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terça-feira, 24 de julho de 2012

Eduardo Paes recebe apoio de lideranças evangélicas no Rio de Janeiro


O candidato à reeleição tem apoio do pastor Silas Malafaia, da Adhonep e da AD Madureira
  • Eduardo Paes recebe apoio de lideranças evangélicas no Rio de Janeiro
    O atual prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), tem recebido o apoio de lideranças evangélicas para sua candidatura à reeleição. Até o momento o pastor Silas Malafaia e a Associação de Homens de Negócios do Evangelho Pleno (Adhonep) já se comprometeram em ajudar Paes, segundo a Folha de São Paulo.
    Ao se aproximar dos evangélicos o candidato peemedebista vai tentar enfraquecer os ataques que vai receber de seus adversários políticos: Rodrigo Maia (DEM) e Clarissa Garotinho (PR). Os candidatos pretendem usar o apoio dado pelo prefeito ao turismo gay na capital fluminense ao financiar publicidades sobre a Parada Gay no Brasil e no exterior.
    Rodrigo e Clarissa são filhos de ex-prefeitos da Cidade Maravilhosa, César Maia e Antony Garotinho, respectivamente. Garotinho é evangélico e recebe apoio de outras lideranças, mas para se precaver de possíveis ataques políticos, Eduardo Paes conseguiu essas alianças importantes com pastores influentes.
    O pastor Abner Ferreira, da Assembleia de Deus Ministério de Madureira, também faz parte dessa lista de líderes que confirmam apoio ao atual prefeito do Rio. Para justificar seus motivos, o filho do bispo Manoel Ferreira cita o patrocínio dado pela Prefeitura para a Marcha para Jesus deste ano que foi no valor de R$2,48 milhões.
    A pesquisa Datafolha realizou uma pesquisa de intenções de voto entre os evangélicos e percebeu que, assim como no resultado geral, Eduardo Paes seria reeleito no primeiro turno com 54% dos votos.
    Deixe o seu comentário.
    Fonte:gospelprime

    CINCO VISÕES SOBRE APOLOGÉTICA


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    Por Felipe Sabino de Araújo Neto

    O livro Five Views on Apologetics [Cinco Visões sobre Apologética], editado por Steven B. Cowan, leva o leitor a comparar e contrastar formas diferentes de “fazer” apologética:

    O objetivo da apologética é responder persuasivamente objeções honestas que mantém as pessoas longe da fé em Jesus Cristo. O livro Five Views on Apologetics examina o “como fazer” da apologética, colocando cinco visões importantes sob o microscópio: clássica, evidencial, pressuposicional, epistemologia reformada e caso cumulativo. Oferecendo um fórum para apresentação, crítica e defesa, este livro permite que os contribuintes interajam com os pontos de vista diferentes. 4 ª capa, Five Views on Apologetics

    O que segue é um excerto da introdução do livro:

    Método Clássico

    O método clássico é uma abordagem que começa empregando a teologia natural para estabelecer o teísmo como a cosmovisão correta. Após a existência de Deus ter sido assim demonstrada, o método clássico passa para uma apresentação das evidências históricas para a divindade de Cristo, a confiabilidade da Escritura, etc., a fim de mostrar que o Cristianismo é a melhor versão de teísmo, em oposição ao, digamos, judaísmo e islamismo. Essa escola é chamada de método “clássico” porque assume que esse é o método usado pela maioria dos apologistas importantes dos primeiros séculos. William Lane Craig contribui com a defesa da apologética clássica desse volume. Outros apologistas contemporâneos que podem ser classificados como apologistas clássicos incluem R.C. Sproul, Norman Geisler, Stephen T. Davis e Richard Swinburne.

    Costuma-se argumentar que a ordem das duas fases na apologética clássica é essencial. Isto é, antes que alguém possa discutir de forma significativa as evidências históricas, a existência de Deus já deverá ter sido estabelecida, pois a cosmovisão de uma pessoa é uma grade através da qual os milagres, fatos históricos e outros dados empíricos são interpretados. Sem um contexto teísta, jamais poderia demonstrar-se que um evento histórico foi um milagre divino. O outro lado da moeda dessa afirmação é que ninguém pode apelar a supostos milagres a fim de provar a existência de Deus. Como Sproul, Gerstner e Lindsley argumentam, “milagres não podem provar a existência de Deus. Na realidade, somente Deus pode provar milagres. Isto é, somente sob a evidência anterior de que Deus existeé que um milagre torna-se possível”. Contudo, ninguém que se considera um apologista clássico insistirá nesse ponto, como William Lane Craig deixa claro neste volume (…). Craig argumenta que a metodologia clássica não precisa insistir na necessidade teórica na ordem desses dois passos, mas apenas, dada a natureza dos argumentos probabilistas, que essa ordem é a melhor estratégia argumentativa.

    O Método Evidencial

    O método evidencial tem muito em comum com o método clássico, exceto na resolução do problema com respeito ao valor dos milagres como evidência. O evidencialismo como método apologético pode ser caracterizado como uma abordagem “de um passo”. Os milagres não pressupõem a existência de Deus (como afirmam a maioria dos apologistas clássicos contemporâneos), mas podem servir como um tipo de evidência a favor da existência de Deus. Esse método é bastante eclético em seu uso das várias evidências positivas e críticas negativas, utilizando tanto argumentos filosóficos como históricos. Todavia, ele tende a se focar primariamente na legitimidade de acumular vários argumentos históricos e outros indutivos em favor da verdade do cristianismo.

    Dado esse foco, os evidencialistas podem e irão argumentam em favor do teísmo e do teísmo cristão ao mesmo tempo, sem recorrer a uma teologia natural elaborada. Eles poderiam começar, por exemplo, argumentando em favor da factualidade histórica da ressurreição de Jesus e então argumentar que tal evento incomum é explicável somente se um ser muito parecido ao Deus cristão existir. Tendo então estabelecido a existência de Deus por meio da ressurreição miraculosa de Cristo, o evidentalista irá então afirmar que a ressurreição de Jesus também autentica suas reivindicações de ser Deus encarnado e seu ensino sobre a autoridade divina da Escritura.

    Além de Gary R. Habermas, um dos contribuintes deste livro, defensores do evidencialismo incluem John W. Montgomery, Clark Pinnock e Wolfhart Pannenberg (veja o artigo de Harbermas para vários outros que ele classifica sob esse método).

    O Método do Caso Cumulativo

    O terceiro dos Quatro Grandes é o método do caso cumulativo. O termo “caso cumulativo” é usado por apologistas de maneiras diferentes daquela que estamos usando neste contexto, mas Basil Mitchell, um antigo proponente dessa visão, deu a esse método tal nome, e assim o usaremos aqui. O leitor cuidadoso sem dúvida observará que esse método pertence à mesma família ampla do método evidencial (e talvez clássico). Contudo, ficará evidente também que como uma estratégia argumentativa, o método do caso cumulativo tem algo distinto a oferecer. De fato, essa abordagem apologética surgiu por causa da insatisfação que alguns filósofos tinham com os outros métodos do tipo evidencial (i.e., os dois primeiros dos Quatro Grandes).

    De acordo com os defensores da apologética do caso cumulativo, a natureza do caso em favor do Cristianismo não é em nenhum sentido estrito um argumento formal como uma prova ou um argumento de probabilidade. Nas palavras de Mitchell, o método do caso cumulativo “não se conforma ao padrão ordinário de raciocínio dedutivo ou indutivo”. O caso é mais parecido com o resumo que um advogado apresenta num tribunal ou que um crítico literário faz para uma interpretação particular de um livro. É um argumento esclarecido que reúne várias linhas ou tipos de dados numa espécie de hipótese ou teoria que explica de forma abrangente esses dados e faz isso melhor do que qualquer hipótese alternativa.

    Paul Feinberg, o metodologista do caso cumulativo neste volume, diz que “os teístas cristãos estão insistindo que o cristianismo faça melhor uso de toda a evidência disponível do que qualquer outra cosmovisão alternativa em oferta, quer essa alternativa seja alguma oura visão teísta ou o ateísmo”. (…) Os dados que o caso cumulativo procura explicar inclui a existência e a natureza do cosmo, a realidade da experiência religiosa, a objetividade da moralidade, e outros fatos históricos, tais como a ressurreição de Jesus.

    Além de Feinburg e Mitchell, a escola do caso cumulativo incluiria provavelmente C.S. Lewis e C. Stephen Evans.

    O Método Pressuposicional

    Devido aos efeitos noéticos do pecado, os pressuposicionalistas geralmente sustentam que não existe terreno comum suficiente entre crentes e incrédulos que permitiria os seguidores dos três métodos anteriores alcançar os seus objetivos. O apologista deve simplesmente pressupor a verdade do cristianismo como o ponto de partida apropriado na apologética. Aqui a revelação cristã nas Escrituras é o quadro através do qual toda a experiência é interpretada e toda a verdade é conhecida. Várias evidências e argumentos podem ser estabelecidos em favor da verdade do cristianismo, mas esses no mínimo pressupõem implicitamente premissas que podem ser verdadeiras apenas se o cristianismo for verdadeiro. Os pressuposicionalistas tentam, então, argumentar transcendentalmente. Isto é, eles argumentam que todo significado e pensamento – na verdade, todo fato – pressupõe logicamente o Deus das Escrituras.

    John Frame representa o pressuposicionalismo neste volume, e ele coloca a questão dessa forma: “Nós deveríamos apresentar o Deus bíblico, não meramente como a conclusão a partir de um argumento, mas como aquele que torna o argumento possível” (…). Ao demonstrar que os incrédulos não podem argumentar, pensar ou viver sem pressupor Deus, os pressuposicionalistas tentam mostrar que a cosmovisão deles é inadequada para explicar suas experiências do mundo e fazer os incrédulos enxergarem que somente o cristianismo pode fazer a experiência deles ter sentido.

    Outros pressuposicionalistas incluem Cornelius Van Til e Gordon Clark (…), bem como Greg Bahsen e Francis Schaeffer.

    Esses quarto métodos apologéticos lutavam pela supremacia quando comecei pela primeira vez a estudar apologética e o problema da metodologia nos anos oitenta. Contudo, muita coisa aconteceu na filosofia e apologética nos últimos vinte anos ou mais. Um dos desenvolvimentos mais dramáticos foi o surgimento da epistemologia reformada. Kelly James Clark contribui com este volume sugerindo que essa nova epistemologia religiosa tem algo distinto a dizer com respeito ao método apologético.

    A Abordagem da Epistemologia Reformada

    “Desde o Iluminismo”, diz Clark, “tem havido uma demanda para expor todas as nossas crenças às críticas esquadrinhadoras da razão” (…). Dizem-nos que se uma crença não é apoiada por evidência de algum tipo, é irracional crer nela. A epistemologia reformada desafia essa suposição epistemológica “evidencialista”. Aqueles que defendem essa visão sustentam que é perfeitamente racional uma pessoa crer em muitas coisas sem evidência. De maneira mais impressionante, eles argumentam que a crença em Deus não requer o apoio de evidência ou argumento para que isso seja racional. A apologista da epistemologia reformada não evita necessariamente estabelecer argumentos positivos em defesa do cristianismo, mas ele argumentará que tais argumentos não são necessários para a fé racional. Se Calvino está correto que os seres humanos nascem com um sensus divinitatis (senso do divino) inato, então as pessoas podem correta e racionalmente chegar a ter uma crença em Deus imediatamente, sem o auxílio de evidências.

    Para o epistemologista reformado, então, o foco tende a estar na apologética negativa ou defensiva, à medida que desafios à crença teísta são encontrados. No lado positivo, contudo, o epistemologista reformado irá, nas palavras de Clark, “encorajar os incrédulos a se colocarem em situações onde as pessoas são tipicamente apanhadas pela crença em Deus” (…), tentando despertar nelas seu senso latente do divino.

    A lista de epistemologistas reformados contemporâneos inclui o contribuinte deste volume, Kelly James Clark, já mencionado. Mas quatro outros nomes que estariam no topo desta lista seriam Alvin Plantinga, Nicholas Wolterstorff, George Mavrodes e William Alson.

    Novamente, deixe-me dizer que essas cinco metodologias apologéticas não constituem uma lista exaustiva de abordagens apologéticas. Elas representam, contudo, as estratégias argumentativas mais conhecidas e populares na comunidade acadêmica de apologética. É a minha esperança, bem como dos outros contribuintes, que essa obra promova discussão frutífera adicional da metodologia apologética e seja útil à igreja universal e ao Senhor Jesus Cristo.

    Fonte: Cowan, Steven B. (editor), Five Views on Apologetics, Zondervan, Grand Rapids, Michigan, 2000. Páginas 15-20.
    Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto – abril/2011

    Fonte: [ Monergismo ]
    via Bereanos
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    segunda-feira, 23 de julho de 2012

    ‘Kit gay’ chega às escolas brasileiras e cristãos se revoltam


    A família Bolsonaro denunciou nesta segunda-feira (23) em seu site que o “kit gay” já chegou às escolas e alertou para o estímulo ao homossexualismo que o material contém. Trata-se do livro didático chamado “Menino Brinca de Boneca?” adotado pelo Ministério da Educação como referência para alfabetização das crianças até 6 anos de idade.
    De acordo com o site, cujo líder Jair Bolsonaro é conhecido por sua oposição feroz às ações dos grupos LGBT na política, o livro já está sendo utilizado em algumas escolas particulares em São Paulo. O livro ainda deve expandir para todo o Brasil, segundo a orientação do Governo Federal.
    “Caso seus filhos tenham este exemplar em suas mochilas, fiquem atentos pois certamente estão recebendo carga de informações estimulando o homossexualismo em suas cabeças”, alerta o site.
    O site também mostra fotografias do “Menino Brinca de Boneca?” onde a família expõe palavras obscenas num conteúdo para crianças como “vulva” e “pênis”, citadas na página 16 do livro. Além disso, a família Bolsonaro aponta para a contra-capa, onde diz-se que Frei Betto é incisivio ao dizer que a obra criada estimula o público infantil a decidir-se por si só sobre sua sexualidade.
    Um outro livro apontado no site foi “Porta Aberta”, de Geografia e História, que é voltado ao público do primeiro ano, e segundo os Bolsonaro também estimula o homossexualismo. “A lição mostra uma brincadeira intitulada de ‘Gavião’, na qual um homem adulto agarra uma criança, ambos nús, orientando que os meninos e meninas brinquem daquela maneira com seus amigos. Uma clara afronta que estimula a pedofilia”.
    Além disso, o livro possui na página 225, um jogo da memória formando famílias de pais homossexuais. “Além das mensagens diretas, em ambos é nitidamente fácil constatar as mensagens subliminares envolvendo o homossexualismo e pedofilia, que são exploradas durante todas as tarefas ensinadas”, afirmam os Bolsonaro no site.
    “A sanha dos ativistas homossexuais que desde o início mentem e dizem que o kit-gay não seria para o público infantil é desmascarada, e já tomou também as escolas privadas do Brasil. É isso que queremos para nossos filhos?”, diz Bolsonaro.
    O material vem depois que um outro material contra homofobia, conhecido como ‘kit-gay’ e lançado pelo Ministério da Educação, foi vedado pela presidente Dilma Rousseff, após pressão da bancada evangélica.
    O pedagogo Felipe Nery, que primeiro detectou a inclusão de livros com tal conteúdo nas escolas, levou a questão à Frente Parlamentar Evangélica no início do mês de julho. Ele, que é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, apresentou outros dois livros: “Porta Aberta”, voltado para alunos de 6 anos, da autora Mirna Lima e editado pela FTD; e “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, voltado para alunos de 10 e 11 anos, das autoras Patricia Mata e Lydia R., editados pela Ciranda Cultural.
    Segundo Nery, a distribuição dos livros está sendo feita nas escolas que não possuem um projeto pedagógico. Ele também alerta que os pais devem acompanhar o material que é usado na educação dos filhos.
    Explicações são esperadas do atual ministro da educação, Aloízio Mercadante (PT-SP) à pedido do deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ).
    Deixe o seu comentário
    Fonte: The Christian Post

    O que levou Steve Lawson a escrever sobre C.H. Spurgeon?


    Steve Lawson, que será palestrante em nossas Conferências deste ano em São Paulo e no Rio de Janeiro, lançou recentemente o livro “O Foco Evangélico de Charles Spurgeon”. No livro Lawson apresenta ao leitor a vida e o ministério do grande pregador batista do século XIX, conhecido como o “príncipe dos pregadores”, que ensinava ousadamente as doutrinas da graça e, ao mesmo tempo, apresentava a oferta gratuita de salvação em Jesus Cristo.
    Veja o vídeo abaixo, onde Lawson explica o que chamou atenção dele em Spurgeon.

    Um apelo de Spurgeon

    Veja um exemplo de um apelo de Spurgeon:
    “Pecador, você esta convidado a confiar em Cristo esta manhã. Venha, esta é sua única esperança… esta é uma salvação aberta. Cada alma no mundo que sente a sua necessidade de um Salvador, e que anseia ser salvo, pode vir a Cristo… venha, achegue-se, venha, achegue-se! Venha agora; confie agora em Cristo, e saberás agora que bem-aventurado são todos os que nele confiam. A porta da misericórdia não está entreaberta, mas escancarada. Os portões do céu não estão apenas destrancados, mas bem abertos de noite e de dia. Venha.”
    Só fazendo uma ressalva, como bem coloca James Adams no livreto “Regeneração Por Decisão”, “C. H. Spurgeon chamava os homens a vir a Cristo, não a um altar”. Apelo aqui não é igual “chamar para vir a frente, fazer uma oração e aceitar Jesus em seu coração”. Explicarei isso melhor em uma postagem futura.

    Sua vez

    Pregador, você tem convocado que pecadores venham a Cristo?
    Membro de igreja, seu pastor tem conduzido pecadores a Cristo? Se você levar um não convertido à igreja, você se sente seguro de que o Evangelho será apresentado e será dado a oportunidade de tal pessoa vir a Cristo?

    Mais material do Spurgeon

    Se você quer ler mais material do Spurgeon, além dos nossos livros, meu amigo Armando Marcos tem buscado organizar e traduzir todos os sermões disponíveis do “príncipe dos pregadores” em português. O Projeto Spurgeon já possui mais de cem pregações, além de vários e-books. Visite e leia, certamente não será tempo perdido.

    Bônus!

    Se você ficou interessado no livro, estamos com uma promoção por tempo limitado para abençoar sua vida. O lançamento está com praticamente 50% de desconto. Mas você pode comprar a série inteira por apenas R$ 59,90 e, de quebra, economizar no frete. São 4 livros por quinze reais cada. Parece um boa oportunidade para mim? E para você?

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    Transcrição

    Steve Lawson – O que chamou sua atenção em Spurgeon?
    Bom, o que eu amo sobre Spurgeon é que ele é, sem disputa, o príncipe dos pregadores. Penso que ao olharmos para os últimos 2000 anos da história da Igreja, por comum acordo, o maior pregador depois do apóstolo Paulo foi Charles Haddon Spurgeon. Portanto, qualquer pregador (ou que pensa em se tornar um) é atraído para Charles Haddon Spurgeon. Ele é o maior pregador de língua inglesa que já andou na terra. Na época em Londres, ele pastoreou a maior igreja protestante no mundo. Ele pastoreou uma “mega-igreja”, antes mesmo de existir tal coisa. Eu acredito que a sua habilidade de pregar a palavra de Deus é sem igual. Então, ler os sermões de Spurgeon é, de fato, aprender sobre como pregar.
    Além disso, Spurgeon era muito comprometido com as doutrinas da graça. Eu creio na soberania de Deus na salvação. Eu creio que é o que a Bíblia ensina. Spurgeon cria do fundo do seu ser que “a salvação é do Senhor” e, ao mesmo tempo, era fervorosamente um evangelista. Ele não só pregava o Evangelho… E aqui está uma deficiência de muitos. Há muitos que são reformados no seu entendimento da salvação, e eles podem até anunciar o Evangelho, mas raramente, se alguma vez, apelam por um veredito no coração do ouvinte e usam todo recurso retórico apropriado para persuadir pecadores perdidos a comprometerem suas vidas a Jesus Cristo.
    E, Spurgeon, que disse que seu único mentor no ministério foi George Whitefield, o maior evangelista que a igreja já conheceu… Eu não creio que sequer um pastor esteve em um púlpito pregando a Palavra de Deus de forma evangelística como Charles Haddon Spurgeon. Então, o que aprendemos com Spurgeon é como pregar o Evangelho de Jesus Cristo.
    Há muita conversa, hoje em dia, sobre ser centrado no Evangelho, direcionado pelo Evangelho, sobre exaltar o Evangelho, sobre ser centrado em Cristo, etc., mas raramente essas pessoas, de fato, persuadem, argumentam e oferecem livremente o Evangelho e falam como Spurgeon, com as próprias palavras de Cristo, “entrem pela porta estreita; venham a mim todos que estão cansados e sobrecarregados”, e com imperativos, clamam e até mesmo comandam que os perdidos se arrependam e que creiam em Jesus Cristo.
    É uma coisa estar no barco e jogar a rede – ser um pescador de homens. Mas é algo além puxar a rede e buscar ser usado por Deus para urgir e exortar aqueles que estão sem Cristo a virem para Cristo naquele exato momento – não amanhã, não para irem para suas casas pensar sobre isso, mas como as Escrituras dizem: “agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação!”. O sentimento de urgência para que, aqueles que estão ouvindo o Evangelho, façam, naquele momento, em seus corações, um compromisso decisivo por Cristo e venham até Ele pela fé.
    Por Steve Lawson © copyright 2012 Shepherds’ Conference, um ministério de Grace Community Church


    Fonte:blog Fiel

    Cristãos realizam relógio de oração na Síria



    Intercessores pedem por paz no país devastado pela guerra civil
    Por Jussara Teixeira
    Cristãos realizam relógio de oração na Síria
    Cristãos em Damasco, capital da síria, estão realizando orações e jejum coordenados em favor do país que passa por uma guerra civil que já provocou centenas de mortes.
    O relógio de oração funciona 7 dias por semana, 24 horas por dia, segundo a agência missionária Portas Abertas. Cada participante intercede durante uma hora, em favor de seu país. A situação das ruas, em que ocorrem bombardeios e tiroteios obriga que os intercessores orem em sua própria residência. Já durante o dia e a tarde, os cristãos se dirigem às suas igrejas.
    A organização de assistência humanitária britânica War Child informou que crianças estão sendo usadas como escudos e soldados nos conflitos armados no país.
    Elas podem estar sendo objeto de execuções, sofrendo ferimentos graves, sequestros e estupros. De acordo com a War Child, nenhuma criança está segura no país. Só na capital, Damasco, estima-se que vivam 2 milhões de meninos e meninas.
    Os conflitos armados na Síria já duram 16 meses e mataram mais de 16 mil pessoas.
    Entenda o conflito na Síria
    Os conflitos iniciaram com manifestações contra o governo que começaram na cidade de Deraa, no sul da Síria, em março de 2011, quando um grupo de pessoas se uniu para pedir a libertação de 14 estudantes de uma escola local.
    A reivindicação dos manifestantes era por um sistema político mais democrático e maior liberdade de expressão em um dos países mais repressivos do mundo árabe.
    Contudo, ao passo em que as forças pró-governo abriram fogo contra protestos originalmente pacíficos, os opositores ao regime começaram a pedir a renúncia do presidente Bashar al-Assad.
    O Exército Livre Sírio (ELS), que está entre as forças de oposição, encontram-se equipados dom forte armamento, apesar de inferior ao do governo, e tem lançado uma série de ataques contra as forças de segurança do regime.
    O regime sírio continua com bombardeios sobre o centro e a periferia de Damasco – onde ocorreu a maioria das mortes registradas. Além da capital, as províncias que mais sofrem com a repressão são Idleb e Homs.
    Especialistas em política internacional apontam a Síria como um dos países mais importantes do quadro geopolítico do Oriente Médio. Eles temem que os conflitos se alastrem a nações vizinhas devido à proximidade do governo de Assad com grupos como o Hezbollah, no Líbano, e o Hamas, nos territórios autônomos da Palestina.
    O país também é um dos principais aliados do Irã, arqui-inimigo dos Estados Unidos, de Israel e inclusive da Arábia Saudita. O temor é que esta configuração possa levar qualquer conflito armado na região a uma crise de grandes proporções internacionais.
    Fonte:gospelprime

    domingo, 22 de julho de 2012

    Rainha do carnaval carioca Vânia Love, irmã do jogador Vagner Love, larga tudo e se entrega a Deus. Confira o testemunho


    Rainha do carnaval carioca Vânia Love, irmã do jogador Vagner Love, larga tudo e se entrega a Deus. Confira o testemunho

    A rainha do carnaval carioca Vânia Love, que já foi rainha de bateria da escola de samba Império Serrano e, em 2012, desfilou como musa da Portela, anunciou recentemente que abandonou o carnaval e se converteu ao evangelho.
    A atriz e modelo, que é irmã do jogador de futebol Vagner Love, revelou através do Twitter que há um ano vem frequentando uma igreja evangélica e que decidiu se converter de vez e traçar novos rumos em sua vida. Vânia ficou conhecida nacionalmente por suas participações no carnaval carioca e em novelas da Rede Globo.
    - Faz um ano e meio que comecei a frequentar uma igreja evangélica, e Deus tem feito maravilhas na minha vida. Decidi traçar novos rumos! Vou me dedicar a minha vida profissional, minha Família, meus amigos e não amigos, e fazer o que for significante para Deus. Gostaria de agradecer todo o carinho que vocês tiveram comigo no decorrer desse tempo, e que vocês continuem me acompanhando nessa nova etapa da minha vida. Irei continuar a compartilhar aqui as coisas boas que irão acontecer. Afinal, as notícias boas de Deus nós devemos espalhar para edificação da fé, honra e glória Dele! – afirmou a modelo, em uma série de mensagens pelo Twitter.
    Vânia escreveu também a seus seguidores na rede social que está bem, e que não ocorreu nenhum fato grave que a levasse a tomar essa decisão. A atriz está frequentando a igreja Ministério Internacional Plenitude e Vida, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.
    Segundo o site Ego, Vânia deu uma pequena entrevista na qual falou brevemente sobre sua nova opção de vida e disse que ela inclui não desfilar mais no Carnaval.
    - Tudo o que escrevi no Twitter é verdade. É aquilo mesmo. Estou indo à igreja já há um ano, mas agora me converti e estou bem feliz. Não fico mais no carnaval. Estou fora. – destacou.
    Fonte: Gospel+

    Grupo de hindus extremistas obriga cristãos a adorarem outros deuses


    Eles foram agredidos e ainda expulsos da aldeia onde viviam no distrito de Dakshin Bastar, na Índia.
    Por Leiliane Roberta Lopes
    Grupo de hindus extremistas obriga cristãos a adorarem outros deuses
    De acordo com o ministério Portas Abertas, no mês de junho cristãos de uma aldeia no Estado de Chhattisgarh, na Índia, foram obrigados a participarem de rituais hindus e depois disso foram expulsos do local onde viviam.
    O ato aconteceu no distrito de Dakshin Bastar, 150 extremistas hindus levaram 15 cristãos para o templo Pendevi e ali foram obrigados a adorar as divindades daquela religião. As informações foram passadas por Akhilesh Edgar, da Aliança Evangélica da Índia, que também confirmou que os raptores chegaram a agredir os cristãos.
    Depois de serem expulsos da aldeia, os cristãos foram pedir ajuda para o pastor John Nag, conhecido por trabalhar em defesa dos cristãos, que foi até a Associação Evangélica da Índia pedir ajuda para Asaram Bech, que é cristão e que oferece sua casa para a realização de reuniões de oração.
    Eles tentaram falar com o líder da aldeia, suplicando para que essas 15 pessoas pudessem voltar para suas casas, mas o líder se recusou a permitir o retorno dessas pessoas. Diante da resposta negativa os aldeões expulsos se refugiaram na aldeia do pastor Nag.
    Todos os cristãos que sobrem perseguições na Índia podem procurar a Associação Evangélica da Índia para prestar queixa, já que muitos ficam com medo de ir até a polícia com medo de causar uma tensão religiosa. Órgãos como esses trabalham em diversas regiões do mundo para ajudar e apoiar aqueles que são perseguidos por causa da fé.
    Não deixe de orar pela Igreja Perseguida, acesse o site do ministério Portas Abertas e veja a classificação dos países de acordo com o grau de perseguição.
    Fonte:gospelprime

    sábado, 21 de julho de 2012

    Cantor da música tema de ‘Avenida Brasil’ diz ser evangélico


    Nos últimos dias, a novela ‘Avenida Brasil’, da Globo, foi um dos assuntos mais comentados por conta do sucesso que está fazendo. Mas quem ouve o refrão da música tema e vê a sombra de corpos fazendo uma dança sensual na tela sequer podia imaginar que o cantor é evangélico.
    O paulistano Robson Moura “estourou” no início deste ano com a música “Dança com tudo”. É a versão do “kuduro” de um cantor português chamado Lucenzo. A Globo comprou os direitos em janeiro e primeiramente cogitou o cantor Latino para interpretá-la. Mas Latino já havia feito uma versão da versão em espanhol, gravado por Dom Omar.
    Milena Dias, que canta trilhas de novela, indicou Moura e a Globo aprovou. Embora muitos ainda confundam a voz dele com a de Latino, ele explica que sua versão é bem diferente.
    Antes do sucesso, ele conta que passou por bandas de baile, tocou na banda de Mara Maravilha e já gravou canções gospel. Porém, no momento prepara disco e faz shows do que chama de “hits brasileiros em ritmo latino”.
    Embora diga que a maioria das pessoas não o reconheça na rua, enfatiza: “Tudo mudou na minha vida desde a primeira semana da novela”.
    Nos primeiros meses não tinha empresário, site, nada. Porém, seu disco de estreia deve ser lançado em setembro e espera que o sucesso aumente. Sua maior referência e “inspiração” é Sidnei Magal.
    Porém, nem sempre foi assim. “Eu toco teclado desde os sete anos, tocava na Igreja”, lembra.
    “Comecei como pianista popular e tecladista… Toquei em peças de teatro, bandas de baile e grupo gospel. Acompanhei a Mara Maravilha”. Ele teve o que chama de “fase gospel”.
    “Eu comecei na Igreja a ter contato com música. Sou evangélico até hoje. A influência boa da música gospel é porque são vários ritmos. Tenho noção de soul, reggae, dance, sertanejo. Tem gospel de todos os estilos”, explica ao falar sobre sua versatilidade musical.
    Entrevistado pelo portal G1, ele explica que não se vê associado a uma música sensual, como sugere a abertura da novela.
    “É uma questão que tinha desde adolescente. Tenho cuidado de não cantar palavrão. Não gosto disso, independentemente de ser ou não evangélico. Tem música que eu fico vendo as senhorinhas e penso: não é legal ouvir isso. É desnecessário. Agora tenho mais autonomia do que nos tempos de banda de baile. Tem um livro da bíblia, Cantares de Salomão, e o Rei Salomão fala dos seios da mulher dele, que são ‘como dois montes’. Ser evangélico não quer dizer que você não pode falar da beleza feminina. Canto uma música do Ricky Martin, ‘Maria’, que tem uma letra sobre uma mulher poderosa, que tem o ar da sedução… Ela é tão intensa. Mas não é de uma forma pejorativa”, conclui.
    Fonte: Gospel Prime

    Acríticos conformados: uma forte tendência na Igreja brasileira.

    Por Ruy Marinho

    Acríticos conformados: uma forte tendência na Igreja brasileira.

    Um perigoso bloqueio intelectual está sendo inserido na mente dos cristãos da Igreja brasileira. Trata-se de uma onda de conformismo acrítico, ou seja, a aceitação cômoda de não criticar as palavras e atitudes das pessoas no ambiente eclesiás- tico, impossibilitando o crente de provar pensamentos e atitudes de maneira biblicamente racional.
    O apóstolo Paulo adverte que a nossa fé não deve ser irracional: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vossoculto racional” (Rm 12:1, negrito meu).[1] O reformador Calvino alertou que “a fé não consiste na ignorância, senão no conhecimento; e este conhecimento há de ser não somente de Deus, senão também de sua divina vontade.”[2] Excluindo o senso racional, o cristão ficará intelectualmente enfraquecido e mais propício a aceitar os enganos dos falsos profetas que Cristo nos alertou: “levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos” (Mt 24:11).
    Em primeira análise, percebemos que este bloqueio intelectual é resultante dos famosos terrorismos espirituais, causados por clichês como “não toqueis nos ungidos de Deus” e “não devemos julgar”, que infelizmente são ensinados e defendidos por muitos líderes. Porém, é importante salientar que na verdade trata-se de conceitos teológicos errôneos, dos quais tem como objetivo impossibilitar a pessoa de desenvolver suas faculdades mentais de raciocínio lógico, facilitando o falso líder a ter um controle manipulável dos membros de sua respectiva comunidade.
    Aqueles que são resignados a esta condição acrítica, acomodam-se na posição irracional de “crente manipulado”, bloqueando qualquer ação iniciativa e inibindo o desejo de evoluir teologicamente. Ou seja, o crente estará sujeito à restrição de qualquer questão doutrinária e/ou moral, aprisionando sua mente ao ponto de não conseguir discernir mais o certo do errado. Neste caso, as verdades absolutas estão enganosamente contidas nas palavras de seus respectivos líderes e não na bíblia. Com isso, não há entendimento bíblico correto dos textos sagrados, fazendo com que nos ambientes eclesiais os falsos conceitos ensinados sejam tidos como verdades espirituais absolutas e inquestionáveis.
    Para as pessoas nessas condições, uma exortação vinda de alguém sobre o perigo eminente decorrente de algum erro teológico, praticamente não possui efeito, pois a comodidade e a cegueira espiritual é um impedimento para tais pessoas crescerem e se aprofundarem nas verdades bíblicas, bem como desenvolver a verdadeira fé cristã com discernimento e senso crítico. Afinal, a mentira dita várias vezes pelo falso líder torna-se verdade absoluta e a ideia apócrifa do “ungido de Deus incriticável” é facilmente implantada.
    Na verdade, seguir este conceito é um tremendo engano, pois a Bíblia mostra exatamente o contrário! Um exemplo claro está em Atos 17:11, onde narra que os crentes de Beréia eram pessoas nobres, porque conferiram nas Escrituras o que ouviram de Paulo, para ver se, de fato, era verdade. Caro leitor, seja sincero! Você tem o costume de conferir na Bíblia tudo o que ouve e vê? Se a resposta for não, você pode estar vivendo algo parecido com o que descrevi acima.
    Neste caso, é necessário uma atitude urgente, voltando-se para a Bíblia antes que seja tarde, pois se a mesma é a nossa única regra de fé e conduta, devemos tê-la como bússola para todas as nossas atitudes. Caso contrário, estaremos inconscientemente negando a Bíblia e depositando a nossa esperança em homens. O primeiro passo é desmistificar os dois pontos principais que causam o comodismo acrítico, citados no começo desse artigo.
    1 – Não toqueis nos ungidos de Deus!
    As passagens bíblicas utilizadas para defender que não devemos “tocar nos ungidos de Deus” são 1Sm 24:6 “E disse [Davi] aos seus homens: o Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele, pois é o ungido do Senhor. Dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas.” e Sl 105:15 “Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas”.
    Baseado nesses dois versículos, muitos líderes tendenciosos criaram uma classe especial de crentes que, segundo eles, seriam absolutamente incriticáveis ou inquestionáveis, como se fossem mediadores exclusivos entre o homem e Deus. Isso é um tremendo engano, pois o nosso único mediador é Jesus Cristo (1Tm 2:5).
    Biblicamente, ungir significa “derramar óleo sobre”. Na cultura judaica antiga, era a forma de oficializar um ofício de sacerdote, ou de reis, para credenciá-los a serem mediadores entre Deus e a humanidade. Por esta razão, Jesus é chamado de Cristo ou Messias, palavras que significam “ungido”.
    Em 1Sm 24:6, Davi está falando exclusivamente de Saul, que era ungido como rei. Em Sl 105:15, o salmista fala dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó. Em ambos os casos, o sentido de “tocar”, segundo o contexto, significa utilizar de violência física, maltratar, estender a mão contra. Em momento algum estas passagens são direcionadas contra questionamentos e/ou críticas. Do contrário, invalidaria a repreensão do profeta Natan a Davi (2 Sm 12:1-15), a crítica e repreensão de Paulo para com Pedro em seu erro doutrinário (Gl. 2:11-16) e até mesmo o próprio Jesus em várias críticas e repreensões que o mesmo fez aos fariseus (Mateus 23:23 e Lucas 11:23).
    No Novo Testamento, o termo “unção” (grego=chrisma) aparece apenas três vezes, dentro de uma mesma passagem, 1 Jo 2:20 e 27, na qual afirma que todos nós recebemos e temos conhecimento da “unção que vem do Santo“, ou seja, todos nós somos capacitados pelo Espírito Santo (2Co 1:21-22). Em comparação, a palavra “ungido” (grego=Christos) é direcionada exclusivamente para Cristo, nunca para os líderes da igreja, nem mesmo aos apóstolos.[2]
    Portanto, não existe qualquer possibilidade exegética que dê margem para aplicar as passagens veterotestamentárias em questão aos líderes da igreja, tornando-os incriticáveis e imunes a repreensões.
     2 – Não devemos julgar!
    A primeira passagem Bíblica que devemos analisar, talvez seja a mais usada para afirmar que não devemos julgar aqueles que ensinam conceitos contrários as Escrituras. Trata-se de Mateus 7:1 “Não julgueis, para que não sejais julgados.” Pegando este versículo isolado, de fato, a interpretação será absoluta para “não julgar”. Porém, jamais devemos interpretar textos bíblicos de maneira isolada, retirando as passagens de seus respectivos contextos. E o contexto direto da passagem nos diz claramente que Jesus não proibiu o julgamento em si, mas um tipo de julgamento específico. Vejamos: “Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.” (Mt 7:2-5)
    No versículo 1, Jesus disse aos judeus que eles não deveriam julgar. Já do versículo 2 em diante, Cristo dá a razão pela qual eles não poderiam julgar: o julgamento hipócrita! Os judeus estavam condenando os pecados dos irmãos, porém eles próprios estavam praticando as mesmas coisas (e até piores). Imagine como exemplo, uma mulher que abortou uma criança criticando um bandido que matou alguém em um assalto! Por fim, no versículo 5, Cristo diz que devemos primeiramente corrigir os nossos próprios pecados, para somente depois ajudar o nosso irmão, corrigindo-o de seu erro.
    Outra passagem bastante utilizada pelos líderes manipuladores é Romanos 14:10, onde diz: “Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo“. Da mesma forma que Jesus, Paulo não está condenando o julgamento em si, mas sim um julgamento específico. Segundo o contexto, alguns irmãos recém convertidos eram legalistas, com isto os cristãos mais experientes estavam ficando impacientes. Paulo faz uma exortação para que os mesmos sejam mais tolerantes e não julguem os débeis (fracos) na fé, acolhendo-os com aceitação, pois com o tempo o amadurecimento viria naturalmente. Vale lembrar que, o que estava em questão não eram assuntos que comprometiam a ortodoxia cristã, mas sim pontos secundários da fé. Se fosse algo que comprometesse a fé cristã, Paulo com certeza teria outra atitude (Gl 1:6-7, 3:1-5, Fp 3:2, 18-19).
    A bíblia claramente instrui os cristãos a julgar todas as coisas. Prova disto está em João 7:24: “Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça”. No contexto da passagem, Cristo está confrontando os judeus que questionaram sua doutrina, e tinham-no acusado de ter um diabo (vs 20) e de quebrar o dia do Sábado curando um homem (Jo 5:1-16). A questão colocada por Jesus é o ato de julgar de maneira exterior e superficial, ou seja, sem conhecer realmente os fatos, tornando o julgamento injusto. O ato de julgar “pela reta justiça” tem como premissa a lei de Deus como padrão pelo qual discernimos as coisas, pois a bíblia é a nossa única regra de fé e prática.
    1ª Coríntios 5 também é uma base bíblica importante a respeito do nosso dever de julgar. No versículo 3 Paulo declara, sob a inspiração do Espírito, que ele tinha julgado um membro da igreja em Corinto que estava vivendo no pecado de fornicação. Seu julgamento a tal pessoa foi “seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no Dia do Senhor Jesus”. Já nos versículos 9 a 13, Paulo lembra aos santos do seu dever de julgar as pessoas que estão dentro da igreja, se elas estão ou não obedecendo à lei de Deus. Aqueles que alegam ser cristãos e são membros da igreja, mas que são julgados como sendo desobedientes a qualquer mandamento da lei de Deus (vs 9-10), devem ser excluídos da comunhão da Igreja. Paulo, sob a inspiração do Espírito, diz para a igreja não tolerar pecadores impertinentes.
    Outras passagens bíblicas também indicam que é de nossa responsabilidade julgar. Jesus pergunta às pessoas em Lucas 12:57: “E por que não julgais também por vós mesmos o que é justo?”. Paulo orou para que o amor dos crentes em Filipos “aumentasse mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção” (Fl 1:9). Ele disse aos Corintos: “Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo” (1 Co 1:15).
    Os cristãos são solicitados a examinar tudo e reter o bem (1 Ts 5:21). Eles também são obrigados a provar se os espíritos são de Deus: “Irmãos, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas tem saído pelo mundo afora” (1 Jo 4:1). Mesmo nas reuniões cristãs eles devem “julgar” o que ouvem: “Tratando-se de profetas, falem apenas dois ou três, e os outros julguem” (1 Co 14:29). Os Crentes de Corinto receberam ordens para julgar imediatamente a imoralidade existente entre os seus membros (1 Co 5:1-8). Mesmo o estrangeiro de passagem não deve ser hospedado se for verificado que não se trata de uma pessoa alicerçada na verdadeira fé ( 2Jo 10,11). Deve ser considerado como anátema (maldição) àqueles que apresentarem algum tipo diferente de evangelho (Gl 1:9).
    Portanto, concluímos que biblicamente é dever de todo Cristão Julgar, fazendo juízo através de suas faculdades mentais de raciocínio. Se alguém ensinar algo em desacordo com as Escrituras – mesmo partindo do líder de sua igreja, esta pessoa deve ser confrontada com a Bíblia, obviamente com respeito e submissão. Ninguém, absolutamente, é intocável ou incriticável, pois não há respaldo bíblico para afirmar que exista um nível de “unção especial” que anule o raciocínio para o entendimento de qualquer coisa falada, ensinada e praticada. Tudo deve ser conferido na Bíblia.
    Por fim, alerto que este ato de julgar não significa fazer injúrias ou calúnias, com comportamentos de sarcasmo e desprezo sobre a pessoa que está no erro, mas sim deve ser feito com linguagem sadia e irrepreensível, no âmbito teológico e moral (Tito 2:7-8, 1Pe 3:15-16). Se alguém está desviando-se do Evangelho e pregando heresias, a nossa obrigação é alertar, repreender, exortar e conduzir o pecador ao entendimento bíblico (2Tm 4:2-4). Caso a disciplina seja indispensável, a mesma deve ser aplicada com seriedade, amor e tristeza, sempre objetivando o arrependimento, e não a condenação eterna do pecador, algo que cabe exclusivamente a Deus.
    Soli Deo Gloria!
    Notas:
    [1] – A tradução bíblica utilizada no artigo é a Almeida Revista e Atualizada – SBB.
    [2] – CALVINO, João. As Institutas Vol. 3. Casa Ed. Presbiteriana. São Paulo, 1985. P. 25.
    [3] - Concordância Fiel do Novo Testamento Grego-Português, Vol 2. – Editora Fiel

    Por 

    Cristão reformado, casado com Sandra Nara e pai do Davi. Diretor de arte, designer gráfico por formação. Teólogo, apologista cristão e blogueiro, autor de diversos artigos referentes à defesa da fé cristã, bem como refutações de práticas anti-bíblicas, de seitas e heresias. Editor doBlog Bereianos e articulista de outros blogs e sites. Twitter @ruymarinho

    Do fundamentalismo ao liberalismo sem nunca ter passado pela reforma - ou, para onde caminha a igreja brasileira?


    Por Franklin Ferreira 

    Do fundamentalismo ao liberalismo sem nunca ter passado pela reforma - ou, para onde caminha a igreja brasileira?
    Espanta-me nos debates teológicos recentes a falta de referência à Escritura. Alguns escritores propõem revisões radicais e na maioria das vezes uma ruptura com a tradição cristã na doutrina de Deus e da salvação sem a menor preocupação em remeter seus leitores (ou, pelo menos, suas tribos ou guetos) para a Escritura – que pelo menos em anos recentes era tomada como a incondicional Palavra de Deus por aqueles que se identificavam como cristãos. Mesmo em debates básicos, como sobre aspectos da ética cristã, são pautados não mais pela Escritura, mas pela mera opinião pessoal ou, no melhor espírito de manada, por seguir cegamente a opinião do líder. Vai-se assumindo que a Escritura pode até ser um livro importante, uma coletânea de bons conselhos, ou mesmo que contenha uma mensagem vagamente piedosa em meio a histórias de guerras, traições e matanças, mas que, finalmente, por meio de nossa razão ou intuição podemos alcançar e descobrir a Deus acima e além da Escritura.
    Isto não é novo. É o mesmo esforço religioso e idolátrico presente na construção da torre de Babel. E o relato bíblico é claro: Deus despreza a ação religiosa, bagunçando-a e repelindo-a, posto ela ser somente isto, esforço e idolatria. Mas, para os cristãos, quando as Escrituras falam, é Deus mesmo quem fala, e fala a nós. Deus dixit! Dominus dixit! E nas Escrituras aprendemos que, do começo ao fim, é o Senhor Deus todo poderoso quem busca os seus, por pura misericórdia, em Cristo Jesus.
    Outrora, os fundamentalistas usavam a Escritura como texto-prova (dicta probantia). Podiam praticar uma hermenêutica literalista ou ingênua, no entanto havia uma genuína preocupação em citar o texto bíblico, de remeter seus ensinos para a Escritura. Hoje, nem isto. De um lado, a invasão dos métodos críticos na interpretação da Escritura supostamente tornou sem razão afirmar algo a partir das Escrituras, já que esta, para muitos dos que seguem tais metodologias, não é mais inspirada, mas mero produto humano. Do outro lado, as supostas novas revelações ligadas aos bispos e apóstolos neo-pentecostais tornaram a Escritura um mero acessório em suas comunidades. Por isto, no âmbito eclesiástico, basta unir alguns chavões piedosos à linguagem religiosa, e qualquer ideia passará facilmente por “cristã”. E os fiéis a seguem, sem nem mesmo se preocuparem em examinar “as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim” (Atos 17.11). A nobreza foi perdida. Por isso, o que se tem é o ressurgimento do velho gnosticismo, mais uma vez tentando se parecer com o cristianismo. Mas gnosticismo não é cristianismo.
    Na medida em que importantes segmentos da igreja brasileira loucamente tentam colocar de lado o “bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores; o único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível” (1Tm 6.15-16), uma nova casta sacerdotal vai surgindo, com seus apóstolos e bispos endinheirados, e com certos eruditos que constantemente precisam apelar à falácia do argumentomagister dixit, enquanto se agarraram às teorias críticas do século XIX como se fossem a última moda teológica, todos igualmente caricatos e bufões. E vive-se o absurdo onde abandonar a Escritura, desprezar a igreja, transformar Jesus num curandeiro ou mestre inofensivo é ser de vanguarda, mas qualquer crítica feita a esta nova classe sacerdotal, grandemente responsável por esta doença, equivale à blasfêmia, atraindo a ira e a revolta de seus cegos seguidores, que se juntam em correntes de ódio.
     E nisto novas ideias tentam tomar o lugar da reta doutrina, do puro evangelho – pode ser o pelagianismo, a mensagem da prosperidade, o teísmo aberto ou o marxismo cultural, que tomou de assalto todas as esferas da sociedade, que anseia por inaugurar um suposto milênio na terra, a utopia totalitária do “outro mundo possível”. Tristemente, alguns cometem a alucinada infâmia de tentar misturar a absoluta Palavra de Deus em Jesus Cristo com uma ideologia corrupta e corruptora, o sistema de ideias mais assassino da história. Em sua loucura, todos estes pervertem a mensagem cristã, seguindo não mais o Evangelho, mas correndo atrás de outro tipo de anúncio (ἕτερον εὐαγγέλιον), mera perversão ou caricatura, não mais a boa nova da salvação de Deus em Cristo, que justifica, redime, reconcilia e adota ímpios pela fé somente, regenerando-os por meio da obra do Espírito Santo. A mensagem para estes que abandonaram a pura Palavra de Deus é: “Mas ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregue um evangelho diferente do que já vos pregamos, seja maldito. Conforme disse antes, digo outra vez agora: Se alguém vos pregar um evangelho diferente daquele que já recebestes, seja maldito” (Gl 1.8-9).
    Tristemente, o veredito de Bonhoeffer sobre o cristianismo nos Estados Unidos do fim da década de 1930 descreve com exatidão os evangélicos no Brasil: 
    “Deus não concedeu ao cristianismo americano nenhuma reforma. Ele lhe concedeu vigorosos pregadores reavivalistas, pastores e teólogos, mas nenhuma reforma da igreja de Jesus Cristo por meio da Palavra de Deus. Qualquer coisa das igrejas da Reforma que chegou à América ou está em exclusão consciente e afastada da vida geral da igreja ou foi vítima do protestantismo sem reforma… A teologia americana e a igreja americana como um todo nunca foram capazes de compreender o significado da ‘censura’ pela Palavra de Deus e tudo o que isso significa. Do primeiro ao último, eles não entendem que a ‘censura’ de Deus toca até mesmo a religião, o cristianismo da igreja e a santificação dos cristãos, bem como que Deus fundou sua igreja para além da religião e para além da moralidade. Um sintoma disso é a adesão geral à teologia natural. Na teologia americana, o cristianismo ainda é essencialmente religião e moralidade. Por causa disso, a pessoa e a obra de Cristo, na teologia, vão permanecer em segundo plano e, por longo tempo, ficar incompreendidas, porque não são reconhecidas como o único fundamento do julgamento e do perdão radical. A principal tarefa na atualidade é o diálogo entre o protestantismo sem reforma e as igrejas da reforma.” [Dietrich Bonhoeffer, “Protestantism without the Reformation”, em Edwin H. Robertson (org.), No Rusty Swords: Letters, Lectures and Notes, 1928-1936 (Londres: Collins, 1965), p. 92-118.]
     A crítica deste mártir sobre o cristianismo nos Estados Unidos está essencialmente correta, e se aplica integralmente a nós, hoje, no Brasil. Em resumo, para grande parte dos evangélicos brasileiros, o cristianismo é essencialmente sobre o que se faz para Deus. E é justamente neste ponto que rompemos totalmente com a fé bíblica redescoberta na Reforma, pois esta enfatiza e ensina somente o que Deus fazpor nós por meio do Cristo crucificado, dando prioridade à graça livre e soberana, agindo em meio ao nosso pecado, vício e escravidão existencial, redimindo-nos e tornando-nos novas criaturas. A mensagem do evangelho não é um recurso para melhorar nossa autoestima ou para nos ajudar a ascender socialmente, ou fazer a igreja crescer em cinco passos ou qualquer outra coisa deste gênero; é sobre ouvir e crer na mensagem revelada na Escritura sobre a graça de Deus em Cristo crucificado; é sobre nossa morte e ressurreição, nossa morte e ressurreição diária, enquanto aguardamos novos céus e nova terra.
    Fonte:Revista Teológica Brasileira

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