segunda-feira, 6 de abril de 2015

TERRORISTAS ISLAMICOS MATAM 147 CRISTÃOS EM UNIVERSIDADE NO QUENIA



O grupo terrosita Al Shabaab matou 147 pessoas em um ataque na Universidade de Garissa, no leste do Quênia, perto da fronteira com a Somália, onde manteve estudantes e professores como reféns por mais de 16 horas. 

O ataque começou de manhã, quando um grupo entrou na universidade se fazendo passar por fiéis que iam rezar na mesquita do campus. Uma vez dentro da universidade, os terroristas detonaram vários artefatos explosivos e começaram a atirar de forma indiscriminada por todo o campus, por onde habitualmente circulam mais de 800 alunos. 

Após tiroteio com policiais que faziam a segurança do local, os terroristas conseguiram acesso aos alojamentos da universidade. Ali, eles atacaram professores e estudantes não-muçulmanos", segundo relatou o porta-voz do Al Shabab, Sheikh Ali Raage.

Uma imagem fornecida por um jornalista local mostrou dezenas de corpos cobertos de sangue espalhados dentro de uma sala de aula em Garissa. Alguns estudantes conseguiram escapar por conta própria. 

“Ouvimos alguns tiros e estávamos dormindo, então era em torno de cinco e as pessoas começaram a pular, correndo por suas vidas”, disse um estudante, que não quis se identificar, à Reuters TV.

Amuna Geoffreys, um estudante que sobreviveu, estava orando com outros cristãos quando começou o tiroteio, ele conseguiu enconder e escutou o diálogos.
"Os assassinos ordenavam que ligassem a suas casas para dizer aos pais: Morremos porque Uhuru Kenyatta (presidente queniano) insiste em permanecer na Somália" relatou o jovem. "Enquanto faziam as ligações eles os matavam".

"Não tememos a morte, para nós é como ir de férias na páscoa", zombavam os jihadista diante das vítimas.

Autoridades ofereceram uma recompensa de 20 milhões de shillings quenianos (215 mil dólares) por informações que levem à prisão de Mohamed Mohamud, homem descrito como “o mais procurado” em relação ao ataque.

Al Shabaab, "Movimento do jovem guerreiro" é um grupo jihadista islâmico afiliado a Al-Qaeda. O grupo foi fundado em 2004,5 logo em seguida à derrota sofrida pela União dos Tribunais Islâmicos (UTI) nas mãos do Governo Federal de Transição (GFT) e seus aliados, especialmente as forças armadas da Etiópia, durante a Guerra da Somália (2006-2009).

Estima-se que 3 000 membros ou mais da UTI tenham entrado na clandestinidade e formado uma insurgência, com células armadas na capital, Mogadíscio, e por todo o país, passando então a conduzir ataques contra o governo e as forças etíopes. O termo Shabaab ("juventude") é comum a diversos grupos de jovens ao redor do mundo islâmico, e o movimento não deve ser confundido com outras organizações homônimas.

Redação Púlpito Cristão,
com informações de várias agencias de notícias

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