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terça-feira, 3 de março de 2026

O CENÁRIO PARA MANIFESTAÇÃO DA SOBERANIA DE DEUS


 O relato de Êxodo 14.1-14 não é apenas uma crônica de fuga, mas a montagem meticulosa de um cenário onde a autossuficiência humana deveria morrer para que a soberania divina resplandecesse. O texto começa com uma instrução de Deus que desafia a lógica militar: Ele ordena que o povo retroceda e acampe em um local específico, entre Migdol e o mar. Geograficamente, Israel estava sendo colocado em uma armadilha, uma estratégia divina para atrair o orgulho do Faraó e demonstrar que nenhum exército terreno pode frustrar os planos do Criador.

A soberania de Deus manifesta-se, curiosamente, através do endurecimento do coração do Faraó. Ao observar o movimento dos hebreus, o monarca egípcio concluiu que eles estavam "encurralados pelo deserto". O que Faraó interpretou como um erro estratégico de Moisés era, na verdade, a isca de Deus. Este aspecto da narrativa revela que até a rebeldia e a arrogância dos poderosos são instrumentos sob o controle do Senhor, servindo ao propósito final de exaltar o Seu nome sobre todas as nações.

Quando o exército egípcio — a maior potência militar da época — surgiu no horizonte com seus seiscentos carros de elite, o cenário de crise atingiu seu ápice. Para Israel, o barulho das carruagens era o som do extermínio; para Deus, era a oportunidade de desmascarar a impotência dos ídolos do Egito. A soberania divina brilha com mais intensidade justamente quando todas as saídas humanas são bloqueadas, forçando o homem a olhar para cima em vez de olhar para os lados em busca de socorro.

A reação de pânico do povo, que preferia a segurança da escravidão ao risco da liberdade, destaca o contraste entre a visão limitada das criaturas e a onisciência do Criador. Os israelitas focaram nos túmulos do Egito e no mar intransponível, provando que o medo é o maior inimigo da percepção da soberania de Deus. No entanto, o desespero do povo não anulou a promessa divina, mostrando que a fidelidade do Senhor não depende da coragem daqueles que Ele escolheu salvar.

Moisés surge nesse cenário como o porta-voz da postura que a soberania exige: a quietude. Ao dizer ao povo "não temais", ele não estava oferecendo um otimismo vazio, mas uma ordem fundamentada no caráter de Deus. A soberania não se discute, se contempla. O comando de Moisés para que o povo permanecesse firme e visse o livramento do Senhor estabelece que o papel do ser humano em meio ao agir de Deus é a confiança absoluta, mesmo quando o próximo passo parece levar ao abismo.

O versículo 14 encerra o ciclo de preparação para o milagre com uma promessa definitiva: "O Senhor lutará por vós, e vós vos calareis". Aqui, a soberania é apresentada como a substituição total do esforço humano pela ação divina. O silêncio exigido do povo não era um sinal de passividade covarde, mas de reverência diante de um guerreiro invencível. Naquele momento, a batalha deixou de ser entre Israel e Egito para se tornar um confronto direto entre o Criador e aqueles que ousavam tocar em Seu povo.

Ao final desses catorze versículos, o cenário está pronto. O mar está à frente, o inimigo atrás e a nuvem de glória acima. A soberania de Deus é estabelecida não pela ausência de problemas, mas pela criação de uma situação onde somente a Sua mão poderia trazer a solução. O deserto e o mar tornaram-se o palco onde o mundo aprenderia que, quando Deus decide agir, a geografia se curva, exércitos se desfazem e a história é reescrita para a Sua glória

Pr. Eli Vieira

Cristãos enfrentam maior perseguição da história, aponta relatório de 2026

 

Imagem ilustrativa gerada por IA)

Número de cristãos perseguidos chega a 388 milhões e atinge o maior nível já registrado pelo monitoramento global.

Segundo o relatório anual de 2025 da organização internacional Portas Abertas, mais de 380 milhões de cristãos enfrentaram níveis extremos de perseguição por causa de sua fé. Já no relatório de 2026, esse número subiu para 388 milhões — o maior registrado desde o início do monitoramento global.

Esse cenário se desenrola paralelamente a uma crescente tensão geopolítica no Oriente Médio.

No meu artigo de 2025, destaquei o paralelo entre o crescimento do antissemitismo e da violência contra judeus em escala global e a intensificação da perseguição e violência contra cristãos também em nível mundial. Ambos os grupos enfrentam um cenário que se aproxima de uma verdadeira catástrofe e calamidade.

Mais de 150 nações têm se posicionado contra Israel na ONU em apoio à causa palestina, muitas vezes alinhadas a uma agenda islâmica global.

Israel, cercado por países de maioria muçulmana, enfrenta o desafio constante de garantir sua sobrevivência em um ambiente marcado pela hostilidade e pela crescente polarização.

O islamismo já se consolidou como a religião mais influente do mundo, contando com o apoio de países de orientação comunista e de setores da agenda progressista nos países ocidentais de tradição judaico-cristã. Essa conjuntura frequentemente se manifesta em oposição a Israel e em defesa da Palestina, liderada pelo Hamas. Atualmente, cerca de 90% da população do Oriente Médio é muçulmana, enquanto os judeus representam apenas 3% da região, concentrando-se majoritariamente em Israel. Apesar desse desequilíbrio, tanto a ONU quanto a mídia mainstream demonstram apoio aberto às nações islâmicas, muitas das quais são responsáveis por perseguições sistemáticas contra judeus e cristãos.

É necessário compreender que os povos hostis aos judeus também se levantam contra os cristãos. Se não houver unidade entre ambos, o destino será marcado por agonia e morte.

10 países que mais perseguem os cristãos

A perseguição aos cristãos se intensifica em diversas partes do mundo. A seguir, a lista dos 10 países que mais perseguem cristãos, segundo o ranking da Portas Abertas - 2026:

1. Coreia do Norte

2. Somália

3. Iêmen

4. Sudão

5. Eritreia

6. Síria

7. Nigéria

8. Paquistão

9. Líbia

10. Irã

A lista completa dos 50 países mais hostis ao cristianismo revela um padrão preocupante, com destaque para nações de maioria muçulmana e regimes comunistas.

Os países ocidentais (judaicos-cristãos) são os países mais prósperos e desenvolvidos da terra, possuindo um alto nível no HDI (Human Development Index) da ONU, que aborda o desenvolvimento humano.

No topo do Annual Report de 2023/2024, os países que se destacaram como os mais prósperos da terra são: Islândia, Noruega, Suíça, Dinamarca, Alemanha, Suécia, Austrália, Hong Kong, Holanda, Bélgica, Irlanda, Finlândia, Singapura, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos entre muitos outros

Apesar de sua tradição judaico-cristã, muitos países ocidentais enfrentam um declínio acentuado da fé cristã, impulsionado pelo secularismo e pelo avanço do ateísmo.

A Europa, por exemplo, tem registrado o crescimento de comunidades islâmicas em diversas regiões, com relatos de aplicação da Sharia mesmo dentro de países democráticos.

Paradoxalmente, são justamente os países de tradição judaico-cristã que mais contribuem financeiramente e com ajuda humanitária para nações em crise — muitas das quais perseguem judeus e cristãos em seus territórios.

Sem cobertura da mídia

A ausência de cobertura jornalística sobre esse tema em veículos de grande circulação no Brasil é alarmante.

Este cenário evidencia que há uma agenda por trás disto, que opera em todas as mídias do país com o viés de alienar os espectadores, controlando as eleições do país e a cultura através da desinformação.

Naturalmente, se os cristãos soubessem a dimensão da perseguição comunista/islâmica, o apoio dessa classe seria maciço a Israel e a comunidade judaica.

Ao longo da minha caminhada cristã, tive contato com vídeos e imagens chocantes de cristãos sendo degolados, crucificados e até mesmo crianças queimadas vivas nos países onde há perseguição.

Surpreendentemente, esses horrores raramente são mostrados pela mídia aberta e tradicional.

Com cerca de 47,4 milhões de evangélicos, segundo o Censo 2022 do IBGE, e aproximadamente 100,2 milhões de católicos, o Brasil abriga uma das maiores populações de religiões cristãs do mundo. Ainda assim, grande parte desconhece a gravidade da perseguição religiosa em escala global, em razão da limitada difusão de informações.

Diante desse cenário, alerto para uma guerra espiritual em curso, marcada pela apostasia, pelo declínio da fé e pela ascensão de ideologias que se opõem aos valores cristãos. O chamado é claro: é hora de despertar, informar-se e posicionar-se.

Para obter o mapa dos países que mais perseguem cristãos do mundo, clique no link abaixo: https://portasabertas.org.br/lista-mundial/paises-da-lista/

 

Silas Anastácio é fundador do Ministério Davar, evangelista e expositor bíblico com sólida atuação há mais de uma década em temas relacionados ao Estado de Israel e à comunidade judaica. Também desempenha papel estratégico nos bastidores da mídia evangélica, contribuindo para a articulação e divulgação de conteúdos que fortalecem os valores da fé cristã.

* O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

Leia o artigo anterior: 1 em cada 4 profissionais judeus já presenciou situações de antissemitismo, diz pesquisa


Fonte: Guiame, Silas Anastácio

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