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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Igreja Batista faz cultos debaixo de viaduto na Cidade de Deus


A igreja ganhou a autorização da Prefeitura para fazer reuniões em um espaço antes ocupado por usuários de drogas
por Leiliane Roberta Lopes

Igreja Batista faz cultos debaixo de viaduto na Cidade de DeusFoto: Uanderson Fernandes / Agência O Dia
A Igreja Batista Alfa e Ômega tem realizado cultos embaixo do viaduto da Linha Amarela, na Cidade de Deus. Cadeiras, aparelhos de som e um púlpito improvisado sobre um latão têm servido pare reunir cerca de 50 pessoas nas quintas-feiras.
O pastor Leandro Campos disse ao jornal O Dia que a igreja foi para debaixo do viaduto depois que o aluguel do templo, aberto em 2007, ficou mais caro.
“Estamos há 14 anos na comunidade e, desde 2007, funcionamos como igreja. Usávamos um galpão, mas com o fim do contrato, o proprietário aumentou o aluguel, de forma que não pudemos pagar, já que a chegada da UPP valorizou os imóveis”, disse.
As reuniões no viaduto são autorizadas pela Administração Regional, da prefeitura, espaço onde antes usuários de drogas se reuniam para consumir entorpecentes. “Conseguimos trazer alguns deles para a igreja, mas muitos sumiram”, afirma Leandro.
Aos domingos a quantidade de fiéis sobe para 300 pessoas, segundo a pastora Cláudia Cristina dos Santos, que afirma que 90% dos membros são jovens que buscam na fé força para melhorar de vida.
A Igreja Batista não é a primeira igreja no Rio de Janeiro a reunir seus fiéis embaixo de um viaduto. O pastor Leandro diz que já ouviu falar de outra denominação que usa um espaço parecido em Bangu. “Mas nunca vi”, disse.
Os fiéis não se importam com o desconforto de estar sob o viaduto tendo que se concentrar para não deixar o barulho dos carros atrapalhar o entendimento da palavra que está sendo ministrada.
“Importa de verdade a questão espiritual. Vir aqui me faz bem, mas é claro que é desconfortável. Mas a mensagem é o mais importante. E a mensagem passada aqui é de alegria e esperança”, disse o comerciário Gérson Moraes, de 28 anos.
É por causa da mensagem de esperança que a aposentada Aurília Maria Benícia, 62, participa dos cultos da Igreja Batista Alfa e Ômega. “Venho aqui para acalmar meu coração, que anda muito aflito. Deus levou meu filho e tenho certeza que, em breve, vai me levar para junto dele”, disse.
Aurília morava na Cidade de Deus, mas se mudou para Santa Cruz. Para chegar até a igreja ela viaja cerca de 60 km. “Essa igreja é uma bênção para mim”, afirma.
Fonte:gospelprime

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Num Brasil cada vez mais evangélico, maioria da população apóia ataques sexuais a mulheres. Tem alguma coisa errada…


Num Brasil cada vez mais evangélico, maioria da população apóia ataques sexuais a mulheres. Tem alguma coisa errada…

Por Tiago Chagas
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), órgão da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, divulgou o relatório de uma pesquisa feita com 3.810 pessoas sobre as causas da violência contra a mulher.
O resultado foi estarrecedor: 65% dos entrevistados, incluindo pessoas do sexo feminino, disseram que mulher com roupa curta merece ser atacada sexualmente. Comentei essa notícia com minha esposa, e sua reação foi de perplexidade: “Nem prostituta deve ser atacada”. Obviamente, concordo. Entretanto, o conceito detectado na pesquisa é tido como justificado na sociedade brasileira, e apoiado inclusive por muitas mulheres. Experimente uma conversa informal, na padaria, sobre alguma mulher com roupas curtas que esteja passando ou que more na vizinhança, e repare nas respostas…
Outros dados também revelaram que o mesmo brasileiro que apóia as agressões contra as mulheres “da rua” é contra a agressão doméstica: 91% dos entrevistados concorda que maridos que agridem esposas devem ser presos, apesar de 63% acharem que “casos de violência dentro de casa devem ser discutidos somente entre membros da família”. O conceito de que “roupa suja se lava em casa” é apoiado por 89% da população.
A maioria dos entrevistados, 58,5%, concorda que “se mulheres soubessem se comportar haveria menos estupros”.  Já 54,9% afirmaram que existem dois tipos de mulheres: as que servem para casar, e as que devem ser levadas para a cama.
Todas essas informações causaram espanto à mídia e a boa parte dos internautas. Aí eu me pergunto: por que o espanto? Essa não é a realidade da nossa sociedade? Esse não é o cotidiano com o qual convivemos sempre?
Mas o que me causou maior incômodo foi ligar os seguintes pontos: a maioria dos brasileiros acha que mulher “mal vestida” deve ser estuprada e a maior parte dos brasileiros são cristãos, católicos ou evangélicos. Fora o fato de que a violência contra a mulher é uma coisa que transcende religião, não tem alguma coisa errada nisso?
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fez alarde ao divulgar o relatório sobre religião do Censo 2010, que apontava um crescimento superior a 60% dos fiéis evangélicos em relação ao Censo anterior, de 2000. À época do anúncio, diversos pastores, bispos, apóstolos, sub-deuses comemoraram e cantaram aos quatro ventos que, em pouco tempo, o Brasil seria um país de maioria evangélica…
Olhando para nossa sociedade, até agora não vejo vantagem nesse “crescimento evangélico”, porque cheguei à conclusão que esse crescimento é numérico, não orgânico. Mais pessoas têm aderido à temerária e famigerada teologia da prosperidade. Só. Boa parte dos evangélicos no papel mal conhecem o Cristo.
Minha pergunta é: se nós evangélicos seguimos a Cristo e seus ensinamentos, onde está o impacto do nosso crescimento na nossa sociedade? Nos últimos anos, temos visto a violência como um todo aumentar; a corrupção atingir um nível inédito de engenhosidade e alcance; a indiferença com os necessitados saltar aos olhos nas ruas das cidades; etc. Não estamos sendo sal e nem luz…
Os políticos eleitos pelo voto dos evangélicos se engalfinham com opositores, como se disputassem quem consegue ofender mais a inteligência alheia, exalando desrespeito e soberba. Certo dia, atordoado com uma reflexão semelhante, o pastor Ricardo Gondim escreveu em suas tribunas: “Deus nos livre de um Brasil evangélico”. Foi achincalhado. Mas, respondam-me queridos leitores: estamos nos tornando um povo grande e poderoso, mas estamos refletindo o Cristo e seus ensinamentos onde chegamos?
Falando especificamente da violência contra a mulher no Brasil, muitos dirão que ela está enraizada na cultura popular. Sim, concordo. Mas pergunto novamente: não deveríamos nós, cristãos, ensinar e praticar o amor ao próximo (que resume todos os outros mandamentos)? Se não pudermos ser “sal da Terra e luz do mundo”, influenciando nossa sociedade para o bem, não deveríamos rever a forma como olhamos para o que acontece ao nosso redor?
Os números da pesquisa permitem imaginar que alguns dos que disseram concordar com ataques a mulheres, ou mesmo que existam mulheres para casar e mulheres para levar para a cama, sejam evangélicos. Não seria isso uma contradição, uma vez que a doutrina da maioria absoluta das igrejas é a abstinência sexual para quem não é casado?
Às vezes, sonho acordado com um tempo em que nosso povo terá compromisso histórico com o Reino de Deus, semeando amor e paz através da mensagem do Evangelho e do testemunho de vida. Lutando pela igualdade de gênero, social e étnica; contra a violência; a favor dos mais necessitados; contra a corrupção; a favor da educação de qualidade; contra as agressões ao meio-ambiente; etc.
Sim, acredito que a pesquisa do IPEA reflete o quanto não estamos nos apresentando corretamente à sociedade; Que nossas igrejas não oferecem tudo que podem para ajudar a comunidade ser melhor; Que estamos preocupados em tomar o poder, mas não saberemos o que fazer com ele quando o tivermos…
Há muito o que se fazer pelo nosso amado Brasil, pois embora estejamos ansiosos pela oportunidade de estar com Ele, por enquanto estamos aqui, numa sociedade que cada vez mais se distancia do amor de Deus.
A pesquisa do IPEA foi feita entre os meses de maio e junho de 2013 (há bastante tempo), em 212 municípios brasileiros. Como frisei no começo, o IPEA é um órgão governamental. Não duvido da idoneidade da pesquisa, mas acho suspeito que o relatório tenha sido divulgado somente agora, quando os escândalos da Petrobrás vieram à tona… Vigia, irmão!
"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."

Fonte:gospel +

Cristãos unidos em favor da irmã Rachel Shererazade fazem campanha de repúdio ao governo


Avatar de ffalvesPor Marisa Lobo em 24 de março de 2014

Cristãos unidos em favor da irmã Rachel Shererazade fazem campanha de repúdio ao governo
O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) está ameaçando a jornalista Rachel Sheherazade, obrigando governo a tirar verba do SBT, em uma tentativa clara de amordaçar a imprensa. Nossa liberdade de expressão está sendo ameaça, diretamente e comprovadamente, por comunistas.
Estamos vivendo uma ditadura sem precedentes; nos sentimos enganados por um governo que nos encheu de esperança com um discurso de partido revolucionário, que pregava defender os direitos dos trabalhadores, igualdade e liberdade de expressão, que saia às ruas pedindo paz e democracia, que criticava os governos acusando-os de “capitalistas ditadores” e hoje nos faz saborear o gosto amargo de um governo que se esqueceu de suas bandeiras e se tornou um inquisidor ditador, que não tem sabido lidar com o contraditório, tão defendido por eles mesmos.
O Fato mais vergonhoso, creio eu, e mais recente desse regime totalitário foi a imposição ao Supremo Tribunal Federal (STF) da estratégia de manipulação sórdida para proteger os mensaleiros, imputando a nós o fardo que fomos obrigados a carregar: O fardo da vergonha vivermos em um pais sem lei, que protege bandidos de todos os escalões.
O caso Sheherazade é a maior prova de ditadura no que se refere à liberdade de opinião. É paradoxal pensar que um partido (PT) que se diz vitima de ditadura e da censura possa aceitar essa imposição dos comunistas (PCdoB), tão contrária a si e à liberdade de expressão tão sonhada e conquistada com tanta luta. É inadmissível que o governo aceite esse jogo sujo e esteja estudando a suspensão de verba para o canal de TV SBT por ter em seu quadro funcional uma jornalista que exerce apenas seu direito à opinião, falando simplesmente a verdade e dando voz a quem não tem mais voz hoje nesta nação: Nós, o povo que paga os maiores impostos do mundo e não tem nem mesmo o direito de reclamar da saúde e segurança que não temos, e da educação tão sucateada… Enfim…
A noticia de que a secretaria de Comunicação do Governo Federal estaria examinando um pedido do PCdoB para suspender qualquer verba repassada exclusivamente ao SBT, motivado por não concordar com um comentário de uma apresentadora sobre a ação de “justiceiros” no Rio, é a prova de que estamos prestes a sermos amordaçados pelo comunismo.

Entendam

O governo está pensando em atender ao pedido de uma deputada, a meu ver oportunista, de um partido claramente comunista (PCdoB) que, aproveitando a época de eleição e a ascensão de Rachel na mídia, quer calar o SBT através da retirada de recursos financeiros, obrigando o canal de televisão a demitir ou “colocar na geladeira” uma de suas melhores profissionais, porque não comungam com suas opiniões. Essa é uma das piores aberrações totalitárias que esse governo poderia manifestar.
Todos nós sabemos que a apresentadora Rachel Sheherazade não exaltou a ação dos chamados “justiceiros” no Rio de Janeiro contra um jovem de 16 anos, acusado de furto. Ela apenas disse compreender o ato, o que é fato. Se tivermos que responsabilizar alguém pelos atos dos justiceiros, seriam justamente os ativistas dos direitos humanos deturpados no Brasil, que privilegiam bandidos a homens de bem. Sheherazade não defendeu essas atitudes extremas. A culpa não é da Rachel Sheherazade por existirem os tais justiceiros, e sim de uma política pública que tem falhado em proteger seus cidadãos e de um relativismo social que privilegia o mundo do crime e não o trabalhador honesto.

Apelo

Peço a todos que lerem este artigo e que se revoltarem com a situação, que imediatamente enviem neste endereço “gabinetesg@presidencia.gov.br” sua nota de repúdio, pedindo explicações sobre este fato. Este e-mail será direcionado ao ministro das comunicações Thomas Traumann e a Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência. Mostre sua revolta com essa perseguição a uma profissional que apenas cumpre seu trabalho e seu papel social/profissional de denunciar e de esclarecer para a população acerca de tanta barbárie que nem sempre chega aos nossos ouvidos.
Nós evangélicos, cristãos, mulheres e homens de bem desse país, estamos acompanhando o caso Sheherazade e não aceitamos o abuso de poder dessa ditadura. Tememos também que o comunismo ditador esteja entrando em nosso país através dessas ações deploráveis, claramente de perseguição à liberdade de expressão.
Vivemos em um país democrático e, por direito, nossa liberdade de expressão é uma das nossas maiores conquistas de direitos humanos. É inadmissível que a censura chegue a esse extremo em nosso país.
Estamos tensos, alertas, e vamos nos manifestar nas eleições. Se o governo entrar nessa vingança pessoal contra Rachel Sheherazade, usando um golpe tão baixo desses, saiba que vamos reagir, mas não com as mesmas armas sujas, e sim com nossa maior arma: nosso voto.
Faremos campanhas de alerta mundial sobre o que acontece no Brasil, chegaremos às Nações Unidas se for preciso, mas nosso direito de expressão e opinião não perderemos. Lei da mordaça nós não aceitamos. Peçam que o governo se manifeste

Estratégia

Segue o e-mail que será direcionado ao ministro das comunicações Thomas Traumann e a Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência: gabinetesg@presidencia.gov.br.
A hora é essa, povo evangélico e cristãos em geral, de exigirmos nossos direitos. Por enquanto em redes sociais, e, se não formos ouvidos, vamos engrossar o coro nas ruas e principalmente nas eleições.
Replique este artigo, publique em suas redes sociais e compartilhe, mas antes o envie e-mail. Não permita que nossa democracia seja afetada dessa forma injusta.
Vamos nos manifestar nas urnas contra esta aberração. #RachelSheherazadeMeRepresenta
Veja abaixo as representações contra a jornalista Rachel Sheherazade, é ou não é uma vergonhosa perseguição? E não me espanta se não estão fazendo isso porque ela é cristã, pelo menos os comentários envolvem perseguição velada à religião cristã que ele professa.
Veja a íntegra do pedido da líder do PCdoB:
Na edição do telejornal SBT Brasil, do último dia 4 de fevereiro, Rachel disse que era “compreensível” a ação de um grupo de pessoas que acorrentou a um poste um adolescente acusado de furto no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio. O jovem foi acorrentado, nu, pelo pescoço com uma trava de bicicleta. Ele teve parte da orelha cortada e só foi solto após a intervenção de uma moradora.
Para Rachel, a ação dos “justiceiros” se justifica por causa do clima de insegurança nas ruas e da ausência de Estado. Ela também criticou a atuação de militantes dos direitos humanos. “Faça um favor ao Brasil. Leve um bandido para casa”, declarou. Dias depois de ser acorrentado e solto, o adolescente foi detido novamente, desta vez por tentar assaltar um turista na cidade. Até o mês passado, o menor acumulava três passagens pela polícia.

Perda da concessão

A líder do PCdoB na Câmara trabalha em duas frentes contra o SBT. Além do ofício enviado diretamente à Secom, no dia 20 de fevereiro, ela também apresentou um requerimento à Procuradoria-Geral da República (PGR) no qual pede a abertura de inquérito contra a TV e Rachel Sheherazade, além corte da verba enquanto durarem as investigações. Como mostrou o Congresso em Foco, em caso de condenação, Jandira solicita que o SBT perca até o direito à concessão pública. Caberá ao procurador-geral, Rodrigo Janot, dar andamento ou não aos pedidos.
Em artigo publicado em 11 de fevereiro, na Folha de S. Paulo, a apresentadora diz que apenas expressou sua opinião e que não defendeu os chamados “justiceiros”. “Em meu espaço de opinião no jornal SBT Brasil, afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio”, escreveu Rachel. Em nota divulgada à Época, o SBT alegou que a opinião da apresentadora era de responsabilidade dela, e não da emissora.

Outras representações

Este não é o único caso envolvendo a apresentadora e a emissora que Rodrigo Janot terá de analisar. Ainda em fevereiro, o PSOL acionou a PGR contra Rachel e o SBT por apologia ao crime, à tortura e ao linchamento. No encontro com os parlamentares, Janot se comprometeu a designar um procurador para investigar o caso.
Ainda em fevereiro, a presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, senadora Ana Rita (PT-ES), pediu à Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo que abra procedimento para apurar o conteúdo do comentário de Rachel. Para a senadora, a apresentadora violou os direitos humanos e fez incitação à violência. Com o ofício, foi encaminhada uma nota de repúdio publicada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro sobre as violações de direitos cometidas pela jornalista.
Mais uma vez reforço envie um e-mail para gabinetesg@presidencia.gov.br e mostre sua indignação contra esse ato abusivo de poder.

Minha carta ao Ministreo Gilberto Carvalho

Excelentíssimo Senhor Ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República
Gilberto Carvalho
Vimos por meio deste solicitar a vossa intervenção junto ao Ministro Thomas Traumann, da Secretaria de Comunicação Social (Seco) da Presidência da República quanto ao pedido, (que para todos nós cristãos é uma afronta e claramente perseguição religiosa) feito pela deputada federal Jandira Fergali, do partido COMUNISTA PCdoB, onde ela solicita punição ao SBT por causa do comentário da jornalista EVANGÉLICA do SBT Raquel Sheherazade.
Entendemos e defendemos que não foi intenção da Jornalista fazer apologia ao crime, mas sim que ela estava expressando a opinião de milhões de Brasileiros com relação à insegurança vivida em todos os estados .
A Deputada Jandira do PCdoB tem um histórico de embate com o seguimento evangélico, portanto Rachel Sheherazade é mais uma evangélica que este comunismo que insiste em retornar ao Brasil tenta perseguir. Somos contrários a este sistema de governo por termos consciência a exemplo de outros países quanto sangue tem sido derramado e quantas reputações tem sido destruídas em nome de uma igualdade mentirosa que só aprisiona o país criando um ideal de falsa liberdade e igualdade onde somente os “donos” do sistema usufruem de suas riquezas. É o que temos de experiência e é nosso direto constitucional questionar e alertar.
O seguimento Evangélico tem consciência de que a intenção da Deputada não é outro senão afrontar mais uma vez esse seguimento por acreditar em Deus e por claramente defender posições de fé ou de opiniões, ou seja, agir conforme a constituição nos autoriza, o que é nosso direito. Vivemos ou não em um pais democrático de direitos? Opinião virou crime?
Se o ministro da SECOM atender o pedido da deputada, vai trazer um prejuízo muito grande ao governo e a nação, afinal sua intenção abriga, a exemplo de países comunistas, uma perseguição vergonhosa a imprensa. ALERTO ao Sr.Ministro que está sendo passando na mídia que a punição é uma iniciativa do GOVERNO pois o que esta sendo vinculado na mídia, inclusive na mídia evangélica e redes sociais, é que ” O GOVERNO ESTUDA PUNIÇÃO”. conforme textos abaixo.
http://www.paraiba.com.br/2014/03/19/45153-caso-sheherazade-leva-governo-a-estudar-suspensao-de-verba-para-o-sbt
Só há uma maneira senhor ministro de desfazer este absurdo que é um abuso de poder: é o senhor se manifestar negando qualquer tentativa de calar a boca de uma profissional e de um sistema de comunicação por apenas não concordar pessoalmente com algumas atitudes de seu governo, deixando claro que essa punição fere a liberdade de imprensa e que não será acatada.
Liberdade de expressão e opinião onde está neste contexto?
Perdoe meu desabafo, mas o povo cristão é o povo mais perseguido do mundo basta o senhor olhar os noticiários internacionais, são mortos, queimados e torturados a milhares, e aqui no nosso “Brasil varonil” a perseguição se dá a nível intelectual. É como uma guerra fria, tentam de maneira sórdida nos desconstruir como seres humanos. Estamos fartos! Não somos analfabetos funcionais como querem nos taxar os partidos que os apoiam.
Senhor ministro em todas as profissões temos sofrido esta perseguição, o senhor mesmo é conhecedor do meu caso junto ao conselho de psicologia que insiste em nos perseguir nos rotulando de proselitistas religiosos, homofóbicos , proceituosos e indutores de ódio, e agora apologistas a tortura? A qualquer opinião contrária que manifestamos tentam em uma ação orquestrada nos transvestir como “monstros”. Esse apologistas do “coitadismo” que esse pseudo direitos humanos do seu governo tem construído está aleijando o cidadão em seus afetos e realizações, manipulando assim a opinião pública para que a mesma se inclinem a defender o “coitado” do bandido. BASTA !
Não queremos carregar esta vergonha de viver em um pais que aceita tudo que é desonesto porque este lhe puxa o saco; que privilegia o bandido e tranca homens honestos dentro de casa, casa esta cravadas de grades. Só me resta clamar, meus Deus! Onde está a consciência social e moral dos nossos governantes. Será que já perdemos nossa referência do que é bem e do que é mal? Apenas porque queremos agir de forma democrática e viver conforme os princípios de verdade de valores de um Deus que a maioria acredita? Isso é psicopatia-político-ideológica: usar direitos humanos como bandeira ideológica das minorias contra as maiorias sem se importar em dar voz a bandido amordaçando e a sociedade trabalhadora honesta. Inversão de valores ou sociopatia?
Não podemos aceitar que usem poder financeiro para intimidar a imprensa porque ela ousa nos desafiar com suas opiniões, ainda que não gostemos e ou não concordemos com ela. Sei que deve ser difícil ter pessoas com poder de mídia que ousa a nos desafiar estampando em nossas caras a verdade como tem feito especialmente esta emissora. Mas ela não está só, pois todas as outras estão começando com essas atitudes dessa deputada do PCdoB e desses militantes ideológicos políticos desonestos, entender o que está por detrás da perseguição a essa jornalista.
Essa imprensa que o governo me parece querer calar é que tem sido o nosso único desabafo nossa única voz quando está não se alia a “cor marrom”, se é que me entende; E o seu governo deveria entender isso, pois o começo da luta do PT não foi este? Ou podemos dizer “SIM, povo! Vocês foram e são enganados, está luta nunca existiu.” Ainda que o poder e a adoração pelo dinheiro massacraram este ideal, o fizeram ficar em um passado distante?
Entendo como psicóloga que o poder e o dinheiro atraem e fascinam a muitos sim, mas temos que resistir a ele. Escolhemos liderar uma nação, lembra? Caso contrário carregaremos sem volta a vergonha de sermos conhecidos como o país mais corrupto, sem moral , sem dignidade e sem princípios, aquele que se vende por “Mensalidades” e ou por “Bolsas” sem entender que no caso das bolsas pode ser um direito independente do partido político que comanda o governo e que mensalidades pode ser crime quando estas veem como privilégios de qualquer natureza corrupta.
Se, concordarem com essa deputada do PCdoB que é claramente uma perseguidora de cristãos saberemos então que são coniventes, logo responderemos nas urnas e vamos às igrejas alertar a todos sobre mais esta injustiça social e essa mordaça que este governo tem compactuado.
Milhões de evangélicos cristãos e católicos e de outras religiões no Brasil entenderam o comentário da jornalista e TEM A MESMA OPINIÃO QUE ELA quanto à “insegurança pública” desses pais, ela apenas cumpriu seu papel de ser a voz do povo.
Embora o governo tenha 13 milhões de brasileiros recebendo bolsa família o que poderá representar “Votos” temos mais de 40 milhões somente de evangélicos que, se trabalhados apenas esclarecendo este fato, com certeza o governo terá a resposta nas urnas, e é o que já estamos fazendo.
O povo SABERÁ senhor Ministro Gilberto de Carvalho e Senhora Presidente Dilma Rousseff que ‘O MESMO GOVERNO QUE DIZ DAR O PÃO PARA O POVO, ESMAGA-O ANTES DA ENTREGA”.
Sem mais para o momento,
Psicóloga Marisa Lobo
"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."
Avatar de ffalves

Por 

Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da familia, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba
Fonte:gospel+
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Procuradoria Geral da República acata denúncia contra Rachel Scheherazade; Marisa Lobo convoca evangélicos em defesa da jornalista

PARE, LEIA E PENSE!
Procuradoria Geral da República acata denúncia contra Rachel Scheherazade; Marisa Lobo convoca evangélicos em defesa da jornalista

A Procuradoria Geral da República (PGR) aceitou a denúncia da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) contra a jornalista Rachel Scheherazade, porsuposta apologia e incitação ao crime em um de seus comentários no SBT Brasil.
Rachel se tornou o centro das atenções quando disse que era compreensível que cidadãos fizessem as vezes de justiceiros no combate ao crime, uma vez que, em sua opinião, o Estado não estava cumprindo seu papel em relação à segurança pública. Na ocasião, um grupo de pessoas amarrou um menor nu a um poste, por considerá-lo suspeito de praticar roubos.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que o comentário da jornalista será avaliado: “Não se pode pregar contra o Estado democrático. Isso é muito sério. Se você faz um discurso de ódio para a sociedade, não há como controlar o que ocorre depois por aí”, afirmou. A pena prevista para casos de apologia ao crime varia entre 3 e 6 meses de prisão, ou multa.
Rachel Sheherazade chegou ao SBT depois que seus comentários num telejornal da Paraíba começaram a fazer sucesso nas redes sociais. Contratada pessoalmente por Silvio Santos para ser uma das âncoras do principal noticiário do SBT, a jornalista tem carta branca para emitir opiniões, e afirma que não mudará sua postura: “Eu não me vendo, nem me dobro. Minha palavra, eles não podem cassar, pois vivemos numa democracia. E, neste país, todo cidadão tem direito, garantido pela Constituição, de expressar suas opiniões. Enquanto tiver o aval da minha emissora, o espaço para opinar livremente, é isso o que farei”, pontuou, numa entrevista ao PurePeople.
A psicóloga Marisa Lobo, colunista do Gospel+, lamentou a patrulha ao direito de pensamento e expressão: “Nossa liberdade de expressão está sendo ameaça, diretamente e comprovadamente, por comunistas. Estamos vivendo uma ditadura sem precedentes”, escreveu no artigo “Cristãos unidos em favor da irmã Rachel Shererazade fazem campanha de repúdio ao governo”.
Lobo afirmou que “o caso Sheherazade é a maior prova de ditadura no que se refere à liberdade de opinião”, e conclamou os evangélicos a lutarem pela liberdade de expressão e agirem em defesa da jornalista.
“Peço a todos que lerem este artigo e que se revoltarem com a situação, que imediatamente enviem neste endereço gabinetesg@presidencia.gov.br sua nota de repúdio, pedindo explicações sobre este fato. Este e-mail será direcionado ao ministro das comunicações Thomas Traumann e a Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência. Mostre sua revolta com essa perseguição a uma profissional que apenas cumpre seu trabalho e seu papel social/profissional de denunciar e de esclarecer para a população acerca de tanta barbárie que nem sempre chega aos nossos ouvidos”, convocou Marisa.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Cresce a expectativa pela chegada do Anticristo muçulmano


Guerra na Síria completa três anos contabilizando mais de 140.000 mortos
por Jarbas Aragão

Cresce a expectativa pela chegada do Anticristo muçulmano

A guerra na Síria se arrasta desde março de 2011. Após três anos, já morreram mais de 140.000 pessoas, milhões foram expulsos de suas casas e arrasou a economia do país. Os esforços diplomáticos, não fizeram nenhum progresso. O assunto deixou de ser notícias na maioria das TVs, que hoje voltam suas câmaras para o conflito na Crimeia.
Apesar das ameaças, a ONU não fez nenhum movimento significativo para pôr um fim ao embate. Embora o governo sírio negue, esta é uma guerra religiosa. Mais do que isso, para os radicais de ambos os lados, é o início da última guerra, que trará o final dos tempos sobre a Terra. “Se você acha que todos esses guerreiros mujahideen vieram de todo o mundo para lutar contra o presidente Assad, está enganado”, disse Abu Omar, um jihadista muçulmano sunita que usa faz parte de uma das muitas brigadas anti-Assad da região de Aleppo.
“Eles estão todos aqui, como profetizado pelo Profeta Maomé! Esta é a guerra, que ele prometeu, é a Grande Batalha”, exclamou ele à agência Reuters. Do outro lado do front, muitos muçulmanos xiitas, vindos do Líbano, do Iraque e do Irã são atraídos para a guerra, por acreditarem que ela abrirá o caminho para o retorno do Imã Mahdi. Esse é o nome dado a um descendente de Maomé que “desapareceu” da Terra 1.000 anos atrás e que irá ressurgir em um momento de guerra para estabelecer um governo islâmico global antes do fim do mundo.
Essa crença que contrapõe sunitas e xiitas espalha inquietação em todo o Oriente Médio, onde a religião majoritária é o islamismo. Existem profecias apocalípticas do século 7 atribuídas a Maomé que falam sobre um Oriente Médio encharcado de sangue. São milhares de provérbios do profeta e seus companheiros, ou hadiths, referindo-se ao confronto de dois enormes exércitos islâmicos na Síria, em uma grande batalha perto da capital Damasco.
Segundo a tradição, os hadiths são as mais importantes fontes de autoridade no Islã depois do  Alcorão. Esses textos históricos tornaram-se uma ferramenta poderosa de recrutamento ao redor do mundo. “Temos aqui mujahideen da Rússia, Estados Unidos, Filipinas, China, Alemanha, Bélgica, Sudão, Índia e Iêmen e em outros lugares”, disse Sami, um rebelde sunita que luta no norte da Síria. “Eles estão aqui porque o Profeta prometeu, a Grande Batalha já está acontecendo.”
Ambos os lados enfatizam que o objetivo final é consolidar um Estado islâmico que irá dominar o mundo, subjugando judeus e cristãos antes do final dos tempos. Um dos argumentos usados para justificar as crucificações e decapitações de cristãos na região.
Embora alguns clérigos sunitas e xiitas acreditem que existam “sinais semelhantes”, essa interpretação não é apoiada pela maioria dos líderes.
Segundo a tradição, toda a região será abalada a partir da Península Arábica e chegando até Jerusalém. Quase todos os países do Oriente Médio enfrentarão tumultos. Algo que os radicais acreditam que começou com a chamada “Primavera Árabe” alguns anos atrás. Uma hadith afirma que “o sangue vai chegar ao nível do joelho” em toda a região.
“Cada dia que passa sabemos que estamos vivendo os dias que o Profeta falou”, disse Mussab, que  luta na Frente Nusra, um grupo radical sunita ligado à Al Qaeda. Murtada, um xiita de 27 anos conta que deixou em casa a esposa e dois filhos quando vai à Síria lutar contra os rebeldes, mas explica que não está lutando por Assad. Ele faz tudo em nome do Mahdi. “Mesmo que eu seja martirizado agora, quando ele aparecer irei renascer para lutar contra o exército inimigo. Eu serei seu soldado”, contou ele à Reuters.
Murtada passa a maior parte do tempo na Síria, indo para casa de tempos em tempos: “Nada é mais precioso do que o Imã, nem mesmo a minha família. É nosso dever”, decreta.
Abbas, um soldado xiita iraquiano de 24 anos afirma que percebeu que estava vivendo na era do retorno do Mahdi, quando os Estados Unidos e a Grã-Bretanha invadiram o Iraque em 2003. Atualmente está em Bagdá, onde prepara-se para ir para a Síria pela quarta vez.
Uma pesquisa de 2012 indicou que mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo. Para a maioria deles, o Mahdi virá governar o mundo e derrotar de vez os inimigos dos que servem a Alá.
Desde 2009, Joel Richardson, especialista em profecias bíblicas, vem alertando as igrejas sobre o que ele chama de “O Anticristo islâmico”. Com um livro sobre o assunto e várias pregações, ele é parte de um grupo de estudiosos que defendem que o Mahdi dos muçulmanos é o que a Bíblia chama de o “Falso profeta”, que deve acompanhar o Anticristo em seu reino antes do final dos tempos.

Fonte:gospelprime


A obra de Deus em nossa obra

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Por Abraham Kuyper


O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo(1Ts 5:23)

A diferença entre santificação e boas obras precisa ficar bem entendida.

Muitos confundem as duas, e creem que santificação significa viver uma vida honrável e virtuosa; e, uma vez que isto é o mesmo que boas obras, a santificação, sem a qual nenhum homem verá a Deus, é tomada no sentido de um sincero e diligente esforço para fazer boas obras.

Mas este raciocínio é falso. A uva não deve ser confundida com a vinha, o relâmpago com o trovão, o nascimento com a concepção, não mais do que santificação com boas obras. A santificação é o grão, a semente da qual germinarão o caule e folhas das boas obras; mas, isto não identifica o grão com o broto. Aquele encontra-se no solo e através de suas fibras se agarra às raízes internamente. O último dispara do solo, externamente e visivelmente. Assim, a santificação é o implantar do germe, da disposição e da inclinação, os quais produzirão a florada e o fruto de uma boa obra.

Santificação é obra de Deus em nós, através da qual Ele concede aos nossos membros uma disposição santa, enchendo-nos interiormente com regozijo na Sua lei com repugnância ao pecado. Mas boas obras são atos de homem, que brotam desta disposição santa. Por conseguinte, a santificação é a fonte de boas obras, a lâmpada que brilhará com a sua luz, o capital do qual elas são o dividendo.

Permita-nos repetir: Santificação é uma obra de Deus; boas obras são de homens. A santificação opera internamente; boas obras são externas. A santificação comunica algo ao homem, as boas obras tiram algo dele. A santificação força a raiz dentro do chão, as boas obras forçam o fruto para fora da árvore frutífera. Confundir estes dois faz as pessoas se extraviarem.

O Pietista diz: A santificação é obra do homem; não se pode insistir nisso com ênfase suficiente. Trata-se do nosso melhor esforço para sermos santos. E o Místico mantém: Nós não podemos fazer boas obras, e não podemos insistir nelas, pois o homem é incapaz; só Deus pode operá-las nele, independentemente dele.

Naturalmente, ambos estão igualmente errados e não estão de acordo com a Escritura. O primeiro, ao reduzir a santificação a boas obras, tira-a das mãos de Deus a coloca sobre os homens, que nunca as podem executar; e o último, em fazendo as boas obras tomarem o lugar da santificação, libera o homem da tarefa que lhe foi designada e clama que Deus a executará. Ambos erros devem ser combatidos.

Tanto a santificação como as boas obras devem ser reconhecidas. Ministros da Palavra, e através deles o povo de Deus, devem entender que a santificação é um ato de Deus, que Ele executa no homem; e que Deus ordenou ao homem fazer boas obras para a glória do Seu nome. E isto terá efeito duplo: (1) O povo de Deus reconhecerá sua completa incapacidade para receber uma disposição santa que não seja como uma dádiva da graça livre, e então eles sinceramente orarão por esta graça. (2) Eles orarão para que os Seus eleitos, nos quais esta obra já foi operada, possam mostrá-la adiante, em obras que glorifiquem a Deus: ― assim como nos escolheu nEle (Jesus Cristo), antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante Ele; e em amor (Ef 1:4).

Embora esta distinção seja bem clara, duas coisas podem causar confusão: Primeira, o fato de que a santidade pode ser atribuída às próprias boas obras. Alguém pode ser santo, mas também fazer boas obras. A Confissão, falando de Jesus Cristo, diz das tantas obras santas, que fez por nós e em nosso lugar [Confissão de Fé Belga — Artigo 22 — A Justificação Pela Fé Em Cristo]. Assim é que a santidade pode ser externa e interna.

A passagem seguinte refere-se não a santificação, mas a boas obras: Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento... (2Pe 3:11); segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento (1Pe 1:15);de conceder-nos que, livres das mãos de inimigos, O adorássemos sem temor, em santidade e justiça perante Ele, todos os nossos dias (Lc 1:74-75).

Vemos que a palavra “santo” é utilizada em ambos, na nossa disposição interior e dos resultados dela, a vida exterior. Pode ser dito tanto da fonte como da água, que contém ferro; tanto da árvore como do fruto, que são bons; tanto da vela como da luz, que são claras. E, uma vez que santidade pode ser atribuída a ambas, a disposição interior e a vida exterior, santificação pode ser entendida como se referindo à santificação da nossa vida. Isto pode levar à suposição que uma vida exterior impecável é a mesma coisa que santificação. E se for assim, então santificação nada mais é senão uma tarefa imposta, e não um dom concedido. Deveria ser, portanto, cuidadosamente notado que a santificação da mente, das afeições e disposições não é obra nossa, mas sim de Deus; e que a vida santa a qual surge a partir daí é nossa.

Segunda, a outra causa de confusão são as muitas passagens da Bíblia que exortam e encorajam-nos a santificar, a purificar e a aperfeiçoar as nossas vidas, sim, mesmo a ― aperfeiçoar a nossa santidade (2Cor 7:1) e oferecermo-nos como servos para santificação (Ro 6:19); e a sermos isentos de culpa (1Ts 3:13).

E não devemos enfraquecer estas passagens, como os místicos o fazem; que dizem que estes textos significam, não que devêssemos oferecer os nossos membros, mas que Deus Ele Próprio tomará cuidado especial para que eles sejam assim oferecidos. Esses são truques que levam homens a brincar com a Palavra de Deus: É um abuso da Escritura, em benefício de introduzir as teorias próprias de alguém, sob a cobertura de autoridade divina. Os pregadores que, por medo de imporem responsabilidades sobre homens se abstêm da exortação, e cegam o fio dos mandamentos divinos por representa-los como promessas, tomam sobre si mesmos uma pesada responsabilidade.

Embora saibamos que nenhum homem jamais executou uma única boa obra sem Deus, quem nEle operou ambos, o querer e o executar; embora sinceramente concordemos com a Confissão, que diz que somos devedores a Deus pelas boas obras que fazemos e não Ele a nós... [Confissão de Fé Belga — Artigo 24 ― A Santificação — Referências Bíblicas: 1Co 1:30: 1Co 4:7; Ef 2:10]; e regozijamo-nos com o apóstolo no fato ― Pois somos feitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas (Ef 2:10); ainda assim isto não nos absolve da tarefa de exortarmos os irmãos.

É um fato que apraz a Deus usar o homem como um instrumento, e pelo estímulo de sua própria capacidade e responsabilidade, incitá-lo à atividade. Um soldado da cavalaria, no campo de batalha, é bem ciente do quanto ele depende dos bons serviços do seu cavalo; e também de que o animal não pode correr a não ser que Deus o capacite. Sendo um homem reverente a Deus, ele ora antes de montar para que o Senhor capacite seu cavalo para trazer-lhe vitória; mas após haver montado, ele usa os joelhos e as esporas, relho e voz, ele usa toda sua força para fazer com que o cavalo faça o que deve fazer. E o mesmo é verdade na santificação. A menos que o sopro do Senhor mova-se no jardim da alma, nem uma folha pode mexer-se. Só o Senhor executa a obra, desde o início ao fim. Mas Ele a executa, parcialmente através de meios; e o instrumento escolhido muitas vezes é o próprio homem, que coopera com Deus. E a esta instrumentalidade humana a Bíblia se refere quando, com relação à santificação, ela nos admoesta a fazermos boas obras. Como na natureza Deus dá a semente e as forças e nutrientes no solo e na chuva e na luz do sol para o completo desenvolvimento natural do fruto da terra, enquanto que ao mesmo tempo Ele usa o agricultor para executar a Sua obra, assim também na santificação: Deus faz com que ela opera efetivamente, mas Ele usa o instrumento humano para cooperar consigo, assim como o serrote trabalha em conjunto com aquele que o maneja.

No entanto, isto não deveria ser entendido como se na santificação Deus Se houvesse feito absolutamente dependente do instrumento humano. Isto é impossível; por sua própria natureza o homem pode realmente danificar a santificação, mas nunca, jamais adicionalmente a ela. Por sua natureza ele a odeia e opõe-se a ela. Ademais, ele é absolutamente incapaz de produzir a partir da sua própria e corrupta natureza qualquer coisa que seja para o seu próprio crescimento em santificação. A cooperação instrumental do homem não deve, portanto, ser inapropriadamente tomada, por atribuir-se ao homem um poder para o bem, ou por obscurecer-se a obra de Deus.

É necessário uma cuidadosa discriminação. Aquele que implanta a disposição santa é o Senhor. Os esforços combinados de todos estes instrumentos não poderiam implantar uma única característica da mente santa, não mais do que todas as ferramentas juntas de um carpinteiro não podem produzir o rascunho do molde de um painel. O artista pinta sobre a tela; mas com todos os seus esforços, o seu cavalete, seus pincéis e sua caixa de tintas não podem nunca rascunhar uma única figura. O escultor molda a imagem; mas por si mesmos o seu cinzel, sua marreta e seu tamborete não podem nunca destacar uma única lasca do mármore rude. Gravar as características de santidade no pecador é uma obra do mais elevado sentido artístico, indizivelmente divina. E o Artista que a executa é o Senhor, como São Paulo O chama, O Artista e O Arquiteto da Cidade que tem fundamentos (Hb 11:10). O fato de que apraz ao Senhor utilizar-se de instrumentos para algumas partes da obra não concede aos instrumentos qualquer valor que seja, muito menos capacidade para alcançar qualquer coisa por si mesmos, sem o Artista. Ele é O único Operador.

Mas como Artista, Ele usa três instrumentos diferentes, a saber, a Palavra, Suas relações providenciais, e a própria pessoa regenerada.

1. A Palavra é um poder vital na Igreja, que penetra até ao ponto de dividir as juntas e tutano, e, como tal, é um instrumento divinamente decretado para criar impressões numa pessoa; e estas impressões são os meios pelos quais as inclinações santas são implantadas em seu coração.

2. Experiências de vida também nos causam impressões mais ou menos duradouras; e Deus usa estas também como instrumentos para criar disposições santas.

3. O terceiro instrumento refere-se ao efeito do hábito, do costume. Atos pecaminosos repetitivos fazem audacioso o pecador e criam hábitos pecaminosos; desta forma ele coopera para tornar-se um pecador ainda maior. Numa maneira similar o santo coopera para com a sua própria salvação, ao permitir que a disposição santa irradie-se em boas obras. O ato frequente de fazer o bem cria o hábito. O hábito gradualmente torna-se uma segunda natureza. E é esta poderosa influência do hábito, do costume, que Deus usa para ensinar-nos a santidade. Desta forma Deus pode fazer de um santo o instrumental na santificação de outro.

Um arquiteto constrói um palácio o qual o faz famoso, como um artista. É verdade que o contratante, uma pessoa importante no lugar, é quem erigiu a estrutura; mas o seu nome raramente é mencionado; toda a honra só é reservada para o arquiteto. Na santificação não é a Palavra por Si só que é efetiva, mas aquela Palavra manejada pelo Espírito Santo. Nem é só a experiência de vida, mas aquela experiência usada pelo Artista Santo. E nem tampouco é a pessoa regenerada que serve de exemplo e capataz, mas o Deus Triúno, glorioso, ao serviço de quem ele trabalha.


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Fonte: A Obra do Espírito Santo, Cultura Cristã, págs 493-497.

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