que não irá promover nem divulgar os eventos que devem ser criados pela própria comunidade cristã
por Leiliane Roberta Lopes

Vereador quer transformar BH em referência nacional para cristãos no CarnavalImagem da festa Rebanhão do Senhor em 2012. Evento em Betim foi citado como exemplo de festa religiosa que BH pode sediar
Belo Horizonte pode se tornar uma referência nacional para cristãos no período do Carnaval. Esse é o projeto do vereador Marcelo Aro (PHS) que quer estimular as igrejas da capital mineira a realizarem eventos durante os dias de festa e atrair cristãos de todo o país.
Marcelo realizou uma audiência pública na Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo para apresentar seu projeto. Representantes da Belotur estiveram presentes para avaliar se a proposta é ou não viável e se aumentará o turismo na região.
O vereador lembrou que durante o Carnaval BH fica “parada” e “vazia” já que muitos moradores viajam para acompanhar as festas de outros estados como Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo.
A ideia é fazer com que igrejas católicas e evangélicas se sintam motivadas a realizarem procissões, orações e apresentações de artistas cristãos e assim a economia da cidade será fortalecida pelo turismo que tais eventos gerarão.
O proprietário de lojas de artigos religiosos, Luciano Bretas, esteve na audiência e lembrou que a Igreja Canção Nova realizou em Betim (MG) um evento que reuniu 100 mil pessoas, no Rio de Janeiro a mesma igreja reúne no Maracanãzinho 200 mil pessoas.
Apesar da apresentação, o diretor de Eventos da Belotur, Felipe Barreto, se mostrou reticente quanto ao projeto e fez questão de lembrar que mesmo sem incentivo da prefeitura os últimos anos houve uma mudança significativa na cidade.
Barreto citou as dezenas de blocos de rua que reuniram milhares de pessoas nos carnavais passados, eventos que não precisaram de nenhum tipo de divulgação ou promoção.
A Belotur acredita que em 2014 o número de blocos e foliões irá triplicar e que a Prefeitura de Belo Horizonte já está se preparando para organizar o evento no sentido de preservar patrimônios, os direitos e a segurança de todos os cidadãos.
A resposta do órgão público ao projeto foi que o vereador e religioso primeiramente mobilizem a comunidade cristã para gerar a demanda e só então o órgão público irá avaliar os resultados, mas sem promover, nem divulgar tais eventos. Com informações EM.
Fonte:gospelprime

Igreja Universal é condenada a devolver mais de R$ 74 mil a fiel arrependida


Justiça considerou que valor concedido a pedido de pastor comprometeu o sustento da doadora
por Jarbas Aragão

Igreja Universal é condenada a devolver mais de R$ 74 mil a fiel arrependidaIURD é condenada a devolver mais de R$ 74 mil a fiel arrependida
Os tribunais do Brasil tem mostrado nos últimos meses uma série de casos de fieis que pedem de volta o dinheiro que doaram às igrejas que frequentavam. Houve o caso inclusive de um pastor que fez o mesmo.
O caso mais recente envolve a Igreja Universal do Reino de Deus. Uma fiel afirma que foi pressionada pelo pastor a fazer uma doação totalizando mais de R$ 74 mil. A quantia foi doada em 2003. Após ter entregue a oferta, teria entrando em depressão, perdeu o emprego e enfrentou dificuldades financeiras. Somente em 2010 recorreu à justiça em Brasília para anular a doação.
A igreja se defende, afirmando que ela tem capacidade de reflexão e discernimento e o fez de livre e espontânea vontade. Alega ainda que uma vez que não caberia a intervenção estatal no caso, pois ocorreu em um contexto religioso.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal decidiu que ocorreu uma violação do artigo 548 do Código Civil, segundo o qual “É nula a doação de todos os bens sem reserva de parte, ou renda suficiente para a subsistência do doador”.  No entendimento do Tribunal, a fiel que antes era “possuidora de renda e bens, passou ao estado de desempregada, endividada e destituída da propriedade de bem imóvel”. A IURD contesta, afirmando que não se tratava de doação universal pois ela manteve seu imóvel, seu carro e parte da renda do trabalho.
Mesmo assim, o ministro Sidnei Benetti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão do (TJ-DF) que considerou que houve queda no padrão de vida da doadora. Não cabe mais recurso e a igreja terá de devolver a quantia.
No início do mês, houve um outro processo similar, onde um fiel alegava dano moral por ser “coagido” a doar. No entendimento do tribunal, quando uma pessoa se torna membro de uma instituição religiosa, automaticamente concorda com seus ensinamentos, por isso não pode alegar que sofreu “pressão psicológica indevida” por parte das lideranças religiosas.
Dois meses atrás, o advogado Ademar Volanski, que é evangélico, usou seu programa da web “Advogado ao Vivo”, para explicar que o fiel pode pedir reembolso de dízimos e ofertas na Justiça, desde que reúna provas de que doou para a igreja, e pode mover uma ação que anule essas doações. Com informações de Último Segundo.
Fonte:gospelprime

Calvinismo na Igreja Primitiva - As Doutrinas da Graça ensinadas pelos pais da Igreja

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Por C. Matthew McMahon - Tradução: Francisco Alison Silva Aquino


É importante notar que os pais da igreja primitiva tinham certas ideias que diferiam do contexto histórico da idade média, ou da reforma. Desta maneira, muitos dos termos e ideias que eles utilizavam “teologicamente falando” são abrigados diferentemente. Por exemplo, “regeneração” para os pais da igreja primitiva significava a “integridade da vida cristã”, ou o que nós poderíamos querer dizer como parte da santificação. Isso esclarece a enorme quantidade de passagens problemáticas que a maioria das pessoas não entenderia se elas os lessem, ou distorceriam para querer dizer algo mais. Em nossos dias, ou mesmo já na reforma, este termo “regeneração”, é usado mais especificamente em relação ao passo inicial da conversão que é operado pela mudança do coração pelo espírito de Deus sobre o pecador. Subsequentemente, muitos que se opõe contra o evangelho, vão aos pais da igreja simplesmente porque eles acreditam que a igreja primitiva não ensinava o que a reforma ensinou, ou que Westminster ensinou depois. Eles veem a teologia como progressiva. Isto é um erro. Cristo ensinou o mesmo evangelho que Agostinho, Gottschalk, Lutero, Calvino, os puritanos, ou a teologia de Princeton acreditavam—ou mesmo você. Cabe ao estudante organizar uma teologia histórica consistente baseada em uma representação delicada do contexto histórico para cada período da história da igreja.

Estas citações são simplesmente citações tiradas do contexto que ensina as doutrinas da graça. Isto não significa que são áreas incômodas da teologia de Tertuliano, ou difícil entender Agostinho. Isto significa que o estudante deve ser cuidadoso ao tomar os escritos deles como compêndios, não simplesmente textos de prova. Mas isto será de grande ajuda.

Depravação Total

Barnabé (70 D.C): “Aprenda: antes de nós crermos em Deus, a habitação do nosso coração era corrupta e débil.”

Inácio (110 D.C): “Aqueles que são carnais não podem fazer as coisas que são espirituais... nem podem os incrédulos fazer as coisas da fé.”

Justino, o Mártir (150 D.C): “Com a trapaça da serpente a humanidade cai em morte em Adão. Nós nascemos pecadores, nada de bom habita em nós... Pois nem pela natureza, nem pelo entendimento humano é possível para mim adquirir o conhecimento das coisas tão grandes e divinas, mas pela “energia” do espírito santo...Ele nos condenou da impossibilidade de nossa natureza obter vida...O livre-arbítrio nos destruiu; Nós que éramos livres nos tornamos escravos e por nossos pecados somos vendidos...sendo pressionados por nossos pecados, nós não podemos nos mover para Deus; nós somos como pássaros que tem asas, mas são incapazes de voar.”

Clemente de Alexandria (190 D.C): “A alma não pode subir nem voar, nem ser levantada sobre as coisas que estão nas alturas, sem a graça especial.”

Orígenes: “Nosso livre-arbítrio... ou natureza humana não é suficiente para buscar Deus de forma alguma.”

Eusébio (330 D.C): “A liberdade de nossa vontade em escolher as coisas que são boas está destruída.”

Agostinho (370 D.C): “Se, portanto, eles são escravos do pecado (2 Co 3.17), por que eles se gabam do livre-arbítrio? Oh, homem! Aprenda do preceito que você deve fazer; aprenda da correção, que é sua própria falha que você não tem poder...deixe o esforço humano, que pereceu por Adão, aqui ficar em silêncio, e deixe a graça de Deus reinar por Jesus Cristo...o que Deus promete, nós mesmos não fazemos através do livre arbítrio da natureza humana, mas ele mesmo pela graça dentro de nós...Os homens trabalham para encontrar em nossa própria vontade algo que é nosso mesmo e não de Deus; como eles podem encontrá-lo, eu não sei.”

Eleição Incondicional

Clemente de Roma (69 D.C): Portanto nos aproximemos dele em santidade da alma, erguendo mãos puras e imaculadas a ele, com amor em direção ao nosso gentil e compassivo pai porque Ele nos fez uma porção eleita para ele... Vendo então que nós somos a porção especial eleita de um Deus santo, façamos todas as coisas que dizem respeito à santidade... foi dado uma declaração das bem-aventuranças àqueles que tem sido eleitos por Deus através de Jesus Cristo, nosso Senhor, Jesus Cristo é a esperança do eleito...”

Barnabé (70 D.C): “Nós somos eleitos para esperança, enviados por Deus a fé, apontados para salvação.”

Inácio (110 D.C): “Aos predestinados antes de todos os tempos, isto é, antes da fundação do mundo, unidos e eleitos em uma paixão verdadeira, pela vontade eterna do pai.”

Justino, o Mártir (150 D.C): “Em todos esses discursos eu tenho trazido toda as minhas provas dos seus próprios escritos santos e proféticos, esperando que alguns de vocês possam ser encontrados dentre o numero de eleitos que através da graça que vem do Senhor, é deixado ou reservado para a salvação eterna.”

Irineu (198 D.C): “Deus tem completado o numero que ele antes determinou consigo, todos aqueles que estão escritos ou ordenados para a vida eterna... sendo predestinados na verdade de acordo com o amor do pai que nós pertenceríamos a ele para sempre.”

Clemente de Alexandria (190 D.C): “Pela fé os eleitos de Deus são salvos. A geração daqueles que buscam a Deus é a nação eleita, não um lugar [terreno], mas a congregação dos eleitos, que eu chamo igreja... se cada pessoa tivesse conhecido a verdade, todos eles teriam se movido para o caminho e não haveria eleição... vocês são aqueles escolhidos de entre os homens e aqueles que são predestinados de entre os homens, e em seu próprio tempo chamados, fiéis e eleitos, aqueles que antes da fundação do mundo são conhecidos intimamente por Deus pela fé; isto é, são apontados por ele à fé, amadureçam.”

Cipriano (250 D.C): “Esta é, portanto a predestinação que nós fielmente e humildemente pregamos.”

Ambrósio de Milão (380 D.C): “A predestinação da igreja de Deus tem sempre existido.”

Agostinho (380 D.C): “Aqui certamente, não há lugar para o vão argumento daqueles que defendem o pre-conhecimento de Deus contra a graça de Deus e consequentemente mantém que nós fomos eleitos antes da fundação do mundo porque Deus previu que nós seríamos bons, não que ele mesmo fizéssemos bons. Esta não é a linguagem dele quem disse: “Vós não escolhestes a mim, mas eu vos escolhi’” (João 15.16)

Expiação Limitada

Barnabé (70 D.C): “[Cristo falando] Eu assim oferecei meu corpo pelos pecados do novo povo.”

Justino, o Mártir (150 D.C): “Ele suportou os sofrimentos por aqueles homens de quem as almas são [na verdade] purificadas de toda iniquidade... como Jacó serviu Labão pelo gado que havia visto e de várias formas, assim Cristo serviu à cruz pelos homens de todo tipo, de muitas maneiras, adquirindo-os por seu sangue e o mistério da cruz.”

Irineu (180 D.C): “Ele veio para salvar todos, todos, eu digo, que através dele nascem de novo para Deus, bebês e pequeninos, e crianças, e jovens e velhos... Jesus é o Senhor daqueles que creem; mas não o Senhor daqueles que não acreditam. Portanto, Cristo é apresentado no evangelho exausto... prometendo dar sua vida em resgate de muitos.”

Tertuliano (200 D.C): “Cristo morreu pela salvação do seu povo... pela igreja.”

Cipriano (250 D.C): “Todas as ovelhas que Cristo adquiriu por seu sangue e sofrimentos são salvas... quem quer seja encontrado no sangue e com a marca de Cristo escapará... Ele redimiu os crentes com o preço do seu próprio sangue. Deixe-no temer morrer quem não é acreditado ter nenhuma parte na cruz e sofrimentos de Cristo.”

Lactâncio (320 D.C): “Ele estava para sofrer e ser morto pela salvação de muitas pessoas... quem sofreu a morte por nós, nos fez  herdeiros do reino eterno, tendo abdicado e deserdado o povo dos judeus... Ele tem estendido suas mãos em paixão e medido o mundo, que Ele podia ao mesmo tempo mostrar que um grande povo, colhidos de todas as línguas e tribos, deveriam vir abaixo de suas asas, e receber o maior e sublime sinal.”

Eusébio (330 D.C): “A que “nós” Ele se refere senão àqueles que creem nele? Para aqueles que não creem nele, Ele é o autor de seu fogo e inflamação. A causa da vinda de Cristo é a redenção daqueles que estavam para ser salvos por ele.”

Júlio (350 D.C): “O filho de Deus, pelo derramar de seu sangue, redimiu seus separados; eles são libertados pelo sangue de Cristo.”

Hilário (363 D.C): “Ele permanecerá à vista de Deus para sempre, tendo já tirado todos aqueles que Ele redimiu para serem reis do céu, e coerdeiros da eternidade, entregando a eles como o reino de Deus ao pai.”

Ambrósio (380 D.C): “Antes da fundação do mundo, era a vontade de Deus que Cristo deveria sofrer pela nossa salvação... Ele pode condenar a quem redimiu da morte, a quem ele ofereceu a si mesmo, cuja vida ele sabe que é a recompensa da sua própria morte?

Paciano (380 D.C): “Muito mais, Ele não permitirá que o que é redimido seja destruído, nem ele lançará fora aqueles a quem ele tem redimido com um alto preço.”

Epifânio (390 D.C): “Se vocês são redimidos... se, portanto vós sois comprados com sangue, não sois vós o numero daqueles que foram comprados com sangue, ó almas! porque negam o sangue, ele deu sua vida pelas suas próprias ovelhas.”

Jerônimo (390 D.C): “Cristo foi sacrificado pela salvação dos crentes... nem todos são redimidos, pois nem todos serão salvos, mas o remanescente... todos aqueles que são redimidos e libertos pelo seu sangue retornam a Sião, que tem preparado para ele mesmo por seu próprio sangue... Cristo veio redimir Sião com seu sangue... mas para que nós não devêssemos pensar que todos são Sião ou cada um é Sião é verdadeiramente redimido do Senhor, que são redimidos pelo sangue de Cristo formam a igreja... Ele não deu sua vida por cada homem, mas por muitos, isto é, por aqueles que creriam.”

Graça Irresistível

Barnabé (70 D.C): “Deus nos dá o arrependimento, apresentando a nós no templo incorruptível.”

Inácio (110 D.C): “Ore por eles, se eles podem se arrepender, o que é muito difícil; mas Jesus Cristo, nossa vida verdadeira, tem o poder disto.”

Justino, o Mártir (150 D.C): “Tendo algum tempo antes nos convencido da impossibilidade de nossa natureza obter vida, tem agora nos mostrado o salvador, que é capaz de salvá-los que do contrário era impossível serem salvos... o livre-arbítrio tem nos destruído; nós somos escravos do pecado.”

Irineu (180 D.C): “Não de nós mesmos, mas de Deus, é a bênção da nossa salvação... o homem que antes era cativo é tirado do poder da escravidão, de acordo com a misericórdia do Deus pai, e restaurando, dá salvação pela palavra; isto é, por Cristo, que muitos podem experimentalmente aprender que não por si mesmo, mas pelo dom de Deus, ele recebe imortalidade.”

Tertuliano (200 D.C): “Vocês acham, ó homens, que nós deveríamos já ter sido capazes de ter entendido essas coisas nas escrituras a menos que pela vontade dele que quer todas as coisas, tivéssemos recebido graça para entendê-las? Mas é claro que a fé não é dada a vocês por Deus pelo fato de vocês não a atribuírem a ele apenas.”

Cipriano (250 D.C): “Todo aquele que é grato é para ser atribuído não ao poder do homem, mas ao dom de Deus. É de Deus, eu digo tudo é de Deus o que nós podemos fazer. Sim, Não devemos nos gloriar em nada, desde que nada é nosso.”

Arnóbio (303 D.C): “Vocês colocam a salvação de suas almas em vocês mesmos, e confiam que vocês podem ser feitos deuses por seu próprio esforço interior, ainda que não é de nosso próprio poder alcançar as coisas de cima.”

Atanásio (350 D.C): “Crer não é nosso, ou em nosso poder, mas o espírito que está em nós, e habita em nós.”

Jerônimo (390 D.C): “Esta é a principal justiça do homem, acreditar que seja qual for o poder que ele pode ter, não é seu próprio, mas do Senhor quem o dá... vede quão grande é o auxílio de Deus, e quão frágil a condição do homem que nós não podemos por nenhum meio cumprir isso, que nós nos arrependemos a menos que o Senhor primeiro nos converta... quando Jesus diz “nenhum homem pode vir a mim”, ele quebra a liberdade orgulhosa do livre-arbítrio, pois o homem não pode desejar nada, e em vão ele se esforça...Onde está a ostentação do livre-arbítrio? Nós oramos em vão se é em nossa própria vontade. Por que os homens deveriam orar por aquilo que parte do Senhor que eles tem no poder do seu próprio livre-arbítrio?

Agostinho (370 D.C): “A fé ela mesma é para ser atribuída a Deus. A fé é um dom. Estes homens, porém, atribuem a fé ao livre-arbítrio, então a graça é rendida a fé não como um dom gratuito, mas como uma dívida... eles devem parar de dizer isso.”

A Perseverança dos Santos

Clemente de Roma (69 D.C): “É a vontade de Deus que todos a quem ele ama deveriam participar do arrependimento, e então não perecer com o incrédulo e impenitente. Ele estabeleceu isso por sua poderosa vontade. Mas se qualquer daqueles a quem Deus quer que participem da graça do arrependimento, deveriam depois perecer, onde está a sua soberana vontade? E como isto é resolvido e estabelecido por tal vontade dele?

Clemente de Alexandria (190 D.C): “A alma de um cristão nunca em qualquer tempo será separada de Deus... a fé, eu digo, é algo divino, que não pode ser despedaçada por qualquer amizade mundana, nem ser dissolvida por medo presente.”

Tertuliano (200 D.C): “Deus impediu que nós devêssemos crer que a alma de qualquer santo deveria ser retirada pelo demônio... pois o que é de Deus nunca é exterminado.”

Agostinho (370 D.C): “Destes crentes nenhum perece, porque eles foram todos eleitos. E eles foram eleitos porque eles foram chamados de acordo com o propósito, porém, não o seu próprio, mas de Deus... obediência então é um dom de Deus... isto, na verdade, nós não somos capazes de negar, que a perseverança no bem, progredindo até o fim, é também um grande dom de Deus.

OBS: Outros teólogos afirmavam essas doutrinas, como por exemplo:

Anselmo (1033): “Se você morreu em incredulidade, então Cristo não morreu por você.”

***
Tradução: Francisco Alison Silva Aquino
Divulgação: Bereianos
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Preciso encontrar os cristãos perseguidos porque... (3)

... eles me desafiam a perceber minha dívida para com os heróis da fé e seus atos de amor e perseverança em Deus
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No início dos anos 1980, em um vilarejo na Tchecoslováquia, eu entreguei a um pastor da igreja rural uma Bíblia em sua própria língua. Tinha capa de couro, com um zíper dourado, e era a primeira Bíblia completa que ele segurava. Lembro-me de vê-lo cheirando-a, maravilhado com o odor do couro, brincando com o zíper e quase temeroso de tocar as finas páginas preciosas.

Quando ele começou a falar aos membros da igreja, apontando para mim, disse: “Este cavalheiro é como nossos antepassados, os quais chamamos de heróis da fé. Toda vez que a Bíblia entra em uma cultura, ela representa uma ameaça e há oposição. Homens e mulheres arriscam tudo para trazê-la a nós. Este homem correu tal risco”.

Eu fiquei envergonhado, mas ele continuou a me dizer: “A Bíblia também entrou em sua cultura. Também foi uma ameaça. Diga-me, quem são seus antepassados, seus heróis da fé?”. Sinto vergonha em dizer que não tinha uma ideia clara de quem eram estes homens em meu país do Reino Unido. Eu lembrava vagamente dos nomes de John Wycliffe e William Tyndale, mas não me recordava dos detalhes.

Então, voltei para o meu país, com este desafio tocando em meus ouvidos: “Descubra a história de como sua Bíblia chegou até você e encontrará seus antepassados, verdadeiros heróis espirituais”.

Que história dramática eu descobri; cheia de espiões, mortes e política de poder. Este não é o tipo de assunto que se possa conhecer tudo, mas eu aprendi muito sobre John Wycliffe, o primeiro homem a traduzir a Bíblia para o inglês, no mundo do século XIV, quando a maioria do clero não podia nem recitar os dez mandamentos.

Ele formou um grupo de pregadores guerrilheiros para explorar o país com versões manuscritas da Bíblia e espalhar a verdadeira Palavra de Deus. A maioria foi presa. A Bíblia foi banida pelo Parlamento. Wycliffe morreu de um derrame causado pela tensão. Mesmo após sua morte, ele não foi abandonado. Em 1428, seus ossos foram desenterrados do solo. Às vistas do Arcebispo da Inglaterra, suas cinzas foram espalhadas de uma ponte sobre o Rio Swift, afluente do rio Avon. Nesse dia, foram consagrados os versos a seguir:

“O Avon para o Severn corre
O Severn para o mar
E a poeira de Wycliffe, como as águas,
Na vastidão se espalhará”.

Isso se tornou realidade no século XVI com William Tyndale, que se beneficiou da invenção da gráfica. Ele disse a um clérigo que o dissuadia da tarefa de tradução: “Daqui a muitos anos, farei com que o garoto que conduz o arado conheça a Bíblia mais do que você”.

Entretanto, para fazê-lo, ele teve de sair da Inglaterra e nunca mais retornar. Com apenas 29 anos, em 1524, ele se estabeleceu em Colônia, na Alemanha. Dois anos depois, estava pronto para contrabandear seis mil cópias da Bíblia em inglês para a Grã-Bretanha. Toda a esquadra britânica entrou em alerta; barcos eram parados e inspecionados. Primeiro, dezenas, depois, centenas de Bíblias chegaram.

O bispo de Londres usou outra tática. Ele tentou comprar a tiragem inteira através de um intermediário. Sua intenção era queimar todos os exemplares. Tyndale ficou sabendo disso e aprovou a venda, dizendo: “Ah, ele vai queimá-las. Bem, eu fico contente, pois vou ter o dinheiro desses livros e o mundo inteiro irá clamar pela queima da Palavra de Deus”. E assim foi. Ele as queimou e Tyndale usou o dinheiro para melhorar a tradução e imprimir mais Bíblias à custa da igreja.

O trabalho de Tyndale compôs 85% da Bíblia King James. “O barulho da nova Bíblia ecoou por todo o país”, disse ele. Cabia no bolso, era fácil de esconder e, assim, podia ir a qualquer lugar. Os teólogos da igreja criticaram-na. Thomas More a desprezou, dizendo que estavam “colocando o fogo das Escrituras na linguagem de garotos lavradores”. Tyndale foi capturado por assassinos, estrangulado e queimado em agosto de 1536, condenado por “heresia”.
Suas últimas palavras foram: “Senhor, abra os olhos do Rei da Inglaterra”. Esta oração foi logo atendida e a reforma inglesa foi rapidamente alimentada por uma série de traduções. Em 1535, a Bíblia Coverdale (traduzida de uma versão alemã), foi a primeira Bíblia legalizada. Em 1537, foi publicada a Bíblia de Mateus, uma junção da Bíblia de Tyndale com a de Coverdale. E, em 1539, veio a Grande Bíblia. Três Bíblias em seis anos. Havia tantas, que o Rei James teve de autorizar uma versão especial em 1611.     

Que história! E que heroísmo de meus antepassados. Contei a um amigo coreano sobre minha experiência e ele voltou para a Coreia do Sul ansioso por descobrir como a Bíblia entrou em sua cultura. Ele ficou impressionado ao se deparar com a história de um missionário galês na China, R.J. Thomas, que tinha o enorme desejo que os coreanos conhecessem o Senhor.

Naquele tempo, ninguém podia visitar a Coreia. Era um reino eremita. Mas Thomas se juntou a um navio americano, o SS General Sherman, que estava fazendo uma expedição exploratória para ver se os EUA poderiam comercializar com a Coreia. A viagem foi um desastre. O navio foi atacado e a tripulação e os passageiros foram espancados até a morte, enquanto tentavam chegar à praia.

Thomas foi morto, mas o homem que o matou, sentiu que ele era um homem bom, porque ele não emergiu, lutando com uma espada em sua mão, mas com livros. Seu assassino levou os livros, secou-os, mas foi incapaz de ler em chinês. Uma vez que o papel era caro, ele os colou do lado de fora de sua casa. Logo, ajuntaram-se estudiosos de várias partes do mundo para ler suas “paredes”. Um desses estudiosos tornou-se cristão. Seu filho traduziu o Novo Testamento para o coreano. Outro antepassado heroico.

Os cristãos perseguidos me incentivaram a me conectar ao Corpo de Cristo de uma nova maneira e a respeitar ainda mais meus antepassados espirituais. Quando o Arcebispo de Canterbury, Dr. George Carey, visitou a China em 1994, repreendeu os contrabandistas de Bíblias como “causadores de problemas”. Quando regressou ao Reino Unido, a imprensa lhe informou que ele tinha feito estas observações no 400º aniversário do nascimento de William Tyndale. Para seu crédito, ele teve o cuidado de não cometer o mesmo erro novamente em seu mandato como arcebispo. O mundo ainda precisa de pessoas como Tyndale. Quem sabe, talvez eu ou você possamos ser chamados para tal ilustre ministério.

O texto acima foi retirado do livro “15 razões por que precisamos ter um encontro com a Igreja Perseguida” (tradução livre), de Ron Boyd-MacMillan, diretor estratégico da Portas Abertas Internacional.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoGetúlio A. Cidade

Os direitos humanos e a Igreja Perseguida


Hoje é o dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos! Quais são os direitos dos cristãos perseguidos? Quais são nossos direitos, como parte da Igreja ao redor do mundo? Confira o comentário em vídeo do Irmão André, fundador da Portas Abertas, sobre a criação dos Direitos Humanos e sua relação com a Igreja Perseguida


De acordo com o Artigo 18 da Declaração Universal de Direitos Humanos, de 1948: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.

Na prática, porém, nem sempre é assim que acontece. Países como China, Índia, Irã, Iraque, Afeganistão, entre outros, costumam ocupar as manchetes por diferentes motivos, mas, raramente, são vinculados pela mídia secular à perseguição, muitas vezes implacável, que os adeptos da fé cristã sofrem nesses lugares.

Quando uma violação dos direitos humanos pode ser considerada perseguição? Quem é classificado como perseguido quando se trata sobre liberdade religiosa?Esclareça suas dúvidas e entenda melhor o trabalho da Portas Abertas.

Valores Centrais
Você conhece os Valores Centrais da Portas Abertas?

• Somos pessoas de fé
• A Bíblia dirige a nossa vida
• Nosso objetivo maior é a glória de Deus
• Nossa vida é dedicada a Cristo e sua grande comissão
• Somos pessoas de oração
• Somos parte do Corpo, logo, somos pessoas voltadas para pessoas
• Nossa tarefa é atender às solicitações da Igreja Perseguida

Saiba mais sobre cada um desses valores.
FontePortas Abertas Brasil

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Entrevista com Dr. Martyn Lloyd-Jones



Confira a sensacional entrevista feita com o Dr. Martyn Lloyd-Jones, por Dame Joan Bekewell, em dezembro de 1970:


***
Tradução: Cleyton Gadelha
Fonte: Escola Charles Spurgeon
Via Bereianos

Senado decide anexar PL 122 ao projeto de reforma do Código Penal


A proposta é do senador Eduardo Lopes que entendeu que os dois textos são semelhantes e que devem andar juntos
por Leiliane Roberta Lopes

Senado decide anexar PL 122 ao projeto de reforma do Código PenalSenado decide anexar PL 122 ao projeto de reforma do Código Penal
  • O Projeto de Lei Complementar 122/2006 não será mais tramitado no Senado, pois nesta terça-feira (17) ele foi apensado ao projeto de reforma do Código Penal (PLS 236/2012).
A votação teve 29 votos favoráveis, 12 contrários e 2 abstenções. O requerimento de juntar os dois projetos é de autoria do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) que entendeu que o Código Penal já engloba o assunto de discriminação ao tipificar a intolerância, o racismo e todo tipo de violência.
Em defesa de seu projeto, Lopes destacou que por tratarem de assuntos correlatos não há necessidade de ter duas propostas tramitando separadamente.
O relator do PL 122, o senador Paulo Paim (PT-RS) foi contra o requerimento e pediu para que a votação fosse nominal para que todos soubessem quem foi contra e quem foi a favor do apensamento.
Entre os senadores que votaram a favor estava Magno Malta (PR-ES) que gravou um vídeo para o seu Instagram comemorando a decisão do Plenário. “Esse PL 122 famigerado, o tal projeto da homofobia, tem 11 anos aqui, 11 anos de guerra, mas hoje ele foi sepultado definitivamente”, disse.
Nas últimas semanas o projeto estava em discussão na Comissão de Direitos Humanos, mas por diversas vezes a votação foi cancelada até que uma ordem do governo decidiu retirar o PL 122 de pauta e só voltar a discuti-lo em 2014 depois das eleições. Porém a decisão desta terça mudou os planos do PT.

Veja a lista da votação:
Votos a favor do apensamento:
Alfredo Nascimento AM/PR
Aloysio Nunes SP/PSDB
Álvaro Dias PR/PSDB
Ana Amélia RS/PP
Blairo Maggi MT/PR
Cassio Cunha Lima PB/PSDB
Cícero Lucena PB/PSDB
Cristovam Buarque DF/DF
Cyro Miranda GO/PSDB
Eduardo Lopes RJ/PRB
Eunício Oliveira CE/PMDB
Flexa Ribeiro PA/PSDB
Jader Barbalho PA/PMDB
João Durval BA/PDT
João Vicente Claudino PI/PTB
José Agripino RN/DEM
Lindberg Farias RJ/PT
Magno Malta ES/PR
Mozarildo Cavalcanti RR/PTB
Paulo Bauer SC/PSDB
Pedro Taques MT/PDT
Ricardo Ferraço ES/PMDB
Rodrigo Rollemberg DF/PSB
Ruben Figueiró MS/PSDB
Sérgio Petecão AC/PSD
Sérgio Souza PR/PR
Vital do Rêgo PB/PMDB
Waldemir Moka MS/PMDB
Wilder Morais GO/DEM
Votaram contra o apensamento:
Ana Rita ES/PT
Antônio Carlos Rodrigues SP/PR
Antônio Carlos Valadares SE/PSB
Eduardo Suplicy SP/PT
João Capiberibe AP/PSB
Jorge Viana AC/PT
Lídice da Mata BA/PSB
Paulo Davim RN/PV
Paulo Paim RS/PT
Pedro Simon RS/PMDB
Randolfe Rodrigues AP/PSOL
Roberto Requião PR/PMDB
Abstenção:
José Pimentel CE/PT
Vanessa Grazziotin AM/PCdoB
Fonte:gospelprime

Preciso encontrar os cristãos perseguidos porque… (1)


...eles me fazem lembrar que Deus não constrói o seu Reino em minhas realizações, mas em meus sacrifícios
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Eu morava em Los Angeles, onde estava sempre estressado em relação a uma pergunta-chave: estou atingindo o meu potencial? Por onde eu dirigia, estava cercado de propagandas me dizendo que eu não estava ganhando o suficiente, que precisava ter uma “mudança de atitude”. Ficava preocupado se eu tinha de fazer mais cursos, na busca ilusória por mais sucesso. Todos os meus amigos eram atores e atrizes desesperados por atrair a atenção de algum produtor de filme, com alguns empregos de meio-período, na vã esperança de serem, algum dia, descobertos. Até me sentia muito deprimido quando outros prosperavam e eu parecia permanecer parado em minha carreira. Em outras palavras, sempre me senti insatisfeito.

Mas, o propósito da minha vida é mesmo maximizar meu potencial? Uma visita aos perseguidos logo curou-me dessa ideia. O fato ficou claro: atingir o potencial não pode ser o propósito da sua vida porque muitos poucos têm a oportunidade de realmente fazê-lo!

Observe os milhões de cristãos nas igrejas não registradas da China. Todos eles passam seus dias – por falta de um termo melhor – presos. Eles não têm escolha. Por causa de seu cristianismo, muitos não têm acesso à educação ou são impedidos de desenvolver carreiras promissoras. Sentei-me em uma igreja doméstica com 70 camponeses cristãos e me perguntei: “Quantos grandes cientistas, violinistas ou filósofos poderiam estar aqui! Mas nem eles nem o mundo saberão, porque nunca terão a oportunidade de estudar, aprender álgebra ou segurar um instrumento musical”. 

Deus realmente faria um mundo onde somente uma minoria cumpriria seu propósito de vida e condenaria o resto de nós a uma vida de frustração?

Estávamos estudando a primeira carta de Pedro naquela noite e, de repente, me dei conta de algo enquanto lia o capítulo 2, versículo 5: “Vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais agradáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo”.

Isso me impactou: Deus faz, de cada vida que se rende a ele, uma pedra viva na construção de seu templo. É por isso que estamos vivos. Este é o propósito de tudo. Fomos criados para nos tornar uma pedra em seu templo espiritual, seu reino eterno. E todos têm a oportunidade de se tornarem uma “pedra viva” apenas pela virtude de dar sua vida a ele. Somos sacerdotes porque oferecemos um sacrifício. Esse sacrifício é o único que podemos fazer; aquele que vem de nossa vida. E então, encontramos o propósito pelo qual Deus fez o mundo: edificar um reino de adoradores para si.

Ninguém fica insatisfeito porque Deus constrói seu reino com nossos sacrifícios, não com nossas realizações.

Somos sacerdotes que sacrificam sua vida e se tornam pedras vivas. Na verdade, poucos de nós têm a oportunidade de serem realizados. Mas todos temos a oportunidade de oferecer a Jesus o sacrifício de nossa vida. E que maravilhosa igualdade! Cada membro daquela igreja doméstica – não importa o quão ignorante, pobre, ou insatisfeito profissionalmente – era uma pedra viva no reino. Billy Graham é uma pedra viva. Martin Luther King foi uma pedra viva. Mas eu também sou uma pedra viva. Aquele homem na igreja doméstica cujas costas estão encurvadas devido a uma vida inteira passada nos arrozais é uma pedra viva. Aquela mulher cujo bebê lhe foi tirado durante a Revolução Cultural, porque era cristã, também é uma pedra viva. Ninguém que dá a sua vida a Jesus a desperdiça. Eles estão inseridos em uma estrutura eterna: o Reino de Deus. E se regozijarão para sempre nisso.

Claro que ainda me preocupo, de vez em quando, se estou usando meus dons da melhor forma. Mas me sinto mais livre do estresse. Deus me fez uma pedra viva e não preciso me preocupar. Mesmo que tivesse realizações, elas logo seriam esquecidas. Graças a Deus por receber nossos sacrifícios, pois todos ficam satisfeitos, e não somente os que têm realizações. Confie em Deus para incluir todo mundo. Não há concursos ou elite no Reino de Deus. A Igreja Perseguida me ensinou isso!

O texto acima foi retirado do livro “15 razões por que precisamos ter um encontro com a Igreja Perseguida” (tradução livre), de Ron Boyd-MacMillan, diretor estratégico da Portas Abertas Internacional.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoGetúlio A. Cidade

PLC-122 é “sepultada” pelo Senado e irá tramitar em conjunto com o novo Código Penal

PLC-122 é “sepultada” pelo Senado e irá tramitar em conjunto com o novo Código Penal

Na tarde dessa terça-feira (17), o Plenário do Senado aprovou um requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), para que a PLC-122/2006, proposta que ficou conhecida como “projeto da homofobia”, seja apensada ao projeto de reforma do Código Penal (PLS 236/2012). Dessa forma, a PLC-122 passaria a tramitar junto com a reforma PLS-236, tendo suas discussões e votações unificadas.
O apensamento, aprovado com 29 votos favoráveis, 12 contrários e duas abstenções, motivou críticas por parte dos senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Paulo Paim (PT-RS), que afirmam que a tramitação conjunta das duas propostas irá enfraquecer o debate sobre a criminalização da homofobia. O simbólico fim da PLC-122 aconteceu pouco depois da orientação feita pela presidente Dilma Rousseff ao Senado para não votar a proposta até as eleições de 2014.
Suplicy pediu a verificação de quórum para que seja realizada votação norminal do requerimento. Já Paim, afirma que o requerimento perdeu o seu objeto, uma vez que a comissão especial de senadores criada para examinar o projeto de reforma do Código Penal já aprovou, também nesta terça-feira, o relatório final elaborado pelo senador Pedro Taques.
Eduardo Lopes explicou seu requerimento afirmando que não há sentido para que as propostas tramitem separadamente, visto que tratam de assuntos correlatos. O senador Magno Malta (PR-ES) manifestou apoio a Lopes afirmando que a criminalização da homofobia depende da tipificação desse crime no Código Penal, o que justifica tal apensamento.
O apensamento da proposta foi bem recebido entre críticos da PLC-122, como o articulista cristão Paulo Teixeira, que comentou a aprovação do requerimento de Eduardo Lopes como o “sepultamento” da PLC-122.

Por Dan Martins, para o Gospel+

Pequei, e daí?

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Por Rev. Augustus Nicodemus Lopes


Faz poucos anos tomei conhecimento de um escândalo, um caso de adultério, cometido por um pastor que também era professor de seminário teológico. O pastor vinha traindo a mulher, levando a amante para motéis. Ele foi apanhado somente quando pagou um motel com o cartão de crédito da própria esposa, que naturalmente descobriu tudo quando recebeu a fatura. Além desse detalhe escabroso, que mostra que o pecado cega a inteligência das pessoas, o que mais chocou a todos é que a liderança da sua igreja simplesmente o afastou do seminário por um breve período. No semestre seguinte, lá estava ele de volta ao seminário, dando aulas aos alunos, como se nada tivesse acontecido. O caso era de conhecimento geral, inclusive dos alunos. Que mensagem estava sendo passada para aqueles futuros pastores e líderes quanto à seriedade do pecado e da necessidade de se viver uma vida santa no ministério?

A falta do exercício da disciplina na Igreja sobre membros e líderes faltosos é consequência do conceito largamente difundido entre os evangélicos de que os crentes não são responsáveis por seus atos diante de outros, e especialmente, de que não dão conta de seus atos às igrejas das quais participam ou lideram.

Primeiro, há quem considere o exercício da disciplina como uma violação do mandamento de Jesus, “não julgueis para que não sejais julgados” (Mat 7:1). Essa interpretação é totalmente falsa. O julgamento que Jesus proíbe é o julgamento hipócrita, isto é, condenarmos os outros sem prestarmos atenção em nossos próprios pecados (veja versos 3-5). A prova que Jesus não estava fazendo uma proibição geral contra o julgamento se encontra nos versículos seguintes, quando Ele determina aos discípulos: “Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem” (Mat 7:6). Para que possamos obedecer a esse mandamento, temos de determinar quem é porco e quem é cão. Ou seja, temos que julgar. Além disso, foi o próprio Jesus quem determinou os passos para o exercício da disciplina na Igreja (Mat 18:15-17).

Segundo, para muitos a disciplina é uma violação do mandamento do amor. É considerada como falta de amor cristão para com o irmão caído. Essa interpretação falsa do amor cristão não leva em conta o ensino bíblico de que Deus disciplina exatamente aqueles que Ele ama (Heb 12:6; cf. Deut 8:5; Sal 89:30-34; 11975; Prov 3:12; 13:24; et alli). Fechar os olhos para o pecado do irmão não é amor. É ódio. É desejo de vê-lo afundar-se mais e mais no pecado.

Essas atitudes têm servido para que evangélicos vejam a disciplina como algo punitivo, injusto, vingativo e opressor, levando muitos a acharem que devem prestar contas de seus atos somente a Deus. E às vezes, nem isso.

Se esse estado de coisas não mudar, veremos o crescimento de uma geração de cristãos irresponsáveis, que não reconhecem seus erros e pecados, que desconhecem o valor e a necessidade da disciplina, e que não percebem a seriedade e a gravidade do pecado e suas conseqüências na vida do discípulos de Cristo e a importância de corrigir publicamente os pecados públicos, como Jesus corrigiu publicamente a mulher adúltera. Ele não a condenaria com pena de morte, como os fariseus desejavam, mas corrigiu sua vida imoral em público, dizendo “vá e não peque mais”.

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Fonte: Augustus Nicodemus, via Facebook
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O RELACIONAMENTO DO CRISTÃO COM O MUNDO


hernandes
Esta é uma breve mensagem, do Pr. Hernandes Dias Lopes, que fala sobre qual deve ser a atitude do cristão em relação ao mundo, trazendo reflexões acerca da postura que devemos ter, não sendo esta de isolamento ou alienação, mas sim de se colocar no lugar de Jesus, e obedecê-lo nos tornando sal e luz para aqueles que ainda não o conhecem.
No vídeo, Hernandes mostra que um dos maiores problemas do cristão é deixar-se influenciar pelo mundo ao invés de influenciá-lo com um bom testemunho. Isso os torna como a semente que cai entre os espinhos, que brota, mas não frutifica, pois os espinhos crescem e a sufocam. Nos convidando, ao final, a ter uma vida de santidade, separada para Deus, a ser sal e luz, não amando as coisas do mundo nem nos conformando com este.
Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.
Tiago 4:4
E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2
Assista o vídeo:
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Postado por Yasminn Lacerda. Fonte: Ump da Quarta. Divulgação: Púlpito Cristão.

SETE DICAS PRECIOSAS PARA UM MARIDO FAZER SUA ESPOSA MAIS FELIZ



Alguns dizem que o casamento é como uma ilha deserta. Os que estão fora querem entrar e os que estão dentro querem sair.  

Pois é, casamento não é nada fácil não é verdade? Além disso as Escrituras afirmam que o marido deve amar a esposa como Cristo ama a igreja, portanto bem complicado, não é mesmo?

Isto posto, segue abaixo 7 preciosas dicas para o marido fazer da sua esposa uma mulher mais feliz:

1- Seja menos egoísta.  Homens são extremamente egoístas. Poucos são aqueles que se preocupam mais com suas esposas do que consigo mesmos. Nessa perspectiva que tal priorizar sua esposa dando a ela a primazia em todas as coisas?

2- Gaste tempo escutando suas queixas, lamentações, problemas e preocupações. Lembre-se que escutar é mais do que ouvir. Escutar é dar atenção total e irrestrita a tudo aquilo que ela diga.

3- Resgate o romantismo. Pois é, existem homens que depois que casam abandonam o romantismo o que a médio prazo traz inúmeros problemas relacionais.

4- Valorize suas virtudes em detrimento suas falhas. Infelizmente existem homens que valorizam mais as falhas de suas esposas à suas virtudesUm homem que valoriza sua mulher desfruta de um relacionamento mais saudável.

5- Jamais diga que ela está gorda ou um "pouquito" acima do peso.

6- Elogie-a. Mulheres gostam e precisam de elogios.

7- Seja parceiro dela, participando do seu mundo, dando-lhe opiniões e interagindo com ela em todos os aspectos e dimensões.

Pense nisso!

Renato Vargens

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