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terça-feira, 1 de abril de 2025

Cristão evangeliza através do seu trabalho na Microsoft: “Como José no Egito”



Paul Fijnvandraat. (Foto: Revive). 

Paul Fijnvandraat, da Holanda, tem compartilhado o amor de Deus a colegas e clientes através de atitudes de cooperação ao invés de competição.

Paul Fijnvandraat, da Holanda, trabalha como consultor técnico de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, a Microsoft.

Ele tem usado seus talentos para levar o amor a Deus a colegas e clientes, segundo a Revive.

"Meu pai era um evangelista em tempo integral, ele realmente tinha um chamado para isso. Pode parecer que essa é a única maneira de falar para as pessoas o que é a fé pessoal em Deus”, disse Paul.

“Na Microsoft, eu ajudo os clientes a encontrar as melhores soluções para sua transformação digital. Por meio do meu conhecimento, integridade e paixão pelo meu trabalho, posso mostrar o que a fé significa para mim e como ela me motiva a servir aos outros”, explicou.

O consultor relatou que prega o Evangelho através de suas ações e da maneira que lida com as pessoas em seu trabalho.

“Às vezes é como José na corte no Egito. As pessoas ao redor de José ficaram impressionadas com a maneira como ele agiu. No livro de Daniel você lê o mesmo sobre Daniel e seus três amigos. Esses homens se destacaram mais pelas coisas que fizeram do que pelo que disseram. Isso porque eles eram fieis a Deus onde quer que estivessem. Ao fazerem isso, despertaram o interesse e o respeito de outros, que queriam saber mais sobre seu Deus”, comentou Paul.

“Isso também é verdade para mim em meu trabalho, onde tento mostrar o amor e a sabedoria de Deus por meio de minha atitude e comportamento”, observou.

Trocando a competição pela cooperação

Em meio à competição do mundo corporativo, o cristão decidiu exercer a cooperação e tem ajudado outros profissionais a serem bem sucedidos em suas carreiras.

“O que eu acho importante no meu trabalho é fazer outras pessoas felizes e bem-sucedidas em seu trabalho e às vezes até além disso. Acredito que esta é a melhor maneira de dar testemunho de Deus, que nos chama a amar o próximo como a nós mesmos. Se a outra pessoa for bem-sucedida, eu sou bem-sucedida”, afirmou. 

“Meu gerente anterior, que trabalha na Microsoft Holanda desde o início, disse: ‘Tenho muitas pessoas diferentes na equipe, mas o que você faz é diferente do que os outros na equipe fazem e do que vi até agora’”.

Paul se destacou por conseguir lidar com pessoas difíceis, que mais ninguém conseguia lidar. “Acho ótimo que, como equipe, cada um com suas próprias qualidades, possamos fazer algo uns pelos outros e também pelos clientes”, observou.

Por causa da forma diferente de trabalhar, Paul Fijnvandraat ganhou uma promoção na Microsoft pelo impacto positivo que promoveu.

Seu comportamento cristão também abriu oportunidades para ele testemunhar de Jesus a muitas pessoas.

“Quando as pessoas perguntam por que faço as coisas da maneira que faço, falo abertamente que sou cristão e que isso me motiva. As pessoas não precisam necessariamente responder a isso e nem sempre fazem, mas você nunca sabe o que isso fará com a outra pessoa”, contou Paul.

Testemunhando no trabalho

O holândes destacou que o cristão deve se comportar e trabalhar de acordo com os mandamentos bíblicos para pregar através do seu exemplo.

“É importante pensar sobre por que você faz o trabalho (não principalmente pelo dinheiro) e como você interage com os outros (colegas e clientes) em seu trabalho. Se você iniciar uma conversa com alguém sobre fé, essa pessoa deve pensar: o que ela está dizendo está de acordo com o que ela faz”, ensinou.

“Se você faz bem o seu trabalho e trata as pessoas com integridade, é uma confirmação para a outra pessoa do que você diz sobre sua fé. Essa pessoa pode então ver que o que você diz corresponde ao que você já vive todos os dias”, concluiu Paul.



Fonte: Guiame, com informações de Revive

Identidade cristã perde força em 10 países da Europa, diz pesquisa

Nenhum outro país sofreu um declínio tão acentuado do Cristianismo nominal quanto a Espanha. (Foto: Unsplash/ Danique Godwin)

Estudo do Pew Research em 36 países identifica forte declínio da identidade cristã em vários países europeus.

Um relatório publicado em março pelo Pew Research Center identificou uma tendência significativa de abandono da identidade cristã em quase todos os 36 países analisados globalmente, incluindo 10 localizados na Europa.

O fato de que, em todos os países europeus analisados, a maioria dos entrevistados se identificou como "cristão" – com percentuais superiores a 75% em nações como Hungria, Polônia, Grécia e Itália – indica que esses números refletem o nominalismo cristão ou Cristianismo cultural, em vez de um compromisso real com Jesus, conforme o sentido teológico do termo "cristão".

Espanha lidera entre os países onde mais pessoas afirmam ter deixado de se identificar como cristãs. Embora 87% dos entrevistados tenham sido criados no Cristianismo, 36% agora dizem ter abandonado essa perspectiva de vida.

De acordo com o relatório, 3% dos entrevistados afirmaram ter se convertido ao Cristianismo após seguirem outra visão de mundo, enquanto 54% ainda se identificam como cristãos.

Por outro lado, os dados do Pew na Espanha revelam que, embora apenas 10% dos espanhóis tenham nascido em famílias sem religião, atualmente 44% se identificam como pessoas sem religião.

Nenhum outro país sofreu um declínio tão acentuado do Cristianismo nominal quanto a Espanha. No entanto, a Suécia, Holanda e Alemanha também registraram quedas significativas, em torno de 30%. Nesses três países, metade dos indivíduos criados como cristãos já não se identificam mais dessa forma.

Retenção da fé cristã

Segundo os dados do Pew, a Hungria apresenta a maior taxa de retenção da identidade cristã entre os países europeus analisados.

Na Hungria, apenas 2% afirmaram ter deixado de se identificar como cristãos, enquanto 4% relataram ter se convertido ao Cristianismo. Dessa forma, atualmente há mais cristãos (79%) do que pessoas criadas nessa fé (77%).

Na Polônia, onde 99% da população afirma ter sido criada como católica, a fé cristã permanece amplamente preservada, com apenas 4% declarando tê-la abandonado.

Na Grécia, onde a proporção caiu de 95% para 84%, e na Itália, de 94% para 73%, a grande maioria da população ainda se identifica com o Cristianismo, destacando-se entre os países europeus.

Tendência negativa versus conversões

O Pew também examina o crescimento dos "não religiosos", revelando que a maioria das pessoas criadas sem religião continua a não se identificar com nenhuma crença religiosa.

Apesar disso, há movimentos modestos em direção ao Cristianismo.

Na Holanda e na Suécia, 9% das pessoas criadas sem religião agora afirmam ter uma fé, predominantemente cristã. Esses índices são mais elevados na Alemanha (11%), no Reino Unido (13%) e na França (14%), onde também há indícios de crescimento do islamismo.

Os países onde a maior proporção de pessoas criadas sem religião se converteu ao Cristianismo são Hungria (17%) e Espanha (16%). Isso indica que, apesar de ser o país com o maior número de cristãos nominais (Hungria) e o que registrou o maior declínio (Espanha), ambos ainda apresentam um número significativo de conversões ao Cristianismo.



Fonte: Guiame, com informações do Evangelical Focus e Pew Research Center

segunda-feira, 31 de março de 2025

58% dos britânicos que frequentaram a igreja na infância não são mais cristãos


 Igreja no Reino Unido. (Imagem ilustrativa/Unsplash/Annie Spratt).

Embora a maioria dos britânicos (57%) tenham sido criados no cristianismo, muitos perderam a fé e se declaram não religiosos.

Uma pesquisa recente do Pew Research revelou que a identidade religiosa da Grã-Bretanha – composta por Inglaterra, Escócia e País de Gales – está em transformação, com duas em cada cinco pessoas criadas na fé cristã não frequentando mais a igreja.

A região de tradição cristã e que já foi berço de grandes avivamentos, agora possui mais ateus, agnósticos e seguidores de outras crenças.

O estudo descobriu que 58% dos britânicos que frequentaram a igreja durante a infância, hoje se declaram não cristãos.

57% dos cidadãos que se dizem não religiosos foram criados em família cristãs na Grã-Bretanha.

Nos últimos anos, a quantidade de pessoas que afirmam não ter religião aumentou para 37%, se tornando o segundo maior grupo depois dos seguidores do cristianismo.

O Censo da região também mostra que a porcentagem de cristãos caiu drasticamente. Enquanto em 2001, 71% dos britânicos eram cristãos, hoje apenas 46% se identificam como crentes.

O declínio da fé refletiu na frequência à igreja. A participação semanal nos cultos da Igreja da Inglaterra caiu de 1,6 milhão para 557.000, entre 1960 e 2023.

"A identidade religiosa tem sido usada levianamente no Reino Unido há algum tempo. As estatísticas de hoje, como as do Censo, mostram que a grande população que não acredita em Deus hoje se sente muito menos ligada ao rótulo religioso de sua família, escola ou comunidade”, avaliou Andrew Copson, executivo-chefe da Humanists UK, uma organização do Reino Unido que promove o humanismo secular.

Outros grupos cristãos em crescimento

Porém, para teólogos, embora o congregar em uma igreja formal esteja diminuindo, a fé cristã não está desaparecendo, mas está sendo manifestada de outras maneiras.

Outros grupos cristãos estão experimentando um crescimento na Grã-Bretanha. As igrejas pentecostais tiveram um aumento de 25%, o cristianismo ortodoxo cresceu em 11% e movimentos cristãos mais novos se expandiram em 10%.

Essa expansão, classificada por alguns líderes cristãos como um avivamento, está sendo impulsionada por gerações mais jovens e comunidades de imigrantes.

Declínio da fé no Ocidente

A mudança no cenário religioso também está acontecendo em outros países ocidentais, como Holanda, Suécia, Austrália, França e Espanha.

Na Coreia do Sul, 43% dos criados na igreja abandonaram a fé cristã e 7% se converteram a outra religião.

Já nos continentes africano e asiático, o cristianismo tem experimentado um grande crescimento. Nas Filipinas, Nigéria, Gana, Quênia e Sri Lanka, mais de 92% dos criados cristãos ainda se identificam com a fé, por exemplo.

Contrastando com o cenário europeu, a taxa de cristãos na Hungria e na Polônia continuam altas, 98% e 95%, respectivamente.



Fonte: Guiame, com informações de Christian Today

Missionários pedem oração após terremoto de magnitude 7,7 atingir Mianmar e Tailândia


O forte terremoto atingiu Mianmar e a Tailândia. (Foto: Reprodução/Instagram/Hoje no Mundo Militar/Facebook/RFA Burmese). 

O forte tremor deixou ao menos 15 mortos e dezenas de feridos nos dois país, nesta sexta-feira (28).

Um forte terremoto de magnitude 7,7 atingiu Mianmar e a Tailândia nesta sexta-feira (28), causando 15 mortes; 12 em Mianmar e três na capital tailandesa Bangkok.

O epicentro foi próximo a cidade de Mandalay, em Mianmar, que tem uma população de cerca de 1,5 milhão de pessoas. Depois do primeiro tremor, outro tremor de magnitude 6,4 e vários outros moderados atingiram a mesma região.

Na capital tailandesa Bangkok, um arranha-céu que estava sendo construído desabou em poucos segundos, levantando uma grande nuvem de poeira.

Segundo a CNN, equipes de resgate estão tentando resgatar cerca de 81 pessoas que ficaram presas nos escombros. Segundo autoridades, ao menos 320 trabalhadores estavam no canteiro de obras do edifício quando o terremoto aconteceu.

Em Mianmar, o fenômeno destruiu pontes e estradas na capital Naypyitaw. Na cidade de Taungoo, ao menos três pessoas morreram após um templo desabar. Em Aung Ban, um hotel desabou provocando duas mortes e 20 feridos.

O jornal local Myanmar Now noticiou a queda de uma torre de relógio e a destruição de parte do muro do histórico Palácio de Mandalay.

O governo de Mianmar e da Tailândia declararam estado de emergência. O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) informou que o terremoto ocorreu ao meio-dia do horário local e começou a uma profundidade de 10 quilômetros.

Missões afetadas

Líderes cristãos e missionários nos dois países relataram ao portal Salt & Light como foram afetados pelo terremoto.

Eugene Wee, diretor executivo da missão Radion International, na Tailândia, contou que sua equipe estava fazendo treinamento missionário nas montanhas em Phetchabun no momento do tremor.

“A equipe começou a sentir a sala tremendo. Sabíamos que era um terremoto, mas para o escritório de campo, que fica a 1.000 pés de altura nas montanhas, sentir os tremores, isso significava que o terremoto tinha que ser muito severo. Já sentimos tremores em Chiang Mai antes, mas não na aldeia", disse Eugene, em entrevista à Salt & Light.

No centro de resgate infantil e na sede em Chiang da missão, mais de 30 pessoas precisaram ser evacuadas.

"Ele tremeu muito por cerca de cinco a oito minutos. Foi provavelmente o mais forte (tremor) que eles sentiram e não houve aviso. Agora estamos esperando tremores secundários. Ore para que vidas sejam preservadas’, pediu Eugene.

Santiphap Viriyotha, da missão Stronger Together Thailand, que trabalha em parceria com igrejas locais no ministério de deficientes, afirmou que pessoas estão desaparecidas após o terremoto.

"Raramente temos um terremoto aqui na Tailândia. Este terremoto é um dos terremotos mais fortes que já experimentamos em décadas. Todos aqui em Chiang Mai podiam sentir isso. Eu podia ver os postes de luz e as árvores tremendo", lembrou, acrescentando que seu ministério e sua igreja não foram danificados.

Sem comunicação

Em Mianmar, Deeram Khong, que trabalha com uma organização cristã em Yangon, falou sobre a angústia de ainda não ter conseguido contato com os irmãos de uma igreja na capital do país.

"Não consigo entrar em contato com meus amigos da igreja em Mandalay, pois as linhas de comunicação foram atingidas. Por favor, ore por eles”, afirmou.

"Depois que a primeira onda veio, houve uma segunda e terceira onda. Foi assustador e ficamos tontos", disse Deeram. Vimos pessoas saindo dos prédios, mas felizmente não parece haver muitos feridos ou danos aqui”, acrescentou.

Conforme a Convenção Batista de Mianmar e o Conselho de Igrejas de Mianmar, as linhas telefônicas não estão funcionando em muitos locais.

Naw Aung Lahtaw, um evangelista local e plantador de igrejas, contou que sentiu o terremoto em Chiang Mai.

“Começou como um leve tremor, depois ficou mais forte. O tremor durou vários segundos e alguns objetos no meu quarto se moveram ligeiramente. Foi uma experiência perturbadora", descreveu.

"Um dos principais shoppings de Chiang Mai teve que ser evacuado e muitos compradores estavam nas ruas. As escolas também tiveram que ser evacuadas, para a segurança dos alunos e professores’.

O evangelista pediu oração pela situação em Mianmar. “Por favor, orem pelas pessoas que foram afetadas pelo terremoto, especialmente em Mianmar. Por favor, ore também pelos cristãos e missionários para que eles possam ministrar às pessoas que estão passando por perda, tristeza, ansiedade, medo e dor”, declarou.

A Missão Portas Abertas também pediu oração e informou sobre a situação de sua equipe em Mianmar.

“Por favor, orem pela segurança das pessoas”, disse Daisy Htun*, uma das parceiras locais da Portas Abertas na região.

“O prédio de nossos parceiros locais que cuidam de crianças está danificado, mas não há vítimas. Uma igreja em Naypyitaw também foi danificada. Uma de nossas sessões de treinamento terminou pouco antes do terremoto atingir a área. Nossos parceiros que moram em prédios de apartamentos estão evacuando por segurança”, relatou ela.


Fonte: Guiame, com informações de CNN, Portas Abertas e Salt & Light

sexta-feira, 28 de março de 2025

Tradução bíblica e evangelismo continuam em meio à crise no Sudão do Sul: ‘Orem por eles’

 Imagem Ilustrativa. (Foto: Reprodução/Portas Abertas)

Em meio a uma possível guerra civil, tradutores da Bíblia estão trabalhando para que o Evangelho se espalhe no país.

Em meio aos conflitos armados e uma possível guerra civil, cristãos afirmam que o trabalho evangelístico no Sudão do Sul continua.

A última onda de violência no país ocorreu no início deste mês quando uma milícia invadiu o quartel do exército sul-sudanês.

O governo respondeu com força e o caos se espalhou por toda a nação. Com isso, pelo menos 63.000 pessoas fugiram da capital. Dane, um missionário da organização cristã “UnfoldingWord” contou ao Mission Network News:

“O Departamento de Estado dos EUA emitiu um alerta de nível quatro para os americanos, que é o nível mais alto deles”.

“Eles dizem: 'Se você for para o Sudão do Sul, deve deixar uma amostra de DNA com seu médico para que ele possa identificá-lo mais tarde'”, acrescentou.

A prisão do vice-presidente do Sudão do Sul, Riek Machar, na última quarta-feira (26), criou um alerta internacional sobre a possibilidade de um retorno ao conflito civil no país. 

ONU explicou que a ação coloca o país à beira de uma guerra generalizada. Um comboio de 20 veículos fortemente armados invadiu a residência de Machar em Juba, capital do país, para efetuar a prisão.

O incidente representa um aumento significativo das tensões que vinham crescendo nas últimas semanas no país.

“'Há crimes violentos como sequestros de carros, tiroteios e emboscadas. Estrangeiros foram vítimas de estupro, agressão sexual, assaltos à mão armada e outros”, relatou Dane.

E continuou: “O Departamento de Estado ordenou a saída imediata de pessoas que não representam serviços emergenciais de Juba devido ao aumento da criminalidade, sequestros e conflitos armados”.

Desde a independência do Sudão do Sul em 2011, o país tem enfrentado uma alarmante crise de pobreza e insegurança, que dificulta sua recuperação após a guerra civil. 

‘O evangelismo continua’

A missão UnfoldingWord treina e equipa cristãos locais para traduzir a Bíblia. No momento, missionários que trabalham com traduções no Sudão estão sediados no Sudão do Sul.

“A situação é bem séria, mas nossos parceiros estão trabalhando. Eles ainda estão traduzindo a Bíblia”, relatou Dane.

A organização está auxiliando parceiros sudaneses a usar tecnologia e softwares para otimizar a tradução para todas as línguas do Sudão. 

Além disso, evangelistas sudaneses estão incorporando a tradução da Bíblia em sua estratégia de plantação de igrejas. 

“Muitas vezes, ouvimos histórias de muçulmanos que se converteram durante o Ramadã porque Jesus apareceu em sonhos e visões e falou com eles. Assim, Cristo os direciona até uma pessoa que possui uma Bíblia em seu idioma e eles passam a lê-la”, afirmou Dane.

Por fim, a missão pediu: “Ore para que o Senhor use traduções da Bíblia em línguas minoritárias para apresentar Jesus às pessoas”.

A crise no Sudão do Sul

O conflito entre Riek Machar, ex-rival do presidente Salva Kiir, e o governo de Kiir foi exacerbado pelo desmonte gradual do acordo de divisão de poder, firmado após a guerra civil que devastou o Sudão do Sul entre 2013 e 2018, resultando em aproximadamente 400 mil mortes.

O acordo de paz de 2018 foi considerado um marco crucial para a estabilidade do país, mas sua iminente quebra ameaça novos derramamentos de sangue e a instabilidade regional.

A ONU condenou as ações das autoridades, afirmando que o ministro da Defesa e o chefe de Segurança Nacional, responsáveis pela operação, agiram de maneira inconstitucional ao invadir a residência de Machar. 

O comunicado também ressalta que a detenção ocorreu sem acusações claras, o que aumenta a incerteza sobre o futuro político do país.

A Missão da ONU no Sudão do Sul (UNMISS) expressou profunda preocupação com a detenção de Machar, alertando que a situação atual coloca o país em risco de um conflito generalizado.

Nicholas Haysom, representante da ONU no país, alertou que o rompimento do acordo de paz não só devastaria o Sudão do Sul, mas também teria consequências negativas para toda a região.



Fonte: Guiame, com informações de Mission Network News e Exame

Igrejas de diferentes denominações se unem para evangelizar e 600 aceitam Jesus


 Jovens no evento. (Foto: Reprodução/Facebook/First Baptist Church Denham Springs)

Após as igrejas evangelizaram de porta em porta, 1.136 pessoas se reconciliaram com Cristo e 602 participantes aceitaram Jesus pela primeira vez.

Na última semana, centenas de jovens lotaram um estádio de futebol nos Estados Unidos, onde 602 participantes aceitaram Jesus.

A “Cruzada GO TELL AMERICA” ocorreu em parceria com igrejas locais da Associação Batista do Leste de Louisiana. O evangelista Rick Gage, fundador do Ministério GO TELL em Duluth, Geórgia, também foi um dos responsáveis pelo evento.

A ideia de promover o evento surgiu depois que líderes da associação batista sentiram um forte desejo de alcançar pessoas fora do ambiente da igreja.

"A preparação para a cruzada envolveu muito trabalho e Deus alcançou todas as denominações para unir sua Igreja nesta missão", disse o Rev. Leo Miller, pastor da Primeira Igreja Batista de Denham Springs, à Baptist Message. 

E continuou: "Concordamos em nos unir para alcançar os perdidos, deixando de lado as diferenças políticas e teológicas. Estamos unidos em nossa fé de que a salvação está somente em Jesus e a Palavra de Deus é nossa autoridade. Que alegria tem sido orar juntos, servir juntos e compartilhar o glorioso Evangelho de Jesus Cristo, juntos". 

Segundo a CBN News, quase 500 voluntários foram recrutados para organizar o evento e outras 500 pessoas foram designadas para orar pela ação. 

Miller contou que as igrejas trabalharam juntas para entregar brindes de porta em porta contendo um folheto evangelístico, um DVD do filme Jesus e um folheto do evento para mais de 45.000 casas na região.

Então, centenas de pessoas compareceram ao estádio de futebol da Denham Springs High School entre os dias 16 a 19 de março.

‘A necessidade de evangelizar é urgênte’

No evento, Gage pregou o Evangelho para um público de 8.000 pessoas em 11 escolas locais durante um workshop chamado "No Caminho Certo".

No final da cruzada, 1.136 pessoas se reconciliaram com Cristo e 602 participantes aceitaram Jesus pela primeira vez.

"Foi um grande movimento de Deus, e é uma área que estava madura para uma colheita. Estamos vendo focos de avivamento por todo o país e um grande mover de Deus entre os jovens”, disse Gage.

Para o evangelista, realizar essas cruzadas é uma oportunidade de pregar o Evangelho para todos que precisam: 

"A necessidade e a urgência de evangelizar os perdidos nunca foram tão grandes. A vida é breve. A vida é incerta. A morte é certa. E Cristo pode voltar a qualquer momento".

"A última coisa que Cristo ordenou que seus discípulos fizessem antes de deixar a Terra foi compartilhar o Evangelho com o mundo inteiro. Essa ordem deve ser nossa meta número 1", acrescentou.


A cruzada nos EUA. (Foto: Reprodução/Facebook/First Baptist Church Denham Springs)

O alcance impactou muitas pessoas na comunidade, incluindo líderes: "Ver os alunos indo à frente foi incrível", disse Mike Fielding, pastor de jovens da Live Oak Baptist Church. 

E continuou: "Meu coração estava batendo forte enquanto os jovens se rendiam a um Deus que sacrificou seu próprio Filho por eles, por causa de seu amor por cada um daqueles alunos. Ainda estou maravilhado".

Chris Palmer, diretor de extensão do ministério GO TELL, informou que o evento valeu a pena porque as diferentes igrejas se uniram e “prepararam o terreno”:

"É realmente o Corpo de Cristo plantando as sementes e agora estamos colhendo. Jesus disse que a colheita é abundante. Nós entramos e pregamos a mensagem de esperança e paz por meio Dele e os corações estão prontos para isso".


Fonte: Guiame, com informações de CBN News

quinta-feira, 27 de março de 2025

Cartaz em campo de refugiados pede morte de pastores em Bangladesh: “Achem e cortem eles”

 

Cartazes pedem a morte de líderes cristãos no campo de refugiados. (Foto: Etnos).

Os cristãos da etnia Rohingya, apoiados pela missão brasileira Etnos, estão sendo ameaçados por islâmicos dentro do maior campo de refugiados no mundo.


Um líder islâmico espalhou cartazes pedindo a morte de dois pastores e outros oito cristãos, no maior campo de refugiados do mundo, localizado em Cox's Bazar, em Bangladesh.

Em entrevista exclusiva ao Guiame, Raphael Florenciano, o líder da missão brasileira Etnos – que atua na região – contou como os cristãos estão lidando com as recentes ameaças.

Raphael explicou que o campo de Kutupalong abriga mais de 1 milhão de refugiados, a maioria da etnia muçulmana Rohingya. 

“O povo Rohingya não tem nem o status de refugiados, porque são de uma etnia considerada apátrida. Eles não são considerados cidadãos em nenhum país do mundo, nem por Mianmar, nem por Bangladesh”, afirmou o líder, que é especialista em Relações Internacionais.

Cristãos apátridas


Campo de refugiados de Kutupalong. (Foto: ONU/K. M. Asad).

Durante décadas, a etnia viveu nas montanhas entre Mianmar e Bangladesh, porém quando Mianmar conquistou sua independência, após a Segunda Guerra Mundial, os Rohingya não foram reconhecidos como cidadãos do país e foram classificados como “ilegais”.

Por volta de 2013, o governo iniciou uma tentativa de limpeza étnica do povo Rohingya. Aldeias foram destruídas e muitos morreram, forçando os moradores sobreviventes a deixarem Mianmar.

Milhares de pessoas buscaram abrigo em Bangladesh, que precisou montar um campo de refugiados. 

“Eles são mantidos ali como uma fazenda de seres humanos a céu aberto, onde não existe poder de polícia. Eles vivem na lei do mais forte, é algo absurdo”, relatou Raphael.

Muitos Rohingya são vítimas de gangues dentro do campo, que os capturam para o tráfico humano sexual e o tráfico de órgãos. 

Uma igreja dentro do campo de refugiados

Nesse contexto crítico, estão cerca de 200 cristãos Rohingya, que são minoria entre a maioria muçulmana. 

A missão Etnos ajudou essa comunidade cristã a formar igrejas e estava dando treinamento de evangelização e desenvolvimento comunitário, quando precisou adiar o projeto por motivos de segurança.

No início deste ano, um líder islâmico espalhou cartazes pedindo a morte de dois pastores e oito cristãos da igreja do campo de Kutupalong.

O material, que também foi divulgado no Facebook, critica a comunidade cristã Rohingya por realizar cultos e evangelismo dentro do campo. O cartaz ainda condena o trabalho de tradução da Bíblia que estavam fazendo.

As fotos dos dois pastores e dos oito cristãos foram exibidas no material junto com o desenho de uma forca. 


Cartazes pedem a morte de líderes cristãos no campo de refugiados. (Foto: Etnos).

Além disso, líderes muçulmanos gravaram vídeos incitando o linchamento e divulgando dados dos cristãos.

"Consiga o endereço dos cristãos nos campos. Amarrem eles dos pés à cabeça e os cortem até que não existam mais. Cortem até que nenhum osso esteja mais conectado. Se apressem para identificar os cristãos no campo. Então aqueles que se converteram verão isso e ficarão em silêncio”, disse um dos líderes, em um vídeo compartilhado no Facebook e em grupos de Whatsapp.

Hoje, os cristãos ameaçados estão escondidos e não circulam dentro do campo. “Eles estão vivendo a situação de maior risco em seus 10 anos no campo de refugiados. A ONU trouxe as famílias [dos cristãos ameaçados] para dentro de uma seção do campo que é mais restrita, para pessoas que estão em maior vulnerabilidade”, contou Raphael.


Líder islâmico ameaçando os cristãos em vídeo divulgado nas redes sociais. (Foto: Reprodução/Redes Sociais).

A Etnos está pedindo oração pela proteção dos cristãos perseguidos. A missão também possui uma rede de intercessores que ora constantemente pela situação em Bangladesh.

“Precisamos das suas orações. Separe um tempo para orar pelos cristãos Rohingyas”, afirmou a missão.

O líder da Etnos explicou que não é possível retirar os cristãos do campo de Kutupalong, porque eles são apátridas e estão aguardando para serem chamados pelo programa de reassentamento da ONU.

“Não existe uma maneira legal [de retirá-los], porque para você dar um visto para uma pessoa é preciso que ela tenha um passaporte. Só que hoje não existe uma autoridade no mundo que emita passaporte para essas pessoas”, comentou Raphael.

A Etnos também serve refugiados paquistaneses em Bangkok, na Tailândia. Obreiros nativos, apoiados pela missão, têm evangelizado tailandeses budistas, indianos hindus e indianos sikhs.

Fonte: Guiame, Cássia Kieffer



segunda-feira, 24 de março de 2025

George Foreman morre aos 76 anos e família destaca: “Um pregador devoto”

 

George Foreman: a lenda do boxe que se tornou pastor. (Foto: Instagram/biggeorgeforeman)

Conhecido nos ringues como "Big George", a lenda do box também se destacou por sua jornada de fé, que o levou a se tornar um pregador da Bíblia.

George Foreman, um dos nomes mais icônicos do boxe mundial, faleceu na noite de sexta-feira (21), aos 76 anos, em Houston, Texas. A causa da morte não foi divulgada.

"Big George", como era chamado, também era conhecido por sua jornada de fé, que o levou a se tornar um pregador dedicado à Palavra de Deus.

A notícia de sua morte teve grande repercussão na imprensa mundial, que não economizou elogios ao boxeador. O jornal inglês The Sun o descreveu como alguém de 'vida extraordinária', enquanto o americano NY Post destacou seu legado como “lenda”.

A família de George Foreman anunciou sua morte por meio de uma publicação no Instagram.

“Nossos corações estão partidos”, dizia a legenda na postagem. “Com profunda tristeza, anunciamos o falecimento de nosso amado George Edward Foreman Sr. [pai] que partiu pacificamente em 21 de março de 2025, cercado por entes queridos. Um pregador devoto, um marido dedicado, um pai amoroso e um orgulhoso avô, ele viveu uma vida marcada por uma fé inabalável, humildade e propósito.”

Após a notícia do falecimento do membro do Salão da Fama do Boxe Internacional, diversas figuras proeminentes do mundo do esporte foram às redes sociais para prestar homenagens a Foreman.

“Condolências à família de George Foreman. Sua contribuição para o boxe e além nunca será esquecida”, disse o campeão de boxe Mike Tyson no X após a notícia.

O lendário boxeador peso-pesado teve uma carreira que se destacou pela impressionante durabilidade e conquistas, deixando um legado marcante no esporte.

Vida de fé

Além das conquistas no esporte, a história de vida de Foreman foi marcada por uma transformação espiritual profunda.

Após uma experiência de quase morte em 1977, Foreman se tornou cristão e decidiu abandonar o boxe para dedicar sua vida à pregação.

Ele se aposentou do boxe, aos 28 anos, para servir ao Senhor. Foreman tornou-se um ministro ordenado e fundou a Igreja do Senhor Jesus Cristo, em 1980. 

Antes de se converter, embora Foreman tenha tido uma vida de fama e fortuna, confessou que muito do que ganhou foi gasto sem Deus. Foreman diz que ninguém ficou mais surpreso de sua conversão do que ele próprio. 

Pastor firme em suas mensagens, costuma dizer no púlpito de sua igreja: “Você precisa aprender a lutar! Se você acredita em Deus, você tem que lutar por Ele”. 

Foreman usava suas redes sociais para compartilhar reflexões espirituais.

“Não deixe que nenhuma oportunidade o leve para longe de servir a Deus. Esse é um preço muito alta para pagar”, escreve em uma delas.

No comunicado, a família Foreman agradeceu “pelo derramamento de amor e orações”, pedindo privacidade “enquanto honramos a vida extraordinária de um homem a quem fomos abençoados por chamar de nosso.”

Carreira

George Edward Foreman nasceu em 10 de janeiro de 1949 em uma família pobre da cidade de Marshall, Texas. Durante a infância, frequentemente intimidava crianças mais novas e não gostava de acordar cedo para ir à escola. Com 15 anos, Foreman brigava nas ruas da Quinta Ala de Houston e logo se tornou um assaltante. 

Sua vida começou a mudar através do Lyndon B. Johnson Job Corps, um programa desenvolvido para ajudar crianças carentes, onde fez um curso profissionalizante. Em uma viagem à Califórnia, Foreman conheceu Doc Broaddus, conselheiro do Job Corps e treinador de boxe. Foi Broaddus quem encorajou Foreman a se tornar um boxeador

Tão logo começou a treinar na academia, Foreman rapidamente estabeleceu um impressionante registro amador.

O ponto culminante de sua carreira amadora no boxe veio nas Olimpíadas de 1968 na Cidade do México, onde ele ganhou uma medalha de ouro apenas após 25 lutas amadoras. Ele recebeu atenção extra quando ergueu a bandeira americana após sua vitória.

George Foreman relembrando os 50 anos de sua vitória contra Muhammad Ali. (Foto: Instagram/biggeorgeforeman)

Foreman conquistou dois títulos mundiais de pesos pesados com um intervalo de duas décadas – o primeiro em 1973, aos 24 anos, e o segundo em 1994, aos 45 anos, tornando-se o campeão mais velho da história do boxe.

Sua icônica luta contra Muhammad Ali, conhecida como "Rumble in the Jungle", realizada em 1974, marcou a história do boxe. Foreman chegou ao combate invicto, mas foi derrotado, em um dos eventos mais emblemáticos da modalidade.

Foreman não foi apenas um campeão nos esportes, mas também na vida, provando que uma segunda chance pode transformar tudo. Ele será sempre lembrado como um verdadeiro lutador em todos os sentidos da palavra.



Fonte: Guiame, com informações do NY Post e Crosswalk

sábado, 22 de março de 2025

Médicos reconhecem impacto da religião na saúde mental e física: ‘Não podemos negar’


 Cientistas querem compreender experiências espirituais e religiosas. (Foto: Pexels/Luis Quintero)

Especialistas reforçam a importância de abordar a espiritualidade cientificamente e investigar seus efeitos no cérebro.

Para abordar a relação entre religião e ciência, o programa CNN Sinais Vitais, conduzido pelo médico Roberto Kalil, apresentou uma discussão que desafia a visão tradicional de conflito entre as duas áreas.

O programa contou com a participação de Alexander Moreira Almeida, professor titular de psiquiatria da Universidade Federal de Juiz de Fora, e Wagner Gattaz, também professor de psiquiatria na Universidade de São Paulo.

Conforme destacado em publicações científicas recentes, incluindo um artigo na renomada revista Nature, há um interesse crescente em investigar como a espiritualidade se manifesta no cérebro e impacta a saúde mental e física das pessoas.

Essa evolução tem motivado a proposta de estabelecer uma nova área de estudo: a neurociência da religião.

Almeida ressaltou a presença da espiritualidade nas diversas culturas humanas. Ele enfatizou a necessidade de estudar esses fenômenos com rigor científico:

“É importante, quanto cientistas, tentar entender esse fenômeno. Não podemos negá-lo e nem a priori acharmos que temos uma explicação pronta para isso.”

Neurociência como ferramenta de estudo

Os pesquisadores defendem que a neurociência tem o potencial de ser uma ferramenta fundamental para explorar e compreender as experiências espirituais e religiosas.

Ao analisar como o cérebro interpreta essas experiências, os cientistas buscam alcançar uma compreensão mais ampla da mente humana e de sua conexão com conceitos transcendentais.

Segundo os especialistas, a abordagem interdisciplinar visa não só esclarecer os aspectos da espiritualidade humana, mas também impulsionar o progresso do conhecimento neurocientífico como um todo.



Fonte: Guiame, com informações da CNN Brasil

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