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terça-feira, 16 de abril de 2013

Decadência: Líder da maior denominação assembleiana do Brasil sinaliza apoio à reeleição de Dilma Rousseff

Pare e Pense!

Julio Severo

Em entrevista ao jornal esquerdista Folha de S. Paulo, o Pr. José Wellington Bezerra da Costa, de 78 anos, se mostrou muito positivo com relação ao governo do PT. Os sinais vindo de Wellington, antigo aliado do PSDB, são importantes, pois ele é o presidente da maior denominação assembleiana do Brasil.
Pr. José Wellington Bezerra da Costa
Beijar o PSDB é o primeiro passo para ir para a cama com o PT. Quer um grande exemplo assembleiano? A carreira de garoto propaganda político do Bispo Manoel Ferreira começou com seu apoio a Fernando Henrique Cardoso quase 30 anos para a prefeitura de São Paulo. Ele pouco se importou que FHC fosse marxista, ateu e defensor da maconha — e adúltero.
Na época, escrevi uma carta à sede da Assembleia de Deus, questionando como um pastor podia apoiar um descarado socialista. Nunca obtive resposta do líder da segunda maior denominação assembleiana do Brasil.
Em 2010, Ferreira fez o “sacrifício” de renunciar a uma candidatura a senador para se tornar osecretário especial da candidata Dilma para assuntos evangélicos. Deus sabe o que foi que ele ganhou do PT para ocupar esse cargo e levar os evangélicos a votar em Dilma.
O Pr. José Wellington parecia um fiel aliado do PSDB, partido igualmente socialista, mas os ventos estão mudando. A entrevista à Folha de S. Paulo trouxe revelações de transformação:
Folha: Qual a sua opinião sobre a Dilma?
José Wellington: Eu vejo com muito bons olhos. Confesso a você que não votei na Dilma. Eu tinha certos resquícios do PT lá em São Paulo. Mas esta senhora tem superado [as expectativas]. Ela pegou uma caixa de marimbondo na mão, mas tem sido muito honesta com seu governo e com o povo. Hoje, na minha concepção, a candidatura dela é uma nomeação, não precisa nem ir para a eleição, ela é eleita tranquilamente.
Folha: Vocês apoiam ela em 2014?
José Wellington: Eu até teria muito motivo para dizer não, mas esqueço tudo isso aí a bem do povo, ela tem sido muito correta na administração do nosso país.
Mas o foco da entrevista foi Marco Feliciano, que está sendo hostilizado pelas esquerdas por ter sido nomeado presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH).
O jornalista da Folha alfinetou repetidamente o Pr. José Wellington sobre Feliciano, inclusive nesta pergunta:
Folha: Há um levante preconceituoso contra o Feliciano?
José Wellington: O Feliciano é novo, jovem, inteligente e eu creio que vocês são inteligentes, vocês estão vendo que ele está querendo tirar proveito. Ele é político, está querendo tirar proveito desse troço. Ele está dando corda na coisa. O Marco Feliciano, bobo ele não é.
Wellington acabou de ser reeleito presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), a maior denominação evangélica do Brasil, com mais de 12 milhões de membros. Seu opositor na eleição denominacional apoiou Dilma na eleição presidencial de 2010.
Wellington não é político, mas não foi bobo. Ele deixou para manifestar seu apoio a Dilma logo depois de sua reeleição como presidente na CGADB. Se tivesse dito antes, haveria cobranças e riscos.
Ele pode hoje estar se achando esperto por apoiar Dilma — a mesma esperteza já demonstrada abundantemente por Manoel Ferreira.
Entretanto, o PT, como manda a sórdida cartilha socialista, sempre trai seus aliados cristãos. É só perguntar para Marco Feliciano, que como pastor assembleiano apoiou fervorosamente a eleição de Dilma em 2010, mas hoje sofre a oposição de todas as esquerdas do Brasil por sua posição contra a agenda do aborto e homossexualismo.
Vai chegar a hora da oposição e traição socialista ao Bispo Manoel Ferreira e ao Pr. José Wellington. A menos, é claro, que eles ajam “diplomaticamente” com relação ao homossexualismo sagrado e ao sacrifício de bebês em gestação que a agenda do PT e outros socialistas quer impor sobre o Brasil.
Se tentarem dar uma de Silas Malafaia ou Feliciano e denunciarem essa agenda de modo público e forte, sofrerão a ira dos deuses socialistas.

Vídeo – Pastor Silas Malafaia participa do Superpop: “Ativistas gays não suportam questionamentos”; Assista na íntegra



Vídeo – Pastor Silas Malafaia participa do Superpop: “Ativistas gays não suportam questionamentos”; Assista na íntegra

A entrevista do pastor Silas Malafaia à apresentadora Luciana Gimenez no programa Superpop foi transmitida na noite de ontem, 15 de abril.
No programa, como esperado, foram tratados assuntos ligados às pregações de Silas Malafaia e também sobre o seu embate com ativistas gays.
“Eu não sou dono de verdade. Eu sou um ser humano que também falho [...] Devido a temperamento, a jeito de ser, quando você é espontâneo, você também erra”, afirmou o pastor, após ser apresentado à platéia.
Questionado sobre a teologia da prosperidade e uma suposta linha de recompensa divina, Malafaia disse que “a lei da recompensa é uma das leis [com] que Deus trabalha”. A apresentadora Luciana Gimenez falou sobre o dízimo e perguntou se Jesus pregava sobre isso.
“Deixa eu te explicar isso. O primeiro ponto que a gente tem que entender, é que você abraça uma fé é porque você crê e aceita aquilo. Você é livre para aceitar ou rejeitar qualquer tipo de fé [...] Ou você recebe por fé, ou não recebe”.
No decorrer do programa, falaram sobre liberdade de expressão e o que o pastor chamou de “ditadura de opinião”, que seria a imposição de ideias por parte dos ativistas gays aos demais cidadãos que discordam deles ou de suas práticas.
Citando o pastor Marco Feliciano e o episódio em que comentou uma linha de pensamento que acredita ser a África um continente amaldiçoado, Luciana Gimenez afirmou que é preciso ter responsabilidade sobre o que se fala. Silas Malafaia pontuou que a liberdade de expressão permite que a pessoa diga o que pensa, mesmo que isso seja um “besteirol teológico”, apesar de ressaltar que acredita que Feliciano tenha feito apenas uma “conjectura” nesse caso.
Sobre o PL 122, Malafaia voltou a falar que os ativistas gays querem privilégios, e que “não suportam o questionamento de opinião”. Novamente, voltou a citar o pastor Feliciano para ilustrar o que ele entende como “patrulhamento” em busca de privilégios: “Foram ver o que o Marco Feliciano falou dentro da igreja. É o local protegido pela constituição, é inviolável. Crença é inviolável”, enfatizou.
A apresentadora afirmou que a PL 122 se faz necessária para proteger cidadãos que estão sendo atacados nas ruas. Malafaia discordou dizendo que a lei que protege heteros, protege também homossexuais, e que não se faz necessária uma lei exclusiva para eles, dizendo que o problema “não está na lei, e sim em quem executa a lei”. Nesse ponto, a apresentadora assentiu a postura do pastor: “Eu concordo”.
Confira no vídeo abaixo, a íntegra da entrevista concedida pelo pastor Silas Malafaia à apresentadora Luciana Gimenez:
Por Tiago Chagas
Fonte: Gospel+

Vídeo – Pastor Marco Feliciano participa do Programa do Ratinho: “Não tem um pai de família se manifestando contra mim”; Assista na íntegra



Vídeo – Pastor Marco Feliciano participa do Programa do Ratinho: “Não tem um pai de família se manifestando contra mim”; Assista na íntegra

O deputado e pastor Marco Feliciano participou nessa segundo feira (15) do “Programa do Ratinho”. O atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara estiveram no programa para discutir as polêmicas em torno de sua permanência na comissão. No programa, Feliciano respondeu a perguntas feitas pelo apresentador e, principalmente, a questionamentos enviados pelo público do programa através do Twitter.
A presença do pastor no programa foi amplamente divulgada pelas redes sociais.
- #MarcoFelicianoNoRatinho ao vivo no Ratinho, já estamos ligados. Larga a novela povo!!!! mande perguntas o programa é ao vivo @ratinhodosbt – escreveu a psicóloga Marisa Lobo, no Twitter e no Facebook.
Antes de chamar Feliciano para ser entrevistado, Ratinho afirmou ter chamado também os opositores do parlamentar para participar do programa, mas disse que nenhum deles havia respondido ao convite.
-Parece que gostam de aparecer só naqueles 30 segundos da Globo – afirmou o apresentador que afirmou que entrevistaria o deputado, e não o pastor, ressaltando também que seu programa está aberto para receber qualquer um que quiser manifestar sua opinião sobre a polêmica em torno da Comissão.
- Todas as vezes que me citam, citam o pastor. Sempre rotulando como se um pastor fosse iletrado e intolerante – afirmou Feliciano logo ao entrar no programa, explicando que seus opositores usam sua religião como forma de diminuí-lo.
Logo no início da entrevista, Ratinho comentou que ninguém nunca havia comentado sobre a comissão antes da polêmica em torno da presença do evangélico na comissão. Ao questionar o parlamentar sobre o porquê do surgimento de tal polêmica, a resposta de Feliciano foi de que ele incomodou grupos ligados ao movimento LGBT, que tinham a comissão como seu “quartel general”, e a usavam unicamente para defender seus interesses.
- Eu sempre bati de frente com algumas coisas que esse grupo defende – justificou o pastor, afirmando que é a favor dos direitos dos homossexuais, mas não de privilégios para os mesmos.
- Direitos sim, privilégios não – declarou.
Ao falar sobre as manifestações contrárias ao parlamentar, o programa mostrou uma série de imagens de protestos contra ele, e também contra seu partido, o PSC. Feliciano comentou tais manifestações afirmando que as mesmas não tem participação de “pais de família”, e que seriam esses pais de família as pessoas que ele representa e defende.
- Não tem um pai de família se manifestando contra mim, porque um pai de família tem que estar trabalhando para alimentar sua família – destacou.
Feliciano afirmou ainda que muitos dos protestos feitos contra ele desrespeitam sua família, citando manifestantes que tiraram a roupa em torno de seu carro no qual ele carregava duas crianças. Ele citou também protestos feitos em frente e até mesmo dentro de igrejas evangélicas usando até mesmo “rituais de feitiçaria”.
Questionado se quem segue a palavra de Deus poderia incitar o ódio, Feliciano respondeu que ódio é o que fazem contra ele, tolhido de seu direito ir ao shopping com sua família, ou até mesmo a um culto sem ser perseguido.
Feliciano reafirmou também que não irá renunciar ao cargo, e afirmou ter sido eleito legitimamente ao congresso e escolhido da mesma forma para presidir a Comissão.
- Estou firme inabalável como os Montes de Sião – respondeu, sobre sua permanência na Comissão. Ele afirmou ainda que se saísse abalaria a confiança do Congresso Nacional, pois “qualquer grupinho [de manifestantes] comprado com 2 mil reais” manipularia as comissões.
Comentando sobre a possibilidade de a polêmica em torno de sua permanência no cargo ser uma forma de desviar a atenção de questões maiores, o deputado confirmou ter dito que renunciaria em troca da saída dos deputados João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoíno (PT-SP), condenados no julgamento do mensalão, da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), mas ressalta que os líderes petistas “não aceitaram a proposta”.
Outro assunto comentado pelos espectadores foi o apoio que os opositores do deputado têm recebido da classe artística, ao que Feliciano respondeu que não pauta seus atos pela vida desregrada e fantasiosa destes.
- Eu não sou pautado pela vida dos artistas. A maioria dos artistas vive em uma vida de faz de conta. (…) existem artistas que trocam de família como quem troca de roupa – afirmou.
Ainda sobre seus opositores, o parlamentar destacou que são poucos os políticos que se manifestaram abertamente contra ele, listado os nomes de seus principais algozes.
- Dos 513 são só 4 deputados: Jean Wyllys, Erika Kokay e Domingos Dutra e mais um ou dois deputados que estão lá.
Outro questionamento que sempre é apresentado ao deputado, e que também foi levantado no programa foi sobre suas polêmicas afirmações, feitas pelo Twitter, de que a África seria um continente amaldiçoado. De acordo com Feliciano tais afirmações foram retiradas de seu contexto para alimentar uma imagem negativa de sua pessoa.
- Não se pode julgar um homem por 140 caracteres. (…) Pinçaram isso para me acusar de racista – se defendeu, afirmando que tais declarações foram retiradas de seu contexto para serem divulgadas, mostrando assim uma interpretação equivocada de sua visão teológica.
- Existe uma tendência a desmerecer aquilo que eu falo, até porque a mídia me apresenta como um vilão e como se o Brasil inteiro estivesse contra mim – completou.
Ao fim do programa, o apresentador Ratinho ressaltou a Feliciano que, apesar das oposições, existem gays que o apoiam.
- As pessoas de bem, as pessoas coerentes, elas fazem isso – respondeu Marco Feliciano.
Ratinho ressaltou por várias vezes ter chamado o deputado e ativista gay Jean Wyllys, principal opositor de Feliciano, para participar do programa, mas disse nunca ter tido uma resposta do parlamentar.
Assista a entrevista na íntegra:
Por Dan Martins
Fonte: Gospel+

MEMORANDO PARA CONSERVADORES: ACEITAR O “CASAMENTO” HOMOSSEXUAL ABRE PORTA PARA O “ESTATISMO ILIMITADO”


nancy-1Nota do editor do The Pearcey Report: Enquanto a chefia da Suprema Corte ouve os argumentos no Ato de Defesa ao Casamento e California’s Prop 8 esta semana, apologistas favoráveis ao “casamento” homossexual perguntam como tal arranjo traz algum dano à sociedade. Na realidade, há muito em jogo, e negativamente, para o indivíduo e para a sociedade como um todo, como Nancy Pearcey demonstra abaixo, em observações publicadas em 2011, antes da Conferência de Ação Política Conservadora, em Washington, D.C.
A coalisão conservadora tem sempre estado instável. E a homossexualidade pode ser a questão na qual ela se estilhaça.
Muitos grupos têm anunciado que irão boicotar a Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC) no próximo mês por conta da decisão de convidar o grupo ativista pró-homossexual GOProud para participar.
Os grupos dissidentes incluem Family Research Council, Concerned Women of America, The America Principles Project, American Values, the Center for Military Readiness, Liberty Counsel e the National Organization for Marriage.
Nem todos os conservadores apoiam o boicote. No Hot Air, Ed Morrissey opina que se retirando, os conservadores sociais criam a percepção de “que eles nem mesmo querem debater sua posição sobre a homossexualidade”.
Em Commentary, Peter Wehner diz que estes grupos poderiam dar a impressão de “que eles não têm os argumentos necessários apara vencer sobre os méritos”.
Infelizmente, muitos americanos já têm esta impressão – especialmente eleitores jovens. Um estudo de 2009 da Pew descobriu que 58% dos jovens adultos entre 18 e 29 anos apoiam o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, comparado a 39% da população nacional.
Ao demonstrar que não apoiam a causa, os conservadores sociais não estão desistindo, mas tomando um posicionamento público – que cria um fórum para fazer a causa deles mais efetiva. Eles devem tomar esta oportunidade para argumentar que a prática da homossexualidade tem um impacto negativo não apenas na família, mas também nos indivíduos – e que isto expressa um profundo desrespeito a identidade biológica de uma pessoa.
Biologicamente, psicologicamente, machos e fêmeas são claramente homólogos um ao outro. A anatomia reprodutiva e sexual do macho é obviamente desenhada para uma relação com a fêmea, e vice-versa.
A prática homossexual, portanto, requer a contradição de sua própria biologia. Ela desconecta a sexualidade da pessoa da sua identidade biológica como macho ou fêmea – o que exerce uma auto alienação e efeito de fragmentação na personalidade humana.
E a lógica da alienação não parará por aqui. A aceitação de relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo já é uma metástase de uma noção pós-moderna de sexualidade como fluida e mutável com o tempo.
Por exemplo, um artigo na Utne Reader destaca indivíduos que “saíram do armário” como homossexuais, mas foram atraídos mais tarde para relações heterossexuais novamente. O artigo cita o psicoterapeuta Bret Johnson explicando que as pessoas hoje “não querem se colocar dentro de nenhuma caixa – nem gays, heteros, lésbicas ou bissexuais”. Ao contrário, “elas querem ser livres para mudar suas mentes”.
O que estamos vendo, Johnson conclui, é “um desafio para a antiga, modernista forma de pensamento ‘Isto é o que sou, período’ e um movimento em direção à versão pós-moderna, ‘Isto é o que sou agora’.”
Em outras palavras, ontem eu era hetero, hoje eu posso ser homossexual, e amanhã posso ser bissexual. A identidade psicossexual de alguém é dita como estando em constante fluxo.
No passado, homossexuais empregavam a defesa de que tinham nascido daquela forma. Mas agora eles estão começando a abraçar a ideia pós-moderna de que você pode ser o que quiser ao longo do contínuo sexual.
Isto contradiz o conservadorismo em seu cerne filosófico. O Conservadorismo baseia os direitos humanos no reconhecimento de que existem certos dados inegociáveis na natureza humana, anteriores ao estado, e que o estado é obrigado a respeitar.
Como cientista político, Philippe Beneton explica que a igualdade conservadora “é fundada no reconhecimento do que é humano”. Em contraste, no liberalismo, a igualdade “é fundada na argumentação de que nada é especificamente humano” – que a natureza humana em si é uma construção social, algo que nós elaboramos à medida que vivemos, incluindo nossa identidade psicossexual.
Neste caso, entretanto, não há nada no indivíduo que foi dado, o qual o estado é obrigado a respeitar. O Liberalismo mina a base dos direitos humanos inalienáveis.
O boicote na CAPC é uma chance de destacar o que está em jogo. Jesse Hathaway do NewsReal Blog defende a CAPC, dizendo “Estou um pouco alheio ao porquê isto importa, o que uma pessoa faz na privacidade do seu quarto, ao ponto de que isto não me afete”.
Mas isto o afeta – e a todos também. Toda prática social é a expressão de suposições fundamentais sobre o que significa ser humano. Quando a sociedade aceita e aprova a prática, isto implica em se comprometer com a cosmovisão que apoia – tanto mais se a prática está consagrada na lei.
Se a América aceita a prática de “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, no processo irá absorver a cosmovisão que acompanha – a redefinição da personalidade humana como uma construção puramente social – o que abre a porta ao estatismo ilimitado, porque não há natureza humana que possa ser ofendida por um estado opressor.
Aqueles que resistem serão compelidos pelo estado a se enquadrar, ou enfrentar penalidades por “discriminação”.
Margaret Thatcher costumava dizer, “Primeiro você vence com o argumento, então você ganha o voto”. Em vez de ceder sobre esta questão, os líderes da CAPC devem estar vigorosamente levando a frente os argumentos do conservadorismo. Não apenas ganhar o voto mas preservar a fundação da República Americana.
***
Texto de Por Nancy Pearcey. Tradução: Jorge Alberto. Fonte: Anajure. Divulgação: Púlpito Cristão.

Igreja substitui Bíblia por tablet



Cada fiel pode acompanhar a missa em um aparelho eletrônico
por Jarbas Aragão

Igreja substitui Bíblia por tabletIgreja substitui Bíblia por tablet

Uma pequena igreja em Mickleover, na região central da Inglaterra, parece ter iniciado uma revolução tecnológica na Igreja Católica. Os participantes das missas na Igreja de Saint John usam aparelhos de última geração conectados por wi-fi para seguir o ritual milenar.
Apostando na familiaridade das pessoas com aparelhos eletrônicos, a pequena paróquia substituiu de vez a Bíblia por tablets, que se mostraram especialmente úteis aos mais idosos, que têm dificuldade em ler no papel.
A pequena igreja acredita que essa migração é uma tendência inevitável. Graças a doação de uma empresa de serviços de wi-fi, cada fiel tem agora seu próprio tablet para acompanhar os hinos e as leituras, quando necessário. Desse modo o templo não precisa desfigurar o altar com telões e projeções.
O padre Alun Rowlands, responsável pela mudança e pela paroquia, comemora: “Estamos muito animados com esse progresso e cheio de expectativa para ver como podemos usar melhor essas tecnologias.”
“O interesse da Igreja pela Internet é uma expressão particular do seu antigo interesse pelas mídias sociais”, diz o Vaticano, em seu manifesto recente sobre “A Igreja e a Internet”. Sem dúvida, as novas formas de comunicação causaram impacto nas práticas e tradições da Igreja Católica.
Joseph Ratzinger, quando era papa, incentivou o uso de redes sociais para evangelização. Seu substituto, o Papa Francisco, herdou a conta oficial do papado (@Pontifex) que usa quase diariamente.Com informações de BBC.
Fonte:gospelprime

A Igreja e suas eras


 

“E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.” (Ap 18.24)

Há uma maravilhosa obra literária sobre a História da Igreja, escrita de modo elegante, com estilo refinado e em tom de romance, de autoria de Daniel-Rops, da Academia Francesa de Letras. Li todos os tomos, já nem me recordo quantos, durante os meus anos de estudos filosóficos e teológicos. Não foi uma leitura obrigatória, não fazia parte do currículo, mas nem por isso deixou de ser-me altamente formativa e tremendamente prazerosa. Daniel-Rops classifica a história da Igreja em “eras”: “a Igreja e a era apostólica”; “a Igreja e a era dos mártires”; “a igreja e a era dos pais”; ‘a Igreja e a era dos confessores”. E por aí vai. 

Confesso que grande parte da visão de conjunto que possuo hoje da história bi milenar da Igreja fixou-se em minha mente devido à leitura desta obra. Em muitos momentos, por causa da maneira apaixonada como Daniel-Rops narra os eventos, tive a impressão, no momento da leitura de que ele ou eu éramos testemunhas oculares ou muito próximas dos acontecimentos. Mais tarde, contudo, descobri que, na verdade, a História da Igreja é também a minha história pessoal; é como um grande álbum de família onde estão registrados e eternizados os feitos de meus antepassados na fé. Com eles, aprendo como devo proceder na vida cristã e também aprendo quais erros e quais caminhos tomados por eles devo evitar a todo custo.

A História da Igreja nos ensina de onde saímos, nos confirma se estamos hoje no caminho certo ou não, e nos aponta misteriosamente para o glorioso futuro para onde estamos destinados como povo de Deus. Sendo assim, gostaria de nos próximos textos compartilhar um pouco as lições que aprendemos da Igreja e de suas “eras”. Comecemos pelos mártires, uma vez que a história apostólica já nos é bastante familiar; basta ler o Novo Testamento e de maneira especial, os Atos dos Apóstolos.

Precisamente, a “era” dos mártires inaugura já a História da Igreja nas páginas do Novo Testamento. Estêvão é chamado de “próto-mártir” do Cristianismo (Atos dos Apóstolos 8.58 ss). Há também a menção a um certo Antipas em Apocalipse 2.13 que deu a sua vida por testemunho. Certamente muitos outros fecundaram a semeadura do Evangelho com o seu sangue na grande perseguição que se seguiu à morte de Estevão e nos dias deste Antipas quando os Apóstolos ainda viviam, eles mesmos mártires da fé mais tarde (confira Hebreus 11). 

O Império Romano perpetrou sistemáticas perseguições ao cristianismo nascente. Desde a difamação caluniosa de canibalismo e ateísmo até a de que eram golpistas insurgentes contra César. Neste contexto, além do martírio moral das difamações e calúnias, do empobrecimento e da estigmatização social, lento e incruento, por certo, havia aquele outro do derramamento de sangue, nas arenas, nos circos, nos tribunais, nos espetáculos públicos para a diversão dos ímpios, etc. Uma lista infindável de nomes de homens, mulheres, crianças, anciãos, pastores, ricos ou escravos obtiveram a máxima honra distintiva de um cristão: foram ornados com a régia púrpura de martírio testemunhando a Cristo com fidelidade invencível.

É certo que a maioria deles adormeceu em Cristo no mais completo anonimato. Outros, porém, tiveram seus nomes exaltados já aqui na Igreja terrestre e suas histórias foram registradas para o devido encorajamento na fé. Dentre estes, podemos citar: Policarpo de Esmirna; Inácio de Antioquia; Cipriano de Cartago; Justino; Felicidade e Perpétua; Evaristo; Faustino e Jovita; Potino, Blandina... e a lista se estende para miríades de testemunhos. Não é à toa que Tertuliano sentenciou: “O sangue dos mártires é semente de novos cristãos.” O martírio não era uma coisa glamorosa nos dias dos imperadores romanos Nero, Décio, Adriano, Antonino Pio e Marco Aurélio. Os santos daqueles dias temiam por suas vidas. Cultuavam discretamente, nas catacumbas, por exemplo, antes do sol nascer. A Igreja vivia dias de apreensão, mas cada vez que a oportunidade do testemunho vigoroso e radical surgia, combatiam o bom combate da fé e passavam ao céu deixando na terra a mais emblemática demonstração de amor, obediência e gratidão à cruz hasteada no monte.

Vivemos dias de um outro martírio: o moral, o ético. Não menos cruel e destrutivo como o dos romanos. Nossos piores inimigos hoje atendem pelos nomes de relativismo, secularismo, mundanização, dessacralização, etc. Somos chamados, como nos dias dos mártires, a nadar contra a correnteza, a suportar com bom ânimo os ataques dos inimigos da fé, de dentro e de fora da Igreja. Somos convidados a resistir, a não ceder, a nunca trair o amor que nos comprou por tão alto preço.

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Rev. Luiz Fernando dos Santos é o pastor-mestre da Igreja Presbiteriana Central de Itapira (SP). 

Moça, com quem você vai casar é importante!


 Rebecca VanDoodewaard

VanDoodewaard-casar
Com que você vai se casar é importante:
Meu marido e eu estivemos certa vez com um grupo de jovens. Três destes jovens sentaram-se em frente a nós durante uma refeição: dois rapazes e uma moça. Um dos rapazes era um “nerd” de computador, usando óculos. O outro era um estudante universitário com o cabelo um pouco mais legal, e sem óculos. A moça estava, obviamente, com este último. Enquanto o nerd de computador estava ocupado servindo a todos durante a refeição, limpando os pratos e o lixo, o estudante universitário ficou irritado com a garota por um pequeno acidente e derramou suco vermelho sobre sua jaqueta de couro e sua camisa branca. Ela escolheu o cara errado, e o suco não pareceu mudar sua opinião. Se essa relação continuar e especialmente, se levar ao casamento, significa que ela está buscando por angústia.
Todas as jovens e moças cristãs ainda solteiras por aí, ouçam: com quem vocês se casam é importante. Você pode pensar que a maneira como ele te trata não é tão ruim assim, não vai ficar melhor depois do casamento. Você pode pensar que ele vai mudar, é possível, mas a maioria não muda. Você pode pensar que será capaz de ministrar a ele e ajudá-lo, possivelmente, mas, se você não é capaz de fazer isso agora, você não será capaz depois, e estará se arriscando. Um marido deve liderar e cuidar de você, e não depender do seu conselho sobre problemas básicos de personalidade ou de comportamento.
A menos que alguém casado seja bastante franco com você, você não conseguirá entender o quanto um marido irá impactar sua vida por inteiro. Depois da salvação, não há nenhum outro evento de longo prazo que mudará  tão profundamente tantas áreas de sua vida. Aqui estão apenas algumas das formas como o casamento irá impactar cada aspecto da vida.
1. Ele vai impactar você espiritualmente. Se o rapaz não é crente, você pode parar exatamente aí. Você não tem direito algum de unir em mesmo jugo uma alma redimida com alguém não regenerado, mesmo se ele parecer aberto a mudanças. Cristo te comprou por um preço, e não é uma opção entregar este coração comprado por sangue a alguém que não conhece e ama o seu Senhor. Isto irá prejudicar o seu desenvolvimento espiritual, abrir espaço para inúmeras tentações, sufocar a sua vida de oração, fazer com que a frequência regular na igreja se torne difícil, e causar enormes conflitos familiares, se você tiver filhos.
Se o rapaz é crente, ele é firme? Ele irá te liderar em oração, leitura da Bíblia, devoções familiares e adoração pública? Ou você vai viver por conta própria? Ele fará do crescimento espiritual uma prioridade ou fará outras coisas virem em primeiro lugar? Ele irá te perguntar como vai a sua alma para que ele possa ajudá-la a crescer em santidade e amor a Cristo, ou deixará isso com seu pastor? Ele vai liderar seus filhos nisto, ou você vai ter que tomar a dianteira? Na igreja, ele vai ajudar as crianças a sentar-se adequadamente, orar, encontrar os hinos, ou você vai ser a única a mostrar o que acontecerá em seguida e ajudar a família a prestar atenção? Muitas mulheres se casaram com homens imaturos espiritualmente, pensando que isto não seria um grande problema, ou que o homem mudaria, elas estavam erradas e carregam as cicatrizes.
A saúde de sua eternidade está em jogo. Pense cuidadosamente.
2. Ele vai impactar você emocionalmente. O rapaz em quem você está pensando irá encorajar você, amá-la, ser gentil, e tentar compreendê-la, ou vai querer sair com os amigos quando você estiver tendo uma noite difícil? Ele vai te ouvir quando você estiver lutando com algo ou estará preocupado com o videogame? Ele ficará irritado quando você chora ou vai pegar lenços para enxugar as suas lágrimas e te dar um abraço? Ele vai buscar entender que você é, provavelmente, mais delicada do que ele, mais sensível aos problemas e comentários, ou ele vai, regularmente, sair pisando em seus sentimentos?
Uma mulher estava lutando para amamentar o seu bebê, acreditando ser a melhor coisa para ela, mas era muito difícil. Em vez de dar apoio e encorajamento, o marido começava a resmungar todas as vezes que via sua esposa se esforçando para amamentar.
Nós precisamos nos livrar do complexo de princesa, mas realmente temos necessidades emocionais. Qualquer rapaz que seja indiferente com respeito a seus sentimentos e autoestima é egoísta e deve ser deixado sozinho.
Tenha cuidado – um marido pode mutilar ou nutrir a sua saúde emocional.
3. Ele vai impactar você fisicamente. O rapaz com quem você está irá te prover as necessidades básicas? Ele será capaz de te abrigar, vestir e alimentar? Em um certo momento do nosso casamento, eu fiquei preocupada que não houvesse oportunidade de emprego. Meu marido me assegurou que iria trabalhar no McDonalds, cavar valas, limpar vestígios de atropelamento das pistas – o que fosse preciso para sustentar a família, independentemente de seus dons e formação. Esse é o tipo de atitude que você deseja. Um homem que não provê para seu lar é pior que um infiel (I Tm. 5:8). Você pode ter que ajudar a aliviar a sobrecarga financeira, mas, a menos que seu marido esteja inválido ou em alguma outra circunstância incomum, você não deve ter que carregá-la sozinha.
O homem com quem você está se preocupará com seu corpo ou abusará dele? Se ele te dá pequenos tapas, chutes, etc, quando vocês estão namorando, saia dessa. É quase garantido que ele vai abusar de você depois do casamento, e as estatísticas mostram que isto é especialmente verdadeiro quando você estiver grávida. Ele vai cuidar e proteger o seu corpo ou vai feri-lo? Há mulheres em igrejas por toda a América que pensaram que não era grande coisa receber pequenos socos ou tapas (do tipo amigável) de seus namorados, mas que, posteriormente, passaram a encobrir as agressões de seus maridos.
O homem com quem você está irá cuidar de você sexualmente? Ele vai honrar o leito conjugal em fidelidade física e mental ou ele vai flertar com outras, alimentar o vício em pornografia, ou mesmo deixá-la por outra mulher? Você nem sempre pode prever estas questões, mas se as sementes ou práticas já estão presentes, cuidado. Recentemente, vi um casal recém-casado e o marido estava flertando abertamente com outra mulher. A não ser que algo drástico aconteça, aquele casamento está caminhando para o desastre.
Ele vai ser carinhoso e gentil com você na cama? Uma colega de trabalho que não é crente disse uma vez a minha irmã que, após sua primeira relação sexual, ela teve dificuldades para andar por alguns dias porque seu namorado havia sido muito rude. Em outras palavras, ele não era altruísta o suficiente para cuidar do corpo da mulher que ele disse que amava.
Cuidado. Seu corpo necessita de cuidados e proteção.
4. Ele vai impactar você mentalmente. O homem em quem você está pensando será uma fonte de preocupação ou ele vai ajudá-la a lidar com suas preocupações? Ele vai incentivar o seu desenvolvimento intelectual, ou vai negligenciá-lo? Ele vai valorizar suas opiniões e ouvir o que você está pensando, ou vai ignorar os seus pensamentos? Ele vai te ajudar a controlar o estresse de modo que sua mente não fique tão sobrecarregada, ou vai deixar você lutar com os problemas sozinha? Ele vai cuidar de você e ser atencioso se você estiver enfrentando tensão mental, ou ele vai ignorá-la? Eu conheço uma mulher que pôde lidar com a gravidez e com o parto muito bem fisicamente, mas a depressão pós-parto exerceu um impacto enorme em sua mente. O marido ignorou isso, continuando a ter mais filhos, até que sua esposa acabou numa instituição para portadores de deficiência mental.
Você pode pensar que o lado intelectual ou mental de um casamento é de pouca importância. Ele é mais importante do que você pensa. Considere-o seriamente.
5. Ele vai impactar os seus relacionamentos. Como é seu relacionamento com sua mãe? Seu pai? Você os ama? Seu namorado os ama? Imagine daqui a dez anos: você diz ao seu marido que sua mãe está vindo passar o fim de semana. Ele está animado? Desapontado? Zangado? Fazendo piadas maldosas com seus amigos? Claro, o marido deve vir em primeiro lugar na sua prioridade de relacionamentos, assim como vocês dois devem deixar pai e mãe e se unirem, mas os pais ainda são uma grande parte do quadro. Quaisquer que sejam os sentimentos negativos dele sobre seus pais agora, provavelmente serão ampliados após o casamento. Seu casamento irá fortalecer ou prejudicar – até mesmo destruir – a sua relação com seus pais. As pessoas que te conhecem melhor e te amam mais agora, podem ser cortadas do seu convivio por um marido que os odeia.
O mesmo acontece com irmãs e amigas. Elas serão bem-vindas, em horários razoáveis, em sua casa? O rapaz com quem você está irá encorajar seus relacionamentos saudáveis com outras mulheres, ou vai ficar com ciúmes de amizades normais e bíblicas? Ele vai ajudar você a aconselhar mulheres mais jovens e ser grato quando às mulheres mais velhas aconselharem você, ou ele vai depreciar essa prática?
Não sacrifique muitos bons relacionamentos por causa de um rapaz que não consegue valorizar as pessoas que amam você.
Como seu namorado vai agir após os votos matrimoniais? Esta é apenas uma amostra das formas que um marido pode abençoar ou amaldiçoar sua esposa. Os efeitos são de longo alcance, de longa duração, e podem ser maravilhosos ou difíceis. É verdade, não há homens perfeitos. Mas há grandes homens. E é melhor estar solteira ao longo da vida do que casar com alguém que irá tornar sua vida um fardo. A solteirice pode ser ótima. O casamento com a pessoa errada é um pesadelo.
Eu já presenciei um pastor que precisou chamar a polícia para proteger a esposa de um marido que estava, no estacionamento da igreja, tentando impedi-la de cultuar e estar com sua família. Isto é feio.
Não esteja tão desesperada para se casar a ponto de deixar que seu casamento seja uma tristeza. Se você estiver em um casamento infeliz, existem maneiras de obter ajuda. Mas se você não é casada, não se coloque nesta situação. Não se case com alguém cuja liderança você não pode seguir. Não se case com alguém que não está buscando amá-la como Cristo amou a igreja. Case-se com alguém que conhece e demonstra o Amor de Cristo.
Pro Rebecca VanDoodewaard. Website: www.thechristianpundit.org. Original: It Matters Whom You Marry
Traduzido por Arielle Pedrosa. Gentilmente cedido pelo blog Mulheres Piedosas. Por iPródigo.com. Original: Com quem você se casará é importante!


Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com/

Rev. Hernandes Dias Lopes falando sobre Homofobia


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Simples e direto!

"O problema hoje é querer que um cristão aceite como natural, como normal, como legítimo, aquilo que os princípios de Deus não permitem... "

"...Nós cremos que a Bíblia, palavra de Deus, é uma verdade absoluta, não é sujeita a essa ou aquela cultura, não é a cultura que valida a Escritura, a Palavra de Deus, mas é a Palavra de Deus que julga as culturas, de tal forma que o casamento como Deus instituiu tem algumas características, ele é heterossexual, ele é monogâmico e é monossomático..." Rev. Hernandes Dias Lopes.


Por Hernandes Dias Lopes

Monogâmico - o homem deve deixar pai e mãe para unir-se à sua mulher.

Monossomático - os dois tornam-se uma só carne, ou seja, podem desfrutar da relação sexual com alegria, santidade e fidelidade.

O movimento LGBT acusa a igreja evangélica de ser homofóbica e sai às ruas em passeatas, estendendo bandeiras e gritando palavras de ordem, exigindo a aprovação da PL 122, que visa criminalizar aqueles que discordam da relação homo-afetiva. A realidade dos fatos é que a intolerância não é dos evangélicos, mas dos ativistas que querem empurrar goela abaixo da sociedade suas práticas em flagrante oposição aos preceitos de Deus, exarados em sua Palavra (Romanos 1.24-28; 1Coríntios 6.9-11; 1Timóteo 1.10).

Os evangélicos não são homofóbicos. Amamos a todas as pessoas sem distinção de raça, credo e sexo. Porém, isso não significa concordar com a prática homo-afetiva. Os cristãos de todos os tempos e em todos os lugares têm um distintivo: aceitam a Bíblia como Palavra de Deus e sua única regra de fé e prática. A prática da homossexualidade não tem nenhum amparo na Palavra de Deus. É uma distorção da criação de Deus (Gênesis 2.24; Mateus 19.3-9).

Para se aprovar essa conduta é preciso relativizar a Palavra de Deus. Porém, a consciência dos cristãos está cativa da Palavra de Deus. Podemos até discordar da Palavra de Deus e rejeitá-la. Podemos até fazer nossas escolhas em oposição a seus preceitos; só não podemos escolher as consequências de nossas escolhas. A Palavra de Deus é peremptória: "Aquilo que o homem semear, isso ele ceifará" (Gálatas 6.7).

segunda-feira, 15 de abril de 2013

PT quer cotas pra professores homossexuais, denuncia deputado

Pare ePense

Dilma “não tem compromisso nenhum com a família”, afirma Bolsonaro
por Jarbas Aragão


  • PT quer cotas pra professores homossexuais, denuncia deputado PT quer cotas pra professores homossexuais, denuncia deputado
    O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) mais uma vez defendeu publicamente o Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Ele denuncia que o governo do PT, quer por uma proposta da ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, que irá criar cotas para professoras homossexuais nas escolas. Para o deputado esse é um risco às crianças.
    Para ilustrar seu argumento, mostrou cenas de Cristiano Lucas Ferreira, um professor do ensino fundamental no Distrito Federal. Ele é um dos ativistas que foi ao plenário pedir a saída de Feliciano da CDHM. “É esse tipo de pessoa, com esse comportamento, que você quer nas escolas?”, questionou Bolsonaro.
    Ele exibiu um vídeo em que o professor grita diante da câmara “Sou viado (sic) sim, sou viado, dou o….”.
    O deputado Bolsonaro enfatizou a participação de Cristiano em uma sessão da Comissão antes de Feliciano assumir a presidência, onde o professor interrompe a continuação do discurso. “É esse tipo de professor que você quer na escola, educando o seu filho? Isto é ou não é um estímulo à pedofilia e ao homossexualismo (sic) na primeira infância?”, questionou Bolsonaro mostrando aos presentes uma cópia do Plano Nacional de Promoção e Cidadania de Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, elaborado pela Secretaria de Direitos Humanos e outros ministérios.
    Antes de Feliciano assumir a presidência da comissão, Bolsonaro já havia atacado dia 27 de março deste ano, o Plano Nacional de Promoção e Cidadania de Direitos Humanos de LGBT e os membros da CDH.  Em seu discurso naquele dia, o  deputado disse que a presidente Dilma Rousseff e o PT “não tem compromisso nenhum com a família”.
    Bolsonaro criticou as medidas previstas no plano: “inclusão da população LGBT em programas de alfabetização nas escolas públicas” são “cotas para professor homossexual na escola do ensino fundamental”. Para ele, a medida fará com que os alunos, principalmente os mais pobres, tenham como exemplo “um traveco”. Parabenizou também a bancada evangélica da Câmara, por lutar contra , segundo ele, o que é um “bacanal do PT e da Dilma Rousseff”.
    Finalizou lembrando que, antes de Feliciano assumir a presidência da CDHM, ela representava um “estímulo ao homossexualismo (sic) infantil” e pedofilia, além de garantir “grana no orçamento para paradas gays”. Com informações de Terra e UOL
    Via gospelprime

    Bonhoeffer, a graça barata e o evangelho da prosperidade

    Há 68 anos (no dia 09 de abril de 1945) morria Dietrich Bonhoeffer, pastor e teólogo da Igreja Luterana da Alemanha.

    Este erudito, ordenado e doutorado aos 21 anos, autor de vários livros, é conhecido por sua coragem e seu compromisso cristão. Quando a Igreja Católica guardou silêncio e igrejas cristãs protestantes mantiveram-se à margem, com a desculpa de "neutralidade" diante do tirano e despótico regime que pretendia levantar Hitler, Bonhoeffer foi coerente com seu discurso e levantou sua voz.

    Ele teve a oportunidade de ficar nos Estados Unidos em meio aos alvores que prognosticavam uma guerra mundial. No entanto, preferiu voltar ao seu país para cuidar do rebanho que Deus lhe havia entregue. Tinha sob sua responsabilidade um seminário que depois foi fechado pela Gestapo. Foi proibido de falar e ensinar mas, obedecendo ao seu chamado, continuou seu trabalho clandestinamente.

    Acusado de cúmplice no plano para matar Hitler, Bonhoeffer foi preso e passou seus dois últimos anos de vida em uma prisão de Berlim, aguardando sentença final. Ali se dedicou a escrever vários de seus livros, que são conhecidos até hoje. Entre eles, "O Custo do Discipulado"1, uma joia da literatura cristã, que faz uma exposição à luz do Sermão do Monte (Mateus 5).

    Seu argumento era pôr em evidência o que significa professar uma fé abstrata, legalista e desencarnada do verdadeiro compromisso e da transformação que Jesus exige como o coração do Reino de Deus para os seus seguidores. Uma fé que não toca a alma nem a consciência, um cristianismo sem Cristo e sem cruz é uma fé estéril, inútil e vazia porque, ao final, não é sustentável. A isto Bonhoeffer chamou de “a graça barata”.

    " A graça barata é a pregação do perdão sem arrependimento, é o batismo sem a disciplina de uma congregação, é a Ceia do Senhor sem confissão dos pecados, é a absolvição sem confissão pessoal. A graça barata é a graça sem discipulado, a graça sem a cruz, a graça sem Jesus Cristo vivo, encarnado”.

    73 anos depois do pastor Bonhoeffer ter escrito estas palavras em um contexto de tribulação por defender sua posição, é triste reconhecer que hoje alguns setores trilham o mesmo caminho que visa baratear a fé.

    A fé se torna barata quando é oferecida como um produto de consumo para satisfazer as massas que buscam uma mensagem que se encaixe aos seus desejos pessoais. Quando é oferecida como espetáculo para um público que deseja que se adoce os ouvidos e se prometa estabilidade para seu "status quo". Quando se defende a identidade de ser filho ou filha de Deus como uma garantia para reivindicar as promessas materiais em troca de uma módica soma ou transação monetária a que alguns chamam de “lei da semeadura e da colheita” ou “pacto com Deus”.

    Recentemente um tele-evangelista latino-americano ensinou (se é que se pode chamar de ensino) que devemos reclamar a Deus por qualquer necessidade material existente e pedir o "carro dos nossos sonhos como um direito adquirido por sermos seus filhos”.
    Em seus trinta minutos de exposição, em nenhum momento ele fez menção a outros elementos presentes na mensagem apostólica, tais como a justiça, a responsabilidade, a obediência, o arrependimento e o seguimento como parte integral do discipulado que Jesus viveu, encarnou e buscou.

    Os promotores dessas correntes correm perigo de ensinar falsos ensinamentos e, assim, reduzir a mensagem a “migalhas espirituais”. Bonhoeffer tinha razão ao afirmar que "a graça barata é o inimigo mortal da igreja".

    A última conferência mundial sobre evangelização “Lausanne 3”, celebrada na Cidade do Cabo, África do Sul, se pronunciou contra a má interpretação bíblica e até a manipulação que se tem feito para alimentar o materialismo. Um dos oradores mencionou, em seu discurso intitulado "Deus promete abençoar o seu povo," que o evangelho da prosperidade distorce o conceito de bênção quando a reconhece apenas no sentido material.

    Outros preletores também comentaram o problema:

    “Nós não podemos usar a opção de comprar a graça de Deus, e isso é o que faz o evangelho da prosperidade”.

    “Dar é parte da nossa adoração, mas o evangelho da prosperidade faz com que o dar seja uma atividade de barganha”.

    “Aos crentes é ensinado que quando fazem uma oferta a Deus podem esperar uma rentabilidade determinada. Mas Deus abençoa de acordo com a sua sabedoria, e não necessariamente com riqueza material”.

    Como crentes, não podemos permanecer calados diante desses falsos ensinos que continuam a permear a igreja e prejudicam a fé. Mas o mais preocupante é que eles continuam a arrastar milhares de seguidores para beber dessas águas turvas e ilusórias. E ainda mais perturbador é que eles estão deixando para as futuras gerações um legado de discipulado que em nada reflete o coração do Reino.

    Bonhoeffer não se calou porque reconheceu que seu dever como um discípulo do Senhor era falar. Deus espera algo menos de cada um de nós, hoje?

    Nota:
    1. Publicado no Brasil pela Editora Sinodal, com o título “Discipulado”.

    __________
    Alexander Cabezas Mora é costa-riquenho e coordena o setor de relações eclesiásticas de Viva da América Latina. É membro da secretaria administrativa do Movimento Cristão “Juntos con la Niñez” e integrante da Fraternidade Teológica Latino-americana.

    Tradução: Ana Cristina Aço Martins.
    Fonte:ultimatoonline

    Pastor questiona o famoso jargão “não toque no ungido do Senhor”

    Augustus Nicodemus explica que a frase de Davi não tem o sentido que muitos evangélicos usam para impedir críticas à pastores
    por Leiliane Roberta Lopes


  • Pastor questiona o famoso jargão “não toque no ungido do Senhor” Pastor questiona o famoso jargão "não toque no ungido do Senhor"
    O reverendo Augustus Nicodemus Lopes, da Igreja Presbiteriana do Brasil, escreveu um artigo contestando a frase famosa entre os evangélicos que fala sobre “não tocar no ungido do Senhor”, usada para frear todos os que criticam líderes religiosos.
    Ao citar alguns dos versículos do livro de I Samuel onde Davi não aceita matar Saul e impede que outros façam, o chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie alerta que naquela época os reis de fato era ungidos, isto é, escolhidos pelo próprio Deus para governar o povo.
    “A razão pela qual Davi não queria matar Saul era porque reconhecia que ele, mesmo de forma indigna, ocupava um cargo designado por Deus. Davi não queria ser culpado de matar aquele que havia recebido a unção real”, explica Nicodemus.
    Mesmo com temor de tirar a vida de Saul, Davi não deixou de confrontá-lo e acusá-lo por suas injustiças e perversidades. Ainda assim, depois que Saul foi morto, ele escreveu um salmo de gratidão a Deus por tê-lo livrado do “homem violento”, como está escrito em Salmo 18:48.
    “Em resumo, Davi não queria ser aquele que haveria de matar o ímpio rei Saul pelo fato do mesmo ter sido ungido com óleo pelo profeta Samuel para ser rei de Israel. Isto, todavia, não impediu Davi de enfrentá-lo, confrontá-lo, invocar o juízo e a vingança de Deus contra ele, e entregá-lo nas mãos do Senhor para que ao seu tempo o castigasse devidamente por seus pecados.”
    Nicodemus diz que não consegue entender como a história de Davi pode ser usada para impedir que as pessoas questionem, confrontem ou discordem de pastores ou pessoas que ocupem a posição de autoridade nas igrejas.
    O reverendo presbiteriano lembra que Paulo orienta no livro de Timóteo sobre a repreensão aos presbíteros indicando que estes sejam repreendidos diante de todos da congregação para que os demais tenham temor.
    “Nunca os apóstolos de Jesus Cristo apelaram para a “imunidade da unção” quando foram acusados, perseguidos e vilipendiados pelos próprios crentes”, escreveu.
    Augustus Nicodemus também critica os líderes que usam tais versículos para impedir que os fiéis falem sobre seus erros. “Homens de Deus, os verdadeiros ungidos por Ele para o trabalho pastoral, não respondem às discordâncias, críticas e questionamentos calando a boca das ovelhas com ‘não me toque que sou ungido do Senhor’, mas com trabalho, argumentos, verdade e sinceridade”.
    Leia:
    Há várias passagens na Bíblia onde aparecem expressões iguais ou semelhantes a estas do título desta postagem:
    A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis, dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas (1Cr 16:21-22; cf. Sl 105:15).
    Todavia, a passagem mais conhecida é aquela em que Davi, sendo pressionado pelos seus homens para aproveitar a oportunidade de matar Saul na caverna, respondeu: “O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele [Saul], pois é o ungido do Senhor” (1Sm 24:6).
    Noutra ocasião, Davi impediu com o mesmo argumento que Abisai, seu homem de confiança, matasse Saul, que dormia tranquilamente ao relento: “Não o mates, pois quem haverá que estenda a mão contra o ungido do Senhor e fique inocente?” (1Sm 26:9).
    Davi de tal forma respeitava Saul, como ungido do Senhor, que não perdoou o homem que o matou: “Como não temeste estender a mão para matares o ungido do Senhor?” (2Sm 1:14).
    Esta relutância de Davi em matar Saul por ser ele o ungido do Senhor tem sido interpretado por muitos evangélicos como um princípio bíblico referente aos pastores e líderes a ser observado em nossos dias, nas igrejas cristãs. Para eles, uma vez que os pastores, bispos e apóstolos são os ungidos do Senhor, não se pode levantar a mão contra eles, isto é, não se pode acusa-los, contraditá-los, questioná-los, criticá-los e muito menos mover-se qualquer ação contrária a eles. A unção do Senhor funcionaria como uma espécie de proteção e imunidade dada por Deus aos seus ungidos. Ir contra eles seria ir contra o próprio Deus.
    Mas, será que é isto mesmo que a Bíblia ensina?
    A expressão “ungido do Senhor” usada na Bíblia em referência aos reis de Israel se deve ao fato de que os mesmos eram oficialmente escolhidos e designados por Deus para ocupar o cargo mediante a unção feita por um juiz ou profeta. Na ocasião, era derramado óleo sobre sua cabeça para separá-lo para o cargo. Foi o que Samuel fez com Saul (1Sam 10:1) e depois com Davi (1Sam 16:13).
    A razão pela qual Davi não queria matar Saul era porque reconhecia que ele, mesmo de forma indigna, ocupava um cargo designado por Deus. Davi não queria ser culpado de matar aquele que havia recebido a unção real.
    Mas, o que não se pode ignorar é que este respeito pela vida do rei não impediu Davi de confrontar Saul e acusá-lo de injustiça e perversidade em persegui-lo sem causa (1Sam 24:15). Davi não iria matá-lo, mas invocou a Deus como juiz contra Saul, diante de todo o exército de Israel, e pediu abertamente a Deus que castigasse Saul, vingando a ele, Davi (1Sam 24:12). Davi também dizia a seus aliados que a hora de Saul estava por chegar, quando o próprio Deus haveria de matá-lo por seus pecados (1Sam 26:9-10).
    O Salmo 18 é atribuído a Davi, que o teria composto “no dia em que o Senhor o livrou de todos os seus inimigos e das mãos de Saul”. Não podemos ter plena certeza da veracidade deste cabeçalho, mas existe a grande possibilidade de que reflita o exato momento histórico em que foi composto. Sendo assim, o que vemos é Davi compondo um salmo de gratidão a Deus por tê-lo livrado do “homem violento” (Sl 18:48), por ter tomado vingança dos que o perseguiam (Sl 18:47).
    Em resumo, Davi não queria ser aquele que haveria de matar o ímpio rei Saul pelo fato do mesmo ter sido ungido com óleo pelo profeta Samuel para ser rei de Israel. Isto, todavia, não impediu Davi de enfrentá-lo, confrontá-lo, invocar o juízo e a vingança de Deus contra ele, e entregá-lo nas mãos do Senhor para que ao seu tempo o castigasse devidamente por seus pecados.
    O que não entendo é como, então, alguém pode tomar a história de Davi se recusando a matar Saul, por ser o ungido do Senhor, como base para este estranho conceito de que não se pode questionar, confrontar, contraditar, discordar e mesmo enfrentar com firmeza pessoas que ocupam posição de autoridade nas igrejas quando os mesmos se tornam repreensíveis na doutrina e na prática.
    Não há dúvida que nossos líderes espirituais merecem todo nosso respeito e confiança, e que devemos acatar a autoridade deles – enquanto, é claro, eles estiverem submissos à Palavra de Deus, pregando a verdade e andando de maneira digna, honesta e verdadeira. Quando se tornam repreensíveis, devem ser corrigidos e admoestados. Paulo orienta Timóteo da seguinte maneira, no caso de presbíteros (bispos/pastores) que errarem:
    “Não aceites denúncia contra presbítero, senão exclusivamente sob o depoimento de duas ou três testemunhas. Quanto aos que vivem no pecado, repreende-os na presença de todos, para que também os demais temam” (1Tim 5:19-20).
    Os “que vivem no pecado”, pelo contexto, é uma referência aos presbíteros mencionados no versículo anterior. Os mesmos devem ser repreendidos publicamente.
    Mas, o que impressiona mesmo é a seguinte constatação. Nunca os apóstolos de Jesus Cristo apelaram para a “imunidade da unção” quando foram acusados, perseguidos e vilipendiados pelos próprios crentes. O melhor exemplo é o do próprio apóstolo Paulo, ungido por Deus para ser apóstolo dos gentios. Quantos sofrimentos ele não passou às mãos dos crentes da igreja de Corinto, seus próprios filhos na fé! Reproduzo apenas uma passagem de sua primeira carta a eles, onde ele revela toda a ironia, veneno, maldade e sarcasmo com que os coríntios o tratavam:
    “Já estais fartos, já estais ricos; chegastes a reinar sem nós; sim, tomara reinásseis para que também nós viéssemos a reinar convosco.
    Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens.
    Nós somos loucos por causa de Cristo, e vós, sábios em Cristo; nós, fracos, e vós, fortes; vós, nobres, e nós, desprezíveis.
    Até à presente hora, sofremos fome, e sede, e nudez; e somos esbofeteados, e não temos morada certa, e nos afadigamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, procuramos conciliação; até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo, escória de todos.
    Não vos escrevo estas coisas para vos envergonhar; pelo contrário, para vos admoestar como a filhos meus amados. Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus. Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores” (1Cor 4:8-17).
    Por que é que eu não encontro nesta queixa de Paulo a repreensão, “como vocês ousam se levantar contra o ungido do Senhor?” Homens de Deus, os verdadeiros ungidos por Ele para o trabalho pastoral, não respondem às discordâncias, críticas e questionamentos calando a boca das ovelhas com “não me toque que sou ungido do Senhor,” mas com trabalho, argumentos, verdade e sinceridade.
    “Não toque no ungido do Senhor” é apelação de quem não tem nem argumento e nem exemplo para dar como resposta.
    Fonte:gospelprime

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