Seja o nosso parceiro neste ministério. Adquira o Ebook COMUNHÃO COM DEUS.

Seja o nosso parceiro neste ministério. Adquira o Ebook COMUNHÃO COM DEUS.
Seja o nosso parceiro neste ministério. Clique e o conheça

Conheça e adquira o Ebook do Livro do Pr. Eli Vieira já está Disponível

Conheça e adquira o Ebook do Livro do Pr. Eli Vieira já está Disponível
Disponível na Amazon

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Líderes que mudam a história e líderes irrelevantes


Por Maurício Zágari
Sempre que assisto a um filme procuro mais do que mero entretenimento. Gosto de estar atento a que mensagens posso tirar dele, que aprendizados as entrelinhas da história podem somar à minha vida, de que modo aquela produção artística tem a contribuir além da superfície da tela. Revi recentemente um longa-metragem de 1989, chamado “Tempo de glória” (foto), baseado na história real de um batalhão de soldados negros comandado por um coronel branco durante a racista guerra civil dos Estados Unidos. Muitos aspectos da trama são comoventes,  mas um em especial captou minha atenção: o tema da liderança.
No começo do filme, os soldados negros são tratados como inferiores, o tempo inteiro, pelo próprio exército a que servem. Não recebem uniformes, têm os pés feridos porque o governo não lhes fornece botas e meias, são obrigados a saquear cidades em vez de ir para o combate. Tudo aquilo joga a moral do 54º Batalhão lá para baixo. Os soldados desprezam seu líder, o coronel Robert Shaw (na foto, o verdadeiro e o ator Matthew Broderick, que o interpreta no filme). Isso aconTempo5tece porque não enxergam nele autoridade real, pois sabem que está ali apenas porque seu pai é um político influente. Shaw vê o problema e percebe que, se não fizer algo, terá de lidar com o eterno desprezo dos liderados, que só o obedecem por força da autoridade do cargo (e não por enxergarem nele alguém capaz).
É dia de pagamento. Para surpresa geral, chega a informação oficial de que, por serem negros, aqueles soldados receberiam um soldo de dez dólares, em vez dos treze prometidos quando se alistaram. O coronel sobe em um palanque e informa a tropa desse fato. A – justa – revolta é geral: os soldados começam a bradar, gritar, reclamar e a rasgar seus contracheques em sinal de protesto.  A confusão impera. Motim à vista. Todos olham de forma desafiadora para o líder a quem desprezam, já esperando dele a inevitável reprimenda ou a previsível punição por aquela sublevação. Diante da balbúrdia total, o coronel toma a iniciativa inesperada. Em alta voz ele dirige-se aos soldados:
— Se vocês não vão receber o salário prometido… ninguém vai!
E, para espanto deles, rasga o próprio contracheque, na frente de todos. Após um instante de silêncio e estupefação, todo o batalhão vibra com a atitude de seu líder e começa a aclamá-lo. Ao apoiar seus liderados e tomar as dores deles em favor da justiça, aquele homem, até então alvo de chacota e desrespeito, passa a ser honrado pelos subordinados, que começam a segui-lo pelo valor que tem e não porque ocupa um cargo hierarquicamente superior.
Tempo2Ao final do filme, numa investida contra um forte dominado pelo inimigo, em vez de seguir o que o protocolo do exército ditava e permanecer montado em seu cavalo, na retaguarda (o lugar mais protegido da batalha), o coronel desce de sua montaria para o nível do chão e posiciona-se à frente de todos, trocando o lugar mais seguro justamente pelo mais vulnerável. Aquele magnífico exemplo de liderança choca, emociona e motiva os soldados. Desculpe estragar o final do filme, mas preciso dizer: o líder que desceu para o nível dos liderados, comprou suas dores e expôs-se ao perigo pessoal para motivá-los acaba tombando no campo de batalha. Morre. E, nos créditos finais, somos informados de que, na vida real, os atos de bravura daquele batalhão, inspirados por seu líder, mudaram toda a postura do exército com relação aos soldados negros, o que incentivou o alistamento de milhares de homens e a consequente vitória na Guerra Civil.
Tudo fruto de um líder que soube liderar. E que, por isso, mudou os rumos da história.
Tempo3Não é difícil ser um líder. Para isso basta as circunstâncias da vida te porem em uma posição de autoridade. A partir daí é só dar ordens. O que é muito, mas muito fácil. Minha filha de 2 anos sabe dar ordens a suas bonecas. O difícil, isso sim, é ser um bom líder. Aquele que não precisa fazer força para que seus liderados o sigam. Que é seguido por vontade e não por obrigação. Ao longo de minha vida já vi líderes que, bastava virar as costas, todos os liderados começavam a falar mal dele. Dignos de pena. Não eram respeitados ou reconhecidos, a única coisa que fazia deles um líder era o posto que ocupavam. E um líder que é obedecido em vez de ser seguido é uma pálida sombra do que deveria ser.
O líder ideal não é temido, é amado. Não se impõe, é servido com prazer. Entende que sua liderança existe em função dos liderados e não o contrário. Quem acredita que os liderados estão ali em função de si será sempre um homem com uma miragem. O bom líder é imitado por seus subordinados, é um exemplo, um modelo. Suas decisões não são questionadas porque “quem manda aqui sou eu”, mas porque ele tem a confiança dos que lidera.
O bom líder não é o que usa artifícios e estratégias para se impor, mas é reconhecido espontaneamente como alguém que sabe apontar caminhos. É o alfa do bando não porque voou na jugular dos outros machos que disputavam a liderança, mas porque os subordinados o reconhereram como tal e lhe entregaram o cetro sem que ele precisasse mexer um dedo. Quer saber se o líder é bom ou não? Esconda-se no banheiro e ouça o que os liderados falam sobre ele pelas costas. Você vai se surpreender com o que vai ouvir. E tudo isso vale para líderes de ambientes seculares e também da igreja.
Tempo4Jesus é o modelo supremo. Ele rasgou o contracheque de sua glória para descer ao nível de seus liderados. Dispensou o cavalo de seu conforto celestial e a retaguarda da proteção do céu e se pôs de peito aberto na frente de batalha. Morreu. E, assim como o coronel do filme, com sua morte ele mudou os rumos da história. Porque, em última instância, o grande líder é aquele que será lembrado por ter aberto mão de si mesmo por aqueles que liderava e deixado um exemplo a ser seguido por gerações e gerações. O líder ordinário, o que pensa mais em si do que nos liderados, é irrelevante. É dispensável. É supérfluo. E, pouco tempo depois de morrer, será esquecido. Esse, se for lembrado, será não como um referencial, mas como um tirano, um déspota ou um pobre coitado.
Robert Shaw era um homem que, antes da guerra, só cuidava de si e sua família – depois de morrer, ganharia no máximo uma lápide como qualquer outra. Mas o líder Robert Shaw tornou-se um referencial a ser imitado; inRobert Shawspirou vidas; foi tema de livros, poesias e de um filme que recebeu três Oscars; ganhou um monumento em sua homenagem na cidade de Boston; outro em Nova York; seu nome consta de uma placa no hall de honra da Universidade Harvard; na Galeria de Arte Nacional de Washington há uma escultura em platina que relembra seus feitos (foto); todo um bairro em Washington hoje chama-se Shaw, em sua memória; e aqui estamós nós, exatos 150 anos após sua morte, falando sobre ele.  Tudo isso é um reconhecimento ao magnífico líder e ao legado que deixou com suas atitudes – mais centradas nos liderados do que nele mesmo.
Que tipo de líder é você? E que tipo de líder você segue? As respostas a essas perguntas podem alterar os rumos da sua história. Ainda há tempo de tomar coragem e mudar. A decisão é sua.
Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Mauricio

Abraçando o Sofrimento (John Piper) – Pregação Completa



piper-sofrimento

Celebramos, neste fim de semana passado, a páscoa, onde pensamos na morte e ressurreição de Cristo (sem nos esquecermos que fazemos isso toda ceia) e o grande amor que Ele demonstrou por nós e a sua gloriosa salvação. Mas há algo que esquecemos: nós os que cremos, que estamos unidos com Cristo, somos chamados a também tomarmos nossa cruz (não com aspecto salvífico, lógico) e seguirmos a Cristo. O apóstolo Paulo nos lembraria que se com Cristo sofremos, com Cristo também seremos glorificados (Rm 8.17).
John Piper, neste sermão, pregado no Passion 2013, nos convida a abraçarmos o sofrimento pela causa de Cristo e da libertação de pessoas da escravidão das trevas, capacitados pela promessa de imensa alegria em Cristo no paraíso e, assim, libertos do medo da autoproteção.
Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá, mas quem perder a vida por minha causa e pelo evangelho, a salvará. (Mc 8:35)


Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2013/04/abracando-o-sofrimento-john-piper-pregacao-completa/#ixzz2PE6eJoDq

Marco Feliciano diz que comissão era “dominada por Satanás”; assista



A afirmação do deputado do PSC não foi bem recebida por ex-presidentes da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.
por Jarbas Aragão

Marco Feliciano diz que comissão era “dominada por Satanás”; assistaMarco Feliciano diz que comissão era "dominada por Satanás"

Marco Feliciano novamente teve dificuldades para participar de um culto. Anunciado como pregador de um evento em Passos (MG) na sexta-feira, foi recebido por protestos na frente do local.
O culto promovido pela Assembleia de Deus foi num ginásio, onde estavam centenas de evangélicos. Contudo, cerca de 50 pessoas empunhando cartazes e camisetas com mensagens contra ele fizeram uma manifestação do lado de fora do ginásio.
Durante sua pregação ele disparo: “Essa manifestação toda se dá porque, pela primeira vez na história desse Brasil, um pastor cheio de Espírito Santo conquistou o espaço que até ontem era dominado por Satanás”. Logo em seguida,  criticou o fato de um seminário sobre “diversidade sexual na primeira infância” ter sido promovido pela Comissão em 2012. “Eu morro, mas não abandono minha fé”, gritou ao fim, sob os aplausos dos presentes e declarações de apoio.
Para sair do local, Feliciano foi escoltado pela Polícia Militar. Alguns manifestantes inclusive cercaram o carro da PM, mas a polícia não precisou usar a força.
A afirmação do deputado do PSC não foi bem recebida por ex-presidentes da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.
Iriny Lopes (PT-ES), deputada que dirigiu a comissão em 2010, repudiou a afirmação. Insiste que: “Esse pastor é um ridículo. É um vexame e deveria se mancar e não expor à Câmara ao ridículo”, emendando que ele “empobrece o parlamento”.
“Mais uma vez, ele mostra desequilíbrio, inclusive emocional, para presidir uma comissão. É um cargo que exige parcimônia, respeito”, asseverou a deputada federal Manuela D´Ávila (PC do B-RS), presidente da CDH em 2011.
Presidente em 2012, Domingos Dutra (PT-MA) que apoiou a eleição de Feliciano, mas depois se voltou contra o pastor, também se mostrou insatisfeito. “Cada vez que fala, ele se encrenca. Ele ofende os demais colegas”.
Assista:
Fonte:gospelprime

Governador intervém e ordena investigação em universidade onde alunos eram obrigados a pisar no nome de Jesus



Governador intervém e ordena investigação em universidade onde alunos eram obrigados a pisar no nome de Jesus

Recentemente, o professor universitário Deandre Poole causou polêmica ao sugerir a seus alunos queescrevessem o nome “Jesus” num pedaço de papel e pisassem sobre ele, como forma de afirmar que tal nome não tem valor. O caso tomou uma notoriedade maior ainda porque a Florida Atlantic University suspendeu um aluno mórmon que se recusou a participar do exercício sugerido pelo professor.
Apesar de a universidade ter se pronunciado pedindo desculpas para as pessoas que se sentiram ofendidas com o episódio, o governador da Flórida, Rick Scott, ordenou que fosse instaurada uma investigação sobre o incidente, para assegurar que casos semelhantes não voltassem a acontecer.
De acordo com o site The Miami Herald, Scott escreveu uma carta ao chanceler do Sistema Universitário Estadual, Frank Brogan, exigindo uma investigação.
- Estou pedindo um relatório do incidente, como ele foi tratado e uma declaração de políticas da universidade para assegurar este tipo de “lição” não venha a ocorrer de novo – escreveu Scott.
Em um comunicado oficial, a universidade garantiu que este exercício não será usado novamente.
- A Universidade tem de mais caro seus valores centrais. Pedimos sinceras desculpas por qualquer ofensa que isso causou. A Florida Atlantic University respeita todas as religiões e acolhe pessoas de todas as fés, origens e crenças. – declarou a universidade, que afirmou ainda que “alunos foram obrigados a participar do exercício” e que “nenhum aluno foi expulso, suspenso ou punido pela Universidade como um resultado de qualquer atividade que teve lugar durante a aula”.
Porém, o governador Rick Scott afirmou que quer mais do que simplesmente um pedido de desculpas, e que a atitude do professor vai contra os direitos de liberdade religiosa dos americanos.
- A lição do professor era ofensiva, e até mesmo intolerante, para os cristãos e pessoas de todos os credos, que merecem ter respeitados como americanos o direito de liberdade religiosa – afirmou Scott.
Por Dan Martins
Fonte: Gospel+

Israel se torna o centro com a maior população judaica mundial



População judaica em Israel ultrapassou seis milhões, aponta censo
por Jarbas Aragão

Israel se torna o centro com a maior população judaica mundialIsrael se torna o centro com a maior população judaica mundial

Israel tornou-se o lar da maior população judaica do mundo, ultrapassando os Estados Unidos pela primeira vez. A marca de seis milhões de judeus no país possui um significado histórico, pois este foi o número de judeus mortos no Holocausto.
Estatísticas do último censo revelam que a população total de Israel chegou a oito milhões, com um razoável aumento na comunidade judaica impulsionado pelo retorno dos membros da diáspora. Em comparação, nos EUA vivem hoje 5.5 milhões de judeus, sendo que dois milhões estão concentrados na região de Nova York. Além disso, meio milhão vivem na França e cerca de 290.000 no Reino Unido.
Os números do censo, divulgados sexta-feira (29), revelam que 1.6 milhões de árabes residem em Israel. Os cristãos oficialmente são 350.000 e uma pequena parcela se declarou sem religião.
Antes do Holocausto, a população judaica global era estimada em 18 milhões, enquanto hoje é de aproximadamente 13.8 milhões. O professor Sergio Della Pergola, da Universidade Hebraica de Jerusalém, disse: “Israel, de fato, experimentou no ano passado um crescimento no número de judeus, mas a população judaica do mundo continua em declínio”.
O historiador israelense Tom Segev comemorou: “Seis milhões é um número absolutamente simbólico, mas a maioria dos judeus ainda vive fora de Israel. Mas, dentro de cinco, sete ou 10 anos, você pode ser capaz de dizer que a maioria dos judeus do mundo mora em Israel e será correto dizer que, pela primeira vez em 2.000 anos, os judeus estão de fato em Israel”.
Uma parte significativa da população judaica de Israel vive na região de Tel Aviv. Um relatório recente no jornal Haaretz sugere que 80% da população de Israel irá viver na capital do país até 2025.
Para os estudiosos da Bíblia, este fato histórico é um cumprimento das profecias do Antigo Testamento, depois do restabelecimento do Estado de Israel (Isaías 66:7-8) e da volta dos judeus para lá, a própria terra verá um milagre de recuperação (Isaías 35). Como isso, o povo Judeu será reunido na Terra Santa vindos dos “quatro cantos da terra” no final dos tempos (Isaías 11:10-12). Com informações Daily Mail.
Fonte:gospelprime

Estudo revela que mentir faz mal para saúde



Foram dez semanas de estudo onde cem pessoas ficaram divididas em dois grupos, quem mentiu menos teve melhoras físicas e psicológicas
por Leiliane Roberta Lopes

Estudo revela que mentir faz mal para saúdeEstudo revela que mentir faz mal para saúde

Que mentir é pecado todo cristão já sabe, mas que faz mal à saúde nem todos sabiam. Uma pesquisa realizada por psicólogos afirmam que o ato de mentir causa problemas físicos e psicológicos em curto prazo.
Para chegar a essa conclusão os pesquisadores da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, analisaram por dez semanas os efeitos da honestidade em uma pessoa.
Foram cem indivíduos analisados com idades entre 18 e 71 anos, os psicólogos dividiram em dois grupos, sendo que metade deles foram instruídos a evitar perguntas que pudessem acarretar em mentiras e a outra metade liberada para enganar.
Semanalmente os responsáveis pelo estudo examinavam os pacientes através de polígrafos e chegaram à conclusão de que o grupo honesto apresentou uma saúde melhor que os mentirosos apresentando em média quatro vezes menos queixas ligadas à saúde mental e três vezes menos reclamações de dores físicas.
A psicóloga que liderou o estudo, Anita Kelly, explicou que a intenção da pesquisa era saber se viver honestamente pode melhorar a saúde já que nos Estados Unidos a média é que cada pessoa minta 11 vezes por semana.
Kelly percebeu que os participantes da equipe honesta conseguiram reduzir o número de mentiras em torno da quinta semana de prática, uma mudança no comportamento que resultou na melhora das relações mais próximas.
Para não mentir muitas pessoas conseguiram contornar perguntas complicadas fazendo outras perguntas e trocando de assunto, em outras condições falar a verdade foi a escolha que fez com que muitos dos participantes evitassem inventar desculpas.
Fonte:gospelprime

Páscoa: Vídeo de crianças contando a história de Jesus faz sucesso na internet; Assista



Páscoa: Vídeo de crianças contando a história de Jesus faz sucesso na internet; Assista

Um vídeo no qual a Paixão de Cristo é encenada por crianças tem feito um grande sucesso na internet, sendo compartilhado e reproduzido em sites e redes sociais. No vídeo, o relato bíblico sobre a morte e ressureição de Cristo é narrado e encenado por crianças entre 3 e 5 anos, e tem atraído a atenças de milhares de pessoas.
O vídeo foi gravado por membros da igreja Comunidade Luterana do Redentor, no Bairro São Francisco, em Curitiba. A gravação durou um dia, e foi realizada em uma chácara de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, e contou com a participação de 20 crianças da igreja.
Carolina Stuernagel, uma das idealizadoras do vídeo, conta, que a ideia inicial do projeto era simplesmente montar um vídeo sobre a data com ajuda de pessoas que frequentam a igreja. A inspiração de utilizar crianças como atores surgiu de outro vídeo, produzido por australianos.
- O objetivo principal era fugir dessa história de que a Páscoa é representada pelo ato de receber chocolates, e sim, mostrar a mensagem original da Paixão de Cristo – afirmou, segundo o G1.
- A gente até esperava que tivesse alguma ‘audiência’, mas realmente nos surpreendemos com os números e com o poder da internet – completou Carolina, sobre a repercussão do vídeo.
Ela falou ainda sobre como foi trabalhar com crianças na produção, e afirma que isso fez com que o resultado ficasse melhor do que o que foi previsto no roteiro.
- Gravar o áudio foi mais fácil que montar as cenas. Mas foi super legal, o improviso ficou melhor que o roteiro e o resultado ficou mais espontâneo, natural – explicou Carolina Stuernagel, que completou dizendo: – Quando a gente trabalha e convive com crianças as coisas se tornam ainda mais maravilhosas. Se de todos os compartilhamentos, pelo menos 1% dessas pessoas entendeu o sentido real da Páscoa, para nós já é uma comemoração muito grande.
Assista ao vídeo:
Por Dan Martins
Fonte: Gospel+

Quando o Livro da Vida foi escrito?


.


Por Clóvis Gonçalves


O Apocalipse fala daqueles "cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida desde a fundação do mundo" (Ap 17:8). Há duas possibilidades aqui, interpretar a expressão como significando que os nomes de todos os salvos estavam registrados no Livro da Vida desde a fundação do mundo ou que o nome de cada pessoa é escrito quando o evangelista ora pelo decidido, pedindo a Deus que escreva o seu nome no livro da vida.

Esta última posição é a defendida pelo Pr. Ciro Sanches Zibordi, numa interessante série sobre o Livro da Vida, escrita sob uma ótica anti-calvinista (já que dizer sob uma ótica arminiana pode soar como zombaria).

Observemos um detalhe, antes da análise em si. A passagem em questão não fala dos que tiveram seus nomes escritos no Livro da Vida e sim dos que não tiveram os seus nomes registrados nesse memorial. A relevância disso terá que ficar para uma análise posterior.

A expressão "desde a fundação do mundo" no grego é "apo kataboles kosmou", composta por uma preposição, seguida de um substantivo e de seu complemento. É uma expressão relativamente comum no Novo Testamento, sendo que exatamente como em Ap 17:8 ocorre mais seis vezes (Mt 13:35; 25:34; Lc 11:50; Hb 4:3; 9:26; Ap 13:8). Uma leitura atenta dessas passagens demonstra que a idéia não é de algo que vem sendo realizado de forma continuada a partir da fundação do mundo, mas de algo considerado consumado desde esse momento, com possível excessão de Lucas 11:50.

Assim, quando o profeta disse "publicarei coisas ocultas desde a criação do mundo"(Mt 13:35) não estava se referido a segredos gradativamente ocultados, mas de algo completamente oculto desde o princípio. Quando Jesus disse que o reino dos benditos do Pai estava "preparado desde a fundação do mundo" (Mt 25:34) não pretendia que os discípulos entendessem que o reino era preparado para cada um deles quando se convertiam, mas que tudo já estava preparado quando esse mundo foi trazido à existência. O mesmo pode ser dito das obras"concluídas desde a fundação do mundo" (Hb 4:3), obras estas necessárias ao descanso dos santos. Deus não toma providências para o destino dos salvos no momento em que creem, mas desde a fundação do mundo tudo está pronto. Isto inclui a morte de Cristo como provisão para a salvação, que embora se diga que "foi morto desde a fundação do mundo" (Ap 13:8) não significa que Ele sofreu"muitas vezes desde a fundação do mundo" mas uma única "vez por todas" (Hb 9:26). Vimos que a ideia expressa pela frase "desde a fundação do mundo"enfatiza algo realizado de forma completa quando os fundamentos do mundo foram lançados e não algo que vem sendo feito desde então.

O pastor Ciro faz a sua tese depender da preposição "apo" e não da expressão completa. Porém, a classe de palavra que tem tempo e modo é o verbo, e é para ele que devemos nos voltar se quisermos saber quando e de que forma algo ocorre. Devemos perguntar ao texto "o que [não] ocorreu antes da fundação do mundo?" e a resposta é "nomes [não] foram escritos".

O verbo "gegraptai" está no tempo Perfeito e no modo Indicativo. O modo Indicativo, nos informa o Léxico Grego de Strong "é uma simples afirmação de fato. Se uma ação realmente ocorre ou ocorreu ou ocorrerá, será expressa no modo indicativo". Já o "Perfeito grego corresponde ao Perfeito na língua portuguesa, e descreve uma ação que é vista como tendo sido completada no passado, uma vez por todas, não necessitando ser repetida". Portanto, a passagem não se refere a algo que vem sendo feito a cada oração de pregador por um convertido, mas de algo que foi completado de forma cabal no passado. Se João quisesse enfatizar uma ação iniciada no passado e realizada ao longo do tempo teria usado o verbo no Aoristo, que aliás é o tempo (aspecto) mais comum no grego.

Concluímos que a expressão desde a fundação do mundo não significa"começando lá e continuando até o último convertido". Mas se refere a algo que estava concluindo quando Deus lançou os fundamentos da terra, antes de criar o primeiro homem.

Fonte: Cinco Solas

E se desse a louca na “igreja” e ela… quisesse ser IGREJA?



Vídeo questiona a maneira como a igreja brasileira age
por Jarbas Aragão

Em 23 de janeiro de 2004, o pastor Caio Fábio publicou um texto em seu site onde fazia, como de costume, uma série de críticas à igreja evangélica. Uma lista de “20 passos” apontava o que seria necessário para que a “igreja… quisesse ser IGREJA?
Quase dez anos depois, o material ganhou uma nova forma de apresentação. Às vésperas da Páscoa de 2013, Francisco Pacheco, ligado ao movimento de Caio, o Caminho da Graça, postou em seu canal do Youtube um vídeo com o texto narrado.
Rapidamente, o material começou a ser a ser divulgado e comentado nas redes sociais. Levando-se em conta os comentários associados a ele, parece que agradou evangélicos de várias denominações, incluindo líderes.
“Um vídeo para assistir sempre que nos perguntarmos como anda a igreja”, diz uma das pessoas que divulgou o material. “Assim creio! E quem já foi ou é pastoreado por mim pode compartilhar dessa graça de Jesus!”, celebra um pastor.
Veja abaixo o vídeo e confira a transcrição:
1. Crer que o Evangelho não está em disputa com as Religiões do mundo, e nem tampouco pretende ser uma delas.
2. Crer que a obra de evangelização nada é além do viver em fé a revelação do amor e da Graça de Deus em Cristo Jesus, sem nenhuma questão.
3. Crer que toda “missão” com o tempo estraga a Missão Original, pois esta só permanece pura enquanto é fruto do amor que faz sem perceber e sem contar…
4. Crer que ela não é a Juíza do Homens, nem a mantenedora dos bons costumes, mas a propagadora da Palavra que a atingiu como Boa Nova, a saber: que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo, e não imputando aos homens as suas transgressões.
5. Crer que o Espírito Santo é Vivo, Livre e Soberano, e que a Palavra é Viva e Eficaz, sendo, portanto, trabalho do Espírito e da Palavra, convencer os homens do pecado, da justiça e do juízo—não sendo esta, portanto, a tarefa da Igreja.
6. Crer que ela é a comunidade dos que foram chamados nos becos, vielas e antros da Terra—conforme a parábola de Jesus; e isso porque os filhos de Abraão segundo a carne não se acharam dignificados pelo convite—; e, portanto, dela se espera que aceite o convite, que vista-se com as vestes da justiça da fé, e que não questione a presença de ninguém nas Bodas do Cordeiro.
7. Crer que por uma questão de ordem histórica e funcional, a Igreja se mostra como “igreja”, e que é parte do movimento de cura “desta” o buscar ser sempre Aquela.
8. Crer que a única leitura bíblica que não perverte a consciência no caminho da lei, da moral e da religião, é aquela que tem em Jesus a sua Chave Hermenêutica; sendo que depois dessa compreensão em fé há uma única questão a ser levantada pelo povo de Deus ante leitura da Palavra: Como Jesus interpretou essa questão com as ações de Sua própria existência humana? É no espírito dos gestos de Jesus que a Palavra Encarnada se explica e se mostra aos nossos olhos. Ele a interpretou para nós.
9. Crer realmente que o fim da Lei é Cristo para a justiça de todo aquele que crê. Portanto, em Jesus encerrava-se uma Era e iniciava-se o que É. Tudo o que veio antes era sombra. Nele, em Cristo, estão todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. Nele está todo o saber para a vida.
10. Crer que é impossível renovar para arrependimento quem um dia disse que cria que em Jesus toda a Lei se cumprira; que toda justiça se fez em favor dos homens; que tudo o que houvera antes teve em Cristo seu cumprimento e totalização; mas, mesmo assim, insiste em pregar ao povo um caminho quase-de-Cristo. Sim, a esses que já foram iluminados pela consciência da Graça de Deus em Cristo, e dela caíram, rendendo-se aos legalismos e às doutrinas de homens—é impossível renovar para arrependimento, visto que depois de terem crido que em Jesus Tudo Está Consumado, voltaram atrás, e puseram pesados e falsos jugos de opressão sobre os filhos dos homens. Esses não sabem mais o que é arrependimento e gratidão—esqueceram de quem são!—, visto que trataram a Cruz como quem pisa nela, e a despreza como o Feito Que Fez.
11. Crer que os dons de Deus concedidos aos homens são para serviço, de tal modo que um apóstolo é servo de todos, pois quanto mais se chega perto do Cabeça, mais a mente deve discernir que a única forma de servir a Cristo é fazendo como Ele: esvaziando-se…e se tornando figura humana…reconhecível em sua humanidade…e jamais usurpando nada da Glória da Graça de Deus.
12. Crer que somente se nos tornarmos gente boa de Deus é que teremos qualquer chance de sermos percebidos genuinamente como povo de Deus na Terra; do contrário, seremos sempre apenas parte da Religião Cristã.
13. Crer que Deus não se contamina com a presença de quem quer que seja, e que a Igreja é como uma porta aberta, não é uma Lavanderia e nem um Tribunal. Portanto, que sejam todos bem-vindos ao ajuntamento do povo de Deus.
14. Crer que Deus não está chamando clones para formar a Igreja, mas indivíduos, completamente únicos e singulares; e que todos terão que fazer seu próprio caminho na Graça de Deus; e, portanto, ninguém tem o poder ou o direito de julgar quem quer que seja por ser diferente.
15. Crer que o único Dogma da Fé é o amor, e que tudo o mais, sem amor, é apenas presunção humana e de nada aproveitará aos olhos de Deus, mesmo que a doutrina esteja certa.
16. Crer que a apostasia da igreja não vem em formas, mas em conteúdos. E a grande apostasia nunca será sobretudo comportamental, mas confessional, pois admite-se que todo homem é pecador e erra—pecar não lhe é algo alienígena—; a Palavra de Deus, porém, é perfeita; por isso, falsificá-la, negando a Graça de Deus realizada e consumada em favor de todos os homens, é desvio da fé, e é a Grande Apostasia.
17. Crer que a língua é o pior veneno do homem, e que é pela língua que a “igreja” mais ofende a Deus e ao próximo—com seus juízos, certezas, arrogâncias e delírios—;sendo, portanto, imprescindível que todo e qualquer progresso espiritual seja medido pelo modo como os homens usam a sua própria língua em relação ao próximo.
18. Crer que se desejarmos ser aproveitados como servos no reino de Deus, temos que nos desconverter de todas as nossas práticas, valores, importâncias e dogmas anteriores—visto que o Espírito não tirará pedaço de pano novo para remendar as vestes velhas. Cada geração tem que ouvir a Palavra com os ouvidos do Dia Chamado Hoje, que é Dia de Salvação.
19. Crer que ter a mente de Cristo não é possuir conhecimento técnico da Bíblia, mas sim ser capaz de olhar a vida com o olhar da misericórdia, da justiça e da Graça.
20. Crer que Deus deseja prosperar o Seu povo no corpo, na mente e no espírito, e que o sinal de tal prosperidade é a gratidão, o trabalho honesto, e a devoção integrada à totalidade da vida.
Fonte:gospelprime

domingo, 31 de março de 2013

Um Amor de Ressurreição Tão Incrível!


.


Por John Piper

Domingo de Páscoa

"Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai." (João 10:17-18)

Por que Jesus diz isso? Por que ele enfatiza sua voluntariedade em morrer? Porque se isso não fosse verdade — se sua morte fosse forçada a ele, se não fosse livre, se seu coração não estivesse de fato nisso — então uma grande interrogação seria colocada sobre seu amor por nós.

A profundidade de seu amor está em sua liberdade. Se ele não morreu por nós voluntariamente — se ele não escolheu o sofrimento e o abraçou — então quão grande é seu amor realmente? Então ele enfatiza isso. Ele deixa explícito. Isso vem de mim, não das circunstâncias, não de pressão, mas do que eu realmente anseio fazer.

Jesus está enfatizando para nós que seu amor por nós é gratuito. Ele parece ouvir alguma calúnia inimiga dizendo: “Jesus não ama a você de verdade. Ele é um mercenário. Ele entrou nessa por outra razão que não amor. Ele está sob algum tipo de obrigação ou compulsão externa. Ele não quer realmente morrer por você. Ele apenas de alguma maneira acabou entrando nessa tarefa e tem de se submeter às forças que o controlam.” Jesus parece ouvir ou antecipar algo assim. E ele responde: “Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la.” Ele está pressionando nesse ponto para ver se creremos em seu protesto de amor, ou se creremos no oposto — que seu coração não está realmente nisso.

Qualquer um que faz uma afirmação como essa está mentalmente perturbado, mentindo, ou é Deus. Eu tenho autoridade de dentro da morte, como um homem morto, de tomar minha vida de volta quanto eu quiser. Agora qual é o ponto aqui? Bem, o que é mais difícil? Controlar o momento de sua morte, ou dar a si mesmo vida novamente quando já morto? O que é mais difícil? Dizer “eu entrego minha vida por minha própria iniciativa,” ou dizer “eu tomarei minha vida de volta depois que estiver morto”?

A resposta é óbvia. E esse é o ponto. Se Jesus podia tomar — e tomou — sua vida de volta da morte, então ele de fato estava livre. Se ele controlou o momento em que saiu da sepultura, ele certamente controlou o momento em que ele foi para a sepultura.

Então eis o ponto. A ressurreição de Jesus é dada a nós como a confirmação ou a evidência de que ele estava, de fato, livre ao entregar sua vida. E então a ressurreição é o testemunho de Cristo quanto à liberdade de seu amor.

O Significado da Páscoa

De todas as grandes coisas que a Páscoa significa, ela também significa isso: é um grande “Eu quis fazer isso!” por trás da morte de Cristo. Eu quis fazer isso! Eu estava livre. Você vê o quão livre eu estou? Você vê quanto poder e autoridade eu tenho? Eu era capaz de evitá-la. Eu tenho o poder de tomar minha vida e voltar da sepultura. Então, como eu não conseguiria devastar meus inimigos e escapar da cruz?

Minha ressurreição é um brado sobre meu amor por minhas ovelhas: Eu era livre! Eu era livre! Eu escolhi isso. Eu abracei isso. Eu não fui capturado. Eu não fui encurralado. Nada pode me obrigar a fazer o que eu não escolho fazer. Eu tinha poder para tomar minha vida de volta da morte. Quão mais, então, eu poderia evitar meu encontro com a morte!

Eu estou vivo para mostrar a você que eu realmente amei você. Eu amei você livremente. Ninguém me forçou a fazê-lo. E agora estou livre para passar a eternidade amando você com um amor onipotente de ressurreição para sempre e sempre.

Vinde a mim, vós todos pecadores que necessitam de um Salvador. E eu os perdoarei, os aceitarei, e os amarei de todo o meu coração para todo sempre.


Veja outros devocionais da série clicando aqui!

________________________
Por John Piper © 2013 Desiring God Foundation. Usado com permissão. Website em português: www.satisfacaoemdeus.org. Original: Love to the Uttermost (Free eBook for Holy Week)Tradução: www.VoltemosAoEvangelho.com. Original: John Piper – Um Amor de Ressurreição Tão Incrível (Amor ao Extremo 9/9)

.

Edith Schaeffer (1914-2013)


.


Edith Schaeffer, a esposa do Rev. Francis Schaeffer (1912-1984) e com ele fundadora do L’abri, agora está com o Senhor. Faleceu hoje (30 de Março de 2013) em sua casa, na Suíça, cuidada em seus últimos dias por sua filha Debby e seu genro, Udo Middleman.

Edith é uma forte expressão do ensino bíblico sobre a mulher auxiliadora. Muito poderia ser dito aqui, sobre como ela abriu mão de luxos e caminhou para a simplicidade em seu casamento com Francis (a história da lua de mel, contada no livro “A celebração do matrimônio”, é especialmente marcante). Apoiou e contribuiu imensamente para o ministério do esposo, desenvolvendo o trabalho com crianças e iniciando L’Abri com ele. Suportou o seu marido em oração: quando ele, em crise, questionava e revisava sua fé, ela orava incessantemente pelo marido. Enriqueceu a experiência comunitária – seu senso estético e sensibilidade com as pessoas a transformaram em um canal importante para a comunicação do conteúdo transmitido em L’Abri. Ajudou o seu marido, viajando sempre com ele, e, na ocasião em que ele precisou passar muito tempo longe da esposa numa Europa destruída pela Segunda Guerra, o acolheu e cuidou dele durante as semanas seguintes, em que ele precisou ficar de cama, sendo alimentado por uma sopa feita com todo amor. Quando dos últimos dias do Rev. Francis, ela o acompanhou fielmente, levando-o para morrer em casa, como ele desejava, tendo a paisagem e a música de Haendel a embalar sua caminhada.

Edith comunica sensibilidade e força, coragem e simpatia, inteligência e doçura. Gostava de dançar, e teve seus impulsos reprimidos quando se aproximaram de um presbiterianismo fundamentalista. Mas logo redescobriram o amor pelas artes e a liberdade cristã. Escreveu livros importantes como a história de L’Abri (L’Abri e The tapestry), outros sobre o cristianismo, o sofrimento, a família, e a arte de decorar e embelezar as coisas (The hidden art). Adorava formar pares, e conseguiu “fazer muitos casamentos” entre os visitantes e obreiros de L’Abri.

Agora ela está com o Pai. Sempre trabalhou para ter um lar acolhedor e aconchegante a todos os que visitavam os chalés na Suíça, mas agora é recebida no maior acolhimento e aconchego da presença de nosso Senhor. Seus livros e o ministério de L’Abri continuarão testemunhando do casal que se recusou a dissociar evangelho de beleza, verdade de amor, e, por isso, causou tanto impacto.


Para ler outras matérias sobre a morte de Edith, confira os links abaixo:


sábado, 30 de março de 2013

Maior genocídio da história foi contra os cristãos na ex-União Soviética



Documentário quer mostrar o terrível custo humano do "ateísmo militante".
por Jarbas Aragão

Maior genocídio da história foi contra os cristãos na ex-União SoviéticaMaior genocídio da história foi contra os cristãos na ex-URSS

A história do mundo está repleta de mostras da violência dos seres humanos contra o seu próximo. Entre os grandes genocídios das últimas décadas estão as guerras étnicas em Ruanda, com 800.000 mortos, da Armênia com 1 milhão e o Holocausto, que exterminou mais de 6 milhões.
Porém, um novo projeto está em andamento para contar uma história que nunca recebeu a atenção que merece: a campanha dos “ateus militantes” contra a fé na ex-União Soviética. Estima-se que o número de cristãos mortos pelo regime socialista ateu chega a 12 milhões. Esses dados são mostrados em detalhes no documentário “Martirizados na URSS”, que mostra as atrocidades dos regimes de Lênin, Stalin, Kruschev e outros.
“O objetivo da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas”, explica o produtor do filme “era eliminar a religião. Para atingir esse objetivo, eles destruíram igrejas, mesquitas, sinagogas, e todos os monumentos religiosos, bem como o envio em massa de pessoas religiosas para campos de trabalho forçado da Sibéria”.
A Liga de militantes ateus, fundada em 1929, ajudou o governo soviético no assassinato de milhares de crentes e de seus líderes.  Muitos templos foram convertidos em celeiros, depósitos e “museus do ateísmo”, enquanto eram realizados com frequências manifestações que promoviam o escárnio da religião e dos fieis. Ao longo da década de 1960, por exemplo, metade das igrejas ortodoxas russas foram fechadas, além de cinco de seus oito seminários. Os ortodoxos são a maior denominação cristã da região, mas também foram perseguidos os batistas, presbiterianos, metodistas e luteranos.
Além do martírio de cerca de 12 milhões de cristãos, centenas de milhares de judeus, muçulmanos e budistas também foram mortos por causa de sua fé.
Kevin Gonzalez, produtor e diretor do documentário disse que o projeto surgiu quase que por acaso. Ele conheceu uma mulher em sua igreja, que veio da Rússia, e ela contou algumas das atrocidades que ocorreram por lá. Gonzalez se interessou e decidiu entrevistar os avós, os pais e alguns amigos dessa senhora e decidiu que tudo aquilo precisava ser exposto.
Gonzalez disse ao WND que as gerações mais jovens nos países da ex-União Soviética não sabem muito sobre essa época, porque o governo decidiu eliminar esses relatos dos livros de história.
Sob a doutrina soviética, de separação entre Igreja e Estado, as igrejas foram proibidas de doar comidas aos pobres e de realizar atividades educativas. Era uma tentativa de fazer a população “curvar-se apenas ao governo soviético”.
Os fiéis não podiam publicar literatura religiosa e muitas igrejas foram impedidas de realizar cultos com a presença de crianças e jovens. O sistema escolar e universitário foi tomado pelos ensinamentos ateístas e antirreligiosos. Gonzalez acredita que existe o perigo de esse tipo de perseguição voltar a ocorrer em pleno século 21.
“A nossa esperança é que as pessoas aprendam com a história da perseguição dos cristãos na URSS para reconhecer o dano causado pelo movimento ateu militante, algo que ainda existe e está decidido a ridicularizar e proibir toda forma de religião na sociedade.”
Os criadores do filme estão lançando o DVD este mês nos EUA, e já anunciam que pretendem mostrar as consequências dos regimes ateus na Revolução Francesa, na República Popular da China, na República Socialista da Albânia, na Coreia do Norte e outros. Com informações WND.
Assista:

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *