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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

A IGREJA ESTÁ TÃO DOENTE QUANTO O MUNDO

igreja-morta-doenteO psicoterapeuta suíço e pastor da igreja reformada Paul Tournier, autor de vários livros (“Bíblia e Medicina”, “Da Solidão à Comunidade”, “Os Fortes e os Fracos”), dedicou o seu livro “Mitos e Neuroses” aos seus filhos Jean-Louis e Gabriel e à geração jovem de seu tempo, pedindo “perdão por lhe haver legado um mundo tão enfermo”.
Duas observações são necessárias. O mundo não estava doente só na época em que Tournier escreveu o livro (1947). O mundo sempre esteve enfermo. Basta ler os muitos volumes da história da humanidade. A outra observação é: para tratar de um mundo doente, nada melhor do que uma Igreja saudável. Acontece, porém, que a Igreja está tão doente quanto o mundo, embora em seu seio haja várias e bem-aventuradas ilhas de resistência. Em vez de ser a luz do mundo e o sal da terra, a Igreja deixou-se contagiar com o mundo.
Não é novidade. Muito se tem escrito a respeito da influência do mundo sobre a igreja, transformando-a numa verdadeira empresa. Nenhuma empresa sobrevive sem produtos, lojas (pontos de venda), vendas, vendedores, lucros, propaganda, concorrência. De tudo isso certos setores modernos da igreja têm lançado mão com reconhecido sucesso. Por exemplo, os pontos de venda seriam as igrejas abertas o dia inteiro e os produtos seriam não as boas novas da salvação, mas as boas novas da cura e da prosperidade material (sucesso profissional, posição social elevada, bens de consumo de alto valor e em grande quantidade).
Poucas empresas fariam um marketing tão bem sucedido quanto o das igrejas neopentecostais. Elas não economizam dinheiro na propaganda da marca (nome da denominação) e de seus fundadores e dirigentes supremos. Elas compram os mais longos horários da televisão, publicam jornais, revistas em grandes tiragens. Dentro de uma destas revistas sempre há um DVD com mensagens do fundador, cuja foto e cujo nome aparecem em todos os números e em grande quantidade.
Os muitos lançamentos de livros, nas principais cidades brasileiras e de outros países, do líder de outro grupo neopentecostal foram feitos com enormes estardalhaços, com filas de leitores que queriam o seu autógrafo ou da pessoa que o representava. O testemunho de cura ou de bênção que essas revistas publicam dificilmente é atribuído a Deus ou a Jesus. Os agraciados mencionam o nome do líder, o nome do programa de televisão que eles fazem ou o nome da denominação neopentecostal. Nenhum deles repele a homenagem indevida, como Paulo e Barnabé fizeram em Listra (At 14.11-18). Estes homens talvez nunca tenham lido a repreensão do anjo a João na ilha de Patmos: “Não faça isso [curvar-se aos meus pés]! Sou servo como você e seus irmãos, os profetas, e como os que guardam as palavras deste livro. Adore a Deus!” (Ap 22.9). No dia em que eles se diminuírem, certamente os impérios eclesiásticos que eles fundaram cairão por terra.
Outra evidência do estilo empresarial é a concorrência que existe entre as denominações neopentecostais. Aliás, essa chaga afeta também outras denominações pentecostais e históricas e a própria Igreja Católica, mesmo que elas estejam distantes da ideia de mercado. Nesse caso, a concorrência seria uma espécie de defesa contra os neopentecostais. Há uma corrida entre cantores gospel protestantes e cantores gospel católicos, entre megaeventos protestantes e megaeventos católicos, entre megatemplos protestantes e megatemplos católicos. Segundo reportagem de “Veja BH” de julho de 2012, “a construção da Catedral Cristo Rei não deixa de ser uma das respostas ao avanço dos evangélicos”, já que o número de católicos da diocese de Belo Horizonte tem caído e o de evangélicos tem subido. A nova catedral “terá capacidade quatro vezes maior que a do imenso templo erguido pela Igreja Universal do Reino de Deus”. Em linguagem clara, isso significa competição religiosa, algo totalmente estranho ao espírito evangélico.
A tentação da concorrência, inclusive da parte da Igreja Católica, é tal que alguns teólogos católicos começam a se pronunciar. Luiz Carlos Susin, ex-presidente da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Teologia e Ciências da Religião e professor da PUC-RS, diz que “a melhor coisa é a gente caminhar um ao lado do outro, sem fazer guerra de ciúmes porque uma comunidade cresceu e a nossa ficou menor”. Outro teólogo, Agenor Brighenti, especialista em teologia pastoral e presidente do Instituto Nacional de Pastoral (INP) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), é mais explícito: “Um dos riscos da Igreja é de simplesmente entrar na disputa do mercado e usar meios de evangelização que não sejam tão evangélicos no contexto de hoje. Cabe à Igreja não apostar tanto em massa, tanto em número, tanto em marketing, visibilidade e prestígio, mas é preciso que sinalize e testemunhe uma vivência do reino de Deus na simplicidade”. Mesmo tendo perdido considerável espaço para os evangélicos na última década, Susin explica que o grande evento da Jornada Mundial da Juventude, realizado no Rio de Janeiro em julho, “não deve ser lido como uma tentativa da Igreja de recuperar território e rivalizar com outras denominações” (“Cidade Nova”, julho de 2013, p. 23).
A falta de simplicidade é outra marca que caracteriza a igreja doente. A entrevista que um líder pentecostal (não neopentecostal) concedeu a “Veja” em junho de 2012 o nivelou com empresários ricos que têm carro importado e blindado, avião, imóveis aqui e no exterior. Dois leitores da matéria de capa de “Veja BH” de junho de 2013 também ficaram incomodados com a falta de simplicidade da cantora cuja foto aparece na capa. Um deles escreveu: “A ostentação de adereços e o excesso de maquiagem não remetem a Deus”.
O mesmo poderia ser dito da milenar pomposidade do Vaticano, à qual o atual papa parece contrário. A doença da vaidade de aparência, de títulos e de poder tem tomado conta de muitos líderes evangélicos das três correntes: histórica, pentecostal e neopentecostal. A seu tempo, Deus cobrará tudo isso e o preço será alto demais, pois o livro de Provérbios coloca isso em pratos limpos: “Primeiro vem o orgulho; depois, a queda – quanto maior é o ego, maior é o tombo” (PV 16.18).
A mercantilização da igreja, a concorrência e a ostentação estão de tal modo arraigadas que a esperança de cura é muito pequena. Uma das razões é que o povo já se acostumou com todos esses desvios e chega a tirar proveito deles, além de bater palmas para os seus responsáveis. Neste sentido, aquele cartaz contra a corrupção do país que dizia “Afasta de mim este cale-se” foi muito oportuno. O “quem cala consente” de Artur Azevedo é uma verdade muito séria. Se mais pessoas abrissem a boca para, com isenção de ânimo e com humildade, lutar contra a profanação do evangelho, esses grupos não cresceriam tanto! Além do mais, o sucesso numérico e de bens é tão grande que outros grupos neopentecostais podem ser formados e denominações pentecostais e denominações históricas podem corromper-se, o que já vem acontecendo. A doença da teologia da prosperidade é contagiosa. “A falta de ética e o narcisismo religioso” — diz Ricardo Barbosa, autor de “A Espiritualidade, o Evangelho e a Igreja” — “é uma praga muito ampla”.
Quem abriu a boca outro dia foi Valdir Steuernagel, presidente da Aliança Cristã Evangélica Brasileira: “A assim chamada teologia da prosperidade tem materializado a bênção de Deus, nos tornando cristãos consumistas”. Essa busca de benefícios pessoais, completa Steuernagel, “acaba provocando um profundo desvirtuamento da fé cristã” (“Jornal Nosso Tempo”, dezembro de 2012, p. 12).
Outra voz, mais recente, é a do sociólogo em ciência da religião e padre católico Inácio José do Vale, de Volta Redonda, RJ: “O neopentecostalismo é a suprema heresia do cristianismo pós-moderno e o seu fundamento é a exotérica teologia da prosperidade”. Em seguida, o padre diz: “A nossa era é refém dos grandes escândalos entre igrejas e dinheiro, evangelho e mercado, fé e heresias, seitas e denominações, pastores e mercenários, Bíblia e mercantilismo, ecumenismo e cismas, escatologia e fundamentalismo apocalíptico”. Inácio José cita vários autores protestantes, como o pastor Valdemar Figueiredo: “Já foi provado que a igreja eletrônica gera mais antipatia do que conversos; enche mais os bolsos do que as almas; constrói mais celebridades do que gente; reúne mais multidão do que rebanho”. O dramático artigo do padre Inácio José do Vale foi publicado em “O Lutador” (11 a 20 de julho de 2013, p. 15).
Para tratar de um mundo doente, nada melhor que uma Igreja sadia. Acontece, porém, que a Igreja está tão doente quanto o mundo. Todos nós temos a obrigação de orar:
“Ó Deus, coloca-nos em UTI. Trata de nós! Cuida de nós! Cura-nos!”
***

Fonte: Revista Ultimato, via PC Amaral. Divulgação: Púlpito Cristão.

MÃE PERDOA ASSASSINO DO PRÓPRIO FILHO #TRANSCENDENTAL

perdao

Por Antognoni Misael
Certo dia assisti a um vídeo chocante que tentava retratar o amor de Deus por nós. No vídeo, um controlador de linha férrea ficava diante de uma decisão terrível: escolher a vida do seu filho ou a multidão de passageiros de um trem que passaria pela linha. Ao final, de forma muito emocionante ele decide poupar a vida de uma multidão em detrimento de seu amável filho.
Não tenho dúvidas de que aquele vídeo tenha falado a muitos corações. Mas, o que venho compartilhar é algo real.
O que você faria caso encontrasse com o assassino de seu filho?
Que motivos você teria para perdoá-lo?
Alguém um dia me perguntou: “quem matou Jesus?”, um cidadão respondeu: “foram os romanos”, eu lembro de ter retrucado: “não meu amigo, fomos nós quem matamos a Jesus!
Meus queridos, Deus tem todos os motivos para nos deixar ir para o inferno!
“ Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” Isaías 53:5
Quero compartilhar com vocês um caso que muito chacoalhou meu coração no dia de hoje. Foi um fato que aconteceu na cidade de João Pessoa e o título da matéria, veiculada pelo portal correio, trazia na capa “Mãe surpreende ao ficar cara a cara com suspeito e perdoá-lo pelo assassinato do filho”.
mae perdoa
Trata-se de um caso ocorreu no dia 12 de dezembro de 2012, na Zona Sul da cidade de João Pessoa, quando o acusado (Alisson Lima dos Santos) teria assassinado Daniel da Silva à queima-roupa. Após quase um ano a mãe da vítima ( Maria Nice)  encontra-se com o acusado e com o coração inundado de graça e perdão, diante da imprensa e das autoridades, surpreende a todos fazendo a seguinte confissão:
“Você está perdoado, mas eu nunca vou lhe visitar onde você estiver porque eu não tenho coragem / Você vai encontrar esse Deus que eu sirvo e você vai servir Ele /  Eu não tenho um pingo de ódio de você, Alisson, eu só oro por você todos os dias”,
Maria Nice conclui a sua fala dizendo: “Eu agradeço por tudo, em nome de Jesus, Amém!
Queridos leitores, meu lado humano onde todas as minhas razões trabalham sob o senso de justiça humana, inclusive fomentado pela minha profissão de policial, além do mais imaginando um caso como este relacionado a alguém que amo, eu jamais conceberia tal perdão.
A minha hipocrisia estaria estampada neste post no momento eu que eu declarasse que Cristo vive em mim e o bandido está perdoado. Nunca! Quiçá, pra você leitor, a revolta também talvez inunde seu coração e você diga o mesmo que eu.
Contudo, pense bem, há uma luz no fim do túnel, eu sei… Essa claridade que dá uma chance a vida e ao perdão, evitando que percamos a cabeça de vez é justamente lembrar que há coisas que aos homens parece impossível. Por isso não tenho a menor dúvida que são nestes momentos que Deus triunfa suavemente sobre nós! Glórias a Ele por isso!
Veja a cena abaixo: Diante do que exposto acima, o que nos faz não perder os sentidos, entrar em colapso, ou definitivamente surtarmos, é justamente trazer a nossa memória a verdade de que Cristo foi surrado, torturado, e morto por causa dos nossos pecados. Isso pesa sobre qualquer razão e justiça humana!
Que nada nos turbe, pois o Evangelho é maravilhoso! Observe que se esse Evangelho esperasse de nós algum resquício de perdão e misericórdia jamais os veriam. Mas Glória a Deus, que Cristo toma-nos pela mão, chama a responsabilidade para si e habita docemente sobre nós em momentos em que a profunda ira levanta-se ao lado do desespero.
Se esta cena me comoveu muito, fico a imaginar o quanto esmagado devo ficar quanto Deus revelar a real dimensão do perdão que através de Cristo foi concedido por mim (e a nós).
Termino aprendendo que não há perdão mais transcende que este, o de Amar até os nossos inimigos! E que Deus conforte, dê abundante paz, consolo e graça a Srª  Maria Nice. É a minha oração.
 ***

Fonte: Arte de Chocar. Divulgação: Púlpito Cristão.

Revivendo Cristianismo ou Cristandade?

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Por Michael Horton


Por quase um século, Cristãos conservadores têm visto o declínio do protestantismo histórico como um sinal do Julgamento Divino sobre os liberais por engatar seus caminhões ao espírito da época. Isso também é um sub-texto do Editor do New York Times, Ross Douthat Religião Má: Como nos tornamos uma nação de hereges. A ameaça da heresia tem sido sempre uma oportunidade para a igreja esclarecer e articular suas convicções. No passado, até mesmo os hereges eram claras em seus ensinos, Douthat explicou em uma entrevista: “Mas, em vez disso, precisamente por causa das heresias tendemos realmente a ser anti-heréticos, vagos sobre doutrina, e muito mais individualistas e “faça você mesmo” e auto conscientemente despreocupados com algumas das heresias do passado que você está fazendo referência, é difícil para as pessoas esclarecer o que realmente está em pauta nos debates religiosos, tanto para o Cristianismo como para a América como um todo”.

Liberais usavam o impacto da cultura para justificar suas perdas. Esta estratégia tem reaparecido nas semanas recentes, até mesmo como as principais denominações estão cortando orçamentos e a Igreja Episcopal está vendendo suas sedes no coração de Manhattan. Diana Butler Bass defende o liberalismo como a melhor esperança para reviver o cristianismo. 

O Rev. Samuel T. Lloyd III, ex-reitor da venerável Catedral em Washington, D.C, tem oferecido um argumento similar:

O que Douthat vê como uma crescente onda do liberalismo aumentando semanalmente nas principais igrejas está no fato de que uma onda de mudança social está lavando a face do cristianismo na América do Norte. De maneira simples, Americanos estão em muitos casos encontrando em suas igrejas pouco do alimento espiritual que já encontraram antes. Muitos tem perdido a confiança na própria instituição, e são muitas vezes encontrado pouco serviço nas igrejas que os mantenha longe no Domingo da corrida matinal, jardinagem, e jogos de futebol. 

Em resposta a tais reações, Sr Douthat tem qualificado sua análise enquanto mantém um enredo básico: isto é, que o Cristianismo liberal — por toda sua política e influência social  tem esvaziado a fé de seu conteúdo. Este é um argumento que fez em meados de 1920, com seu livro controverso, Cristianismo e Liberalismo

Ainda Dean Lloyd faz um bom argumento: 

Uma nação que vai somente para a Igreja no domingo transforma-se muito menos. Uma cultura que enfatiza realização pessoal, consumidores experientes, altas expectativas de consumo, e impaciência com as demandas das organizações, faz pouco para encorajar a paciência requirida para a vida nas congregações locais. E, crucialmente, muitas igrejas tornaram-se tão a vontade no estabelecimento da América que elas perderam o senso de urgência em nutrir uma fé pessoal firme em seus membros.

As igrejas tem muito que aprender neste tempo de transição, e a boa notícia é que a curva de aprendizado agora está afiada e muitos estão no jogo. Isso é verdade, como Bass e Lloyd observam, que igrejas conversadora estão enfrentando declínios também. Secularização é maior que a carteirinha do Protestantismo liberal. A cultura da realização pessoal que ele mencionou engloba os conservadores também, e evangélicos tem se sobressaído no marketing deste instinto cultural. Isto assinala o fato que é fácil secularizar igrejas as identificando com a cultura popular como as ligá-las com as tendências da alta cultura. Liberais foram pioneiros em usar a estratégia de marketing como uma “experiência de fé” aguada com uma aceitação cultural, transformando os radicais do pecado e da graça em novas categorias terapêuticas de bem-estar social e pessoal. Na medida em que os evangélicos seguem esta direção, embora com diferentes agendas culturais, isto também encontrará suas operações de relevância irrelevantes para aqueles que podem encontram entretenimento, política, e conselho para seus projetos de vida particulares em qualquer outro lugar. 

Mas o que exatamente significa estar “no jogo”? Aparentemente, isto continua a moldar a esquerda das guerras culturais. Não é a teologia que importa, mas a vitalidade espiritual. Como o Professor Bass, Mry Lloyd acredita que o núcleo da fé genuína é a moralidade: amar a Deus e seu vizinho. Isto não é apenas a lei que Cristãos sempre viram como essencial, mas o evangelho. E agora preocupa que isto é tudo o que resta depois de negações sucessivas da fé cristã histórica. Bass e Lloyd citam o legado social e político dos liberais, desde os movimentos dos direitos civis da década de 60 até os movimentos de direitos dos gays hoje em dia. “O assunto real não é quais igrejas são liberais ou quais são conservadoras, mas quais são espiritualmente vivas ou não”. Estando “no jogo” para os liberais sempre significou influência cultural significativa. Neste contexto, ironicamente, o liberalismo tem investido mais na “Cristandade” do que no Cristianismo.

Muito antes da controvérsia mordenista-fundamentalista, o Protestantismo Americano buscou ser a alma de uma América Cristã. De muitas  maneiras, o protestantismo liberal e conservador hoje representam dois descendentes gêmeos da religião civil da América — embora de diferentes alas políticas. Liberalismo não faz o evangelho, mas nossa resposta não deve ser autoconfiança presunçosa. Como eu argumentei em meu livro Cristianismo sem Cristo, muitas das mesmas tendências que corromperam o Protestantismo estão bem vivas no evangelicalismo moderno. 

Com o devido respeito a Dean Lloyd, estar “no jogo” de uma perspectiva cristã tem a ver com a pregação fiel da Palavra, administração dos sacramentos, e cuidado temporal e espiritual dos santos. Para começar, tem de haver um evangelho que responda a profunda crise entre Deus e a humanidade que refle em si mesmo a crise entre os seres humanos. Apenas o Deus encarnado pode nos salvar, por sua vida, morte e ressurreição. Jogue isto fora e não há razão para a igreja existir.Entregar esta mensagem—para os crentes ao longo da vida e bem como para aqueles que estão “longe” é a missão da igreja, conforme estende a mão, atrai, e cresce em círculos cada vez maiores. Com este evangelho, até uma pequena igreja  numa floresta selvagem está no meio do campo de ação de Deus. Sem isto, nós não estamos no jogo, mas sim jogando em outro time.

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Tradução: Equipe Bereianos
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Pastor que perdeu seus filhos no tufão Haiyan: “Deus nunca nos abandona”


Filipinos voltam-se para Deus em meio à tragédia
por Jarbas Aragão

Pastor que perdeu seus filhos no tufão Haiyan: “Deus nunca nos abandona”Pastor que perdeu seus filhos no tufão Haiyan: "Deus nunca nos abandona"
Após a passagem do “supertufão Haiyan”, cujos ventos atingiram cerca de 300 quilômetros por hora e geraram ondas de mais de 5 metros de altura, as Filipinas continuam precisando de muita ajuda.
Os sobreviventes ainda estão aprendendo a lidar com a perda de seus entes queridos, suas casas e quase todas as suas posses. Segundo o último relatório do Conselho Nacional de Gestão e Redução de Risco de Desastres, foram mais de 5.500 mortos, 26.136 feridos, além de 1.757 desaparecidos. Cerca de 574 mil casas ficaram destruídas.
Esses números ajudam a dimensionar como as pessoas estão encontrando dificuldades para obter comida e ajuda médica. O sofrimento é generalizado. Mesmo assim, é possível encontrar quem não se deixe abater.
Os três filhos do Pastor Dante Lingo morreram durante a passagem do tufão. “Nós estávamos segurando a viga do teto de nossa casa, quando as ondas gigantes invadiram tudo e fomos engolidos pela correnteza”, contou ele à CBN News.
Apenas um filho mais velho sobreviveu. Quando as águas baixaram, encontraram os corpos de seus dois filhos menores, de 13 e 7 anos, agarrados um ao outro. O corpo de sua filha de 5 anos de idade, foi encontrado apenas no dia seguinte.
“Vamos sentir muito a falta deles. Nós trabalhamos tão duro para lhes dar um futuro”, lamenta Dolor Lingo, a mãe das crianças. “Perdemos tudo. Não sabemos por onde começar, mas acreditamos que Deus não nos abandonou. Ele tem um propósito e por isso nós ainda estamos vivos”, disse ela.
O pai concorda. Afinal, o casal pastoreia a igreja Hope in Christ Christian Fellowship [Comunidade Cristã Esperança em Cristo]. Contam ainda que muitas pessoas tem procurado a igreja nesses dias difíceis e ele precisa oferecer consolo a todos.
Eles sabem como é doído. Dolor conta que também está de luto pela morte de sua mãe e de outros 13 membros da família.  O pastor Lingo afirma com serenidade: “O Senhor disse na Bíblia: Quem quiser me seguir deve tomar a sua cruz todos os dias. O que aconteceu com nossa família é como o que aconteceu com Jó. Ele perdeu seus filhos e seus bens. Este é um momento muito difícil para nós, mas vamos nos agarrar ao Senhor, porque somente Ele nos dá força. Vamos nos agarrar à Sua Palavra porque somente ela vai nos sustentar”, finalizou. Com informações CBN.
Fonte:gospelprime

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Flamengo campeão da Copa do Brasil 2013; Jogadores agradecem a Deus por conquista: “Meu título é ser de Jesus”

Flamengo campeão da Copa do Brasil 2013; Jogadores agradecem a Deus por conquista: “Meu título é ser de Jesus”

O Clube de Regatas do Flamengo se sagrou campeão da Copa do Brasil pela terceira vez em sua história ao vencer o Clube Atlético Paranaense no Maracanã, por 2 a 0, com gols de Elias e Hernane.
Na festa de comemoração do título, ainda no gramado, os jogadores Léo Moura – capitão do time -, João Paulo, Rafinha e Nixon usaram camisas diferentes dos demais atletas, com os dizeres “Meu título é ser de Jesus”.
“Fico muito feliz de estar levantando essa taça como capitão e só tenho a agradecer a meus companheiros por esse título. Nunca imaginei que com 35 anos seria campeão da Copa do Brasil. Por isso fiz aquele desabafo, junto com o Hernane “Brocador”, companheiro com quem muita coisa deu certo. Passamos um ano desacreditados e foi muita emoção. Consegui dar a volta por cima. Deus me honrou e estou muito feliz. Ninguém acreditava. Só grupo, comissão, minha família, sempre dando força. Isso fez com que chegássemos forte aqui nessa final”, declarou o jogador Léo Moura, que é evangélico.
Um dos artilheiros da noite, Elias também agradeceu a Deus e às orações que os torcedores fizeram pela recuperação da saúde de seu filho, Davi: “Graças a Deus ele [Davi] está aqui comigo, prometi ao torcedor que ele vinha na final, e que a gente ia tentar buscar o título para ele, para nossas famílias e para esses torcedores. Fico muito feliz, todo mundo que é pai e mãe sabe a emoção que estou sentindo. Foi um momento muito difícil, e tive total apoio dos jogadores e uma coisa inédita na minha vida, que foi o apoio do torcedor, que cantou o nome dele e fiquei muito feliz. Sabia que não era só eu que estava orando pela recuperação dele, mas que esses 40 milhões de torcedores estavam orando também para que ele se recuperasse”, agradeceu o volante.
Agora, como campeão da Copa do Brasil, o Flamengo se prepara para disputar a Taça Libertadores da América em 2014, juntando-se aos já classificados Atlético-MG e Cruzeiro. Outras três vagas ainda estão em disputa para times brasileiros.
leo moura titulo Jesus
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 Fonte:gospel +

Ex-garota de programa vê na igreja forma de tirar jovens da prostituição


Após ser evangelizada por cliente “diferente”, viveu uma mudança radical
por Jarbas Aragão

Ex-garota de programa vê na igreja forma de tirar jovens da prostituiçãoEx-garota de programa vê na igreja forma de tirar jovens da prostituição
A conversão de Dulci Paina duas semanas atrás chamou atenção da mídia de Campo Grande. Ex-garota de programa, ela conta que ganhava até R$ 1,5 mil por noite. Lembra ainda que o lado financeiro sempre pesava muito na hora de decidir trocar de profissão. “Infelizmente durante esses meses eu optei pela forma mais rápida de ganhar dinheiro, mas isso não quer dizer que era a forma mais fácil. Nunca foi fácil transar com outros homens. A primeira vez foi tão difícil que não consegui”, contou ao G1.
A decisão de mudar de vida ocorreu de maneira inusitada, durante um encontro com um cliente diferente. “Chegamos no quarto e eu já estava preparada para fazer o que sempre fiz com os clientes, mas ele falou que não queria nada comigo e que estava ali porque Deus o havia mandado para me ajudar. Pediu para eu me olhar no espelho e falou que eu era uma menina bonita, gente boa e que eu não precisava mais fazer aquilo. Que Deus tinha um propósito na minha vida”, explica. Esse cliente deu a ela um livro evangélico, que inicialmente foi ignorado.
“Eu não queria ler porque no fundo eu sabia que se eu me aproximasse de Deus ia acabar largando essa vida”, justifica Dulci. Algum tempo depois, sua sobrinha abriu o livro de maneira aleatória e leu o trecho que dizia: “Deus nos dava o caminho das bênçãos e maldições e que eu deveria escolher o que eu quisesse”. Aquilo mexeu com ela. Na semana seguinte, recebeu um convite para ir a um culto e aceitou.
Sua vida mudou radicalmente. Decidiu largar definitivamente a profissão e começou a frequentar a igreja. Hoje ela é empresária, dona de uma loja de roupas e acessórios femininos e masculinos.  Mas para sua surpresa, a decisão gerou polêmica. “Antes, me criticavam porque eu era garota de programa, vendia sexo. Agora que eu decidi me converter, aceitar Deus e mudar de vida, também sou criticada. Que sociedade é essa em que vivemos, em que as pessoas se acham no direito de julgar?”, questiona.
Antes de entrar para a prostituição, ela trabalhou como vendedora em uma loja. Conta que entrou nesse caminho em maio deste ano, por causa da tentação financeira. Mas hoje vê tudo de maneira diferente
Dulci sabe que não será fácil as pessoas esquecerem o seu passado, mas ela não se importa. Para ela o que importa é o futuro. “Ele [Deus] não disse que seria fácil. Servir a Deus é um desafio constante. Todos os dias o pecado vem e bate na sua porta. Mas quando você está firme no seu propósito fica mais fácil”.
Ela pretende ainda ajudar a tirar outras mulheres da vida da prostituição. Mas sabe que ainda precisa crescer na fé: “Por enquanto eu estou me fortalecendo, conhecendo mais sobre Deus e adquirindo sabedoria, para poder fazer esse trabalho de ajuda”.
Fonte:gospelprime

O Estupro dos Cânticos de Salomão - 1/4

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Por John MacArthur


Aparentemente, o caminho mais curto para a relevância no ministério da igreja atualmente é que o pastor fale sobre sexo em termos extravagantemente explícitos durante o culto matinal de domingo. Se ele puder chocar os paroquianos com palavras cruas e humor irreverente, tanto melhor. Os defensores desta tendência nos informam solenemente que sem tal estratégia é praticamente impossível se conectar com a “cultura” de hoje. (No evangelicalismo contemporâneo, este termo tem se tornado um rótulo conveniente para quase tudo que é inculto e grosseiro).

Sermões sobre sexo têm repentinamente se tornado uma grande moda no mundo evangélico tal como a oração de Jabez jamais foi. Em todo lugar, ao que parece, igrejas estão apresentando séries especiais sobre o assunto. Algumas delas fazem propagandas com cartazes sugestivos, concebidos propositadamente para ofender a sensibilidade de suas comunidades conservadoras.

Realmente, alguns pastores têm ganhado ampla cobertura na mídia pela edição de “desafios sexuais” para membros de igrejas. Estes são esquemas que propõem sexo diário obrigatório para cônjuges durante um período de tempo específico — geralmente entre sete a quarenta dias. (Como as pessoas prestam conta disto é uma questão que tenho medo de levantar).

Eu seria o último a sugerir que os pregadores evitassem totalmente o tema do sexo. A Escritura tem muito a dizer sobre o assunto, a começar com as primeiras palavras de Deus a Adão e Eva (“Frutificai e multiplicai-vos” — Gênesis 1:22). A lei de Deus possui numerosos mandamentos que regem o comportamento sexual, e o Novo Testamento reafirma repetidamente o padrão de pureza sexual do Antigo Testamento. Finalmente, nos capítulos finais da Escritura somos informados de que pessoas sexualmente imorais serão lançadas no lago de fogo (Apocalipse 21:8). Portanto, não há maneira de pregar todo o conselho de Deus sem mencionar o sexo.

Mas a linguagem que a Escritura emprega quando lida com o relacionamento físico entre marido e mulher é sempre cuidadosa — muitas vezes simples, algumas vezes poética, usualmente delicada, freqüentemente silenciada por eufemismos, mas nunca completamente explícita. Não há indício de lascívia irreverente na Bíblia, mesmo quando o claro propósito do profeta é chocar (como quando Ezequiel 23:20 compara a apostasia de Israel a um ato de fornicação grosseira motivada pelo desejo de bestialidade). Quando um ato de adultério é parte da narrativa (tal como o pecado de Davi com Bate-Seba), ele nunca é descrito de uma maneira que agradaria uma imaginação lasciva ou despertaria pensamentos luxuriosos.

A mensagem da Escritura a respeito do sexo é simples e consistente do começo ao fim: a total intimidade física dentro do casamento é pura e deve ser desfrutada (Hebreus 13:4); mas remova o pacto do casamento da equação e toda atividade sexual (incluindo aquela que ocorre apenas na imaginação) nada mais é que fornicação, um pecado grave que é especialmente profano e escandaloso — tanto que até falar inapropriadamente a respeito é vergonhoso (Efésios 5:12).

Acima de tudo, a Escritura nunca se rebaixa ao nível sensacionalista da educação sexual contemporânea. A Escritura não tem um correspondente aoKama Sutra Hindu (um antigo manual de sexo sânscrito supostamente transmitido pelas deidades Hindus). Nada nas Escrituras dá qualquer vívida instrução, do tipo “como fazer”, a respeito da relação física dentro do casamento.

Isto inclui o Cantares de Salomão.

De fato, o poema amoroso de Salomão sintetiza a abordagem exatamente contrária. É, naturalmente, um longo poema sobre namoro e amor conjugal. Ele está cheio de eufemismos e imagens descritas. Todo o seu intuito é expressar gentilmente, sutilmente e elegantemente a intimidade emocional e física do amor conjugal — em linguagem adequada para qualquer público.

Mas tem se tornado popular em certos círculos empregar extremas descrições gráficas de intimidade física como um meio de expor os eufemismos do poema de Salomão. À medida que esta tendência se desenvolve, cada novo palestrante parece encontrar algo mais chocante nas metáforas que qualquer de seus predecessores jamais sequer imaginou.

Assim, somos informados que a linguagem poética de Sulamita ao invocar as delícias de uma macieira (Cânticos 2:3) é uma metáfora para sexo oral. O conforto e deleite de um simples abraço (2:6) não é nada do que parece ser. Aparentemente é impossível descrever o que este versículo realmente significa sem mencionar certas partes inomináveis do corpo.

Somos ainda assegurados de que os significados chocantes escondidos nesses textos não são meramente descritivos; eles são prescritivos. A gnose secreta dos Cânticos de Salomão retrata atos que as mulheres devem fazer obrigatoriamente se isto for o que satisfaz seus maridos, independentemente do desejo ou consciência da própria esposa. Foi-me dada recentemente uma gravação de uma dessas mensagens, onde o palestrante dizia: “Senhoras, deixem-me garantir-lhes isto: se você acha que está sendo suja, ele ficará muito feliz.”

Tais pronunciamentos são usualmente feitos em meio a gargalhadas ruidosas, mas evidentemente se espera que os levemos a sério. Quando a gargalhada se extinguiu, aquele palestrante acrescentou, “Jesus Cristo ordena que você faça isto.”

Essa abordagem não é exegese; é exploração. É contrária ao estilo literário do próprio livro. É espiritualmente equivalente a um ato de estupro. É rasgar o belo vestido poético dos Cânticos de Salomão, despir aquela porção da Escritura de sua dignidade, e apresentá-la para que seja ridicularizada e encarada com malícia de uma maneira carnal.

Mark Driscoll tem conduzido o desfile por este caminho carnal. Ele é de longe o proponente popular mais conhecido e mais prolífico desta maneira de lidar com os Cânticos de Salomão. Ele tem dito repetidamente que esta é sua passagem favorita da Escritura, e tem se voltado para ela mais e mais nos últimos anos, culminando em uma série altamente divulgada e lançada em vídeo ano passado via internet.

Continuo encontrando jovens pastores que estão seguindo agora este mesmo exemplo, e estou bastante surpreso de que esta tendência tenha sido tão bem aceita na igreja, sem praticamente nenhuma crítica significativa e sem levantar sérias objeções. Então, nos próximos dois dias vamos analisar e criticar esta abordagem dos Cânticos de Salomão, incluindo uma olhada em alguns exemplos específicos onde a linha da decência tem sido claramente ultrapassada.

Continua...
***
Fonte: Grace to you
Tradução: Nelson Ávila

Sinal profético? Grandes erupções vulcânicas são aviso de terremotos


10 dos maiores vulcões do mundo entraram em atividade no último ano
por Jarbas Aragão

Sinal profético? Grandes erupções vulcânicas são aviso de terremotosSinal profético? Grandes erupções vulcânicas são aviso de terremotos
A região conhecida como Círculo de Fogo do Pacífico, ou simplesmente Anel de Fogo, engloba cerca 40.000 km de países banhados pelo Oceano Pacífico. O nome deriva do formato que os maiores vulcões estão dispostos, quase fechando um círculo.
Historicamente, as erupções de seu cinturão de vulcões estão ligadas aos movimentos de grandes placas tectônicas. Sempre quando o limite de resistência da borda de uma dessas placas é atingida, as rochas se rompem e provocam terremotos ou erupções vulcânicas.
Embora tenha recebido pouca atenção da mídia, o fato é que dez dos principais vulcões do Anel de Fogo entraram em erupção ao longo dos últimos meses. Alguns deles estavam dormentes há décadas. É bastante raro ver tantos em atividade ao mesmo tempo, o que pode indicar que o mundo está prestes a ver uma onda de grandes terremotos.
Para alguns estudiosos das profecias este é um grande sinal do final dos tempos. Embora ninguém goste de testemunhar tragédias naturais, que custam a vida de milhares de pessoas, uma simples análise do que deveria ser motivo de preocupação.
anel de fogo Sinal profético? Grandes erupções vulcânicas são aviso de terremotos
Círculo de Fogo do Pacifico.
Os 10 vulcões em erupção ativa são:
1- Monte Sinabung, na Indonésia: Está em erupção de forma intermitente desde setembro, mas neste mês chegou a entrar em erupção oito vezes por dia. Causou uma “chuva de pedras” sobre uma grande área, o que forçou milhares de pessoas a fugir de suas casas. Na terça-feira sua nuvem de cinzas chegou a 10 km, um recorde para o vulcão que fica ao norte da ilha de Sumatra.
2 – Vulcão Colima, no México: Desde o último domingo, o Fuego de Colima teve pequenas erupções, chegando a cuspir jatos de lava cerca de 35 vezes por dia, atingindo algumas cidades do estado de Jalisco.
3- Sakurajima, no Japão: Nos últimos meses, o vulcão se tornou mais violento, com uma série de explosões que gerou nuvens de cinzas com 4.5 km de altura. A cratera Showa tem emitido cinzas de maneira constante na última semana.
4- Fuego, na Guatemala: Dois fluxos de lava estão ativos nas encostas superiores do vulcão. A atividade começou em 11 de novembro e atingiu seu ápice em 18 de novembro. Colunas de cinzas de até 800 metros de altura ficaram visíveis.
5- Santa Maria / Santiaguito em Guatemala: Uma nuvem de cinzas finas com 3,2 km de altura foi vista após uma erupção hidromagmática.
6- Yaser, na ilha de Vanuatu: O vulcão continua a produzir emissões de cinzas quase contínuas, desde 3 de novembro. É provável que continue e se intensifique nas próximas semanas.
7- Popocatepetl, no México: O vulcão Popocatepetl começou a emitir colunas de cinzas geradas por erupções de média intensidade. Podem ser vistas na cidade de Puebla, onde a população está de sobreaviso.
8- Monte Marapi na Indonésia: vulcão mais ativo do arquipélago da Indonésia, entrou em erupção nesta segunda-feira, emitindo uma nuvem de cinzas negras com cerca de 2.000 metros de altura.
9- Kliuchevskoi em Kamchatka, na Rússia: Desde setembro tem entrado em erupção de maneira intermitente. Entre 18 e 19 de novembro experimentos fortes emissões de lava e sua fumaça atrapalhou os voos sobre o espaço aéreo da região.
10 – Vulcão submarino Nishinoshima, no Japão – A Guarda Costeira do Japão verificou o nascimento de uma ilha formada por lava deste vulcão na região do arquipélago de Ogasawara.  Com cerca de 650 metros de diâmetro, é o resultado de uma grande erupção submarina.
Com informações Epoch Time e Prophecy News.
Fonte:gospelprime

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Igrejas no Brasil não exigem conversão ao evangelho, diz Ed René Kivitz


O pastor fez alertas sobre o sincretismo religioso que formou diversas denominações
por Leiliane Roberta Lopes

Igrejas no Brasil não exigem conversão ao evangelho, diz Ed René KivitzIgrejas no Brasil não exigem conversão ao evangelho
Durante a Conferência Missão na Íntegra, o pastor Ed René Kivitz ministrou sobre a Igreja da Laodicéia fazendo importantes declarações a respeito da igreja brasileira.
Em sua pregação, o pastor da Igreja Batista da Água Branca falou sobre o sincretismo religioso que formou as igrejas evangélicas no Brasil, uma mistura do catolicismo romano com o animismo dos índios, com as religiões afros e o protestantismo histórico.
Essa mistura ele chamou de “uma religião à la carte” e fez alguns alertas sobre isso: “Por trás do sincretismo religioso existe uma atuação diabólica que seduz as pessoas a construírem, a formatarem uma religião à la carte que não lhes exige legítima conversão ao evangelho de Jesus Cristo”.
Com base no texto de Apocalipse, Kivitz fez um alerta sobre o espírito que fala através de Jezabel e o Espírito que fala às Igrejas. “Profeta é aquele que fala movido pelo Espírito”, disse.
“Há um espírito que fala por trás da fala de Jezabel e esse espírito é identificado como espírito de Satanás”, disse lembrando que no Novo Testamento há um versículo que fala que Satanás fala através de alguns profetas.
Com essas explicações, o pastor fez algumas ligações entre Jezabel e muitos líderes religiosos. “Eu não duvido que os púlpitos de nossas igrejas são frequentados por pessoas e pastores, inclusive, endemoniados. Eles não falam da parte de Deus, eles não pregam a Palavra de Deus”, disse.
O ensino de que demônios possuem poder e que não se pode comer comidas consagradas também foi refutado por Ed René Kivitz, lembrando que nas cartas às Igrejas a advertência está não em comer a comida consagrada, mas em participar dessa consagração.
“É isso que eu estou chamando de sincretismo religioso. O movimento evangélico brasileiro tem uma mistura fenomenal”, disse ele citando as religiões que são base de muitas igrejas evangélicas.
“Nós pastores somos convidados, estimulados, a ter uma postura de pai de santo. A gente tem que sair por ai vendo encosto, vendo demônio pendurado”.
“Esse evangelho é assustador, não é libertador”, continuou ele. “Isso gera uma mente cativa, medrosa, infantilizada, dependente. E o maldito que fala pelo espírito de Jezabel está comprando avião”.
Assista:
Fonte:gospelprime

ERA O QUE FALTAVA, RESOLVERAM DEMONIZAR O AMÉM

Por Renato Vargens


Parece que quanto mais eu "rezo" mais assombração me aparece. Não é que resolveram satanizar a palavra amém?  

Pois é, um irmão em Cristo me escreveu pedindo que comentasse sobre um vídeo que está rolando na internet que tem promovido confusão em muita gente.

O vídeo protagonizado por um indivíduo denominado "Servo YHWH" afirma coisas absurdas sobre a origem da palavra amém, dentre estas, que amem é uma expressão usada para o Deus egípcio "Amon"

Isto posto, e visando esclarecer àqueles que se sentem confusos por ensinos descabidos como o proferido por esse senhor, segue abaixo o real significado da Palavra Amém.

O dicionário nos diz que amém significa “palavra litúrgica de aclamação, que indica anuência firme, concordância perfeita, com um artigo de fé; assim seja”. No aspecto teológico, a palavra amém aparece 56 vezes em toda Bíblia , sendo 28 no Velho e 28 no Novo Testamento. 

Amém é uma palavra  hebraica. Seu significado é “assim seja." Amém é uma expressão que indica confiança e convicção a respeito do que se está concordando. Normalmente a usamos para concordar com alguma oração que estás sendo feita.

Em Apocalipse, Jesus Cristo é chamado de “Amém”, significando que Ele é a convicção, a certeza plena de que as promessas de Deus serão cumpridas fielmente. “Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:” (Ap 3. 14)

Caro leitor, posso dar uma pequena sugestão? Não dê ouvidos as fantasias e invencionices desse pessoal que com a maior facilidade acham chifre em cabeça de cavalo.  

Com certeza é o melhor a ser feito!
Renato Vargens


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