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quinta-feira, 21 de março de 2013

VERGONHA: Deputado bispo evangélico compõe a Frente Parlamentar em oposição a Marco Feliciano


Por Paulo Teixeira 

VERGONHA: Deputado bispo evangélico compõe a Frente Parlamentar em oposição a Marco Feliciano
Em uma clara oposição à nova direção da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara, presidida pelo deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), da Assembleia de Deus, deputados do PT, PSB, PSol e PRB lançaram nesta quarta-feira (20) a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos.
As frentes parlamentares não estão previstas nos regimentos da Câmara. Todavia servem de instância de atuação política para unificar ações de congressistas de diferentes legendas, porém com objetivo político específico.
O objetivo da nova Frente é levar ao plenário da Câmara dos Deputados, ignorando a Comissão de Direitos Humanos (esta prevista no regimento da Câmara), projetos como: aborto, legalização da prostituição, casamento gay, dentre outros.
A nova Frente é composta por 7 parlamentares do PT, 2 do PSOL, 1 do PSB e 01 do PRB.
O representante do PRB é o deputado federal Vitor Paulo, bispo de uma famosa denominação evangélica. Ele já foi presidente nacional do Partido.
É um dos mais omissos parlamentares no que tange à defesa dos princípios cristãos. Nunca manifestou-se contra projetos que afrontam a família, como a tentativa de legalizar o aborto, a prostituição, a legalização da maconha e ao avanço da agenda gay.
Todavia, em oposição ao deputado Marco Feliciano, o deputado e bispo Vitor prefere unir-se aos defensores do aborto, da legalização da prostituição e do ‘casamento’ gay.
Não há registro de que ele tenha se motivado a participar de alguma Frente para o bem estar da sociedade brasileira. Essa é a primeira vez que Vítor Paulo faz parte de uma Frente Parlamentar. Justamente em oposição a um deputado que defende princípios favoráveis à família.
Relação dos deputados que fazem parte da Frente em oposição a Marco Feliciano na presidência da CDH: Jean Wyllys (Psol-RJ), Chico Alencar (Psol-RJ), Domingos Dutra (PT-MA), Erika Kokay (PT-DF), Janete Pietá (PT-SP), Luiza Erundina (PSB-SP), Luiz Couto (PT-PB), Luiz Alberto (PT-BA), Padre Ton (PT-RO), Nilmário Miranda (PT-MG), Vitor Paulo (PRB-RJ).
Uma vergonha!
Fonte:gospel+

Governo pode cassar “pastores falsos”



Polêmica reacende debate sobre separação de Igreja e Estado
por Jarbas Aragão

Governo pode cassar “pastores falsos”Governo pode cassar "pastores falsos"

Willy Mutunga, um ex-executivo que hoje comanda o Supremo Tribunal do Quênia, já fez propostas polêmicas. Logo que assumiu, queria que todos os julgamentos importantes do país fossem transmitidos pela televisão.
Mas agora ele agora está pisando em terreno perigoso. Mutunga propôs que os pastores do Quênia sofram um tipo de análise por parte dos tribunais, na tentativa de eliminar os “falsos profetas”.
Escândalos envolvendo pastores “problemáticos” não é algo novo no Quênia. Relatos de curas divinas “duvidosas” e comportamento questionável são até comum entre os líderes religiosos do país, observa Mwenda Njoka, fundador do Centro Africano de Jornalismo Investigativo.
O que mudou é o nível de conscientização do público. Por exemplo, recentemente um programa de TVteve grande audiência ao mostrar o caso de Michael Njoroge, pastor do Fire Ministries. Ele estaria pagando prostitutas para darem falsos testemunhos sobre milagres. O pastor negou as acusações.
Também está em discussão no país um serviço pioneiro de transferência financeira pelo celular, chamado M-Pesa. Originalmente, o alvo era tornar os serviços bancários acessíveis para africanos pobres da zona rural. Contudo, tornou-se uma verdadeira febre entre os televangelistas. Os pastores surgem na TV divulgando um número de telefone celular e pede que as pessoas que buscam por um milagre enviem dinheiro simplesmente digitando um código por mensagem de texto. As somas arrecadadas tornam-se mais difíceis de serem rastreadas dessa maneira.
Até o momento, a proposta radical de Mutunga tem dividido os quenianos. Paul Muasya, líder da Igreja Adventista do Sétimo Dia, declarou seu apoio total. ”Nós acreditamos que ele vai garantir que apenas os que são chamados a anunciar a palavra do Senhor farão isso, e não as pessoas que desejam transformar a igreja em um negócio”.
Philip Kitoto, um influente pastor e autor ligado às Assembleias de Deus, discorda. Ele acredita que as igreja tem mecanismos para agir como órgão fiscalizador. ”Por mais que o chamado de Deus em uma pessoa seja fundamental, Deus exige… integridade”, disse ele. “Como ministros, não devemos temer a prestação de contas pública”.
Um dos maiores opositores é Joseph Methu, presidente da Federação de Igrejas Evangélicas do Quênia. ”A vocação é uma questão da Igreja de Cristo. Nós não estamos debaixo de nenhum dos três poderes do governo”.
O pesquisador John Nyakwar Odande pensa que os tribunais precisando emitir uma habilitação para pastores é uma questão complexa. ”No momento que uma equipe de analistas chegar até uma igreja e dizer que aquele pastor é falso, quem vai acreditar? Os quenianos são  muito ligados aos seus pastores. Acho que é um esforço inútil”. Com informações Christianity Today.
Fonte:gospelprime

Sudão e Sudão do Sul: a perseguição religiosa acontece em ambos os países


A perseguição aos cristãos locais e missionários estrangeiros tem provocado a migração de um número assustador de pessoas: sete milhões migraram do sul para o norte por causa da seca e da guerra no Sudão. Há 47 anos, muçulmanos e não muçulmanos disputam o controle do país, dividido em Sudão (maioria muçulmana) e Sudão do Sul (onde há predominância de cristãos) desde 2011
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Em julho de 2011, o Sudão do Sul tornou-se o mais novo país do mundo, ao oficializar sua independência do restante do Sudão. Segundo reportagem da BBC, "o Sudão do Sul nasceu como um dos países mais pobres do mundo, com a maior taxa de mortalidade materna, a maioria das crianças fora da escola e um índice de analfabetismo que chega em 84% entre as mulheres. Embora não haja estatísticas oficiais, a ONU estima que a população do país varie entre 7,5 e 9,5 milhões", ou seja, "nasceu sendo um dos maiores [países] do continente [africano], superando as áreas de Quênia, Uganda e Ruanda somadas."
Economicamente, o Sul do país, de maioria cristã, é mais rico em reserva de petróleo e recursos naturais que o Norte, por isso, nos conflitos de independência, exigia mais autonomia política. Já o Norte, de maioria muçulmana, lutava pela dominação do território sudanês, defendendo a implantação da Sharia (lei islâmica) em todo o país. A soma total de mortos no conflito - encerrado em janeiro de 2005, com um acordo de paz entre o Norte e o Sul do país - é de aproximadamente dois milhões de sudaneses.

Um ano e alguns meses após a decisão de separação do território em dois países distintos, as notícias sobre a região não são nada animadoras. Ainda acontecem muitos ataques mútuos e cristãos do Sudão do Sul têm sofrido com forte perseguição. Há uma semana, a Portas Abertas Brasil soube do caso de um casal de missionários brasileiros que teve de sair do país às pressas e procurar abrigo no Egito para não sofrer retaliações por pregar a Palavra de Deus.

Cristãos pedem oração pelo Sudão do Sul e o Sudão
Cristãos de todo o mundo são convidados a continuar orando pelo Sudão do Sul e o Sudão após a assinatura de um acordo sobre a produção de petróleo. Por meio do documento, decidiu-se que o Sudão do Sul vai retomar a produção de petróleo pela primeira vez, em mais de um ano, conforme relatou notícia da BBC.
A produção de petróleo foi interrompida em janeiro do ano passado, depois de o Sudão e o Sudão do Sul discutirem por uma partilha mais proporcional das receitas do petróleo. Em uma visita à Igreja Mission Society, o líder religioso Anthony Poggo disse que "a disputa entre os dois países já está afetando as pessoas comuns porque os preços têm subido significativamente".

"A construção de boas relações entre o Sudão e o Sudão do Sul é crucial para ambos os países", ele comentou. "Como pessoas que antes formavam um único país, temos de ser, no mínimo, bons vizinhos."
Poggo também levantou preocupações sobre conflitos em Kordofan do Sul, as regiões do Nilo Azul e Darfur, dizendo que a paz nessas regiões é essencial para a paz em todo o Sudão e as relações com o Sul.
Os conflitos em curso têm provocado crises humanitárias que afetam milhares de cristãos. Poggo acredita que a comunidade internacional deve manter a pressão sobre ambos os países para que as soluções para os conflitos sejam encontradas o mais breve possível.

Apesar dos desafios, ele disse que a maioria das pessoas ainda tem esperança de um futuro melhor.
"As pessoas estão contentes por ter um novo país; sentem que são cidadãos de primeira classe em seu próprio país", compartilhou ele. "O importante é que todos estão dispostos a perseverar. Como fizeram no passado, querem permanecer firmes um pouco mais." Ore pelos cristãos nesses dois países!
FontePortas Abertas Brasil e Christian Today
TraduçãoAna Luíza Vastag

Cristãos do mundo todo sairão à rua para evangelizar



Dia Mundial da Evangelização é uma iniciativa global e urgente
por Jarbas Aragão

Cristãos do mundo todo sairão à rua para evangelizarCristãos do mundo todo sairão à rua para evangelizar

Como seria se todos os cristãos do mundo parassem seus afazeres durante um dia e se dedicassem a anunciar a salvação através da fé em Jesus?
Esse é o objetivo do Global Outreach Day (GOD), ou Dia Mundial da Evangelização. O movimento envolve lideranças evangélicas internacionais como David Yonggi Cho, Cunningham Loren (fundador da JOCUM), Reinhard Bonnke (CfaN), Rick Warren e diferentes denominações e organizações que visam a evangelização mundial.
Segundo o material postado em seu site, “O G.O.D. é um movimento de mobilização em massa do corpo de Cristo para cumprir a Grande Missão em nossa geração. Nosso foco não é mobilizar as pessoas que já evangelizam, ou que já exercem essa prática. Nosso objetivo é ver toda a Igreja – cada cristão – entrando em ação para alcançar os perdidos.
Acreditamos em uma mudança revolucionária na cultura e no modo de pensar a respeito do corpo de Cristo e a prática da evangelização. TODO cristão e toda Igreja são necessários para se alcançar toda alma perdida. E nisso se encontra o coração de Deus”.
Surgiu no rastro do Dia Global da Oração e já conta com colaboradores em quase todos os países do mundo, incluindo o Brasil. A data do evento mundial este ano será em 25 de maio, um sábado. E já está sendo chamado de “a maior iniciativa evangelística dos últimos tempos”.
Embora seja impossível calcular, muitas pesquisas já indicaram que a maioria dos evangélicos não tem o hábito de compartilhar sua fé regularmente.  Segundo a organização do GOD, no dia Dia Mundial da Evangelização de 2012, mais de 26 milhões de pessoas foram alcançadas com a mensagem do evangelho num único dia.
A página em português do GOD traz diversas outras informações sobre o evento e o portal Gospel Prime apoia a iniciativa e fará uma cobertura do evento.
Assista:
Fonte:gospelprime

Presidente da ANAJURE analisa polêmica em torno de Marco Feliciano



Dr. Uziel Santana enviou seus comentários diretamente de Istambul, onde participa de um encontro de juristas cristãos.
por Leiliane Roberta Lopes

Presidente da ANAJURE analisa polêmica em torno de Marco FelicianoPresidente da ANAJURE analisa polêmica em torno de Marco Feliciano

No final da tarde de hoje (20) o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) precisou se reunir com o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para definir se o parlamentar evangélico deve ou não permanecer na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).
Os rumores da possível renúncia de Feliciano fizeram com que o presidente da ANAJURE (Associação Nacional de Juristas Evangélicos), Dr. Uziel Santana, se pronunciasse sobre a grande polêmica criada em torno do deputado pastor.
Santana acredita que o despreparo do movimento político evangélico trouxe quatro problemas não só para os parlamentares religiosos, como para a sociedade cristã.
O presidente da ANAJURE tomou conhecimento da tumultuada sessão da CDHM e também da reunião que Feliciano teve com o presidente da Câmara diretamente de Istambul, na Turquia, onde participa da Annual Consultation da Religious Liberty Partnership (RLP), evento que congrega associações de juristas cristãos de 23 países que atuam na defesa, assistência e conscientização sobre a liberdade religiosa em todo o mundo.
De lá ele analisou e listou o resultado da indicação e eleição do deputado Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos, o texto foi escrito se baseando na possibilidade do pastor evangélico deixar o cargo.
Leia:
Em geral, o movimento político evangélico brasileiro é tão despreparado e age de forma tão atabalhoada que, no caso da CDH da Câmara, em uma ação só:
1) Vai perder a grande oportunidade de liderar uma das comissões mais importantes da Câmara dos Deputados;
2) Conseguiu com a indicação feita, dividir, ainda mais, a própria igreja evangélica;
3) Conseguiu trazer a sociedade e a imprensa contra os evangélicos ao fomentar e participar de uma tresloucada “guerra santa” por estar agindo com intolerância para com os intolerantes (é isso que Cristo nos ensina?);
4) E de quebra vai fortalecer ainda mais as minorias anticristãs com a recente fundação da Frente Parlamentar dos “Direitos (de alguns) Humanos”.
Tudo isso porque os projetos pessoais estão acima dos valores da Verdade do Evangelho de Cristo. Tudo isso porque os valores do Cristianismo foram reduzidos a um tema: a luta contra o movimento gay. Isso está certo? Este, realmente, é um tempo de reflexão, arrependimento e amadurecimento. Que Deus tenha misericórdia e conserte a sua Igreja.
Fonte:gospelprime

Pastor brasileiro preso no Senegal envia carta da prisão



Acusado de tráfico de menores está detido no Senegal desde novembro
por Jarbas Aragão

Pastor brasileiro preso no Senegal envia carta da prisãoPastor brasileiro preso no Senegal envia carta da prisão

O pastor José Dilson da Silva e a missionária Zeneide Moreira, ligados à Igreja Presbiteriana Betânia de Niterói, estão presos há quatro meses no Senegal. Há 22 anos pregando na África, eles agora são acusados de formação de quadrilha, aliciamento e tráfico de menores.
O projeto desenvolvido por eles desde 2011 recebei o nome de Obadias e  oferecia abrigo, comida e educação evangélica a 17 crianças de origem islâmica recolhidas nas ruas da capital Dakar.
Abdou Fall, pai de um dos meninos, fez uma denúncia à polícia em novembro do ano passado. Ele afirma que não autorizou os missionários a tirarem as crianças de sua casa. Recentemente, a Justiça do Senegal negou um pedido de habeas corpus requerido pelos advogados dos religiosos.
O pastor da Josué Oliveira, da Igreja Presbiteriana Betânia de Niterói, foi ao  Senegal no ano passado, mas está preocupado. “Como a religião predominante no Senegal é o islamismo, missões evangélicas são vistas com maus olhos”.
José Dilson está no presídio, em Thiès, a 60km da capital, em uma cela sem janelas com mais 30 pessoas. “Todas as noites são quentes, sem espaço pra me virar, desconfortáveis ao extremo. Com tudo isso, sei que Jesus está ao meu lado e isso me conforta”, escreveu ele em uma das cartas enviadas da prisão.
Marli, esposa do pastor também escreveu sobre a situação: “Meu marido e a missionária Zenaide foram obrigados a assinar este documento, impostos pelo governo, sem terem possibilidade de ler. Quem nos conhece sabe o quanto temos nos empenhado para o bem de centenas de crianças. Agora estão em uma cela como malfeitores, sem luz, sem água, numa cela imunda. Por favor, orem!”.
O caso teve grande repercussão quando o jornal “Le Populaire” anunciou numa manchete “Pastor brasileiro convertia crianças ao cristianismo”.
A Agência Presbiteriana de Missões Transculturais, responsável pelo financiamento do projeto Obadias diz que irá recorrer até a última instância jurídica possível. Contudo, sabe que no Senegal é possível ficar até seis meses em prisão preventiva.
Oficialmente, o Itamaraty já disse que não pretende pressionar o governo senegalês: “Essa é uma questão jurídica, e não política. O efeito de uma possível pressão poderia ser contraproducente, até porque há uma questão religiosa envolvida”.
Fonte:gospelprime

Missionários serão apresentados na CE-SC/IPB


Central de Notícias da APMT


REV. ROBERTO BRASILEIRO, PRESIDENTE DO SC/IPB EXORTA OS MISSIONÁRIOS PRESENTES NA CE-SC/IPB 2012


Começa hoje, 18 de março a Reunião Ordinária da Comissão Executiva do Supremo Concilio da Igreja Presbiteriana do Brasil 2013. O evento acontece nas dependências da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Campus "Rev. Boanerges Ribeiro", na Av. Mackenzie 905, Tamboré - Barueri, SP.
Na quinta-feira, 21 de março, haverá um momento especial, no período da manhã, em que o Presidente do Supremo Concílio, Rev. Roberto Brasileiro da Silva, apresentará à Comissão Executiva os missionários da APMT que estão em trânsito por SP e aqueles que estão na iminência de ir para o campo missionário.
Na ocasião os missionários presentes terão a oportunidade de se tornarem conhecidos da liderança da IPB, uma vez que estarão presentes a Mesa do Supremo Concílio, as Autarquias da IPB, representantes das Juntas, presidentes dos Sínodos e das secretarias gerais, Confederação Nacional das SAFs, dentre outros. 
Os missionários que comparecerão na reunião, precisam confirmar sua presença por e-mail com a Mis. Ludimíliam rh@apmt.org.brou ligar para o escritório da APMT 11- 3207 2139

 
MISSIONÁRIOS PRESENTES DA CE-SC/IPB 2012

quarta-feira, 20 de março de 2013

O QUE ACONTECE QUANDO UMA IGREJA ABANDONA A AUTORIDADE DAS ESCRITURAS?



Por Renato Vargens

Uma das maiores tragédias que pode acontecer a uma igreja é o abandono da autoridade das Escrituras. Quando isso acontece, alguns problemas aparecem a reboque, senão vejamos:

1- O surgimento do liberalismo teológico.  

Sem sobra de dúvidas o liberalismo teológico é um câncer que vagarosamente arrebenta a saúde da Igreja. Como bem afirmou Augustus Nicodemus os "Liberais são parasitas, e assim como um vírus  se instala num organismo debilitando o corpo do individuo, da mesma forma eles se instalam na igreja sugando-a até ficar só a carcaça, para depois buscar outro hospedeiro". 

2- A relativização da Palavra de Deus.

Um claro exemplo de alguém que abandonou o suficiência das Escrituras é Rob Bell. O fundador da mega-igreja Mars Hill Bible Church, em Grandville, Michigan há pouco afirmou ser favorável ao casamento homossexual. "Sim, eu sou favor do casamento. Estou a favor da fidelidade. Sou a favor do amor, seja entre um homem e uma mulher, ou entre duas mulheres, ou de um homem com outro homem (…) este é o mundo que estamos vivendo e precisamos apoiar as pessoas sem importar o modo como estejam.”, disse o pastor. Noutra aoportunidade Bell já havia negado a literalidade dos milagres, o nascimento virginal de Cristo e a salvação por meio dele, isso sem falar no universalismo (crença de que todos serão salvos, mesmo sem nunca crer em Cristo).

3- O sincretismo religioso

Quando a Bíblia deixa de ser ouvida como única e exclusiva fonte de autoridade doutrinária, outras fontes encontram eco no coração dos homens. Nessa perspectiva abre-se espaço para o sincretismo religioso o qual por razões óbvias tem feito um enorme mal a Igreja brasileira.

4- O misticismo exacerbado.

Uma das principais marcas de uma igreja que abandonou as Escrituras é o misticismo. Para estas, o que vale são as experiências com o Eterno e nada mais. Para os adeptos deste tipo de comportamento a experiência é mais importante que a Palavra de Deus. Nessa perspectiva se alguém vivencia um evento místico que se contrapõe as doutrinas bíblicas este evento precisa ser valorizado em detrimento as Escrituras que deve ser rechassada ou no máximo colocada no mesmo pé de igualdade  da experiência vivenciada.

5- O descompromisso com a sã doutrina

Uma igreja que abandonou as Escrituras não é uma igreja compromissada com a Palavra de Deus. Na verdade, uma igreja que não estuda e prega sistematicamente a Palavra de Deus deixou de experimentar em sua vida comunitária  ensinamentos indispensáveis a saúde cristã.

6-  O abandono da evangelização

Uma igreja que abandona as Escrituras não evangeliza mais. Uma igreja onde a Bíblia não é ensinada não existe paixão pelas almas e pelo seu destino eterno. Igrejas deste nipe, pregam sobre como ter uma vida vitoriosa, ou como ser próspero, ou até mesmo como possuir uma família perfeita, no entanto, não pregam mais o fato inexorável de quem sem Cristo os homens irão para o inferno. 

Caro leitor, como já afirmei inúmeras vezes nesse BLOG, o reformador João Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na Bíblia, e de que ela é o escudo que nos protege do erro. Portanto, em tempos difíceis como o nosso, precisamos regressar URGENTEMENTE à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento.

Soli Deo gloria

Renato Vargens

Thalles Roberto, o ecumenismo da lógica do terceiro incluído e o self service de igrejas.


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Por Fabio B. Correia (Filósofo Calvinista)


Dia 17/03/2013, no programa Esquenta de Regina Casé (sim, senhores, eu vi uma parte desse “programa”, infelizmente) o tema abordado, de forma bem direcionada, diga-se de passagem, foi a questão da Tolerância Religiosa; um dos temas da moda.

Esse assunto tem cada vez mais espaço na mídia e até na Academia, principalmente por meio do curso de Ciência da Religião, em nível de Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado. Um dos pressupostos básicos desse curso é famosa “lógica do terceiro incluído”. Em síntese, poderíamos dizer que essa lógica prevê uma convivência harmoniosa entre as Religiões. Um discurso lindo aos menos avisados. Segundo ela, o meu argumento e aquilo que creio está certo, mas o da outra Religião também está certo. Uma antítese, de fato, da lógica Aristotélica, que afirma não ser possível “uma coisa ser e não ser ao mesmo tempo”. Para clarear, tomemos como exemplo a seguinte sentença: “A bíblia é inspirada por Deus”. Há pessoas e religiões que creem assim. Outras, porém, negam completamente que isso seja verdade. Pela “lógica do terceiro incluído”, quem estaria com a razão? O que acredita na inspiração da Bíblia, mas também o que não acredita nessa inspiração. Ou seja, é o fim da apologética, da hermenêutica e de tantas outras ferramentas de investigação da verdade.

Essa lógica, que supervaloriza o discurso da “tolerância Religiosa”, em nome de uma perfeita harmonização entre as Religiões, esconde algo de muito perigoso em suas entrelinhas: a relativização de preceitos bíblicos absolutos, como a existência de Deus, a inspiração das Escrituras, a deidade de Cristo, a realidade do céu, do inferno e do pecado, além de muitos outros ataques à genuína fé cristã.

O resultado prático da aceitação irrestrita da “lógica do terceiro incluído” é, sem sombra de dúvidas, o Ecumenismo.

No programa “Esquenta”, exibido pela TV Globo, já mencionado acima, estavam presentes representantes dos mais variados seguimentos religiosos, principalmente e de forma mais numerosa, por razões obvias, das religiões de matriz Afro, como Umbanda, Candomblé, etc. Estava presente também um Padre, um Rabino, uma percursionista Batista e ele - o “grande cantor” da música Gospel; aquele que arranca suspiros das irmãs e que tem suas embaladas músicas cantadas até mesmo nos círculos das Igrejas Históricas de teologia Reformada: Tales Roberto. Todos eles, ao ritmo do samba. Afinal, “samba é Samba”, disse o Tales.

Mas, dentre as poucas falas do cantor Gospel (sim, poucas, porque, claramente, o objetivo do programa é promover e desmistificar o Candomblé, a Umbanda e todas as religiões de matriz Afro), uma me chamou a atenção. Perguntado pela apresentadora sobre qual seria sua igreja e se seu “jeito diferente” não gerava algum tipo de desconforto na igreja, sem titubear, respondeu Tales: “Sou da Igreja Renascer. Procurei uma igreja que me aceitasse como eu sou, com meu jeito”. 

O Tales passou longe de estar correto no modo e na escolha. Mas, não podemos negar: é assim mesmo que as pessoas escolhem uma igreja, hoje em dia. Aquela que tem tudo que eu gosto, tudo que me agrada e que me deixa viver de acordo com meus próprios pressupostos (desde que eu “chegue junto”, se é que me entendem); é essa mesmo a igreja ‘boa”. Quem vai escolher uma igreja que coloca o homem no seu devido lugar de miserável pecador? Que não massageia o seu ego? Que insiste na pregação e no estudo exaustivo das Sagradas Escrituras?

A fala do Tales Roberto descortina por completo a realidade que estamos vivendo: temos hoje um grande Self Service de igrejas. Literalmente tem “Igrejas para todos os gostos”.

Isso me fez lembrar de uma postagem, publicada aqui no blog,  sobre a edição de Nº 91 da Revista Eclésia, que trazia exatamente esse título em sua capa: “Igrejas para todos os gostos”. Nessa reportagem a revista lista cerca de 70 nomes esquisitos de igrejas. Alguns são realmente hilários, quase não dá para acreditar que realmente existe alguém com tamanha capacidade criativa e desvio das escrituras. Relembre alguns:

“Congregação Anti-Blasfêmia”, “Igreja Chave do Édem”, “Igreja Batista A Paz do Senhor e Anti-Globo”, “Igreja da Pomba Branca”, “Igreja ‘A’ de Amor”, “Igreja E.T.Q.B (eu também quero benção)”, “Igreja Pentecostal do Pastor Sassá” e por aí vai. Para relembrar essa postagem acesse aqui.

“ECLESIA REFORMATA ET REFORMAND EST”- IGREJA REFORMADA SEMPRE SE REFORMANDO.

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Dez anos após o início da guerra, o Iraque ainda sofre com o êxodo de cristãos


Iraque_Children.jpg

Há exatamente dez anos o Iraque foi invadido pelos EUA e seus aliados. Independentemente das razões que levaram à invasão do país pelas tropas norte-americanas, já se podia prever que o resultado disso seria dor, sofrimento e perda.
Embora o governo do ditador Saddam Hussein tenha ruído, o que politicamente pode ser considerado um fator positivo, por outro lado a sensação geral de insegurança e medo gerada pelo aumento do radicalismo religioso aumentou.
A maioria dos cristãos que vive em cidades como Mosul e Bagdá teve de abandonar suas casas devido ao aumento da violência sectária. Estima-se que de 1990 até hoje o número de cristãos no país caiu de 1,5 milhão para menos de 400 mil. Quando não fogem para países vizinhos como a Síria, esses cristãos procuram abrigo na região autônoma do Curdistão iraquiano e ali tentam reconstruir suas vidas, deixando para trás tudo, amigos, familiares, trabalho e bens materiais, exceto sua fé em Jesus.
Crianças cristãs e suas vidas duplas no IraqueA pequena Nuria e suas irmãs amam cantar músicas sobre Jesus. Mas, quando as pessoas perguntam se elas são cristãs, elas não sabem o que responder. Ao invés disso, olham interrogativamente para a mãe ou o pai, com aquela expressão de "e agora?".

Nuria tem 6 anos e frequenta uma escola cristã em Kirkuk, no Iraque. Quando seus tios visitam a casa da família, sua mãe esconde tudo o que fizer referência à fé cristã: a cruz na parede, a Bíblia, seus livros de histórias cristãs. A menina sabe que seus parentes são muçulmanos, mas, às vezes, ela esquece. Quando uma das crianças começa a cantarolar uma melodia cristã os parentes repreendem seus pais por não ensinar-lhes canções muçulmanas.
"Em suma, estamos vivendo duas vidas. É muito difícil para as crianças. Somos adultos, e já é complicado para nós vivermos assim; para as crianças é muito pior. Suas próprias personalidades podem ser afetadas", disse a mãe de Nuria.
A menina e sua família são árabes iraquianos que se converteram do islamismo para o cristianismo.
Os pais de Nuria, assim como muitos convertidos no Iraque, lutam para criar seus filhos como cristãos em uma sociedade que só os aceita como muçulmanos. Se as crianças dizem que acreditam em Jesus, elas enfrentam espancamentos e desprezo de seus professores. Como seus documentos de identificação dizem que são muçulmanos, elas não podem se matricular em escolas cristãs e, por isso, são obrigadas a ter aulas de religião islâmica. Da mesma forma, por serem reconhecidas legalmente como muçulmanas, mais tarde, elas só poderão se casar com outro muçulmano, sob ritos islâmicos.
Em um Iraque dividido por questões nacionais e religiosas, não há refúgio seguro para a família de Nuria e outras famílias árabes muçulmanas que se convertem ao Senhor Jesus. Geralmente, as grandes cidades são bons lugares para cristãos se esconderem, longe de famílias extensas e observadores que possam detectar um comportamento estranho, como frequentar a igreja aos domingos. No entanto, vizinhos muçulmanos ou empregadores que descobrem cristãos podem tornar suas vidas insuportáveis.
Há sete anos, os pais de Nuria se tornaram cristãos. A vida era mais fácil antes. Seu pai, um carpinteiro, costumava falar abertamente sobre sua fé. Esses dias, ele não está mais tão corajoso: teve que mudar de emprego muitas vezes porque seus empregadores descobriam sua fé e o perseguiam.

Filhos de cristãos ex-muçulmanos carregam a identificação de muçulmanos em seus documentos, por esse motivo, essas crianças não podem frequentar escolas cristãs. A irmã mais velha de Nuria concluiu o ensino fundamental em uma instituição para cristãos. Antes do início do novo ano escolar, porém, o diretor da escola chamou os pais para dizer-lhes que não poderia assumir a responsabilidade de sua filha ser capaz de terminar o ano letivo alegando que poderia enfrentar punições se fosse descoberto que uma "muçulmana" estuda em um colégio cristão.

"Meus filhos estão sofrendo", disse o pai de Nuria. "Estamos nos mudando de um bairro para outro e meus filhos sofrem as consequências disso. Eu vou colocar as minhas duas filhas em uma escola particular. A igreja vai pagar pelos estudos de uma, e eu vou pagar pela outra."

"Algumas pessoas me dizem que é minha culpa os problemas que enfrentamos, já que eu digo às pessoas que sou cristão", disse ele. "Eu estou tão confuso. Na Bíblia diz que quem nega a Deus em público, também Deus o negará, então o que eu posso fazer?" desabafou o pai de Nuria.

O que atraiu os pais Nuria ao cristianismo foi a liberdade que Cristo oferece. Mas, por conta da perseguição que enfrenta em Kirkuk, a família se sente presa.

A Constituição Federal do Iraque defende que cada indivíduo tem liberdade de pensamento, de consciência e de crença, mas não há nenhum artigo sobre a possibilidade de mudança de religião. Assim, é juridicamente impossível aplicar a liberdade de crença aos casos de convertidos, segundo um advogado cristão iraquiano sob a condição de anonimato.
Assim como Nuria e sua família, milhares de cristãos do Iraque lidam todos os dias com a incerteza e o medo de ataques de grupos radicais islâmicos. Talvez, a única garantia que eles têm é a de que estamos orando para que Deus guarde suas vidas e sua fé.
FontePortas Abertas Brasil e outras agências

Não se barganha com um Deus que não precisa de você [O Deus Presente 3/14]


Por D.A. Carson 

carson-deus-presente

Transcrição

pastores2013“Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse.” (Atos 17.24-25)
Isso não é extraordinário? Deus não precisa de você. Ele certamente não precisa de mim. Ele não precisa de nossos grupos de louvor! Não é como se Deus chegasse à quinta-feira à tarde e comece a dizer: “Nossa, mal posso esperar até o domingo para eles arrasarem com as guitarras novamente! Estou me sentindo muito sozinho. Preciso de uma agitação aqui em cima.” Ele não precisa de nossa adoração. Ele não precisa de nosso dinheiro! Ele não precisa de nós! Não precisa de nada!
Na eternidade passada, antes que houvesse qualquer coisa, Deus era. E ele era inteiramente cheio de alegria e contentamento. E mesmo lá, ele já era um Deus de amor, pois, nas complexidades da unicidade de Deus, em categorias que veremos nesta série, o Pai amava o Filho! Chegarei a estas categorias. Havia uma alteridade dentro do próprio Deus! Ele não nos criou porque estava solitário e pensou: “Sabe, meu trabalho como Deus, seria um pouco mais palatável se eu fizesse um ou dois pra carregar minha imagem, que me bajulem de vez em quando.” Ele não precisa de nós.
Mas não me entenda mal. Isso não significa que ele não reage a nós. Que ele não se deleite em nós, que não se desagrade de nós. Não significa nada disso. Ele reage sim a nós. Mas ele reage não por causa de alguma necessidade intrínseca em seu próprio ser ou caráter. Mas ele responde a partir sua inteira volição de suas perfeições e vontade Não porque ele não prevê o futuro. Não porque ele deixou as coisas saírem do controle. Não porque abandonou sua soberania. Não porque ele não é soberano. Não porque ele tem um problema psicológico. Não porque ele precisa de alguma coisa. Mas por causa das perfeições de tudo o que ele é, características e atributos; ele responde sempre de acordo com seus atributos. O tempo todo. Ele nunca é menos que Deus.
Você consegue imaginar o quão difícil foi para Paulo conseguir apontar a cruz para um punhado de acadêmicos sofisticados cuja inteira noção de religião se baseava em “uma mão lava a outra”? E então, para ficar ainda mais complicado, Paulo adiciona outra linha: “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas. Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais.” Nós precisamos dele.
Isso também vem de Gênesis 1, 2 e 3. Vida, fôlego e tudo mais. Quando o Senhor Jesus estava vivo no início do primeiro século, ele ensinou que nenhum pardal cai do céu sem a autorização de Deus. Até mesmo os cabelos de sua cabeça são contados. Isso significa, em meu caso, que Deus está fazendo uma contagem muito rápida. E ele conhece todos. Até os que desaparecem. E toda vez que respiro, é com sua autorização. Paulo nos lembra. Precisamos dele para a vida, a respiração e tudo mais. Para comida. Para saúde. Eu sou uma criatura completamente dependente. Não sou o Criador.
Agora, como você terá um relacionamento com um Deus assim? Ele não é apenas um vovô molenga, e não é distante. Ele é tão soberano quanto os deístas querem, mas é muito mais pessoal. E ele não tem nenhuma necessidade. Você não tem nada para barganhar. De fato, a única razão pela qual você ainda está vivo é por causa de sua permissão. Semana passada, um de meus amigos que leciona em um seminário em Dallas, um bom homem, professor de Novo Testamento. Já escreveu livros importantes. Tem três filhos. Um é missionário na Sibéria, um é missionário na Rússia, e o outro é missionário no Afeganistão. Tinha saído para se exercitar. Chegou em casa, deitou-se e morreu. Não havia nada que ele pudesse fazer a respeito. Se seu coração continua batendo, é porque Deus permite. Se ele alguma vez disser: “Tolo, esta noite te pedirão sua alma,” você morre. Ou se ele disser: “Venha para casa, meu filho. Agora é a hora. Seu trabalho terminou,” você vai.
Como barganhar com um Deus assim? “Deus, eu… eu te dou 10%!” Ele é seu dono! Ele é dono da sua vida! Ele é dono do planeta inteiro! O que isso significa? “Senhor, vou me tornar missionário. Isso fará de mim uma pessoa melhor?” “Vou me tornar diácono na igreja.” Não, não. Há apenas uma maneira de ter um relacionamento com esse tipo de Deus. Se ele demonstrar graça soberana. Porque ele não deve nada a você. Você e eu somos rebeldes. E não temos nada para barganhar.
[vídeo em breve]

Por Don Carson. Copyright The Gospel Coalition, Inc. Original: The God Who Is There – Part 3. The God Who Writes His Own Agreements
Tradução: Alan Cristie. Revisão: Vinícius Musselman Pimentel. Editora Fiel © Todos os direitos reservados. Original: D.A. Carson – Não se barganha com um Deus que não precisa de você [O Deus Presente 3/14]


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terça-feira, 19 de março de 2013

Precisamos voltar ao Cristo Bíblico


Por Franklin Ferreira 

ferreira-cristo
Hoje em dia, as igrejas evangélicas normalmente falam muito de Jesus, mas pouco buscam entender que é esta gloriosa pessoa como revelada nas Escrituras. Neste vídeo, o Pr. Franklin Ferreira afirma nossa necessidade de voltar ao Cristo total, pois é o Cristo total que merce nossa total adoração e que satisfaz todas as necessidades da alma humana.
Por Franklin Ferreira. Websitewww.teologiabrasileira.com.br. Disponibilizado por: livanchiroma

Franklin Ferreira – Precisamos voltar ao Cristo Bíblico

O texto abaixo foi extraído do livro Teologia Cristã de Franklin Ferreira (Vida Nova)
No exato momento em que a mais brutal de todas as guerras atingia seu ápice na Europa, Dietrich Bonhoeffer sugeriu talvez a mais importante pergunta para a fé cristã: “Quem é de fato Cristo para nós hoje?” Essa questão foi sugerida quando ele estava na Prisão Preventiva das Forças Armadas em Berlin-Tegel, momento em que, segundo as percepções do escritor alemão, o mundo caminhava “para uma época totalmente arreligiosa”. Mas, perceptivelmente, ele também notou que, mesmo entre aqueles especialmente religiosos, “o termo ‘religioso’ refere-se a algo bem diferente.”1 Essas duas imagens que, segundo a interpretação de Bonhoeffer, marcam a metade do século XX na Europa — de um lado, uma época arreligiosa, de outro, a própria reinterpretação da religião — se revelam na forma como a pessoa de Cristo é interpretada no Brasil. Em resumo, elas retratam Jesus de várias formas: como um bebê inofensivo na manjedoura, como um ser tão sobre-humano que acaba eclipsado por Maria, como uma espécie de mágico ou guru, como uma figura impotente sangrando na cruz ou até mesmo como um líder socialista revolucionário. A partir dessas caricaturas, podemos entender por que a igreja brasileira não experimenta “rios de água viva” (Jo 7.38), em que a fé cristã é vivenciada em categorias meramente religiosas. Assim, a pergunta que se impõe é: “Quem é de fato Cristo para nós hoje?”
Devemos começar afirmando que a única fonte autorizada para testemunharmos sobre Jesus Cristo é a Escritura Sagrada, especialmente os Evangelhos, como a fonte autorizada para reconstruirmos a pessoa, vida e a obra de Cristo. A tentativa contemporânea de retratar Cristo por meio de fontes extrabíblicas espúrias não é nova. Já em meados do segundo século, Ireneu de Lyon recorreu à Escritura contra as reivindicações gnósticas de autoridade de suas supostas tradições secretas. Após afirmar que os gnósticos ensinavam uma teoria “que nem os profetas pregaram, nem o Senhor ensinou, nem os apóstolos transmitiram.” Por meio dela, eles se orgulhavam de “ter conhecimentos melhores e mais abundantes do que os outros” e procuravam “acrescentar às suas palavras outras dignas de fé, como as palavras do Senhor ou os oráculos dos profetas ou as palavras dos apóstolos, para que as suas fantasias não se apresentassem sem fundamento”. Eles descuidavam da ordem e do texto da Escritura, distorcendo todo o ensinamento apostólico a respeito do Senhor Jesus. Após mencionar a famosa analogia do mosaico de um rei que é transformado num mosaico de raposa e após dizer e confirmar que “aquela era a autêntica imagem do rei feita pelo hábil artista”, os gnósticos costuram “fábulas de velhinhas e, tomando daqui e tomando dali palavras, sentenças e parábolas, procuram adaptar as palavras de Deus às suas fábulas.”
[...]
Assim, ao considerarmos o que as Escrituras ensinam sobre Jesus Cristo, fica evidente que três temas são firmemente estabelecidos. O primeiro é o consistente testemunho bíblico acerca da divindade de nosso Salvador. A ideia de que Jesus se tornou Cristo ou foi divinizado em algum momento de seu ministério terreno deve ser rejeitada como uma tosca tentativa racionalista de vencer a tensão presente no rico quadro bíblico. Do mesmo modo também devem ser rejeitadas a suposição de que houve um tempo em que não havia o Filho e a sugestão de que o Pai e o Filho são aspectos iguais da mesma realidade. De acordo com o quadro bíblico, o Filho sempre existiu como Filho junto a seu eterno e amado Pai, comunhão esta que se revela no Espírito Santo. Esse Filho, que sempre existiu, foi prometido e ansiado no Antigo Testamento, como o Messias — Cristo — que salvaria seu povo dos pecados (cf. Mt 1.21).
Um segundo aspecto que precisa ser destacado é que a Escritura afirma justamente a plena humanidade daquele que é revelado como o Deus encarnado, o Senhor que assume a humanidade. Em todo o relato bíblico presente nos Evangelhos, Cristo é apresentado como homem. Da virgem Maria, ele nasceu de forma miraculosa, por obra do Espírito Santo, cresceu, aprendeu, foi batizado e tentado, passou fome, sede e cansaço, entristeceu-se, foi afligido, sofreu e morreu. Todas essas experiências são registradas como reais, como uma profunda identificação com a humanidade. Ao mesmo tempo, tais experiências estão lado a lado com outras em que se revela o nosso salvador conhecendo o que se passa nos corações dos homens, curando, exorcizando, dando ordem aos elementos da criação, ressuscitando os mortos e perdoando pecados. Como o autor de Hebreus afirmou, “aquele para quem são todas as coisas e por meio de quem tudo existe, ao trazer muitos filhos à glória, aperfeiçoasse por meio do sofrimento o autor da salvação deles” (2.10). Cristo deliberadamente escolheu o caminho do sofrimento, da morte e da cruz — e todo o seu ministério terreno foi uma preparação para a cruz.
Um terceiro aspecto importante do quadro bíblico é a relação de Cristo com o Espírito Santo. Por um lado, o Espírito desce sobre o Filho submisso, atuando sobre sua vida e ministério. Por outro lado, aprendemos que Jesus é quem envia junto com o Pai o Espírito, e os discípulos são enviados debaixo da autoridade de Jesus a batizar outros com o Espírito Santo.
Por Franklin Ferreira. Websitewww.teologiabrasileira.com.br. Extraído do livro Teologia Cristã. © 2011 Copyright Edições Vida Nova. Usado com permissão.


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