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segunda-feira, 15 de abril de 2013

O Poder do Evangelho


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Por Phillip Melanchthon (1497-1560)


Há pessoas as quais a consciência tem terrificado através do convencimento do pecado, que seriam seguramente dirigidas ao desespero, a condição habitual dos condenados, se elas não fossem sustentadas e encorajadas pela promessa da graça e misericórdia de Deus, comumente chamado de evangelho. Se a consciência afligida acredita na promessa da graça em Cristo, ela é ressuscitada e estimulada pela fé, como os exemplos seguintes revelarão maravilhosamente.

Em Gênesis, capítulo 3, o pecado, arrependimento e justificação de Adão são descritos. Depois de Adão e Eva haverem pecado, e estando procurando cobertas para a nudez deles - pois nós, os hipócritas, temos o hábito de aliviar nossas consciências fazendo compensações - eles foram chamados para prestarem contas ao Senhor; mas a Sua voz era insuportável.

Debaixo destas condições, nem cobertas nem pretextos desculparam o pecado deles. Condenados e culpados, a consciência cai prostrada quando é confrontada diretamente com o pecado pela voz de Deus. Eles fogem, e Adão explica a causa da fuga deles quando ele diz: "Eu ouvi a Tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo e me escondi." (Gn. 3:10). Note a confissão e o reconhecimento pela consciência. Enquanto isso, Adão cai em profundo pesar até que ele ouve a promessa de misericórdia, de que, através do descendente de sua mulher, a cabeça da serpente seria esmagada (Gn. 3:15). Até mesmo o fato de que o Senhor os vestiu, fortaleceu suas consciências, e é inegavelmente um sinal da encarnação de Cristo, porque a Sua carne, em última análise ,é que cobre nossa nudez e destrói a confusão de consciências trêmulas sobre as quais os insultos dos acusadores tem caído (Sl.69).

Nós recordamos como Davi foi quebrantado pela voz do profeta Natã. E ele certamente teria perecido se não tivesse ouvido o evangelho imediatamente: "Também o Senhor te perdoou o pecado; não morrerás" (II Sm. 12:13). O Espírito de Deus tem nos mostrado ricamente o modo como opera através da Sua ira e da Sua misericórdia. Que expressão mais evangélica pode ser concebida do que esta: "O Senhor te perdoou o pecado"? Não é este a suma do evangelho ou da pregação no Novo Testamento: o pecado foi perdoado? Você pode acrescentar a estes exemplos muitas histórias dos evangelhos. Lucas 7:37-50 conta sobre a mulher pecadora que lava os pés do Senhor; Ele a consola com estas palavras: "Teus pecados estão perdoados" (v. 48). E o que é mais conhecido do que a história narrada em Lucas, capítulo 15, do filho pródigo que confessa o seu pecado? Como amorosamente seu pai o recebe, abraça, e o beija! Em Lucas 5:8 Pedro, admirado pelo milagre e, o que é mais importante, tocado em seu coração, exclama: "Aparta-Te de mim, porque sou um homem pecador, ó Senhor". Cristo o consola e o restaura dizendo: "Não tenhas medo, ... " (v. 10). Destes exemplos acredito que possa ser entendido a diferença existente entre a lei e o evangelho, e entre o poder do evangelho e o da lei. A lei terrifica; o evangelho consola. A lei é a voz de ira e morte; o evangelho é a voz de paz e vida, e para resumir, "a voz do noivo e a voz da noiva," como o profeta diz (Jr. 7:34). E aquele que é encorajado pela voz do evangelho e confia em Deus já está justificado. Cristãos sabem bem quanta alegria e satisfação a consolação traz. E aqui situam-se, apropriadamente, aquelas palavras de alegria que os profetas usam para descrever Cristo e a Igreja. Is. 32:18: "O meu povo habitará em moradas de paz, em moradas bem seguras, e em lugares quietos e tranquilos". Is. 51:3: "regozijo e alegria se acharão nela, ações de graça e sons de música". Jr. 33:6: "e lhes revelarei abundância de paz e segurança." Sl. 21:6: "Pois o puseste por bênção para sempre, e o encheste de gozo com a tua presença". Sl. 97:11: "A luz difundi-se para o justo, e a alegria para os retos de coração".

Mas por que amontoar argumentos quando é óbvio, através da promulgação da lei e do advento de Cristo, o que significa o poder da lei e o do evangelho? Assim Êxodo, capítulo 19, descreve com que horrível espetáculo a lei foi dada. Assim, da mesma maneira que o Senhor terrificou a Israel naquele momento, as consciências individuais são atormentadas pela voz da lei, e eles exclamam junto com o Israel: "Não fale Deus conosco, para que não morramos" (Ex. 20:19). A lei exige o impossível, e a consciência, condenada pelo pecado, é assaltada em todas as direções. Nesta condição, medo e confusão perturbam a consciência de tal forma, que nada, nem ninguém pode trazer-lhe alívio, a não ser que Aquele que a acusou, retire a acusação. Alguns buscam consolação através de seus esforços, trabalhos, e atos de apaziguamento.

Mas estes não realizam mais do que Adão realizou com suas folhas de figo. Assim são aqueles que se ornam contra o pecado confiados no poder do seu próprio querer (arbítrio). Os fatos atuais ensinam que eles logo caem ainda mais miseravelmente. "O cavalo não garante a vitória; a despeito de sua grande força, a ninguém pode livrar" (Sl. 33:17).

"Presta-nos auxílio na angústia, pois vão é o socorro homem" (Sl. 108:12)!

Por outro lado, o advento de Cristo é descrito pelo profeta Zacarias como lemos em 9:9: "Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, ... ". Primeiro, quando o profeta dá a ordem para regozijar, ele ensina que a palavra deste Rei é diferente da lei; além disso, ele expressa a alegria na consciência de um jubiloso a ouvir a palavra de graça. Em seguida, não há tumulto, mas tudo está tranquilo, que o leva a entender que Ele é o autor da paz, não da ira. Esta é aquela característica que extraímos do termo "humilde", que o Evangelista usa, para explicar Sua mansidão. Isaías tem a mesma ideia em 42:3: "não esmagará a cana quebrada, nem apagará a torcida que fumega".

De modo similar, o apóstolo contrasta a face de Moisés com a de Cristo em II Co. 3:13. Moisés amedrontou as pessoas ao olharem para o seu semblante. Pois quem poderia aguentar a majestade do julgamento divino quando até mesmo o profeta implora isto: "Não entres em juízo com o teu servo" (Sl. 143:2)? Quando os discípulos vêem a glória de Cristo no Monte da Transfiguração, uma alegria nova e maravilhosa inunda seus corações a tal ponto, que Pedro, esquecendo-se de si mesmo, exclama: "Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas" (Mt. 17:4). Aqui está uma visão da graça e misericórdia de Deus. Da mesma maneira que um olhar à serpente de bronze salvou os homens no deserto, assim também, eles são salvos se fixarem os olhos da fé na cruz de Cristo (Jo. 3:14.). Aí está o porque de os apóstolos, de modo adequado, chamarem sua mensagem, cheia de alegria, de evangelho ou boas novas. Os gregos também comumente designavam de evangelho, seus anúncios e elogios públicos de atos valorosos.

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Nota sobre o Autor: Philip Melanchthon foi um dos mais importantes nomes entre a primeira geração de reformadores alemães. Este artigo, "O Poder do Evangelho," é uma seção do "Loci Communes Theologici", um dos primeiros exemplos da dogmática protestante (sistematização do pensamento da Reforma).

Melanchthon representou um papel importante durante a Reforma, não só como amigo e confidente de Martinho Lutero, mas também como o representante do lado protestante durante Congressos e Conversas Religiosas. Além disso, proveu o impulso decisivo para Lutero traduzir a Bíblia.

Via Bereianos

‘Remédio contra o crack é Deus o dia todo’, diz Magno Malta


“Remédio contra crack é só Deus de manhã, Jesus ao meio-dia e Espírito Santo a noite”, disse o senador Magno Malta (PR/ES). A frase de efeito forte, mas verdadeira, é trecho do aparte do senador no plenário, quando o senador Pedro Simon (PMDB/RS) afirmava que as iniciativas oficiais para conter o avanço do crack no Brasil são insuficientes.
A triste realidade é que não há droga mais destrutiva do que o crack. Ela vicia de imediato! Ela mata! Dezoito por cento dos usuários de crack perdem a vida no período de um ano. A maioria dessas pessoas morre por algum motivo violento ligado ao consumo do crack e neste cruel quadro tem também o cometimento de crimes por 60% dos usuários.
Com mais de 30 anos trabalhando na recuperação de dependentes químico no Projeto Vem Viver, em Cachoeiro de Itapemirim, sul do Espírito Santo, senador Magno Malta é considerado autoridade no assunto. “A ciência ainda não descobriu nenhum remédio para cura do viciado, mas eu sei, na prática, que com a minha receita espiritual curamos este diagnóstico: Deus de manhã, Jesus ao meio-dia e Espírito Santo a noite”, ensinou Malta.
Magno Malta marcou história na presidência da CPI do Narcotráfico quando desmantelou quadrilhas e participou da prisão de narcotraficantes internacionais, como Fernandinho Beira Mar. “Já nesta época que só se falava em maconha e cocaína, eu já previa a chegada de uma droga poderosa para destruir principalmente os jovens. E o crack chegou velozmente para viciar, desorientar, desunir lares e matar”, lamentou Magno, que já recuperou centenas de usuários de vários estados brasileiros.
Em pronunciamento nesta quinta-feira (11), o senador Pedro Simon afirmou que as iniciativas oficiais para conter o avanço do crack são insuficientes dada a velocidade com que cresce o consumo da substância no Brasil. O senador lamentou que as iniciativas do governo federal de combate às drogas deixem de fora as pequenas cidades, ressaltando que o crack já é encontrado nesses locais, e não só nos grandes centros, como ocorre com drogas mais caras. Simon chamou a atenção para o maior perigo do crack, que está na rapidez dos seus efeitos e na velocidade com que o vício se estabelece, o que o transforma, em sua avaliação, na droga mais prejudicial.
Em aparte, senador Magno Malta falou também sobre o problema da dependência de álcool no Brasil e disse que “vivemos em uma sociedade de alcoólatras, com autoridades, de copo cheio na mão, não encontra solução para combater e enfrentar com vontade política o grave problema do avanço das drogas em todas classes sociais. É uma sociedade hipócrita, que bebe, fuma e deixa péssimos exemplos para os mais novos. Só vejo as comunidades terapêuticas, geralmente voluntários, trabalhando corretamente na recuperação de dependentes químicos. Não é brincadeira, mas o único remédio que eu conheço é Deus de manhã, Jesus ao meio-dia e o Espírito Santo de noite”, afirmou Magno Malta no microfone do Senado Federal.
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Fonte: Assessoria de Imprensa

Cuidado com a depressão, aconselha pastor



O reverendo presbiteriano lembra que esta enfermidade pode acometer até mesmo pessoas cheias do Espírito Santo.
por Leiliane Roberta Lopes

Cuidado com a depressão, aconselha pastorCuidado com a depressão, aconselha pastor

O pastor Hernandes Dias Lopes escreveu em sua página no Facebook que é preciso tomar cuidado com a depressão, aconselhando seus leitores a procurarem pelo tratamento, pois ela tem cura.
O reverendo da Igreja Presbiteriana do Brasil afirmou que uma pessoa cheia do Espírito Santo pode sim ficar depressiva, um assunto que divide opiniões entre pastores, onde muitos dizem que a doença é na verdade uma “ação maligna”.
“Um crente cheio do Espírito Santo pode ter depressão, como um crente cheio do Espírito Santo pode ter um problema cardíaco ou respiratório”, escreveu Lopes.
Em sua rápida explicação sobre o tema ele pede para que as pessoas que foram diagnosticadas com tal enfermidade procurem o tratamento que é feito com remédios e terapia, dizendo que a fé também é importante nesse processo.
“Equivocam-se aqueles que consideram depressão apenas como ação maligna ou pecado inconfesso.”
Hernandes Dias Lopes faz um alerta para a sociedade brasileira, lembrando que a depressão é uma das principais causas do suicídio. “É tempo de a família, a igreja e a sociedade, como um todo, trabalhar com afinco para socorrer as pessoas que lidam com esse drama. Há esperança! Há uma luz no fim do túnel”.
Fonte:gospelprime

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Reeleito, pastor José Wellington fala em crescimento das Assembleias de Deus; Confira pastores eleitos para demais cargos da CGADB



Reeleito, pastor José Wellington fala em crescimento das Assembleias de Deus; Confira pastores eleitos para demais cargos da CGADB

O pastor José Wellington Bezerra da Costa, reeleito para um novo mandato à frente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), afirmou no discurso de vitória que a denominação precisa continuar crescendo para exercer seu papel.
“Nós temos que intensificar a evangelização, a construção de muitas casas de oração no Brasil, porque a igreja cresce, e com relação ao lado material, trabalho social, continuar expandindo a nossa mão, para aqueles que mais precisam de ajuda”, declarou o pastor.
Segundo informações do telejornal Bom Dia Brasil, da TV Globo, José Wellington obteve 9003 votos, que representa 54%, enquanto Samuel Câmara foi votado por 7407 pastores, um total de 46%.
A eleição foi apertada e curiosa, uma vez que parte dos pastores inscritos para votar na 41ª Assembleia Geral Ordinária não foram às urnas. Do total de 24 mil inscritos, apenas 17.075 exerceram seu direito ao voto.
Reconhecendo a vitória de seu adversário político na denominação, o pastor Samuel Câmara afirmou que desejava “felicidade” a José Wellington, e que a disputa acirrada proporciona crescimento à igreja: “Só chegarmos até aqui é uma grande contribuição que damos a Assembleia de Deus [...] Até quando não ganhamos a eleição, nós contribuímos para que a Assembleia de Deus vá mais longe”, disse.
Além da reeleição de José Wellington, a 41ª AGO definiu também a nova diretoria da CGADB para os próximos quatro anos. Confira abaixo:
Presidente
José Wellington Bezerra da Costa (SP)
1º Vice-Presidente (Região Sul)
Ubiratan Batista Job (RS)
2º Vice-Presidente (Região Centro-Oeste)
Sóstenes Apolos da Silva (DF)
3º Vice-Presidente (Região Norte)
Jonatas Câmara (AM)
4º Vice-Presidente (Região Nordeste):
José Antonio dos Santos (AL)
5º Vice-Presidente (Região Sudeste):
Temoteo Ramos de Oliveira (RJ)
Por Tiago Chagas
Fonte: Gospel+

Serviço identifica downloads de pornografia feitos no Vaticano



Lista revelada pelo 'TorrentFreak' mostra fetiches 'curiosos'.
por Jarbas Aragão

Serviço identifica downloads de pornografia feitos no VaticanoMoradores do Vaticano assistem a sexo com transexuais

O site de downloads Torrent Freak divulgou uma informação que causou polêmica esta semana. Segundo uma análise do material mais baixado no Vaticano, descobriu que a maior parte são filmes piratas e pornográficos. Como o Vaticano é uma cidade-país com apenas 800 moradores oficiais, os downloads também são poucos e fáceis de identificar pelos IPs (endereço de um computador).
Oficialmente, cerca de 700 habitantes da cidade estão ligados à Igreja Católica, incluindo cardeais, diplomatas da Santa Sé e membros da Guarda Suíça. O site Huffington Post divulgou que além de downloads de várias séries americanas como ”Touch” e ”The Americans”, existe um filme pornográfico com transexuais em cenas de sadomasoquismo.
“Isso não muda a minha posição contrária pirataria, mas confesso que me deixou muito animado”, declarou Tiffany Starr, uma atriz pornô transexual que está no filme baixado, juntamente com Sheena Shaw. “Alguns religiosos criticam a produção de filmes adultos”, disse a atriz ao HuffPost.”Mas acho que isso envia uma mensagem de que não é preciso ter vergonha.” Ela também espera que isso ajude, de algum modo, a diminuir o preconceito contra os transexuais.
Lea Lexis, atriz pornô que escreveu o roteiro e participou do filme, admite que sentiu-se inspirado a fazer um filme na igreja agora. “Esse ambiente de igreja sempre foi inspiradora para muitas fantasias”, disse ela ao HuffPost por e-mail. ”A ideia de indivíduos que precisam controlar seus impulsos sexuais até o ponto de explodir com sexo intenso e apaixonado é um desafio”.
Embora seja impossível provar em que local do Vaticano está o computador que baixou esse conteúdo, Debra Haffner, do Instituto Religioso Americano, disse não estar surpresa. Ela afirma que uma pesquisa entre líderes religiosos mostrou que “um em cada cinco visita intencionalmente sites com conteúdo de sexo explícito regularmente”. Com informações Huffington Post.
Fonte:gospelprime

Inquérito revela que filho de Rick Warren morreu com um tiro



Pastor diz que perdoa quem vendeu a arma para o filho se suicidar
por Jarbas Aragão

Inquérito revela que filho de Rick Warren morreu com um tiroInquérito revela que filho de Rick Warren morreu com um tiro

A polícia da Califórnia está tentando determinar como Matthew Warren, 27, filho mais novo do pastor Rick Warren, adquiriu a arma que usou para se suicidar.
Embora a família tenha evitado comentar como foi a morte, uma fonte próxima à investigação disse que o jovem usou uma espingarda para atirar contra a própria cabeça às 10 da manhã da última sexta-feira em sua casa, em Mission Viejo, disse Jim Amormino porta-voz do departamento de polícia de Orange County.
A Polícia não conseguiu identificar como ele teve acesso à arma que ele usou para cometer suicídio, mas um funcionário do Departamento afirma que ele “provavelmente não era o dono da arma”. Embora a investigação não tenha terminado, é improvável que haja avanços, uma vez que não há testemunhas. Quando alguém compra uma arma na Califórnia seu nome fica registrado na loja e não há registro de armas em nome de Matthew, por isso o indício mais forte é que ele tenha comprado ilegalmente pela internet.
O pastor Warren apenas anunciou via Twitter “Alguém na Internet vendeu ao Matthew uma arma não registrada. Peço que ele busque o perdão de Deus. Eu o perdoo. #MATEUS 6:15″, numa referência a uma passagem bíblica sobre o perdão de pecados.
A família anunciou esta semana que eles farão um funeral privado em um culto de gratidão pela vida de Matthew. “Suas amáveis ​​palavras para Kay e eu têm sido uma bênção e servido de encorajamento… Por favor, continuem orando por toda a nossa família” disse o pastor em um comunicado.
Desde que a tragédia ocorreu o pastor Rick Warren admitiu que o filho lutava desde o nascimento com uma doença mental, que o deixava com graves crises de depressão e pensamentos suicidas.
Rick, 59, é um líder conhecido internacionalmente, pastor da Igreja de Saddleback, Califórnia, e autor de “Uma Vida com Propósitos” livro cristão mais vendido da história e o segundo livro mais traduzido no mundo, depois da Bíblia.
Por causa da repercussão do caso, o pastor e família foram alvos nas redes sociais de críticas. Muitos ateus usaram a situação para afirmar que Warren prega sobre um Deus que não existe e muitos cristãos disseram não acreditar que o filho do pastor iria para o céu, uma vez que o suicídio é proibido pela Bíblia. Com informações La Times e Huffington Post.
Fonte:gospelprime

A verdade é uma Pessoa e não um conceito?

Por 
Hoje ouvi um renomado pastor falar que "para nós, cristãos, a verdade é uma Pessoa e não um conceito". Ele certamente está se baseando na declaração de Jesus "eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14:6) e usando-a para questionar a validade de declarações teológicas acerca de Deus, de Cristo, da salvação, etc. É o velho argumento de que o Cristianismo é uma relação com Deus e não um conjunto de declarações teológicas ou proposições doutrinárias. 

Então, tá.

Eu concordo que o Cristianismo não pode ser reduzido a um conjunto de conceitos teológicos em detrimento da busca de um relacionamento pessoal e significativo com Deus mediante Jesus Cristo. Mas será que temos que excluir uma coisa em favor da outra?

O que é a declaração deste pastor, "a verdade é uma Pessoa e não um conceito," senão um conceito em si mesma? Se ele está dizendo a verdade, como acha que está, então a verdade é conceitual também. Ou não?


O próprio Jesus usou um conceito ou uma proposição ao dizer "eu sou o caminho, a verdade e a vida." Se isto aqui não for a verdade sob a forma de um conceito, o que mais será? Além do mais, se eu perguntasse ao ilustre pastor, "Tá. Mas, quem é Jesus, então?" - ele só poderia me responder a verdade usando conceitos, declarações, proposições, sentenças de sentido teológico.

Ah, outra coisa: se eu quiser conhecer esta Pessoa, que é a verdade, onde vou encontrá-la, como posso conhecê-la? Resposta: num livro, recheado de conceitos, na forma de declarações, afirmações, depoimentos, testemunhos e revelações, que é a Bíblia.

Esta raiva que determinados liberais têm contra a ideia de que existe verdade absoluta e que a mesma pode ser entendia e transmitida mediante conceitos, argumentos, declarações e proposições chega ao ponto de quererem separar Jesus do registro que foi feito dele pelos seus próprios apóstolos, a mando e orientação do próprio Jesus.

Fonte: O Tempora, O Mores

A necessidade da Expiação


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por John Murray


A realização da redenção preocupa-se com aquilo que é geralmente chamado expiação. Nenhum estudo da expiação pode ser devidamente desenvolvido sem reconhecer em primeiro lugar o livre e soberano amor de Deus. Esta perspectiva se encontra no texto mais conhecido da Bíblia: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Temos aqui uma revelação fundamental de Deus e, portanto, do pensamento humano. Além disso não podemos e nem devemos aventurar-nos ir.

Pelo fato de ser um fundamento do pensamento humano não exclui, contudo, outras caracterizações desse amor de Deus. A Escritura nos informa que esse amor de Deus, do qual a expiação emana, e da qual é a sua expressão, é um amor distinto. Ninguém gloriava-se nesse amor de Deus mais do que o apóstolo Paulo. “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). “Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Romanos 8:31,32). Contudo, é o mesmo apóstolo que nos delineia o eterno conselho de Deus que fornece o contexto para tal afirmação e que nos define a órbita dentro da qual tais pronunciamentos têm sentido e validade. Ele escreve: “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Romanos 8:29). E em outro lugar, ele se torna talvez ainda mais explícito quando diz:“Assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Efésios 1:4,5). O amor de Deus, do qual a expiação se origina, não é indiscriminado; é um amor que elege e predestina. Deus foi servido em colocar o seu amor invencível e eterno sobre uma multidão inumerável, e é o propósito determinante deste amor que assegura a expiação.

É necessário salientar este conceito de amor soberano. Verdadeiramente, Deus é amor. O amor não é algo à parte de Deus, não é algo que ele pode escolher ser ou não ser. Deus é necessariamente amor; o amor lhe é inerente e eterno. Da mesma forma em que Deus é espírito e luz, assim ele é amor. Porém, pertence à própria essência do amor eletivo o reconhecimento de que este amor necessariamente não deve culminar em redenção e adoção em favor de objetos que são totalmente indesejáveis e merecedores do inferno. Foi do livre e soberano beneplácito de sua vontade, um beneplácito que emana das profundezas da sua própria bondade, que ele elegeu um povo para ser herdeiro de Deus e co-herdeiro com Cristo. A razão reside inteiramente nele mesmo e procede das determinações que são peculiarmente suas: “Eu sou o que Sou”. A expiação não persuade e nem compele o amor de Deus. Pelo contrário, o amor de Deus é que compele à expiação, como o meio para cumprir o propósito determinante deste mesmo amor. [1]

Devemos compreender, portanto, que o amor de Deus é uma premissa estabelecida, ou seja, este amor é a causa ou a fonte da expiação. Todavia, isto não resolve o problema quanto à razão ou necessidade da expiação. Qual é a razão por que o amor de Deus deve tomar um caminho na realização de seu fim e no cumprimento de seu propósito? Somos compelidos a indagar: Por que o sacrifício do Filho de Deus? Por que o sangue do Senhor da glória? Anselmo de Canterbury perguntou: “Sabendo que Deus é onipotente, qual foi a necessidade e qual foi a razão para tomar sobre si a humilhação ”. [2] Por que Deus não podia realizar os propósitos de seu amor para a humanidade pela palavra de seu poder ou pelo decreto de sua vontade? Se declaramos que ele não podia, estamos impugnando o seu poder? Se declaramos que ele podia, porém não quis, estamos impugnando a sua sabedoria? Tais indagações não são sutilezas escolásticas e nem vã curiosidade. Fugir delas é perder algo que é central na interpretação da obra redentora de Cristo e perder a visão de uma parte de sua glória essencial. Por que Deus se fez homem? E tendo-se tornado homem, por que morreu? E tendo morrido, por que morreu a morte maldita de cruz? Esta é a indagação sobre a necessidade da expiação.

Entre as respostas oferecidas para estas perguntas, duas são mais importantes. Elas são, antes de tudo, o conceito conhecido como necessidade hipotética, e, segundo, o conceito que podemos designar como o da necessidade conseqüente e absoluta. O primeiro foi defendido por homens eruditos, tais como Agostinho e Tomás de Aquino.[3] O segundo pode ser considerado como a posição clássica do protestantismo.

O conceito conhecido como necessidade hipotética assevera que Deus podia perdoar o pecado e salvar os seus eleitos sem a expiação ou satisfação — outros meios estavam disponíveis a Deus, a quem todas as coisas são possíveis. Porém, a forma de sacrifício vicário do Filho de Deus foi simplesmente o meio que Deus, em sua graça e sabedoria soberanas, escolheu, porque este é o meio pelo qual a graça é mais maravilhosamente revelada. Assim, embora Deus pudesse salvar sem uma expiação, todavia, de acordo com o seu decreto soberano, ele de fato não o fez. Sem derramamento de sangue, realmente não há remissão nem salvação. Contudo, não há nada inerente à natureza de Deus ou à natureza da remissão do pecado que faz o derramamento de sangue indispensável.

Chamamos ao outro conceito de necessidade conseqüente e absoluta. A palavra “conseqüente”, nesta designação, se refere ao fato de que a vontade de Deus ou o decreto para salvar alguém é de livre e soberana graça. A salvação de homens perdidos não foi uma necessidade absoluta, e, sim, a expressão do beneplácito de Deus. Os termos “necessidade absoluta”, porém, indicam que Deus, tendo elegido alguns para a vida eterna, segundo o seu livre beneplácito, se sentiu na obrigação de cumprir este propósito através do sacrifício de seu próprio Filho, uma obrigação que emanou das perfeições da sua própria natureza. Em uma palavra, embora não fosse inerentemente necessário que Deus salvasse, todavia, desde que a salvação foi propositada, era necessário assegurar esta salvação através de uma satisfação que pudesse ser realizada somente através de um sacrifício substitutivo e uma redenção adquirida por meio de sangue. [4]

Pode parecer algo inutilmente especulativo e presunçoso forçar tal indagação e procurar determinar o que é inerentemente necessário para Deus. Além disso, pode surgir um texto como: “sem derramamento de sangue não há remissão”, que a revelação se limita a dizer que de fato não há remissão sem derramamento de sangue, e que iríamos além da autoridade da Escritura afirmando o que é de fato indispensável para Deus.

Mas não é presunçoso quando dizemos que certas coisas são inerentemente necessárias ou impossíveis para Deus. Pertence à nossa fé em Deus confessar que ele não pode mentir e que não pode negar-se a si mesmo. Os não pode divinos são a sua glória, e para nós deixar de admitir tais impossíveis seria negar a glória e a perfeição de Deus.

A realidade da questão é: a Escritura nos fornece evidências ou considerações pelas quais podemos concluir que esta é uma das coisas impossíveis ou necessárias para Deus; impossível que ele salve pecadores sem sacrifício vicário e inerentemente necessário, portanto a salvação, livre e soberanamente determinada, seria realizada somente pelo derramamento do sangue do Senhor da glória. As seguintes considerações bíblicas nos induzem a dar uma resposta afirmativa. Quando aduzimos estas considerações, devemos lembrar que elas têm de ser vistas em coordenação e em seu efeito cumulativo.

1. Existem passagens que criam uma forte conjectura em favor desta inferência. Por exemplo, em Hb 2.10,17 é afirmado que Deus, a fim de conduzir muitos filhos à glória, foi servido que o Comandante da salvação deles fosse aperfeiçoado pelos sofrimentos e que em todas as coisas se tornasse semelhante aos irmãos. A força de tais expressões é dificilmente satisfeita pela noção de que foi simplesmente consoante com a sabedoria e o amor de Deus realizar a salvação desta maneira. Os adeptos do conceito da necessidade hipotética não reconhecem estas dificuldades. Mas existe muito mais nesse texto. Ele ensina que as exigências do propósito da graça que os ditames divinos requeriam que a salvação fosse realizada somente através de um Líder supremo da salvação que seria aperfeiçoado através de sofrimentos, e foi necessário que este supremo Guia da salvação fosse feito em todas as coisas semelhante aos homens. Em outras palavras, somos conduzidos da idéia de consonância com o caráter divino à idéia dos direitos divinos que tornam in dispensável que muitos filhos sejam conduzidos à glória desta maneira específica. Se este for o caso, então somos levados a concluir que as exigências divinas são satisfeitas pelos sofrimentos do Chefe da salvação.

2. Há passagens, como Jo 3.14-16, que de forma clara sugerem que a alternativa de oferecer o Filho unigênito de Deus e de ser ele levantado no madeiro maldito é a perdição eterna dos perdidos. O perigo eterno a que os perdidos estão expostos é remediado pela doação do Filho. Porém, dificilmente podemos escapar da idéia adicional de que não existe outra alternativa.

3. Passagens tais como Hb 1.1-3; 2.9-18; 9.9-14,22-28 ensinam claramente que a eficácia da obra de Cristo é dependente da constituição única de sua pessoa. Este fato, por si mesmo, não estabelece o ponto em questão. Porém, considerações contextuais revelam outras implicações. A ênfase nestes textos tem por base a finalidade, a perfeição e a eficácia transcendentes do sacrifício de Cristo. Tal finalidade, perfeição e eficácia são necessárias por causa da gravidade do pecado, e o pecado tem de ser eficazmente removido para que a salvação seja realizada. Esta é a consideração que dá força à necessidade mencionada em Hb 9.23, ao efeito que, enquanto as figuras das coisas celestiais se purificassem com o sangue de cabritos e bezerros, as próprias coisas celestiais fossem purificadas com nenhum outro sangue senão o do Filho. Em outras palavras, existe uma necessidade que não pode ser expiada senão pelo sangue de Jesus. Mas o sangue de Jesus é o sangue que tem a indispensável virtude e eficácia somente naquele que é o Filho, a refulgência da glória do Pai e a expressa imagem da sua substância. Ele se tornou participante da carne e sangue, e assim ele foi qualificado por um único sacrifício a aperfeiçoar todos aqueles que são santificados. Certamente que não é uma inferência sem base concluir que a idéia aqui apresentada é que somente esta pessoa, oferecendo tal sacrifício, pôde resolver o problema do pecado, removendo-o e fazendo total purificação, garantiu que muitos filhos seriam trazidos à glória, tendo acesso à santíssima presença divina. É o mesmo que dizer que o derramamento do sangue de Jesus foi necessário para os fins propostos e assegurados.

Há também outras considerações que podem ser derivadas destas passagens, especialmente Hb 9.9-14, 22-28. São considerações que surgem do fato de que o próprio sacrifício de Cristo é o grande exemplo do qual os sacrifícios levíticos foram figuras. Às vezes pensamos nos sacrifícios levíticos como que fornecendo as figuras do sacrifício de Cristo. Esta forma de pensar não é incorreta - os sacrifícios levíticos nos fornecem os elementos em termos por meio dos quais podemos interpretar o sacrifício de Cristo, especialmente as categorias da expiação, propiciação e reconciliação. Porém esta linha de pensamento não é a característica de Hb 9. A ideia específica é que os sacrifícios levíticos foram figuras segundo o modelo celestial - foram “figuras das coisas que se acham nos céus” (Hb 9.23). Por isso, a necessidade de se oferecer sangue na economia levítica surgiu do fato de que o modelo, do qual elas eram figuras, foi uma oferenda de sangue, a oferenda do sangue transcendente pelo qual as coisas celestiais são purificadas. A necessidade de derramamento de sangue na ordenança levítica é simplesmente uma necessidade que surge da necessidade de derramamento de sangue na mais alta esfera celestial. Ora, a nossa pergunta é a seguinte: que espécie de necessidade é está que surgiu na esfera celestial? Foi meramente hipotética ou foi absoluta? As seguintes observações indicarão a resposta.

a) A ênfase do contexto é que a eficácia transcendente do sacrifício de Cristo é requerida pelas exigências oriundas do pecado. E estas exigências não são hipotéticas - são absolutas. A lógica desta ênfase sobre a gravidade intrínseca do pecado e a necessidade de sua remoção não concordam com a idéia de uma necessidade hipotética - a realidade e a gravidade do pecado fazem com que uma expiação efetiva seja indispensável e, portanto, absolutamente necessária.

b) A natureza exata da oferta sacerdotal de Cristo e a eficácia de seu sacrifício estão inseparavelmente ligadas com a constituição de sua pessoa. Se houvesse a necessidade de tal sacrifício a fim de remover o pecado, nenhum outro, senão Cristo, poderia oferecer tal sacrifício. E isso revela a necessidade que tal pessoa ofereça tal sacrifício.

c) Nesta passagem, as coisas celestiais em conexão com as quais o sangue de Cristo foi derramado são denominadas verdadeiras. O contraste subentendido não é verdadeiro em oposição ao falso ou real, mas em oposição ao fictício. O celestial é contrastado com o terreno, o eternal com o temporário, o completo com o parcial, o final com o provisório, o permanente com aquilo que é efêmero. Quando consideramos o sacrifício de Cristo como uma oferta em conexão com as coisas correspondentes àquela caracterização - celestial, eterno, completo, final, permanente - é impossível pensar que este sacrifício foi apenas hipoteticamente necessário na realização do desígnio de Deus em trazer muitos filhos à glória. Se o sacrifício de Cristo fosse apenas hipotética­ mente necessário, então as coisas celestiais em conexão com o que é relevante e significante, seriam também apenas hipoteticamente necessárias. E esta é sem dúvida uma hipótese demasiadamente difícil.

A síntese da questão é que uma necessidade (Hb 9.23) para o derramamento do sangue de Cristo para a remissão dos pecados (vv.14, 22, 26) é aqui proposta, e é urna necessidade sem reserva ou qualificação.

4. A salvação que a eleição da graça envolve em cada conceito da necessidade da expiação é a salvação do pecado para a santificação e comunhão com Deus. Mas se pensarmos na salvação assim concebida em termos que são compatíveis com a santidade e justiça de Deus, esta salvação deve incluir não apenas o perdão do pecado, mas também a justificação. E deve ser uma justificação que reconheça a nossa situação como culpados e condenados. Esta justificação implica a.necessidade de uma justiça que seja adequada à nossa situação. De fato a graça reina, mas uma graça reinante à parte da justiça não é apenas inverossímel, mas também inconcebível. Ora, que justiça é igual à justificação de pecadores? A única justiça concebível que satisfará as necessidades da nossa situação como pecadores e que satisfará as exigências de uma plena e irrevogável justificação é a justiça de Cristo. Esta afirmação implica a sua obediência e, portanto, a sua encarnação, morte e ressurreição. Em uma palavra, a necessidade da expiação é inerente. Uma salvação do pecado que é divorciada da justificação é uma impossibilidade, e a justificação de pecadores sem a justiça divina do Redentor é inconcebível. É difícil fugir da relevância da palavra de Paulo: “Porque se fosse promulgada uma lei que pudesse dar vida, a justiça, na verdade, seria procedente de lei”. (Gl 3.21). O que Paulo enfatiza é que, se a justificação fosse possível por qualquer outro método e não pela fé em Cristo, então esse método teria sido utilizado.

5. A cruz de Cristo é a demonstração suprema do amor de Deus (Rm 5.8; 1 Jo 4.10). O caráter supremo da demonstração reside no extremo custo do sacrifício oferecido. É a respeito deste elevado custo que Paulo faz referência quando escreve: “Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou” (Rm 8.32). O custo do sacrifício nos persuade a respeito da grandeza do amor de Deus e garante a doação de todas as demais dádivas de forma gratuita.

Contudo, devemos perguntar: a cruz de Cristo seria a manifestação suprema do amor de Deus se não houvesse necessidade de tal custo? Não é verdade que a única inferência com base na qual a cruz de Cristo pode nos ser recomendada como a manifestação suprema do amor de Deus, e que as exigências em questão requereram nada menos que o sacrifício do Filho de Deus? Com base nesta pressuposição, podemos entender a palavra do apóstolo João: “Nisto consiste o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou, e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1 Jo 4.10). Sem isto somos despidos dos elementos necessários para compreendermos o significado do Calvário e a maravilha de seu supremo amor insuperável para com os homens.

6. Finalmente, há o argumento da justiça vindicatória de Deus. O pecado é o oposto de Deus; portanto, o Senhor tem de reagir contra ele com uma santa indignação. É o mesmo que dizer que o pecado tem de confrontar-se com o juízo divino (vejam-se Dt 27.26; Na 1.2; Hc 1.13; Rm 1.17; 3.21-26; Gl 3.10,13). É esta santidade inviolável da lei de Deus o ditame imutável da santidade e a exigência irrevogável da justiça que faz obrigatória a conclusão de que a salvação do pecado sem expiação e propiciação é inconcebível. Este é o princípio que explica o sacrifício do Senhor da glória, as agonias do Getsêmani e o seu abandono no madeiro maldito. É este o princípio que fundamenta a grande verdade de que Deus é justo e o justificados daquele que crê em Jesus. Na obra de Cristo, os ditames da santidade e as exigências da justiça foram plenamente vindicados. Deus o estabeleceu como a propiciação a fim de declarar a sua justiça.

Por estas razões somos levados a concluir que o tipo de necessidade que as considerações bíblicas propõem é aquele que pode ser compreendido como absoluto ou indispensável. Os proponentes da necessidade hipotética não reconhecem suficientemente as exigências envolvidas na salvação do pecado para a vida eterna; eles não consideram convenientemente os aspectos teocêntricos da realização de Cristo. Se conservarmos em mente a gravidade do pecado e as exigências oriundas da santidade de Deus que devem ser encaradas na execução da salvação, então a doutrina da necessidade indispensável faz que o Calvário seja inteligível e que a maravilha incompreensível tanto do Calvário como do propósito soberano do amor de Deus que o Calvário cumpriu sejam exaltados. Na medida em que enfatizarmos as exigências inflexíveis da justiça e santidade, o amor de Deus e todas as suas providências se tornarão ainda mais maravilhosos.

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NOTAS:

[1] - V. Hug Martin: The Atonement: in its relation to the Covenant, The Priesthood, The Intercession of our Lord (Edinburgh, 1887), pág. 19. [voltar]
[2] - V. Cur Deus Homo, Lib. I, Cap. I “qua necessitate scilicet et ratione Deus, cum sit omnipotens, humilitatem et infirmitatem humanae naturae pro eius restauratione assumpserit”. [voltar]
[3] - V. Augustine: On The Trinity, Liv. XIII, Cap. 10; Aquinas: Suma Theologica, Parte III, Perg. 45, Arts. 2 e 3. [voltar]
[4] - V. Francis Turretin: Institutio Theologiae Elencticae, Loc. XIV, Q. X; James Henley Thorwell: “The Necessity of The Atonement” - in Collected Writings, vol. H (richamond, 1886), págs. 205-261; George Stevenson: A Dissertation on The Atonement (Philadelphia, 1832), págs. 5-98; A. A. Hodge, The Atonement (London, 1868), págs. 217-222. [voltar]

Fonte: Redenção Consumada e Aplicada, John Murray, Editora Cultura Cristã.
Via: Monergismo
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José Wellington é reeleito presidente da CGADB



A diferença de votos entre os dois candidatos foi de apenas 1956 votos
por Leiliane Roberta Lopes

José Wellington é reeleito presidente da CGADBJosé Wellington é reeleito presidente da CGADB

A apuração dos votos da eleição da presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) se encerrou na noite desta quinta-feira (11) por volta das 22h30 apontando o pastor José Wellington Bezerra da Costa como o presidente reeleito.
Para esta edição da Assembleia Geral Ordinária (AGO) foram inscritos 24 mil pastores da Assembleia de Deus, mas apenas 75% destes participaram da eleição.
Durante a apuração a tela apontava uma diferença de aproximadamente mil votos de diferença entre José Wellington e Samuel Câmara, como os pastores presentes estavam se manifestando com fervor a cada vez que a apuração era atualizada, a direção resolveu ocultar os votos e só revelar o resultado final.
O resultado final da apuração mostrou que o pastor José Wellington recebeu 9.003 votos, Samuel Câmara que pela terceira vez tentou ocupar o posto recebeu 7.407 votos, outros 760 pastores votaram em branco e 217 do total anulou o voto. No total foram 17.387 eleitores.
Mesmo sem vencer, Samuel disse que se sente satisfeito por participar desse momento importante na história das ADs, já que esta foi maior eleição de toda história da CGADB. Este será o quinto mandato do pastor que já ocupa o posto por 25 anos.
Fonte:gospelprime

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Manifestação contra idolatria termina em violência



Evangélicos e católicos brigam na porta de igreja
por Jarbas Aragão

Manifestação contra idolatria termina em violênciaManifestação contra idolatria termina em violência

Ainda repercute na imprensa do Equador a “guerra” entre evangélicos e católicos desde os primeiros incidentes durante a Páscoa. Um grupo de manifestantes da Igreja Evangélica Oh Altíssimo, liderada pelo “apóstolo” Eduardo Mora Leon, começou a repreender os católicos que faziam uma procissão tradicional no início deste mês.
Segundo a imprensa, os evangélicos entraram na igreja católica San Francisco gritando frases como “Não à idolatria”, “a Igreja Católica não segue a Cristo de verdade”. Também faziam sinais insinuando que Deus desaprova as imagens de adoração. Um dos cartazes trazia um “x” sobre a imagem do Papa Francisco.
Quando tentaram entrar no templo católico, as portas foram imediatamente fechadas. Logo em seguida chegaram os membros da Polícia Nacional para formar um cordão de isolamento entre o grupo evangélico e a porta da Igreja de San Francisco. Somente assim, os fieis que estavam na missão puderam sair. Quando alguns evangélicos tentaram entrar na igreja começou uma briga que envolveu católicos, evangélicos e policiais.
O apóstolo Eduardo Mora Leon, que foi responsabilizado pelo incidente, declarou: “A Igreja Católica apresenta esse  boneco, que não é Deus. Esse boneco só leva à idolatria”. Em frente ao público, Mora arrancou uma imagem de Cristo que estava preso a uma cruz de madeira.
Priscilla Chacón, que estava na igreja de San Francisco para a missa, desaprovou o protesto. ”Eles vieram aqui para perturbar, não sabem respeitar, e ainda queriam invadir a igreja”, disse ele.
Com a grande repercussão do caso, o secretário da Federação Equatoriana de Ministros Evangélicos (FEME), José Miguel Carabajo, pediu desculpas aos fiéis do Equador pelos atos de intolerância religiosa que ocorreram tanto no final de março quanto no início de abril. ”Lamentamos e pedimos desculpas publicamente para a população, de repente alguém pode achar que todos (os evangélicos) pensam e agem da mesma maneira, mas na verdade não é assim. A Bíblia diz que os ministros de Deus devem ensinar coisas boas e não isso (violência)”.
“É lamentável que um pastor faça o que ele fez, enfrentando outros fieis. Doutrinariamente, quando analisamos as Escrituras, vemos que Deus é contra a idolatria, mas não diz que se deve gerar violência contra os idólatras”, disse Carabajo. O pastor Joe Bacuy, presidente FEME, explicou que Mora não é membro da sua organização e que esse tipo de atitude viola os princípios constitucionais do país, que garantem a liberdade de culto.
O apóstolo Mora respondeu que suas ações visam conscientizar as pessoas a não caírem na idolatria e que não cometeu nenhum crime. Com informações Protestante Digital.
Fonte:gospelprime

CGADB: Pastores questionam prestação de contas da CPAD



A AGO está acontecendo em Brasília desde o dia 8 de abril
por Leiliane Roberta Lopes

CGADB: Pastores questionam prestação de contas da CPADPastores questionam prestação de contas da CPAD

O pastor Antônio Mesquita, do blog Fronteira Final, escreveu que durante a plenária da quarta-feira (10) na Assembleia Geral Ordinária da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) foi levantado um questionamento a respeito das contas da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD).
O pastor Zildo José dos Santos (Comaderj) foi quem pediu detalhes sobre o salário de R$40 mil que Carla Ribas, esposa de Ronaldo Rodrigues de Souza (diretor-executivo da CPAD) recebe mensalmente. Ela também é a apresentadora do Programa Movimento Pentecostal.
A explicação dada por um dos conselheiros da editora diz que na verdade Carla Ribas não tem vínculo empregatício com a CPAD, mas presta serviços terceirizados por meio da Ribas & Ribas, da qual é sócia-proprietária.
Pelo que conta o pastor Antônio Mesquita, as explicações não foram suficientes para que os pastores pudessem entender porque ela recebe salários mais altos que presidentes de empresas multinacionais.
Prestação de contas da CPAD
No blog Fronteira Final encontramos alguns valores referentes à prestação de contas da Casa. No relatório financeiro consta que em 2011 e 2012 foram gastos R$5,3 milhões com despesas administrativas, o que inclui gastos com manutenção, aluguel, viagens, hospedagens e conferências dos diretores da CPAD.
Com o Fundo Convencional foram gastos R$4,2 milhões no mesmo período, esse fundo serve para as manutenções das atividades da CGADB.
Em compensação o investimento em missões foi de R$294 mil, repassados para a Escola de Missões das Assembleias de Deus (Emad).
Fonte:gospelprime

O culto que não cultua a Deus


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Por: Pr. José Santana Dória
Por vezes pensamos que não há nenhuma dificuldade ou problema com respeito à liturgia utilizada nos cultos dos nossos dias, pois achamos que tudo aquilo que se está oferecendo a Deus, Ele aceitará, desde que seja feito com sinceridade e zelo. Este falso entendimento mostra que somos uma geração ignorante quanto a forma bíblica de cultuar a Deus.

Não nos ocorre que Deus estabeleceu para o culto coisas que lhe agradam, e explicitou outras que não lhe agradam. Portanto, se quisermos que nosso culto seja aceitável precisamos submetê-lo a revelação divina. Se a Palavra de Deus aprovar, podemos ficar tranqüilos e perseverar em nossa atitude. No entanto, se ela desaprovar, humildemente devemos reconhecer diante de Deus o nosso erro e retornar ao princípio bíblico que Deus estabeleceu. Ele espera isso de todos nós.

Não podemos esquecer, que mesmo quando o verdadeiro Deus é adorado, podem existir problemas que tornam está adoração desagradável e mesmo inaceitável para Ele. Isto é o que podemos chamar de “cultuar de forma errada o Deus verdadeiro ou praticar o culto que não cultua a Deus”. Existem formas de culto que em vez de agradar a Deus o entristece: “as vossas solenidades, a minha alma aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer” (Is.1:14).De acordo com Isaías 1:10-17, a maior queixa contra o povo é que este desobedecia continua e abertamente ao Senhor, mas continuava a lhe oferecer sacrifícios e ofertas, cultuando como se nada tivesse acontecido, como se fosse o povo mais santo da terra. Deus diz que aquilo era abominável (v.13), porque ele não podia “suportar a iniqüidade associada ao ajuntamento solene”.

O povo vinha até a presença de Deus, cultuava mas não mudava de vida. Apresentava-se diante de Deus coberto de pecados e sem arrependimento, pensando, talvez, que bastava cumprir os rituais e tudo estaria resolvido. Esse povo aparentemente participava com animação de todos os trabalhos religiosos, fossem festas, convocações, solenidades etc. E ainda era um povo muito dado à oração. Uma oração altamente emotiva, pois eles “estendiam as mãos” e “multiplicavam as orações” (v.15). Mas Deus disse que em hipótese alguma ouviria, pois eram mãos contaminadas e, certamente, orações vazias. Eram hipócritas.

O culto hipócrita que foi denunciado era causado pelo apego a mera formalidade, aos ritos, sem correspondência interior. Por fora tudo estava correto, mas interiormente essas ações litúrgicas não eram expressões de um coração agradecido. Era por essa razão que aquele culto se tornava uma coisa abominável ao Senhor. Assim o Senhor condenou o povo de Israel pela boca do profeta Isaías, dizendo: “este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu...” (Is.29:13). Ou seja, o que está nos lábios é correto, mas as motivações do coração são erradas. No fundo, todas essas expressões hipócritas não passam de atos mecânicos. São invenções humanas que não se importam com a vontade de Deus. O resultado final, é que o formalismo, associado à corrupção doutrinária, produzira um tremendo desvio do Senhor e um afastamento do verdadeiro culto que devemos a Deus. Infelizmente, esse é o tipo de culto que temos atualmente em grande parte das igrejas cristãs, um culto mecânico que desonra Deus, pois, não demonstra amá-Lo de todo coração, de toda alma, com todas as forças e com todo entendimento (Lc.10:27). Com propriedade, podemos dizer que esse é um culto que não cultua a Deus.

Jamais podemos nos esquecer que qualquer tipo de adoração não serve para Deus. Há maneiras corretas e outras erradas de se adorar a Deus. Convém aprender a maneira correta. Um culto oferecido a Deus de forma hipócrita, sem honrar a palavra, que perverte o uso dos elementos de culto, que é feito de forma mecânica, que não oferece o melhor ou que não vem acompanhado de uma vida santa, não pode agradar a Deus, NEM PODE SER CHAMADO DE UM CULTO QUE CULTUA A DEUS.

Deus não se agrada de tudo o que fazemos supostamente em seu nome, por isso devemos ser obedientes a Ele e descobrir o que realmente lhe agrada. Precisamos evitar procedimentos e costumes que inventamos, por melhores, mais atrativos e práticos que pareçam. Mas a questão final é: onde podemos descobrir a forma de culto que realmente agrada a Deus? A resposta é que esta forma de culto que cultua a Deus, esta na Sua Palavra. A Bíblia é nossa regra de fé e prática, somente nela podemos encontrar o ensino confiável para entendermos o que agrada a Deus. Se a desprezarmos e confiarmos em nossas técnicas modernas, certamente não estaremos honrando aquele que a inspirou e nos entregou para que fosse o meio pelo qual teríamos conhecimento dele.

A Confissão de Fé de Westminster no Capítulo 21, parágrafo 1, diz: “...a maneira aceitável de se cultuar o Deus verdadeiro é aquela instituída por Ele mesmo, e que está bem delimitada por Sua própria vontade revelada, para que Deus não seja adorado de acordo com as imaginações e invenções humanas, nem com as sugestões de Satanás, nem por meio de qualquer representação visível ou qualquer outro modo não prescrito nas Sagradas Escrituras”.

Portanto, podemos concluir afirmando, sem medo de errar, que todas as práticas absurdas encontradas nos cultos dos nossos dias, tais como: palmas para Jesus, apelos, danças, gargalhadas santas, cair no espírito, cuspe santo, cânticos em línguas, urros, amarrar, desamarrar, representações teatrais, curas, libertações, interromper o culto para cumprimentar os irmãos ou visitantes, luzes coloridas etc. se originaram de pessoas que não se deixaram guiar pela Bíblia, mas antes foram atrás de seus próprios raciocínios e de sua própria vontade (praticam o culto da vontade, onde a adoração é uma questão de gosto e conveniência). Se quisermos agradar a Deus nunca podemos negligenciar a Bíblia. A Palavra de Deus é a verdade (Jo.17:17) e obedecê-la é o melhor culto que poderíamos oferecer ao Senhor.
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Fonte: [
 monergismo.com ] 
Extraído do site: [ 
Eleitos de Deus ]

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