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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Missão revela os desafios de evangelizar a Mongólia: "Menos de 1% são cristãos"

 


Missão brasileira na Mongólia. (Foto: Reprodução/Instagram/APMT).

Para pregar aos mongóis, os missionários enfrentam o frio rigoroso, a resistência cultural ao Evangelho e a dinâmica nômade de um terço da população.

Mongólia, um dos países mais isolados e frios do mundo, é considerada um dos campos missionários mais desafiadores da atualidade.

A Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT) explicou quais são os maiores obstáculos que missionários enfrentam para evangelizar no país asiático, que está dentro da Janela 10/40 – a região do mundo menos alcançada pelo Evangelho.

“Fazem agora 16º negativos e estamos na virada do outono para o inverno. Aqui é a capital mais fria do mundo”, disse o Reverendo Cácio Silva, executivo operacional da APMT, em vídeo no Instagram.

“A Mongólia é um dos maiores desafios missionários da atualidade. Um país com apenas duas fronteiras, ao norte, a Rússia, ao sul, China. Entre esses dois gigantes, uma população de 3 milhões e 500 mil pessoas”, explicou.

Mais da metade da população mongol vive em Ulaanbaatar, a capital mais fria do mundo, e em duas cidades de porte médio.

Segundo Cácio, outra parte está distribuída em 18 pequenas cidades e cerca de 330 vilas. Na Mongólia, há povos nômades que migram de acordo com as condições climáticas e agropecuárias.

“Um terço da população é nômade e vive em acampamentos provisórios, se deslocando entre as estepes e o deserto de Gobi, em algo em torno de 188 mil acampamentos”, afirmou.

Levar o Evangelho ao povo nômade – cerca de 1 milhão e 200 mil pessoas – é um dos grandes desafios. Como estão sempre em movimento, os missionários encontram dificuldades em plantar igrejas e promover o discipulado.

Resistência ao Evangelho

Além disso, a cultura é resistente à fé cristã. “A maior parte da população se identifica com o budismo, a outra parte mantém a prática tradicional do xamanismo. A cosmovisão budista e xamânica é uma forte resistência ao Evangelho”, observou Cácio.

Com menos de 1% da população urbana e semi-urbana se identificando como cristãos, a Mongólia é considerada um país com povos não alcançados.

“Na população nômade, o percentual de cristãos é ínfimo, de fato irrisório”, pontuou o reverendo Cácio.

Conversões

Mesmo com os desafios climáticos e culturais, a Agência Presbiteriana de Missões Transculturais têm testemunhado frutos da pregação das Boas Novas no país.

“Há múltiplos sinais da manifestação da graça de Deus nesta nação. Pessoas se convertendo, famílias sendo transformadas, pequenas igrejas nascendo em diferentes lugares”, disse Cácio.

O líder pediu oração pela missão na Mongólia. “Quero te encorajar a colocar a Mongólia nas suas orações e considerar a possibilidade de você e da sua igreja se engajar no trabalho missionário, de alguma forma, neste país”, concluiu ele.

A APMT mantém um casal de missionários na nação mongol. Lucas e Juliana, que possuem três filhos, têm servido entre o povo nômade.


Fonte: Guiame

Pastor ajuda cristão disfarçado de sem-teto e é surpreendido com oferta


 O pastor nas ruas. (Foto: Reprodução/Instagram/Jimmy Darts)

O pastor de 76 anos, que enfrenta dificuldades financeiras, foi surpreendido após pagar uma refeição para um cristão disfarçado de sem-teto nos EUA.

Nos Estados Unidos, um pastor a caminho da igreja foi abordado por um homem que se apresentou como morador de rua e pediu ajuda por estar com fome. No entanto, a conversa terminou com uma revelação de fé e provisão de Deus.

O pastor de 76 anos foi abordado pelo influenciador cristão Jimmy Darts, que disse: “Oi, senhor. Como vai? Não me lembro da última vez que comi alguma coisa”.

Ao ouvir o pedido de ajuda, o pastor respondeu: “Deixe-me orar por você. Declaramos vida sobre ele esta manhã”. 

Em seguida, ele convidou Jimmy para ficar com ele e participar do culto naquela manhã. Jimmy aceitou e, antes de irem à igreja, o pastor o levou para fazer uma refeição.

No restaurante, o pastor explicou que poderia ajudá-lo a encontrar um abrigo e perguntou: “Qual é a sua necessidade além disso? Qual é a maior necessidade que precisa ser atendida?”.

Revelação e provisão de Deus

Enquanto caminhavam para a igreja, Jimmy pediu que o pastor segurasse as sacolas de comida e revelou sua identidade:

“Na verdade, eu não sou sem-teto. O senhor foi a primeira pessoa que teve a gentileza de me ajudar”. 

Em seguida, ele surpreendeu o pastor com uma quantia de U$ 500. Emocionado, o líder afirmou:

“Está falando sério? Você vai se surpreender com o que isso significa para mim”. Na ocasião, o pastor compartilhou que, apesar de a igreja estar indo bem, ainda precisava trabalhar para se manter.

“A igreja está indo bem, mas eu ainda trabalho. Tenho 76 anos e compro coisas em vendas de garagem e as vendo para complementar a renda da minha casa”, relatou ele. 

Nesse momento, Jimmy apresentou o cantor cristão Phil Wickham, que também decidiu ajudar o pastor com uma doação adicional de U$ 500 e uma mensagem de encorajamento: “Deus te ama, te vê e é Emanuel em todos os momentos”.

Por fim, Jimmy e Phil participaram do culto na igreja do pastor. O testemunho impactou os membros da congregação, que louvaram ao Senhor pela solidariedade dos cristãos nas ruas e provisão de Deus.


Fonte: Guiame

Andando com Deus

 


A caminhada cristã é frequentemente descrita como uma jornada, mas poucos exemplos são tão profundos e enigmáticos quanto o de Enoque. Em Gênesis 5:24, lemos que "Enoque andou com Deus; e já não era, porque Deus o levou para si". Esse breve relato, encravado em uma longa genealogia de nascimentos e mortes, brilha como uma exceção extraordinária. Enquanto seus contemporâneos simplesmente viviam e morriam, Enoque estabeleceu um padrão de intimidade que desafiou a finitude humana, ensinando-nos que andar com Deus é, antes de tudo, uma escolha de comunhão contínua em meio a um mundo comum.

Andar com Deus implica, necessariamente, estar em plena concordância com Ele. Como o profeta Amós questionou séculos mais tarde: "Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?". Para Enoque, essa concordância não era um evento isolado de domingo, mas um alinhamento diário de vontade, pensamentos e propósitos. Em um tempo onde a humanidade já se distanciava dos princípios do Criador, Enoque decidiu ajustar seus passos ao ritmo divino, cultivando uma amizade que se sobrepunha às pressões e distrações de sua época.

Essa jornada de intimidade exige uma constância que ignora as flutuações das circunstâncias. Enoque não andou com Deus apenas em momentos de êxtase espiritual, mas durante trezentos anos, enquanto criava filhos e filhas e lidava com as responsabilidades da vida cotidiana. Isso nos revela que a verdadeira espiritualidade não é um retiro monástico, mas a prática da presença de Deus no mercado, na família e no trabalho. Andar com Deus é permitir que a santidade invada o ordinário, transformando a rotina em um altar de adoração.

A fé é o combustível que sustenta esse caminhar. O autor da epístola aos Hebreus amplia nossa compreensão sobre Enoque ao afirmar que, antes de ser transladado, ele obteve o testemunho de que havia agradado a Deus. Sem fé, é impossível agradá-Lo, e foi essa confiança absoluta no caráter invisível do Criador que permitiu a Enoque caminhar com tamanha segurança. A fé não apenas nos coloca no caminho, mas nos dá a visão necessária para enxergar Aquele que caminha ao nosso lado, mesmo quando o destino final ainda não é visível aos olhos naturais.

Além da comunhão, andar com Deus envolve um compromisso com a justiça e a verdade. O livro de Judas menciona que Enoque foi um profeta que confrontou a impiedade de sua geração, anunciando o juízo divino contra as obras injustas. Portanto, a caminhada com o Senhor não é uma jornada passiva ou alienada. Quem anda com Deus torna-se um portador de Sua luz e um arauto de Sua justiça, sentindo o que Ele sente e falando o que Ele ordena, mesmo que isso signifique nadar contra a correnteza cultural.

O resultado dessa trajetória foi uma transição gloriosa e sem interrupções. A intimidade de Enoque com o Pai tornou-se tão profunda que a fronteira entre a terra e o céu tornou-se tênue demais para ser mantida. "Deus o levou" sugere um convite amoroso, como se, após um longo dia de caminhada, o Criador dissesse: "Você já está mais perto da Minha casa do que da sua; venha comigo". Essa conclusão extraordinária aponta para a esperança do crente: de que a morte não é um fim, mas um passo final na direção dAquele com quem já caminhamos em vida.

Por fim, o exemplo de Enoque nos desafia a avaliar a direção dos nossos próprios passos. Andar com Deus é uma série de pequenos recomeços, uma decisão renovada a cada manhã de não caminhar sozinho. Não se trata de perfeição religiosa, mas de uma busca sincera por uma amizade que satisfaça a alma e glorifique o nome do Senhor. Que possamos, como Enoque, cultivar tal proximidade com o Eterno, para que a nossa história não seja resumida apenas ao tempo em que vivemos, mas à profundidade de com Quem escolhemos caminhar.

Pr. Eli Vieira Filho

O Recomeço pela Fé

 


Gênesis 12,1-20

Uma Nova Vida: O Recomeço pela Fé

O mundo atual frequentemente parece mergulhado em um caos irreversível, levando muitos a questionarem se há solução para a humanidade. O dramaturgo George Bernard Shaw ironizou essa realidade ao sugerir que a Terra seria o "manicômio" de outros planetas. Essa percepção de desordem não é nova; ela ecoa os primeiros onze capítulos de Gênesis, onde a sucessão de erros humanos — da rebelião ao engano — parecia ditar o destino da criação. No entanto, o texto bíblico revela que, em vez de optar pela destruição, Deus decidiu oferecer um novo tempo através de uma proposta redentora.

A virada na história humana ocorre com o chamado de um homem comum, Abraão, que vivia em Ur dos Caldeus, um centro de idolatria. Sem que houvesse mérito próprio, a graça divina o alcançou, provando que a iniciativa de uma nova vida parte sempre do Criador. Esse chamado exigia uma ruptura drástica com o passado: deixar o lar, o parentesco e a segurança para seguir em direção ao desconhecido. Abraão e sua esposa, Sara, tornaram-se assim os precursores de um novo modelo de existência, fundamentado não na visão, mas na confiança.

O propósito desse chamado transcendia a salvação individual do casal. Deus visava abençoar "todas as famílias da terra" através deles, estabelecendo as bases para o surgimento de Israel, a preservação das Escrituras e, finalmente, o nascimento do Salvador. Quando aceitamos o convite de Deus para um recomeço, raramente temos a dimensão do alcance dessa decisão. A vida de Abraão ensina que um "sim" a Deus pode gerar frutos que alimentarão gerações e transformarão a história de nações inteiras.

A estrutura dessa nova vida repousa sobre uma aliança sólida, e não sobre sentimentos efêmeros. A fé autêntica é alimentada pela Palavra de Deus e por Suas promessas, que moldam o caráter e sustentam o caminhante em tempos de escassez. Para Abraão e Sara, a promessa de serem pais de uma grande nação parecia biologicamente impossível, mas a força da aliança era superior às limitações humanas. Crer em Deus significa apoiar-se em Sua vontade e poder, permitindo que Suas promessas sejam o combustível para a perseverança.

Seguir esse caminho de fé exige uma redefinição radical de prioridades. Embora a família e as amizades sejam valiosas, na vida com Deus, o Senhor assume o primeiro lugar de forma absoluta. O chamado para a "solidão" com Deus, como mencionado em Isaías, convida o cristão a um nível de devoção onde o amor pelo Criador faz com que todos os outros afetos pareçam secundários. Essa dedicação exclusiva é o que garante que o peregrino não faça concessões que o desviem do propósito original.

Na prática da caminhada, a diferença entre o fracasso e o sucesso espiritual reside no compromisso. Enquanto figuras como Ló demonstraram ser apenas "empreendedores" sem raiz espiritual, Abraão e Sara foram "realizadores" porque confiaram plenamente na execução do plano divino. Eles não apenas planejaram uma mudança; eles entregaram seu futuro nas mãos do Senhor, assumindo os riscos da obediência. Esse compromisso integral é o que transforma o potencial de um chamado na realidade de uma vida frutífera.

A dinâmica da fé exige movimento constante, impedindo que a vida espiritual se torne estagnada. O texto bíblico descreve a jornada de Abraão com verbos de ação: ele partiu, atravessou, passou e seguiu. Deus mantém Seus servos em movimento para que novos desafios os forcem a buscar "graça para socorro em ocasião oportuna". Cada etapa da viagem não era apenas uma mudança geográfica, mas uma oportunidade para que a fé de Abraão crescesse e sua compreensão sobre o caráter de Deus se aprofundasse.

Contudo, a jornada não é isenta de falhas. Ao chegar ao Egito e mentir sobre sua relação com Sara por medo, Abraão demonstrou que a "nova vida" ainda convive com as fragilidades da natureza humana. Esse episódio em Gênesis 12 revela que Deus é fiel mesmo quando falhamos; Ele interveio para proteger Sara e preservar a promessa. Isso nos ensina que, sob a graça, nenhum erro é permanente e o Senhor utiliza até nossos tropeços para nos ensinar a total dependência de Sua proteção.

Por fim, compreendemos que o cristianismo confortável é o oposto da vida de fé. Ser "peregrino e estrangeiro" significa estar disposto a enfrentar novas e desconfortáveis circunstâncias para obter novas percepções sobre si mesmo e sobre o Reino. A vida cristã vitoriosa, como bem disse George Morrison, é uma série de recomeços. Ao abraçarmos o compromisso de andar com Deus, descobrimos que, independentemente do caos do mundo, em Cristo sempre há espaço para um novo tempo e uma vida verdadeiramente nova.

Pr. Eli Vieira Filho

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Filme sobre Davi alcança marco histórico nos EUA e ultrapassa Bob Esponja

O filme “Davi – Nasce um Rei”. (Foto: Divulgação)

Durante o mesmo período de exibição, “Davi – Nasce um Rei” superou o público de “Bob Esponja”. A animação estreia dia 15 de janeiro no Brasil.

O cinema cristão registrou um feito inédito nos Estados Unidos com o lançamento de “Davi – Nasce um Rei”. Durante o mesmo período de exibição, a animação bíblica superou o público de “Bob Esponja, consolidando-se como um marco histórico para produções de fé nas telonas.

Além do desempenho expressivo de público, o filme alcançou 98% de aprovação da audiência no site Rotten Tomatoes, índice considerado raro e que reforça a relevância e forte conexão emocional com os espectadores. 

O sucesso da animação reforça uma tendência observada nos últimos anos: histórias bíblicas contadas com excelência técnica, narrativa envolvente e relevância contemporânea têm conquistado espaço real no mercado cinematográfico global, dialogando com famílias, jovens e líderes religiosos.

Estreia no Brasil e mobilização de igrejas

No Brasil, “Davi – Nasce um Rei” estreia exclusivamente nos cinemas em 15 de janeiro, período de férias escolares. A expectativa é de grande interesse do público familiar, como uma opção de lazer que une entretenimento e valores cristãos. A pré-venda de ingressos começa em 8 de janeiro.

A estreia no país já mobiliza famílias, igrejas e lideranças cristãs, que estão organizando caravanas para levar grupos inteiros aos cinemas. Para grupos acima de 20 pessoas, há a campanha “Todos Pagam Meia”, válida para compras únicas.

“Das canções de sua mãe que embalavam seu coração às silenciosas conversas com um Deus fiel, a trajetória de Davi nasce da devoção e da escuta interior. Quando o gigante Golias surge para intimidar um povo inteiro, é esse jovem pastor — munido apenas de coragem e uma fé inabalável — quem decide enfrentar o impossível. Sua jornada culmina em uma batalha que vai muito além de uma coroa: é a luta pela identidade, pela fé e pela alma de um reino inteiro”, diz a sinopse.

Inspirada na trajetória do Rei Davi, a animação apresenta a história de um jovem pastor que enfrenta o gigante Golias movido pela fé, iniciando uma jornada marcada por coragem, identidade e propósito. O filme é distribuído pela Heaven Content em parceria com a 360 WayUp.

A direção é assinada por Phil Cunningham, em parceria com Brent Dawes, com roteiro de Kyle Portbury e Sam Wilson. Com números expressivos e ampla aceitação do público, o longa chega ao Brasil como uma das principais apostas do cinema cristão para a temporada de férias.

Sobre a Heaven Content 

A Heaven Content é a principal força do cinema cristão no Brasil, trazendo histórias inspiradoras que promovem fé, esperança e superação. Com parcerias estratégicas com a 360 WayUp, a Heaven combina excelência em produção, distribuição eficiente e campanhas autênticas, impactando milhões de espectadores. Sua missão é conectar o público a narrativas transformadoras, consolidando-se como referência no entretenimento cristão no Brasil e na América Latina.

Sobre a 360 WayUp

A 360 WayUp nasceu com o objetivo de impulsionar o mercado cinematográfico cristão no país. A empresa atua no processo de viabilizar, produzir, distribuir e comunicar produtos que alcancem pessoas através de mensagens de fé e esperança. Para isso, utiliza-se de estratégias eficientes numa atuação em nível nacional. Fundada por Ygor Siqueira, a empresa tem como diferencial a expertise de se comunicar amplamente com o seu público-alvo: os cristãos. Com uma equipe experiente, a 360 WayUp é a única do mercado e tem revolucionado o segmento. Entre os lançamentos: Você Acredita?, Quarto de Guerra, Ressurreição, Milagres do Paraíso, Deus Não Está Morto 2, Ben-Hur, Para Sempre, Papa Francisco, A Cabana, A Estrela de Belém, Extraordinário, Mais que Vencedores, Paulo, Apóstolo de Cristo e Som da Liberdade, dentre outros, totalizando quase 30 milhões de espectadores levados ao cinema.


Fonte: Guiame

JESUS, O REI QUE SE FEZ SERVO

 


A passagem de Filipenses 2:6-8 oferece um dos retratos mais profundos da natureza de Cristo, revelando o contraste extraordinário entre sua majestade divina e sua entrega voluntária. O texto nos apresenta um Rei que, possuindo a própria essência de Deus, não utilizou sua posição para benefício próprio, mas inaugurou um novo conceito de grandeza baseado no serviço e no sacrifício.

No primeiro estágio dessa jornada, Paulo destaca a preexistência de Jesus. Sendo em forma de Deus, Ele desfrutava de glória, poder e adoração celestiais. No entanto, o "Rei que se fez Servo" não considerou essa igualdade como algo a que deveria se apegar egoisticamente. Diferente dos governantes terrenos, que muitas vezes lutam para manter seus privilégios, Cristo demonstrou que a verdadeira divindade não se manifesta na retenção do poder, mas na disposição de abrir mão dele por amor.

O ato central dessa transformação é a kenosis, ou o esvaziamento. Jesus não deixou de ser Deus, mas "esvaziou-se a si mesmo", assumindo a forma de servo. Ao nascer como homem, Ele trocou o trono pela manjedoura e a adoração dos anjos pelas limitações da condição humana. Esse esvaziamento revela que a missão de Jesus não foi um exercício de autoridade impositiva, mas uma identificação profunda com as dores e necessidades da humanidade.

A obediência de Jesus levou a humilhação a um nível ainda mais profundo. Não bastou tornar-se homem; Ele viveu uma vida de submissão total à vontade do Pai, tornando-se obediente até a morte. O Rei do Universo submeteu-se às leis, ao cansaço e, finalmente, ao julgamento humano. Ele lavou os pés dos discípulos e acolheu os marginalizados, provando que, no Reino de Deus, governar é sinônimo de servir.

Por fim, o auge do seu serviço manifestou-se na morte de cruz. A cruz era o símbolo máximo de vergonha e maldição na época, reservada aos piores criminosos. Ao aceitar esse destino, o Rei Servo consumou seu plano de redenção, transformando um instrumento de tortura no maior símbolo de amor da história. Jesus nos ensina que o caminho para a verdadeira glória passa, obrigatoriamente, pelo vale da humildade e da entrega absoluta ao próximo.

Pr. Eli Vieira

sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

NATAL SEM CRISTO



 O texto de João 1:1-12 apresenta a base teológica mais profunda para compreendermos o significado do Natal, indo muito além do cenário da manjedoura. Ao afirmar que "no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus", o apóstolo estabelece que o Natal é o momento em que a eternidade invade o tempo. Um "Natal sem Cristo" é, portanto, uma tentativa de celebrar a luz ignorando a própria fonte do Sol. Sem a presença do Verbo, a festa torna-se um eco vazio de um evento que mudou o cosmos, reduzindo uma realidade transcendental a um mero marco civil no calendário humano.

O relato bíblico destaca que a vida estava nEle e essa vida era a luz dos homens. No entanto, o drama humano é descrito no versículo 5: "a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam". O Natal sem Cristo é a manifestação moderna dessa incompreensão. Vivemos em cidades iluminadas por milhões de lâmpadas artificiais, mas que permanecem em trevas espirituais por rejeitarem a Luz que dissipa a cegueira da alma. Ao remover o Salvador do centro, a sociedade tenta manter o brilho da festa, mas perde a capacidade de enxergar o caminho da paz e da verdade que Ele veio revelar.

A passagem de João 1:10-11 descreve a ironia mais trágica da história: o Criador visitou Sua criatura e não foi reconhecido. "Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu". Celebrar o Natal ignorando a Cristo é repetir esse erro histórico em escala global. É organizar um banquete em honra ao Rei, mas trancar as portas para que Ele não entre. Quando o foco recai exclusivamente sobre o consumo, a comida e os presentes, estamos, na prática, declarando que o mundo que Ele criou não tem mais espaço para a Sua presença transformadora.

Além disso, o texto enfatiza que Jesus "veio para o que era seu, e os seus não o receberam". Esta rejeição não é apenas um fato do passado, mas uma escolha contínua de um sistema que prefere um feriado humanista a um encontro com o Sagrado. Um Natal sem Cristo é uma festa de órfãos que se recusam a reconhecer o Pai. Sem a figura de Jesus, os símbolos natalinos perdem sua conexão com o sacrifício e a redenção, tornando-se enfeites desprovidos de alma que tentam preencher um vazio que só a presença do Emanuel ("Deus conosco") pode satisfazer.

Contudo, o encerramento deste trecho em João 1:12 oferece a solução para o dilema do Natal vazio: "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus". O verdadeiro Natal não é sobre a atmosfera ao nosso redor, mas sobre a recepção do Verbo dentro de nós. Receber a Cristo é transformar a celebração de um feriado em uma experiência de novo nascimento. Que este Natal não seja apenas uma data de lembranças culturais, mas o momento em que deixamos de ser parte daqueles que "não o receberam" para nos tornarmos, pela fé, filhos do Altíssimo.

Pr. Eli Vieira

 

Líder que levou 6 milhões de muçulmanos a Jesus está escondido após ameaça de terroristas

 
Zakaria Botros. (Foto: Captura de tela/CBN News

O egípicio copta, Zakaria Botros, vive exilado em outro país depois da Al-Qaeda oferecer uma recompensa de 60 milhões de dólares por sua cabeça.

O líder cristão copta Zakaria Botros, do Egito, foi considerado o “inimigo público número 1 do Islã" pelo jornal árabe al-Insan al-Jadid após pregar sobre os enganos do Alcorão e levar milhões de muçulmanos a Jesus.

Durante anos, Botros pregou o Evangelho no Oriente Médio, junto com missionários – a maioria ex-muçulmanos convertidos – em seu programa de debates “Falando a Verdade” no no canal de televisão árabe al-Hayat (Life TV).

Segundo o Middle East Forum, no programa, Zakaria discutia assuntos teológicos polêmicos, questionando os ensinamentos islâmicos publicamente e sem medo de represálias.

Com ousadia e eloquência, o líder copta anunciou o Evangelho e convidou os espectadores a se renderem a Cristo. “O Islã não é a resposta. Jihad não é o caminho. Jesus é o caminho. Jesus é a verdade”, disse ele, em uma das transmissões.

Botros chegou a ganhar debates contra respeitados estudiosos acadêmicos islâmicos, causando a fúria de líderes muçulmanos.

“Eu odeio as doutrinas do Islã. Porque são doutrinas satânicas. Versículos do Alcorão dizem para matar aqueles que não acreditam no Islã. Não é uma religião de Deus. Deus quer salvar, não matar. Minha intenção final é salvar os muçulmanos. Na verdade, eu amo muçulmanos tanto quanto odeio o Islã", declarou o líder, em uma entrevista anterior à FOX40.

Através da TV por satélite e da internet, o programa de Botros foi assistido por quase 60 milhões de árabes, segundo a CBN News.

Em uma entrevista à al-Jazeera TV anos atrás, o líder muçulmano Ahmad al-Qatani admitiu que cerca de seis milhões de muçulmanos se convertem ao cristianismo anualmente, a maioria convencida por Zakaria Botros.

Por causa de seu ministério com muçulmanos, o cristão chegou a ser preso no Egito e foi exilado para outro país em 1989, de onde passou a fazer seu programa televisivo.

Em uma entrevista ao jornal canadense Sun em 2011, Botros afirmou que o grupo terrorista Al-Qaeda ofereceu uma recompensa de 60 milhões de dólares por sua cabeça, por ele ter levado milhões de muçulmanos a Jesus.

"Eu ficaria muito feliz se a Al-Qaeda ou muçulmanos radicais me matassem. Se alguém atirar em mim, me leva para aquele lugar [o céu]”, disse ele, à FOX40.

Segundo uma reportagem da CBN News, hoje, Zakaria Botros está escondido devido às ameaças de terroristas.

Em uma entrevista ao jornal Los Angeles Times em 2012, o filho do líder, Benjamin, informou que o pai não dá mais entrevistas e que sua localização é mantida em sigilo. "Não posso dizer onde ele está porque sua vida corre perigo", afirmou.

Em postagem no Instagram na quarta-feira (17), o missionário Chileno Vergara, que atua em países perseguidos, disse que atualmente Botros está com 91 anos.

“Hoje, é o homem mais procurado por radicais para ser morto! Vive escondido sem ninguém saber ao certo onde ele está. Hoje tem 91 anos. É o homem de Deus que mais tem me inspirado”, escreveu.


Fonte: Guiame, com informações de CBN News, Gazeta do Povo,Fox 40 News, Middle Estar Forum

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Berço do Cristianismo, Síria perde 80% de sua população cristã em 14 anos

 

Igreja Tal Tawil atingida por bombardeios em 2015, quando o Estado Islâmico atacou aldeias assírias no Vale do Khabur. (Foto: Open Doors)

Relatório da Oeuvre d’Orient traça um panorama do declínio cristão na Síria desde 2011, com dados sobre mortes, deslocamentos e impactos sociais.

Com raízes de dois milênios, a presença cristã na Síria sofreu uma redução alarmante: 80% desde 2011, segundo relatório divulgado pela organização “Oeuvre d’Orient” (Obra do Oriente, em português).

Essa tradição remonta aos primeiros séculos do Cristianismo. A região é considerada um dos berços da fé cristã, mencionada no Novo Testamento como parte das rotas missionárias dos apóstolos.

Cidades como Antioquia, hoje no território sírio, foram centros fundamentais para a difusão da mensagem cristã e para a formação das primeiras comunidades.

Essa longa história confere à presença cristã na Síria um valor cultural e espiritual único, tornando sua redução atual um marco preocupante para a diversidade religiosa e para a preservação de um patrimônio histórico milenar.

Esse cenário histórico contrasta de forma dramática com a realidade atual: restam hoje cerca de 300 a 400 mil cristãos, em sua maioria idosos, o que indica risco de desaparecimento da comunidade no país.

Prisões, torturas e abusos

A violência atingiu todos os sírios, mas a comunidade cristã parece ter sido a mais afetada. Bairros cristãos como Midan, em Aleppo, situados na linha de frente, foram especialmente vulneráveis.

Junto a outras minorias, sofreram nas mãos de grupos terroristas islâmicos.

Vincent Gélot, gerente de projetos da Oeuvre d’Orient na Síria e no Líbano, relata o drama vivido em Raqqa, onde o Estado Islâmico impôs taxas aos cristãos e praticou prisões arbitrárias, tortura e outros abusos.

Ele também menciona, por exemplo, o sequestro de 230 civis, incluindo cerca de 60 cristãos siríacos, 45 mulheres e 19 crianças em Al-Qaryatayn, em 2015.

O patrimônio cristão também sofreu grandes perdas. Durante a guerra, locais de culto foram danificados e alguns foram alvos deliberados.

Êxodo cristão

O êxodo foi impulsionado por guerra civil, perseguições religiosas, sanções internacionais, serviço militar obrigatório e o terremoto de 2023. Ataques contra igrejas e sequestros por grupos extremistas agravaram a situação.

Em Deir Ezzor, hoje 75% destruída, restam apenas quatro cristãos – um número que contrasta com os 7 mil antes da guerra iniciada em 2011.

O conflito já tirou mais de 520 mil vidas, gerou 7 milhões de refugiados e deslocou outros 6 milhões. Dezenas de milhares continuam desaparecidos.

Embora tenha se apresentado como protetor das minorias religiosas, o regime de Bashar al-Assad não conseguiu evitar o êxodo cristão durante a guerra civil.

Cenário de guerra na Síria. (Foto: Open Doors)

A prolongada instabilidade, somada à repressão política e às sanções internacionais contra o governo, agravou a crise econômica e social, tornando a permanência das comunidades cristãs cada vez mais difícil. Além disso, a falta de garantias de segurança e liberdade religiosa em áreas sob controle estatal contribuiu para que muitos buscassem refúgio no exterior.

Rede de apoio

Embora as estatísticas sejam limitadas em um país que sai de 14 anos de guerra, dados fornecidos pelas próprias comunidades indicam que cerca de 2 milhões de pessoas são beneficiadas pela rede de associações cristãs, segundo a organização.

No campo humanitário e social, incluindo o apoio a pessoas com deficiência e a promoção da reconciliação, os cristãos atuam por meio de uma ampla rede de organizações.

Muitas delas surgiram durante a guerra, destacou Gélot, em videoconferência.

A Oeuvre d’Orient, em parceria com o Hope Center Syria, ressalta que cerca de 117 mil sírios de diferentes religiões recebem atendimento todos os anos em quatro hospitais cristãos localizados em Damasco e Aleppo, considerados “entre os melhores do país pela qualidade e capacidade de serviço”, segundo Gélot.

Educar as crianças

A educação é “uma grande prioridade”. As Igrejas estão profundamente envolvidas na educação, administrando 57 escolas que educam 30 mil alunos em todo o país.

Crianças de diferentes religiões estão matriculadas, promovendo o aprendizado de valores de paz e tolerância, além das disciplinas tradicionais.

Estão em curso negociações para recuperar 30 das 67 escolas que foram confiscadas pelo Partido Baath.

Em áreas devastadas pela guerra, como Deir Ezzor e Suwayda, recuperar uma escola seria crucial para “reacender a atividade missionária” e “restabelecer conexões entre a pequena minoria cristã local e o restante da população”.

O relatório alerta para sinais de islamização e discriminação nos materiais escolares, pedindo mecanismos de justiça e fundos internacionais para garantir diversidade religiosa.

Um decreto ministerial, aplicável ao ano letivo atual, propõe uma reinterpretação da história síria; “os nomes de deuses que remontam ao período pré-islâmico foram removidos”, relata seu chefe de missão no país.

Declínio econômico e demográfico brutal

A comunidade cristã ainda paga o preço da guerra ainda hoje.

Cristão em oração. (Foto: Open Doors)

Segundo Gélot, eles perderam propriedades, terras e sofreram um declínio social.

“Atualmente, 90% da população síria vive abaixo da linha da pobreza, e os cristãos fazem parte dessa população empobrecida. É também uma comunidade que sofreu um declínio massivo. 80% da comunidade cristã, que estava presente há 2.000 anos, desapareceu em apenas quatorze anos. É brutal”, relata.

Em Aleppo, apenas um sexto dos cristãos que viviam na cidade antes da guerra permanece.

Mas “entre os 20% de cristãos que permanecem, estamos lidando com uma comunidade bastante idosa. Mais de 50% dos membros dessa comunidade têm mais de 50 anos”.

“Portanto, estamos diante de uma pirâmide etária invertida, com um declínio acentuado no número de jovens em relação aos idosos”, explica o chefe da missão da Oeuvre d’Orient na Síria.

Ataques a igrejas

Concluído em setembro, o relatório também aborda os primeiros meses sob as novas autoridades sírias.

O país ganhou fôlego econômico com o fim das sanções internacionais, mas antigas divisões voltaram à tona após 54 anos de ditadura da família Assad e anos de guerra.

A violência comunitária explodiu em março, no litoral, contra os alauítas e, em junho, contra os cristãos, durante o ataque à igreja de Mar Elias.

Ataque terrorista deixou pelo menos 20 mortos em igreja na Síria. (Foto: Captura de tela/YouTube/Telly Guru)

“Nunca durante a guerra uma igreja havia sido atacada durante a Missa”, destacou Vincent Gélot, que, para enfatizar a raridade desse tipo de violência, lembrou os atentados contra igrejas ortodoxas coptas e seus fiéis no Egito em 2016 e 2017, além do ataque à Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Bagdá, em 2010.

Mais recentemente, a comunidade drusa também passou a ser alvo de ataques, com populações deslocadas. De Homs a Latakia, passando por Hama, foram registrados problemas de segurança.

Mulheres alauítas chegaram a ser sequestradas por grupos isolados, e, segundo relatos, “as novas autoridades permitiram que isso acontecesse”.

Atualmente, há um diálogo aberto entre as Igrejas e o presidente de transição em Damasco. Reuniões já foram realizadas com o presidente Al-Sharh, nas quais patriarcas e bispos apresentaram suas perspectivas sobre “o que está funcionando e o que não está”.


Fonte: Guiame, com informações da Oeuvre d’Orient

Rede de lojas nos EUA distribui 500 mil livros sobre o nascimento de Jesus no Natal

 
A Hobby Lobby está distribuindo 500 mil livros cristãos. (Foto: Reprodução/YouTube/Simply Karla Jones)

O autor Lee Strobel disse que a iniciativa da Hobby Lobby, com mais de mil lojas, é “maravilhosa” e encorajou os cristãos no Natal.

Uma rede de lojas de artesanato nos Estados Unidos está aproveitando a época de Natal para evangelizar seus clientes. A Hobby Lobby está distribuindo 500 mil livros cristãos sobre o nascimento de Jesus.

A empresa de propriedade cristã está distribuindo exemplares de The Case for Christmas (“A Defesa do Natal”), do jornalista e autor Lee Strobel, durante o período natalino. A informação foi confirmada pelo próprio autor, que descreveu a iniciativa como “maravilhosa”.

Segundo a CBN News, o livro de Strobel — e a decisão da Hobby Lobby de distribuir milhares de exemplares gratuitamente — surge num momento em que os americanos estão mais abertos a temas espirituais.

Embora menos de 50% dos americanos frequentem cultos no Natal, 56% afirmam que provavelmente iriam à igreja durante as festas se fossem convidados — incluindo 40% dos que não têm religião, de acordo com a Lifeway Research.

“Acho que essa é uma estatística muito impactante”, disse Strobel à CBN News. Em seguida, ele citou a passagem bíblica em Colossenses 4:5-6, que diz: 

Sejam sábios no trato com os de fora; aproveitem ao máximo cada oportunidade. Que a conversa de vocês seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibam como responder a cada um”.


Lee Strobel. (Foto: Reprodução/YouTube/CBN News)

E continuou: “Estamos na época do Natal — esta é uma oportunidade que podemos aproveitar. Convide-os para a igreja. Sim, às vezes pode ser um pouco desconfortável, mas arrisque-se espiritualmente e convide-os. Não diga simplesmente: 'Ei, por que você não vem?'. Ofereça-se para buscá-los e levá-los. Assim, você terá praticamente 100% de certeza de que eles aparecerão”.

‘Vamos compartilhar o Evangelho’

O autor aceitou Jesus enquanto trabalhava como jornalista no portal de notícias Chicago Tribune, após uma tentativa frustrada de desmentir o Evangelho. Hoje, ele encoraja os cristãos a compartilharem sua fé com ousadia.

Na entrevista, Strobel relembrou um conselho que recebeu do falecido evangelista Luis Palau: "Lee, quando você chegar ao fim da sua vida e tudo estiver dito e feito, você nunca se arrependerá de ter sido corajoso por Cristo".

“Não vamos deixar ninguém para trás neste Natal. Vamos compartilhar o Evangelho por toda parte, vamos convidar as pessoas sem hesitar para virem à igreja conosco e vocês ficarão surpresos com quantas pessoas — como essa estatística indica — dirão: 'Sim'”, acrescentou.

Strobel publicou o livro no início dos anos 2000, mas lançou uma versão totalmente revisada e atualizada em setembro. À CBN News, ele afirmou que a reescrita foi motivada por novas descobertas linguística e arqueologia, que justificaram "uma nova versão do livro".

Já a rede Hobby Lobby — que possui mais de 1.000 lojas nos 48 estados continentais dos EUA — é conhecida por seu compromisso com os princípios cristãos.

Em seu site, a empresa afirma estar “comprometida em honrar o Senhor em tudo o que fazemos, operando a empresa de maneira consistente com os princípios bíblicos, oferecendo aos nossos clientes uma seleção e valor excepcionais, e servindo aos nossos funcionários e suas famílias, estabelecendo um ambiente de trabalho e políticas da empresa que construam caráter, fortaleçam os indivíduos e nutram as famílias”.


Fonte: Guiame, com informações de CBN News

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