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quarta-feira, 13 de março de 2013

Vergonha: Líderes evangélicos, apoiados pela revista Ultimato, se unem ao PT no pedido de remoção de Marcos Feliciano da Comissão de Direitos Humanos


Julio Severo

Em carta pública, com o apoio da revista Ultimato (publicação calvinista de orientação marxista), dezenas de pastores protestantes pedem que parlamentares evangélicos e a própria OAB tomem providências contra a eleição de Marcos Feliciano.
Entre os que assinaram a carta estão:
A carta deixa claro que seus assinantes são militantes na área de direitos humanos. Vários dos assinantes são da Escola Superior de Teologia, cujo histórico de militância inclui palestra de Luiz Mott, o líder do movimento homossexual brasileiro.
Outros militantes da carta pertencem à organização esquerdista Rede Fale, que está pedindo uma audiência pública contra Feliciano.
Todos esses grupos e indivíduos só estão fazendo o que sempre fizeram: dando apoio ao PT. Se o PT quer Feliciano fora, eles dizem “amém”.
A ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis, Transsexuais e Transgêneros), em comunicado à imprensa no dia 10, domingo, prometeu que vai recorrer à ONU contra Feliciano.
Dá para compreender a ABGLT, o PT e outros radicais pedindo a cabeça de Feliciano. Mas não dá para entender líderes evangélicos colocando a religião marxista adotada em suas vidas acima do Evangelho de Jesus Cristo, principalmente quando deturpam o Evangelho em benefício de um podre pretexto ideológico para perseguir um pastor que, neste momento de colossal perseguição, precisa de apoio, não de condenação.
O problema de se julgar o caráter de Feliciano é que muitos dos pastores da lista da Ultimato têm um caráter ligado ao trabalho sujo de levar almas ingênuas aos currais de Karl Marx.
A seguir, disponibilizo a carta original da revista Ultimato com os nomes de todos os pastores traidores que estão apoiando o linchamento moral e midiático de Feliciano:

Carta evangélica contra Marcos Feliciano

Nós, pastores, pastoras e líderes evangélicos de organizações envolvidas com a agenda dos Direitos Humanos, escrevemos esta carta aberta para pedir sua intervenção nos recentes acontecimentos relacionados à nova composição da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.
Constatamos, surpresos, que 12 dos 18 membros da Comissão são membros de Igrejas Evangélicas, o que representa grande responsabilidade para nós, pastores e líderes evangélicos envolvidos com esse tema. Entendemos que este momento representa uma oportunidade concreta para a promoção e a defesa dos direitos dos mais vulneráveis e das minorias. Nesse sentido, é preciso tanto uma postura de escuta à Deus e à sociedade, quanto a certeza de que os espaços de poder ocupados precisam ser utilizados principalmente como espaços de serviço.
No entanto, o quadro que assistimos no processo de eleição da presidência da Comissão foi desolador. Não se trata aqui de pré-julgar o presidente recém-eleito, mas não há como desconsiderar seus vários comentários públicos sobre negros, homossexuais e indígenas, declarações que inviabilizam a sustentação política de seu nome entre os que atuam e são sensíveis às temáticas dos Direitos Humanos.
A Igreja Evangélica brasileira experimenta um momento singular, com a enorme responsabilidade de ter vários parlamentares atuando na CDHM que foram apoiados oficialmente por diferentes denominações, situação que abre a possibilidade de que – caso haja mudanças na presidência da comissão e uma postura condizente com a função – seja dada uma importante contribuição ao campo dos Direitos Humanos no País. Para tanto, é fundamental que o clima de conflito e mobilizações contrárias à nova presidência seja dissipado. Por essa razão, redigimos esta carta como um apelo, na esperança de que os líderes das Igrejas considerem orientar seus fiéis que atuam como parlamentares – que elegeram a nova composição da Comissão -, para que atuem na resolução deste conflito.
O ano de 2013 pode trazer avanços nos trabalhos da CDHM e por isso fazemos este apelo aos líderes das igrejas que apoiaram os parlamentares evangélicos. Nosso pedido, aliás, se junta à conclamação de vários setores da sociedade e perpassa não somente movimentos ligados às lutas de minorias, mas também a OAB e diferentes indivíduos e organizações. Cumpre discernir que não há uma perseguição aos evangélicos; há, sim, uma situação de conflito que precisa ser equacionada, especialmente porque, para nós, o compromisso do Evangelho com os mais pobres e vulneráveis é central. Ainda há tempo para a indicação de um novo ou nova parlamentar que, a despeito de suas convicções, traga pacificação e consenso à sociedade brasileira, presidindo a CDHM com a isenção esperada. É tempo para nova disposição, numa postura aberta, a fim de que seja viável a indicação pelo PSC de um outro nome, que não possua tamanha rejeição.
Urge que os irmãos, pelas posições que ocupam, façam um firme e público pronunciamento para a sociedade e para os fiéis de suas igrejas com relação à defesa dos direitos humanos e à importante contribuição que a comunidade evangélica pode oferecer a este tema. Nossa oração é que exemplos históricos como os do Pr. Martin Luther King Jr., do Rev. Jaime Wright e do Bispo Desmond Tutu possam inspirar e servir de referência para a atuação dos vários parlamentares evangélicos na CDHM, levando-os a se posicionar ao lado dos que sofrem injustiças.
Prezados irmãos, escrevemos aqui sob o temor ao nosso Deus e conscientes de que há um caminho de consenso para esta situação. A ninguém, muito menos aos direitos dos que sofrem, interessa que esta disputa entre posições extremas prossiga.
Em Cristo, despedimo-nos,
Adriano Trajano – Pastor Batista
Alessandro Rodrigues Rocha – Pastor Batista
Alexandre de Silva – Pastor Igreja do Nazareno
Aluísio Faria de Siqueira – Pastor Metodista
Alzira dos Reis Silva – Presbítera Presbiteriana Unida
Ana Elizabete Barreira Machado – Rede Fale Goiânia
Ana Paula Calixto – Irmã Igreja do Nosso Senhor Jesus Cristo – Ministério Profético
André Esteves – Pastor Presbiteriano
André Mello – Pastor Presbiteriano
André Sidnei Musskopf – Escola Superior de Teologia/EST
André Tadeu de Oliveira – Licenciado Presbiteriana Independente
Anivaldo Padilha – Koinonia
Anselmo Melo – Pastor Comunidade Apostólica Operação Resgate
Antonio Carlos Costa – Pastor Presbiteriano/Rio de Paz
Antônio Carlos Ribeiro – Pastor Luterano
Antonio Carlos Rosalino – Pastor Luterana Livre
Ariovaldo Ramos – Pastor Batista
Bruno dos Santos – Pastor Apostólica Vida Nova
Bruno Privatti – Pastor Batista
Bruno Santos Nascimento Dias – Rede FALE Rio
Caio Marçal – Missionário Rede Fale
Carlos Alberto Bezerra Junior – Pastor da Comunidade da Graça
Carlos Alberto Rodrigues Alves – Reverendo Presbiteriano
Carlos Augusto Lopes Pastor Assembleia de Deus Independente
Carlos Eduardo Calvani – Reverendo Episcopal Anglicana
Carlos Eduardo Fernandes – Rede Fale Marabá
Carlos Eduardo Mattos – Pastor Metodista
Carlos Jeremias Klein – Reverendo Presbiteriana Independente
Carlos Queiroz – Pastor da Igreja de Cristo
Christian Gillis – Pastor Batista
Cibele Kuss – Pastora Luterana
Clarise Holzschuh – Pastora Luterana
Claudemir Elias dos Santos – Missionário Casa de Oração
Cleber Diniz Torres – Reverendo Presbiteriana Independente
Clemir Fernandes Silva – Pastor Batista
Clovis Pinto de Castro – Pastor Metodista
Cristina Scherer – Pastora Luterana
Daniel Costa – Capelão Batista El Shadai
Daniel de Almeida e Souza Jr – Pastor Batista
Daniel Mário Alves de Paula – Pastor Assembléia de Deus
Daniel Rocha – Pastor Metodista
Daniel Souza – Rede Ecumênica da Juventude/REJU
Daniela Frozi – Aliança Bíblica Universitária do Brasil/ABUB
Daniela Zeidan – Seminarista Batista
Danila Cristiny de Araújo Moura – FALE Pernambuco
Décio Weber – Pastor Luterano
Djalma Torres – Pastor da Igreja Evangélica Antioquia
Domingos Amauri Massa – Pastor Batista
Douglas Rezende – Rede Fale Paraná
Éber Ferreira Silveira Lima – Ministro Presbiteriana Independente
Edson Fernando de Almeida – Pastor da Igreja Cristã de Ipanema
Edson Igre Insarraldi – Pastor Batista Aliança Bíblica
Eliana Aparecida Amancio Cerqueira – Ministério de Mulheres Batistas
Eliana Rolemberg – Coordenadoria Ecumênica de Serviço/CESE
Eliandro Viana – Pastor Batista
Eliel Amaral – Pastor Igreja Maanaim
Elizabeth de Almeida Silva – irmã na Comunidade Evangélica Recomeço
Ely Eser Barreto César – pastor metodista
Elza Zenkner – Revda. Metodista
Ênio Caldeira Pinto – Universidade Filadélfia/Unifil
Epifanio Mendes – Pastor da Unidos em Cristo
Érick Rodrigo da Silva – Assembléia de Deus Ministério de Madureira
Filadelfo Oliveira – Bispo Episcopal Anglicana
Flávio Conrado – Novos Diálogos
Francisco Cézar Fernandes Alves – Reverendo Episcopal Anglicana
Francisco Simão Neto – Pastor Assembléia de Deus
Francisco Thiago de Almeida – Pastor Metodista
Genilma Boehler – Pastora Metodista
Geter Borges de Sousa – Evangélicos Pela Justiça/EPJ
Gilberto Carmo dos Santos – Pastor CEEA
Giselle Gomes da Silva Prazeres Souza – Reverenda Episcopal Anglicana
Guilherme Schaper – Pastor Luterano
Gustavo Lima – Pastor Presbiteriano
Haroldo Mendes – Reverendo da Anglicana Betesda
Hélio Sales Rios – Pastor Presbiteriano
Herminio Garcez – Pastor Batista
Inailda Bicudo – Presbitera Presbiteriana Independente
Isabelle Ludovico da Silva – Comunidade de Jesus
Ismar do Amaral – Pastor Presbiteriano
Israel Mazzacorati – Faculdade Latino Americana de Teologia Integral
Israel Viana – Ministro Batista Nacional Nova Vida
Jane Maria Vilas Bôas – Presbiteriana do Planalto
Jefferson Ramalho – Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos
Jefferson Silva – Pastor Batista
Joanildo Burity – Espiscopal Anglicana
Joaquim Xavier de Souza Neto – Rede FALE Triângulo Mineiro
Joel Zeferino – Pastor Batista
Johannes Wille – Pastor Luterano
John Medcraft – Pastor da Ação Evangélica
Jônatas Souza de Abreu – Rede Fale Campina Grande
Jonathan Menezes – Pastor Presbiteriano
Jony Wagner de Almeida – Pastor Presbiteriano
Jorge Eduardo Diniz – Reverendo Presbiteriana Unida
Jorge L. D. Oliveira – Pastor Igreja do Avivamento Getsêmani
Jose Antonio Gonçalves – Pastor Presbiteriana independente
José Carlos Silva – Pastor Batista Nacional
José do Carmo da Silva – Reverendo Metodista
José do Nascimento – Instituto de Direitos Humanos do Mato Grosso do Sul (IDHMS)
Jose Romulo de Magalhaes Filho – Pastor Presbiteriana Independente
José Wendel Cavalcante Ferreira – Rede FALE Fortaleza
Josias de Souza Novais – Pastor Batista
Jovane Borlini da Silva – Pastor Batista
Juliano Fabricio – Sal da Terra
Julio Paulo Tavares Zabatiero – Faculdade Unida de Vitória
Karen Aquino Rangel da Costa – Rede FALE Juiz de Fora
Karin Kepler Wondracek – Escola Superior de Teologia/EST
Kathlen Luana de Oliveira- Escola Superior de Teologia/EST
Keiny Moreira da Cunha – Pastor Batista
Lays Gonçalves da Silva – Rede FALE Paraná
Léa Cordeiro – Pastora Metodista
Leomar Erlei Fenner – Pastor Luterano
Leonara Almeida – Rede Fale São Paulo
Leonardo Rodrigues – Pastor do Minstério Nova Unção
Levi Araújo – Pastor Batista
Lirian Angélica Rezende de Moraes – Rede FALE BH
Louraini Christmann – Pastora Luterana
Luciano José de Lima – Reverendo Metodista
Luiz Caetano Grecco Teixeira – Rev. Episcopal Anglicana
Luiz Carlos Gabas – Reverendo Episcopal Anglicana
Luiz de Jesus – Pastor Batista Boas Novas
Luiz Mattos – Instituto Anima
Lyndon Araujo – Pastor Congregacional
Manoel Ribeiro de Moraes Junior – Pastor Batista
Marcelo Gualberto da Silva – Pastor Presbiteriano
Marco Aurélio Alves Vicente – Pastor Assembléia de Deus – Catedral da Família
Marco Davi de Oliveira
Marcos Custódio – CADI-Origem
Marcos Fellipe Marques – Pastor Comunidade de Jesus
Marcos Machado – Pastor Batista
Marcos Monteiro – Pastor Comunidade de Jesus em Feira de Santana
Marcos Viana – Pastor Comunidade Cristã em Amsterdam
Marcus Vinicius Matos – Rede Fale Coordenação Nacional
Mardes Silva – Pastor Igreja Betesda do Ceará
Mauricio Andrade – Bispo da Episcopal Anglicana
Mauro Ferreira – Reverendo Presbiteriano
Mersia Lisboa Costa – Missionária Batista
Miguel Ângelo – Presbítero Igreja de Cristo
Moisés Abdon Coppe – Pastor Metodista
Morgana Boostel – Rede FALE
Mozart João de Noronha Melo – Reverendo Luterano
Nancy Cardoso Pereira – Pastora Metodista
Nello Pulcinelli – Pastor Batista
Nelson Gervoni – Pastor Batista
Neusa Butzlaff – Pastora Luterana
Neusa Tetzner – Pastora Luterana
Octavio A. S. Filho – Pastor Metodista
Odja Barros – Pastora Aliança de Batistas do Brasil
Orivaldo Lopes Junior – Pastor Batista
Orvandil Moreira Brabosa – Bispo Igreja Anglicana Tradicional do Brasil
Ozenildo Santos Xavier da Rocha – Pastor Batista
Paltiel de Souza Ferreira – Bispo Comunidade Evangélica Cristã
Patrick Timmer – Missionário da Aliança Bíblica Universitária do Brasil/ABUB
Paulo Ayres Mattos – Bispo Metodista
Paulo Cesar Garcia – Pastor Comunidade Milícia
Paulo César Sousa Marçal – Rede Fale Sobral
Paulo Saraiva – Pastor Batista
Pericles Gonzaga de Souza – Pastor Presbiteriana Unida
Rafael Lira – Juventude Batista do Estado de SP
Raul Matamala Seminarista Batista
Regis Augusto Domingues – Reverendo Episcopal Anglicana
Reinaldo Castro – Pastor Comunidade Cristã Novo Nascimento
Renan Nery Porto – Fale Uberaba
Ricardo Bitun – Pastor da Igreja Manaim
Ricardo Matense – Evangélicos Pela Justiça/EPJ
Robson Gomes – Pastor da Igreja Missional
Rodrigo Guimarães Pinheiro – Pastor Batista
Romi Becker – Pastora Luterana
Ronny Clayton – Pastor Batista
Rosilea Maria Roldi Wille – Luterana
Rubens Rodrigues de Lima Comunidade Evangelica Apostolica Restauração
Sandro Amadeu Cerveira – Reverendo Presbiteriana Unida
Sérgio Andrade – Deão Episcopal Anglicana
Serguem Jessui Machado da Silva – Tearfund
Simei Marcondes de Carvalho – O Brasil para Cristo
Suelen Cristina – Ministério Tudo Pelo Reino
Thomaz Werneck – Seminarista Congregacional
Valdir Steuernagel – Pastor Luterano
Valmir Paze – Pastor da Ig Nazareno/Mov. Evangélico Progressista/MEP
Vanda Aparecida Fernandes Massa – Capelã Batista
Vilma Petsch – Diácona Luterana
Vitor Louredo de Souza – Grupo de Ações Evangelísticas – Missões Urbanas
Wagner Lemos Junior – Movimento pela Ética Evangélica Brasileira
Waldir Benevides- Reverendo Presbiteriano
Wanderson Campos – Seminarista Metodista
Welinton Pereira – Pastor Metodista
Wellerson de Almeida – Reverendo Anglicano
Wellington Santos – Pastor Batista
Wellington Vieira – Pastor Federação das Comunidades Terapêuticas Evangélicas do Brasil/FETEB
Wellison Magalhães Paula – Pastor Batista
Werner Fuchs – Pastor Luterano
Wertson Brasil – Presbítero Presbiteriana Unida
Wilson de Oliveira – Pastor Batista
Yokimi Yuaça – Pastora da Igreja Holiness
Ziel Machado – Pastor Metodista Livre
Zwinglio Mota Dias – Pastor Presbiteriana Unida

Mais da Metade dos Cristãos mortos em 2012 são da Nigéria



O governo local já assume a guerra civil mantida por grupos extremistas que querem instaurar um estado islâmico no país.
por Leiliane Roberta Lopes

Metade dos cristãos mortos em 2012 são da NigériaMetade dos cristãos mortos em 2012 são da Nigéria

Os constantes ataques contra cristãos na Nigéria fizeram com que o país se tornasse o mais opressor aos cristãos de acordo com nova pesquisa do Portas Abertas que divulgou a classificação de países por perseguição de 2013.
Entre novembro de 2011 e outubro de 2012 mais de 1.201 pessoas foram mortas por questões religiosas no mundo, desse total, 791 foram mortas na Nigéria. Se separar o total mundial é possível dizer que no último ano 100 cristãos foram mortos por mês.
A violência contra cristãos nas Nigéria chamou a atenção mundial, igrejas foram queimadas e cristãos foram decapitados por grupos como o Boko Haram, formado por radicais islâmicos que querem implantar a Sharia no país.
A Associação Cristã da Nigéria (CAN – sigla em inglês) estima que dos 160 milhões de pessoas que vivem no país africano, 70 milhões sejam cristãos, apesar da quantidade os muçulmanos continuam sendo a maioria o que prejudica o dia a dia de quem mora na região Norte.
Instituições religiosas como a CAN, o Conselho Cristão da Nigéria, o Secretariado Católico da Nigéria, a Irmandade Pentecostal da Nigéria, a Organização das Igrejas Africanas Instituídas e a Irmandade Evangélica do Oeste da África estão se unindo para juntar recursos para ajudar as vítimas e familiares dos ataques realizados pelo Boko Haram.
Na Classificação de países por perseguição 2013, a Nigéria continua no 13º lugar a diferença é que antes a perseguição era apenas no Norte do país e hoje a guerra civil, já confirmada pelo governo, atinge todo o território.
Fonte:gospelprime

Presbiteriano Faz História:Daniel Dias é eleito o melhor atleta paraolímpico do mundo



Atleta de Cristo conquistou o prêmio pela segunda vez
por Leiliane Roberta Lopes

Daniel Dias é eleito o melhor atleta paraolímpico do mundoDaniel Dias é eleito o melhor atleta paraolímpico do mundo

O nadador Daniel Dias recebeu nesta segunda-feira (11) o prêmio Laureus como melhor atleta paraolímpico do mundo. O atleta recebeu nas Paraolimpíadas de 2012 seis medalhas de ouro durante os jogos que aconteceram em Londres.
Membro da Igreja Presbiteriana, Daniel faz parte dos Atletas de Cristo e ficou muito emocionado ao receber o prêmio das mãos de Fernanda Lima e Cauã Reymond.
“Graças a Deus deu tudo certo e subi no palco na minha casa, no Brasil. Estou extremamente feliz e tenho que agradecer muito a Deus mesmo”, disse.
Em 2009 Daniel também foi considerado como o melhor atleta paraolímpico por esta premiação considerada como o “Oscar do Esporte”, mas a crise econômica mundial impediu a realização da cerimônia de entrega dos prêmios.
Outros atletas mundiais também competiam nessa categoria: o brasileiro Alan Fonteneles (Atletismo), o canadense Patrick Anderson (Basquete em Cadeira de Rodas), Johanna Benson (Atletismo), pela Namíbia, David Weir (corrida em Cadeira de Rodas pela Grã-Bretanha) e o italiano Alex Zanardi (Ciclismo).
Fonte:gospelprime

terça-feira, 12 de março de 2013

Lidando com a Concupiscência


Por Joseph Pipa Jr.

pipa-concupiscencia
Elas estão tão perto de nós quanto nossa própria pele, a tríade de concupiscências descritas pelo apóstolo João: a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos, e a soberba da vida (1 João 2:16). Estes excessivos e proibidos desejos do pecador são a fonte do pecado, como Tiago nos aponta ao ensinar que Deus não nos tenta a pecar, “Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência;  então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte” (Tiago 1:14-15 – AA).
O homem natural é cativo de suas próprias concupiscências (Romanos 3:10-18), mas em nossa conversão, por causa de nossa união com Cristo, somos libertos do domínio das concupiscências: “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado como instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como redivivos dentre os mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Pois o pecado não terá domínio sobre vós, porquanto não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça” (Romanos 6:12-14 – AA).
Deus, contudo, em sua inescrutável sabedoria, determinou deixar dentro de seus filhos e filhas convertidos, um remanescente de pecado; e esse remanescente reside nas concupiscências. Por isso, o mesmo apóstolo que anunciou que estamos mortos para o domínio do pecado, registrou suas lutas: “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Romanos 7:18-19).
Estamos todos bem cientes da luta contra os assediantes pecados de nossas concupiscências. Eles vêm em diversas vestimentas diferentes, incluindo materialismo, poder e orgulho. Mas aqui eu irei focar no problema da concupiscência sexual. Todos nós reconhecemos que o pecado sexual é uma epidemia na igreja de hoje. Mal passa uma semana sem que saibamos de outro líder eclesiástico que foi exposto em adultério, fornicação, homossexualidade ou pornografia.
As tentações sexuais estão em todo lugar; somos bombardeados com tentações sexuais via vestuário (ou a falta dele), televisão, outdoors, canções, linguagem sugestiva e convites no Facebook. Tome, por exemplo, a pornografia. Uma pessoa não tem mais que entrar numa loja e comprar material pornográfico — ela está tão próxima quanto a privacidade da tela do seu computador, e é poderosamente viciante.
Mas nós temos que sucumbir? A resposta, como observado acima, é não. Nós não estamos sob o domínio do pecado. Contudo, precisamos tomar precauções diárias. Fundamentalmente, nossas famílias e igrejas precisam nutrir uma cultura de castidade, enfatizando a pureza sexual no pensamento, no vestuário, na linguagem e no comportamento. Tal cultura começa com pais em casa e líderes (pastores e outros líderes com suas esposas) na congregação.
Devemos cuidadosamente usar os meios da graça — adoração pública, pregação, oração, sacramentos, jejum, e culto privado e familiar. Acima de tudo, devemos nos agarrar a Cristo.
Também precisamos desenvolver hábitos que nos ajudarão a guardar o coração. No livreto Impure Lust (Concupiscência Impura), John Flavel deu sete instruções para lidar com a concupiscência:

1. Peça a Deus um coração limpo, renovado e santificado pela graça salvadora.

Nós devemos sempre começar com o coração, pois ele é a fonte de tudo o mais (Mateus 15:19), e Deus promete responder as nossas orações conforme oramos de acordo com sua vontade (João 14:13-14). Devemos buscar o poder santificador do Espírito Santo.

2. Caminhe no temor de Deus o dia inteiro, e com a sensação de que seus olhos oniscientes estão sempre sobre você.

Com quê frequência nosso comportamento é ditado por quem está observado. Nós esquecemos de que ele vê tudo.

3. Evite companhias lascivas, e a sociedade de pessoas impuras; eles são alcoviteiros da concupiscência.

Más companhias corrompem bons costumes. Lembre-se de que esta instrução não apenas inclui nossos contatos pessoais, mas aqueles que encontramos em filmes, música, livros, revistas e computadores.

4. Exercite-se em seu chamado diligentemente; será um excelente meio de prevenir tal pecado.

Você já ouviu o ditado: “Cabeça vazia é oficina do Diabo.”

5. Restrinja seu apetite: não se alimente em excesso.

Esta instrução não significa que não possamos desfrutar dos bons presentes de Deus que são a comida e a bebida e do prazer de festejar com amigos, mas é um sóbrio lembrete de que se exageramos em nossos apetites físicos em uma área, seremos mais inclinados a cair em outras áreas.

6. Escolha um cônjuge e se deleite naquele que você escolheu.

Um dos discernimentos libertadores da Reforma é que dentro do casamento, o sexo é para o prazer e é uma proteção dada por Deus contra desejos ilícitos.

7. Tome cuidado para não entrar em um caminho de pecado, especialmente a superstição e a idolatria; em cujos casos, e como uma punição de cujos males Deus frequentemente entrega os homens a tais vis afeições (Romanos 1:25-26).

Pecado inevitavelmente gera pecado.
Dessas maneiras, a igreja pode guardar seu povo. Pratique e ensine estas coisas.
Por Joseph Pipa Jr. Extraído do site ligonier.org. © 2013 Ligonier Ministries. Original: Dealing with Lust.
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que adicione as informações supracitadas, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.


Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com

[Saiba o que é verdade e mentira] Pastor Marco Feliciano é racista, não tem apoio dos evangélicos e pediu senha do cartão de um fiel?


Por Tiago Chagas
[Saiba o que é verdade e mentira] Pastor Marco Feliciano é racista, não tem apoio dos evangélicos e pediu senha do cartão de um fiel?

A enxurrada de acusações contra Marco Feliciano incluem denúncias de racismo, homofobia, e até intolerância. De um lado, os ativistas gays e demais manifestantes, do outro, o pastor que fez declarações polêmicas.
Pastor pentecostal renomado no meio evangélico, Feliciano exerce seu primeiro mandato como deputado federal, eleito com mais de 212 mil votos, sendo o terceiro mais bem votado no estado de São Paulo em 2010.
Em sua caminhada política, travou debates e discussões com o colega parlamentar Jean Wyllys, por suas posturas contrárias à prática homossexual, e saiu em defesa do pastor Yousef Nadarkhani, buscando intermediações com a Embaixada do Irã.
Figura controversa e de declarações muitas vezes desmedidas, o pastor tem tentado rebater as acusações feitas contra ele de forma tranquila. Boa parte das declarações atribuídas ao pastor são publicadas numa página no Facebook, que se autointitula oficial, mas que na verdade é falsa.

Dias atrás, Feliciano rebateu o princípio de que seria racista divulgando uma foto em sua verdadeira página, abraçado ao padrasto e à sua mãe, ambos negros.
“Feliciano é, pois, enteado de um negro, filho de uma negra e, segundo os critérios que orientam as leis de cotas no Brasil, também é… negro! Não obstante, querem acusá-lo de racismo por uma frase tonta escrita no Twitter”, escreveu o jornalista Reinaldo Azevedo em sua coluna no site da revista Veja.
A acusação contra o pastor foi feita por causa de uma publicação em que ele dizia que um dos descendentes de Noé, seu filho Cão, teria sido amaldiçoado e mudado para a África, citando ainda que isso era uma passagem bíblica.
A frase isolada do contexto foi o suficiente para que a mídia o acusasse de racismo. “Há um monte de branco raivoso apontando o dedo para o negro Feliciano. Já demonstrei aqui que ele apenas citava uma passagem do Gênesis — e ainda errava sobre a origem bíblica dos africanos. Na democracia, as pessoas são livres para falar e escrever tolices”, afirma Azevedo, deixando claro sua discordância a respeito da visão de Feliciano sobre a passagem bíblica, mas ressaltando seu direito à liberdade de expressão sem ser taxado de racista.
O jornalista pontua ainda que a “patrulha”, termo usado por ele para se referir aos manifestantes que acusam Feliciano de racismo, homofobia e intolerância, teve seus argumentos derrubados: “Quando afirmei que aquele seu tuíte não era expressão de racismo, eu o fiz com base apenas no seu conteúdo e na referência bíblica. Agora, diante desse fato [padrasto e mãe negra], a acusação fica ainda mais ridícula. Já tinham quebrado a cara, nesse particular, com Bolsonaro. Ele também seria um racista militante… Até que se descobriu que sua mulher é o que a própria militância chama ‘negra’”, pontua Azevedo.
Em meio à onda de acusações contra Feliciano, um vídeo com pedido de ofertas durante um culto foi usado como forma de ridicularizar o pastor. Na ocasião, um fiel havia colocado seu cartão de débito no meio das ofertas e Marco Feliciano pediu a senha, dizendo que sem ela não adiantaria.
No meio cristão, diversas pessoas ponderaram que embora não concordassem com a prática, aquilo não era motivo de desqualificar Feliciano enquanto deputado. Um dos que argumentaram nesse sentido foi o pastor Rubens Teixeira, que criticou o “tom pejorativo e jocoso” usado pela mídia.
“Como não sou da igreja dele, não tenho nada a ver com o método que ele se utiliza para pedir ofertas. As pessoas têm o direito de fazer o que quiserem com os seus patrimônios, inclusive as daquela igreja. Se o pastor Marco Feliciano e seus membros tivessem vergonha ou achassem que estavam fazendo algo errado ao pedirem e doarem ofertas, eles não o fariam sendo filmados”, ponderou.
Em seu site, o próprio Marco Feliciano posicionou-se sobre o caso através de sua assessoria, e “declarou que apenas estava brincando ao anunciar o nome do irmão Samuel Souza no microfone a fim de devolver o cartão que chegou dentro da salva de ofertas recolhidas na manhã daquele domingo, e poderia ter chegado ali por engano, já que as salvas recolhem somente ofertas em dinheiro”.
A nota continua com um depoimento do proprietário do cartão: “Na ocasião eu não tinha nenhum recurso para ofertar, mas meu desejo era muito grande de colaborar devido à necessidade de nossos missionários e crianças [...] Senti vontade de ofertar novamente, porem sem mais recursos disponíveis resolvi fazer um ato profético de consagrar simbolicamente a minha conta corrente, coloquei meu cartão nas salvas de oferta e com fé acreditei que isso abençoaria minhas finanças [...]Na época eu nem esperava em casar, nem pretendente tinha (risos), ganhava muito pouco como eletricista. Em um ano minha vida deu uma reviravolta, conheci uma pessoa maravilhosa, nos casamos, tenho uma linda casa toda mobiliada, não pago aluguel e consegui emprego como inspetor de manutenção elétrica”, disse Samuel Souza.
Em meio ao auge da divulgação das acusações, a Rede Fale divulgou um documento manifestando sua opinião contrária a Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). Em resposta, o pastor Silas Malafaia publicou em seu site uma crítica à postura adotada pelo movimento: “Fico de boca aberta de ver pastores a serviço da ideologia da esquerda que nos odeia, e que defendem todos os temas contrários aos princípios da Palavra de Deus. Com todo respeito, não sei se é inocência ou oportunismo”, disse o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
Malafaia menciona ainda em seu texto, um dado político da questão: “Durante 16 anos o Partido dos Trabalhadores (PT) presidiu a CDHM. Nesse período, esta comissão foi usada tremendamente para apoiar a causa do ativismo gay. Por motivos inconfessáveis eles não a quiseram mais, e, na partilha política, a comissão ficou com o Partido Social Cristão”.
Silas Malafaia se arriscou ainda a brincar com o visual do pastor Marco Feliciano ao comentar as declarações que serviram de combustível para os protestos: “O Pr. Feliciano fez duas declarações infelizes, mas ele não pode ser julgado como homofóbico ou racista. Primeiro porque nunca bateu ou mandou matar gay, e segundo que ele é de origem negra (mesmo tendo cabelo esticado hahaha), e seu padrasto é negro”, comentou.
Sobre as declarações da apresentadora Xuxa, que o chamou de “monstro”, o pastor Marco Feliciano afirmou através de sua assessoria que irá processá-la: “Já estou com um dossiê pra entregar a polícia federal com dezenas de páginas impressas com ameaças de morte. Me ajudem em oração! E sobre o que disse Xuxa, minha assessoria jurídica prepara o processo. Durmam em paz”.
Pelo lado espiritual, vídeos com profecias sobre problemas que Feliciano enfrentaria em sua caminhada começaram a ser repercutidos nas redes sociais. No primeiro deles, o pastor Luiz Antônio afirma que seu ministério sofreria ataques, e no segundo, afirma que Deus conhece o coração de Feliciano e que sabe o que ele tem passado. Confira:
Em reunião na tarde desta terça-feira, 12 de março, a bancada do PSC na Câmara anunciou que não vai retirar a indicação do Pastor Marco Feliciano à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. O partido reafirmou o apoio ao deputado.
Fonte: Gospel+

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