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sexta-feira, 15 de maio de 2026

O Cenário para a Manifestação da Soberania de Deus

 


 Êxodo 14.1–14

Amados irmãos, o relato de Êxodo 14 não é apenas uma crônica de fuga ou um registro histórico de um povo desesperado. Estamos diante da montagem meticulosa de um cenário divino. Muitas vezes, pensamos que as crises de nossa vida são acidentes de percurso ou erros de cálculo, mas o texto sagrado nos revela que, frequentemente, é o próprio Deus quem nos coloca entre “Migdol e o mar”.

Deus instrui o povo a retroceder e acampar em uma armadilha geográfica. Por quê? Para que a autossuficiência humana morra e a soberania divina resplandeça. Onde o homem não tem mais saída, Deus tem o Seu palco. Como afirmou João Calvino: “A providência de Deus não apenas guia os passos do homem, mas também determina os limites do seu caminho, para que Sua glória seja manifesta no impossível.”

Neste cenário, aprenderemos que a soberania de Deus não é apenas um conceito teológico, mas a realidade que governa o deserto, o mar e o coração dos reis.

O texto apresenta três movimentos fundamentais para compreendermos o agir soberano:

A Estratégia Divina (v. 1-4): Deus arma a “isca” para atrair o orgulho do Egito.

O Conflito de Perspectivas (v. 5-12): O medo do povo contra a arrogância do Faraó.

A Resposta da Fé (v. 13-14): O comando para o silêncio e a promessa de vitória exclusiva de Deus.

1. DEUS UTILIZA A CRISE PARA REVELAR SUA GLÓRIA (vv. 1-4)

Deus ordena um movimento que desafia a lógica militar: retroceder. Aos olhos de Faraó, Israel estava “encurralado”. Mas o que o mundo interpreta como erro estratégico, Deus chama de oportunidade de glorificação.

O Endurecimento do Coração: O texto diz que Deus endureceria o coração de Faraó. Isso nos ensina que até a rebeldia humana é um instrumento sob o controle do Senhor. Nada escapa ao decreto divino.

A Isca Divina: Deus atrai o exército egípcio para o mar para desmascarar a impotência dos deuses do Egito.

Aplicação: Se você se sente encurralado hoje, não se apavore. Você pode estar exatamente onde Deus quer para manifestar o poder d’Ele na sua história.

2. O MEDO CEGA A PERCEPÇÃO DA PROMETIDA LIBERDADE (vv. 10-12)

Quando o exército de elite surge no horizonte, Israel entra em pânico. O barulho das carruagens abafou a memória das dez pragas.

A Visão do Medo: O povo foca nos “túmulos do Egito” e no “mar intransponível”. O medo é o maior inimigo da fé, pois ele interpreta a realidade sem a presença de Deus.

A Síndrome da Escravidão: Eles preferiam a segurança da servidão ao risco da liberdade. É a tendência humana de retroceder ao pecado quando a caminhada com Deus se torna estreita.

O desespero do povo não anula a fidelidade de Deus. Ele salva não porque somos corajosos, mas porque Ele é fiel à Sua Aliança.

3. A SOBERANIA EXIGE CONFIANÇA NA AÇÃO DE DEUS (vv. 13-14)

Moisés levanta a voz não para dar uma estratégia de luta, mas uma ordem de postura: “Não temais; estai quietos e vede o livramento”.

O Comando do Silêncio: O silêncio aqui não é passividade, é reverência. É reconhecer que o esforço humano chegou ao fim.

O Senhor Lutará: O versículo 14 é o ápice da soberania: “O Senhor lutará por vós”. A batalha deixou de ser de Israel; tornou-se um confronto direto entre o Criador e quem ousa tocar em Seu povo.

Verdade Central: A soberania não se discute, se contempla. Quando Deus decide agir, a geografia se curva e a história é reescrita.

APLICAÇÃO PRÁTICA

Pare de buscar saídas laterais: Quando Deus fecha os lados e coloca o mar à frente, é para você olhar para cima.

Confie no Deus que governa seus inimigos: Nem mesmo a fúria do adversário acontece fora da permissão soberana de Deus para o seu bem.

Pratique a quietude espiritual: Em meio ao barulho das carruagens (problemas, crises, vozes contrárias), ouça a voz que diz: “Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus”.

CONCLUSÃO CRISTOCÊNTRICA

Este texto aponta poderosamente para Jesus Cristo. No Calvário, o cenário parecia de derrota total. O “Faraó” das trevas achou que tinha encurralado o Filho de Deus na cruz. O túmulo parecia o mar intransponível.

Mas, assim como no Mar Vermelho, a morte de Cristo foi a “isca” de Deus para destruir o poder do pecado. Na cruz, Jesus disse: “Está consumado”. Ele lutou a batalha que nós não podíamos lutar, enfrentou o gigante da morte e abriu um caminho vivo para a Terra Prometida celestial. Como disse Charles Spurgeon: “Na cruz, o Senhor lutou por nós e nós nos calamos diante de tamanha graça.”

Hoje, o Senhor convoca você a sair da tenda do medo: Você tem olhado mais para os “carros de Faraó” ou para o “Senhor dos Exércitos”? Deixe de cavar sepulcros de murmuração no seu deserto.

Renda-se à soberania dAquele que abre o mar para o Seu povo passar.

O Senhor lutará por vós! Amém.

Pr. Eli Vieira

Clube de strip-tease nos EUA vira centro cristão de apoio a vítimas de tráfico humano

 

Caleb Altmeyer alertou: “O tráfico humano está acontecendo em todos os lugares e o tempo todo”. (Foto representativa: Unsplash/Vitaly Gariev)

Ministério recusou verba de US$ 1 milhão para manter Jesus no projeto e transformará espaço marcado pela exploração em um centro de restauração.

Um antigo clube de strip-tease nos EUA está sendo transformado em um centro cristão de apoio a vítimas de tráfico humano após ser comprado pelo ministério Helping Captives (Ajudando Cativos, em tradução livre), liderado por Caleb Altmeyer.

De acordo com o site do ministério, sua missão é “honrar a Deus, oferecendo oportunidades de liberdade e segurança para aqueles explorados pelo tráfico sexual através de serviços de prevenção, intervenção e recuperação.”

Altmeyer contou recentemente ao podcast "The Bible Bros Podcast With Billy Hallowell and Dalton Harper" que a iniciativa surgiu depois que o grupo percebeu a dimensão da exploração sexual no país.

“Pensamos que iríamos ajudar de três a cinco mulheres”, contou Altmeyer. “E tivemos 21 mulheres passando pela nossa casa em nove meses.”

Segundo ele, a experiência revelou que o tráfico humano “está acontecendo em todos os lugares e o tempo todo”.

A partir disso, o ministério começou a sonhar com a criação de um “Freedom Center”, espaço voltado ao acolhimento, desintoxicação, aconselhamento e recuperação de mulheres resgatadas.

Transformação espiritual

A oportunidade surgiu quando um clube de strip-tease local fechou as portas. Altmeyer disse que viu na situação uma possibilidade de transformação espiritual do local.

“Eu pensei: ‘Sabe de uma coisa, Deus? Talvez o Senhor seja louco o suficiente para pegar um clube de strip-tease conhecido por objetificar mulheres e transformá-lo em um centro conhecido nacionalmente por ajudar mulheres a saírem do tráfico’”, afirmou.

Durante o processo de compra, o ministério recebeu a possibilidade de participar de uma verba de US$ 1 milhão, mas havia uma condição: o espaço deveria ser usado apenas para fins seculares. O grupo recusou.

“Nós amamos Jesus… não podemos fazer isso”, declarou Altmeyer. “Ou eu poderia tirar Jesus do nosso ministério… e não estamos dispostos a fazer isso, porque essa é a única coisa que realmente cura as pessoas que saem dessa situação horrível.”

Indústria criminosa

Segundo ele, após abrirem mão do financiamento, novas doações chegaram espontaneamente.

“Pela graça de Deus, recebemos o recurso na semana passada… e ontem quitamos o prédio”, testemunhou.

Agora, o imóvel será reformado para se tornar oficialmente o “Freedom Center”. O ministério ainda busca arrecadar cerca de US$ 1,6 milhão para concluir as adaptações.

Altmeyer também alertou para o crescimento do tráfico humano.

“Esta é a indústria criminosa que mais cresce no mundo… já ultrapassou o tráfico de drogas”, disse. “O que podemos afirmar é que isso está acontecendo em todos os lugares, o tempo todo, e provavelmente perto de você.”

Apesar do cenário sombrio, ele afirmou que muitas vidas já foram transformadas, inclusive de mulheres que hoje atuam no próprio ministério. “E elas estão livres”, declarou. “E sabem como lutar contra isso.”


Fonte: Guiame, com informações do Faithwire

Missão ensina costura para ajudar mulheres no Sertão do Piauí: “Apresentamos Jesus”

 O projeto Fios do Sertão capacita mulheres em situação de vulnerabilidade. (Foto: Divulgação).

O projeto Fios do Sertão capacita mulheres em situação de vulnerabilidade, promovendo qualificação profissional, geração de renda e apoio espiritual.

Uma iniciativa tem transformado retalhos de tecido em fios de esperança no coração do sertão do Piauí, na cidade de Acauã, formado por pouco mais de 6 mil habitantes. 

A região é marcada por severos desafios socioeconômicos, poucas oportunidades e recursos limitados e foi nesse cenário que o casal de missionários Jonathan e Edileide Gomes fundou a missão Sarau Missionário.

Na cidade, eles criaram o projeto Fios do Sertão para levar um curso de corte e costura gratuito para mulheres de 16 a 60 anos, em situação de vulnerabilidade social.

“Sou nordestino e vivi grande parte da vida no sertão. Quando nós chegamos em Acauã, precisávamos discernir onde o Senhor queria que a gente investisse a nossa energia. O projeto de corte e costura nasceu de forma muito natural através da minha esposa, que é formada em moda e tem experiência na área de modelagem e costura”, contou o missionário Jonathan. 

“Pensamos principalmente em mulheres que estão em busca de novas oportunidades, muitas vezes sem acesso a uma fonte de renda, e vimos que poderíamos oferecer não só capacitação, mas também dignidade. O principal sempre foi levar Cristo, porque é isso que faz toda a diferença na vida dessas mulheres”, destacou.

O Fios do Sertão iniciou as atividades em agosto de 2025 e concluiu a primeira etapa em janeiro de 2026. 

As ações acontecem no espaço do Sarau Missionário, que funciona como loja e base de apoio missionário. 

O projeto Fios do Sertão capacita mulheres em situação de vulnerabilidade. (Foto: Divulgação).

Geração de renda

Em sua primeira turma, o Fios do Sertão atendeu dez mulheres, das quais nove concluíram a formação. O público atendido é formado por mulheres em busca de novas oportunidades e fortalecimento de sua renda.

“A maioria são donas de casa, sem renda fixa, realizando eventualmente trabalhos informais e pequenos serviços esporádicos como forma de complemento financeiro”, explicou Jonathan.

“Devido à quantidade limitada de equipamentos disponíveis, especialmente máquinas de costura, a turma é restrita a cerca de 10 participantes por edição. Entretanto, para a segunda turma, o objetivo é ampliar o impacto social do projeto, buscando atender entre 20 e 30 mulheres. O sonho é desenvolver uma marca própria aqui mesmo na cidade, criando uma cadeia de produção local feita por elas para a comunidade”, acrescentou.

Compartilhando a esperança de Cristo

O projeto Fios do Sertão capacita mulheres em situação de vulnerabilidade. (Foto: Divulgação).

Além de proporcionar uma renda para as moradoras com o Fios do Sertão, os missionários levam a Palavra de Deus.

Em todas as aulas, eles separam um momento para fazer um devocional, que funciona como uma pausa para respirar, refletir e compartilhar o que está no coração. 

“Nós conversamos sobre temas que fortalecem o emocional e o espiritual. Muitas vezes surgem coisas que vêm da própria vivência delas, outras vezes é algo que Deus vai direcionando para equipe. Esses encontros se tornam um espaço de escuta e acolhimento”, afirmou Jonathan. 

“É nesse ambiente que a gente compartilha o Evangelho de forma simples e verdadeira, apresentando Jesus como essa fonte de esperança, de propósito e de transformação, e um Deus que é Pai presente, cuidador e que não abandona”, concluiu.



Fonte: Guiame

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Israel exalta feito científico com tamareira dos tempos de Jesus que deu frutos

 Tâmaras produzidas por tamareiras da Judeia revividas a partir de sementes de cerca de 2 mil anos encontradas em Israel. (Captura de tela/Arava Institute)

Embaixada de Israel voltou a destacar a tamareira da Judeia revivida a partir de sementes de 2 mil anos.

Após anos chamando a atenção do mundo científico por conseguir reviver uma tamareira judaica a partir de sementes de cerca de 2.000 anos, pesquisadores em Israel conseguiram fazer a árvore voltar a produzir frutos.

A novidade representou um avanço histórico no projeto iniciado com a germinação da famosa tamareira “Matusalém”, cultivada a partir de uma semente encontrada nas escavações arqueológicas de Masada, em Israel.

Na época, a descoberta ganhou repercussão mundial por trazer de volta uma variedade agrícola mencionada em registros antigos e associada ao período bíblico.

Entretanto, “Matusalém” era uma árvore masculina e, sozinha, não poderia produzir tâmaras.

Nos anos seguintes, cientistas conseguiram germinar outras sementes antigas da mesma linhagem, incluindo árvores femininas.

Com isso, os pesquisadores utilizaram o pólen de “Matusalém” para realizar a polinização.

Esta semana, a Embaixada de Israel nos EUA publicou uma mensagem celebrando o avanço científico e a colheita dos primeiros frutos da antiga tamareira da Judeia:

“Há alguns anos, cientistas em Israel conseguiram reviver com sucesso uma tamareira judaica extinta a partir de uma semente de 2.000 anos descoberta em Masada – trazendo de volta uma variedade bíblica que estava extinta há mais de mil anos.”

“Pela primeira vez em milhares de anos, somos capazes de comer tâmaras judaicas novamente”, escreveu no perfil oficial do X.

Longevidade bíblica

Conforme noticiado pelo Guiame em 2021, árvore recebeu o nome de “Matusalém”, em referência ao personagem bíblico conhecido por sua longevidade.

A semente, preservada por séculos no clima seco da região, foi descoberta durante escavações arqueológicas realizadas na década de 1960 na antiga fortaleza de Masada, um dos sítios históricos mais emblemáticos de Israel.

Os pesquisadores conseguiram germinar a semente em 2005 após um processo cuidadoso de hidratação, tratamento orgânico e cultivo em laboratório.

Posteriormente, exames de carbono-14 confirmaram que a semente datava do período do Segundo Templo, época próxima ao tempo de Jesus.

Tamareiras da Judeia

A árvore feminina que deu origem às tâmaras recebeu o nome de “Hannah”. Segundo os pesquisadores, os frutos pertencem à antiga linhagem das tamareiras da Judeia, famosas na Antiguidade por sua doçura, valor comercial e possíveis propriedades medicinais.

O projeto é conduzido pelo Instituto Arava de Estudos Ambientais, em Israel. As sementes originais foram descobertas em regiões desérticas onde o clima seco ajudou a preservar o material por cerca de dois milênios.

Além do impacto científico, a descoberta também despertou interesse histórico e bíblico.

As tamareiras aparecem diversas vezes nas Escrituras como símbolo de prosperidade, bênção e vida abundante. No passado, a tamareira da Judeia era considerada uma das culturas agrícolas mais valiosas da região.

Os cientistas agora analisam os frutos para estudar suas propriedades nutricionais, genéticas e medicinais.

A expectativa é compreender melhor como eram os alimentos consumidos no antigo Israel e recuperar características perdidas ao longo dos séculos.

A recuperação dos frutos também é vista como um feito raro da arqueobotânica – área científica que estuda plantas antigas a partir de sementes e vestígios arqueológicos preservados.


Fonte: Guiame, com informações do Embassy of Israel to the USA

Três pastores são mortos em emboscada enquanto voltavam de conferência na Índia

Os veículos dos pastores foram emboscados por criminosos. (Foto: Reprodução/X/Michael Lamjathang Thadou).

Os líderes estavam retornando de uma reunião da Convenção Batista Unida quando foram emboscados em Manipur, nesta quarta-feira (13).

Três pastores batistas foram assassinados a tiros enquanto voltavam de uma conferência nesta quarta-feira (13), na Índia.

Segundo a Evangelical Fellowship India, o reverendo Vumthang Sitlhou, o pastor Kaigoulun Lhouvum e o pastor Paogoulen Sitlhou estavam retornando de uma reunião da Convenção Batista Unida em Churachandpur, quando seus carros foram emboscados por criminosos não identificados.

O ataque aconteceu no distrito de Kangpokpi, na cidade de Manipur. Eles eram membros da Associação Batista Thadou Índia (TBAI). Pelo menos outros quatro líderes ficaram feridos durante a emboscada.

A Evangelical Fellowship India divulgou um comunicado lamentando a morte dos pastores e pedindo uma investigação do caso.

"O assassinato de líderes da igreja desarmados que retornam da comunhão e ministério cristão é profundamente perturbador e trágico. Em um momento em que Manipur continua a sofrer dor, divisão, deslocamento e medo, tal violência fere ainda mais comunidades já sob imensa pressão", afirmou.

"Instamos as autoridades a garantir atendimento médico urgente aos feridos, proteção às comunidades afetadas e uma investigação minuciosa e imparcial para que os responsáveis sejam levados à Justiça".

A organização, que representa os evangélicos na Índia, também pediu orações pela comunidade cristã de Manipur.

“Lembre de Manipur em seus próximos cultos, reuniões de oração e encontros, pedindo a Deus conforto, cura, paz e sabedoria", declarou.

Aumento da perseguição

Líderes cristãos na Índia denunciaram um aumento de 500% da perseguição contra a comunidade cristã desde 2014.

O número de casos de violência contra seguidores de Jesus subiu para 834 em 2024, em comparação com 139 casos registrados em 2014.

Segundo o United Christian Forum, foram registrados quase 5.000 incidentes na última década.

Além disso, mais de 21 cristãos foram mortos por sua fé, entre 2016 e 2020, incluindo um pastor que foi eletrocutado no estado de Rajasthan. 

Leis anti-conversão são utilizadas por hindus radicais para criminalizar reuniões de oração, ações sociais e conversões voluntárias à fé cristã.

O período do aumento da perseguição coincide com o início do governo liderado pelo partido hindu Bharatiya Janata Party.

Cristãos relataram que há um clima de impunidade e medo, onde 93% dos incidentes ficaram impunes devido à falta de ação da polícia e ameaças de retaliação.

A Índia ocupa o 12° lugar da Lista Mundial da Perseguição 2026 da Missão Portas Abertas.



Fonte: Guiame, com informações de Evangelical Focus e NDTV

Seca no rio Eufrates levanta debate sobre profecia bíblica do fim dos tempos

Redução do volume do rio Eufrates expõe áreas antes submersas; nos destaques, comparação mostra estruturas reveladas pela diminuição das águas. (Foto: Unsplash/Hasan Majed; captura/RT)

 A redução drástica do nível do rio Eufrates, um dos cursos d’água mais importantes da história da humanidade e citado diretamente na Bíblia, voltou a despertar debates sobre profecias relacionadas ao fim dos tempos e à batalha do Armagedom descrita no livro do Apocalipse.

Com cerca de 2.900 quilômetros de extensão, o Eufrates atravessa a Turquia, Síria e Iraque e faz parte da chamada “Crescente Fértil” – região conhecida como o “berço da civilização” –, antes de encontrar o rio Tigre e desaguar no Golfo Pérsico.

Nos últimos anos, porém, o rio vem sofrendo uma queda histórica no volume de água devido às secas prolongadas, mudanças climáticas e exploração excessiva de recursos hídricos.

Segundo o New York Post, autoridades do Iraque alertam que o Eufrates pode praticamente secar até 2040 caso medidas emergenciais não sejam tomadas.

Dados de satélite indicam que o rio Eufrates perdeu mais de 140 km³ de água desde 2003.

Livro de Apocalipse

O volume das águas do rio tem diminuído em ritmo alarmante, despertando novos temores entre cristãos que acompanham sinais proféticos ligados ao livro do Apocalipse e acreditam que eles possam estar se cumprindo em tempo real.

Em Apocalipse 16:12, o texto afirma:

“O sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis do Oriente.”

Para muitos estudiosos da escatologia cristã, a passagem estaria relacionada aos acontecimentos que antecedem o Armagedom – batalha mencionada em Apocalipse 16:16 como um confronto final entre as forças do bem e do mal antes da segunda vinda de Cristo.

A interpretação mais difundida entre grupos pré-milenistas é que o secamento do Eufrates abriria passagem para exércitos vindos do Oriente Médio e da Ásia rumo ao cenário da batalha final descrita na profecia bíblica.

Além do Apocalipse, o rio também aparece no Antigo Testamento. Em Jeremias 50:38, há uma referência a um tempo de seca sobre suas águas: “Uma seca virá sobre as suas águas, e elas secarão”.

Relatório da NASA

Apesar das interpretações proféticas, especialistas afirmam que a crise atual possui causas ambientais e geopolíticas bem definidas.

Um relatório da NASA já havia apontado perda gigantesca de água doce nas bacias dos rios Tigre e Eufrates entre 2003 e 2009, causada principalmente pela retirada intensa de água subterrânea e pelas mudanças climáticas.

E especialistas alertam que a situação pode piorar ainda mais.

Autoridades do Ministério de Recursos Hídricos do Iraque alertam que o rio Eufrates poderá secar até 2040 caso medidas urgentes não sejam adotadas.

Rio Eufrates, que atravessa Turquia, Síria e Iraque, encolhe em ritmo preocupante, alimentando temores apocalípticos. (Foto: Esri)

O cenário já afeta milhões de pessoas com escassez de água, perdas agrícolas e aumento de doenças relacionadas à contaminação hídrica.

“Diarreia, catapora, sarampo, febre tifoide e cólera estão se espalhando pelo Iraque devido à crise hídrica, e o governo já não fornece vacinas à população”, afirmou Naseer Baqar, ativista climático e coordenador de campo da Associação de Protetores do Rio Tigre, ao BJM, segundo o jornal The Mirror.

Para alguns cristãos, a redução drástica do rio vai além de uma tragédia ambiental: ela representa um sinal profético de alerta de que os acontecimentos descritos na Bíblia podem estar se aproximando.

Jardim do Éden

Enquanto o rio Eufrates continua perdendo volume de água diante dos olhos do mundo, outra teoria curiosa voltou a chamar atenção nos debates sobre geografia bíblica.

No ano passado, uma hipótese repercutiu internacionalmente ao sugerir que o Jardim do Éden talvez não estivesse localizado na antiga Mesopotâmia – região correspondente ao atual Iraque, como tradicionalmente se acredita –, mas no Egito, possivelmente nas proximidades da Grande Pirâmide de Gizé.

A teoria, publicada na revista “Archaeological Discovery” pelo engenheiro de computação Dr. Konstantin Borisov, sustenta que o rio descrito no Jardim do Éden – mencionado em Gênesis como dividido em quatro braços – poderia estar relacionado não apenas ao Tigre e ao Eufrates, mas também ao Nilo e ao rio Indo.

“Ao examinar um mapa datado de aproximadamente 500 a.C., torna-se evidente que os únicos quatro rios que emergem do oceano circundante são o Nilo, o Tigre, o Eufrates e o Indo”, escreveu Borisov.

Árvore da Vida

O pesquisador foi além e sugeriu que a própria Grande Pirâmide do Egito poderia ter relação simbólica com a “Árvore da Vida” descrita no Éden.

Segundo ele, simulações da estrutura interna da pirâmide revelariam padrões semelhantes a ramificações de árvores e até emissões luminosas em tons de verde e roxo.

Borisov também citou escritos antigos e mapas medievais – como o Hereford Mappa Mundi e registros do historiador Flávio Josefo – para sustentar uma releitura mais ampla da geografia bíblica.

De acordo com sua interpretação, a localização tradicional do Jardim do Éden na região do atual Iraque talvez não explique completamente a narrativa descrita em Gênesis.

“Neste ponto, todos os rios mencionados na Bíblia já teriam sido identificados, e talvez baste seguir o curso do rio Oceano ao redor do planeta para determinar a localização do Éden”, escreveu o pesquisador.

Apesar disso, o próprio Borisov reconheceu que ainda existe uma questão sem resposta: o trajeto exato desse rio descrito na narrativa bíblica.

Fonte: Guiame, com informações do NY Post

quarta-feira, 13 de maio de 2026

O DEUS QUE DISTRIBUI A HERANÇA

 

 Números 26.52–65

 

Amados irmãos, chegamos ao desfecho do segundo censo de Israel no deserto. Se a primeira parte do capítulo 26 tratou de números e genealogias, os versículos 52 a 65 tratam do propósito desses números: a partilha da herança.

 Imagine o cenário: uma nova geração está diante da Terra Prometida. Seus pais morreram no deserto por causa da incredulidade. Agora, Deus não apenas os conta, mas estabelece como a terra será dividida.

 Isso nos ensina que Deus não apenas faz promessas; Ele planeja meticulosamente o cumprimento delas. Como afirmou João Calvino: “Ainda que os homens sejam instáveis, Deus jamais abandona sua aliança”. O censo não era apenas para estatística militar; era para garantir que cada família tivesse o seu lugar no plano de Deus.

O texto apresenta as instruções finais para a posse da terra, revelando dois critérios de divisão que parecem opostos, mas são complementares:

A Proporcionalidade (v. 52-54): Tribos maiores recebem heranças maiores; tribos menores, heranças menores. Isso revela a Justiça de Deus.

O Sorteio (v. 55-56): A localização exata era decidida pela sorte. Isso revela a Soberania de Deus.

A Exceção dos Levitas e o Juízo Consumado (v. 57-65): O texto encerra lembrando que, dos que foram contados no primeiro censo, apenas Calebe e Josué restaram. A Palavra de Deus se cumpriu cabalmente, tanto em juízo quanto em misericórdia.

 1. A JUSTIÇA DIVINA NA DISTRIBUIÇÃO DA HERANÇA (vv. 52-54)

Deus ordena que a terra seja dividida segundo o número dos nomes.

Isso nos mostra que Deus conhece cada indivíduo e cada família. Ninguém é apenas um número para Ele.

Aplicação: No Reino de Deus, a justiça não é igualitarismo cego, mas provisão fiel conforme a necessidade e o propósito que Ele estabeleceu para cada um.

 

2. A SOBERANIA DIVINA E O "SORTEIO" DA VIDA (vv. 55-56)

A Bíblia diz que "a sorte se lança no regaço, mas do Senhor procede toda a decisão" (Provérbios 16.33).

Ao usar a sorte, Deus eliminava a inveja e a disputa política entre as tribos. A decisão final era d’Ele.

Como afirmou Herman Bavinck: “Nada acontece fora do governo soberano de Deus”.

Aplicação: Muitas vezes o "lugar" onde você está na vida não foi escolha sua, mas foi "sorteado" pela soberania de Deus para o seu bem e para a glória d’Ele.

 3. A FIDELIDADE DE DEUS TRIUNFA SOBRE O FRACASSO HUMANO (vv. 63-65)

O texto faz um contraste solene: a geração da incredulidade pereceu, mas a promessa permaneceu de pé.

Deus é fiel à Sua palavra de juízo (contra os incrédulos) e à Sua palavra de graça (preservando Josué e Calebe).

R. C. Sproul afirmou: “A segurança do povo de Deus está fundamentada na fidelidade imutável de Cristo”.

 APLICAÇÕES PRÁTICAS PARA HOJE

Descanse na Provisão de Deus: Se Ele contou o povo e dividiu a terra detalhadamente, Ele tem um plano específico para a sua subsistência e herança espiritual.

Aceite a Soberania de Deus sem Murmuração: O sorteio da herança ensina Israel a estar contente com a porção que o Senhor lhe designou.

Fuja da Incredulidade: O deserto foi o cemitério de uma geração que viu milagres, mas não confiou na Palavra. Não permita que o medo roube a sua entrada na posse das promessas.

 

CONCLUSÃO CRISTOCÊNTRICA

Este censo e esta divisão de terras apontam para uma realidade maior. Em Cristo, o nosso "Censo Celestial" é diferente. Nós não somos contados por causa de nossa ancestralidade terrena, mas porque fomos adotados na família eterna de Deus.

Israel recebeu uma terra terrena que poderia ser perdida; nós recebemos em Cristo uma herança "incorruptível, sem mácula e que não se murcha" (1 Pedro 1.4).

Moisés contou o povo para a guerra; Jesus contou o Seu povo para a salvação, garantindo que "nenhuma das Suas ovelhas se perca" (João 10.28).

Como disse Charles Spurgeon: “Moisés registrou os nomes para a posse da terra; mas Cristo escreveu os nossos nomes no Livro da Vida com o Seu próprio sangue”.

Você tem vivido como alguém que possui uma herança eterna ou está desesperado com as "estatísticas" deste mundo?

Arrependa-se da murmuração e da falta de fé. Saia da tenda da insegurança e marche em direção à promessa.

Confie que Aquele que começou a boa obra em você é fiel para completá-la até o dia de Cristo Jesus.

Pr. Eli Vieira

Escavação em Israel com arqueólogos do Brasil revela inscrição de 3.200 anos que cita Baal

 

Vista aérea de Tel Láquis durante as escavações de 2025, em Israel, onde a inscrição foi encontrada. (Foto: E. Aladjem/S. Halevi)

Achado em Láquis, com participação do Museu de Arqueologia Bíblica da Unasp, reforça importância de Israel na evolução do alfabeto semítico.

Durante a sétima temporada de escavações no sítio arqueológico de Láquis, em Israel, pesquisadores descobriram uma inscrição parcialmente preservada que pode ampliar a compreensão sobre a origem e a evolução do alfabeto semítico antigo.

A publicação do artefato ocorreu neste ano, após as escavações realizadas em 2025 por uma equipe internacional de arqueólogos.

Entre os participantes esteve a equipe do MAB UNASP (Museu de Arqueologia Bíblica do Centro Universitário Adventista de São Paulo), um equipamento cultural museológico sem fins lucrativos, comunitário e filantrópico, que atuou em parceria com a Hebrew University of Jerusalem.

A expedição também contou com a colaboração de especialistas, pesquisadores e voluntários da Seoul Jangsin University e do Universidade Adventista de São Paulo.

Idade do Bronze

O achado foi localizado em uma vala de descarte na Área FF, no topo do monte de Láquis, e pertence ao chamado Nível VI – último assentamento da Idade do Bronze antes da destruição da cidade, em meados do século XII a.C.

A inscrição foi feita com tinta avermelhada no rebordo de um jarro de cerâmica, acima de uma decoração geométrica formada por triângulos ou losangos.

Imagens multiespectrais do fragmento de cerâmica sob luz de 590 nanômetros. (Foto: S. Halevi)

Apesar de o fragmento apresentar danos laterais e horizontais, os pesquisadores conseguiram identificar o nome “Bʻlšlṭ”, que pode ser traduzido como “Baal governa” ou “Baal é vitorioso”, possivelmente indicando o proprietário do vaso.

Segundo os arqueólogos, a descoberta reforça a importância de Láquis para o estudo das inscrições da Idade do Bronze.

Evolução da epigrafia

A escrita foi produzida da direita para a esquerda com o uso de uma espécie de “caneta” e representa um estágio avançado de padronização do alfabeto cananeu linear – precursor das escritas israelita, fenícia e aramaica desenvolvidas séculos depois.

Os pesquisadores afirmam ainda que o artefato antecede em cerca de um século os registros anteriormente considerados os mais antigos da região.

Vista aérea da Área FF, em Tel Láquis, mostrando os quadrantes da escavação e o local onde o artefato foi encontrado. (Foto: E. Aladjem)

O fato de a peça ter sido produzida em uma oficina local no sul da Palestina também desafia teorias de que o desenvolvimento do alfabeto teria ocorrido exclusivamente na Fenícia.

Outro aspecto considerado relevante pelos especialistas é a variação na espessura dos traços da escrita, indicando domínio técnico e um estilo que já apresenta características observadas posteriormente nas escritas semíticas.

Para os estudiosos, a descoberta oferece uma nova perspectiva sobre a evolução da epigrafia – área que estuda inscrições antigas gravadas em materiais como pedra, cerâmica e metal – no Oriente Médio antigo e pode contribuir para futuras pesquisas sobre as origens do alfabeto.

Fonte: Guiame



Ministérios planejam evangelizar milhões de pessoas durante a Copa do Mundo 2026


 Os cristãos planejam alcançar milhares de pessoas com os evangelismos. (Foto: Reprodução/Unsplash/Stefan Lehner)

Igrejas e ministérios estão criando estratégias presenciais e digitais para mobilizar milhares de cristãos a pregar Jesus durante a Copa do Mundo de 2026.

Enquanto milhões de pessoas se preparam para a Copa do Mundo de 2026, organizações cristãs e igrejas estão mobilizando ações evangelísticas para anunciar Jesus durante o maior evento esportivo do planeta. 

A expectativa é mobilizar milhares de cristãos para compartilhar o Evangelho durante o evento, que deve alcançar cerca de 5 bilhões de espectadores ao redor do mundo. 

A iniciativa é liderada pela Cru e reúne ministérios como Alpha USA, Fellowship of Christian Athletes e I Am Second. 

A principal estratégia adotada pelas organizações é incentivar encontros simples durante os jogos. A campanha, chamada “Victory Beyond the Cup” (“Vitória Além da Copa”), planeja capacitar 100 mil cristãos e 10 mil igrejas a convidarem amigos, vizinhos e colegas para assistirem aos jogos juntos.

Segundo a Revive, os organizadores informaram que “esse é o momento perfeito não só para assistir a uma partida, mas também para conversar sobre esperança, fé e Jesus”.

“Com tantas pessoas envolvidas na Copa do Mundo, a oportunidade de causar impacto com o Evangelho é imperdível”, afirmaram os responsáveis.

Para isso, os participantes receberão gratuitamente kits especiais com calendário da Copa, cartões com perguntas para iniciar conversas, receitas típicas de países participantes, cartões de oração e dicas para organizar os encontros em casa. 

A proposta não é promover grandes campanhas evangelísticas, mas aproveitar o ambiente criado pelo futebol para fortalecer relacionamentos e apresentar o Evangelho de forma natural. 

Estratégias de evangelismo digital

Além dos encontros presenciais, organizações missionárias também investirão em evangelismo digital. O Conselho de Missões Internacionais (IMB) desenvolveu estratégias online usadas anteriormente em Olimpíadas e outras Copas do Mundo para alcançar pessoas em diferentes idiomas: 

“A Junta de Missões da América do Norte e o IMB uniram forças para capacitar igrejas e fiéis a transformar conversas sobre a Copa do Mundo em conversas sobre o Evangelho — alcançando torcedores de todas as nações”.

O presidente do IMB, Paul Chitwood, destacou que a equipe de engajamento digital da missão tem desenvolvido estratégias para levar o Evangelho além das barreiras linguísticas, alcançando pessoas que, de outra forma, não teriam acesso às Boas Novas.  

Para Tim Dowdy, vice-presidente de evangelismo da Junta de Missões da América do Norte (NAMB), a Copa do Mundo “representa uma oportunidade única para as igrejas alcançarem pessoas de todo o mundo”. 

“Nossa esperança é que as igrejas nas cidades onde esses eventos serão realizados, bem como as pessoas de igrejas de toda a América do Norte que planejam participar de um evento, considerem as ferramentas desenvolvidas especificamente para a Copa do Mundo úteis para levar as pessoas a Jesus”, disse ele.

Materiais disponíveis para evangelização

A NAMB criou materiais esportivos como pulseiras, adesivos e cordões com QR Codes que direcionam as pessoas para conteúdos evangelísticos online. 

Uma das iniciativas direciona as pessoas para um site criado pelo IMB, que leva o internauta a refletir sobre a pergunta: “Quem sou eu?”. Eles verão a página e todos os seus recursos em seu próprio idioma. Assim, poderão ouvir uma tradução virtual do Evangelho e baixar uma cópia da Palavra de Deus.

“Você já conhece todos os propósitos e lugares onde pode encontrar sua identidade. Mas existe apenas um lugar, uma Pessoa, que pode lhe dar uma identidade que corresponda a quem você realmente foi destinado a ser. Para realmente entender quem você é, primeiro você precisa entender quem é Jesus. Deus conhece a sua identidade. Ele te criou, te ama, tem um propósito para a sua vida e deseja que você tenha um relacionamento íntimo com Ele”, compartilhou o site da organização. 

A Copa do Mundo de 2026 acontecerá de 11 de junho a 19 de julho em 16 cidades-sede nos Estados Unidos, México e Canadá. 

Na Califórnia, foi criada a “Iniciativa Cartão Amarelo”, que utiliza a linguagem do futebol para falar sobre pecado, arrependimento e salvação em Cristo: 

“Todos nós entendemos o Cartão Amarelo — um aviso de que um jogador quebrou as regras e que, se não mudar, será eliminado. Nossa esperança é que este Cartão Amarelo sirva como um alerta sobre a seriedade de quebrar as regras de Deus, mas, ainda mais importante, que signifique esperança — esperança porque Jesus levou a pena pelos nossos pecados”.  

“Cumprir a Grande Comissão é o que nos define. Minha oração é que Deus abra portas para que a Copa do Mundo seja um meio de conexão entre cristãos e não-crentes, que por sua vez se conectarão a Cristo”, concluiu Kevin Ezell, presidente da NAMB.



Fonte: Guiame, com informações de Revive e Baptist Press

terça-feira, 12 de maio de 2026

Missionária prega a uma tribo que não conhecia Jesus e testemunha conversões na África

 


Angi Magoulis compartilhou a mensagem de salvação na tribo remota. (Foto: Reprodução/Instagram/Angi Magoulis).

Angi Magoulis compartilhou a mensagem de Salvação em um local remoto e muitos aldeões se renderam a Cristo.

Uma missionária americana pregou o Evangelho a uma tribo que nunca havia ouvido sobre Jesus, na África.

Angi Magoulis viaja a lugares remotos do mundo para evangelizar povos não alcançados. Em vídeo compartilhado no Instagram na semana passada, ela mostrou o momento em que tribais escutaram pela primeira vez sobre o plano de salvação.

Em um local árido cheio de cabanas de palha, Angi se apresentou a uma mulher: “Meu nome é Angie, e significa mensageira do Senhor. Você já ouviu falar sobre Jesus? Quem Ele é?”.

Com ajuda de uma tradutora local, ela responde que não. Então, a missionária explicou, apontando para o céu: “Ele é o Filho de Deus”.

Apresentando o verdadeiro Deus

A mulher contou que quando os membros da tribo ficam doentes, eles recorrem a um curador bruxo.

“Quando o filho fica doente, decidimos irmos para lá para que eles nos digam qual é a causa da doença”, disse ela.

Segundo Angi, os aldeões pagam o bruxo com comida, animais e até mesmo os próprios filhos, e continuam doentes.

“Isso traz uma maldição para a terra, mas nós estamos aqui para contar sobre o único Deus vivo”, pregou a missionária à mulher.

Em seguida, várias pessoas da tribo se reuniram e sentaram no chão para ouvir Angi falar do Evangelho. 

Eles ouviram passagens da Palavra em sua língua através de uma Bíblia em áudio que a missionária levou. 

De forma lúdica, Angi contou a história da queda no Jardim do Éden até a ressurreição de Jesus, e explicou que todos precisam crer em Cristo para ser salvo.

Tocados pela pregação

Logo depois, Mary, a tradutora, pregou sobre os milagres de Jesus ao seu próprio povo.  “Não importa qual tipo de doença você tenha, quando você acredita no Filho de Deus”, anunciou ela.

Logo depois, a missionária Angi continuou pregando e os aldeões começaram a fazer perguntas, interessados na mensagem.

Cheia de fé, uma mulher da tribo declarou: “Nós estamos prontos para segui-lo. O que você trouxe é tão doce e bom para ouvir”.

Então, a missionária perguntou: “Se você quiser segui-lo, levante a mão alto no ar”. E várias pessoas levantaram as mãos e aceitaram Jesus como seu único Salvador.

“Foi um momento que me devastou emocionalmente! Romanos 10:9 diz: ‘Se com a boca você confessar que Jesus é Senhor e crer no seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo’”, declarou Angi.


Fonte: Guiame

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