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terça-feira, 26 de novembro de 2013

E QUANDO DEUS NÃO ATENDE NOSSA ORAÇÃO?

Pare, leia e pense!

ora1Por Maurício Zágari
O que devemos fazer quando estamos enfrentando um problema; oramos, oramos e oramos a Deus… mas não recebemos o que pedimos? Isso ocorre muitas vezes em nossa vida: simplesmente nossa oração não é atendida. A sensação que temos, nesses casos, é que Deus ou não nos ouviu ou nos virou as costas. Bem, na verdade não é isso o que ocorre. Há um acontecimento na vida de Paulo que pode nos conduzir a uma reflexão bem interessante sobre orações não atendidas.
Para pensarmos sobre essa questão, precisamos ler a famosa passagem do espinho na carne. “Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos [...] foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir. [...] E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co 12.2-9).
Pense bem: o que diferencia essa experiência de Paulo da sua experiência pessoal? Vejamos: Paulo tem um problema. Você tem um problema. Paulo ora a Deus pedindo uma solução. Você ora a Deus pedindo uma solução. Paulo não vê sua oração ser respondida da primeira vez. Você não vê sua oração ser respondida da primeira vez. Paulo persiste na oração, orando uma segunda vez. Você persiste na oração, orando uma segunda vez. Paulo não é atendido. Você não é atendido. Paulo ora sem cessar, clamando uma terceira vez. Você ora sem cessar, clamando uma terceira vez. Paulo não é atendido. Você não é atendido. Tudo igualzinho, reparou? A experiência do apóstolo em nada difere da sua. Só que, no caso dele, aconteceu um fenômeno que com você não acontece. É um detalhe nessa passagem que, a meu ver, é de suma importância.
Deus explicou.
ora2Estas palavras de Paulo fazem toda a diferença: “Então, ele me disse…”. Sim, o Senhor verbalizou ao apóstolo, deu a ele uma explicação audível para o fato de não ter atendido seu clamor. E isso tirou do coração de Paulo toda a angústia que sente a pessoa que ora mas não é atendida. Havia uma explicação. Havia uma motivo cognoscível para aquilo. Mesmo que seu desejo não tivesse sido satisfeito, Paulo agora sabia a razão. E podia seguir em paz, pois tomou conhecimento do que levou Deus a não lhe conceder o que queria. E essa é a grande diferença da experiência de Paulo para a sua: ele recebeu uma justificativa. Com você e comigo isso não acontece. Ninguém nos diz por que nosso pedido ao Todo-poderoso foi negado.
Faça um exercício de imaginação. Suponha que Deus tivesse ficado quieto e simplesmente não explicasse a Paulo o porquê de não ter atendido aos seus pedidos. O apóstolo permaneceria ali, clamando, em angústia de alma, cheio de perguntas na cabeça. “Será que Deus não me ouviu?”. “Será que Deus só me atenderá daqui a muitos anos?”. “Será ao menos que Deus atenderá ao meu clamor algum dia, mesmo que demore?”. “Será que os céus se fecharam a mim?”. “Será que os meus pecados impedem Deus de atender minha oração?”. Será que o Diabo está impedindo Deus de atender meu clamor?”. Será, será, será, será, será…?
Paulo poderia ter feito isso, e não seria nenhuma novidade. Afinal… não é exatamente o que nós fazemos?
ora3Deus decidiu em sua soberania que simplesmente não iria atender a oração de Paulo. Não teve nada a ver com falta de fé, ação do Diabo, pecado não confessado, nada disso. Simplesmente o Senhor disse “não” à oração do apóstolo porque queria proteger seu filho amado de pecar pela soberba. E é precisamente o que ele faz conosco em muitas e muitas situações semelhantes. Nós oramos, clamamos, nos esgoelamos, mas não somos atendidos. E aí os “será” invadem nossa mente e ficamos angustiados, cheios de conjecturas, sofrendo, questionando até mesmo a onisciência de Deus: “Será que ele não ouviu minha oração?”.
Claro que ouviu. Deus ouve todas as orações. E antes mesmo de orarmos ele já sabe o que vamos falar: “Ainda a palavra me não chegou à língua, e tu, SENHOR, já a conheces toda” (Sl 139.4)“. Essa ideia de que “Deus não ouve a oração” não é bíblica. O que acontece é que ele decide não nos dar o que pedimos. Ouve, pondera e responde com um grande “não”. Ponto. Não há fé no mundo que altere a vontade soberana do Criador do universo. Paulo não tinha fé? Possivelmente a maior do mundo. Mas Deus quis não atender seus pedidos, porque, por saber tudo, entendia que, no grande plano de causas e consequências do universo e da eternidade… não atendê-los era o melhor. Inclusive, era o melhor para o próprio apóstolo, embora ele não soubesse, visto que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28). A grande vantagem de Paulo é que o Senhor disse de forma inequívoca que tinha escutado a oração mas não a atenderia. Conosco ele não faz isso. Temos de nos contentar com o silêncio. Não vem resposta. O que pedimos não acontece. Ficamos impacientes, como se o Pai tivesse a obrigação de nos atender só porque oramos com fé. E não entendemos nada.
ora4Em vez de ficar imerso em “será”, talvez Paulo partisse para a ação se Deus não tivesse afirmado explicitamente a ele que sua oração não seria atendida. É possível que orasse uma quarta vez, uma quinta, uma sexta, uma sétima. Talvez ficasse anos orando. E ficaria a ver navios, porque, apesar de sua inequívoca grande fé, Paulo estava debaixo da soberana vontade de Deus – e, para aquela oração, a resposta da soberania divina era “não”. Se Paulo fosse um crente temperamental ou imaturo, ele poderia “ficar de mal” com o Senhor ou até mesmo se desviar da fé. Não é o que muitos de nós fazemos? Como não recebemos de Deus o que pedimos o largamos para lá? Ou então tomamos as rédeas da situação e agimos pela força da nossa mão? Quero a cura, mas, como não fui curado, vou procurar um pai de santo. Quero prosperidade, mas, como não tive um aumento de salário, vou atrás de facilidades. Quero que liberem o meu processo na Prefeitura, mas, como não liberaram, vou dar propina. Quero me casar, mas, como não encontrei ainda a pessoa ideal, vou buscar no mundo. E coisas do gênero.
Deus é muito sábio. O silêncio dele é uma maravilhosa maneira de ver que tipo de crentes somos nós. Se o Senhor explicasse suas decisões e seus “não” a cada um de nós… aí seria fácil. Mas o fato de ele decidir não atender e – também – não responder nossa oração mostra o alcance de nossa fé, estimula nossa perseverança e nos testa, para ver até onde estamos dispostos a segui-lo e servi-lo tendo somente a graça divina em nossa vida. A graça dele nos basta. Ele sabe disso; nós é que não nós contentamos com ela, queremos porque queremos também as bênçãos. O silêncio de Deus ante uma oração não atendida é a maneira de o Senhor nos mostrar quem nós somos: se perseverantes, servis, fiéis, homens e mulheres de fé, murmuradores, interesseiros, compromissados… ou não.
ora6Tenho visto que o problema maior entre nós, cristãos, não é Deus não atender nossas orações, mas ele não respondê-las. Como o silêncio divino é a regra (o que ele fez com Paulo é a exceção), isso nos tira do sério. O caminho para permanecermos inabaláveis na nossa fé e no relacionamento com o Senhor é sabermos que ele está agindo por trás do véu do silêncio. E, se não temos uma resposta, isso absolutamente não significa que ele não nos ouviu. Devemos abandonar essa ideia infantil. Deus é onisciente, ele ouve tudo, ele sabe tudo. Mas muitas vezes decide que atender nossos pedidos não é o melhor. Se confiarmos nele, isso nos conformará e confortará.“Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará” (Sl 37.5). Se não confiarmos… é hora de repensarmos todo o nosso relacionamento com o Senhor, porque estamos muito longe de entendê-lo.
Deus vai negar muitos dos teus pedidos. Mas tenha esta certeza: isso não significa que ele não ouviu tua oração. Foi exatamente o que aconteceu com Paulo. É o que acontece conosco. Num caso raro, o apóstolo foi presenteado com uma explicação da boca de Deus. Nós não somos. Diante disso, nosso papel é orar, perseverar em oração e esperar com paciência. E se, depois de tudo isso, não formos atendidos, que tenhamos sempre em nossos lábios as palavras de Jó: “O SENHOR o deu, o SENHOR o levou; louvado seja o nome do SENHOR ” (Jó 1.21). Como escreveu o mesmo Paulo: “Orem continuamente. Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus” (1Ts 5.17-18). Orou mas não recebeu o que pediu? Dê graças. Em todas as circunstâncias dê graças. Ou seja: agradeça. Pois, se não recebeu, é porque não receber é o melhor. Não receber é pão e peixe. “Qual de vocês, se seu filho pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir peixe, lhe dará uma cobra? Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai de vocês, que está nos céus, dará coisas boas aos que lhe pedirem!” (Mt 7.9-11).
Obrigado, Pai, porque minha oração não foi atendida. Agradeço por isso, pois sei que, se o Senhor decidiu não atendê-la… o teu “não” é o melhor para mim.
Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício
***

Fonte: Apenas1. Divulgação: Púlpito Cristão.

Evangelismo não é: entretenimento (1/3)


NaoEntretenimento

Nessa série de textos retirados do livro “Deliberadamente Igreja” (Editora Fiel), iremos analisar mais de perto o que é e o que não é o evangelismo:

Evite o entretenimento

Muitas igrejas nos Estados Unidos têm usado métodos de evangelização fundamentados em entretenimento — alguns tem chamado isso de “teotretenimento” — para compartilhar o evangelho tanto a adultos como a crianças. No caso dos adultos, o método geralmente envolve uma forma de pesquisa do público-alvo e a criação de um culto evangelístico em que tudo, desde a música até ao sermão, é estruturado com o propósito de fazer com que as pessoas se sintam bem — uma abordagem do tipo “sente-se e aprecie o show”. No caso das crianças, o método assume a forma de grupos ou de Escola Dominical que gastam maior parte do tempo pensando em atividades engraçadas que introduzirão disfarçadamente o evangelho.
Não há nenhuma razão para argumentarmos contra a comunicação do evangelho de um modo compreensível, criativo e provocativo. Mas a evangelização que assume a forma de entretenimento tem algumas conseqüências perigosas. Lembre-se: aquilo com o que você ganha as pessoas é aquilo para o que você as ganha. Se as ganha com entretenimento, elas serão ganhas para o show, e não para a mensagem; e isso aumenta a probabilidade de falsas conversões. No entanto, ainda que elas não sejam ganhas para o show, métodos de evangelização fundamentadas em entretenimento tornam o arrependimento quase impossível. Não somos desafiados a abandonar nosso pecado quando nossos sentimentos são afagados e nossas preferências, estimuladas. O evangelho é inerente e irredutivelmente confrontador. Ele ataca a nossa justiça própria e nossa auto-suficiência, exigindo que abandonemos o pecado que amamos e creiamos em Alguém outro para nos justificar. Portanto, o entretenimento é um instrumento problemático de comunicação do evangelho, porque ele quase sempre obscurece os aspectos mais difíceis do evangelho — o preço do arrependimento, a cruz do discipulado, a estreiteza do caminho. Alguns discordarão, argumentando que a dramatização pode dar aos incrédulos uma imagem visual do evangelho. Mas já possuímos essas imagens. São as ordenanças do batismo e da Ceia do Senhor e as vidas transformadas de irmãos e irmãs em Cristo.
Isso não significa que temos de abafar toda a criatividade nos empreendimentos evangelísticos. Desejamos encorajar a criatividade em descobrir maneiras de compartilhar o evangelho. Isso significa que devemos ter cautela contra a dependência do entretenimento para a “eficiência” da evangelização, especialmente quando a evangelização acontece em nossas reuniões semanais para adoração.
As igrejas são mais saudáveis quando o evangelho é apresentado com mais clareza; e o evangelho é apresentado com mais clareza quando nossos métodos de evangelização são mais nítidos.
Texto retirado do livro Deliberadamente Igreja, do capítulo 3 “Evangelização com Responsabilidade“, trecho “Evite o entretenimento” (Pg 67 e 68).
Copyrigh © Editora FIEL
Autores: Mark Dever e Paul Alexander
Do original: “The Deliberate Church” (Pg 54 a 57).
Tradução: Francisco Wellington Ferreira

Por que clicamos em links idiotas? – Tony Reinke


PorQueClicamosEmLinksIdiotas

Por “links idiotas” quero dizer links na internet que não fazem nada a não ser dar um tapinha na nossa curiosidade involuntária. Eles fazem pouco por nós porque têm pouco a oferecer. Nós clicamos, lemos, assistimos, e frequentemente nos sentimos mais burros por isso.
Tais links clamorosos bagunçam a internet, oferecendo fofocas de celebridades, histórias bizarras de crimes, vídeos violentos e imagens sexuais — cada link pedindo pouco mais que um clique (que pedido trivial).
Então quão sutis são esses links? Enquanto escrevo, a página inicial da CNN realça sete títulos com links como “Top Histórias”:
* Prefeito que fuma crack não renunciará
* O marido empurrado estava com os olhos vendados?
* Mulher morta em ataque de pumas
* Citações erradas alimentam os ataques de Tom Cruise
* Cervo perfurado na fronte por flecha
* Adivinhe quem está usando jeans skinny de novo
* Astronautas lavam suas cuecas?
A atração magnética que às vezes sentimos por manchetes como essas precedem a internet e o noticiário da noite. Essa foi uma preocupação abordada pelo pai da igreja Agostinho, nascido em 13 de novembro de 354 A.D. (mais de 1.600 anos atrás).

Agostinho e as Curiosidades Inúteis

Agostinho refletiu sobre as tentações que turvavam e distraíam seu próprio coração em seu clássico da história da igreja, As Confissões.
Lá ele edificou o precedente bíblico em 1 João 2.16: “Tudo que há no mundo — a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida — não procede do Pai, mas procede do mundo”.
A expressão “a concupiscência dos olhos”, Agostinho interpreta como curiosidades inúteis. Tais curiosidades inúteis não são limitadas ao visual, mas envolvem impulsos de todos os cinco sentidos.

Vaidade em Muitas Formas

A sedução das curiosidades inúteis do mundo é profundamente enraizada em nossos antepassados, e podemos encontrá-la até na curiosidade rebelde de Adão e Eva quanto à árvore no jardim. Como seus filhos decaídos, estamos todos conectados à mesma “curiosidade frívola e ávida” que frequentemente “se mascara como um zelo por conhecimento e aprendizado” e “uma sede por informações em primeira mão sobre tudo”.
No tempo de Agostinho (assim como no nosso), tal curiosidade inútil tomou muitas formas. Ela incluiu a fofoca (1 Timóteo 5.13). Ela incluiu todas as formas de mágica, astrologia e bruxaria. Ela estava por trás da vã fascinação por sinais e prodígios (Lucas 23.8). Ela estava por trás da dança lasciva no teatro. Ela estava por trás da fascinação cultural por morte, sangue e cadáveres mutilados. E ela estava por trás dos espetáculos de banho de sangue das mortes de animais e combates de gladiadores no anfiteatro.
O antigo Coliseu era um bufê de vãs curiosidades, tudo proposital.
O público amava ser entretido pelos massacres, que os imperadores alegremente financiavam para aumentar os níveis de aprovação, tudo elevado a uma vitrine popular de violência que muitos poucos filósofos pagãos questionaram.
Agostinho era uma voz contrária. Os espectadores curiosos eram participantes do mal, ele disse, e os crentes podiam facilmente ser varridos na louca paixão do evento.
De uma maneira geral, as vãs curiosidades do quarto século ofereciam a si mesmas sem interrupções. Muito antes da curiosidade de assistir alguém morrer se tornou disponível no YouTube, Agostinho escreveu: “as coisas desprezíveis que lutam por nossa atenção todos os dias são incontáveis”.

O Problema com o Lixo Inútil

Retornando ao nosso próprio tempo, eis aqui o problema: as curiosidades inúteis são pensamentos abortados. Vãs curiosidades são, por definição, deslocadas de Deus e impotentes para apontar para Cristo. Elas enchem nossos cérebros e corações com lixo perturbador temporal. “Quando nosso coração se torna uma lixeira para coisas como essa, cheia de uma carga de lixo inútil, nossas orações são frequentemente interrompidas e perturbadas por elas”.
Pior, tais links vãos reúnem um histórico de navegação que pode revelar algo trágico sobre a condição de nossa alma. Chafurdar em tal “curiosidade venenosa”, escreve Agostinho, reflete “os impulsos de uma alma que está morta, embora não morta de maneira a não se movimentar. Ela morre por abandonar a fonte da vida (Jeremias 2.13)”.

O Ponto Chave

Nada trivial escapa a atenção de Deus (Mateus 12.36). Mas é pecado curtir três minutos de um vídeo engraçado no YouTube ou novos clipes ou os feitos de homens audaciosos que você clicou através do Twitter? Talvez sim, talvez não. Depende de para onde tais vídeos levam seus pensamentos, e quais pensamentos o levaram até lá, para começar.
Há uma curiosidade inútil atraída à vaidade e ao vazio, e há uma curiosidade santificada atraída por todas as coisas que levam à beleza de Deus. Essa possibilidade é apresentada a nós em cada link.
Então Agostinho emerge da história para nos fazer três perguntas sobre nosso histórico de navegação:
* Estou buscando links que me oferecem um caminho promissor para ver mais da beleza de Deus?
* Ou, meu hábito de clicar em links é não regulado, impelido por algum capricho interior, e terminando em nada mais que minha vã curiosidade?
* Ou, o mais trágico de todos, os links que eu clico são, na verdade, apenas uma série de pequenos buracos na rua cheios de água  dos quais espero beber uma pequena gratificação para minha alma vazia?
Muitas coisas estão em jogo com o mouse ou o smartphone na mão. Que neste dia Deus possa nos dar seus recursos espirituais para que não deixemos de lado questões tão importantes nas nossas vidas diárias que parecem tão mundanas.
Por: Tony Reinke © Desiring God. Original: Tony Reinke – Why We Click Stupid Links.
Tradução: Alan Cristie. Original: Por que clicamos em links idiotas? – Tony Reinke
Fonte:Voltemos ao Evangelho

Angola é o primeiro país do mundo a banir o Islã


Governo classifica quase 200 seitas religiosas como "ilegais"
por Jarbas Aragão

Angola é o primeiro país do mundo a banir o IslãAngola é o primeiro país do mundo a banir o Islã
Ao que se sabe, Angola é o primeiro país do mundo a proibir oficialmente a religião islâmica. Nos últimos meses, o governo angolano elaborou uma lista com cerca de 200 seitas religiosas consideradas ilegais e declarou-as proibidas de atuar no país. Embora a lista não tenha sido divulgada oficialmente, acredita-se que deverá incluir igrejas como a Universal e a Mundial, que já foram proibidas de atuar no país este ano.
Ao incluir o islamismo, os angolanos mostram que entendem os perigos do extremismo islâmico. Segundo a imprensa internacional, já foram destruídas várias mesquitas construídas no país de forma ilegal. Obviamente, isso gerou protestos da comunidade islâmica angolana, que seriam cerca de 90 mil pessoas, na sua grande maioria imigrantes vindos de países da África Ocidental.
Segundo o jornal marroquino La Nouvelle Tribune, a ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, afirmou: “O processo de legalização do Islã não foi aprovado pelo Ministério da Justiça e Direitos Humanos [de Angola], e portanto as mesquitas em todo o país serão fechadas e demolidas”.
O periódico angolano O País informa que cerca de 60 mesquitas já foram fechadas. Divulgou ainda que “os muçulmanos radicais não são bem-vindos no país e o governo angolano não está preparado para legalizar a presença de mesquitas em Angola”.
Por sua vez, a Comunidade Islâmica de Angola (COIA), liderada por David Alberto Já, os locais de culto foram fechados sem qualquer comunicação prévia aos imãs, líderes muçulmanos locais. David afirma que existem 57 mesquitas espalhadas por todo o país, que reúnem mais de 800 mil fiéis. Ele acredita que a sua religião é incompreendida por grupos que, segundo ele, não sabem que essa “é uma instituição de bem, de paz, irmandade, espiritualidade, boa convivência entre pessoas de diferentes estratos sociais”.
E acrescentou: “Nós estamos a exercer o nosso culto com base no que a lei diz, embora não sendo uma religião reconhecida pelo Estado angolano, à semelhança de tantas outras também estamos na mesma condição”.
Muitas igrejas evangélicas de Angola vinham fazendo alertas à população de Angola sobre o perigo do Islamismo. Antunes Huambo, líder da Coligação Cristã em Angola, grupo que reúne mais de 900 Igrejas, deu uma entrevista com grande repercussão em agosto. Ele afirmou que
o Islã está fazendo uma penetração silenciosa, mas “no fundo o seu objetivo é o de implantar a sua religião e abafar a nossa matriz cristã”.
Huambo chamou atenção para as práticas sociais que acompanham a religião islâmica, como a sharia e a jihad, além das menos faladas poligamia e a mutilação genital, que são “costumes e tradições avessas ao cristianismo… eles não têm o direito de nos impor as suas regras, porque somos um país soberano”. Com informações Israel Nation News, Ango Notícias e O País.
Fonte:gospelprime

Vídeo: senador discursa contra projeto de lei que garante privilégios aos gays; mas campanha continua, participe!

O senador Magno Malta (PR/ES), presidente da Frente Parlamentar Mista da Família Brasileira, conquistou mais uma vitória na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado. Após reunião com líderes, foi retirado de pauta para mais estudos o Projeto de Lei da Câmara 122.

Assista ao pronunciamento:
Entenda o caso
Paulo Paim entregou substitutivo à CDH
Paulo Paim entregou substitutivo à CDH
O senador Paulo Paim (PT-RS) entregou na última quinta-feira (14) à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) seu substitutivo ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, e anunciou que o texto poderia ser votado e aprovado nesta quarta-feira (20), mas o projeto foi retirado de pauta.
Com a sala cheia de deputados ligados a entidades religiosas, pastores e outros representantes de igrejas, a senadora Ana Rita (PT-ES) anunciou, na abertura da reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), na manhã desta quarta-feira(20), que o projeto (PLC 122/2006) foi retirado da pauta dos trabalhos do dia.
Conforme anunciou, a decisão foi resultado de acordo entre o relator da matéria, senador Paulo Paim (PT-RS), líderes partidários e as lideranças religiosas, visando à busca de entendimento sobre o texto. Ana Rita, que preside a CDH, disse que quer ver esse projeto votado ainda este ano.
O senador de maneira absurda coloca a questão de raça, e deficiência física no mesmo nível que a opção sexual. Que absurdo! Mais uma vez afirmamos que homossexualismo é comportamento e não condição. Não existe um dado na ciência que comprove que alguém nasce homossexual. É importantíssimo enviarmos e-mails para os membros da CDH do senado pedindo a não aprovação do PLC 122, e o parecer do senador Paulo Paim. É importante dizer no seu e-mail que nós evangélicos, católicos, e pessoas de bem, não mediremos esforços para denunciar os senadores que votarem a favor de um absurdo dessa grandeza.  Multiplique esta informação e vamos bombardear os e-mails dos senadores.
Copie e cole os endereços dos senadores: ana.rita@senadora.leg.br; capi@senador.leg.br;paulopaim@senador.leg.br; randolfe.rodrigues@senador.leg.br; cristovam@senador.leg.br;wellington.dias@senador.leg.br; roberto.requiao@senador.leg.br; paulodavim@senador.leg.br;vanessa.grazziotin@senadora.leg.br; sergiopetecao@senador.leg.br; lidice.mata@senadora.leg.br;sergiosouza@senado.leg.br; magnomalta@senador.leg.br; gim.argello@senador.leg.br;eduardo.lopes@senador.leg.br; angela.portela@senadora.leg.br; eduardo.suplicy@senador.leg.br;humberto.costa@senador.leg.br; anibal.diniz@senador.leg.br; joaodurval@senador.leg.br;antoniocarlosvaladares@senador.leg.br; sergiosouza@senado.leg.br; ricardoferraco@senador.leg.br;wilder.morais@senador.leg.br; j.v.claudino@senador.leg.br; osvaldo.sobrinho@senador.leg.br;
Assista ao vídeo:
Fonte:verdadegospel

Pastores, líderes ou dominadores?

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Por Pr. Narciso Montoto


Vivemos dias sombrios no que concerne a muitos que se chamam de líderes cristãos. Temos contemplado todos os dias templos cristãos sendo abertos não por direção divina, mas por mero orgulho e ganância dos homens. Meu intuito aqui não é falar sobre a abertura desenfreada de templos e ministérios cristãos, mas alertar a cristandade a respeito de seus líderes, trazendo o verdadeiro conhecimento por meio das Sagradas Escrituras do comportamento de um verdadeiro líder cristão em contraposição dos falsos líderes que tomam por título o nome de pastores com um único intuito: dominar completamente a vida daqueles que estão sob seus cuidados espirituais.

Existe um grande abismo entre muitos que lideram igrejas para com o paradigma de Cristo e dos apóstolos. Pastores que se acham no direito de conduzir a vida das pessoas a seu bel prazer. Homens cheios de carisma e boa oratória que nos seus devaneios se utilizam da Palavra de Deus para justificar suas estrapolações. Os mesmos amam a bajulação de seus membros, amam ser adorados e reverenciados por suas ovelhas. Acham-se no direito de gritar com as pessoas. Fato é que muitos que são membros de Igrejas se olvidaram que existe apenas um que é digno de louvor, adoração e veneração, a saber, Deus. Elas põem uma autoridade demasiada sob a vida de seus líderes, como se eles fossem literalmente vigários (substitutos) de Cristo na terra. Os falsos líderes corrompem a verdadeira pregação do evangelho se adequando ao que o povo quer e não a vontade divina. Os mesmos mentem, são falsos com as pessoas, só pensam neles mesmos, impõem suas vontades não levando em consideração a opinião dos outros e muito menos a apreciação divina retratada na Bíblia.

O mundo está repleto de pastores que dominam suas ovelhas emocional, financeiro e psicologicamente, e quase sempre estas atitudes trazem consequências catastróficas. Tais pastores ao invés de ensinarem a Bíblia e sua visão que está centrada em Jesus Cristo impõe sobre seus liderados a sua própria visão pessoal de mundo. Suas visões na grande maioria das vezes são seguidas cegamente pelos membros de suas igrejas, afinal de contas é o “pastor” que detém os oráculos divinos, portanto acham eles que não podemos questionar suas decisões. Tudo isto se deve a uma má interpretação do versículo bíblico que nos diz para honrarmos nossos pastores, mas está longe de cogitação ter que aceitar tudo o que o líder faz ou fala, pois a Palavra de Deus que se encontra na Bíblia Sagrada deve ser nosso único manual de regra de fé e prática.

O apóstolo Pedro em sua primeira epístola nos diz: “Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho. E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória” (1 Pedro 5.1-4). O apóstolo Pedro nos concede diretrizes importantíssimas que devem conduzir os líderes cristãos no seu tratar com o rebanho de Deus: 1) ter cuidado dele não por força, mas voluntariamente (não devemos ser pastores por obrigação ou necessidade de dinheiro e reconhecimento, mas devemos ser pastores por vocação), 2) não ser ganancioso, 3) não dominar a igreja (os pastores não são os donos da igreja, são apenas servos a serviço de seu verdadeiro dono, a saber, Jesus Cristo) e 4) ser servo tanto de Deus quanto dos homens.

O verdadeiro líder cristão é aquele que serve a Cristo e não a ele mesmo. Ele é humilde e solicito. Ele toma por paradigma a seu Mestre e procura colocar em prática os ensinamentos de Cristo, pois assim diz as Escrituras: “... Aqueles que me servem não são assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve” (Lc 22.26 – Ênfase do autor). Nesta Perícope os discípulos arrazoavam qual deles deveria ser o maior ou o mais importante no Reino de Deus, é aí que Jesus quebra com os paradigmas do mundo que jazem no status e jactância dos homens mostrando através de suas palavras que para ser o maior no Reino de Deus deveríamos ser os menores no mesmo, já que Jesus sendo Deus não veio ao mundo para ser servido, mas para servir.

Tomando como paradigma a Jesus, notamos que o verdadeiro líder cristão não tem como metas pessoais ser reconhecido por seu trabalho aos olhos dos homens, não almeja por riquezas e muito menos por status social, ademais não se coloca acima das ovelhas do Senhor como se fosse superior ou mais importante do que elas. Percebemos que o verdadeiro líder é um individuo temente a Deus e que procura acima de tudo colocar em prática o altruísmo sendo o seu desejo não ser servido pelas ovelhas, mas o de servi-las.

O verdadeiro pastor não é aquele que vive expulsando as ovelhas do aprisco quando as mesmas não concordam com sua visão de mundo ou com suas colocações, mas é aquele que deixa noventa e nove ovelhas no aprisco para buscar aquela que fugiu. O verdadeiro líder é aquele que direciona através de palavras que edificam e não aquele que impõe sua vontade. O líder autentico constituído por Deus é aquele que não se faz o cerne da Igreja, mas que delega funções entre suas ovelhas confiando nas mesmas, pois Cristo é o verdadeiro e único Cabeça da Igreja.

Que possamos saber distinguir aqueles que procuram glória para Deus e o fazem Seu guia daqueles que procuram glória para si mesmos. Todos somos ovelhas de Cristo, mas não nos esqueçamos de que existem os verdadeiros e falsos líderes cristãos. Não se deixe engodar por belos discursos e pela falsa espiritualidade, firmem-se nas Sagradas Escrituras, pois apenas ela pode nos direcionar. O verdadeiro líder preocupa-se com suas ovelhas, as ama, as admoesta e procura acima de tudo ensinar-lhes o que Cristo os ensinou. Honrem seus pastores, mas não se olvidem que honrar não significa segui-los cegamente.

Soli Deo Gloria!

***
Via Bereianos
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Batismos no rio Jordão custam R$ 4 mil a fiéis e acontecem fora do lugar onde Jesus foi batizado; Assista e entenda

Batismos no rio Jordão custam R$ 4 mil a fiéis e acontecem fora do lugar onde Jesus foi batizado; Assista e entenda

O batismo nas águas é uma prática simbólica do cristianismo iniciada com Jesus, que foi batizado no Rio Jordão por João Batista. Atualmente, igrejas evangélicas neopentecostais promovem excursões de batismo ao mesmo rio, ao custo de pouco mais de R$ 4 mil.
A reportagem do portal Uol acompanhou uma caravana da Igreja Renascer ao parque turístico criado às margens do rio Jordão, porém a dezenas de quilômetros do local exato onde Jesus foi batizado, para que cristãos de todo o mundo possam visitar.
De acordo com a matéria, o local onde Jesus foi batizado é uma fronteira de Israel com a Jordânia, e tem soldados armados de ambos os países nas margens, além de a água ser barrenta.
No parque turístico usado para batismos, a água tem aparência mais limpa, e os acessórios para participar da cerimônia custam alguns trocados, como o roupão alugado por R$ 20 e vestiário para se trocar ao custo de R$ 2.
A viagem e os apetrechos para o batismo totalizam R$ 4.024,00, sem levar em consideração despesas não inclusas nos pacotes de turismo religioso vendidos pelas igrejas neopentecostais. Assista:
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

MISSÃO DE APOIO A IGREJA SOFREDORA (MAIS), COMEÇA A RECEBER REFUGIADOS DA SÍRIA

 Gabriel Lordêllo

Geryes Alkhalaf, 33 anos, e a mulher, Abir Deghlawi, 30, grávida de sete meses: alívio em solo capixaba


Geryes Alkhalaf e Abir Deghlawi foram acolhidos pela Organização Não Governamental (ONG) Missão em Apoio à Igreja Sofredora (Mais), coordenada pelo pastor Mário Freitas, da Igreja Missão Praia da Costa, em Vila Velha.

Procura

O pastor explica que cerca de dez famílias, constituídas de pais e filhos, a exemplo do casal que chegou ontem à capital capixaba, já sondaram a Mais sobre a possibilidade de se estabelecer no Brasil.

Por causa da guerra, essas pessoas já estão fora da Síria, em países como Líbano, Jordânia,Turquia e Egito. O casal Gerys e Abir estava há um ano no Líbano.

O pastor Mário Freitas explica que, uma vez viabilizada a vinda dos sírios, eles serão acolhidos pela organização que ele coordena em Vila Velha.

Nessa cidade, serão assistidos por serviços médico, odontológico e psicológico, além de receberem apoio para a obtenção da documentação de refugiados provisórios, que lhes dará o direito de ter acesso a carteira de trabalho e Cadastro de Pessoa Física (CPF).

Mas os sírios não devem permanecer no Espírito Santo, já que a proposta da Mais é inseri-los em comunidades cristãs instaladas em outros Estados do país.

Acolhida

Segundo o pastor Freitas, famílias ligadas a essas igrejas deverão acolher as famílias sírias, às quais deverão assegurar pagamento de aluguel e emprego, entre outros benefícios que lhes garantam condições de vida no Brasil.

O pastor explica que há maior probabilidade de as famílias sírias virem a ser acolhidas por comunidades cristãs árabes no Brasil, com igrejas em cidades como São Paulo e Foz de Iguaçu, no Paraná. “Vamos hospedá-los, inicialmente, oferecendo ajuda que constitui uma atitude cristã”, diz o pastor.

No Brasil, segundo o Ministério da Justiça, há 286 refugiados sírios. Mas não há nenhum, oficialmente, no Espírito Santo.

“Damasco virou um lugar perigoso”

O comerciante Geryes Alkhalaf, 33 anos, casou-se com a engenheira agrônoma Abir Deghalawi, 30, há um ano e meio, e ela está grávida, no sétimo mês de gestação. Seria uma história comum, de um casal feliz à espera do primogênito, não fosse a realidade que os envolve. Ambos chegaram ontem a Vitória, em busca de refúgio, bem longe da Síria, seu país de origem.

Moradores de Damasco, onde Geryes Alkhalaf era proprietário de duas lojas, eles tiveram que deixar a cidade há um ano. A explicação para essa decisão está intimamente relacionada à situação política vivida pela Síria, onde a resistência ao governo de Bashar al-Assad já resultou em mais de 100 mil pessoas mortas, numa guerra civil que se arrasta desde março de 2011.

Bombas

“Damasco tornou-se um lugar perigoso, por causa das bombas. Todo dia, ao sair para o trabalho, as pessoas despedem-se da família. Simplesmente não sabem se voltarão para casa”, disse, em inglês, Geryes Alkhalaf, que prefere não emite opinião sobre o governo.

Sua mulher, Abir Deghalawi, praticamente não falou ao chegar ao Aeroporto de Vitória, ontem à noite, em companhia do pastor Mario Freitas.

O pastor explica que cristãos que teriam se recusado a lutar contra o regime do presidente Bashar al-Assad sofrem represália. “De maneira geral, são vistos como aliados dos Estados Unidos, por isso mesmo, perseguidos. Nem no Líbano os sírios estão se sentindo seguros.”

Expectativas? Após quase 40 horas de viagem, Geryes Alkhalaf diz que quer ver o filho nascer e, com ele e a mulher, sobreviver em paz.

Maioria dos sírios no Brasil é cristã

Sana/AP
Conflito na Síria teve origem após a Primavera Árabe, em março de 2011
Os sírios que vêm sendo acolhidos em vários países – inclusive os que planejam vir para o Espírito Santo – são, em sua maioria, minorias cristãs de um país em que a maior parte da população é formada por muçulmanos sunitas, adeptos do islamismo que seguem a corrente majoritária da religião em todo mundo.

Segundo a coordenadora do Núcleo de Apoio a Refugiados no Espírito Santos, Viviane Mozine – que é também professora de Direito Internacional da Universidade de Vila Velha (UVV) –, uma vez acolhido, o refugiado não pode retornar a seu país enquanto perdurar a causa do seu pedido de refúgio.

Ela explica que refugiados são protegidos por uma convenção internacional e que as motivações têm relação com raça, religião, nacionalidade e opinião política. O refúgio é, portanto, uma proteção internacional para resolver problemas de ordem humanitária.

Na Síria, Viviane Mozine lembra que o problema teve origem na Primavera Árabe, que precedeu a guerra civil em 2011, e já causou mais de 100 mil mortes. “Ali há uma ditadura onde os que são contrários ao regime são perseguidos”, comenta.

No Brasil, segundo ela, há mais de 3 milhões de pessoas com ascendência Síria, havendo, portanto, uma grande e receptiva comunidade às pessoas originárias daquele país.

Uma vez reconhecida, oficialmente, no Brasil, como refugiada, a pessoa passa a ter os mesmos direitos dos brasileiros, tendo acesso a documentos que lhes permitem trabalhar, por exemplo. O único direito não assegurado ao refugiado é o político, de votar e ser votado. Desde 2004, o Núcleo de Apoio a Refugiados do Estado registrou 35 atendimentos de pessoas vindas da Palestina, do Iraque, de Cuba, de Angola, Paquistão e Guiné-Bissau.

ONG já atuou no Haiti e nas Filipinas

A organização não governamental Missão em Apoio à Igreja Sofredora (Mais) tem sede no Centro de Vila Velha e atua, de forma interdenominacional, em parceria com igrejas de todo o Brasil.

O pastor Mario Freitas, que coordena a Mais e é ligado à Igreja Missão Praia da Costa, explica que a ONG trabalha desenvolvendo projetos pós-catástrofes, pós-guerras e conflitos, além de áreas onde há registro de perseguição religiosa.

A Mais tem registros de atuação no Haiti, no Sudão, no Burundi (África), na Ásia Central, no Japão (em decorrência do tsunami, em 2011), e, mais recentemente, nas Filipinas, onde um tufão provocou a morte de mais de 4 mil pessoas.

Segundo o pastor Mario Freitas, a Mais dá apoio às famílias por meio das igrejas cristãs. Na Síria, a motivação para a ajuda vem de uma forte perseguição exercida contra os cristãos, que segundo o pastor são vistos como pessoas associadas aos americanos.

A Mais está preparada para receber, em sua sede, em Vila Velha, além do casal Geryes Alkhalaf e Abir Deghlawi, mais famílias. Esses dois admitem que seus familiares podem também deixar a Síria. Um irmão de Geryes quer ir para o Canadá.

A Síria em 7 tópicos

Tamanho
A Síria é um país no Oriente Médio. Com cerca de 185 mil km2 de área, tem 3/4 do tamanho do Estado de São Paulo e 22 milhões de habitantes

Religião
A maioria dos sírios é da etnia árabe e segue o ramo sunita do Islã. O país também tem em suas minorias muçulmanos xiitas e alauítas, além de cristãos

História
Integrou o Império Otomano de 1516 a 1918. Depois do final da I Guerra Mundial, foi dividida em duas partes: uma sob comando da França, que compreendia Síria e o
atual Líbano, e outra, sob comando britânico, composta por Palestina, Transjordânia (atualmente Israel e Jordânia) e Iraque

Independência
Depois de numerosos golpes militares e um conflito com Israel em 1948, em 1964 proclamou-se a República Popular da Síria, sob o comando do Partido Baath, socialista e nacionalista. De 1971 até 2000, o país foi liderado pelo alauíta Hafez al-Assad. Depois de sua morte, a presidência foi transmitida a seu filho e atual ditador, Bashar

Primavera Árabe
A Primavera Árabe de 2011 no Egito e na Tunísia inspirou os sírios a tomarem as ruas, em março de 2011, em protestos contra o regime de Bashar al-Assad. Os protestos não foram bem aceitos pelo governo, que respondeu com medidas extremas. Nisso, forças rebeldes formadas por civis surgiram e começaram a se armar para combater a violência do governo, o que levou a embates que destruíram cidades inteiras

Guerra civil
A tensão crescente entre os dois grupos criou o atual estado de guerra civil e, até o final de agosto, em cerca de dois anos e meio de conflito, 110 mil pessoas morreram, 2 milhões buscaram refúgio fora da Síria e 4 milhões estão deslocadas

Armas químicas
Em 21 de agosto deste ano, um suposto ataque químico com agentes neurotóxicos deixou cerca de 1,3 mil mortos, segundo rebeldes sírios, chocando a comunidade internacional. A Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) e a ONU têm 60 especialistas no país após o Conselho de Segurança das Nações Unidas determinar em setembro passado uma resolução que ordena a destruição do estoque de armas químicas da Síria.

Fonte: A Gazeta

Fé, emoções e imaginação


C. S. Lewis foi um dos mais influentes pensadores do cristianismo moderno. 50 anos após sua morte, Ricardo Barbosa discorre sobre uma das consequências positivas da obra de Lewis: a valorização da imaginação na vivência da fé cristã. Este artigo foi publicado na atual edição da revista Ultimato, e estava restrito aos assinantes. A partir de agora, está disponível a todos os leitores do portal Ultimato.



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Fé, emoções e imaginação: 50 anos sem C. S. Lewis

Um dos escritores que mais influenciaram o cristianismo no século 20 não foi um teólogo, nem um pastor ou missionário, não ocupou grandes púlpitos, não viajou pelo mundo afora pregando em grandes catedrais. Foi um professor universitário de literatura, tímido e que, até a sua conversão, aos 31 anos, fora um ateu convicto. Clive Staples Lewis (1898–1963), conhecido como C. S. Lewis, tornou-se um dos maiores pensadores do cristianismo moderno.

Uma pesquisa realizada há alguns anos entre os leitores da revista americana “Christianity Today” mostrou que, depois da Bíblia, o livro que mais influenciou suas vidas foi “Cristianismo Puro e Simples”, de C. S. Lewis. Uma das razões para a influência contínua dos seus livros entre os cristãos, na minha opinião, é a forma como ele relaciona a razão com a emoção e a imaginação na experiência da fé.

Para Lewis, se a razão era o meio natural para se compreender a verdade, a “imaginação era o meio que dava o seu significado”. A melhor forma de dar significado a conceitos ou palavras é estabelecer uma imagem clara para nos conectar com a verdade. Ele acreditava que a aceitação das coisas como elas se apresentam ao nosso intelecto revela uma fraqueza e um empobrecimento da compreensão da realidade.

Esse tema é retratado em “Surpreendido pela Alegria”, no qual ele narra sua experiência de conversão e descreve o crescente conflito entre a razão e a imaginação em sua formação: “Assim, tal era o estado da minha vida imaginativa; em contraste com ela, erguia-se a vida do intelecto. Os dois hemisférios da minha mente formavam acutíssimo contraste. De um lado, o mar salpicado de ilhas da poesia e do mito; de outro, um ‘racionalismo’ volúvel e raso. Praticamente tudo o que eu amava, cria ser imaginário; praticamente tudo o que eu cria ser real, julgava desagradável e inexpressivo…”. De um lado, “o mar salpicado de ilhas da poesia e do mito”; de outro, “um racionalismo volúvel e raso”. Foi sua impressionante capacidade de reconhecer o valor de ambos que contribuiu para a riqueza de sua obra.

Em seu livro “Cristianismo Puro e Simples”, ao falar sobre a relação entre a fé e as emoções, ele aborda o tema criando o seguinte cenário: “Um homem tem provas concretas de que aquela moça bonita é uma mentirosa, não sabe guardar segredos e, portanto, é alguém em quem não se deve confiar. Entretanto, no momento em que se vê a sós com ela, sua mente perde a fé no conhecimento que possui e ele pensa: ‘Quem sabe desta vez ela seja diferente’, e mais uma vez faz papel de bobo com ela, contando-lhe segredos que deveria guardar para si. Seus sentidos e emoções destruíram-lhe a fé em algo que ele sabia ser verdadeiro”.

O problema da fé não está na razão como meio para se compreender a verdade, mas na forma como respondemos a essa verdade emocionalmente. Para que a fé seja consistente, ela precisa conectar a razão com as emoções, e isso se faz por meio da imaginação. Ele reconhece que “não é a razão que me faz perder a fé: pelo contrário, minha fé é baseada na razão… A batalha se dá entre a fé e a razão, de um lado, e as emoções e a imaginação, de outro”.

A fé como expressão lógica da razão atrofia a alma num cristianismo árido. Contudo, a fé como expressão de sentimentos e emoções envolve a alma numa espécie de balão, levado por qualquer vento, para qualquer lugar. O uso da imaginação integra a razão com os sentimentos e oferece à fé um significado real, para um mundo real.
Pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília (DF). É autor de A Espiritualidade, o Evangelho e a IgrejaJanelas para a Vida O Caminho do Coração.
Fonte:ultimatoonline

Graça e panelas furadas

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Por Rev. Wadislau Martins Gomes


A graça de Deus é que permite conhecer e discernir as dimensões de unicidade e multiplicidade em tudo o que existe. O que eu quero dizer? Isto mesmo que foi dito: o que permite que conheçamos a Deus e as coisas que ele criou, incluindo a nós mesmos, é sua graça. Mas o que é graça? Esta é uma palavra de contato, isto é, que a gente usa sem saber definir o significado. Um dos sentidos do termo graça é muito conhecido e usado: “favor imerecido”. Entretanto, este sentido é descritivo de uma propriedade da graça, não do seu significado.

Deixe-me ilustrar. Era o fim da década dos cinquentas, quando os jovens vestiam calças “rancheiras” (o jeans da época), as moças de sandálias e os moços de botas com salto “carapeta” (do formato de peão). Minha irmã, já falecida, estava naquela idade de ser menina moça, muito graciosa. Um dia, aproximou dela um jovem bem tratado, cabelo volteado na testa, que disse: “Posso saber sua graça”. Ela respondeu: “Eu não fiz graça nenhuma!” Tão logo percebeu a situação incômoda, saiu correndo, sem graça. Parece piada, mas se aplica bem à definição do termo. Graça é identidade, beleza, paz (interação harmônica) e alegria. Graça é a manifestação da identidade de Deus, de sua beleza, de sua paz e de sua alegria.

Por que “favor imerecido”? Vai outra ilustração. Pequeno ainda, na cidade de Jahu, SP, quando a noite caia, eu me punha a olhar as estrelas. O céu parecia uma daquelas panelas pretas da fuligem do fogão a carvão que havia lá em casa. Às vezes, as panelas começavam a chiar no fogo, e minha mãe as levantava contra a luz para ver se estavam furadas. E eu imaginava se as estrelas não seriam furos na negridão do céu, deixando passar réstias fulgentes de uma luz perene. Assim é que, à visão de cada traço de luz do amor de Deus que penetra as trevas do pecado deste mundo, o crente diz: “Eu não mereço!”

Graça é isso: o movimento de Deus na direção do homem a fim de transmitir sua própria natureza. É sobre esse movimento que Pedro escreveu:

"Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo." (2Pd 1.3-4).

Como opera a graça de Deus? Certamente mediante a fé. A Palavra de Deus diz que a fé é uma certeza que pressupõe esperança, não como quem “torce” num jogo ou numa eleição, mas a certeza de algo que se conhece, mas que ainda não se vê (como esperar se não for conhecido? – ver Hebreus 11.1-6). No mesmo lugar, a Escritura diz:

"Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem. De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam."

Galardoador, aqui, não tem o sentido de recompensador de obras, mas da fé. Como diz Calvino (Comentário aos Hebreus), a intenção do autor de Hebreus é elevar nossa consciência para ver que nossa aproximação de Deus não será vã, pois ele mesmo nos criou para tal finalidade e propósito.


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Fonte: Todo mundo pensa – você também; Brasília: Monergismo, 2013, pp 52-54.
Via: Coramdeo
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Como o Discipulado deve ser visto pela igreja?


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As Igrejas Deveriam Ver o Discipulado Primariamente como um “Programa” ou como um “Estilo de Vida”?

A igreja não deveria ver o discipulado primariamente como um evento especial ou um programa espalhafatoso. Discipulado não é algo ocasional ou fora do normal, algo que pode ser isolado do resto de nossa vida cristã. Ser um cristão é ser um discípulo de Cristo. E ser um discípulo de Cristo significa
  • (i) procurar ajuda de outros para ser como Cristo (ser um discípulo);
  • (ii) procurar ajudar outros a serem como Cristo (discipular).
Portanto, as igrejas deveriam ver o discipulado como um estilo de vida. O discipulado deveria constituir uma parte normal de ser um cristão e um membro de igreja. É o que um seguidor de Cristo faz.
Isso significa que igrejas podem ou não usar programas para promover o discipulado. Mas elas definitivamente desejam promover uma cultura de discipulado. Deveria ser normal que cristãos mais novos discutissem assuntos espirituais durante refeições com cristãos mais velhos. Deveria ser normal que cristãos mais novos passassem tempo nas casas de cristãos mais velhos para ver como eles aplicam sua fé a cada área da vida, até como eles colocam as suas crianças para dormir. Pela graça de Deus, uma igreja que fomenta uma cultura de discipulado será cheia de membros que parecem mais e mais com o Senhor Jesus (1Co 11.1).

Como Eu Posso, Como Líder de Igreja, Ajudar a Cultivar uma Cultura de Discipulado?

  • Estruture a sua própria agenda semanal para incluir tempo com cristãos mais jovens (cafés da manhã, almoços, visitas rápidas, conversas regulares sobre o sermão, etc.).
  • Se você lidera uma congregação instruída, peça a igreja uma verba pastoral para dar livros de presente. Tenha uma pilha de livros em seu gabinete, prontos para presentes espontâneos. Encoraje as pessoas a lê-los e então agende um horário para discutir o livro.
  • Busque maneiras de encorajar os cristãos maduros de sua congregação a se encontrarem com outros (“Ei, Joe, com quem você vai almoçar hoje?”). E busque maneiras de entrosar os membros da igreja uns com os outros (“Ei, Joe, você já pensou em passar algum tempo com o John?”).
  • Aplique a sua pregação não apenas a indivíduos, mas à igreja como um todo (p.ex. “O que essa passagem significa para nós como igreja? Ela significa que nós deveríamos estar prontos a encorajar e corrigir uns aos outros.”). Busque maneiras de encorajar o discipulado e o cuidado mútuo por meio das aplicações de seu sermão.
  • Pregue e aplique o evangelho. A correta pregação do evangelho deveria produzir cristãos que reconhecem a sua obrigação mútua de aconselhar e discipular uns aos outros baseado na identidade familiar compartilhada em Cristo. Tanto quanto possível, ajude a congregação a ligar os pontos entre a sua profissão de fé e o chamado para amar ativamente uns aos outros.
  • Ofereça classes de formação de adultos sobre discipulado e aconselhamento.
  • Ofereça classes de Escola Dominical sobre assuntos mais específicos, como “O temor do homem” ou “A vontade e a direção de Deus”.
  • Use as classes de novos membros da igreja para estabelecer uma expectativa de envolvimento regular na vida uns dos outros.
  • Use a entrevista com novos membros para perguntar ao candidato se ele ou ela deseja estar envolvido em um relacionamento de discipulado um-a-um.
  • Abasteça a loja de livros e a biblioteca de sua igreja com bons recursos sobre discipulado.
  • Considere ter um expositor de livretos da CCEF [N.T.: sigla em inglês da Fundação para o Aconselhamento e a Educação Cristãos, instituição fundada por Jay Adams] na sua igreja, para colocar à disposição esses brevíssimos e acessíveis recursos sobre um vasto número de assuntos específicos. Se possível, ofereça esses livretos de graça.
  • Promova e distribua esses mesmos livros do púlpito.
  • Como pastor, seja um modelo de humildade e de como receber correções! 
  • Considere prover os pequenos grupos da igreja com recursos recomendados de acordo com o tipo de pequeno grupo, tais como grupos de jovens casais ou grupos de solteiros. 
  • Se os recursos permitirem, contrate um pastor em tempo integral para devotar-se ao aconselhamento. 
  • Se os recursos permitirem, contrate uma mulher para devotar-se ao aconselhamento e a promover discipulado entre as mulheres na congregação. 
  • Encoraje os membros da igreja a participarem das conferências da CCEF e a fazerem uso de seus cursos de treinamento online. 
  • Ofereça uma classe de treinamento em aconselhamento para os membros e/ou os líderes de pequenos grupos da sua igreja. A CCEF oferece dois currículos excelentes – How People Change [Como as Pessoas Mudam] e Helping Others Change [Ajudando os Outros a Mudarem]. Esse material acessível aos líderes e leitores facilita aos pastores, líderes leigos e membros ensinarem uns aos outros sobre como aconselhar a Palavra e como cuidar melhor uns dos outros. (www.ccef.org)
  • Leia o livro de Paul David Tripp, Instruments in the Redeemer’s Hands  [Instrumentos nas Mãos do Redentor].
  • Encoraje os indivíduos que você está discipulando para o ministério pastoral em tempo integral a lerem o livro When People Are Big and God Is Small, de Ed Welch [Quando as Pessoas São Grandes e Deus é Pequenopublicado no Brasil pela Editora Batista Regular].
  • Ore. Peça a Deus para levantar presbíteros, mulheres piedosas e discipuladores maduros na sua congregação, para ajudarem no cuidado do rebanho.
(Esta lista sintetiza o conteúdo do artigo Twenty Ways to Cultivate a Culture of Counseling, de Jonathan Leeman e Deepak Reju.)

Tradução: Vinícius Silva Pimentel – Ministério Fiel © Todos os direitos reservados. Website:www.MinisterioFiel.com.br / www.VoltemosAoEvangelho.com. Original:  Como o Discipulado deve ser visto pela igreja?

Milagre? Maná ainda cai do céu na África


Testemunho de pastor aposentado gera debate sobre milagres modernos
por Jarbas Aragão

Milagre? Maná ainda cai do céu na ÁfricaMilagre? Maná ainda cai do céu na África
O pastor adventista Gérson Pires de Araújo teve uma experiência curiosa em Angola algum tempo atrás. Enquanto trabalhava como voluntário durante um ano ensinando teologia no país de língua portuguesa, ele visitou uma comunidade com cerca de 100 adventistas em Uambo. Localizada na região central de Angola, no local é possível colher do chão o que os moradores chamam de “maná”.
Trata-se de “flocos brancos” que servem de alimento e fazem parte da rotina daquela comunidade desde 1939. Ao voltar para o Brasil, o pastor trouxe uma amostra e submeteu-os a uma análise da Universidade de Campinas (veja o relatório aqui). O laboratório comprova que os flocos são basicamente frutose, glicose, sais minerais e aminoácidos. Ou seja, não é algo conhecido, mas apropriado para a alimentação humana.
No vídeo postado esta semana pelo site Terceiro Anjo, Gérson conta que lera sobre o fenômeno numa edição da Revista Adventista de novembro de 1948. Contudo, não tinha ideia de que continuava acontecendo. Segundo a história contada pelos angolanos da missão Namamba, após a Segunda Guerra Mundial, a comunidade passou por um período de fome por causa da escassez de alimentos e estiagem na região.
Os evangélicos moradores do local que fica no alto das montanhas, oraram pedindo a Deus não os deixasse passar fome. Ao terminar a reunião de oração, a filha de cinco anos do casal de missionários que liderava a comunidade chegou no local comendo os flocos brancos e afirmando ser maná. Perguntada como ela sabia que aquilo era maná, a menina disse que ouviu de dois “homens de branco” que Deus havia ouvido a oração deles. Acredita-se que eram anjos.
O maná caiu em grande quantidade até que voltou o período de chuva. Desde então continuou caindo em pouca quantidade, apenas duas vezes por semana. E somente em um local específico: atrás do local onde ficava a igreja. O pastor Gérson conta que parecem pequenas pipocas e o gosto é adocicado, como relata a Bíblia que ocorreu em Êxodo, cerca de 3500 anos atrás.
Sua experiência foi postada na rede social Facebook e na última semana gerou uma grande discussão entre evangélicos e incrédulos sobre a existência (ou não) de milagres modernos.
Assista o testemunho:
Fonte:gospelprime
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