SEJA PARCEIRO DESTE MINISTÉRIO


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Pastoreando os Indolentes


Por Owen Strachan – Parte 2/2

strachan-apatico

Enfrentando o Problema

Nós esboçamos algumas das principais razões pelas quais as pessoas na igreja se tornam indolentes e passivas. Agora, vamos observar alguns caminhos pelos quais podemos enfrentar esses problemas.

Pregue a Palavra

O seu primeiro dever como pastor é anunciar a Palavra de Deus. A Palavra de Deus trouxe vida aos ossos secos na visão de Ezequiel (Ez 37); e a Escritura ainda está, todos esses anos depois, trazendo vida aos ossos secos hoje, incluindo os cansados, os temerosos e os indolentes. Anuncie todo o conselho de Deus. Apresente a realidade bíblica às pessoas. À medida que você fizer isso, ao longo do tempo, o Espírito de Deus irá convencer os preguiçosos de seu pecado e acordá-los.

Com Clareza e Compaixão, Acuse os Pecadores

Além disso, no que diz respeito aos indolentes, você não deve se esquivar dos imperativos. Os ensinos de Cristo e de Paulo são suficientes para mostrar que é inteiramente possível pregar de uma perspectiva saturada pela graça, contra o pano de fundo de um Deus completamente poderoso, e ainda assim abordar os pecados específicos e as batalhas da nossa natureza humana. A sua pregação deveria alcançar estes objetivos: mostrar aos indolentes o quão grandiosa e poderosa é a graça de Deus, tornar claro o quão desonrosa é a indolência em contraste com a bondade de Deus, e guiá-los para que se arrependam de sua passividade e triunfem na prática sobre o seu pecado.
As suas exortações devem ser fortes, embora cautelosas. Considere as palavras de Paulo aos Tessalonicenses:
Pois vós mesmos estais cientes do modo por que vos convém imitar-nos, visto que nunca nos portamos desordenadamente entre vós, nem jamais comemos pão à custa de outrem; pelo contrário, em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de não sermos pesados a nenhum de vós; não porque não tivéssemos esse direito, mas por termos em vista oferecer-vos exemplo em nós mesmos, para nos imitardes. Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma. (2Ts 3.7-10)
Seja como Paulo: chame os pecadores pelo que eles são. Identifique a indolência. Em um espírito de corajosa compaixão, repreenda-a.
Juntamente com o seu chamado ao arrependimento, promova uma visão grandiosa da vida cristã e da obra da igreja. Muitas igrejas trabalham sem uma missão articulada ou com uma pequena missão. Nem toda igreja será grande em número, mas toda igreja é um quartel do reino, uma participante da obra mais dinâmica que há na terra: a pregação do evangelho de Cristo. Toda congregação faz guerra contra Satanás, o derrotado tentador do rebanho. Todo crente oferece um culto aceitável a Deus por meio do Espírito ao servir a essa grande causa (1Pe 2.9).
Crentes indolentes primeiro devem se arrepender, e então ficar gloriosamente perdidos em meio à obra do reino.

Pastoreie Amorosamente o Rebanho

Além disso, você precisará tornar tudo isso prático. Muitos de nós têm receio daquele tipo de membresia programática que reduz tudo a um formulário que deve ser preenchido com a data em que o membro começará a servir. Porém, muitos membros de igreja precisarão de ajuda para se engajarem no ministério da igreja. Muitos não terão a visão (pelo menos inicialmente) para pensar em uma estratégia de ação. É por isso que presbíteros que verdadeiramente conhecem as pessoas são tão essenciais. Não é suficiente pregar contra a indolência e trombetear a missão de Deus. Os presbíteros da igreja devem se envolver e ajudar as pessoas a vencerem seus pecados e batalhas. Essa é uma questão complexa – de fato, é o coração do pastorado -, mas é suficiente dizer que os presbíteros da igreja devem se envolver, encontrar-se com os membros, ouvir suas histórias, desafiar o pecado em suas vidas e elaborar um plano para vencer os seus desafios.
À medida que faz isso, você encontrará inúmeras pessoas que estão passando por uma etapa única da vida que está sobrecarregando-os e deixando-os com pouco tempo para labutarem espiritualmente. Eles podem se aproximar de você sentindo-se preguiçosos, e pode ser a sua missão gentilmente ajudá-los a ver que eles não são preguiçosos, apenas sobrecarregados. Um estudante de doutorado vivendo o período crítico da dissertação final; a jovem mãe acordando quatro vezes por noite para amamentar o recém-nascido; o operário trabalhando em turnos dobrados por algum tempo para pagar a hipoteca; nessas e em outras épocas, a igreja pode facilmente oferecer graça aos sobrecarregados. D.A. Carson – que não é nenhum desleixado espiritual – certa vez citou Lloyd-Jones acerca da necessidade de livrar as jovens mães de culpa nessa área. Concordo totalmente.
Idealmente, o cuidado pastoral irá formar estratégias de longo prazo a fim de ajudar aqueles que trabalham em excesso a saírem do seu estado super ocupado. Ocupações em excesso são um pecado fácil de justificar no mundo moderno. Não obstante, o pastorado forte irá distinguir entre etapas incomuns e letargia espiritual, e aplicar a graça do evangelho – e o poder do evangelho – à situação.
Ele também irá discernir como engajar aqueles que não têm confiança quanto à sua habilidade para servir, e gentilmente liderá-los para áreas de necessidade no corpo que eles possam começar a encarar.

Dê o Exemplo

As pessoas também precisam que você pratique as suas próprias exortações. Se você acende uma tocha no púlpito, mas falha em carregá-la ao longo da semana, o seu povo perceberá isso. Eles não saberão toda a doutrina que você sabe, mas eles saberão identificar um trabalhador. Você deve mostrar-lhes que a obra do reino, a pregação do evangelho e a sua aplicação a vidas caídas realmente importam para você, e que isso dirige a sua vida.
Para usar a linguagem de Dietrich Bonhoeffer, você precisa pregar a graça que custa, e você precisa mostrar o quanto ela custa para você.

Ore por Mudança

A oração deve permear toda a obra da igreja. Isso é verdade acerca do seu cuidado pelos indolentes: você deve orar por eles, e pedir a Deus que os transfore e os motive pelas riquezas do seu evangelho. Ore quando você estiver encorajado pelo que vê; e ore quando não há nenhum encorajamento à vista, e você se sente sozinho como Gideão diante dos midianitas (Jz 7). Não existe substituto para a oração. Deus a responde, e ele frequentemente se agrada de mostrar o seu poder não por meio dos nossos planos intermináveis de mudança pessoal, mas por meio do misterioso poder do seu Espírito.

Confie no Grande Deus que Age

Em tudo isso, lembre-se: não é você, em última análise, quem edifica a igreja e acorda os indolentes. É o Deus Todo-Poderoso. Ele ama o seu povo infinitamente mais do que você o faz. Ele é onipotente. Ele está trabalhando através de você à medida que você prega a sua Palavra. E ele recompensará o pastor que persevera nos sofrimentos e na oração, e que busca, pelo poder de Deus, acordar as ovelhas para a missão de Deus.
Owen Strachan é professor assistente de teologia cristã e história da igreja no Boyce College e diretor executivo do Conselho pela Masculinidade e Feminilidade Bíblicas. Ele é o autor do vindouro livro Risky Gospel [Evangelho Arriscado] (Thomas Nelson, 2013) e, com Kevin Vanhoozer, O Pastor como Teólogo Popular (Brazos Press, 2014).
Por Owen Strachan. Extraído do site www.9marks.org. Copyright © 2013 9Marks. Usado com Permissão. Original: Pastoring the Idle
Tradução: Vinícius Silva Pimentel – Editora Fiel © Todos os direitos reservados. Original: Pastoreando os Indolentes (Owen Strachan)


Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Pastor da Igreja Mundial é preso em flagrante ao tentar roubar dízimos e ofertas da Igreja da Graça


Pastor da Igreja Mundial é preso em flagrante ao tentar roubar dízimos e ofertas da Igreja da Graça

Um pastor da Igreja Mundial do Poder de Deus e ex-pastor da Igreja Internacional da Graça foi preso sob acusação de liderar uma quadrilha que planejava um assalto ao templo da denominação liderada pelo missionário R. R. Soares na capital de Rondônia, Porto Velho.
O suposto pastor Josué Alves, preso pela Polícia Civil junto com o bando, afirmou que as informações para a realização do assalto haviam sido passadas pelo pastor Eduardo, titular da Igreja da Graça.
Porém, o delegado Paulo Kakionis, do 1º DP, afirmou que Eduardo não possuía envolvimento com o roubo, e que Josué tentava incriminá-lo para conseguir algum benefício no inquérito.
Durante a ação da Polícia Civil que resultou na prisão da quadrilha, houve troca de tiros, mas ninguém ficou ferido, e um dos envolvidos conseguiu fugir.
Foram presos Mateus Lima Vieira, 18 anos; Romário Antero da Silva, 19; Leandro Garcia da Silva, 21; Anderson Souza da Silva, 19; Francisco Claudio, 22; Elisvaldo dos Santos, 23; Rogerio Gomes, 22; e Jeferson Andrade, 23.
Segundo informações da mídia local, Josué Alves trabalhava no templo sede da Igreja Mundial em Rondônia, além de liderar uma congregação da denominação e trabalhar no estúdio da IMPDTV, emissora responsável pela transmissão da  programação local da Mundial. Quando foi preso, Josué estava vestido com uma camisa com o logo da emissora da igreja.
Antes, Josué já havia sido acusado de participação no assalto à Igreja da Graça em dezembro de 2012, após um culto de Santa Ceia, quando foram levados R$ 50 mil.
Assista abaixo à reportagem do Rondônia Agora sobre o caso:
Por Tiago Chagas
Fonte:Gospel+

Bancadas evangélicas estaduais e municipais buscam atuação conjunta contra projetos de lei que favoreçam ativistas gays e feministas


Bancadas evangélicas estaduais e municipais buscam atuação conjunta contra projetos de lei que favoreçam ativistas gays e feministas
As atuações das bancadas evangélicas nas Assembleias Legislativas foi tema de uma reportagem de capa da revista Carta Capital, intitulada “Bancadas de Deus”.
A matéria chama a atenção para o crescimento darepresentatividade políticados evangélicos, que é tratada pela revista como “fenômeno” ou “processo silencioso”.
Entrevistado sobre o assunto, o pastor Wilton Acosta, presidente do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (Fenasp), afirmou que existem frentes parlamentares evangélicas em 15 estados brasileiros, e aproximadamente “10 mil vereadores evangélicos” nas Câmaras Municipais.
Para o pastor Acosta, protagonista de uma recente discussão pública através do Twitter com Silas Malafaia, a atuação dessas bancadas evangélicas é ambiciosa: “O objetivo é verticalizar a pauta parlamentar nacional, aprovando leis em todas as assembleias e câmaras. Todas”, afirmou.
A ideia, segundo Acosta, é orquestrar a atuação política dos parlamentares evangélicos e fazer com que toda a representação política do movimento atue contra o avanço dos novos códigos Penal e Civil, que possuem propostas sobre aborto, posse de maconha, criminalização da homofobia e casamento gay.
A Frente Parlamentar Evangélica da Assembleia Legislativa de São Paulo, que reúne 15 dos 94 deputados, é uma amostra da atuação conjunta: “Não somos bobos. Sabemos que são temas de competência do Congresso, mas o que falamos aqui repercute em Brasília. Afinal, os deputados federais e senadores se elegem com apoio de deputados estaduais e vereadores. A base tem direito de cobrar uma postura firme deles no Parlamento”, afirmou o deputado Carlos Cezar (PSC), explicando a importância da centralização de ideias.
O movimento contra as propostas tidas como prejudiciais pelos evangélicos envolve atuação nas três níveis de governo: “A ideia é subsidiar os vereadores com fundamentos legais, para que ajam de forma local, pois, quando barramos as propostas deles [movimentos gays e feministas] no Congresso, eles tentam implantá-las nas cidades e estados. Aí criam jurisprudência. Não vamos permitir isso”, disse o vereador Herculano Borges (PSC).
A revista destaca ainda que muitas das propostas das bancadas evangélicas no país são controversas, como o projeto que pretende proibir bares localizados a menos de 300 metros de igrejas, de autoria do vereador Benedito Oleriano (PMN), de Sorocaba, interior de São Paulo.
Em Maringá, interior do Paraná, a bancada evangélica local conseguiu aprovar um projeto de lei que transferiu a data de realização da Marcha para Jesus, coincidindo com a Parada do Orgulho Gay da cidade.
Porém, a atuação dos políticos ligados às igrejas não é bem vista por alguns movimentos sociais: “O avanço dos evangélicos tornou a luta muito mais desfavorável”, disse Kauara Rodrigues, assessora da ONG Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA), que atua na monitoração de projetos que envolvem os direitos das mulheres em tramitação no Congresso Nacional.
A revista destacou as propostas mais polêmicas das bancadas evangélicas pelo país num infográfico. Confira:
propostas bancadas evangelicas - carta capital
Por Tiago Chagas
Fonte:Gospel+

Psicóloga cristã Marisa Lobo se filia ao PSC de Marco Feliciano e será candidata a deputada federal em 2014


Psicóloga cristã Marisa Lobo se filia ao PSC de Marco Feliciano e será candidata a deputada federal em 2014

Na tarde dessa terça feira (30), a psicóloga Marisa Lobo anunciou sua filiação ao Partido Social Cristão (PSC), partido ao qual é também filiado o deputado Marco Feliciano. A filiação da psicóloga teve como “padrinhos políticos” Ratinho Júnior, presidente do PSC no Paraná, e Everaldo Pereira, vice-presidente nacional do partido.
Marisa Lobo anunciou sua filiação ao partido através das redes sociais, onde repercutiu também sua provável candidatura a deputada federal nas próximas eleições. Em nota, Marisa Lobo comentou sobre seu novo vínculo com o partido, e confirmou sua possível candidatura em 2014.
- Hoje assinei minha filiação no PSC, com a presença de todo diretório estadual, meus padrinhos foram Ratinho Junior presidente estadual, e o Everaldo vice-presidente nacional… enfim fiquei emocionada, não esperava tamanha honra. A esposa do Pr. Everaldo a cantora Ester também estava presente. Foi super descontraído, fui bem recebida pela família PSC. Agora vou estar protegida e terei mais armas para lutar pelas causas da família. – informou a psicóloga em sua página no Facebook.
- Estou pronta para, se for da vontade de Deus, ser sim uma parlamentar em 2014 – afirmou a psicóloga, que relatou também ter sido assediada por outras legendas políticas antes de se decidir pelo PSC.
Além dos padrinhos políticos de Marisa, a reunião onde ocorreu a assinatura de sua filiação contou também com a presença de vários deputados, vereadores e lideranças do partido. Ratinho Junior comentou sobre a filiação, destacando o crescimento acelerado do partido e os projetos do PSC em favor da população.
- A filiação da Marisa é muito representativa para o projeto do PSC. Além de ser muito importante a participação feminina, ela também representa o nosso fortalecimento baseado em ideais – afirma Ratinho Junior.
- Nosso partido é uma família e tomamos nossas decisões como tal, sempre pensando no bem comum – enfatizou Everaldo.
Marisa Lobo ficou nacionalmente conhecida pela sua Coordenação Nacional da Campanha “Maconha Não!”, que ela levou até o Congresso Nacional, assim como os seus trabalhos de prevenção às drogas, contra a pedofilia e pela preservação da família. A psicóloga ficou também conhecida pelos embates em torno das tentativas de cassação de seu registro profissional, sobretudo envolvendo ativistas LGBT.
- Milito pelas causas da família, pela verdade e, principalmente, pela prevenção e combate às drogas. Sempre preferi estar na fileira dos idealistas. Eu venho para ajudar a construir, junto com o PSC e com a população, um projeto de resgate da família e dos valores cristãos em todo País. O PSC se fortalece porque tem ideias, filosofia e ideologias – destacou Marisa Lobo.
Leia na íntegra a nota oficial da psicóloga sobre a filiação:
Me filiei ao PSC depois de ser assediada por vários partidos, pois vi no PSC uma oportunidade de defender as bandeiras que já defendo há anos em minha vida.
Devido a muitos ataques que sofro, ir para um partido que tem o meu perfil, e que defende a fé cristã, é proteção para mim, e quero ser referência. Estou entrando para trabalhar a nível nacional com o partido, principalmente com as mulheres, e criar um exército feminino para defender a família tradicional. Somos contra: drogas, aborto, eutanásia, pedofilia, qualquer forma de abuso e, principalmente, vamos fazer movimentos em todo Brasil com as mulheres para reconstruir a família tradicional, reestruturar essa família tão desgastada; porque acreditamos na família como fator protetivo na prevenção ao uso de drogas e à violência. Família estruturada sociedade curada.
Estou pronta para, se for da vontade de Deus, ser sim uma parlamentar em 2014.
Marisa Lobo
Coordenadora Campanha Nacional MACONHA NÃO
Por Dan Martins
Fonte: Gospel+

A bênção do trabalho


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“Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio. Não tendo ela chefe, nem oficial, nem comandante, no estio, prepara o seu pão, na sega, ajunta o seu mantimento. Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? Um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso, assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado.” 
(Pv 6.6–11)

Uma mãe trabalhou e sofreu muito para criar sua numerosa família. Um de seus filhos chegou a ser gerente de uma grande empresa. Quando sua mãe ficou viúva, esse filho a convidou para viver na casa dele: proveu-lhe um belo aposento e designou alguns empregados para cuidarem dela.

Depois de algumas semanas, notaram que a mãe saía às compras e ficava fora o dia todo. Notaram que sempre pedia ao chofer para deixá-la numa certa esquina às 8 da manhã e apanhá-la às 4 da tarde, três dias por semana e sempre nos mesmos dias. Descobriram que ela havia conseguido um trabalho de empregada doméstica diarista. A mãe explicou ao filho que não queria ofendê-lo, mas na verdade não estava satisfeita em não ter nenhum trabalho para fazer.

Devemos recordar que o trabalho é honroso, que é uma bênção e que a preguiça é um pecado.

A. Lerı́n
In: 500 ilustraciones
Via: Cinco Solas

Resposta a questionamentos sobre as declarações do Rev. Marcos Amaral


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Rev. Marcos Amaral à direita
Por Solano Portela

Temos recebido uma série de questionamentos por parte de fãs no Facebook sobre a posição ou pronunciamentos de um pastor presbiteriano que estaria se alinhando com defensores do movimento gay, Rev. Marcos Amaral, do Rio de Janeiro.

Este pastor, realmente, faz parte de um movimento de “liberdade religiosa”, que congrega católicos, umbandistas, espíritas, e diversas outras vertentes religiosas. Praticamente todos desse grupo, além da agenda da questão de liberdade religiosa, acatam os supostos “direitos” dos gays, são contra pronunciamentos bíblicos em oposição à prática homossexual e defendem o chamado PL 122. Recentemente, têm se posicionado contra a permanência do pastor Marcos Feliciano (que é pentecostal) à frente da Comissão de Direitos Humanos. Algumas declarações recentes atribuídas ao pastor Marcos Amaral, e reportagens subsequentes, têm gerado considerável controvérsia.

O Rev. Marcos Amaral é pessoa polêmica e já foi advertido até em nota oficial da IPB, sobre pronunciamentos anteriores. Este esclarecimento do presidente da denominação pode ser lido em diversos sites, entre eles:http://www.ipbvilagerti.org.br/pronunciamento-do-rev-roberto-brasileiro/

Rev. Marcos Amaral à esquerda
Reconhecemos que a associação com essas diversas figuras do panteão religioso é algo muito ruim para a identidade e testemunho cristão que devemos espelhar, acima de tudo reconhecemos, em adição, que vários desses pronunciamentos não têm sido sábios e que alguns são condenáveis e lamentáveis. A nossa denominação (IPB) e a IPSA discordam dessa confusão de ideias e mantêm uma aderência estrita àquilo que a Bíblia nos ensina, condenando comportamentos amorais e contrários à pureza e integridade da família.

IPB REAFIRMA SUAS CONVICÇÕES BÍBLICAS ACERCA DA FAMÍLIA


PRONUNCIAMENTO DO REV. ROBERTO BRASILEIRO

outubro 18, 2012 // AconteceNotícias da IgrejaPastorais
Presidente do SC reitera posiçao oficial da IPB sobre formação da família
Patrocínio / MG, 11 de outubro de 2012.
À Igreja Presbiteriana do Brasil
Assunto: Comunicado
Amados irmãos,
Nesses dias irromperam em nosso meio comentários a respeito da participação e da fala do Rev. Marcos Amaral, Presidente do Sínodo da Guanabara, Rio de Janeiro, no programa de televisão da Rede Globo “Amor & Sexo”.
Comunico à Igreja Presbiteriana do Brasil, e ao público em geral, como Presidente do Supremo Concílio da IPB, que a fala do referido irmão não é a posição oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil. Esta, por documentos oficiais, tem deixado bem claro que não aprova e nem aceita, por ser pecado, qualquer prática contrária à formação da família que não esteja em conformidade com a Palavra de Deus. A fala do referido pastor é pessoal, e cabe ao seu Presbitério tratar da questão em conformidade com a Constituição da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Na busca da paz da Igreja, comunico que o Presidente do Supremo Concílio responde pela IPB civilmente conforme seus Estatutos. Informo também que a Igreja Presbiteriana do Brasil, através de seu Supremo Concílio, tem tomado posições coerentes e firmes, fundamentadas na Bíblia Sagrada, nesta e em outras matérias.
Do servo,
Rev. Roberto Brasileiro Silva
Presidente do Supremo Concílio
Igreja Presbiteriana do Brasil.

A Bíblia realmente ensina que cristãos não perdem a salvação?


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por Herman Bavinck


Por mais que ocorra apostasia no cristianismo, isso nunca pode nos levar a questionar a fidelidade imutável de Deus, a certeza do Seu conselho, o caráter permanente da Sua aliança, ou a confiabilidade de suas promessas. Devemos rapidamente abandonar todas as criaturas que deixam de confiar em Sua Palavra. E esta Palavra na sua totalidade é uma promessa imensamente rica para os herdeiros do reino.

Não é apenas um punhado de textos que ensinam a perseverança dos santos: o Evangelho inteiro a sustenta e confirma. O Pai os escolheu antes da fundação do mundo (Ef 1:4), ordenou-lhes a vida eterna (At 13:48), para serem conformes à imagem de seu Filho (Rm 8:29). Esta eleição permanece (Rm 9:11;. Hb 6:17) e no devido tempo traz consigo a vocação e a justificação e a glorificação (Rm 8:30).

Cristo, em quem todas as promessas de Deus são Sim e Amém (2 Co 1:20), morreu por aqueles que foram dados a Ele pelo Pai (Jo 17:6, 12), a fim de que Ele pudesse dar-lhes a vida eterna e não perder sequer um deles (Jo 6:40; 17:2). Ele, portanto, dá-lhes a vida eterna e nunca se perderão em toda a eternidade, ninguém os arrebatará da Sua mão (Jo 6:39; 10:28 ). O Espírito Santo, que os regenera, permanece eternamente com eles (Jo 14:16) e sela-os para o dia da redenção (Efésios 1:13; 4:30).

O pacto da graça é firme e confirmado com um juramento (Hb 6:16-18; 13:20), inquebrável como um casamento (Ef 5:31-32), como um testamento (Hb 9:17), e em virtude desse pacto, Deus chama os seus eleitos. Ele inscreve a lei no mais íntimo do ser deles, coloca temor no coração deles (Hb 8:10;. 10:14), não permite que sejam tentados além de suas forças (1Co 10:13.), confirma e completa neles o bom trabalho que Ele começou (1Co 1:9;. Fp 1:6), e os mantém para o retorno de Cristo, para que recebam a herança celestial (1 Ts 5:23; 2 Ts 3:3; 1. Pe 1:4-5

Em sua intercessão diante do Pai, Cristo age de tal forma que a fé de seus eleitos não desfaleça (Lc 22,32), e que no mundo eles possam ser guardados do maligno (Jo 17:11, 20), para que possam ser salvos em todos os tempos (Hb 7:20-25). Ele está contemplando Sua glória (Jo 11:24-26). Os benefícios de Cristo, que o Espírito Santo dá a eles, são todos irrevogáveis (Rm 11:29). Aqueles que são chamados também serão glorificados (Rm 8:30). Aqueles que são adotados como filhos, são herdeiros da vida eterna (Rm 8:17; Gl 4:7). Aqueles que creem já têm a vida eterna aqui e agora (Jo 3:16). Esta mesma vida, sendo eterna, não pode ser perdida. Ela não pode morrer, uma vez que não pode pecar (1Jo 3:9). A fé é uma terra firme (Hb 11:1), a esperança é uma âncora (Hb 6:19) e não nos decepciona (Rm 5:5), e o amor nunca acaba (1Co 13:8).

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Texto extraído no original de Reformed Dogmatic 4.269-70 (quebras de parágrafo são de Kevin DeYoung)
Tradução: Arielle Pedrosa

terça-feira, 30 de abril de 2013

Estudo revela que frequentar cultos pode acrescentar até três anos de vida; Antropólogo diz que descoberta “é uma das mais impressionantes dos últimos anos”


Estudo revela que frequentar cultos pode acrescentar até três anos de vida; Antropólogo diz que descoberta “é uma das mais impressionantes dos últimos anos”

O antropólogo e escritor T. M. Luhrmann publicou um artigo no New York Times sobre o efeito da religião sobre a saúde de quem frequenta cultos em igrejas cristãs.
Luhrmann realizou um estudo sobre o tema e publicou recentemente um livro intitulado When God Talks Back: Understanding the American Evangelical Relationship With God, ainda sem título em português (em tradução livre, pode ser entendido como “Quando Deus Responde: Entendendo a Relação dos Evangélicos Norte-Americanos com Deus”).
“Uma das descobertas científicas mais impressionantes sobre religião nos últimos anos é que ir à igreja uma vez por semana faz bem. Frequentar a igreja – e no mínimo, a religiosidade – melhora o sistema imunológico e diminui a pressão arterial. Isso pode acrescentar até dois ou três anos de vida. A razão para isso não está inteiramente clara”, diz Luhrmann.
No artigo, Luhrmann afirma que outros pesquisadores chegaram a conclusões semelhantes: “Um estudo realizado na Carolina do Norte descobriu que fiéis frequentes tinham redes sociais maiores, com mais contatos, mais afeição e mais tipos de apoio social do que as pessoas que não frequentavam igrejas. E nós sabemos que o apoio social está diretamente ligado a uma saúde melhor”, observa o antropólogo.
As doutrinas pregadas pelas igrejas também contribuem para uma vida significativamente mais saudável, segundo Luhrmann: “O comportamento saudável é, sem dúvida, outra parte. Certamente muitos fiéis lutam com comportamentos que gostariam de mudar, mas, em média, os frequentadores regulares de igrejas bebem menos, fumam menos, usar menos drogas recreativas e são menos sexualmente promíscuos do que os outros”, pontua.
A fé, para os cristãos, é algo que simboliza a crença no que não é visível, mas real. Para Luhrmann, a convivência com esse exercício pode proporcionar experiências positivas, com influências diretas na saúde.
“Qualquer religião demanda que você vivencie o mundo como algo mais do que é apenas material e observável. Isso não significa que Deus é imaginário, mas que, como Deus é imaterial, os que creem nele precisam usar sua imaginação para representar Deus. Para conhecer Deus numa igreja evangélica, você deve experimentar o que só pode ser imaginado como real, e você deve experimentar isso como algo bom”, conceitua o antropólogo.
Lurhmann diz que a comunidade científica tem “cada vez mais provas de que o que os antropólogos chamariam de ‘curas simbólicas’ têm efeitos físicos reais sobre o corpo. No cerne de alguns destes efeitos misteriosos pode estar a capacidade de confiar que aquilo que só pode ser imaginado seja real, e seja bom”.
Confira abaixo, a íntegra do artigo “Antropólogo realiza observações científicas a respeito do impacto da religião na vida das pessoas”, republicado pelo portal Uol:
Uma das descobertas científicas mais impressionantes sobre religião nos últimos anos é que ir à igreja uma vez por semana faz bem. Frequentar a igreja – e no mínimo, a religiosidade – melhora o sistema imunológico e diminui a pressão arterial. Isso pode acrescentar até dois ou três anos de vida. A razão para isso não está inteiramente clara.
O apoio social é sem dúvida uma parte da história. Nas igrejas evangélicas que estudei como antropólogo, as pessoas realmente parecem cuidar umas das outras. Elas apareciam com o jantar quando os amigos estavam doentes e se sentavam com eles quando estavam tristes. A ajuda às vezes era surpreendentemente concreta. Talvez um terço dos membros da igreja pertencia  a pequenos grupos que se encontravam semanalmente para falar sobre a Bíblia e suas vidas. Uma noite, uma jovem de um grupo no qual eu tinha entrado começou a chorar. Seu dentista tinha dito que ela precisava de um procedimento de US$ 1.500, e ela não tinha o dinheiro. Para meu espanto, nosso pequeno grupo – cuja maioria era de estudantes – simplesmente cobriu os custos, com doações anônimas. Um estudo realizado na Carolina do Norte descobriu que fiéis frequentes tinham redes sociais maiores, com mais contatos, mais afeição e mais tipos de apoio social do que as pessoas que não frequentavam igrejas. E nós sabemos que o apoio social está diretamente ligado a uma saúde melhor.
O comportamento saudável é, sem dúvida, outra parte. Certamente muitos fiéis lutam com comportamentos que gostariam de mudar, mas, em média, os frequentadores regulares de igrejas bebem menos, fumam menos, usar menos drogas recreativas e são menos sexualmente promíscuos do que os outros.
Isso corresponde às minhas próprias observações. Numa igreja que eu estudei no sul da Califórnia, a história de conversão mais comum parecia ser ter encontrado Deus e nunca mais ter tomado metanfetaminas. (Uma mulher me disse que ao esquentar sua dose, ela desencadeou uma explosão no apartamento de seu pai que estourou as portas de vidro. Ela me disse: “Eu sabia que Deus estava tentando me dizer que eu estava indo pelo caminho errado.”) Na igreja seguinte, lembro-me de ter ido a um grupo que ouvia uma mulher falar sobre um vício que ela não conseguia largar. Assumi que ela estava falando sobre sua própria batalha contra a metanfetamina. No fim, ela achava que lia romances demais.
No entanto, acho que pode haver outro fator. Qualquer religião demanda que você vivencie o mundo como algo mais do que é apenas material e observável. Isso não significa que Deus é imaginário, mas que, como Deus é imaterial, os que creem nele precisam usar sua imaginação para representar Deus. Para conhecer Deus numa igreja evangélica, você deve experimentar o que só pode ser imaginado como real, e você deve experimentar isso como algo bom.
Quero sugerir que esta é uma habilidade e que pode ser aprendida. Podemos chamá-la de absorção: a capacidade de se envolver em sua imaginação, de uma maneira que você goste. O que eu vi na igreja como um observador antropológico foi que as pessoas eram incentivadas a ouvir a Deus em suas mentes, mas apenas para prestar atenção às experiências mentais que estavam de acordo com o que elas considerassem ser o caráter de Deus, que elas consideram bom. Vi que as pessoas eram capazes de aprender a vivenciar Deus dessa forma, e que aquelas que eram capazes de vivenciar um Deus amoroso de forma vívida, eram mais saudáveis – pelo menos, julgando por uma escala psiquiátrica padronizada. Cada vez mais, outros estudos confirmam esta observação de que a capacidade de imaginar um Deus amoroso vividamente leva a uma saúde melhor.
Por exemplo, num estudo, quando Deus era experimentado como algo mais remoto não  amoroso, quanto mais alguém rezava, mais sofrimento psiquiátrico parecia ter; quando Deus era experimentado como próximo e íntimo, quanto mais alguém orava, menos doente ficava. Em outro estudo, numa faculdade cristã particular no sul da Califórnia, a qualidade positiva de um apego a Deus diminuiu significativamente o estresse e fez isso de forma mais eficaz do que a qualidade das relações da pessoa com outras pessoas.
Eventualmente, isso pode nos ensinar como aproveitar o efeito “placebo” – uma palavra terrível, porque sugere uma ausência de intervenção em vez da presença de um mecanismo de cura que não depende de produtos farmacêuticos nem de cirurgia. Nós não entendemos o efeito placebo, mas sabemos que é real. Ou seja, temos cada vez mais provas de que o que os antropólogos chamariam de “curas simbólicas” têm efeitos físicos reais sobre o corpo. No cerne de alguns destes efeitos misteriosos pode estar a capacidade de confiar que aquilo que só pode ser imaginado seja real, e seja bom.
Mas nem todos se beneficiam da cura simbólica. No início deste mês, o filho mais novo do famoso pastor Rick Warren se suicidou. Sabemos poucos detalhes, mas a perda nos lembra que sentir desespero quando você quer sentir o amor de Deus pode piorar a sensação de alienação. Necessitamos com urgência de mais pesquisas sobre a relação entre doença mental e religião, não só para que possamos compreender mais intimamente essa relação – as formas pelas quais elas estão ligadas e são diferentes –, mas para reduzir a vergonha daqueles que são religiosos e ,no entanto, precisam buscar outros cuidados.
*T. M. Luhrmann, professor de antropologia na Universidade de Stanford e autor do livro “When God Talks Back: Understanding the American Evangelical Relationship With God” [algo como: "Quando Deus Responde: Entendendo a Relação dos Evangélicos Norte-Americanos com Deus"] é um colunista convidado.
Tradução: Eloise De Vylder
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Ficar firme não é a linguagem de uma geração terapêutica!





Vivemos numa geração terapêutica, onde cada mal da alma humana é descrito em termos de doença e não pecados. Isso gera naturalmente uma vida autocomplacente, fazendo com que o homem sinta pena de si mesmo e se veja como vítima, legitimando assim os males do seu coração.


Uma visão deturpada da doutrina bíblica do pecado humano impossibilita o homem de ver a grandeza do Evangelho e o prende ao culto a si mesmo num cristianismo meramente nominal.


Homens assim nunca estão firmes, pois quem poderia estar sem o verdadeiro evangelho? Não podem resistir no dia comum, sequer podem estar de pé no dia mau: “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade” - Efésios 6:13-14 – Ficar firmes, ficar firmes... não é a linguagem de uma geração terapêutica.


Willian Gurnall (1616-1679), um dos grandes Puritanos, disse certa vez:



“Se o teu coração não é fixo em seu propósito, seus princípios, tão "bom" quanto você  possa achar que ele é, vai  fica solto e vai ter a mesma utilidade no calor da batalha que tem um arco mal amarrado e com cordas frouxas que não podem lançar flechas.

Aquele que tem apenas um conhecimento superficial do seu Rei e do que Ele claramente ensinou sobre tudo, especialmente sobre teu próprio coração, pode ser facilmente persuadido a mudar sua lealdade, ou, pelo menos, tentar manter-se neutro diante da traição que é a vida do homem natural criado para a glória de um Deus que ele agora despreza. Tentar estar neutro é ter escolhido o lado dos adversários de Deus, é ter escolhido seguir o próprio coração, seguir com a multidão... 


 Alguns cristãos professos têm apenas um conhecimento meramente humano e superficial disfarçado de evangelho. Eles não podem se dar conta do que esperar, dentro deles não há nada da revelação de Deus sobre eles mesmos, sobre o pecado, sobre o mundo... E se eles tem alguns princípios, alguma amabilidade... eles são tão instáveis que cada vento os sopra como telhas soltas de um telhado.


Quando os dardos poderosos de Satanás e da tentação caem sobre você como uma grande onda, você deve se agarrar as verdades de Deus, e nenhuma filosofia nascida no coração do homem natural poderá te ajudar, na verdade elas podem apenas te deixar mais abertos aos ataques, pois foram engendradas pelo inimigo. Não espere estar afundando sob o ataque para tentar consertar o barco. Um compromisso fraco não tem esperança de salvação quando pego na tempestade. Enquanto o cristão nominal se afoga, a determinação santa gerada pelo Espírito, fundamentada no Senhor, levanta sua cabeça como uma rocha no meio das ondas mais altas.

A Escritura promete que nesta batalha contra o mundo, a carne, satanás... “O povo que conhece ao seu Deus se tornará forte, e fará proezas” – Daniel 11.32. Um anjo disse a Daniel que muitos se levantariam para ser contados entre os que estavam firmes em  Deus quando tentados e perseguidos por Antíaco. Alguns poderiam ser comprados  por suborno de homens ( de um mundo) corrupto, outros cairiam vítimas da intimidação e ameaças. Mas alguns, que estavam firmemente fundamentados nos princípios da verdadeira fé produzida pelo Espírito, iriam fazer grandes coisas para a manifestação da glória de Deus neste mundo caído e mau. Isso quer dizer que seriam incorruptíveis aos meios, poderes e forças do inimigo.


 Conhecimento meramente intelectual das coisas de Cristo não é suficiente... o que diremos de um conhecimento corrompido pelo mundo? Seguir a Cristo no campo de batalha, vendo a luta como um “bom combate”, é uma questão de conhecimento verdadeiro e uma questão de coração, de um novo coração. Se o seu coração não é fixo em seu propósito, seus princípios, tão bem “intencionado” que você diga estar, vai estar solto e ter a mesma utilidade no calor da batalha de um arco com suas cordas frouxas. Determinação indiferente não vai se aventurar muito longe nesta grande batalha, no bom combate para a glória de Cristo... porque estará todo tempo comprometido consigo mesmo e não com Ele.”


A psicologia humanista foi substituindo o Evangelho na vida de muitos que se dizem cristãos, e como resultado óbvio, o pecado está “desaparecendo”... não porque tem sido vencido, apagado..., mas porque começou a ser descrito e aceito não como rebelião contra um Deus santo, mas como algo do qual o homem é vítima “inocente”. Foi desaparecendo no vocabulário do mundo, foi desaparecendo dos púlpitos, foi desaparecendo da vida dos que ouvem o que os púlpitos tem pregado, e o que eles tem pregado  são meros conselhos para o homem administrar melhor a vida.


Como resultado óbvio, aqueles que se dizem filhos de Deus, como o mundo a sua volta, padecem de uma “anemia” moral. Mas o homem que de fato foi regenerado, foi chamado a travar, pelo poder do Espírito, um bom combate contra a carne, o mundo, satanás... contra o pecado: “Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado.” -  Hebreus 12:4 – Resistir até o sangue combatendo contra o pecado não pode, é óbvio, se encaixar numa geração terapêutica, numa geração de vítimas. Resistir até a morte, diz o autor de Hebreus, é o que um soldado faz no campo de batalha, se eles tivessem que morrer para glorificar a Deus com suas vidas, que morressem.


O melhor conselho para um homem que abraçou e sofre dessa “anemia” moral é, evite o cristianismo. Se você quer viver uma vida falsa e autocomplacente, independente daquilo do que você faz, não se torne cristão, porque o espírito dessa era terapêutica só pode formar cristãos nominais, apenas o poder regenerador do Espírito faz o homem ver o pecado como ele é, ver seu coração como ele é, sem desculpas, sem complacência para consigo mesmo e para com o pecado: “Porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios” - Marcos 7:21 – Jesus está descrevendo não uma doença, mas o que o homem natural é. Ele precisa morrer e nascer de novo. 


Então de fato o melhor conselho para quem está preso na teia da psicologia humanista que formou uma geração terapêutica é não se torne cristão, pois o verdadeiro cristianismo é o chamado para um combate. Mas se você foi despertado e deseja uma vida de autodescoberta, profundamente satisfatória para a natureza que Deus lhe deu; se quer uma vida de aventura na qual tem o privilégio de negar a si mesmo e então seguir e servir ao Senhor e aos seus companheiros de jornada no curto período de peregrinação nesta terra; se agora almeja esta vida que expressa algo dessa gratidão impressionante dos que foram salvos de seus pecados... se ganhou um novo coração para odiar o que amava e amor o que odiava, convertido do pecado e de si mesmo para Deus, do pecado para a santidade... então o Espírito da graça está operando em você, e a notícia incrível é que:  “tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” - Filipenses 1.6


Soli Deo Gloria - Josemar Bessa

“Homossexual pode tornar-se heterossexual”, diz pastor Silas Malafaia, que define a prática como “comportamental”; Leia na íntegra


“Homossexual pode tornar-se heterossexual”, diz pastor Silas Malafaia, que define a prática como “comportamental”; Leia na íntegra

A presença da homossexualidade como um tema recorrente na sociedade contemporânea e como fonte de discussão persistente no meio cristão levou ao pastor Silas Malafaia, um dos maiores adversários sociais dos ativistas gays, a publicar um artigo em seu site sobre o assunto.
Malafaia é reconhecido pela ênfase na pregação de que a prática homossexual é reprovada pela Bíblia, e afirma em seu texto que a “tese de que o homossexualismo é genético é uma falácia; uma mentira”
Segundo o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, “Deus criou o ser humano como macho ou como fêmea” e já na criação “estabeleceu que eles teriam atração sexual um pelo outro e que, da relação sexual entre eles, nasceriam filhos (Gênesis 1.27,28)”.
O pastor diz ainda que “se o homossexualismo não é genético, é comportamental”, o que na prática significaria dizer que “é praticado por uma pessoa que, por determinação genética, nasceu homem ou mulher, mas tornou-se homossexual por preferência aprendida ou imposta”, diz o pastor.
“O ser humano é um ser social e vive sob a influência de modelos, padrões. Os psicólogos são unânimes em dizer que mais importante do que a determinação genética para uma criança decidir a sua preferência sexual é a maneira como ela é criada. Não há determinismo genético. E, se é uma questão de comportamento, um homossexual pode abandonar essa prática e tornar-se heterossexual; até porque, a maioria dos homossexuais tem algum grau de atração pelo sexo oposto”, pontua Silas Malafaia.
No campo teológico, o pastor diz que “a menos que eles se arrependam dessa prática abominável aos olhos de Deus e convertam-se a Cristo, serão condenados a passar a eternidade no inferno, um lugar de pranto, dor e ranger de dentes”.
Malafaia reconhece que a medicina não é o caminho para que um homossexual abandone a prática, e afirma que a questão só pode ser resolvida no campo espiritual.
“Embora remédios e técnicas terapêuticas não possam transformar um homossexual em heterossexual, se ele reconhecer seu erro, confessá-lo a Deus, pedir perdão e entregar sua vida a Cristo, será justificado pelo sangue de Jesus, liberto do pecado que o domina e transformado em uma nova criatura. Mas, para isso, é preciso, sobretudo, que o homossexual tenha consciência da sua condição pecaminosa e queira dar um novo rumo à sua vida. É uma decisão pessoal dele render-se à verdade, entregar-se a Cristo”, diz o pastor.
O papel da igreja, segundo Silas Malafaia, é manter-se firme nos princípios: “A nós, evangélicos, como Igreja de Cristo, coluna e baluarte da verdade, cabe pregar o evangelho e convocar os pecadores ao arrependimento. Mas a nós não cabe odiar ninguém. Devemos amar o pecador e condenar o pecado”, resume.
Confira abaixo, a íntegra do artigo “É possível a um homossexual abandonar essa prática?”, do pastor Silas Malafaia:
Alguns dizem que a homossexualidade é uma questão biológica, genética; o indivíduo já nasce homossexual. Entretanto, nenhum cientista jamais provou essa tese.
Não existe um gene que determine que uma pessoa será homossexual. Os cromossomas XX determinam que ela será do sexo feminino, e os cromossomos XY, que será do sexo masculino. Portanto, essa tese de que o homossexualismo é genético é uma falácia; uma mentira. Deus criou o ser humano como macho ou como fêmea. Ele estabeleceu que eles teriam atração sexual um pelo outro e que, da relação sexual entre eles, nasceriam filhos (Gênesis 1.27,28).
Aliás, é por causa desse princípio que a espécie humana tem subsistido. Se não houvesse casamento entre homem e mulher, não seria possível a perpetuação da espécie.
Se o homossexualismo não é genético, é comportamental. Ele é praticado por uma pessoa que, por determinação genética, nasceu homem ou mulher, mas tornou-se homossexual por preferência aprendida ou imposta.
Como isto é possível? O ser humano é um ser social e vive sob a influência de modelos, padrões. Os psicólogos são unânimes em dizer que mais importante do que a determinação genética para uma criança decidir a sua preferência sexual é a maneira como ela é criada. Não há determinismo genético. E, se é uma questão de comportamento, um homossexual pode abandonar essa prática e tornar-se heterossexual; até porque, a maioria dos homossexuais tem algum grau de atração pelo sexo oposto.
A despeito de ser um comportamento aprovado em muitas sociedades antigas e modernas, o homossexualismo é pecado. A rejeição à prática homossexualismo é clara na Palavra de Deus. Em Levítico 18.22 (ARA), constatamos uma exortação direta a não dar lugar a essa prática. Em Levítico 20.13, vemos que a pena na Lei mosaica para quem praticasse o homossexualismo era a morte.
No Novo Testamento, apesar de não haver mais a pena de morte, observamos que a morte espiritual persiste para o homossexual, entregue por Deus ao que Paulo chamou, em Romanos
1.28, de sentimento perverso (ARC) ou disposição mental reprovável (ARA). Neste mesmo texto, o homossexualismo é denominado paixão infame; torpeza; erro. Leia 1 Timóteo 1.8-11 (NVI).
Em 1 Coríntios 6.10,11, está claro que nem os efeminados nem os sodomitas (ou seja, os homossexuais passivos e os ativos) herdarão o reino dos céus. A menos que eles se arrependam dessa prática abominável aos olhos de Deus e convertam-se a Cristo, serão condenados a passar a eternidade no inferno, um lugar de pranto, dor e ranger de dentes (Mateus 13.40-42; 24.51).
Embora remédios e técnicas terapêuticas não possam transformar um homossexual em heterossexual, se ele reconhecer seu erro, confessá-lo a Deus, pedir perdão e entregar sua vida a Cristo, será justificado pelo sangue de Jesus, liberto do pecado que o domina e transformado em uma nova criatura. Mas, para isso, é preciso, sobretudo, que o homossexual tenha consciência da sua condição pecaminosa e queira dar um novo rumo à sua vida. É uma decisão pessoal dele render-se à verdade, entregar-se a Cristo.
A nós, evangélicos, como Igreja de Cristo, coluna e baluarte da verdade, cabe pregar o evangelho e convocar os pecadores ao arrependimento. Mas a nós não cabe odiar ninguém. Devemos amar o pecador e condenar o pecado. Porém amar não é aprovar nem justificar comportamento errado. Existe uma grande diferença entre amar a pecador e concordar com suas práticas.
Nós, evangélicos, amamos os homossexuais, mas não concordamos nem aceitamos o homossexualismo. Não se trata de homofobia [aversão violenta a homossexuais] nem preconceito religioso, e sim de seguirmos princípios éticos, morais e espirituais que se baseiam no conhecimento que temos da Lei e da vontade de Deus para o ser humano ter uma vida plena, feliz e eterna.
Sugestões de leitura: Levítico 18––20; Romanos 1; 1 Coríntios 6.10,11; 1 Timóteo 1.8-11
Por Tiago Chagas
Fonte: Gospel+

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