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sábado, 28 de setembro de 2013

Matéria da revista HardCore sobre a Igreja Bola de Neve causa revolta entre fiéis da denominação; Entenda


Matéria da revista HardCore sobre a Igreja Bola de Neve causa revolta entre fiéis da denominação; Entenda

A igreja Bola de Neve foi tema de uma ampla reportagem sobre suas origens, doutrina, linha teológica e crescimento nos últimos anos.
A revista Hard Core, especializada no público surfista, entrevistou o fundador, apóstolo Rina, membros, ex-membros e questionou: “Até que ponto é justificável uma religião que não representa todos os surfistas, nem suas ideologias, associar sua imagem ao estilo de vida do surf?”.
Escrita pelo jornalista Alexandre Versiani, a matéria diz que a igreja foi fundada para fugir “do estereótipo do ‘crente evangélico’”, e que “em dez anos, saltou de 150 para 60 mil fiéis”. Atualmente, a denominação possui “220 templos espalhados pelo Brasil e por países como Argentina, Peru, Chile, Uruguai, Paraguai, EUA (Los Angeles, Miami e Hawaii), Portugal, Inglaterra, Rússia, Austrália, Haiti, Bósnia e Moçambique”, explica Versiani.
O líder da denominação, apóstolo Rina, diz que esses números não são importantes: “Nunca fiz essa conta de medir, qualificar e quantificar. Não posso cair no erro de olhar para os frequentadores da igreja como um resultado ou um troféu. Isso tem que ser uma consequência natural de um trabalho”, argumenta.
Igreja de surfista?
“Quando a igreja começou, ela era exclusivamente surfista (sic). Não porque a gente resolveu que esse seria o nosso target, mas, como a maioria dos líderes praticava esporte, então nossos amigos e as pessoas que acabavam frequentando eram surfistas. Hoje ainda tem muita gente dessa área de esportes radicais”, explica Rina.
Arrecadações
O jornalista dedicou boa parte da matéria para falar sobre a arrecadação da igreja, entre dízimos e ofertas: “Não se sabe ao certo o quanto a Bola de Neve arrecada. Porém, um ex-presbítero (cargo abaixo do pastor) que trabalhou seis anos na igreja e prefere não se identificar afirma que a unidade no Rio de Janeiro ‘recolhia’ R$ 250 mil por mês e até R$ 1 milhão em São Paulo no ano de 2010”, escreveu Alexandre Versiani.
Segundo a matéria, a falta de transparência na igreja em relação às finanças tem afugentado fiéis. Versiani entrevistou um antigo frequentador da Bola de Neve que se queixou disso.
“Eu me apaixonei pela ‘visão’ da Bola. A proposta de levar o evangelho de uma forma mais descolada, com uma linguagem contextualizada me parecia bem familiar com o estilo do próprio Cristo de divulgar sua mensagem. Lá tinha gente como eu, no estereótipo e na história de vida. A diferença é que Cristo era transparente. Na Bola de Neve as aparências enganam”, reclamou Marcelo Comuna, 33 anos, que frequentou a denominação entre 2007 e 2009.
O autor da reportagem comenta em seu texto que, no momento de contribuição com dízimos e ofertas, “três enormes filas se formam. Ao centro, os fiéis que pagam em dinheiro. Nas laterais, um pouco mais discretamente, há a opção de doar no cartão de crédito ou débito”.
O líder da igreja rebate as críticas: “Meu papel é ensinar o princípio. Como uma igreja sobrevive? Ela não vende produtos, não tem ajuda do governo, de empresas. As obras sociais da igreja sobrevivem de quem faz parte dela. Você não vê na igreja, entre uma música e outra, uma propaganda no telão dizendo beba Coca-Cola ou compre Volkswagen”, justifica-se.
Linha teológica
“Outra crítica de pessoas que deixaram a Bola de Neve é a sua aproximação com o lado mais radical do neopentecostalismo. Durante congressos promovidos pela igreja com líderes de outras denominações, os membros mais próximos eram orientados a passar por exercícios de cura espiritual, parecidos com as sessões de descarrego. O skatista Thiago Marcone, que se formaria no curso de líderes de célula em São Paulo, relata que a cada seis meses era obrigado a repetir por horas frases como ‘eu peço perdão pelos meus pecados’, entre outras similares, com o objetivo de ser libertado de possessões demoníacas e malignas que poderiam estar agindo sobre ele”, afirmou Versiani na matéria.
O jornalista expôs o argumento da liderança da denominação para adotar tais práticas, que tinham “a intenção de oferecer a chance de membros e pastores da igreja conhecerem outras linhas neopentecostais”.
“A gente procura se relacionar, fazer ponte com gente de todas as linhas possíveis para não ficar parecido com uma seita. Mas não são esses caras que determinam o que a gente vive”, defende-se Rina.
A publicação da matéria gerou revolta entre alguns fiéis, que protestaram nas redes sociais contra a revista e o teor da reportagem assinada por Alexandre Versiani.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Rumores sobre terceiro templo fazem palestinos declarar guerra a Israel


Terceira intifada estaria prestes a ser declarada
por Jarbas Aragão

Rumores sobre terceiro templo fazem palestinos declarar guerra a IsraelRumores sobre terceiro templo fazem palestinos declarar guerra a Israel
Centenas de palestinos se reuniram este mês para alertar o mundo árabe: Israel quer destruir a mesquita de al Aqsa para construir seu templo.
Enquanto o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas discursa na Assembleia Geral da ONU, vários grupos palestinos estão se preparando para uma terceira intifada contra Israel. Intifada é o termo que significa “revolta”, anunciado toda a vez que os palestinos desejam um ataque mais forte contra os judeus. A primeira foi em 1987 e a segunda em 2000, quando foi provocada pela visita  à caminhada de à caminhada de Ariel Sharon pela Esplanada das Mesquitas. Nos meses seguintes os conflitos deixaram muitos mortos e feridos.
A convocação desta vez foi um sinal de protesto contra a visita de grupos judeus ao Monte do Templo e a divulgação recente de que todos os preparativos já foram feitos para reerguê-lo.
Vários grupos de palestinos saíram às ruas após as orações da sexta, seu dia santo, para expressar sua “solidariedade com a Mesquita Al Aksa em face da agressão israelense”. Na semana passada, milhares de árabes israelenses participaram da manifestação “Al-Aksa está em perigo” no estádio de futebol em Umm al-Fahm. O evento teve cobertura da rede Al Jazeera.
O Sheikh Husam Abu Lil declarou diante das câmeras de TV que o governo de Israel está aproveitando que os olhos do mundo árabe estão voltados para situações no Egito e na Síria para tentar destruir o Domo da Rocha. O sheik Katib questionou o governo israelense “Por que vocês estão iniciando uma guerra santa na qual seu povo será o primeiro a ser exterminado?”
Ontem, (27), o grupo terrorista Hamas, ameaçou retomar os atentados suicidas contra Israel. Seu porta-voz Abu Obaida, disse aos jornalistas “Estamos prontos para ensinar uma lição a eles caso ocorram novos ataques contra a Faixa de Gaza”. Aproveitou para anunciar seu desejo de travar uma nova intifada, contra os esforços de Israel para “judaizar Jerusalém”.
O líder do grupo extremista Jihad Islâmica, Ahmed al-Mudallal, também exortou os palestinos “A nova intifada deve entrar em efeito contra o inimigo sionista. Acreditamos que o nosso povo tem a vontade e a capacidade de libertar a Palestina desde o rio até o mar”.
Acusando Israel de fazer novos esforços para retomar o Monte do Templo, destruindo assim os lugares sagrados para os muçulmanos, o líder da Jihad Islâmica pediu à Autoridade Palestina que encerre as atuais conversações de paz.
Um grupo palestino denominado Coalização Jovem também fez coro à Intifada, pedindo que os palestinos demonstrem sua indignação contra as visitas judaicas ao Monte do Templo. Ele diz que tem o apoio do Fatah, Hamas, Jihad Islâmica, Frente Popular para a Libertação da Palestina e da Iniciativa Nacional Palestina.
Os soldados pertencentes às Brigadas dos Mártires de Aksa, apareceram em imagens divulgadas na internet armados e mascarados, ameaçando lançar ataques contra Israel em breve. “O inimigo logo irá pagar um alto preço por seus crimes em Jerusalém”, disse um porta-voz do grupo.
A mídia israelense questiona a falta de divulgação das ameaças contra a paz em Israel, enquanto grande parte da imprensa divulga declarações do governo iraniano e da Autoridade Palestina. Com informações de Jerusalém Post.
Fonte:gospelprime

No Dia da Blasfêmia, ateus desafiam os cristãos a apedrejá-los


Iniciativa da Freedom From Religion Foundation defende “total liberdade de expressão”.
por Jarbas Aragão
Pare, leia e pense!
No Dia da Blasfêmia, ateus desafiam os cristãos a apedrejá-losAteus desafiam os cristãos a apedrejá-los
A Freedom From Religion Foundation (FFRF), um grupo de defesa do ateísmo, fez um convite bizarro, oferecendo aos cristãos uma oportunidade de “apedrejá-los” durante um evento em comemoração ao “Dia do Direito de Blasfemar”.
A ideia de criar essa data comemorativa foi do Centro de Investigação, organização americana que afirma “defender a ciência, a educação e o livre-pensamento” nas universidades. A primeira edição foi em 2009, no dia 30 de setembro. Uma lembrança do dia que um jornal dinamarquês publicou charges de Maomé, gerando graves conflitos após os líderes muçulmanos de todo mundo classificarem a iniciativa de “blasfêmia”.
Inicialmente, era apenas um protesto contra os apedrejamentos religiosos ainda existentes em países muçulmanos radicais, como Afeganistão e Irã.  Mas a provocação da FFRF irritou muitas pessoas quando afirmou que estava fazendo algo ensinado pela Escritura judaico-cristã.
Segundo eles, seu desejo é que seja posto em prática o mandamento bíblico de “apedrejamento de blasfemos”, no caso, os ateus.
Obviamente, trata-se de uma provocação que visa apenas chamar atenção para o evento. Segundo o site da organização ateísta, os versículos que serão exibidos em faixas e cartazes estão:
“Todo aquele que não buscasse o Senhor, o Deus de Israel, deveria ser morto, gente simples ou importante, homem ou mulher” 2 Crônicas 15:13
“Apedreje-o até à morte, porque tentou desviá-lo do Senhor, o seu Deus, que o tirou do Egito, da terra da escravidão” Deuteronômio 13:10
“Qualquer um que blasfemar o nome do Senhor deve ser condenado à morte” Levítico 24:16
Para os cristãos esses textos precisem ser interpretados dentro de seu contexto. Mas a Freedom From Religion diz que, do ponto de vista ateu, não há diferença entre o Velho e o Novo Testamento. Os organizadores do dia da blasfêmia querem enfatizar a necessidade de uma total liberdade de expressão, asseverando que os religiosos gostam de criticar, mas não aceitam ser criticados.
O “apedrejamento” ocorrerá dia 30, no campus da Universidade da Carolina do Sul. Contudo, ao invés de pedras reais, serão oferecidas bexigas cheias água como alternativa. Afinal, nos países ocidentais tal ato seria considerado crime.
Os alunos, professores e demais pessoas que estiverem na Universidade terão a oportunidade de comprar os balões e jogar essas “pedras” em ateus como o ex-pastor Dan Barker, atual vice-presidente da FFRF, e Andrew Seidel, um dos advogados da organização. Todo o dinheiro arrecadado será doado para instituições de pesquisa do câncer. Com informações FFRF e The Blaze.
Fonte:GP

Pastor usa promessa de Camaro para atrair fiéis


Vídeo de igreja que circula na internet vira piada.
por Jarbas Aragão
Pare, leia e pense!
Pastor usa promessa de Camaro para atrair fiéisPastor usa promessa de Camaro para atrair fiéis
A Igreja Nova Aliança de Lagoa da Prata, Minas Gerais, está ficando conhecida nacionalmente por causa de um vídeo gravado por seu pastor.
Diante de um Camaro vermelho, ele narra o testemunho do que ocorreu na vida de um fiel da igreja.  Sem oferecer maiores detalhes o pastor Sandro Nascimento diz que o dono do Camaro foi desenganado pelos médicos, mas se recuperou e hoje é uma pessoa próspera.
Em seguida, o pastor diz “vou andar nele [Camaro] para profetizar na sua vida que Deus tem de melhor para você”. Após entrar no veículo repete várias vezes “olha o que Deus faz” e cita o nome de uma campanha de sua igreja “Jeová Jiré, Deus provedor”. Convidando as pessoas que assistem ao vídeo para participar do culto, afirma “Deus vai mudar a sua sorte”.
Na página de Facebook da igreja é possível ver que todas as quintas-feiras de setembro o pastor Sandro conduz uma corrente com o tema “Jeová Jiré, na fé de Eliseu”, oferecendo “porção dobrada em todas as áreas de sua vida”.
Embora não seja possível precisar quem postou primeiramente o vídeo no Youtube, o fato é que ele já aparece em mais de um canal.
A TV Cidade, que é de Lagoa da Prata deu a notícia, que já foi reproduzida por alguns sites de humor, sempre com indiretas sobre as promessas do pastor. Os comentários nos sites e no Youtube mostram que muitos evangélicos se sentiram incomodados com esse tipo de promessa usando o nome de Deus.
Assista:
Fonte:GP

Renomados cientistas se reúnem para tentar impedir o fim do mundo


Centro para o Estudo do Risco Existencial reúne 27 dos maiores cientistas do mundo
por Jarbas Aragão

Renomados cientistas se reúnem para tentar impedir o fim do mundoStephen Hawking.
Renomados cientistas estão estudando seriamente os perigos que podem resultar na destruição da Terra e de seus habitantes. Eles acreditam que as principais ameaças globais à humanidade são culpa do homem, não da natureza. Por isso, estão procurando soluções para evitar que isso ocorra logo.
Algumas das mentes mais brilhantes do mundo anunciaram este mês que procuram identificar as diversas maneiras possíveis para garantir a sobrevivência da humanidade a longo prazo. Alguns dos perigos extremos, segundo eles, seriam potenciais ataques virtuais devastadores, conduzidos por terroristas, além da aniquilação nuclear, o impacto devastador de um asteroide e a propagação em larga escalda de doenças mortíferas (pandemias).
O astrônomo Martin Rees atualmente dirige o Centro para o Estudo do Risco Existencial, da Universidade de Cambridge, uma das mais renomadas instituições de ensino da Europa. Ele explica que entre as figuras ilustres que compõem a equipe está o físico Stephen Hawking, ganhador do Nobel. Ao todo, são 27 dos mais notáveis cientistas do mundo, incluindo acadêmicos das Universidades britânicas Cambridge e Oxford, além das norte-americanas Harvard e Berkeley.
Durante um Festival Universitário de Ciência, este mês, Rees explicou que eles têm se dedicado ao “estudo dos riscos existenciais”. Segundo ele, nas próximas décadas, as possibilidades de eventos com consequências catastróficas serão “fortemente refletidas na agenda política dos governos”.
“Vivemos em um mundo cada vez mais interligado, cada vez mais tecnológico e cada vez mais dependente da internet”, acrescentou Rees. ”Para nós, ocidentais, o mundo aparentemente está mais seguro do que era no passado, mas na verdade o planeta é mais vulnerável do que parece. Nossos líderes têm se centrado em problemas de curto prazo, mas alguém tem que alertar a opinião pública internacional que os perigos são reais e como podem se desacelerar. O fim do mundo não é o roteiro de um filme”, diz o astrônomo Rees.
Segundo os cientistas, uma das causas mais prováveis seria o descontrole da inteligência artificial, uma tecnologia tão sofisticada que poderia tomar o controle do mundo e eventualmente exterminar a vida humana.
Embora pareça ser o roteiro de “O Exterminador do Futuro”, para os cientistas os algoritmos que decidem milhão de transações financeiras por segundo poderiam acabar com a ordem vigente no mundo, e como consequência destruir a vida humana. Entre as outras preocupações, seria um rompimento na produção mundial de alimentos, causada por alterações extremas no clima do planeta.
Essas mudanças climáticas poderiam, inclusive, provocar inundações, furacões, tsunamis como jamais foram vistos. O crescimento da população, especialmente em países mais pobres, coloca grande pressão sobre reservas de comida e água. O cenário previsto é nações entrando em guerra para proteger ou tomar essas fontes preciosas. Curiosamente, muitos desses cenários estão presentes no livro de Apocalipse, escrito a quase dois mil anos.
Ateu declarado, Stephen Hawking acredita que a culpa é do processo evolutivo da raça humana: “Nossa população e o uso de recursos finitos do planeta Terra estão crescendo exponencialmente, assim como nossa capacidade técnica para mudar o ambiente para o bem e para o mal. Contudo, nosso código genético carrega instintos egoístas e agressivos que foram vantagens necessárias para a sobrevivência no passado. Será difícil evitar o desastre nos próximos 100 anos, ainda mais nos próximos mil”, afirmou em outra ocasião.
Há quase uma década ele tem aconselhado os lideres mundiais a começarem a busca de novos planetas para a humanidade habitar. Segundo ele, essa seria a solução mais segura. Com informações de Daily Mail e RT.
Fonte:gospelprime

Antídoto: A cura para a igreja evangélica brasileira

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Por Leonardo Gonçalves

Que a igreja brasileira não está vivendo o seu melhor momento, não é nenhuma novidade. Basta pesquisar a palavra “igreja” no Google para se dar conta do quanto a instituição carece de integridade e doutrinamento. No entanto, creio que apenas criticar os novos rumos do cristianismo tupiniquim, com seus pastores-apóstolos, profetas mercenários e pregadores cheios de estrelismo, não ajuda a resolver o problema. Obviamente, sei reconhecer o valor de uma crítica bem articulada, mas desprezo a atitude de quem somente destrói sem edificar nada no lugar, apenas pelo prazer de ver os escombros. A agressividade de quem só ataca sem oferecer uma resposta satisfatória à problemática eclesiástica e a hostilidade de quem aponta o problema, mas é incapaz de (tal como Neemias) ser a resposta ao próprio clamor é tão reprovável quanto a conduta dos mercadores da fé. Em síntese, tal atitude redunda em hipocrisia e grande desejo de aparecer às expensas daqueles que são objeto da sua fúria voraz.

Nesse ínterim, mentes esclarecidas argumentam contra o atual estado das coisas, mas na maioria dos casos, esquece-se de dizer como as coisas deveriam ser. Preocupam-se em execrar os farsantes, mas não indicam uma outra via, uma possível eleição. Deste modo, acaba-se promovendo uma generalização banal. A “apologética denuncista”, tão popular nos últimos anos, acaba fortalecendo o estereótipo latente no imaginário popular de que todo pastor é ladrão e que igreja evangélica é sinônimo de bandalheira.

Não quero assumir nenhuma postura messiânica. Não tenho o brilhantismo de Lutero, nem o zelo teológico de Calvino. Falta-me a coragem de John Huss e Wyclyffe, e sobra-me o pedantismo e a inconstância de Pedro. Sendo assim, ninguém mais improvável do que eu, para querer dogmatizar a apologética ou indicar a única via possível para a restauração da igreja evangélica neste país. Apesar disso, a paixão que tenho pela igreja, somada a pouca experiência de 10 anos como plantador de igreja, me conferem um pouco de autoridade para abordar este tema tão polemico. E visto que tenho falado sobre indicar o caminho sobre o qual a igreja evangélica brasileira deve trilhar para desenvolver-se de modo saudável, passarei a discorrer sobre aqueles tópicos que, a meu ver, deveriam ser tratados com mais responsabilidade pelos líderes eclesiásticos do nosso Brasil.

Primeiramente, a igreja brasileira precisa de pastores com vivencia apologética. Observe que não estou falando de pregação apologética, mas de vivenciaapologética. Não creio que pregar contra a rosa milagrosa, o sabonete ungido e a fogueira santa seja mais necessário que a integridade ministerial. Já dizia um antigo pastor: “uma grama de testemunho vale mais que um quilo de pregação”. A crise da igreja evangélica brasileira não é apenas teológica; ela é moral. A própria teologia neopentecostal com sua ênfase na prosperidade adquirida através de vultosas ofertas nada mais é do que o reflexo do caráter hediondo dos seus arautos, verdadeiros estelionatários que já estariam atrás das grades, se este fosse um país sério. A vida do ministro sempre falará mais alto que seu sermão, razão pela qual sua vida, e não apenas o seu sermão, deve ter ênfase apologética. Pietismo, santidade, pudor, vergonha na cara, devem ser buscados mais do que as unções, os poderes, as línguas e as profecias.

Em segundo lugar, nossa liderança precisa ser mais tolerante com respeito à liturgia, adequando-se ao mundo contemporâneo. Precisamos deixar de perder tempo discutindo se podemos ou não dançar, se o rock é de Deus ou do diabo, se devemos ou não aplaudir, e concentrar-nos mais no evangelho de Jesus. Peço desculpas pelo tom de desprezo, mas sinceramente acho ridículas as discussões presbiterianas sobre “salmodia exclusiva”, e risível o argumento pentecostal de que a verdadeira musica sacra foi escrita há cem anos. Se temos como objetivo comunicar as verdades espirituais aos homens e mulheres do nosso tempo, precisamos de uma liturgia que se adapte as necessidades do mundo contemporâneo.

Logo, em terceiro lugar, penso que a igreja evangélica precisa de contextualização missionária. Isso decorre do segundo ponto: O povo brasileiro é ímpar por causa da sua diversidade cultural, e isso vai refletir na igreja. No entanto, a maioria dos pastores brasileiros parecem insensíveis a essa diversidade cultural, e acabam impondo a linguagem e os costumes do “gueto gospel” aos incrédulos. Dessa forma, criam uma geração de crentes estereotipados, meros papagaios de chavões de mau gosto: “Fala vaso!”, “Oh, varão, tem fogo aí?”, e outras fraseologias que são acessíveis apenas aos iniciados e que excluem a todos os demais. Precisamos de uma igreja cuja pregação se adapte a linguagem, contexto e necessidades do povo brasileiro.

Precisamos resgatar a pregação cristocentrica, a mensagem da justificação pela fé, e enfatizar estas verdades em todo tempo, pois elas são o cerne da teologia protestante. Nossas igrejas não possuem ênfase cristocentrica em seus ensinos. Aliás, para ser sincero, Cristo é um personagem coadjuvante nas pregações hodiernas. Fala-se muito sobre Davi, Sansão, Elias e Eliseu, profetas e reis do Antigo Testamento, mas muito pouco se fala sobre os méritos da cruz e sua aplicação na vida do crente. A justificação pela fé permanece apenas na qualidade de dogma, pois na prática o que vale mesmo é a teologia da barganha, da permuta, do “fiz por merecer”. A doutrina da justificação pela fé é o contraponto para refutar as heresias da prosperidade e a manipulação do sagrado, tão propaladas no meio pentecostal e mais recentemente pelos neopentecostais, sendo esta mais uma razão pela qual ela deve ser enfatizada.

Em quinto lugar, se queremos ser realmente bíblicos em nossa forma e próposito, precisamos elaborar uma eclesiologia menos centralizadora, que faça jus a doutrina protestante do sacerdócio de todos os crentes e introduza os leigos no ministério cristão, servindo com seus dons. Uma das maneiras de conseguir isso é através de pequenos grupos, reuniões caseiras, criando uma estrutura que promova a comunhão ao mesmo tempo em que permite que os crentes descubram seus talentos e ministrem a outros. Ao fazê-lo, estaremos permitindo que “a justa operação de cada parte produza o crescimento” (ênfase acrescentada).

Finalmente, creio que devemos ser sensíveis o suficiente para perceber até que ponto vale à pena lutar contra o sistema, e em que ponto é necessário abandonar o barco. Como disse no início deste texto, opor-se ao mercantilismo evangélico, as barganhas e vida pecaminosa dos líderes eclesiásticos, sem dispor o próprio coração para ser você mesmo a cura que a igreja precisa, nada mais é do que palavrório vão. As “igrejas S/A” tem ferido a milhares de pessoas, e é preciso que se levantem servos de Deus para apascentar, restaurar e re-orientar estas pessoas. Há uma grande necessidade de igrejas sadias no nosso país e eu oro para que alguns dos críticos de hoje ultrapassem a barreira da crítica pela crítica e se proponham a ser a mudança que a igreja precisa. Oro para que muitos dos que hoje acusam a igreja de tantos pecados, se disponham a ser, eles mesmos, os líderes que anelam ver.

É claro que há muitos outros aspectos em que a igreja brasileira pode e deve melhorar, mas creio que se conseguirmos aplicar estes, já teremos feito um grande progresso.


***
Leonardo Gonçalves ama a igreja e deseja amá-la cada vez mais. Sonha com uma igreja diferente e se dispôs a ser – ele mesmo – a resposta da sua oração. E você? Será que você está disposto a se transformar na igreja que você sonha ver? Está disposto a se transformar no líder ético e espiritual que você anela ter? #isso_é_reforma!

Fonte: [ Púlpito Cristão ]

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Jornalista afirma que imprensa brasileira trata cristãos como “maioria desprezível” e ignora massacre de fiéis no mundo; Assista

Jornalista afirma que imprensa brasileira trata cristãos como “maioria desprezível” e ignora massacre de fiéis no mundo; Assista

A postura da imprensa nacional a respeito dos massacres cometidos ao redor do mundo contra cristãos foi tema de uma crônica do jornalista Paulo Eduardo Martins.
Segundo Martins, a mídia brasileira tem interesse em defender as “minorias oprimidas”, e trata os cristãos como uma “maioria desprezível”.
Em 2012, mais de 100 mil cristãos foram assassinados em todo o mundo por questões de perseguição religiosa, de acordo com informações do Centro de Liberdade Religiosa na Itália.
Paulo Eduardo Martins afirmou ainda que a postura da mídia é “um reflexo inconsciente de uma postura ideológica anticristã, que domina os meios intelectualizados”. Em sua crítica, o jornalista ressaltou ainda que “os valores cristãos são obstáculos para que os socialistas implantem suas ideias mirabolantes e façam possível o tal ‘outro mundo’”.
A desvalorização do cristianismo na mídia seria, na opinião de Martins, uma ação implementada para atender interesses de grupos políticos: “Por isso, essa gente precisa destruir os valores do cristianismo, pra poder inserir seus novos valores no lugar. Daí, a perseguição aos cristãos não comove, não choca. Qualquer coisa que enfraqueça o cristianismo é potencializada, é usada como uma ferramenta de destruição, seja ela outra religião, movimentos que afrontam valores, ou mesmo movimentos de desmoralização, como vimos na visita do papa ao Brasil”, exemplificou.
“Retratado como retrógrado ou opressor, o cristão está constrangido. Defender cristão virou coisa brega. As próprias instituições cristãs caem nesse jogo, e denunciam timidamente essa perseguição. E a tendência é que a matança só venha a aumentar. A saída para os cristãos é entender que são vítimas de uma estratégia e reagir, pois com a consciência, coragem, com a sabedoria cristã, não há ideia, não há espada, não há foice e martelo que tenha força suficiente para derrubar uma cruz”, resumiu.
Assista ao comentário de Paulo Eduardo Martins no telejornal SBT Paraná:
Por Tiago Chagas
Fonte: Gospel+

Você conhece o Deus verdadeiro?

.


Por Rev. Angus Stewart


Você conhece o Deus Verdadeiro? Não o deus da imaginação do homem, mas o Deus da Bíblia? Essa é uma pergunta importante, porque Jesus nos ensina que a vida eterna é conhecer a Deus e Seu Filho, Jesus Cristo - Jo 17v3. Se você viverá com Deus para sempre nos céus, você precisa conhecê-Lo.

Se você está interessado em conhecer o Deus Verdadeiro, por favor considere as seguintes questões:

1. O Deus Verdadeiro

a) O Deus Verdadeiro é muito grande e glorioso. Ele é tão elevado e santo que nada em todo o mundo é comparado a Ele. Ele é o Deus Eterno, Todo-Poderoso, Onisciente e Imutável - Sl 113v4-6.

b) O Deus Verdadeiro é o Criador do mundo. Em seis dias, Ele criou os céus e a terra e tudo que nela contêm. Da mesma forma Deus também criou você - Gn 1.

c) O Deus Verdadeiro é o Sustentador do mundo. Ele sustenta cada criatura pelo Seu grande poder. Ele dá a você a vida, o folêgo a todas as coisas - At 17v25,28.

d) O Deus Verdadeiro é o Governador Absoluto do mundo. Ele faz Sua eterna vontade acontecer através do Seu grande poder. Deus é o seu Governador e Rei - Dn 4v34-35.

2. A Ordem de Deus

a) Visto que Deus é seu Criador, Sustentador e Governador, a quem você deve sua própria vida, Ele ordena que você reverencie a Ele como o único Deus Verdadeiro - Sl 33v8.

b) Deus exige que você adore e sirva a Ele com um coração cheio de gratidão por tudo que Ele tem feito por você - Sl 100.

c) Em reverência, você deve obedecer a lei de Deus assim dada nos Dez Mandamentos. Essa obediência deve ser completa e perfeita - Ex 20v3-17.

d) Essa obediência deve vir de um coração de amor. Você deve amar a Deus com todo o seu ser e você deve amar o seu próximo como a você mesmo - Mt 22v37-40.

3. A Queda do Homem

a) Entretanto, você não guarda os mandamentos de Deus por amor a Ele. Você é um pecador que falha em fazer o que Deus lhe ordena - Jó 7v20; 13v23;40v4.

b) Você não pode fazer nada verdadeiramente bom e agradável a Deus. Mesmo o melhor das suas obras são como trapo de imundícia para Deus - Rm 3v10-18.

c) Seus atos pecaminosos vem de um coração perverso. Você nasceu com uma natureza corrupta - Gn 6v5; Sl 51v5; Jer 17v9. 4.

d) Deus é o Santo que odeia o pecado e tem de punir os pecadores. Fora da graça de Deus, você será condenado para os tormentos eternos do inferno para sempre - Mt 13v49-50.

4. A Salvação de Deus

a) Deus é também o Salvador que enviou Jesus Cristo para o mundo para salvar pecadores de seus pecados e dos tormentos eternos do inferno - Is 43v11.

b) Em Sua morte, Cristo sofreu os tormentos do inferno no lugar de todos aqueles que crêem n'Ele. Através da Sua morte, Ele pagou o débito e ganhou para eles o perdão de seus pecados - 1Pe 3v18.

c) Cristo satisfez a ordem de Deus para os crentes através de um amor perfeito a Deus e de seguir a lei de Deus. Deus os considera justos em Cristo - Rm 5v19.

d) Cristo dá a vida espiritual para aqueles a quem Deus salva, de tal forma que eles crêem n'Ele. Eles conhecem a Deus e desfrutam da Sua comunhão. Eles viverão com o Deus Verdadeiro no céu para sempre.

5. A Fé Verdadeira

a) Você procura o perdão dos seus pecados, a justiça de Cristo e a eterna comunhão com o Deus Verdadeiro? Deus diz a você: "Creia no Senhor Jesus, e serão salvos, você e os de sua casa" - Atos 16v31.

b) Creia que Deus é o seu Criador, Sustentator e Governador, que é digno do seu amor e adoração. Perceba que você é um pecador que tem falhado em cumprir o dever dado por Deus e que você precisa de salvação. Confie em Deus para salvá-lo de seus pecados através da morte expiatória e a ressurreição vitoriosa de Jesus.

c) A fé verdadeira fará com que você se arrependa de seus pecados. Você reconhecerá que é um pecador, lamentará sobre o seu pecado e rebelião contra Deus, e abandonará o seu pecado - Ez 18v30.

d) A fé verdadeira vai fazer você ser obediente. Ela fará com que você procure guardar os mandamentos de Deus e viva uma vida de gratidão a Ele - Tg 2v17-19.

e) A fé verdadeira acredita que a salvação não é obra do homem, mas o dom gratuito de Deus. O crente é salvo unicamente pela graça de Deus - Ef 2v8-9.

6. Você conhece?

Você conhece o Deus Verdadeiro e Seu Filho Jesus Cristo? Se não, obedeça a ordem de Deus para confiar em Cristo para sua salvação. Sem o conhecimento do Deus Verdadeiro, o qual vem através da fé, você não tem vida eterna mas terá de enfrentar os tormentos eternos do inferno.

***
Traduzido por Thiago McHertt
Via: Fireland/Bereianos
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“DEUS QUER QUE SEJAMOS MILIONÁRIOS” – REALITY SHOW IRÁ MOSTRAR VIDA DE CANTOR GOSPEL #MAMOMNATV


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Um novo reality show chamado “Thicker Than Water”, expressão idiomática para dizer “Laços de Família”, mostrará a vida da família de um artista gospel.
Ben Tankard foi jogador de basquete profissional por dois anos. Em 1989 largou o esporte para iniciar uma promissora carreira musical no estilo gospel. São 17 CDs gravados desde então. Já ganhou muitos prêmios como músico e produtor. Além disso, possui sua própria gravadora voltado ao público religioso. Tem dois livros lançados. Seguidamente prega sobre “fé e finanças” e dá testemunho em diferentes igrejas evangélicas. Nas horas vagas, dedica-se a pilotar seus três jatinhos.
Ele vive em uma mansão de três andares na cidade de Nashville, juntamente com sua esposa, Jewel, os quatro filhos e a neta do casal, Diamond. Um dos aspectos que chama atenção é que seu cotidiano familiar baseia-se em uma convicção: “Deus quer que sejamos milionários”. Por isso o comercial da série anuncia que eles têm 7 veículos de luxo na garagem.
O programa ainda está sendo gravado, mas a estreia será domingo, 10 de novembro, às 21h00 no canal Bravo. Mesmo antes de chegar à telinha, já causou um grande problema para as igrejas evangélicas. Este é o terceiro reality mostrando a vida de líderes evangélicos, produzido por pequenos canais a cabo.
O primeiro era sobre esposas de pastores, mas foi um fracasso de público. O mais recente, que mostrava a vida de seis pastores bem-sucedidos da cidade de Los Angeles teve maior repercussão. Mas a fórmula parece não estar desgastada.
Um clipe promocional mostra a tônica do programa. Seu lema é “Os Tankard demonstram por que ser rico é melhor”. Ben conta que já foi pobre, mas que Deus o deixou rico. Hoje seu ministério inclui um centro de treinamento para pastores e “futuros milionários”, um trabalho de motivação de jovens pobres usando os seus jatinhos. Além do trabalho de agenciamento de potenciais jogadores de basquete profissionais.
O canal Bravo diz em seu site: “Esta família integra uma forte convicção religiosa com seu gosto pelas coisas boas da vida”. O material de apresentação, que mostra cenas do primeiro episódio traz algumas falas controversas.
A matriarca Jewel se justifica: “A primeira vez que percebi que Deus desejava que fôssemos ricos estava terminando a faculdade. Fui a um culto onde um homem e uma mulher de Deus falavam como o Senhor queria nos abençoar. Então pensei “Oh, este é o Jesus que eu conheço… Nós, os Tankard, gostamos de tudo grande, incluindo carros, aviões, casas… mas estamos apenas fazendo o que Deus nos chamou para fazer. Às vezes isso incomoda as pessoas, mas se alguém vai ficar com essas coisas, por que não nós?”.
Ela acaba de lançar o livro “Milionaries Lifestyle” [Estilo de vida dos milionários] e tem um programa na internet que mescla assuntos espirituais com dicas sobre moda, compras e casamento.
Os filhos também revelam um pouco sobre si. A jovem Brooklyn conta que já teve problemas com a policia na adolescência. É mãe solteira, mas com fé conseguiu vencer.
O filho do meio, Benji, explica que seu sonho é ser mais rico que o pai. Para isso, pretende ser milionário dentro de 5 anos. “Provavelmente terei dois hotéis, algumas franquias do McDonald’s, estarei casado e com duas ou três crianças”, planeja.
A filha mais nova, Cyrene comemora: “Ser a mais jovem da família tem suas vantagens. Sei exatamente o que dizer e o que fazer para obter tudo o que eu quero. É muito fácil”.
Tanto Ben quanto Jewel eram divorciados quando se casaram. Britney, filha do primeiro casamento de Ben, acha que sua família foge dos padrões. Além dos 4 que vivem na casa, há Markus, que preferiu não participar do show televisivo. “É meio como se fossemos um quebra-cabeça, mas as vezes tem uma peça que não se encaixa. Gosto disso. Acho que sou eu”, diz ela rindo. Com informações de Christian Post e Bem Tankard.
[Fonte: Gospel Prime]
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Nota do blogueiro: Quanto mais leio sobre Cristo, mais nojo me causa notícias como esta. Estamos vivendo, sem sombra de dúvidas, uma geração pós- Cristã e esta desgraceira toda está ligada ao trabalho que líderes da prosperidade têm executado na mídia.
Enquanto este triste astro gospel diz que “Deus quer que sejamos milionários”, lembro que Jesus viveu como pobre, Paulo foi pobre, os discípulos não tiveram riquezas, os heróis da fé foram serrados ao meio e os primeiros cristãos reuniam-se em catacumbas…
Deus não nos quer dar riquezas, Deus quer nos dar da Sua Graça, do Seu amor, da Sua paz, da Sua Eternidade. Riqueza terrena é algo tão pobre para quem tem os Céus de graça, que já não sei mais quem realmente é pobre nesse mundo. Então note, Ser gospel ou ser cristão, a cada dia tem sido um exercício de saber diferenciar bem Judas de Jesus. Não é verdade? Que sua Graça nos baste, e o que vier é só lucro passageiro…
Voltando a matéria acima, cansemos de nos espantar com tamanha adoração a Mamom neste mundo dito Gospel. Pois já é de esperar que brevemente o gospel nacional promova seus Reality’s e ergam o altar onde o deus são eles mesmos. Ou vocês duvidam?
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Antognoni Misael, pilotando a nave subversiva chamada Púlpito Cristão.

Igreja do Meteorito teme que ele poderá acelerar o Apocalipse


Seita russa acredita que rocha espacial traz uma mensagem divina
por Jarbas Aragão
PARE, LEIA E PENSE!
Igreja do Meteorito teme que ele poderá acelerar o ApocalipseIgreja do Meteorito teme que ele poderá acelerar o Apocalipse
Na região de Chelyabinsk, nos montes Urais da Rússia, surgiu um novo movimento religioso. Trata-se dos seguidores do meteorito que caiu no lago Chebarkul. Os adeptos da nova fé acreditam que o meteorito não é apenas uma pedra que caiu do céu em 15 de fevereiro. Ele seria uma cápsula que “mostra a descrição da estrutura do Universo, mas ao mesmo tempo pode acelerar a chegada do apocalipse”.
Já são cerca de 50 fiéis, que pedem para o governo lhes entregar o meteorito. Segundo divulgaram, essa pedra será a base do seu templo. Embora sejam criticados pela imprensa russa, eles anunciam que pediram o registro para se tornar uma organização religiosa oficial. O projeto do seu templo já está pronto.
Eles aguardam o término da operação que deve tirar da água do lago de Cherbakul, o “Meteorito de Chelyabinsk”. Esse seria o maior fragmento do “mensageiro dos céus”, pesando cerca de 600 quilos.
Os mergulhadores já detectaram que ela se encontra a 14 metros de profundidade. A operação de resgate foi iniciada em 25 de setembro, os cientistas calculam que entrou na atmosfera a cerca de 70 mil quilômetros por hora, tendo se desintegrado parcialmente. Pedaços menores foram encontrados e desde então são analisados por cientistas.
Segundo Dmitri Vibe, pesquisador do Instituto de Astronomia russo, não é comum um corpo celeste tão grande atingir a terra e o fato dele ter caído sobre um lago provocou danos menores a sua estrutura do que se caísse sobre o solo. O governo não divulgou quanto tempo demorará a remoção da grande pedra.
Para os discípulos da nova “Igreja do Meteorito de Chelyabinsk” o corpo celeste contém um pacote de informações com dados oferecidos à humanidade por um poder supremo.
O líder espiritual do grupo, Andrei Breivichko, defende que traz consigo “um código de normas morais e legais” que irá ajudar a humanidade a viver “uma nova etapa de desenvolvimento dos conhecimentos espirituais”. Para os membros do grupo religioso, os dados gravados na pedra espacial são como “as tábuas de Moisés”, mas precisam ser decifrados pelos sacerdotes da nova igreja.
Uma de suas adeptas, a parapsicóloga Svetlana Kachevskaya defende que muita coisa mudou: “Nós entramos… numa nova dimensão. O passado terminou e a humanidade tem de aprender a viver de uma forma nova. Os universos que já habitam essa dimensão nos enviaram esse meteorito. Por isso as pessoas sentiram sua luz brilhante. Na realidade, é a luz da nossa alma, a nossa obra, a vida, uma nova consciência de nós mesmos… a longevidade.”
Embora possa parecer estranho, essa não é a primeira religião a defender que um meteorito seja um sinal divino. Segundo a tradição islâmica, existe na mesquita sagrada de Masjid al-Haram em Meca, para onde se voltam os muçulmanos em suas preces diárias, uma estrutura chamada Caaba. Dentro dela está a al-Hajar al-Aswad, uma pedra escura de cerca de 50 cm de diâmetro. Os muçulmanos acreditam que ela caiu do céu para mostrar a Adão e Eva onde deveriam construir um altar.
Para alguns cientistas, o meteorito seria parte do asteroide 2012 DA14, que passou assustadoramente perto da Terra em fevereiro. Na ocasião, o teólogo Paul Bagley, especializado em escatologia, publicou um vídeo em seu canal do Youtube onde afirma que o fato de isso ter ocorrido poucos dias após o anúncio da renúncia de Bento 16 são sinais claros que as profecias do Apocalipse estão se cumprindo em nossos dias. Para ele, esse é apenas o primeiro do que podem ser vários corpos estelares caindo sobre a terra.Com informações de  Diário da Rússia e RUVR
Assista:
Fonte:gospelprime

1 Ajudando Igrejas a lidarem com a apostasia

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Dr. David Murray
O que você diria para uma igreja em que dois de seus dois mais promissores jovens “cristãos” não apenas deixaram a comunhão, mas se voltaram para ela com hostilidade e deboche? Esse é o cenário muito real que me pediram para tratar em um encontro recente de pastores e líderes. É, sem dúvidas, uma das mais agonizantes e perturbadoras experiências da vida cristã quando um amigo querido ou um membro da família abandona sua fé. Eu já tive contato com isso, várias vezes, pessoalmente, tanto entre pessoas próximas quanto no ministério pastoral.
Me pediram para dar alguns conselhos e direcionamentos para ajudar pastores e líderes a lidarem com tais situações em suas igrejas. Eu parto do princípio que todas as tentativas de recuperar a “ovelha perdida” foram esgotadas, e que os membros já foram excluídos. Meus conselhos são limitados à ministração na vida das ovelhas remanescentes que sofrem e fazem muitos questionamentos quanto a isso. Altamente baseado na obra épica de John Owen sobre apostasia, eu sugeri que fosse feito nas igrejas uma série de sermões sobre os tópicos a seguir (que também deveriam ser enfatizados nas visitas pastorais).
1. A perseverança dos santos
Alguns cristãos serão abalados pela apostasia de outros cristãos professos. “Se ele pode cair, que esperança há para mim?”. Logo, pregue sobre as grandes promessas de Deus de eterna segurança para seu povo (João 6.39, 40; 10.28, 29)

2. A apostasia acontece

Isso realmente deve ser pregado antes que a apostasia ocorra, para evitar que as pessoas sejam pegas de surpresa quando de fato acontecer. Todo o Antigo Testamento é a história da apostasia de Israel. No Novo Testamento, vemos apostatas como Judas e Demas. Alguns em Corinto negaram a ressurreição e alguns na Galácia voltaram à lei como forma de salvação. Não é surpresa que os Apóstolos alertavam a igreja quanto a essa possibilidade (Atos 20.29,30; 1 Coríntios 11.19; 1 Timóteo 4.1; Judas; 1 João 2.19).

3. As zonas de perigo da apostasia

John Owen destacou três áreas nas quais a apostasia normalmente começa: doutrina, estilo de vida e adoração.
Owen relacionou a apostasia doutrinária com a falta de experiência cristã. Ele disse que quando alguém não tem uma experiência de necessidade pessoal, nenhum senso da justiça de Deus, nenhum vislumbre da glória de Deus, nenhuma submissão à soberania de Deus e nenhum temor à Palavra, então a apostasia estará logo ali na próxima esquina.
Owen ressaltou que um estilo de vida sem santidade é mais capaz de levar a apostasia do que o abandono das doutrinas cristãs. Ele enxergava tanto o legalismo quanto a falta de normas como eventuais caminhos para a apostasia.
Owen também argumentou que se negligenciarmos, não obedecermos ou acrescentarmos regras além do necessário à adoração, a apostasia não tarda a chegar.
Pastores devem estar atentos a essas três zonas de perigo: doutrina, estilo de vida e adoração. E devem chamar a atenção do rebanho para isso.

4. As causas da apostasia

Owen prossegue e lista as causas particulares da apostasia, para que os pastores e suas congregações possam ver e orar.
  • Inimizades profundas e não tratadas contra as coisas espirituais nas mentes de muitos
  • Orgulho e vaidade daqueles que se recusam a aceitar a autoridade da Escritura
  • Preguiça e negligência
  • Falta de certeza e confiança
  • Falso senso de segurança devido à negligenciar os avisos do Espírito sobre apostasia
  • O amor pelo mundo e suas paixões passageiras (Demas, em 2 Timóteo 4.10)
  • Primeiro “apóstata”, Satanás leva muitos a apostasia e força outros a apostatarem por meio de perseguições
  • Pessoas em cargos altos da igreja levando vidas perversas (Jeremias 23.15; 1 Samuel 2.12-17)
  • Pecados culturais que influenciam as pessoas
  • Divisões na igreja

5. A diferença entre um tropeço (Pedro) e uma queda (Judas)

Pastores devem discernir com sabedoria um tropeço de um cristão da queda de um apóstata. Todo cristão se desvia da doutrina, cai em pecado ou falha na adoração de vez em quando. Isso não faz dele um apóstata. John Owen definiu a apostasia como “rebelião e desobediência contínuas e persistentes contra Deus e sua Palavra” ou “renúncia pública final e total de todos os princípios e doutrinas do Cristianismo”.

6. A abominação da apostasia

Hebreus 6 descreve o ato da apostasia como “estão crucificando de novo o Filho de Deus, sujeitando-o à desonra pública”. Ao declararem que experimentaram Cristo e seu Evangelho e não acharam nenhuma verdade ou bondade neles, os apostatas fazem exatamente o que fizeram os judeus. De fato, Owen diz que a apostasia cristã é pior porque os judeus o faziam em “ignorância”.

7. O julgamento de Deus sobre a apostasia

Além de relembrar os cristãos da congregação de quão abominável é a apostasia aos olhos de Deus, eles também devem ser alertados sobre os julgamentos temporais, espirituais e eternos que recaem sobre os apóstatas. Deus usa descrições de como abomina e julga a apostasia como um meio de sua graça para manter as pessoas longe da apostasia.

8. A necessidade da perseverança

As grandes promessas de Deus sobre a perseverança dos santos são dadas àqueles que perseveram nos meios que Deus provê. Os cristãos devem ser lembrados da incalculável necessidade e valor da Igreja, da Palavra, dos sacramentos e da comunhão.

9. Como evitar a apostasia

John Owen desejava que os cristãos soubessem que a apostasia poderia ser evitada com o cuidado com o coração (Provérbios 4.23). Mantenha o Evangelho no centro do seu coração; ame sua verdade e experiencie seu poder. Mantenha o pecado longe de seu coração, especialmente os pecados tão perigosos como do orgulho espiritual e de espírito de julgamento.

Conclusão

Quando a apostasia ocorre na congregação, muitas vezes é tentador apenas ignorá-la e levantar a placa de “acontece, é a vida”. Entretanto, isso não vai tratar as necessidades de cristãos e não-cristãos que estão feridos e perplexos por conta de tais ocorridos. Isso também acaba com a oportunidade de preparar a igreja para futuros desapontamentos. Então eu encorajo pastores e líderes a focarem nesses nove tópicos, tanto de forma pública como particular.
Traduzido por Filipe Schulz | iPródigoFonte: [ iPródigo ]
Via: [ Ministério Batista Beréia ]

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