SEJA PARCEIRO DESTE MINISTÉRIO


quinta-feira, 2 de maio de 2013

III - CONGRESSO SINODAL DE HOMENS PRESBITERIANOS DA PARAÍBA


Congresso de Homens Presbiterianos da Paraíba elege nova diretoria e consolida bandinha da CSHP


A Confederação Sinodal de Homens Presbiterianos da Paraíba – CSHP, realizou nos dias 26 e 27 de abril, sexta-feira e sábado passados, nas dependências da 1ª IPB em João Pessoa, seu 3º congresso estadual.
Foto oficial do 3º Congresso Sinodal de Homens Presbiterianos da Paraíba
Foto oficial do 3º Congresso Sinodal de Homens Presbiterianos da Paraíba
Bastante abençoado por Deus, o congresso teve início na noite da sexta feira com um culto de adoração e louvor ao SENHOR que teve como pregador o pastor Aguinaldo Melo, contou com o prestígio da presença de vários pastores (inclusive o presidente do Sínodo Pr Salvador Pereira), presbíteros, diáconos, senhoras e membros de diversas igrejas do Sínodo da Paraíba, além dos presbíteros Paulo Daflon e Ivan Wilson (presidente e vice presidente da Confederação Nacional, respectivamente) que vieram especialmente acompanhar e assessorar todo o evento.
Para o presidente da CNHP, presbítero Paulo Daflon, o congresso organizado pela CSHP é digno de louvor pelo zelo e empenho dos organizadores e pela grande participação das federações e suas UPH’s; já o presbítero Ivan Wilson, nosso vice presidente para a região nordeste falou de sua alegria em ver um trabalho feito com tanto empenho e compromisso e, disse mais: “…o trabalho de homens realizado na Paraíba serve de exemplo e de ânimo para todos nós…”
Todas as federações existentes em nosso sínodo participaram do congresso com delegados e convidados, são elas: Federação da Paraíba, Federação Sul da Paraíba, Federação da Borborema e Federação Oeste da Paraíba.
Durante os dois dias várias atividades foram desenvolvidas: culto, momentos devocionais, participações da CNHP, análises/aprovações de relatórios e eleição da nova diretoria executiva que dirigirá a entidade durante o biênio 2013/2015 que ficou com a seguinte composição: Diácono Eliezer Gomes (Presidente), Presbítero Almir Melo (Vice Presidente), Josafá Albino (Secretário Executivo), Diácono Everaldo Rodrigues (1º Secretário), Presbítero Maxsuel Lima (2º Secretário) e Diácono Assis Sobreira (Tesoureiro).
Destacamos como revelação especial durante o congresso, as abençoadas apresentações da Bandinha da CSHP que entoou várias músicas e hinos de louvor ao SENHOR; a bandinha se consolida e torna-se um excelente instrumento  de adoração e louvor ao nosso Pai celestial.
da redação
Veja abaixo as principais fotos do 3º congresso; click nas mesmas para melhor visualizá-las.
Antes do Início do Culto de Abertura, a CSHP ofereceu um saboroso jantar aos participantes e convidados.
Antes do Início do Culto de Abertura, a CSHP ofereceu um saboroso jantar aos participantes e convidados.
mmmmm
Os irmãos vindos de várias regiões do Estado eram servidos com muito carinho pela equipe de alimentação
O momento do jantar serviu também para vários irmãos se reencontrarem e colocarem seus contatos em dia.
O momento do jantar serviu também para vários irmãos se reencontrarem e colocarem seus contatos em dia.
Muitos repetiram o jantar, que maravilha. Graças a deus!
Muitos irmãos repetiram o jantar, que maravilha. Graças a Deus!
Já acomodado para participar do culto de abertura, o presbítero Zaqueu aspirante à UPH de Jaguaribe, ao lado de sua esposa Débora Ramiro e do reverendo Alexandre Alencar pastor efetivo da IPB de Tambay na cidade de ay
Já acomodado para participar do culto de abertura, o presbítero Zaqueu, aspirante à UPH de Jaguaribe, ao lado de sua esposa Débora Ramiro e do reverendo Alexandre Alencar pastor efetivo da IPB de Tambay na cidade de Bayeux.
O diácono Eliezer Gomes fez a abertura oficial do 3º congresso com o culto ao SENHOR
O diácono Eliezer Gomes fez a abertura oficial do 3º congresso, com o culto ao SENHOR
O reverendo Salvador Pereira, presidente do Sínodo da Paraíba e grande apoiador do trabalho masculino fez a saudação especial logo após as boas vindas feitas pelo reverendo Fernando Roberto, outro grande apoiador do trabalho masculino.
O reverendo Salvador Pereira, presidente do Sínodo da Paraíba e grande apoiador do trabalho masculino fez a saudação especial logo após as boas vindas feitas pelo reverendo Fernando Roberto, outro grande apoiador do trabalho masculino.
O presbítero Paulo Daflon trouxe uma mensagem especial em nome da Confederação Nacional
O presbítero Paulo Daflon trouxe uma mensagem especial em nome da Confederação Nacional
O presbítero Josafá Albino ministra leitura bíblica durante o culto.
O presbítero Josafá Albino ministra leitura bíblica durante o culto.
Congressistas e convidados durante o culto de abertura.
Congressistas e convidados durante o culto de abertura.
O diácono Everaldo, vocalista da bandinha da CSHP inicia o período de louvor e é acompanhado pelos músicos componentes do grupo. Uma benção!
O diácono Everaldo, vocalista da bandinha da CSHP inicia o período de louvor e é acompanhado pelos músicos componentes do grupo. Uma benção!
Bandinha da CSHP uma maravilha, para honra e glória do SENHOR.
Bandinha da CSHP uma maravilha, para honra e glória do SENHOR.
A Igreja se alegrou com a participação da Bandinha.
A Igreja se alegrou com a participação da Bandinha.
O irmão Levi, da IPBE louvou ao SENHOR durante o culto.
O irmão Levi, da IPBE louvou ao SENHOR durante o culto.
O reverendo Aguinaldo Melo foi o preletor da noite e trouxe...
O reverendo Aguinaldo Melo foi o preletor da noite e trouxe…
...da parte de Deus uma palavra tremenda de bençãos para todos nós.
…da parte de Deus uma palavra tremenda de bençãos para todos nós.
Após a palavra ministrada pelo reverendo Aguinaldo, o diácono Eliezer fez agradecimentos e deu avisos aos congressistas
Após a palavra ministrada pelo reverendo Aguinaldo, o diácono Eliezer fez agradecimentos e deu avisos aos congressistas
O presbítero Marcelo Fabian ministrou o hino 326, Homens Presbiterianos, entoado por toda a igreja.
O presbítero Marcelo Fabian ministrou o hino 326, Homens Presbiterianos, entoado também por toda a igreja.
O presbítero Jeroan Fez a oração final e...
O presbítero Jeroan Fez a oração final com…
...com a igreja e em seguida...
…a igreja e em seguida…
O reverendo Salvador Pereira impetrou a benção apostólica.
…o reverendo Salvador Pereira impetrou a benção apostólica.
Sem disperdiçar tempo, logo após o culto de abertura a diretoria executiva dá inicio a segunda parte do congresso materializada na verificação de poderes.
Sem disperdiçar tempo, logo após o culto de abertura a diretoria executiva dá inicio a segunda parte do congresso materializada na verificação de poderes.
As delegações estavam todas com as documentações bem encaminhadas.
As delegações estavam todas com as documentações bem encaminhadas e apresentaram à mesa.
Já na manhã do sábado, 27, os congressistas receberam camisas e material do congresso.
Já na manhã do sábado, 27, os congressistas receberam camisas e material do congresso.
Primeiros a chegarem para o café da manhã oram sob a direção do presbítero Gerson Pinheiro, secretário presbiterial do trabalho masculino no PSPB
Primeiros a chegarem para o café da manhã oram sob a direção do presbítero Gerson Pinheiro, secretário presbiterial do trabalho masculino no PSPB
A tradicional fila do rancho
A tradicional fila do rancho
O momento de alimentação entre irmãos é sempre uma oportunidade de integração e confraternização. E nesse clima começávamos o nosso novo dia.
O momento de alimentação entre irmãos é sempre uma oportunidade de integração e confraternização. E nesse clima começávamos o nosso novo dia.
Ao lado do Presbítero Paulo Daflon que já se tornou "fã" a bandinha já pronta para o louvor da manhã.
Ao lado do Presbítero Paulo Daflon que já se tornou “fã” a bandinha pronta para o louvor da manhã.
A devocional da manhã foi dirigida pelo presbítero Jeroan Gomes.
A devocional da manhã foi dirigida pelo presbítero Jeroan Gomes.
O reverendo Robson Ramalho, grande amigo da CSHP orou invocando as bençãos de Deus para o segundo dia de congresso.
O reverendo Robson Ramalho, grande amigo da CSHP orou invocando as bençãos de Deus para o segundo dia de congresso.
Os congressistas a exemplo do reverendo Robson, oram ao SENHOR
Os congressistas a exemplo do reverendo Robson, oram ao SENHOR
Ainda na devocional, os homens presbiterianos examinam a Palavra do SENHOR
Ainda na devocional, os homens presbiterianos examinam a Palavra do SENHOR
Após a leitura bíblica, mais um momento especial de louvor com a Bandinha da CSHP...
Após a leitura bíblica, mais um momento especial de louvor com a Bandinha da CSHP…
...com a igreja louvando tremendamente ao nosso Deus.
…e a igreja louvando tremendamente ao nosso Deus.
A alegria dos congressistas era visível em momento de gozo na presença do SENHOR
A alegria dos congressistas era visível em momento de gozo na presença do SENHOR
Representando a CNHP os presbíteros Paulo Daflon e Ivan Wilson motivo de alegria para nós, a presença deles
Representando a CNHP os presbíteros Paulo Daflon e Ivan Wilson motivo de alegria para nós, a presença deles
IMG_7783
Palavra do abnegado presidente da CNHP aos congressistas da Paraíba; ele falou da importância do trabalho, das pespectivas e se disse feliz em ver o trabalho profícuo dos homens presbiterianos da Paraíba.
Palavra do abnegado presidente da CNHP aos congressistas da Paraíba; ele falou da importância do trabalho, das pespectivas e se disse feliz em ver o trabalho profícuo dos homens presbiterianos da Paraíba.
Nossos congressistas ouviram com atenção a palavra do presidente da CNHP que logo em seguida...
Nossos congressistas ouviram com atenção a palavra do presidente da CNHP que logo em seguida…
...fez uma reflexão bíblica bastante dificadora
…fez uma reflexão bíblica bastante edificadora
Após a palavra do presbítero Daflon foram feitas as nomeações das comissões de trabalho.
Após a palavra do presbítero Daflon foram feitas as nomeações das comissões de trabalho.
Antes de se reunirem por tema, os membros das comissões deram uma passadinha na "praça de alimentação" para degustarem as delícias preparadas...
Antes de se reunirem por tema, os membros das comissões deram uma passadinha na “praça de alimentação” para degustarem as delícias preparadas…
...pela nossa equipe de apoio ao congresso que aqui agradecemos: Marcolina, Vera, Suely e aos presbíteros Marcos Antonio e Clodoaldo Oliveira. Sem essas pessoas, nosso congresso não teria tido o resultado que teve. Que Deus abençoe a cada um deles, é o nosso rogo ao SENHOR.
…pela nossa equipe de apoio ao congresso que aqui agradecemos: Marcolina, Vera, Suely e aos presbíteros Marcos Antonio e Clodoaldo Oliveira. Sem essas pessoas, nosso congresso não teria tido o resultado que teve. Que Deus abençoe a cada um deles, é o nosso rogo ao SENHOR.
As comissões se reuniram para analisar e elaborar
As comissões se reuniram para analisar e elaborar, um exercício próprio de nossos trabalhos.
Após os trabalhos em comissões os congressistas pararam para o almoço. Aqui um flagrante de parte da representação de Jaguaribe. Valeu, irmãos!
Após os trabalhos em comissões, os congressistas pararam para o almoço. Aqui um flagrante de parte da representação de Jaguaribe. Pela ordem: Emmanuel, Iremal, Paulo, André, Sergio, Bernardo e Dunga. Valeu, irmãos!
Vai começar o almoço. Como em nosso congresso prevaleceu o Estatuto do Idoso, a preferência foi garantida aos presbíteros Ferreira de Sousa e Daflon da CNHP.
Vai começar o almoço. Como em nosso congresso prevaleceu o Estatuto do Idoso, a preferência foi garantida aos presbíteros Ferreira de Sousa e Daflon da CNHP.
Mais uma vez louvamos a Deus pela equipe de apoio pela saborosa alimentação preparada com muito carinho.
Mais uma vez louvamos a Deus pela equipe de apoio pela saborosa alimentação preparada com muito carinho.
O reverendo Fernando, grande apoiador e pastor efetivo da igreja hospedeira no momento em que se servia. Ao contrário do que muitos falam, o rev. é moderado em termos de alimentação. Veja o volume.
O reverendo Fernando, grande apoiador e pastor efetivo da igreja hospedeira, no momento em que se servia. Ao contrário do que muitos falam, o rev. é moderado em termos de alimentação. Veja o volume em seu prato; nada anormal.
Esta equipe quase não almoça. Muita dedicação ao trabalho. Deus abençoe!
Esta equipe quase não almoça. Muita dedicação ao trabalho. Deus abençoe!
Trabalho retomado após o almoço, com a palavra de apoio, gratidão e incentivo do presbítero Ivan Wilsom, nosso vice presidente.
O trabalho foi retomado após o almoço, com a palavra de apoio, gratidão e incentivo do presbítero Ivan Wilsom, nosso vice presidente.
Muito feliz e agradecido a Deus, o presbítero Ivan Wilson, visívelmente emocionado, fez uma reflexão bíblica bastante edificadora
Muito feliz e agradecido a Deus, o presbítero Ivan Wilson, visívelmente emocionado, fez uma reflexão bíblica bastante edificadora.
Começa a apresentação dos relatórios. O presbítero Josafá relata a Comissão de exame de atas. Aprovada por unânimidade.
Começa a apresentação dos relatórios. O presbítero Josafá relatou a Comissão de exame de atas. Aprovada por unânimidade.
O presbítero Jocean, da comissão de diplomacia anunciou os nomes de visitantes
O presbítero Jocean, da comissão de diplomacia anunciou os nomes de visitantes.
O presbítero Olavio relata a comissão de relatórios
O presbítero Olavio relata a comissão de relatórios. Aprovada por unânimidade.
O presbítero Maxsuel relatando a comissão de planejamento. Aprovado.
O presbítero Maxsuel relatando a comissão de planejamento. Aprovada por unânimidade..
O presbítero Almir relatando a comissão de Finanças. Aprovada por unânimidade.
O presbítero Almir relatando a comissão de Finanças. Aprovada por unânimidade.
Antes de ser colocada em votação a relatoria de finanças, o plenário ouviu o tesoureiro, presbítero Nelson que apresentou seu relatório.
Antes de ser colocada em votação a relatoria de finanças, o plenário ouviu o tesoureiro, presbítero Nelson que apresentou seu relatório.
Mais uma vez o presidente Daflon usou da palavra; desta feita para coordenar em conjunto com o Secretário Sinodal, presbítero Wilson Martins, o processo eleitoral.
Mais uma vez o presidente Daflon usou da palavra; desta feita para coordenar em conjunto com o Secretário Sinodal, presbítero Wilson Martins, o processo eleitoral.
Aptos a votarem, os delegados se preparam...
Aptos a votarem, os delegados se preparam…
Coleta dos votos feita pelo reverendo Robson Ramalho...
Coleta dos votos feita pelo reverendo Robson Ramalho…
Equipe de escrutinadores apuram os votos
Equipe de escrutinadores apuram os votos
O presbítero Wilson Martins anuncia os nomes dos eleitos
O presbítero Wilson Martins anuncia os nomes dos eleitos
O presbítero Fabian entoa um cântico após o anuncio dos eleitos
O presbítero Fabian entoa um cântico após o anuncio dos eleitos
Os congressistas oram  pela nova executiva da CNHP
Os congressistas oram pela nova executiva da CNHP
Nova Executiva, pela ordem: Diácono Eliezer Gomes (presidente), Presbítero Almir Melo (vice presidente), Presbítero Josafá Albino (Secretário Executivo), Diácono Everaldo Rodrigues (1º Secretário), Presbítero Maxsuel Lima (2º Secretário), Diácono Assis Sobreira (Tesoureiro)
Nova Executiva, pela ordem: Diácono Eliezer Gomes (presidente), Presbítero Almir Melo (vice presidente), Presbítero Josafá Albino (Secretário Executivo), Diácono Everaldo Rodrigues (1º Secretário), Presbítero Maxsuel Lima (2º Secretário), Diácono Assis Sobreira (Tesoureiro)
Presidente reeleito, o diácono Eliezer Gomes agradece a Deus e aos irmãos pela oportunidade e pela confiança nele dedicada bem como aos demais membros da diretoria.
Presidente reeleito, o diácono Eliezer Gomes agradece a Deus e aos irmãos pela oportunidade e pela confiança nele dedicada, bem como nos demais membros da diretoria.
Foto oficial do 3º Congresso Sinodal de Homens Presbiterianos da Paraíba
Foto oficial do 3º Congresso Sinodal de Homens Presbiterianos da Paraíba
Fonte:Blogdiaconos

NOVO PRESBITÉRIO NA PARAÍBA - PRESBITÉRIO DE JOÃO PESSOA


Sínodo da Paraíba se reunirá e dará posse a mesa do Presbitério de João Pessoa no próximo sábado


Salvador PereiraRecebemos e levamos ao conhecimento de todos, o comunicado e o convite para participação da reunião extraordinária do Sínodo da Paraíba, reunião essa a ser realizada no próximo sábado, dia 04 de maio de 2013, na Igreja Presbiteriana Ebenézer, que para quem não conhece ainda, fica na Av.  Edson Ramalho sob o número 750, no bairro de Manaíra, em João Pessoa (a mesma rua do  restaurante Mangai).
Um dos principais objetivos da citada reunião é a homologação do novo presbitério criado a partir do PPRB que se chamará Presbitério de João Pessoa.
A reunião está programada para ter início às 14h00, porém, o ponto alto da reunião será o seu encerramento, às 20h00 com a realização do grande culto de louvor e adoração ao Senhor, nosso DEUS. (veja convite abaixo) que terá como pregador o reverendo Salvador Pereira, presidente do Sínodo da Paraíba (foto).
O novo presbitério da IPB na Paraíba será composto das seguintes Igrejas: Ebenézer, (reverendo Baltazar Férrer), em Manaíra; Restauração (reverendo Rubem Cordeiro), no Conjunto Costa e Silva; Treze de Maio (reverendo Juarez Rodrigues), no conjunto Treze de Maio; Sapé (reverendo Antonio Carneiro), na cidade de Sapé-PB.
da redação, diácono Eliezer Gomes
Presbotério de João Pessoa
Fonte: Blog Diaconos

UMA IGREJA SEM SIGNIFICADO COM UMA CULTURA SEM SENTIDO

Pare, leia e Pense!
Você Adora (Som Livre)Por Antognoni Misael
Qual é a principal marca desta ‘geração de adoradores’? – Eu já sei. É a Som Livre: “Você adora, a Som Livre toca”…
Cá pra nós, a ‘Som Livre’ é bem sincera em dizer que “não adora”, entenderam? Ela só toca!
Gente, a Som Livre não tem tanto a ver com o cerne da questão, mas me entendam. Desejo iniciar falando sobre a Igreja Evangélica Brasileira. Quero sugerir que ela não é homogênea. Que ela vive um momento de confusa decadência. Que ela não tem um representante. Que ela se parece cada vez mais com uma empresa com metas a lucrar. Que ela vive tempos de banalização e apostasia. E mais, que ela perdeu o verdadeiro significado de ser IGREJA.
A principal marca dessa “Igreja” talvez não esteja se tornado evidente em nosso meio. Exceto os minoritários ajuntamentos de igrejas ainda sérias, cujas prioridades ainda são a preservação da são doutrina, a qualidade da pregação, o zelo pelo conteúdo nas canções, e a relevância de uma igreja local envolvida com sua cidade, essa majoritária “Igreja”, que me arrisco a chamar de “igreja sem significado” anda respingando o suor de Judas Iscariotes pelos quatro cantos desse país, ao se vender por outras trintas moedas timbradas de prosperidade, hedonismo e vários requintes de heresias.
Só me arrisco em dizer que a Igreja Evangélica Brasileira não tem significado por que não consigo me responder – quem é a Igreja Evangélica Brasileira? Qual é a cara dela? (Não me indiquem que a cara dela é o Silas, o Feliciano, o “apóstolo A”, o “Querubim B”, ou “Curandeiro C”…. por favor.)pastor-silas-malafaia
Entretanto, se o significado da Igreja Evangélica Brasileira for o que mais se evidencia nos meios de comunicação, como a Teologia da Prosperidade, a mercantilização da fé, a banalização do dízimo, estrelismos, e coisa e tal, não hesito em supor que esta igreja está morta e já fede.
Isto porque em sua descrição seria fácil identificar como principais características: o amor ao dinheiro, desapego com a Verdade, idolatria, hedonismo, hierarquização no reino e por aí vai…
Que Tempos! Mas, nada de novo.
Já houve tempos em que muitos souberam da Verdade, abandonaram e deram as costas para ela. Ao lermos o que Paulo escreveu aos Romanos no capítulo 1, de maneira alguma dissociaremos tal Verdade a essa atual geração.
Amigos, perdoem-me, a sugestão (afinal quem sou eu para supor isso), mas acredito que essa geração tem dado as costas para Deus. Os discursos sobre Deus estão desbotados, ausentes de arrependimento, humilhação e temor.
“Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.” (Rm 1.21,22)
Na minha pequena cidade (Guarabira-PB), creio ver uma paisagem que reproduz o que se passa no nosso país. Novas igrejas sendo inauguradas, cultos sendo oferecidos como cardápios de prosperidade, escândalos após escândalos, politicagem no reino, irrelevância social, “igrejas-seitas” chegando nos novos prédios da cidade, e tantas coisas mais. – Não é esse o retrato na sua cidade também? (espero que não)
Para não ficarmos só especulando, existe apenas uma perspectiva que podemos ter para esse mundo dito pós-moderno: uma compreensão de que o nosso país está sob a ira de Deus! Dá pra crer?
Diante deste distanciamento da Verdade bíblica, relembro de Deus falando de forma rígida com o profeta Jeremias a respeito de sua IGREJA: “Se um homem repudiar sua mulher, e ela o deixar e tomar outro marido, porventura aquele tornará a ela? Não se poluiria com isso de todo aquela terra? Ora, tu te prostituíste com muitos amantes” (Jr 3.1). Deus fala por repetidas vezes com o seu povo: “Você é minha noiva”, mas nesta passagem Deus se sentia trocado por outros “maridos”! E hoje?
Vejam que para Deus, o desviar-se dEle é adultério espiritual, apostasia. Neste capítulo (3 Jr.) vemos que os judeus estavam se voltando para falsos deuses. Isso nos sugere que os falsos deuses da atualidade estão sendo promovidos por uma falsa teologia, pois sempre que a Igreja de Cristo se desvia da Verdade, ela está representando a meretriz e passa a estar sob a Ira de Deus.
Uma característica plena do mundo atual é o hedonismo (prazer acima de tudo) e nos tempos do profeta Jeremias o povo de Deus se mostrou tão hedônico quanto o dessa atual geração. Por isso, a prosperidade que a “igreja sem significado” de hoje tanto almeja, certamente a levará para a ruína.
“Como, vendo isto, te perdoaria? Teus filhos me deixam a mim e juram pelos que não são deuses; quando os fartei, então adulteraram, e em casa de meretrizes se ajuntaram em bandos. Como cavalos bem fartos, levantam-se pela manhã, rinchando cada um à mulher do seu próximo. Deixaria Eu de castigar por estas coisas, diz o SENHOR, ou não se vingaria a minha alma de uma nação como esta?” (Jeremias 5:7-9)
LONDRES (59)
Templos vazio em Londres.
Notem o feito de uma sociedade próspera: “depois de eu os ter fartado, adulteraram, e em casa de meretrizes se ajuntaram em bandos”. Que triste não é, eles usaram a prosperidade deles para o pecado. O que este quadro nos sugere para compreensão do mundo atual? Pensemos nos países prósperos em riquezeas do norte europeu, nos Estados Unidos, como lidaram com a Verdade de Deus quando fartos?!
Não pretendo ser conclusivo ou fatalista. Mas, digo com certeza, ao contrário da tal “Unção Financeira dos Últimos Dias”, oferecida pelo Silas Malafaia, riquezas não é o plano de Deus para tornar seu povo Santo. Não que devamos ser miseráveis ou “franciscanos”, mas esse não é o legado para a IGREJA aqui na terra! A Graça de Deus basta!
Acredito não ser exagero sugerir que a tal Igreja Evangélica Brasileira necessite de uma reforma e um reavivamento. Estas duas palavras tem uma relação com o ‘restaurar’. Restauração à doutrina pura e restauração na vida do Cristão. Os grandes momentos da História da Igreja de Cristo vieram quando estas duas restaurações entraram simultaneamente em ação. É tempo de pensarmos nisto.
Agora voltando a ‘Som Livre’. Esse gancho me serve apenas para pensar rapidamento sobre a cultura cristã. Mas afinal, pergunto: nossa cultura religiosa é cristã? Sinceramente, não me arrisco no SIM. Nossa cultura ao invés de cristã, eu intitularia de cultura do engano e consumo, ou sendo menos palpiteiro, quiçá, cultura pós-cristã.
arte primitiva
Arte Cristã Primitiva nas catacumbas romanas. Local de culto dos primeiros cristãos.
Sinceramente, envergonha-me ver a nossa cultura antes cristã estar relacionada aos desajeitados e confusos astros de um segmento chamado Gospel. Pois a verdadeira cultura cristã vista na igreja primitiva e na Reforma Protestante discursou no areópago da Grécia Antiga encantando súditos; se revelou nas catacumbas romanas através de cultos sem astros e “curandeiros”; contagiou as chamadas artes seculares da Reforma Protestante contribuindo para a Renascença; colaborou para o processo de alfabetização na Inglaterra, Alemanha, e Países Baixos; foi fonte de inspiração para grandes nomes da História das Artes, e, além disso, foi veículo eficaz para a propagação da Verdade de Deus: Jesus.
Essa Cultura Cristã está mui doente, pouco ou quase nada transforma o mundo. Falta relevância e sobra comnércio. Infelizmente “Eles” não tem o menor desejo de salvá-la.
A “igreja sem significado” e a “cultura sem sentido” lamentavelmente maquiada com “pó cristão”, hoje nos deixa um triste legado: a irrelevância!
Oremos a Deus por reforma e reavivamento, pois enquanto povo que se intitua ‘Evangélicos no Brasil’, começo a cogitar que já estamos a ficar sob Ira de Deus.
[Fonte: SHAEFFER, Francis. A Morte na Cidade.Editora Cultura Cristã: São Paulo, 2003.]
***

Vivendo "já" com vistas ao "ainda não"




por Rev. Heber Carlos de Campos Junior.


O cenário brasileiro tem experimentado um influxo impressionante de livros que abordam o tema da cosmovisão. Simplificando um assunto bastante complexo, cosmovisão diz respeito a pressuposições que todo o ser humano possui (esteja ele consciente ou não) que residem em nosso mais interior (coração) formando assim uma orientação de vida, um comprometimento com verdades pelas quais você vive e morre. Trata-se de um conjunto de motivações, crenças, certezas, valores e ideais que formam o instrumento interpretativo da realidade, além de ser a base de nossas ações e decisões.

Devido à tradição reformada refletir sobre esse assunto há mais tempo do que qualquer outro segmento da cristandade (com nomes como James Orr, Abraham Kuyper, Herman Dooyeweerd, Francis Schaeffer, etc.), os autores modernos tratam de certos marcos históricos do cristianismo como fundamentos da cosmovisão reformada: criação, queda e redenção. Esse tripé tem sido uma das características mais comuns entre os livros que tratam de cosmovisão. Não que outros cristãos não afirmem tais acontecimentos na história da humanidade, mas são os reformados que costumam enfatizar com maior frequência a importância de considerar a praticidade desses eventos para o nosso dia a dia.

Esses pilares históricos não devem ser vistos como meros conceitos ou categorias intelectuais. Não se tratam de proposições atemporais. A cosmovisão é uma história, a história da humanidade, a nossa história. Esse elemento existencial não pode ser esquecido no estudo de cosmovisões. Sendo assim, é quando encarnamos as verdades dessa história, e vivemos conscientes dessa história, que nossa cosmovisão se coaduna com a revelação bíblica. Viver à luz da criação significa, por exemplo, relacionar-se com as pessoas mais complicadas à luz do fato de ainda serem imagem e semelhança de Deus. Viver à luz da queda implica em não nutrir sonhos utópicos resultantes do esforço humano para construir uma sociedade melhor. Viver à luz da redenção envolve a noção de uma redenção tão abrangente que afeta pessoas não só em sua espiritualidade, mas em todas as áreas de sua vida, inclusive o seu habitat.

Na área da redenção é que calvinistas têm o perigo de comunicar uma mensagem indevida. Se por um lado, atacam corretamente o pessimismo do mundo evangélico em não integrar a fé às várias áreas de nossa atuação secular, por outro lado, correm o risco de criarem uma falsa expectativa de nossa atuação no reino de Deus. Desde a célebre obra de H. Richard Niebuhr,Cristo e Cultura, os calvinistas têm sido descritos como possuindo uma visão transformacionista da cultura. De acordo com Niebuhr, os calvinistas não são essencialmente contra a cultura, nem a recebem indiscriminadamente, não colocam a fé em um patamar acima da vida comum, nem mantém a fé e a vida comum em constante tensão. Eles se colocam como agentes transformadores da cultura. Autores modernos têm perpetuado essa leitura de Niebuhr e falado da importância de uma fé holítisca no engajamento cultural. Os proponentes dessa visão falam de ir além de envolvimento cultural. [1] Os cristãos devem trazer os efeitos da obra redentora de Cristo para as várias esferas da vida.

Precisamos de cautela para não sermos nem pessimistas demais, nem otimistas demais. Aos cristãos cabe o redirecionamento da cultura numa direção redentiva que a restaure, o máximo possível, dos efeitos do pecado. Isto não significa que nossa postura é de "transformação", uma palavra otimista demais. Nossa atitude é de Reforma, participando dos movimentos de Deus em restaurar certas áreas da sociedade inclinada ao mal. Podemos ser instrumentos de Deus para frear a derrocada moral e espiritual como foram os reis de Judá que operaram Reforma após períodos de grande incredulidade e vileza (Ex: Asa, Ezequias, Josias). A Reforma Protestante do século 16, o Grande Despertamento na América colonial e Inglaterra do século 18, foram movimentos em que Deus freou a decadência de um povo e permitiu que certas áreas da sociedade fossem reformuladas segundo o padrão bíblico. A linguagem de Reforma impede que sejamos pessimistas quanto ao que Deus pode fazer neste mundo antes da segunda vinda de Jesus.

Todavia, para que não sejamos otimistas demais, faz-se necessário acrescentar ao tripé reformado um quarto pilar: o da consumação. Tal inclusão ajuda-nos a separar o "já" e o "ainda-não" da história da redenção. Isto é, a consumação é o completar da redenção, mas não é para esta vida e não é operada pela igreja. Se, por um lado, somos e devemos ser "sal da terra" (Mt 5.13) no sentido de contribuir para o retardamento da putrefação de nossa sociedade – esse aspecto está de acordo com a visão transformacionista –, por outro lado, a parábola do joio (Mt 13.24-30, 36-43) é uma demonstração de que a construção de uma sociedade com a consequente retirada do mal no mundo será uma realização de Deus por intermédio dos seus anjos (isto é, sem a participação do ser humano) e não ocorrerá nesta vida (como é o anseio de muitos seres humanos).

David VanDrunnen faz uma ressalva à visão transformacionista de representantes modernos como Henry R. Van Til (O Conceito Calvinista de Cultura), Cornelius Plantinga (O Crente no Mundo de Deus) e Albert M. Wolters (A Criação Restaurada). Ele chama atenção para um elemento preocupante da escatologia dos transformacionistas:

"Os autores transformacionistas tendem a colocar muita ênfase no caráter já manifesto do reino escatológico. Embora eles obviamente reconheçam que Cristo está voltando e que somente então é que todas as coisas serão perfeitamente restauradas, é curioso que a sua comum divisão tripartida da história em criação, queda, e redenção não inclua a quarta categoria de consumação. Lendo nas entrelinhas, eu sugiro que o relacionamento muito solto entre a transformação da cultura agora e a transformação final a ser realizada no retorno de Cristo contribua substancialmente para a ausência dessa quarta categoria... [Para eles] A obra de trazer a realização perfeita do reino escatológico na presente terra começa já nos esforços culturais do cristão aqui e agora. Consumação parece ser o clímax de um processo de redenção que já está a caminho ao invés de um evento único e radical na história." [2]

VanDrunnen acertadamente nos lembra do aspecto radical e único da consumação. Cristo não irá só completar o que começou. Ele irá mudar tudo radicalmente. Após o amor esfriar, a apostasia se alastrar, e este mundo ser permeado por um governo maligno, Deus irá eliminar todo o mal com fogo (2 Pe 3.10-13) e para o fogo (Ap 21.10) a fim de criar Novo Céu e Nova Terra.

A ênfase no envolvimento com a cultura, por parte dos transformacionistas, é positiva. Afinal, não fomos remidos para vivermos em um gueto cristão, nos relacionando somente com crentes, realizando tarefas eclesiásticas, criando uma cultura separatista. Porém, nós não fomos chamados para remir a cultura que, de acordo com a Escritura, tende a piorar devido à apostasia. Somos instrumentos para remir pessoas, isso sim. A mensagem de Paulo no Areópago não transformou a cultura de Atenas, mas alcançou pessoas. Só Deus, e isto na consumação, é que promoverá a extinção das culturas pecaminosas e a santificação dos costumes e do conhecimento humano. Só Deus conseguirá plena redenção da cultura.

Kevin DeYoung, avaliando a perspectiva missiológica da igreja moderna, afirma que o que "está faltando na maioria das conversas sobre o reino é alguma doutrina de conversão ou regeneração. O reino de Deus não é essencialmente uma nova ordem da sociedade. Isso era o que pensavam os judeus nos dias de Jesus... Creio que entendo o que as pessoas querem dizer quando falam sobre redimir a cultura ou ser parceiras de Deus na redenção do mundo, mas o fato é que precisamos encontrar outra palavra. A redenção já foi realizada na cruz. Não somos parceiros na redenção de nada. Somos chamados a servir, dar testemunho, proclamar, amar, fazer o bem a todos e embelezar o evangelho com boas obras, mas não somos parceiros de Deus na obra da redenção. De modo similar, não há um texto nas Escrituras que fale que os cristãos constroem o reino. Ao falar sobre o reino, o Novo Testamento usa verbos como entrar, buscar, anunciar, ver, receber, olhar e herdar... no Novo Testamento nunca somos aqueles que trazem o reino." [3]

Essa observação é muito perspicaz. O problema fundamental dessa tendência, de acordo com DeYoung, é que eles "estão repletos de 'já' e carentes de 'ainda não' em sua escatologia." [4]

Creio que o equilíbrio foi estabelecido pelo nosso Salvador nas parábolas do reino em Mateus 13. Se por um lado a parábola do joio nos apresenta uma redenção completada pelo Salvador sem a nossa participação, por outro lado temos as parábolas do grão de mostarda e do fermento (Mt 13.31-33) que falam do crescimento e da influência dos princípios do reino na sociedade. Não podemos ser extremados em nosso entendimento escatológico. Toda escatologia que enfatiza só o que Deus já fez, e está fazendo, produz uma cosmovisão ufanista demais. Toda escatologia que destaca o que Deus irá fazer na segunda vinda de seu Filho, sem levar em conta a redenção que se iniciou na primeira vinda, gera uma visão pessimista do crente no mundo. Precisamos de equilíbrio em nos sa cosmovisão. Precisamos viver o "já" com vistas ao "ainda não".

________________________
Notas:
[1] - "De vez em quando os cristãos dizem que nosso alvo principal é mudar o indivíduo, não o sistema. O dualismo persiste: de algum modo nossa vida espiritual pode ser separada de nossa vida cultural, e isso significa que podemos trabalhar no sistema aceito." Walsh e Middleton, A Visão Transformadora, p. 89. Essa forma de colocar o problema demonstra o espírito revolucionário de subverter o sistema, o qual é próprio dos autores.
[2] - David Vandrunnen. "The Two Kindgoms: A Reassessment of the Transformationist Calvin", Calvin Theological Journal 40, no. 2 (nov 2005), p. 252.
[3] - Kevin DeYoung e Tedd Kluck, Por que amamos a igreja (São Paulo: Mundo Cristão, 2010), p. 50, 51.
[4] - DeYoung e Kluck, Por que amamos a igreja, p. 40.

Fonte:
 Editora Fiel
.

Falsos Convertidos: Um Produto de um Evangelho Deturpado


9mk-suicidio

Neste vídeo (trecho da pregação “Falsos Convertidos: O Suicídio da Igreja” que lançaremos completa semana que vem), Mark Dever alerta sobre o perigo de deturparmos ou amenizarmos a mensagem do evangelho para tornar ele mais palatável para o homem moderno. Contudo, isso além de traição ao Senhor Jesus Cristo, não fará nenhum bem ao evangelizado, pois provavelmente só produzirá um falso convertido.


Essa tendência de alterar o evangelho ou apresentar os benefícios de ser um cristão ao se evangelizar de vez de apresentar o evangelho (aquilo que Cristo fez), somada a tendência pragmática moderna (vale tudo para colocar as pessoas dentro da igreja) tem gerado multidões de natimortos espirituais, pessoas que “levantaram a mão aceitando Jesus, mas não tem a mínima ideia do que isso significa”.
Em seu livro, Nove Marcas de Umna Igreja Saudável, Mark Dever fala sobre o assunto:
Um dos erros mais comuns e perigosos é confundir os resultados da evangelização com a própria evangelização. Este talvez seja o mais sutil de todos os entendimentos errôneos acerca da evangelização. Se você combinar este entendimento errôneo — pensar que a evangelização é o seu próprio fruto — com um entendimento diferente daquele que expusemos nos capítulos anteriores que tratam do evangelho e da conversão, então, é bem possível que você acabará pensando não somente que evangelização é apenas ver os outros convertidos, mas também que está em seu próprio poder o converter os outros. Esta maneira de pensar pode levá-lo a se tornar manipulador.
Quem pode negar que muito da evangelização moderna se tornou emocionalmente manipuladora, buscando obter apenas uma decisão imediata da vontade do pecador, negligenciando a idéia bíblica de que a conversão é o resultado da graça de Deus para com o pecador?
A chamada cristã para evangelizar é uma chamada. Não é somente persuadir as pessoas a fazerem uma decisão; pelo contrário, é uma chamada para anunciar-lhes as boas novas da salvação em Cristo Jesus, para chamá-las ao arrependimento e dar a Deus a glória pela regeneração e pela conversão. Não falhamos em nossa evangelização se apresentamos com fidelidade o evangelho e, apesar disso, a pessoa não se converter. Falhamos somente se não apresentarmos o evangelho com fidelidade.
Conforme ensinam as Escrituras, a evangelização não pode ser definida em termos de resultados ou métodos, mas somente em termos de fidelidade à mensagem pregada. Em Atos dos Apóstolos, você encontrará ocasiões em que Paulo pregou o evangelho e poucos se converteram. No grande congresso de evangelização em Lausanne, em 1974, John Stott disse que “evangelizar… não significa ganhar convertidos… significa apenas anunciar as boas novas, independentemente dos resultados”. Naquele congresso, evangelização foi definida nestes termos:
Evangelizar é propagar as boas novas de que Jesus Cristo morreu por nossos pecados e foi ressuscitado dentre os mortos, segundo as Escrituras; e, como o Senhor que reina, Ele oferece agora o perdão dos pecados e o dom libertador do Espírito a todos que se arrependem e crêem.
Quando entendemos que a evangelização não é converter as pessoas, e sim falar-lhes sobre a maravilhosa verdade a respeito de Deus e das boas novas sobre Jesus Cristo, então, a obediência à chamada para evangelizar pode tornar-se certa e produzir alegria. Entender isto fomenta a evangelização, à medida que esta deixa de ser motivada pelo forte senso de culpa e se torna um privilégio e alegria.
- trecho adaptado do capítulo 5 do livro Nove Marcas de Uma Igreja Saudável

Transcrição

As pessoas naturalmente não creem em nossa mensagem. Homens amam as trevas ao invés da luz. Ao saber e ensinar isso, nós nos preservamos do erro de pensar que se mexermos os pauzinhos, conseguiremos a combinação certa que todos respondem. E até que consigamos que todos respondam, nós podemos continuar fazendo o que é quase certo. Muito cuidado com esse raciocínio, irmão pastor. Ele pode te levar para muito longe do evangelho bíblico que é tão impopular.
Medite em Ezequiel 3 e o chamado que Deus deu a Ezequiel. Quantas igrejas parecem menosprezar, se não negar, a depravação natural e a perdição humana. Mas, amigos, João nos diz que aqueles que são do mundo não aceitarão o Evangelho. E qualquer evangelho que eles venham a aceitar, só aceitam por que foi adulterado. Não uma mudança neles, mas no evangelho que pregamos.
Mas, amigos, quando entendemos isso direito, quando ensinamos que nós merecemos o julgamento de Deus, então protegemos a igreja daqueles “convertidos” que se ofendem com a ideia de que eles fizeram algo de errado. Algo tão errado que Deus deveria julgá-los. Imagine como essa humildade mais geral, como consideramos anteriormente, do incrível Julgamento de Deus, como ela é aumentada quando consideramos especificamente que nós merecemos esse Julgamento. Nosso senso geral da graça de Deus se torna um senso familiar da misericórdia de Deus que nós precisamos. Mas nós mesmos nunca merecemos. Mas alguém mereceu por nós.

Por Mark Dever. © T4G | Together for the Gospel. Todos os direitos reservados. Original: False Conversions: The Suicide of the Church (Session III)
Tradução: Alan Cristie. Revisão: Vinícius Musselman Pimentel – Ministério Fiel © Todos os direitos reservados. Website: blogfiel.com.br. Original: Falsos Convertidos: Um Produto de um Evangelho Deturpado


Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *