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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Vídeo: PLC 122 é retirado de pauta, mas campanha continua; saiba mais


Imagem: Reprodução (Waldemir Barreto/Ag.Senado)
Paulo Paim entregou substitutivo à CDH
O senador Paulo Paim (PT-RS) entregou na última quinta-feira (14) à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) seu substitutivo ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, e anunciou que o texto poderia ser votado e aprovado nesta quarta-feira (20), mas o projeto foi retirado de pauta.
Com a sala cheia de deputados ligados a entidades religiosas, pastores e outros representantes de igrejas, a senadora Ana Rita (PT-ES) anunciou, na abertura da reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), na manhã desta quarta-feira(20), que o projeto (PLC 122/2006) foi retirado da pauta dos trabalhos do dia.
Conforme anunciou, a decisão foi resultado de acordo entre o relator da matéria, senador Paulo Paim (PT-RS), líderes partidários e as lideranças religiosas, visando à busca de entendimento sobre o texto. Ana Rita, que preside a CDH, disse que quer ver esse projeto votado ainda este ano.
O senador de maneira absurda coloca a questão de raça, e deficiência física no mesmo nível que a opção sexual. Que absurdo! Mais uma vez afirmamos que homossexualismo é comportamento e não condição. Não existe um dado na ciência que comprove que alguém nasce homossexual. É importantíssimo enviarmos e-mails para os membros da CDH do senado pedindo a não aprovação do PLC 122, e o parecer do senador Paulo Paim. É importante dizer no seu e-mail que nós evangélicos, católicos, e pessoas de bem, não mediremos esforços para denunciar os senadores que votarem a favor de um absurdo dessa grandeza.  Multiplique esta informação e vamos bombardear os e-mails dos senadores.
Copie e cole os endereços dos senadores: ana.rita@senadora.leg.br; capi@senador.leg.br;paulopaim@senador.leg.br; randolfe.rodrigues@senador.leg.br; cristovam@senador.leg.br;wellington.dias@senador.leg.br; roberto.requiao@senador.leg.br; paulodavim@senador.leg.br;vanessa.grazziotin@senadora.leg.br; sergiopetecao@senador.leg.br; lidice.mata@senadora.leg.br;sergiosouza@senado.leg.br; magnomalta@senador.leg.br; gim.argello@senador.leg.br;eduardo.lopes@senador.leg.br; angela.portela@senadora.leg.br; eduardo.suplicy@senador.leg.br;humberto.costa@senador.leg.br; anibal.diniz@senador.leg.br; joaodurval@senador.leg.br;antoniocarlosvaladares@senador.leg.br; sergiosouza@senado.leg.br; ricardoferraco@senador.leg.br;wilder.morais@senador.leg.br; j.v.claudino@senador.leg.br; osvaldo.sobrinho@senador.leg.br;
Assista ao vídeo:

Violinista evangélico realiza trabalho voluntário tocando para doentes em hospitais


Esse trabalho é realizado há mais de 20 anos na cidade de Curitiba
por Leiliane Roberta Lopes

Violinista evangélico realiza trabalho voluntário tocando para doentes em hospitaisViolinista realiza trabalho voluntário em hospitais
O músico Paulo Torres é conhecido por ser o spalla da Orquestra Sinfônica do Paraná e regente da Orquestra da Câmara da PUC-PR. Mas poucos conhecem um trabalho voluntário que ele tem feito há mais de 20 anos usando seu talento musical para tocar em hospitais da capital paranaense.
Todas as sextas-feiras Torres leva seu violino e se apresenta em hospitais por cerca de duas horas, circulando pelos corredores e quartos mudando a atmosfera do ambiente. No repertório ele mescla músicas sacras com canções clássicas chamando a atenção dos pacientes, familiares e funcionários.
O resultado dessas visitas é atestado pela médica Fabiana Weffort Caprilhone, chefe da UTI do Hospital Pilar. “Com a monitorização vemos a queda da pressão e da frequência cardíaca. Pacientes que não interagiam com a gente voltam a interagir, a querer comer. Até mesmo pacientes em coma. E essa avaliação é feita com base nos monitores, onde é possível perceber melhora destes dados vitais em pacientes”, diz.
Torres é evangélico e começou a desenvolver esse trabalho quando foi visitar uma tia que estava hospitalizada. Ao começar a tocar o violino, o músico chamou a atenção dos pacientes e familiares de quartos vizinhos que o convidaram para tocar.
“Entrei em um quarto onde havia uma jovem deitada, dormindo, e sua mãe sentada ao lado. Esta senhora permitiu que eu tocasse o hino ‘Quão Grande És Tu’. Nos minutos seguintes, a moça enferma abriu os olhos, olhou para os lados e tentou falar com a mãe, porém somente lhe saíram sons guturais. Para mim parecia algo normal, mas a mãe atirou-se sobre ela, chorando e gritando em um misto de desespero e alegria. Logo entraram enfermeiros e médicos, e eu comecei a me afastar, quando a mãe me agarrou pelo braço e, ao lhe perguntar o que acontecera, ela disse emocionada: ‘minha filha estava em coma há três anos’”, relembra.
Outra cena que ficou marcada na vida do músico foi a visita que ele fez a um homem com câncer. “Em outro episódio, após tocar para um senhor com câncer, desejei melhoras de saúde, que Deus estivesse com ele e o abençoasse. Chorando ele afirmou: ‘Deus acabou de me fazer uma visita’.”
Essas são apenas duas de várias histórias que Torres presenciou ao longo de todos esses anos. Hoje, além de tocar em hospitais ele tem se apresentado em presídios, asilos e orfanatos de Curitiba presenciando histórias emocionantes. O desejo do violinista é lançar um livro narrando todas essas experiências.
Fonte:gospelprime

Como Interpretar a Bíblia Corretamente


A interpretação bíblica é um dos assuntos mais importantes para os evangélicos. Segue o link para uma entrevista que dei sobre este assunto. Faça o download ou ouça online. É meio demorado porque fizeram muitas perguntas!!! Provavelmente as mesmas que você vem se fazendo. Não perca! 

CLIQUE AQUI!


Fonte:O Tempora! O Mores!

COMO SABER SE O SEU PASTOR SE TRANSFORMOU EM PROFISSIONAL DA FÉ?


Por Renato Vargens

Lamentavelmente muitos pastores começam o ministério bem, comprometidos com Deus e seu reino, todavia, devido a fatores diversos, transformaram-se em profissionais da fé, abandonando a margem da história valores indispensáveis à um ministério saudável, senão vejamos:

1-) Ele não ora mais em particular, somente o faz em público e na igreja.

2-) Ele não lê mais a Bíblia em particular, somente o faz em público e na igreja.

3-) Ele se torna duro, legalista e incompreensível diante das lutas e sofrimento daquele que sofre.

4-) Ele não chora mais na presença daquele que o arregimentou.

5-) Ele não se esmera mais na elaboração de seus sermões nem tampouco se preocupa se aquilo que está pregando está de acordo com a vontade de Deus para a sua igreja.

6-) Ele não se relaciona mais com amigos, antes pelo contrário, seus relacionamentos eclesiásticos são profissionais e hierárquicos.

7-) Ele não enxerga o ministério como um serviço cristão, mas sim como uma profissão que possui direitos e deveres.

8-) Ao subir o púlpito ele encarna o "estereótipo" do santarrão, conjugando o evangeliquês com propriedade, comportando-se diferentemente  em casa, na rua e vizinhança.

9-) Ele não vive o que prega e nem prega o que vive.

10-) Ele perdeu a capacidade de se compadecer daqueles que devido ao pecado estão condenados ao inferno.

11-) Ele prefere coisas à pessoas.

Pense nisso!

Renato Vargens

OS EVANGÉLICOS E O GRAVE PROBLEMA DO SUICIDIO

Por Renato Vargens


O suicídio é um  tema é polêmico e altamente conflitante.

No mundo um número incontável de pessoas em virtude dos motivos mais variados se suicidam trazendo fim a uma vida de sonhos, perspectivas e esperança.

As estatísticas dizem que a cada 30 segundos uma pessoa se suicida no mundo.

Além desse número preocupante, para cada pessoa que dá fim à própria vida, pelo menos 20 outras fracassam em sua tentativa. "A porcentagem de suicídios aumentou de 60% no mundo durante os últimos 50 anos. O maior crescimento foi registrado nos países em desenvolvimento", é o que diz  a OMS.

Pois bem, falar de suicídio ainda é um tabu. Em alguns países existe um acordo jornalístico de que noticias do tipo não devem ser divulgadas pela imprensa simplesmente pelo fato de que a informação de que alguém tirou a sua própria vida poderá levar a outros a desejarem fazer o mesmo.

O termo suicídio foi utilizado pela primeira vez em 1737 por Desfontaines. O significado tem origem no latim, na junção das palavras sui (si mesmo) e caederes (ação de matar). Esta conotação aponta para morte intencional ou autoinfligida. Num aspecto geral, o suicídio é um ato voluntário por qual um indivíduo possui a intenção de provocar a própria morte.

Na minha opinião o suicídio é a consequência DIRETA de uma perturbação psíquica. A tensão nervosa que envolve o indivíduo, os problemas vividos no cotidiano, além da frágil capacidade emocional de suportar pressões corroboram para o desejo de tirar a própria vida.

Na idade média a igreja proibia honras fúnebres aos suicidas, além de determinar que aquele que não tivesse obtido sucesso em uma tentativa deveria ser excomungado. Os familiares dos suicidas eram deserdados e vilipendiados enfrentando os preconceitos sociais. Apenas na Renascença a humanidade dos suicidas foi reconhecida, o romantismo desse período forjou em torno do tema uma determinada áurea de respeitabilidade.

Alguns fatores são comuns aos indivíduos que tentaram ou cometeram suicídio. Por exemplo:

A) O suicídio é mais frequente nas idades que delineiam as fronteiras da vida, como a puberdade e a adolescência, e entre a maturidade e a velhice.Um ponto significativo a ser analisado, é que os casos de suicídios foram extremamente raros nos campos de concentração, o que reforça a evidência de que as condições exteriores (mesmo as mais brutais) não explicam o fenômeno. Além disso, o suicídio é mais comum em nações ricas e ocorre com mais frequência nas classes médias.

B) Por razões não completamente esclarecidas, as mulheres cometem três vezes mais tentativas de suicídio que os homens. No entanto os homens são mais eficazes. Isto porque o sexo feminino recorre aos métodos mais brandos como o envenenamento. Enquanto os homens usam armas de fogo, tendem ao afogamento, enforcamento ou saltando de grandes altitudes.

 C) As doenças físicas como câncer, epilepsia e AIDS; ou doenças mentais como alcoolismo, dependência tóxica e esquizofrenia, compõem alguns dos motivos que induzem um indivíduo a atentar à própria vida.

Algumas situações sociais também conduzem ao suicídio. Podemos incluir como exemplo o insucesso no matrimônio, ou não ser casado, não ter filhos, não ser religioso, isolamento social e o fracasso financeiro.

O Site de psiquiatria Mental Help afirma que:

1) 70% dos suicídios ocorrem em decorrência de uma fase depressiva.
2) Pessoas mais velhas se suicidam mais que as mais jovens.
3) Quanto mais planejado, mais perigoso no sentido de haver novas tentativas, caso essa não dê certo.
4)Qualquer distúrbio neuropsiquiátrico aliado ao álcool aumenta o risco de suicídio.

O Suicídio e os evangélicos:

Boa parte dos evangélicos acreditam que aquele que comete suicídio carimba o seu passaporte para o inferno.

As Escrituras Sagradas relatam a história de algumas pessoas que cometeram suicídio, dentre estas: Saul (I Samuel 31:4), Aitofel (II Samuel 17:23), Zinri (I Reis 16:18) e Judas (Mateus 27:5). Todos foram maus, perversos e pecadores, o que provavelmente após a morte experimentaram a condenação eterna. Ora, sem a menor sombra de dúvidas a Bíblia vê o suicídio do mesmo modo que o assassinato – e assim o é – um auto-assassinato. Cabe a Deus decidir quando e como a pessoa morrerá. Tomar de assalto este por em suas próprias mãos, de acordo com a Bíblia, é atentar contra Deus.

E o que diz a Bíblia a respeito de um cristão que comete suicídio?


"Em primeiro lugar não acredito que um cristão verdadeiro cometa suicídio perca a sua salvação. A Bíblia ensina que a partir do momento no qual a pessoa verdadeiramente crê em Cristo, ela está eternamente salva (João 3:16). De acordo com a Bíblia, os cristãos podem ter certeza, sem sombras de dúvida, que têm a vida eterna, não importa o que aconteça. “Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus” (I João 5:13). Nada pode separar o cristão do amor de Deus! “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 8:38-39).

Se nenhuma “criatura” pode separar um cristão do amor de Deus, e um cristão que comete suicídio é uma “criatura”, então nem mesmo o suicídio pode separá-lo do amor do Senhor. Jesus morreu por todos os nossos pecados... e se um cristão verdadeiro, em tempo de crise e fraqueza espiritual, e doença psíquica cometer suicídio – este, não será condenado, mesmo porque,  este também é um pecado pelo qual Cristo morreu."

Caro leitor, antes que você emita qualquer parecer é certo que todos concordamos que nenhuma pessoa racional tiraria sua própria vida e, quando isso ocorre, é um ato irracional de uma pessoa que está com algum distúrbio mental. Isso nos leva a uma outra pergunta:

Pode o cristão sofrer de doença mental?

 É claro que sim e eu pessoalmente conheço inúmeros casos. Embora alguns especialistas argumentem corretamente que a mente humana é abstrata e, portanto, não pode adoecer, o cérebro é uma entidade concreta e está sujeito às enfermidades físicas. As teorias sobre insanidade lidam com a diferença entre o órgão físico e os pensamentos que ele "processa", mas um fato é irrefutável — desequilíbrios químicos no cérebro comprovadamente provocam comportamento irracional, chegando até e incluindo o suicídio.

Um exemplo disso é caso de Matthew Warren, filho de Rick Warren que  morreu depois de uma longa batalha com uma doença mental. “Aos 27 anos de idade devido a uma profunda depressão e pensamentos de suicídio, o moço deu cabo da própria vida.

Alguns cristãos estão entre aqueles que sofrem do distúrbio bipolar (são "maníacos-depressivos") e precisam tomar medicamentos (à base de lítio, etc.) para controlar a enfermidade. Depressão severa e pensamentos sobre suicídio, junto com "vozes" que incentivam a pessoa a se matar são características trágicas dessa doença mental. Se não for diagnosticada ou tratada, ela pode e de fato leva os indivíduos a cometerem atos impensáveis, mas fique descansado que quando isso acontece com um dos filhos de Deus, eles nunca estão sob o risco de perderem a salvação.

Aproveito o ensejo em afirmar que não aprovo, não incentivo e nem tampouco reconheço que o suicídio seja uma saída àqueles que sofrem. Acredito piamente que o Senhor Todo-Poderoso é capaz de trazer bálsamo as nossas vidas e emoções restaurando naquele que nEle crêr a alegria de viver.

Vale a pena ressaltar que concordo com Hernandes Dias Lopes que afirma que o suicídio não é sustentado nas Escrituras. "O suicídio é assassinato de si mesmo. É uma violação do sexto mandamento da lei de Deus.  O suicídio é um ato de conspiração contra Deus e também um ato de egoísmo sem paralelos. Ninguém é uma ilha. Aqueles que tiram sua própria vida além de não resolver seu próprio problema, porque a vida não termina com a morte, ainda abrem uma ferida incurável na família. Aqueles que flertam com o suicídio precisam saber que existe esperança para a vida, por pior que seja a situação. Essa esperança está em Jesus."

 Isto posto, aconselho a todo aquele que tem sentido desejos suicidas que procure ajuda médica e  profissional, mesmo porque, a vida aos olhos de Deus é preciosa e  precisa ser cuidada, valorizada e respeitada.

Pense nisso!

Renato Vargens

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Missionários ampliam envio de balões com Bíblias à Coreia do Norte, onde o cristianismo é crime

Missionários ampliam envio de balões com Bíblias à Coreia do Norte, onde o cristianismo é crime

O cristianismo é considerado uma prática ilegal na Coreia do Norte, assim como a posse de uma Bíblia Sagrada. Mesmo assim, missionários tentam evangelizar cidadãos do país mais fechado do mundo e ajudar os irmãos da “igreja subterrânea”, como são chamados os cristãos locais.
A partir da fronteira da Coreia do Sul, o pastor Eric Foley – um sul-coreano radicado nos Estados Unidos desde 1984 – e sua esposa enviam balões com exemplares da Bíblia Sagrada para zonas rurais da Coreia do Norte, onde elas podem ser apanhadas com maior discrição.
O cuidado pode parecer exagerado, mas justifica-se pelo fato de que, se um cidadão for pego portando uma Bíblia, ele e três gerações de sua família são condenados à prisão.
“Eu fico animado, cada vez que vejo os balões decolarem. Eles são os fiéis mais perseguidos na Terra”, disse o pastor à Fox News, referindo-se aos irmãos da “igreja subterrânea”. Os balões usam tecnologia moderna para aumentar a eficiência da entrega. Timers são usados para liberar o gás hidrogênio em etapas, evitando assim que os balões caiam em áreas indesejadas, e aparelhos de GPS são usados para determinar a localização dos artefatos que carregam as bíblias.
“Estamos constantemente monitorando as condições de vento quando estamos lançando [os balões]. E mantemos a fronteira da Coreia do Norte sempre dentro da linha de visão”, explica o pastor.
Segundo Eric Foley, a distribuição de bíblias na Coreia do Norte conta com uma característica da população local para que o Evangelho se dissemine: “Os norte-coreanos respondem muito bem a história, porque todos são obrigados a memorizar cem histórias”, revelou o pastor, fazendo referência à imposição do regime de ditadura do país, que obriga o culto à dinastia Kim, família que governa o país.
Segundo a Missão Portas Abertas dos Estados Unidos, a estimativa é que existam aproximadamente 400 mil cristãos na Coreia do Norte, e que boa parte destes estejam trancafiados em campos de concentração, onde sofrem de fome e tortura, e são submetidos a trabalhos forçados, que em muitos casos, resulta em morte.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

O que é Santidade?

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Por Rev. Augustus Nicodemus Lopes


Lamentavelmente, os escândalos ocorridos nas igrejas vêm confirmar nosso entendimento de que em muitos ambientes evangélicos, a santidade de vida, a ética e a moralidade estão completamente desconectados da vida cristã, dos cultos, dos milagres, da prosperidade em geral.

Uma análise do conceito bíblico de santidade destacaria uma série de princípios cruciais, dos quais destaco alguns aqui:

1) A santidade não tem nada a ver com usos e costumes. Ser santo não é guardar uma série de regras e normas concernentes ao vestuário e tamanho do cabelo. Não é ser contra piercing, tatuagem, filmes da Disney. Não é só ouvir música evangélica, nunca ir à praia ou ao campo de futebol. Não é viver jejuando e orando, isolado dos outros, andar de paletó e gravata. Para muitos, santidade está ligada a esse tipo de coisas. Duvido que estas coisas funcionem. Elas não mortificam a inveja, a cobiça, a ganância, os pensamentos impuros, a raiva, a incredulidade, o temor dos homens, a preguiça, a mentira. Nenhuma dessas abstinências e regras conseguem, de fato, crucificar o velho homem com seus feitos. Elas têm aparência de piedade, mas não tem poder algum contra a carne. Foi o que Paulo tentou explicar aos colossenses, muito tempo atrás: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2.23).

2) A santidade existe sem manifestações carismáticas e as manifestações carismáticas existem sem ela. Isso fica muito claro na primeira carta de Paulo aos Coríntios. Provavelmente, a igreja de Corinto foi a igreja onde os dons espirituais, especialmente línguas, profecias, curas, visões e revelações, mais se manifestaram durante o período apostólico. Todavia, não existe uma igreja onde houve uma maior falta de santidade do que aquela. Ali, os seus membros estavam divididos por questões secundárias, havia a prática da imoralidade, culto à personalidade, suspeitas, heresias e a mais completa falta de amor e pureza, até mesmo na hora da celebração da Ceia do Senhor. Eles pensavam que eram espirituais, mas Paulo os chama de carnais (1Coríntios 3.1-3). Não estou negando as manifestações espirituais. Creio que Deus é Deus. Contudo, Ele mesmo nos mostra na Bíblia que manifestações espirituais podem ocorrer até mesmo através de pessoas como Judas, que juntamente com os demais apóstolos, curou enfermos e ressuscitou mortos (Mateus 10.1-8). No dia do juízo, o Senhor Jesus irá expulsar de sua presença aqueles que praticam a iniqüidade, mesmo que eles tenham expelido demônios e curado enfermos (Mateus 7.22-23).

3) A santidade implica principalmente na mortificação do pecado que habita em nós e em viver de acordo com a vontade de Deus revelada nas Escrituras. Apesar de regenerados e de possuirmos uma nova natureza, o velho homem permanece em nós e carece de ser mortificado diariamente, pelo poder do Espírito Santo. É necessário mais poder espiritual para dominar as paixões carnais do que para expelir demônios. E, a julgar pelo que estamos vendo, estamos muito longe de estar vivendo uma grande efusão do Espírito. Onde as paixões carnais se manifestam, não há santidade, mesmo que a ortodoxia doutrinária seja defendida ardorosamente, doentes sejam curados, línguas sejam faladas e demônios sejam expulsos. A Bíblia não faz conexão direta entre santidade e manifestações carismáticas e defesa da ortodoxia. Ao contrário, a Bíblia nos adverte constantemente contra a ortodoxia dos fariseus, contra os falsos profetas, Satanás e seus emissários, cujo sinal característico é a operação de sinais e prodígios, ver Mateus 24.24; Marcos 13.22; 2Tessalonicenses 2.9; Apocalipse 13.13; Apocalipse 16.14.

4) É mais difícil vencer o domínio de hábitos pecaminosos do que quebrar maldições, libertar enfermos, e receber prosperidade. O poder da ressurreição, contudo, triunfa sobre o pecado e sobre a morte. Quando “sabemos” que fomos crucificados com Cristo (Romanos 6.6), nos “consideramos” mortos para o pecado e vivos para Deus (Romanos 6.11), não permitimos que o pecado “reine” sobre nós (Romanos 6.12) e nem nos “oferecemos” a ele como escravos (Romanos 6.13), experimentamos a vitória sobre o pecado (Romanos 6.14). Aleluia!

5) A santidade é progressiva. Ela não se obtém instantaneamente, por meio de alguma intervenção sobrenatural. Deus nunca prometeu que nos santificaria inteiramente e instantaneamente. Na verdade, os apóstolos escreveram as cartas do Novo Testamento exatamente para instruir os crentes no processo de santificação. Infelizmente, influenciados pelo pensamento de João Wesley – que noutros pontos tem sido inspiração para minha vida e de muitos outros –, alguns buscam a santificação instantânea, ou a experiência do amor perfeito, esquecidos que a pureza de vida e a santidade de coração são advindas de um processo diário, progressivo e incompleto aqui nesse mundo.

6) A santificação é um processo irresistível na vida do verdadeiro salvo. Deus escolheu um povo para que fosse santo. O alvo da escolha de Deus é que sejamos santos e irrepreensíveis diante dele (Efésios 1.4). Deus nos escolheu para a salvação mediante a santificação do Espírito (2Tessalonicenses 2.13). Fomos predestinados para sermos conformes à imagem de Jesus Cristo (Romanos 8.29). Muito embora o verdadeiro crente tropece, caia, falhe miseravelmente, ele não permanecerá caído. Será levantado por força do propósito de Deus, mediante o Espírito. Sua consciência não vai deixá-lo em paz. Ele não conseguirá amar o pecado, viver no pecado, viver na prática do pecado. Ele vai fazer como o filho pródigo, “Levantar-me-ei e irei ter com o meu Pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti” (Lucas 15.18). Ninguém que vive na prática do pecado, da corrupção, da imoralidade, da impiedade, – e gosta disso – pode dizer que é salvo, filho de Deus, por mais próspero que seja financeiramente, por mais milagres que tenha realizado e por mais experiências sobrenaturais que tenha tido.

Precisamos de santidade! E como! E a começar em mim. Tenha misericórdia, ó Deus!

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Fonte: Augustus Nicodemus, via Facebook
Via Bereianos
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Pressão da bancada evangélica adia votação da PL 122


Substitutivo petista foi retirado da pauta de hoje
por Jarbas Aragão

Pressão da bancada evangélica adia votação da PL 122Pressão da bancada evangélica adia votação da PL 122
Desde que foi sugerida pela primeira vez, o Projeto de Lei 122/2006 (PL  122) gerou polêmica e muito debate.  Proposto pela deputada Iara Bernardi (PT-SP), já foi aprovado na Câmara dos Deputados e tramita no Senado há sete anos.  Amplamente defendido pela ex-senadora petista Marta Suplicy, o projeto visa “tornar crime a discriminação ou o preconceito pela orientação sexual e identidade de gênero”.
Diversas manifestações foram feitas por líderes evangélicos temendo que, na prática, as igrejas fossem proibidas de se manifestar publicamente contra o pecado da homossexualidade.
Com a votação adiada diversas vezes desde então, nesta quarta (20), as manifestações de deputados da bancada evangélica conseguiram barrar o texto substitutivo do senador petista Paulo Paim, do Rio grande do Sul.
A pauta da reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) de hoje, foi marcada pelos pedidos de lideranças partidárias para a retirada da matéria da pauta.
Oficialmente, fala-se mais uma vez em buscar-se consenso sobre o texto. Paim, protesta, afirmando que antes da elaboração do substitutivo teve conversas com entidades religiosas e também com grupos do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).
Fazendo uma concessão aos grupos religiosos, foi modificado o artigo que tornaria crime “impedir ou restringir a manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público”, com uma ressalva para que devia ser “resguardado o respeito devido aos espaços religiosos”.
A senadora Ana Rita (PT-ES), presidente da CDH, afirmou que a comissão quer aprovar o projeto ainda este ano. “Não gostaríamos de deixar isso para o ano que vem, até porque houve debate intenso sobre esse assunto. É matéria que, do nosso ponto de vista, contempla perfeitamente todos os setores discriminados”, defendeu.
Do outro lado, o senador Magno Malta (PR-ES), que é pastor, asseverou “Acompanhamos o esforço do senador Paim. Realmente, não é matéria fácil. Nem vou entrar no mérito, mas não podemos deixar um legado infame para as gerações futuras. Queremos um texto que trate de tolerância e não de intolerância”.
Paulo Paim explica que elaborou o substitutivo procurando ampliar a lei que atualmente pune a discriminação racial (Lei 7.716/1989) e o capítulo do Código Penal (Decreto-Lei 2.848/1940) que trata do crime de injúria. Segundo ele, sua proposta de lei tem como o objetivo “o combate ao ódio, à intolerância e à violência de um ser humano contra o outro”.
Fonte:gospelprime

Fragmentos das versões das bíblias mais antigas do mundo são expostos em Jerusalém


Museu de Jerusalém mostra trajetória da Bíblia até os dias de hoje
por Jarbas Aragão

Fragmentos das versões das bíblias mais antigas do mundo são expostos em JerusalémVersões das bíblias mais antigas do mundo são expostas em Jerusalém
As antigas perguntas sobre onde está “a Bíblia original” e “o quanto a Igreja mudou o texto bíblico” ainda persistem para muitos. Agora surge mais uma oportunidade de tentar esclarecer a trajetória que as Escrituras passaram até chegarem ao século 21.
O Museu Terras da Bíblia, localizado em Jerusalém, fará uma exposição a partir de 23 de novembro deste mês, sobre a história da Bíblia. O material mostra as raízes judaicas do cristianismo e a difusão da fé através da palavra escrita. Apresenta o desenvolvimento da Bíblia juntamente com a disseminação do judaísmo e o cristianismo, a partir de Israel.
A mostra “O Livro dos Livros” reúne fragmentos originais das bíblias mais antigas do mundo, alguns de quase 2 mil anos. São manuscritos, objetos e documentos impressos que mostram a importância do texto sagrado no desenvolvimento da civilização ocidental.
Amanda Weiss, diretora do Museu, asseverou: “A exposição é a primeira já feita no mundo que mostra de maneira equilibrada as histórias do Tanach (Bíblia judaica), e do Novo Testamento que compõem a Bíblia cristã. Trata-se de uma combinação incomum de documentos bíblicos e comentários importantes e transcendentais jamais encontrados e reunidos nesta exclusiva exibição”.
Os visitante poderão ver, de forma cronológica, parte dos manuscritos bíblicos mais antigos conhecidos, bem como suas interpretações e representações. São papiros milenares escritos em hebraico e aramaico, e também material em grego, latim e siríaco dos primeiros séculos. Passando por volumes medievais manuscritos, até chegar às primeiras versões impressas.
São mais de 200 obras, incluindo fragmentos da Septuaginta (versão da Bíblia hebraica), as escrituras mais antigas do Novo Testamento, manuscritos raros, fragmentos delicados da Geniza do Cairo e páginas originais da Bíblia de Gutenberg, bem como outra que pertenceu ao rei Henrique VIII da Inglaterra, e vários volumes da versão popular do rei James I.
biblias antigas Fragmentos das versões das bíblias mais antigas do mundo são expostos em Jerusalém
Exposição no Museu Terras da Bíblia
Um dos mais importantes é parte dos rolos do Mar Morto, as cópias mais antigas dos textos do Antigo Testamento, cujos originais estão em Amã, na Jordânia. Jehuda Kaplan, diretor do Departamento de Educação do museu, explica “Esta é a primeira vez que este texto é apresentado em Israel. Está escrito em hebraico e menciona as regras da comunidade que vivia ali no século I”.
Outra parte importante são os fragmentos da Septuaginta (versão do Velho Testamento para o grego koiné), refletindo o vínculo inegável entre o início do cristianismo e o Judaísmo. A exibição se estenderá até abro de 2014. Com informações CBN.
Fonte:gospelprime

A Glorificação da Palavra pela sua Natureza

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Uma das principais convicções da fé reformada é a compreensão da importância da suficiência das Escrituras. "A doutrina da Suficiência das Escrituras é tão importante que, por ela, ou a Igreja fica de pé, ou cai."¹ 

Qual a importância das Escrituras Sagradas para a sua vida?

Confira a palestra "A Glorificação da Palavra pela sua Natureza", ministrada peloRev. Josafá Vasconcelos, na 21ª edição da Conferência Fiel para Pastores e Líderes, em 2005:


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Fonte: Ministério Fiel

terça-feira, 19 de novembro de 2013

“A teologia da prosperidade está machucando a África”, diz missionário no continente, que lamenta distorções no Evangelho

“A teologia da prosperidade está machucando a África”, diz missionário no continente, que lamenta distorções no Evangelho

A teologia da prosperidade está ferindo a África. Essa é a constatação do missionário J. Lee Grady, que trabalha no continente através da organização The Mordecai Project.
Grady é ex-editor do portal cristão de notícias Charisma News e vem se dedicando ao trabalho missionário na África há alguns anos. Em seu artigo, ele afirma que a teologia da prosperidade é “uma das maiores ameaças à fé no continente”.
“Eu sei que a origem desta mensagem é pregada nos Estados Unidos, e eu sei que nós somos os únicos que a exportaram para o exterior. Não estou minimizando os danos que a pregação da prosperidade tem feito em meu próprio país. Mas eu testemunhei como alguns cristãos africanos estão tomando esta mensagem com foco no dinheiro”, disse o missionário, demonstrando preocupação com os extremos.
De acordo com o artigo escrito por J. Lee Grady, a teologia da prosperidade na África mistura o cristianismo com o ocultismo: “Um pastor enterrou um animal vivo sob o piso de sua igreja para ganhar o favor de Deus. Outro pediu a seus fiéis para trazer garrafas de areia para a igreja para que ele pudesse ungi-las, então ele disse às pessoas para polvilhar a areia em suas casas para trazer bênçãos. As pessoas que seguem esses charlatões são lembrados de que a sua colheita prometida não se concretizará, a menos que eles façam grandes doações”, relatou.
O evangelho pregado a partir da teologia da prosperidade “alimenta a ganância”, diz Grady, que complementa: “Qualquer pessoa que conhece a Cristo vai aprender a alegria de dar aos outros. Mas o evangelho da prosperidade ensina as pessoas a se concentrar em obter, não dar. Na sua essência, é uma fé egoísta e materialista, com um fino verniz cristão. Os membros da Igreja são constantemente convidados a semear para colher as recompensas financeiras cada vez maiores. Na África, conferências inteiras são dedicadas à coleta de ofertas, a fim de alcançar a riqueza. Pregadores se gabam sobre o quanto eles pagaram em ternos, sapatos, colares e relógios. Eles dizem a seus seguidores que a espiritualidade é medida pelo fato de que eles têm uma casa grande ou um bilhete de primeira classe. Quando a ganância é pregada no púlpito, se espalha como um câncer na casa de Deus”, lamentou.
Outro ponto prejudicial destacado no artigo é o orgulho. Segundo J. Lee Grady, a teologia da prosperidade “deu origem a um estilo deformado da liderança”.
“Eles plantam igrejas não porque eles têm sede de alcançar as almas perdidas, mas porque eles vêem cifrões quando preenchem um auditório com cadeiras. A mensagem egoísta produz líderes oportunistas que precisam de posição, aplausos e muitas vantagens para mantê-los felizes. O pregador da prosperidade mais bem sucedido é o mais perigoso porque ele pode convencer a multidão de que Jesus morreu para dar a você e a mim um carro importado”, criticou o missionário.
Uma das essências do cristianismo, a formação de um caráter segundo o caráter de Deus, vem sendo deixada de lado nas igrejas africanas que adotaram a teologia da prosperidade: “[Essa pregação] é uma imitação pobre do evangelho, porque não deixa espaço para a fragilidade, o sofrimento, a humildade ou atraso. Ele oferece um atalho ilegal. Os pregadores da prosperidade prometem resultados imediatos e durante a noite de sucesso , se você não receber o seu avanço, é porque você não deu dinheiro suficiente na oferta. Jesus chama-nos a negarmos a nós mesmos e segui-Lo; A pregação da prosperidade nos chama a negar Jesus e seguir as nossas concupiscências materialistas. Há uma crise de liderança na igreja africana porque muitos pastores estão tão empenhados em ficar ricos, que eles não acompanhar o processo de discipulado, que exige abnegação”.
Por fim, Grady conclui com uma estatística lamentável que depõe fortemente contra a teologia da prosperidade. Segundo ele, esse tipo de pregação torna os fiéis ainda mais pobres: “Igrejas têm crescido rapidamente em muitas partes da África de hoje, mas a África Subsaariana é a única região do mundo onde a pobreza aumentou nos últimos 25 anos. Assim, de acordo com as estatísticas, o evangelho da prosperidade não está trazendo prosperidade! É uma mensagem errada, mas acredito que Deus vai usar os líderes africanos quebrantados e abnegados para corrigir isso”.
Por Tiago Chagas
Fonte: Gospel+

Aumenta a participação de gays em igrejas dos EUA


O estudo percebeu um aumento de 28% da participação de homossexuais que possuem relacionamentos de longo prazo
por Leiliane Roberta Lopes
Pare, leia e pense!

Aumenta a participação de gays em igrejas dos EUAAumenta a participação de gays em igrejas dos EUA
O jornal americano Huffington Post noticiou na última semana que as igrejas nos Estados Unidos estão aceitando a participação de gays e lésbicas nos trabalhos da comunidade. Essas denominações permitem que homossexuais com relacionamentos de longo prazo integrem a comunidade e até mesmo ocupem cargos de lideranças.
A estatística é que quase metade das igrejas americanas esteja mais abertas ao grupo. Os dados fazem parte de um estudo da Duke University que conseguiu pesquisar em mais de mil congregações religiosas.
“Comparado ao estudo anterior, realizado em 2006/2007, houve um aumento de 10% nas congregações que dizem que gays e lésbicas com relações estáveis podem integrá-las”, disse Mark Chaves, que liderou o estudo.
Mark é professor de sociologia na Duke University e diz que na nova pesquisa 38% das igrejas pesquisadas permitem que gays e lésbicas fossem membros.
A pesquisa vai ser publicada no início de 2014 e vai mostrar também as mudanças no comportamento das igrejas diante dos grupos étnicos, estilo de adoração, uso da tecnologia e a presença feminina na liderança. 
Fonte:gospelprime

Série Mês da Reforma – Expiação Limitada – R. C. Sproul (11/12)


TeologiaReformada11

No mês de outubro é comemorado o aniversário da Reforma Protestante. Com isso, nós comemoraremos essa importante data postando uma série de 12 aulas, com R. C. Sproul, sobre Teologia Reformada. Hoje seguiremos a série com a décima primeira aula, “Expiação Limitada”:
Confira, também, o guia de estudos: Download do Guia de Estudos
Encontre o DVD aqui: DVD O que é Teologia Reformada?

Por R. C. Sproul. © 2013 Editora Fiel. Website: www.editorafiel.com.br e www.ministeriofiel.com.br. Original: Série Mês da Reforma – Graça Irresistível – R. C. Sproul (10/12) de R. C. Sproul
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

18 coisas que não me arrependerei de fazer com meus filhos



Por Tim Challies


Como a maioria dos pais, eu tenho aqueles momentos em que culpa e arrependimento me atingem como uma onda. Eu penso, então, em como boa parte do meu tempo como pai já passou e quão pouco resta. Meu filho mais velho tem treze anos. Ele já é um adolescente, restando-lhe apenas mais um ano até o ensino médio, somente oito anos até a idade que eu tinha quando saí de casa para me casar. Minhas meninas o acompanham de perto. Quando aquela onda se levanta, quando sinto que poderia afogar-me debaixo de toda aquela tristeza, às vezes, eu considero estas coisas das quais nunca me arrependerei.

Aqui estão 18 coisas que eu sei que não me arrependerei de fazer com meus filhos.

1. Orar com eles por eles. Fico perplexo com o fato de que uma das coisas que mais me intimida é orar com meus filhos. Não estou falando de orar com toda a família antes ou depois de uma refeição, mas orar com a minha filha por minha filha ou com meu filho por meu filho. No entanto, este tipo de oração permite-lhes perceber que estou preocupado com o que lhes preocupa e permite-nos unir-se em oração por essas mesmas coisas. Eu sei que preciso priorizar isso porque nunca me arrependerei de orar com eles por eles.

2. Ler livros para eles. Quando o verão torna-se outono, quando os dias ficam mais curtos e as noites esfriam, passamos muitas das nossas noites juntos na sala de estar, enquanto eu leio livros em voz alta. Nós lemos sobre o nosso caminho por este mundo, e por muitos outros, nós lemos sobre o porvir na história e sobre dias há muito no passado; nós conhecemos heróis e vilões, e experimentamos tudo isso juntos como uma família. Eu nunca me arrependerei de ler livros para os meus filhos .

3. Dar beijos de boa noite. Os dias se alongam e eu fico tão cansado. Na hora em que as crianças vão para a cama, às vezes estou tão desgastado que a última coisa que quero fazer é vê-los na cama e dar beijos de boa noite. Mas eu sempre me alegro por fazê-lo e, muitas vezes, descubro aquele momento em que as crianças estão mais abertas, mais ansiosas para falar, e mais ansiosas para ouvir. Eu sei que nunca me arrependerei de todos aqueles beijos de boa noite.

Eu sei que nunca me arrependerei de todos aqueles beijos de boa noite.

4. Levá-los para a igreja. Há tanta alegria em estar juntos na igreja como família, adorar juntos o Senhor e juntos ouvir sobre ele em sua Palavra. Eu não levo meus filhos à igreja para que eles possam aprender boas maneiras ou serem pessoas melhores, eu os levo à igreja para que possam saber quem são, para que possam aprender sobre quem é Deus, e para que possam encontrar e experimentar a graça. Eu nunca me arrependerei de priorizar a  igreja.

5. Levá-los para tomar café da manhã. Uma tradição muito amada em nossa família é levar meus filhos para tomar café nas manhãs de sábado – um deles por semana. É uma tradição que perdi, mas voltou, perdi novamente e voltou mais uma vez. É uma tradição que vale a pena manter. A despesa de 10 ou 20 dólares e o tempo que leva nada são em comparação com o investimento em suas vidas. Eu nunca me arrependerei dos nossos cafés da manhã com o papai.

6. Deixar meus amigos serem seus amigos. Adoro quando meus filhos fazem amizade e tornam-se amigos dos meus amigos. Eu quero que meus filhos tenham amigos mais velhos e mais sábios do que eles e amigos que possam ajudá-los nas áreas em que sou fraco. Eu nunca me arrependerei de incentivar meus amigos a serem amigos deles.

7. Fazer devocionais em família. Devocional em família é uma disciplina difícil de manter, especialmente quando as crianças ficam mais velhas e têm mais lição de casa e responsabilidades. Mas, nós nos comprometemos, nos re-comprometemos e perseveramos, porque estes são momentos preciosos – apenas alguns minutos juntos para ler a Bíblia, para falar sobre o que ouvimos e para orar. Eu sei que nunca me arrependerei de um único momento buscando o Senhor juntos.

8. Discipliná-los. Eu odeio disciplinar meus filhos, eu odeio ter que discipliná-los. Contudo, estou absolutamente convencido de que se recusar a discipliná-los é recusar-se a amá-los e respeitá-los. O privilégio revogado, a conversa severa, o tempo gasto sozinho em seu quarto – essas coisas são vistas como ódio no momento, porém, percebidas como amor mais tarde. Eu nunca me arrependerei de disciplinar meus filhos com amor.

9. Fazer coisas especiais. Grande parte da vida é vivida em situações cotidianas e o amor normalmente é demonstrado no dia-a-dia. Mas também há valor no jogo à tarde, na noite de balé, as viagens com o papai. Eu nunca me arrependerei de fazer essas coisas especiais com meus filhos.

10. Pedir perdão. Eu tenho mais dificuldade em pedir desculpas aos meus filhos do que a qualquer outra pessoa. Em algum lugar lá no fundo da minha mente, eu estou convencido de que desculpar-me com eles é revelar fraqueza; mas, nos meus melhores momentos, eu sei que pedir desculpas a eles – pedir perdão quando pequei contra eles – é honrar a Deus e a eles. Eu nunca me arrependerei daquelas vezes em que já pedi perdão a eles.

11. Perdoá-los. Minha grande fraqueza é um dos grandes pontos fortes dos meus filhos. Quando eles pecam, quase sempre são rápidos em buscar o meu perdão. Eu nunca me arrependerei de sincera e imediatamente conceder o perdão que eles pedem.

12. Amar a mãe deles. Eu sei que a estabilidade de uma mãe e um pai que estão firmemente comprometidos um com o outro traz estabilidade para toda a família. Eu posso amar meus filhos ao assegurar-lhes o meu amor por sua mãe por meio das minhas palavras, atos e afeição. Eu nunca me arrependerei de regularmente reafirmar o meu amor pela mãe deles.

13. Identificar a graça de Deus. Enquanto meus filhos fazem suas profissões de fé e começam a crescer em piedade , tem sido uma alegria ver a graça de Deus em suas vidas. Estou aprendendo a contar-lhes o que eu observo, a elogiá-los por isso, e apontar para Aquele que fez tudo. Eu sei que nunca me arrependerei de identificar esse tipo de graça em suas vidas.

14. Expressar afeto. Gosto de andar de mãos dadas com as minhas filhas e adoro abraçar o meu filho antes de ele ir para a escola. Esta afeição física os faz sentirem-se seguros e amados ao ensinar limites e toques apropriados e platônicos. Eu nunca me arrependerei de continuamente expressar afeto físico.

15. Planejar pequenas surpresas. Os pequenos e ocasionais presentes de quando eu volto para casa depois de uma palestra, uma rosa para minhas meninas enquanto eu compro um buquê de flores para a mamãe, o jantar no McDonalds sem qualquer motivo especial. Eu nunca me arrependerei de planejar e a executar essas pequenas surpresas especiais.

16. Dar-lhes toda a minha atenção. Eu quase sempre tenho um dispositivo eletrônico à mão e, muitas vezes, tenho dois ou três deles. É tão fácil interromper uma conversa a cada zumbido ou bip, quebrar o contato visual e perder a concentração. Eu sei que eu nunca me arrependerei de dar aos meus filhos toda a minha atenção quando eles têm algo a dizer.

17. Conduzir ao evangelho. O evangelho não é apenas uma porta de entrada para a vida cristã, mas a própria fonte de esperança e alegria na vida cristã . Precisamos voltar ao evangelho continuamente, precisamos do evangelho todos os dias. E eu nunca me arrependerei de conduzir meus filhos ao evangelho.

18. Dizer-lhes “eu te amo”. Eu amo profundamente meus filhos e posso demonstrar esse amor de cada uma das maneiras que listei acima. Mas, quando eles vão para a escola, quando eles saem com os amigos, quando me ligam do escritório, quando usamos o Skype à distância, eu nunca me arrependerei de dizer-lhes novamente: “Eu te amo”.

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Traduzido por Josaías Jr | Reforma21.org | Original aqui.
Via Bereianos
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