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segunda-feira, 14 de abril de 2025

Pastor americano é sequestrado sob a mira de uma arma durante culto na África do Sul


O pastor Josh Sullivan. (Foto: Reprodução/Facebook/Fellowship Baptist Church) 

Josh Sullivan foi sequestrado enquanto pregava na Igreja Batista Fellowship; cristãos ao redor do mundo estão pedindo orações.

Um pastor e missionário americano foi sequestrado sob a mira de uma arma enquanto ministrava em sua igreja na África do Sul, na última quinta-feira (10).

O pastor Josh Sullivan, conhecido por plantar igrejas na África do Sul, foi sequestrado na Igreja Batista Fellowship em Motherwell, perto da cidade de Gqeberha. 

"Alega-se que, durante a pregação, suspeitos armados e mascarados entraram na igreja. Eles roubaram dois celulares e, em seguida, fugiram do local levando o pastor com eles", disse a polícia em um comunicado. Segundo as autoridades, os suspeitos também roubaram pertences dos membros no local.

O portal de notícias Vanguard informou que os sequestros, inclusive aqueles cometidos por gangues criminosas — que têm como alvo pessoas pelas quais podem ser exigidos grandes resgates — têm aumentado no país nos últimos anos.

Jeremy Hall, um pastor local, contou à AFP que o sequestro “provavelmente teve razões financeiras", já que os agressores sabiam o nome do pastor e estavam cientes de sua vocação. 

Josh estava realizando uma reunião de oração com cerca de 30 pessoas, incluindo sua esposa e seus filhos, quando o incidente ocorreu.

Segundo o Vanguard, os criminosos forçaram o pastor a entrar em um carro e foram embora. Logo depois, o carro foi abandonado e recuperado a cerca de 1,5 quilômetro da igreja. Até o momento, nenhum pedido de resgate foi feito pelos sequestradores. 

Pedido de oração

Josh é casado com Meagan Sullivan e é pai de seis filhos. Desde 2018, ele serve como missionário na África do Sul e faz parte da equipe da Igreja Batista Fellowship.

Desde 2012, ele foi treinado pelo pastor Tom Hatley, que pastoreia o casal desde a infância. 

Em uma declaração de apoio, Tom disse que Josh e Meagan têm um "desejo enorme de compartilhar o evangelho com o povo Xhosa da África do Sul".

No Facebook, o perfil da igreja compartilhou: "Por favor, orem por Josh Sullivan, missionário na África do Sul. Ele foi sequestrado sob a mira de uma arma por seis homens durante o culto desta noite".

Na última sexta-feira (11), Meagan relatou: “Só quero agradecer pelo derramamento de amor e orações. Imploro que continuem a invadir a sala do trono até o Josh estar seguro em casa”.

Tonya Rinker, mãe de Josh, afirmou: "Como mãe, você nunca pensa que algo assim vai acontecer com seu filho, mas a fé é o que sustenta a gente nesse momento de incerteza. Joshua tem um coração voltado para servir, é um homem generoso, espiritual e sempre pronto para fazer alguém sorrir. Ele é um excelente pai, marido e filho".

Uma cristã chamada McKenzie Plummer, declarou: “Este é um momento para intercessão, para alcançar o céu e mover montanhas. Vamos ficar na brecha com ousadia. Por favor, ore por sua proteção e seu retorno seguro para casa. Ore por sua esposa e seus filhos. Ore pelas pessoas que ele tem servido e pela igreja local que o ama. Ore por sua proteção e libertação. Ore pela salvação daqueles que o levaram, para que mesmo nisto Cristo seja glorificado”.

E continuou: “O custo da obediência é real, mas o poder da oração também é. O nosso Deus ainda é poderoso para salvar. Ele pode chegar até ao lugar mais escuro”.


A família de Josh. (Foto: Reprodução/Fellowship Baptist Church)

O capitão Andre Beetge, porta-voz da polícia, confirmou o sequestro de Josh ao WBIR e afirmou que o caso está sendo tratado por uma unidade especial de sequestro e resgate.

"Assim que há sequestros com resgates, Hawks assume os casos", disse ele.

Os sequestros, inclusive aqueles cometidos por gangues criminosas que têm como alvo pessoas pelas quais podem ser exigidos grandes resgates, têm aumentado na África do Sul.

Nos últimos anos, o número de sequestros no país ultrapassou 17.000 entre 2022 e 2023. Segundo a Iniciativa Global Contra o Crime Transnacional, esse aumento está diretamente ligado ao crescimento dos casos de extorsão.



Fonte: Guiame, com informações de The Christian Post

Cristãos protestam pela Igreja Perseguida na Avenida Paulista: “O Evangelho não irá parar”

 Dezenas de cristãos protestaram pela Igreja Perseguida na Avenida Paulista. (Foto: Instagram/OverMission).

Os participantes levantaram um clamor pelos irmãos perseguidos por sua fé em Jesus ao redor do mundo, no último domingo (13).

Dezenas de cristãos se reuniram na Avenida Paulista para protestar pela Igreja Perseguida, no último domingo (13), em São Paulo.

Os participantes, vestidos com roupas pretas e carregando cartazes, denunciaram a perseguição contra milhões de crentes pelo mundo e levantaram um clamor pelos perseguidos. A manifestação foi organizada pela Missão OVERMISSION, liderada pelo evangelista Luca Martini.


Dezenas de cristãos protestaram pela Igreja Perseguida na Avenida Paulista. (Foto: Instagram/OverMission).

“Nós estamos aqui reunidos pelos nossos irmãos, 380 milhões de cristãos que vivem com uma arma na cabeça porque acreditam em Jesus Cristo. Não existe liberdade religiosa para 380 cristãos no mundo. Ninguém fala disso, a mídia não fala disso, às vezes, nem mesmo a Igreja fala”, disse Luca.

“Eles não têm liberdade de ter uma Bíblia, de falarem que creem em Cristo, porque senão são torturados, mortos. Nem por isso eles param de crer ou desistem. Porque sabem que se Jesus ressuscitou dos mortos, eles também ressuscitarão”, ressaltou.

“O Evangelho começou ilegal e vai terminar ilegal”

O evangelista lembrou que a perseguição não parou a pregação das Boas Novas durante a história da Igreja.

“A perseguição vai continuar até o fim dos tempos, até o retorno de Cristo. O Evangelho começou ilegal e vai terminar ilegal. O Evangelho foi uma mensagem perseguida desde o início. O mundo perseguiu o próprio Cristo. Mas, enquanto a perseguição continua, o Evangelho não para, Jesus não para de alcançar pessoas”, declarou.

“Uma ditadura acaba no dia em que os ditadores morrem, a vida do cristão começa quando ele morre. Nosso irmãos estão morrendo neste mundo, mas estão vivendo para sempre. Essa é a realidade daquele que crê em Cristo, ainda se morremos, nós viveremos”, pregou Martini.

O protesto ainda contou com louvor, intercessão e evangelismo na maior avenida de São Paulo.



Fonte: Guiame

quinta-feira, 10 de abril de 2025

Missionária brasileira pede orações após ataque no Níger: “Atearam fogo em tudo”

 

A cidade após o ataque terrorista. (Foto: Reprodução/Instagram/Jéssica Ardelino)

Jéssica Ardelino relatou o caos provocado por terroristas após queimarem comércios e expulsarem moradores de uma cidade.

Na última terça-feira (8), a missionária brasileira Jéssica Adelino pediu orações urgentes após terroristas queimarem comércios e expulsarem cidadãos no Níger.

Jéssica é fundadora do projeto Love Heals (O Amor Cura), juntamente com seu esposo, Issoufou Himou, que é ex-muçulmano. Eles lutam contra a desnutrição no país, onde boa parte das crianças morre de fome.

A ONG, fundada em 2015, tem vários projetos em ação, todos eles focados na recuperação de pessoas, no aspecto físico, emocional e espiritual. Desde a fundação, Jéssica conta que já passou por muitos momentos difíceis devido aos ataques de extremistas, que aumentam a falta de segurança a cada ano.

Então, a missionária, que está há quase 12 anos no país, usou seu perfil no Instagram para relatar um recente ataque terrorista na nação.

“Pedido Urgente. Vocês que nos acompanham há mais tempo sabem da nossa luta por causa da insegurança. A Love Heals começou em uma aldeia com um projeto de nutrição, depois construímos a igreja, construímos uma escola onde tínhamos 440 alunos e por fim uma clínica médica. Os terroristas chegaram, colocaram fogo e fecharam tudo”, contou Jéssica.

E continuou: “Há alguns meses expulsaram as famílias dessa aldeia e há algumas semanas começaram a agir na estrada, onde dezenas de pessoas já foram sequestradas. Ontem, eles queimaram todos os comércios da cidade e agora eles deram 3 dias para todas as pessoas saírem”.

‘Queimaram tudo’

Ao Guiame, Jéssica detalhou o caos que ocorreu depois que os terroristas chegaram à cidade de “Macolandi”, que fica a cerca de 14 quilômetros da aldeia onde eles iniciaram a missão:

“Eles quebraram o cadeado da escola, a gente já estava construindo uma clínica médica, ficou pronta, nós construímos um poço por lá para suportar para a escola e para que a clínica conseguisse funcionar também. Mas a gente não conseguiu nem inaugurar a clínica, porque os terroristas chegaram e roubaram as placas solares do poço, quebraram os cadeados, tudo o que tinha na escola, eles colocaram fogo e fecharam tudo”.

Além disso, os terroristas invadiram a igreja, bateram nos cristãos que estavam no local, os proibiram de fazer o culto e os fizeram se ajoelhar e rezar o alcorão.

Depois disso, os terroristas começaram a habitar nessa aldeia. No ano passado, eles fizeram os adolescentes homens pagarem uma taxa — quem não pagasse, tinha que ir embora da aldeia. Muitos jovens foram embora e outros foram morar com o casal missionário.

Depois que a escola foi fechada, a missionária levou as crianças para a cidade. Lá, eles alugaram uma casa e as matricularam em uma escola. As crianças estudaram nessa cidade durante 2 anos, até que a insegurança chegou.

“Quando a insegurança chegou, eu pensei: ‘A nossa casa já era uma base missionária, que a gente construiu para as crianças virem nas férias. Como eu comecei a passar a não poder ir para esse vilarejo, eu quis trazer as crianças para cá. Então, nos meses de férias elas vinham e ficavam. A gente tem uma estrutura grande para que as crianças viessem para cá, e há 3 anos, vieram 79 crianças morarem conosco para estudar”, disse ela. 

No começo deste ano, os terroristas chegaram nesta cidade e começaram a atacar as estradas. Os carros que passavam, eles paravam, colocavam fogo e sequestravam as pessoas. 

“Anteontem, eles queimaram todos os comércios. Todas aquelas portas de ferro queimadas que eu postei, eram lojinhas que eles colocaram fogo para que as pessoas fossem embora. Então, no dia seguinte, eles voltaram e deram 3 dias para as pessoas sairem”, afirmou Jéssica.

‘É muito triste’

No vídeo publicado pela missionária, é possível ver a destruição causada pelo fogo e a fuga de diversas famílias em uma estrada de bairro.

“Receber o vídeo de muitas famílias já saindo, foi devastador. Minhas melhores memórias estão naquele lugar, as famílias das crianças que moram conosco estão lá. Quando eu vi os carros com um monte de coisa de mudanças em cima, aquilo arrebentou o meu coração”, afirmou Jéssica. 

E continuou: “É de arrebentar o nosso coração, não sabemos para onde essas famílias vão ou o que vão comer. Porque vão chegar em outra aldeia, vão se alojar lá e vão comer o que? Porque o que eles tinham para comer era o que eles semeavam no tempo de chuva, então, quando os terroristas mandaram eles irem embora, eles esvaziaram a cidade onde a gente construiu a escola. Então, eles tiveram que sair sem nada”.

Segundo Jéssica, quando essas famílias acharem um novo local para ficar, a missão irá enviar suprimentos e ajuda.

“Por favor, orem por essa situação. Coloquem nos grupos de oração. Que o Senhor tenha misericórdia desse povo, que Deus tenha misericórdias do Níger”, enfatizou ela.

Hoje, Jéssica e o marido abrigam 50 crianças em sua casa. Nesta quarta-feira (9), a missionária compartilhou mais informações nas redes sociais e contou que, com o último ataque, o avô de um menino que vive com eles foi sequestrado e um morador foi assassinado.

“Os terroristas ameaçaram as famílias, mas os militares foram para lá agora. Eu acredito na provisão divina, acredito que o Senhor faz tudo cooperar para o bem e que Ele escuta as nossas orações”.

O Níger é um país subdesenvolvido de maioria muçulmana, localizado na África Ocidental, onde o índice de desenvolvimento humano é classificado como um dos piores do mundo.

O país está em 28º lugar na Lista Mundial de Observação de 2025 da Portas Abertas dos lugares mais difíceis para ser cristão.




Fonte: Guiame

Terroristas matam 60 cristãos na Nigéria: “Estão arrasando aldeias inteiras”

 

Imagem ilustrativa. (Foto: Open Doors UK).

Há anos, terroristas fulani têm atacado livremente comunidades cristãs, sem a intervenção das autoridades nigerianas.

Terroristas fulani mataram mais de 60 cristãos em mais um ataque no estado de Plateau, na Nigéria, na semana passada. 

De acordo com o Morning Star News, os ataques duraram dois dias em sete comunidades cristãs no condado de Bokkos, em 2 e 3 de abril.

Em apenas um local, na vila de Hurti, mais de 40 cristãos foram assassinados por pastores fulani radicais.

"Esses ataques começaram na quarta-feira, 2 de abril, por volta das 15h, quando esses pastores muçulmanos Fulani armados invadiram nossas comunidades em grande número; Eles vieram em motocicletas e nos atacaram”, relatou a líder comunitária Maren Aradong, ao Morning Star News.

"Mais de 1.000 cristãos foram deslocados [em Hurti] durante os ataques, e 383 três casas foram destruídas por esses bandidos", denunciou ela.

Os terroristas também destruíram lojas de alimentos e roubaram produtos durante o ataque massivo. No total, mais de 60 cristãos foram massacrados.

"Esses ataques foram realizados por terroristas Fulani que tinham como alvo as comunidades cristãs de Ruwi, Mangor, Tamiso, Daffo, Manguna, Hurti e Tadai", comentou Farmasum Fuddang, presidente do Conselho de Desenvolvimento Comunitário de Bokkos (BCDC).

O governador de Plateau, Caleb Mutfwang, classficou os ataques em Bokkos de genocídio. "Eu diria isso sem remorso, o que aconteceu nas últimas duas semanas em Bokkos é genocídio", disse Mutfwang, em uma entrevista na TV local. 

Agricultores cristãos na Nigéria têm sido vítimas de ataques constantes de terroristas fulani, principalmente nos estados de Benue, Plateau, Kaduna e Níger. Milhares de cristãos foram mortos ou sequestrados, e centenas de igrejas foram destruídas ou atacadas.

Moradores e líderes cristãos têm denunciado o descaso do governo em proteger as comunidades cristãs.

"A crise de segurança no estado de Plateau, particularmente nas áreas de Mangu e Bokkos, atingiu níveis alarmantes", afirmou o reverendo Tongsmangs Dasbak, um líder cristão no estado de Plateau.

"Os ataques persistentes de pastores Fulani saqueadores levaram a perdas significativas de vidas, destruição de propriedades e deslocamento de comunidades. Apesar dos esforços conjuntos do governo estadual para restaurar a paz, a situação continua terrível, necessitando de intervenção federal urgente”, defendeu.

Na última sexta-feira (4), a Anistia Internacional pediu ao governo nigeriano que combata a violência no estado de Plateau e exigiu justiça para as vítimas.

"Além de matar pessoas, os agressores também estão arrasando aldeias inteiras, destruindo deliberadamente casas e fazendas. Investigações realizadas por nós mostraram que pelo menos 1.336 pessoas foram mortas entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024 em todo o estado de Plateau, com as áreas de governo local de Mangu, Bokkos e Barkin-Ladi sendo as mais afetadas”, afirmou a Anistia.

A organização ainda denunciou a falta de ação das autoridades para conter os ataquescontra agricultores cristãos.

"A maioria dos aldeões disse repetidamente à Anistia Internacional que o governo os deixou à mercê de seus agressores", afirmou. 

"Eles reclamaram de receber pouca ou nenhuma ajuda dos agentes de segurança durante os ataques, apesar de informá-los com antecedência ou pedir ajuda durante os incidentes. O fato de nenhum perpetrador ter sido levado à justiça deixa as comunidades rurais do estado de Plateau se sentindo completamente desamparadas e à mercê de pistoleiros implacáveis”.

Perseguição fulani

Em um relatório de 2020, o Grupo Parlamentar Multipartidário do Reino Unido para a Liberdade ou Crença Internacional (APPG) observou que os Fulani, possuem milhões de membros espalhados pela Nigéria e pelo Sahel. 

Predominantemente muçulmanos, eles compreendem centenas de clãs de muitas linhagens diferentes que não têm visões extremistas, mas alguns Fulani aderem à ideologia islâmica radical.

“Eles adotam uma estratégia comparável à do Boko Haram e do ISWAP e demonstram uma clara intenção de atingir cristãos e símbolos poderosos da identidade cristã”, afirma o relatório do APPG.

Líderes cristãos na Nigéria acreditam que os ataques de pastores às comunidades cristãs no Cinturão Médio da Nigéria tem o objetivo de tomar as terras dos cristãos à força e impor o islamismo, já que a desertificação tornou difícil para eles sustentarem seus rebanhos.

A Nigéria ficou em 7º lugar na Lista Mundial da Perseguição da Missão Portas Abertas de 2025 como um dos lugares mais difíceis para ser cristão.



Fonte: Guiame, com informações de Morning Star News

quarta-feira, 9 de abril de 2025

Conselho islâmico diz que jihad armada contra Israel é “obrigação” para muçulmanos


Sheikh Ali Al-Qaradaghi, presidente da União Internacional de Estudiosos Muçulmanos. (Foto: Wikipedia) 

A declaração foi emitida por um conselho islâmico sediado no Catar e liderado pelo Sheikh Ali Al-Qaradaghi.

A União Internacional de Estudiosos Muçulmanos (IUSM) emitiu uma fatwa ampla, convocando uma "Jihad armada" contra Israel e declarando a normalização dos laços como religiosamente proibida.

Entre os muçulmanos existe o dever religioso de defender o islã através de uma luta que se chama “Jihad” – que para eles é a “Guerra Santa”. 

A fatwa é uma opinião ou decreto religioso emitido por um estudioso islâmico qualificado, conhecido como mufti. Baseada na interpretação da Sharia, que é a lei islâmica, a fatwa pode abordar uma ampla gama de questões.

O pronunciamento, divulgado no site oficial da organização e na conta oficial do X/Twitter de seu presidente, Sheikh Ali Al-Qaradaghi, reflete uma posição teológica significativa adotada por uma entidade islâmica internacional no contexto do atual conflito em Gaza.

Com sede em Doha e presença em Istambul, na Turquia, a IUSM, fundada em 2004 pelo xeque Yousef Al-Qaradawi, afirma representar milhares de acadêmicos religiosos globalmente.

Al-Qaradawi, um clérigo notório e respeitado, liderou o eixo da Irmandade Muçulmana e ganhou destaque por apoiar e promover os atentados suicidas do Hamas contra civis israelenses.

Nesta semana, o "Ijtihad and Fatwa Committee" da União emitiu um edital sobre a chamada "agressão em andamento contra Gaza". A declaração inclui diversas demandas, como um cerco total a Israel "por terra, mar e ar" e a "intervenção militar imediata de países islâmicos" para fortalecer a luta armada palestina em frentes militares, econômicas e diplomáticas.

Diretrizes teológicas

Os estudiosos religiosos mencionaram as estatísticas de baixas do Hamas em Gaza, que supostamente ultrapassam 50.000, classificando a situação como um "genocídio metódico conduzido com apoio explícito dos Estados Unidos, em meio à quietude árabe e à passividade de nações de todo o mundo islâmico".

No âmbito econômico, o conselho reiterou seu apoio a boicotes contra "empresas que apoiam a entidade sionista" e afirmou que muçulmanos abastados devem "contribuir para a jihad com recursos financeiros e equipar militantes".

A diretriz teológica detalha os deveres atribuídos aos muçulmanos com base em sua proximidade ao conflito. Surpreendentemente, a fatwa classifica Israel como "Kafir" (infiel), contrastando com visões islâmicas tradicionais que reconhecem o judaísmo como parte do "Povo do Livro".

A posição do conselho abrange também restrições comerciais, afirmando que é religiosamente proibido fornecer a Israel "petróleo, gás natural e quaisquer produtos que sustentem sua campanha militar", incluindo "alimentos e bebidas enquanto a população de Gaza sofre com a fome".

Entre os aspectos mais ambiciosos da decisão está o apelo para que os países árabes e islâmicos "formem uma coalizão militar unificada para defender os territórios islâmicos", descrito pelo conselho como "uma obrigação urgente e inadiável".

A fatwa aborda questões geopolíticas, convocando as nações com vínculos diplomáticos com Israel a "reavaliar esses acordos e aplicar pressão conforme necessário", além de proibir categoricamente "qualquer forma de normalização com a entidade ocupante sionista".

Reações cautelosas

Apesar da ampla influência e do papel central da IUMS nos movimentos islâmicos, houve reações mais cautelosas ao decreto.

O Dar Al-Ifta do Egito, órgão islâmico consultivo e governamental, argumentou que, segundo a Sharia, aqueles que defendem a Jihad armada devem estar dispostos a participar pessoalmente.

Acrescentou ainda que "convocar para a jihad sem considerar as capacidades da nação e sua realidade política, militar e econômica é irresponsável e contradiz os princípios da lei islâmica".

'Obrigação religiosa'

A Dra. Nesya Shemer, especialista em Sharia e relações judaico-islâmicas, esclareceu ao Jerusalem Post que a fatwa que convoca a Jihad armada contra Israel exemplifica o Fard 'Ayn, uma obrigação religiosa que recai sobre todos os muçulmanos, independentemente de sua localização.

“Isso significa que a IUMS considera a Jihad contra Israel como uma ‘Jihad defensiva’, destinada a repelir inimigos da pátria que deve ser governada pelo Islã”, explicou Shemer, acrescentando que, em sua visão, a Palestina esteve sob domínio islâmico desde o século VII até o mandato britânico e, portanto, deveria ser “recuperada”.

“Isso contrasta com a Jihad ofensiva, considerada como Fard Kifayah, uma obrigação que recai sobre a nação islâmica como um todo, na qual uma força representativa de muçulmanos seria suficiente”, ela esclareceu.

Ao ser questionada sobre o significado da nova fatwa, Shemer destacou que ela segue a linha adotada pela IUMS desde o início da guerra.

“Embora suas implicações imediatas ainda não sejam totalmente compreendidas, cresce o receio de que a fatwa se amplie, transformando-se em uma guerra religiosa global contra os judeus, com um impacto direto na vida das comunidades judaicas ao redor do mundo”, explicou Shemer.

“Além disso, a guerra e as imagens que circulam na mídia podem influenciar a opinião pública nos países fronteiriços de Israel, impactando a estabilidade dos regimes nessas nações”, continuou Shemer.

“No entanto, com todo respeito, nem essas fatwas nem a percepção dos regimes vizinhos devem orientar Israel em sua busca para derrotar o Hamas e seus apoiadores globalmente.”

Shemer concluiu: “Essa fatwa demonstra que o Hamas não é apenas uma pequena organização terrorista operando em Gaza, mas sim uma entidade apoiada por corpos e organizações muçulmanas internacionais que defendem a mesma ideologia. Enfrentar o Hamas significa, na verdade, lidar com essa ideologia islamista, que é internacional e amplamente disseminada no mundo muçulmano.”

Fonte: Guiame, com informações do Jerusalem Post




Ataques antissemitas aumentaram 90% na região francesa da Suíça, diz relatório

 Aumentam preocupações sobre a segurança das comunidades judaicas na região. (Foto representativa: Unsplash/Mathias Reding)

Os 1.789 incidentes registrados nas regiões do país onde se fala francês representam o maior número desde 2014.

Segundo um novo relatório da Coordenação Intercomunitária contra o Antissemitismo e a Difamação (CICAD), cerca de 2.000 casos de antissemitismo foram registrados na região de idioma francês da Suíça em 2024.

Os 1.789 incidentes representam o maior número registrado desde 2014, indicando um aumento de 90% em relação a 2023.

Mais de metade (52,5%) foi classificada como formas "tradicionais" de antissemitismo, enquanto 14,4% estavam vinculadas ao antissionismo.

Esse aumento significativo é amplamente atribuído à atual Guerra Israel-Hamas. O número de incidentes cresceu de forma acentuada em maio, coincidindo com o início da ofensiva do exército de Israel em Rafah, em 6 de maio de 2024.

Mais de 72% dos incidentes de antissemitismo registrados em 2024 ocorreram nas mídias sociais, como Instagram, Telegram e X/Twitter, seguindo os padrões identificados em anos anteriores, conforme dados da CICAD, da Federação Suíça de Comunidades Judaicas (SIG) e da Fundação contra o Racismo e o Antissemitismo.

Inteligência artificial

O avanço da inteligência artificial intensificou as preocupações sobre a propagação do antissemitismo online, especialmente com a criação de vídeos ultrarrealistas que dificultam a distinção entre realidade e ficção.

A CICAD destacou um “aumento alarmante” nos atos antissemitas direcionados a estudantes judeus, com um crescimento significativo de incidentes envolvendo discurso de ódio, intimidação e agressões. Entre os casos relatados, alunos foram alvo de comentários como: “Voltem para Auschwitz” e “Vocês são ruins na escola porque são judeus”.

Cartazes com o slogan “Intifada jusqu'à la victoire” (Intifada até a vitória) foram exibidos no campus da Universidade de Genebra a partir de 16 de outubro de 2023, menos de duas semanas após os ataques de 7 de outubro. Slogans semelhantes também surgiram em outras universidades nos cantões de língua francesa.

Em espaços públicos, houve numerosos relatos de pichações, cartazes e símbolos antissemitas, especialmente em Genebra e Lausanne. Inscrições como “Morte aos judeus” foram identificadas em diversos centros urbanos e áreas verdes, refletindo uma disseminação de mensagens de ódio contra judeus semelhante à observada em outras cidades europeias, como Amsterdã.

Genebra alcançou um marco legislativo significativo em junho, quando 85% de seus cidadãos aprovaram a proibição de símbolos nazistas em locais públicos. Contudo, especialistas alertam que uma implementação rigorosa será crucial para assegurar sua eficácia.

Uma manifestação em Genebra chamou atenção significativa, não apenas pelo grande número de participantes, cerca de 2.000, mas também pela presença de diversas figuras políticas que se uniram a membros do movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções.

Conciliar a liberdade de expressão com a urgência de combater o antissemitismo e a incitação ao ódio tem se mostrado um desafio para as autoridades.

Uma característica alarmante do antissemitismo na Suíça francófona é o aumento de incidentes direcionados. Enquanto nos últimos anos o foco estava principalmente no discurso de ódio online, 2024 trouxe uma escalada preocupante, com agressões físicas, ameaças contra judeus e ataques diretos a propriedades, como residências, empresas e sinagogas.

Conforme apontado pela CICAD, garantir a segurança das comunidades judaicas na Suíça, algumas das mais antigas da Europa, está se transformando em um desafio nacional que requer ação urgente.

Entre as recomendações da organização para combater o antissemitismo estão a implementação de programas educativos voltados para estudantes e professores, o aumento da vigilância policial para documentar e prevenir incidentes antissemitas, além de uma maior cooperação entre a polícia e instituições como a CICAD.

Contexto internacional

O Centro de Pesquisa e Informação sobre Antissemitismo registrou um crescimento de mais de 200% nos incidentes antissemitas em toda a Europa, com destaque para demonstrações de ódio, propaganda online e atos de antissemitismo.

Na França, que possui a maior comunidade judaica do continente, houve um aumento alarmante de 350% nesses casos.

Em março, o SIG divulgou seu relatório sobre antissemitismo referente a 2024, apontando um aumento de 42,5% nos incidentes em comparação com 2023.

Após o massacre ocorrido após 7 de outubro, os números se estabilizaram, embora ainda significativamente superiores aos registrados antes do ataque liderado pelo Hamas.

O relatório também abrangeu incidentes nas regiões de língua alemã, italiana e romanche da Suíça.

Ralph Friedländer, presidente do SIG, apontou a guerra em Gaza como um importante catalisador, ressaltando, contudo, que os atos antissemitas começaram a crescer logo após 7 de outubro, antes mesmo da reação de Israel.

Apesar das estatísticas preocupantes, Friedländer ressaltou que a Suíça permanece mais segura em comparação a muitos outros países europeus, como evidenciado pelo aumento do número de judeus que escolhem se mudar para lá, especialmente vindos da França.

Ainda assim, ele enfatizou que o combate ao antissemitismo deve ser uma responsabilidade coletiva: “Essa não é uma questão exclusiva da comunidade judaica, mas um desafio para toda a sociedade suíça.”



Fonte: Guiame, com informações do Jerusalem Post

segunda-feira, 7 de abril de 2025

Porsche retira estátua de Jesus em propaganda e gera críticas


 A propaganda da Porsche retirou o Cristo Rei da cena gravada em Lisboa. (Foto: Twitter/Alex B).

A cena foi gravada no rio Tejo, que tem ao fundo o monumento Cristo Rei, em Lisboa.

A marca de carros de luxo Porsche editou um anúncio para retirar uma estátua de Jesus que aparecia na cena, gravada em Lisboa, Portugal.

A propaganda da empresa alemã, conhecida por seus carros esportivos luxuosos, comemorava os 60 anos do Porsche 911, mostrando sua evolução até os dias de hoje.

Em uma das cenas, um Porsche 911 atravessa a tela com a ponte, com vista para o Cristo Rei em Lisboa, como cenário de fundo. Porém, o pedestal do monumento aparece sem a estátua de Jesus de cerca de 28 metros.

O anúncio em vídeo foi lançado na semana passada e chamou a atenção de um usuário da rede social X (antigo Twitter).

“Ei, @Porsche, porque apagou a estátua de Jesus Cristo do seu vídeo filmado em Lisboa?”, questionou o usuário, na postagem, no sábado (5).

Críticas na web

A revelação de que a propaganda foi editada gerou críticas na internet, fazendo a empresa se retratar e publicar no seu canal do YouTube um novo anúncio com a estátua Cristo Rei visível, no domingo (6).

"Em uma versão inicial de um filme criado na Europa, a estátua do Cristo Rei não aparece. Lamentamos muito e podemos entender completamente a dor que isso causou. Este filme foi removido”, informou a Porsche, em comunicado à Fox Business.

Comentando sobre o caso, o evangelista Franklin Graham afirmou que a exclusão da estátua de Cristo é um sintoma da sociedade pós-moderna.

“Esta estátua está de pé desde 1959 – mas alguém deve ter pensado que era demasiado controversa para 2023”, criticou o líder.

“Muitas pessoas expressaram que estavam ofendidas pela Porsche tentar apagar Jesus Cristo da paisagem - e da conversa. Fiquei feliz em ler que a empresa pediu desculpas e lançou uma nova versão do anúncio com a estátua restaurada”, declarou.

Franklin concluiu, citando a passagem bíblica de Lucas 9:26: “Jesus disse: ‘Porque todo aquele que se envergonhar de mim e das minhas palavras, dele o Filho do Homem se envergonhará quando vier na sua glória e na glória do Pai e dos santos anjos’".

A estátua, chamada de Santuário de Cristo Rei, tem vista para o rio Tejo, que divide as cidades portuguesas de Almada e Lisboa. 

O monumento foi concluído em 1959, com o propósito de expressar gratidão por Portugal não ter sofrido as consequências da Segunda Guerra Mundial, devido à sua neutralidade no conflito.



Fonte: Guiame, com informações de Fox News

Torcida de time da Alemanha encena ritual satânico, invoca Lúcifer e gera críticas

Torcedores do Kaiserslautern exibem a imagem do diabo sobre um pentagrama. (Foto: Reprodução/X/Bundesliga Insider).

Torcedores do Kaiserslautern exibiram um painel com a imagem do diabo sobre um pentagrama invertido, durante o campeonato alemão.

A torcida do time alemão Kaiserslautern causou polêmica ao encenar um ritual satânico e invocar Lúcifer, durante o jogo contra o Fortuna Düsseldorf, pelo Campeonato Alemão, no dia 29 de março.

Chamados de “Os Diabos Vermelhos”, a torcida exibiu na arquibancada um painel com a imagem de Lúcifer, com chifres e asas, sobre um pentagrama invertido, símbolo usado em rituais do satanismo.

Embaixo do mosaico, os torcedores ainda ergueram faixas com invocações ao diabo: “Atrai-nos à luz, reina sobre o mundo, ergue-te do abismo. Ouve-nos, Lúcifer, e ergue-te do abismo, leva nossas almas”.

Vídeos do momento foram compartilhados nas redes sociais, causando críticas por parte de muitos usuários. 

“A mesma sociedade alemã que rejeitou o cristianismo por, supostamente, motivos totalmente científicos”, comentou um internauta. Outro homem escreveu: “Nojento e vil”.

E um usuário lembrou: “Um time aqui no Brasil fez isso e vimos no que deu”.

Ocultismo no futebol

Não é a primeira vez que a torcida do Kaiserslautern usa elementos satanistas em suas manifestações. Na final da Copa da Alemanha em 2024, os torcedores fizeram um mosaico de um demônio segurando a taça da competição.

No futebol, outros clubes já usaram símbolos ocultistas. Por exemplo, o Manchester United da Inglaterra tem o apelido de “Diabos Vermelhos”.

No ano passado, uma campanha de marketing do Athletico Paranaense também causou polêmica ao convidar os torcedores a fazerem um pacto satanista.

Na reta final do Campeonato Brasileiro, sem vencer nenhum jogo, o clube publicou um vídeo onde é possível ver diversos elementos do ocultismo, rituais satânicos e pactos de sangue. Mais tarde, o Athletico foi rebaixado para a segunda divisão do Brasileirão.

Na época, o pastor Teo Hayashi criticou a campanha do clube e alertou para a normalização do ocultismo.

“As pessoas estão olhando para elementos da fé como se eles fossem faz de conta. O maior truque do diabo foi convencer o mundo de que ele não existe. Você banalizar a existência e efeito de demônios não faz com que eles não existam. Não muda o fato de que eles estão sempre procurando uma brecha, uma maneira para te matar, roubar e destruir”, afirmou.

“A fé cristã não só crê como está pautada na realidade espiritual. Nós não podemos ser levianos quanto ao mundo espiritual”, acrescentou.


Fonte: Guiame, com informações de CNN Brasil e Revista Fórum

sábado, 5 de abril de 2025

Cristãos farão clamor pela Igreja Perseguida na Avenida Paulista: “A luta também é nossa”

Imagem ilustrativa. (Foto: Unsplash/Carlos Kenobi).
 

O evangelista Lucas Martini, da missão OVERMISSION, está convidando os cristãos brasileiros a lutar em prol dos cristãos perseguidos.

A missão OVERMISSION, liderada pelo evangelista Luca Martini, irá promover um clamor pela Igreja Perseguida na Avenida Paulista, em São Paulo.

Em vídeo postado no Instagram na quinta-feira (3), Luca convocou os cristãos brasileiros a se reunirem em uma das maiores avenidas do país para orar pelos irmãos que sofrem perseguição religiosa ao redor do mundo.

“Enquanto nós estamos nos levantando das nossas camas, alguém está sendo preso. Enquanto eu posto esse vídeo, alguém está sendo torturado. Enquanto nós cantamos livremente no domingo na nossa igreja, alguém canta de olho roxo de tanto apanhar, ouvindo um guarda numa cela lhe mandando calar a boca”, disse ele.

“Eles estão sendo perseguidos por não negarem a fé. Eles estão sendo perseguidos por amarem a Jesus, por carregar uma Bíblia. O que nós chamamos de liberdade, talvez para eles só aconteça na eternidade”, ressaltou.

O evangelista incentivou os cristãos a se posicionarem pela causa da Igreja perseguida. “O que nós vamos fazer sobre isso? Conhecendo uma realidade assim, sabendo que nossos irmãos correm perigo, o que vamos fazer? Vou continuar rolando essa tela como se nada tivesse acontecendo?”, questionou Luca.

“Vou virar meu rosto enquanto os corpos caem ao meu lado? Ou vou me levantar e fazer alguma coisa por esses irmãos? Essa luta não é só deles, essa luta é nossa. Nós somos um só Corpo, uma só Igreja”.

O clamor vai acontecer no dia 13 de abril, ao meio dia, na Avenida Paulista. “Venha para gritar o mais alto possível, para que o mundo ouça a voz de uma Igreja que está presa! Um ato histórico, um clamor dessa geração para que todos saibam da verdade”, convidou Martini.

O evangelista ainda pediu para que os participantes da manifestação se vistam de preto, em protesto pelos perseguidos.

Um a cada 7 cristãos é perseguido

Mais de 380 milhões de cristãos ao redor do mundo são perseguidos por sua fé, conforme a Lista Mundial da Perseguição 2025 da Missão Portas Abertas.

O ranking, publicado anualmente e que classifica os 50 países onde os cristãos são mais perseguidos, registra um aumento de 15 milhões em comparação aos números do ano passado. Atualmente, um a cada 7 cristãos é perseguido no mundo.

No período de vigência da pesquisa, que nesta edição foi de 1 de outubro de 2023 a 30 de setembro de 2024, mais de 4.400 seguidores de Jesus foram mortos por sua fé, sendo 69% deles na Nigéria. 

Em diversas regiões, igrejas e locais de cultos cristãos foram atacados em diferentes níveis, com mais de 14 mil propriedades cristãs danificadas, saqueadas, incendiadas, ou até mesmo fechadas por motivos relacionados à fé. 

Além disso, cristãos foram sequestrados, abusados física e psicologicamente, violentados sexualmente, presos sem julgamento e forçados a fugir.



Fonte: Guiame

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