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sexta-feira, 22 de março de 2013

Paciência


Por Chris Wright

9-por-dia-paz
Você já parou para pensar sobre as 9 características expressas em Gálatas 5, chamadas de fruto do Espírito? “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.” (Gl 5:22, 23)
Nesta série de vídeos chamada “9 por dia” [9-a-day], Chris Wright, diretor internacional da Langham Partnership, nos convida a meditarmos em cada uma dessas características, afim de nos tornarmos mais como Cristo.
Neste vídeo, ele medita sobre a paciência, mostrando como Deus é descrito como paciente no Antigo Testamento, tendo isso a consumação na cruz de Cristo e como devemos ser pacientes, por causa do exemplo do Salvador, com o nosso próximo e nossos inimigos.
Há uma linha daquele lindo hino “Há uma colina verde no horizonte” que diz: “Ele morreu para que fôssemos perdoados.” Sim, isso é verdade. Mas também podemos dizer que ele morreu para que fôssemos perdoadores.
Este vídeo foi legendando em parceria com o blog O Tempora! O Mores!. Visite.


PACIÊNCIA

Amor, alegria e paz. Os três primeiros na lista de Paulo dos frutos do Espírito Santo soam muito espirituais. São simplesmente o tipo de coisa que bons cristãos devem ter e demonstrar. Mas, quando chegamos à paciência, chegamos a algo que tem mais a ver com aquela área da vida entre segunda e sábado e como convivemos com ela. No local de trabalho, no lar, ou em lugares onde temos nosso lazer.
Paciência, como fruto do Espírito Santo, significa por um lado, a habilidade de aguentar por muito tempo o tipo de oposição e sofrimento que possam aparecer. E, por outro lado, a habilidade de tolerar os pontos fracos dos outros, incluindo outros crentes.
Mas, antes que continuemos a pensar na paciência como uma qualidade que devemos demonstrar, pensemos primeiro na paciência como uma qualidade de Deus. Talvez você não pensaria na paciência de Deus como um aspecto peculiar do Antigo Testamento. Normalmente, se pensa no chamado “Deus do Antigo Testamento” como sempre irado, ou repentinamente irado. E, certamente, há histórias no Antigo Testamento onde a ira de Deus irrompe, e, de fato, onde é justificada.
A primeira descrição que Deus dá de si mesmo em Êxodo 34:6, é quando diz a Moisés: “Senhor, Senhor, Deus compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor”. “Paciente” é do caráter de Deus. E quando olhamos para a história do Antigo Testamento, a longa história da paciência de Deus por muitos séculos e gerações de Israel. Isaías disse a Israel como Deus suportou seus pecados (Isaías 53:12), como um fardo que ele teve que carregar. De fato, ele disse que carregara o próprio Israel do berço à sepultura. E, na verdade, a palavra no Antigo Testamento que é traduzida como “perdoar”, é na verdade “suportar” ou “carregar”. Quer dizer que quando Deus perdoa, é porque ele escolhe levar sobre si nossos pecados; o que, é claro, foi exatamente o que Jesus fez na cruz.
Então, o Antigo Testamento mostra a incrível paciência de Deus, mesmo que fosse combinada com atos necessários de julgamento. E quando o Novo Testamento prossegue a falar da paciência de Jesus, em como ele suportou a violência, a crueldade e a injustiça da cruz, ele também faz desse exemplo de Jesus, um exemplo sobre como nós devemos exercitar a paciência.
Aqui está o que Pedro diz sobre o sofrimento e a paciência de Jesus em 1 Pedro 2:21-24. “Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca; pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente, carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados”. Esta é a paciência de Jesus que Pedro diz que deveria ser um modelo para nós. Voltemos, então, aos dois sentidos dessa palavra “paciência”, quando pensamos em termos de nossa vida cristã. Em primeiro lugar, há a paciência de aguentar o sofrimento. É muito claro na Bíblia que o povo de Deus irá sofrer, por causa da hostilidade e inimizade daqueles que são inimigos de Deus e de seu povo. Então, o exemplo de Cristo que acabo de citar é crucial para nós, não só pelo fato de ele ter sofrido, mas como ele aguentou.
Então, ouça o que Pedro tem a dizer novamente em 1 Pedro 4:12. Ele diz aos cristãos: “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, Por isso, também os que sofrem segundo a vontade de Deus encomendem a sua alma ao fiel Criador, na prática do bem.” Então a mensagem de Pedro basicamente é que quando cristãos sofrem, não deve haver surpresa, nem retaliação, mas também, nenhuma desistência. Continue na prática do bem. Nós sabemos que milhões de nossos irmãos e irmãs cristãos ao redor do mundo sabem exatamente o que isso significa. Eles sofrem ódio, discriminação, aprisionamento, e frequentemente assassinato e martírio por causa de sua fé em Jesus. E precisamos orar por eles, e buscar encorajá-los. E também devemos estar preparados para o fato de que alguns sofrimentos devem vir em nossa direção através de hostilidade contra o evangelho de qualquer fonte. Devemos estar dispostos a suportá-lo, porque paciência inclui isso.
Mas, em segundo lugar, precisamos lembrar que paciência significa tolerar os outros. Isto é, quando você escolhe tolerar outras pessoas, ao invés de se afastar quando lhe irritam ou pior, significa que você escolhe perdoar alguém ao invés de guardar rancor. Significa que você escolhe deixar passar algo que é ofensivo ou grosseiro ao invés de comprar briga e ficar quite. E me parece que esse tipo de paciência é cada vez mais necessária na comunidade cristã ao redor do mundo. Especialmente, talvez, entre líderes e denominações e organizações cristãs.
Não sei se você conhece um poeminha bobo que diz assim: “Viver em amor Com santos do Senhor, Ah! Isso será glória; Mas viver na realidade Com santos de verdade, Ha! Isso é outra história!” Porque pode ser duro, pode ser difícil ter a paciência de tolerar outros cristãos. E sem mencionar a paciência que eles precisam, às vezes, para nos tolerar. Mas isso é o que a Bíblia exige, é para isso que somos chamados. Mesmo quando somos mal interpretados e quando somos injustiçados. É aí que a paciência é testada, é aí que conta de verdade. Há uma linha daquele lindo hino “Há uma colina verde no horizonte” que diz: “Ele morreu para que fôssemos perdoados.” Sim, isso é verdade. Mas também podemos dizer que ele morreu para que fôssemos perdoadores.

Por: Chris Wright. © Copyright The Langham Partnership. Todos os direitos reservados. Usado com permissão. Website: http://www.9aday.org.uk/
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.


Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com

Magno Malta convoca população para ato público contra o aborto



O Conselho Federal de Medicina é a favor da legalização do procedimento desde que a gestação não tenha mais do que 12 semanas.
por Leiliane Roberta Lopes

Magno Malta convoca população para ato público contra o abortoMagno Malta convoca população para ato público contra o aborto

O senador Magno Malta (PR-ES) e a Frente Parlamentar da Família estão organizando um ato público contra o aborto para a próxima terça-feira (26) em Brasília a partir das 10h.
A ideia é juntar a população brasileira que é contra a prática do aborto e fazer uma contra proposta ao Conselho Federal de Medicina (CFM) que vai enviar um pedido ao Senado pedindo a alteração do Código Penal para que a mulher possa interromper a gravidez de forma legal com até 12 semanas de gestação.
A proposta do CFM não foi aceita pelo senador que tem lutado por temas ligados à defesa da família brasileira. “É promover a morte em série no Brasil, os abortistas estão batendo palma”, disse ele.
Magno Malta recebeu apoio de diversas entidades e associações que também são contra à descriminalização do aborto, entre elas a Federação Espírita do Espírito Santo, a Associação Médica Espírita, e a Associação Jurídica Espírita que assinaram um manifesto a favor da dignidade humana e contra o aborto social dizendo que “o ofício da morte não pertence aos homens e sim a Deus”.
O aborto é uma das grandes polêmicas que envolvem a revisão do Código Penal Brasileiro, o senador capixaba já apresentou 28 propostas para essas alterações que serão feitas nas leis brasileiras, incluindo as que são totalmente contrárias a legalização do aborto no país.
Quem também criticou a posição do CFM foi o pastor Silas Malafaia dizendo que o Conselho deveria rasgar o código de ética.
No Brasil o aborto só não é considerado crime quando a gravidez é fruto de estupro, quando a mãe corre risco de morte ou quando o feto for anencéfalo. No pedido apresentado pelo Conselho Federal de Medicina, a mulher que não quiser ter o filho poderia recorrer ao procedimento abortivo dentro dos primeiros três meses.
Fonte:gospelprime

O que fazer quando não sei o que fazer?

Por Maurício Zágari

Engrenagem1Coleciono antiguidades. Algo que me fascina, em especial, são as engrenagens de relógios antigos. É incrível a perfeição com que aquilo funciona. Uma pecinha tem o número certo de dentes, que ao rodar faz girar outra pecinha, que por sua vez movimenta uma roldana, que puxa um parafuso, que desloca um pêndulo, que roda uma outra pecinha e, por fim, o ponteiro se move. Perfeito. Uma mecânica onde tudo se encaixa, tudo funciona direitinho, sem um milímetro de erro. Agora, experimente remover somente um pequenino parafuso dessa complexa engrenagem. O resultado é que todo o relógio, aquela enorme maquinária formada por pequeninas peças que se encaixam e trabalham com perfeição… para de funcionar. A ordem que Deus estabeleceu para as coisas também é assim.
Creio que em absolutamente todas as determinações bíblicas a engrenagem funciona maravilhosamente bem. Um exemplo: a família. A Bíblia é extremamente clara quanto ao funcionamento dessa magnífica máquina. Cada peça tem seu papel e sua posição e todas são essenciais para o funcionamento do todo. Mas, para que o tic-tac flua sem nenhum problema, cada um tem de fazer a sua parte. Não adianta a roda dentada querer balançar ou o pêndulo desejar rodar: se isso acontecer, os ponteiros param e a máquina pifa. Então, nesse grande relógio chamado família, a esposa tem, por exemplo, de ser submissa Engrenagem2ao marido (Gn 3.16b; Ef 5.22-24; Cl 3.18; Tt 2.3-5; 1Pe 3.1). O marido, por sua vez, tem o papel de amar a esposa com dignidade e como Cristo amou a Igreja – ou seja, priorizá-la antes de si mesmo (Ef 5.25-30; Cl 3.19; 1Pe 3.7). Os pais precisam criar os filhos na disciplina do Senhor e educá-los na fé cristã, de modo sábio, evitando que se irem ou se irritem (Ef 6.4; Cl 3.21; Pv 19.18; Pv 29.17; Pv 3.12; Pv 22.6; Dt 8.5; Hb 12.7; Pv 13.24). Os filhos devem obedecer e honrar os pais em tudo, atentando para sua instrução com sabedoria (Rm 1.30; 2Tm 3.2; Cl 3.20; Êx 20.12; Ef 6.1-3; Pv 5.7; Pv 2.1; Pv 4.10; Pv 1.8; Pv 19.27; Pv 10.1; Pv 6.20; Pv 13.1; Pv 15.20; Pv 19.26; Pv 28.7; Pv 19.13; Pv 13.24; Pv 17.21). Assim como um relógio, se todas as pecinhas fizerem o que a Bíblia lhes ordena, ou seja, cumprirem esses seus papéis, a vida em família será sempre abençoada. Pois a engrenagem estará funcionando exatamente como determina o manual do relojoeiro. Se, porém, apenas uma das peças agir de modo diferente daquele que Deus estipulou, toda a máquina apresentará problemas: vai adiantar, atrasar, parar de funcionar ou simplesmente explodir.
Nas questões de atritos pessoais a coisa é igual. Deus criou um padrão que devemos seguir quando, por exemplo, alguém nos faz mal. Só que, sejamos francos e realistas, quase nenhum cristão age diante de agressões ou ataques conforme a Bíblia estipula. Nessas horas temos duas opções: fazer o que achamos que tem de ser feito ou seguir ao pé da letra o que o manual do construtor dessa grande engrenagem chamada sociedade determina.
Assim, se lhe fizeram mal, eis como o manual diz que você deve agir: “Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta” (Mt 5.23-24). MaisEngrenagem3ainda: “não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra; e, ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa. Se alguém te obrigar a andar uma milha, vai com ele duas” (Mt 5.39-41); ou, para ir além: “Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12.20-21). Portanto, não espere que, devolvendo mal com mal, retribuindo ofensa com ofensa ou agressão com agressão, vai obter o favor de Deus. O mecanismo foi feito para funcionar quando damos a outra face, abençoamos quem nos faz mal ou amamos os inimigos em ações práticas. Se agirmos conforme nossos instintos ou segundo os critérios da nossa sociedade – que não leva desaforo para casa – o que vai rodar é o relógio do mundo e não o de Deus.
Escolhi como exemplos os papéis na família e a forma como reagimos diante de uma agressão ou ofensa por serem áreas, em especial, em que os cristãos enfrentam muita dificuldade de se comportar segundo o padrão do evangelho. Só que não tem jeito, Deus estabeleceu um mecanismo de funcionamento perfeito para cada área. Se seguirmos ao pé da letra o que estipula o manual do construtor da vida, podemos descansar em Sua soberania, na certeza de que as coisas fluirão. Mas se dermos o nosso jeito, agirmos conforme nossa vontade e deixarmos nossos impulsos e desejos substituírem a boa, perfeita e agradável vontade de Deus, além de nos tornarmos idólatras vamos fazer a máquina bater pino.
Engrenagem4Ser uma peça em uma engrenagem perfeita não é fácil. Exige obediência a uma rotina de funcionamento. Exige trabalho em conjunto com outras peças extremamente diferentes de nós. Exige atrito diário com as outras partes da engrenagem. Exige reciclagens constantes, com restauração de pequenos defeitos que nos impedem de funcionar como manda o manual. Exige a consciência de que, se quebrarmos e perdermos a funcionalidade, teremos de ser removidos para não prejudicar o todo. Exige saber que não servimos para nada longe das outras peças. Exige a certeza de que o construtor conhece cada peça individualmente, criou cada uma em detalhes e só ele entende plenamente o funcionamento da máquina. Exige a compreensão de que, se não seguirmos o manual, vamos fazer não só com que nossas ações não sirvam para o objetivo para o qual fomos criados, mas isso afetará todas as outras peças e prejudicará o funcionamento da engrenagem como um todo.
Muitas vezes nós não sabemos o que fazer em determinada situação de nossa vida. Nos vemos encurralados, sem noção de para que lado virar, como agir, que passo dar. Nessas horas, é importante lembrar que Deus sabe o que faz. E a Bíblia Engrenagem5sempre nos diz o que fazer, por mais que suas determinações nos pareçam estranhas ou contrariem nossos desejos e vontades. Não é para praticar sexo antes do casamento? Deus sabe o que faz. Não é para namorar em jugo desigual? Deus sabe o que faz. Não é para sonegar imposto? Deus sabe o que faz. Não é para se divorciar porque “acabou o amor”? Deus sabe o que faz. Não é para reter o dízimo? Deus sabe o que faz. Não é para abandonar a comunhão dos irmãos depois de ter sido magoado por eles? Deus sabe o que faz. É para perdoar quem te traiu, enganou, abusou sexualmente, roubou, agrediu, mentiu, irritou, fraudou, prejudicou, caluniou, expôs seus segredos, humilhou, defraudou, decepcionou? Deus sabe o que faz.
Você é um peça fundamental numa grande engrenagem. Aprenda como ela funciona e aja – em tudo e nos mínimos detalhes – de acordo com o manual. Não tem como dar errado, acredite. Pois Deus sabe o que faz.
Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício
Fonte:Blog Apenas

Senador Magno Malta denuncia plano para matá-lo



Senador Malta assina ocorrência na Polícia Judiciária
Nesta quarta-feira (20) o senador Magno Malta (PR) registrou um boletim de ocorrência na Superintendência de Polícia Especializada, em Vitória, denunciando que, há dez dias, um pistoleiro prepara uma tocaia para assassiná-lo no Espírito Santo. Segundo o senador, ele levou o caso à polícia depois de o policial civil Josimar Alberto Pereira Sarti afirmar que tem informações sobre o suposto crime. A assessoria do senador não informou o motivo da ameaça.
A Polícia Civil informou que a ocorrência foi registrada e está sendo investigada pelo delegado José Monteiro Junior. Em sua página na internet, o senador relata ter “virado vítima da ameaça menos de 20 dias depois de denunciar nos programas de TV do partido, o índice alarmante de violência no Espírito Santo”. O policial Josimar Alberto Pereira Sarti também foi ouvido pelo delegado. O senador Magno Malta comunicou o caso ao presidente do Senado, Renan Calheiros.
Magno Malta revelou durante o depoimento que conversou pessoalmente com o policial Josimar Alberto e ouviu dele informações sobre o suposto plano para matá-lo e por isso pede que tudo seja apurado com agilidade. “Nenhum policial inventaria algo tão grave sem qualquer comprovação. Minhas diversas bandeiras são contra legalização das drogas, em defesa das crianças abusadas e vou fundo para apurar denúncias de mortes em hospitais de vários estados”, completou Magno.
O senador disse à polícia que “já foi ameaçado durante a CPI do Narcotráfico e da CPI da Pedofilia e que agora vai presidir a nova CPI sobre Violação ao Direito Humano à Saúde, que vai apurar erros médicos em instituições públicas e privadas no Brasil. Sou homem público que tem coragem para combater a criminalidade e não tenho medo de pistoleiros”, acentuou Malta.
Deixe seu comentário.
Fonte: G1

A lógica da crença


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Por Renato César


Roy Ingle, em seu artigo A Lógica da Descrença, cuja tradução pode ser encontrada aqui, lança algumas questões a respeito da lógica da doutrina calvinista. Os questionamentos são de fato relevantes e merecem esclarecimento.

Perguntas de Roy Ingle:

1) Como pode algum calvinista genuíno dizer que eles uma vez estavam em seus pecados até que colocaram a fé salvadora em Jesus, uma vez que Jesus morreu pelos seus pecados (todos eles?) 2000 anos atrás? Se Jesus morreu e sua expiação garantiu a salvação dos eleitos, então segue logicamente que todos os pecados dos eleitos foram colocados em Cristo e todos os eleitos de Deus foram salvos na cruz. Dessa forma os eleitos, todos conhecidos por Deus desde a fundação do mundo, são vistos como salvos na cruz. 
2) Mas, então, por que chamar as pessoas ao arrependimento? Por que dizer às pessoas para elas abandonarem os seus pecados pelos quais Jesus já pagou e já assegurou a sua eterna salvação? Como podemos exigir um duplo pagamento pelos pecados, e o pecado pode ser legitimamente chamado pecado se de fato a pessoa já foi perdoada de todos os seus pecados na cruz? 

Antes de responder às perguntas acima, quero registrar meu respeito por aqueles que estão envolvidos com o supracitado site, desde seus autores até aqueles que contribuem para sua manutenção de alguma forma. Não somos inimigos, mas irmãos, e apesar de nossas diferenças creio firmemente que compartilhamos da mesma fé em Cristo.

O autor faz um apelo à lógica para derrubar o argumento calvinista. Esse é um caminho muito bom a se seguir, pois ajuda a esclarecer os pressupostos que estão por trás de cada afirmação calvinista. Na verdade, só posso falar inteiramente por mim. Mesmo assim, creio que estarei representando a muitos que compartilham da minha visão, bem como poderei expor alguns dos fundamentos que, a meu ver, devem ser estabelecidos antes de se discutir a natureza do sacrifício de Cristo.

Primeiramente, precisamos entender que Deus é um ser atemporal. Logo, suas decisões podem perfeitamente ter sido tomadas antes que o tempo fosse por ele trazido à existência. Defendo essa ideia pois Deus não precisa aguardar o desenrolar da história do universo para tomar suas decisões, visto que são suas próprias decisões que determinam a história. Além disso, sendo Deus onisciente, ele pode contemplar nosso futuro. Se ele pode fazer isso, e como nada no futuro existe sem que Deus o tenha planejado, então podemos concluir que ele tomou todas as suas decisões em algum ponto na eternidade, antes que tudo que existe viesse a existir.

Mas esse entendimento não basta. Precisamos compreender também que Deus executou todas as suas decisões na eternidade, visto que a execução é uma consequência óbvia do planejamento. Se Deus tem tudo planejado, é lógico pensar que ele tenha também executado na eternidade todas as ações necessárias à implementação de seu planejamento. Falar em consequência pode, entretanto, trazer uma concepção cronológica equivocada dos atos divinos. Lembremo-nos de que o tempo é uma criação divina, e obviamente não existia quando Deus o planejou e o criou. Mas não podemos falar fora destes termos porque, ao contrário do que ocorre com Deus, o tempo nos limita.

Devemos também ter em mente que quando falamos em eternidade a ideia que se deseja exprimir não é apenas que Deus existia antes da criação do tempo. Na verdade, Deus está além do tempo. Assim como eu e você, o tempo e o espaço são criações divinas, e não podem, por isso, contê-lo e muito menos limitá-lo.

Feitas essas considerações, passemos a responder aos questionamentos de Roy Ingle. Pode-se perceber que todas as perguntas feitas pelo autor sugerem que o calvinismo é incoerente do ponto de vista do tempo. De fato, seria se o tempo fosse um fator limitante para Deus. Mas já vimos que não é. Deus já tomou e executou todas as suas decisões na eternidade, de modo que, dentro da história em que estamos inseridos, a seu tempo cada uma de suas decisões executadas concretizam-se, tornando-se manifestas no universo. Podemos afirmar, inclusive, que o sacrifício de Cristo na cruz foi somente a concretização, dentro da história do universo, de uma decisão que Deus tomou na eternidade.

Uma ilustração pode nos ajudar a entender melhor a atuação divina. Imagine alguém que escreve uma mensagem e programa o celular para enviá-la uma hora mais tarde. A decisão de escrever a mensagem e sua execução ocorrem num dado momento, mas a mensagem só chega efetivamente a seu destinatário, tornando-se manisfesta para ele, uma hora depois. De forma similar, as decisões divinas podem perfeitamente ter sido executadas na eternidade mas apenas se concretizarem em algum momento da história.

Cristo morreu pelo eleitos há dois mil anos, mas seu sacrifício não precisa ter efeito concreto na vida de cada pessoa no mesmo momento em que o sacrifício ocorre. Se assim fosse, que se diria dos que viveram antes de Cristo? Seu sacrifício não serviria para estes? Ou seu sacrifício somente surtiria efeito nos que viveram séculos antes de Cristo a partir do evento da cruz em diante? Claro que não! O sacrifício de Cristo tem efeitos que superam os limites impostos pelo tempo. Os atos de Deus que nos são manifestos, apesar de se efetivarem em um determinado momento da história, não estão limitados por ela, visto que Deus já havia decidido e executado seu propósito na eternidade. Seus efeitos atravessam passado, presente e futuro.

Tal compreensão de como Deus age e se move no tempo ajuda-nos compreender o porque de em At 18:9,10 o Senhor anunciar a Paulo que ainda tem muito povo na cidade em que Paulo está. Como Deus poderia ter ali um povo que ainda não estava convertido ao evangelho? A explicação mais aceitável que podemos ter é que Deus não está inserido no tempo da forma que estamos.

Além do exposto, Roy Ingle parece esquecer-se completamente de que a Bíblia vincula a aplicação de todas as promessas divinas que dizem respeito à salvação ao ato de crer (At 10:43; 13:36; 16:31), o que não significa que Deus já não tenha se decidido pelos salvos muito antes disso. Até mesmo arminianos tem que concordar com este argumento, visto que postulam que Deus, em sua onisciência, elege os salvos segundo a previsão daqueles que crerão no evangelho. Logo, segundo a lógica de Roy Ingle, como pode alguém ser eleito estando ainda em pecado, visto que somente crerá no futuro? Novamente, o problema surge a partir de uma compreensão equivocada da natureza divina e sua atuação.

Nós calvinistas cremos que Cristo sacrificou-se substitutivamente por cada um dos eleitos. Ele alcançou a cada um de modo específico, pagando preço de sangue. Os efeitos de seu sacrifício tornam-se concretos na vida de cada um dos eleitos em diferentes momentos da história, segundo o propósito divino, apesar de o ato haver sido executado há dois mil anos, assim como demonstrei no exemplo do celular. Deus não precisa estar executando cada um de seus decretos no exato momento em que estes se tornam efetivos, gerando consequências temporais. Isso seria limitar a ação de Deus ao tempo, sua própria criação. Assim, apesar das decisões divinas se consumarem em algum ponto do espaço e do tempo, ele optou, na eternidade, por somente aplicar o sacrifício de Cristo aos eleitos no momento da conversão, dentro do tempo, quando estes são regenerados pela obra do Espírito Santo em sua vidas.

O fato de um eleito nascer em estado de pecado, então, não significa que durante o intervalo de tempo até sua conversão ele tenha estado fora do alcance do sacrifício de Cristo, pois na eternidade todos os atos divinos já foram consumados, da mesma forma que o fato de um eleito ser ainda um incrédulo não implica que ele não tenha sido eleito ainda. Em ambos os casos, Deus já decidiu e executou sua vontade na eternidade, de forma que os efeitos da vontade de Deus apenas nos são manifestos em um dado momento histórico, a saber, a partir do momento em que o pecador crê.

Todas as perguntas, por decorrerem dessa concepção limitada que o autor parece ter de Deus, recebem a mesma resposta. Ainda assim, deve-se acentuar que o calvinista chama o pecador ao arrependimento, primeiramente, porque isso glorifica a Deus, e também porque essa foi a forma deixada por nosso Senhor para que Deus agisse na vida de seus eleitos.

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Sobre o autor: Cristão reformado, formado em administração de empresas e teologia, membro da IPB - Fortaleza/CE. 
Artigo enviado por e-mail. 
Contatos com o autor: renatocesarmg@hotmail.com
Divulgação: Bereianos
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PT e outros partidos de esquerda sentem-se ameaçados com Frente Parlamentar Evangélica


Julio Severo

A presença do Pr. Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara destacou que a esquerda brasileira, que já domina praticamente tudo na esfera política do Brasil, não ficará satisfeita enquanto não controlar todos os espaços do Congresso Nacional que podem avançar a legalização do aborto e do homossexualismo.
As estratégias deles sempre acabam se esbarrando na Frente Parlamentar Evangélica (FPE), que tem apenas 68 deputados, um número pequeno se comparado ao total de mais de 500 parlamentares no Congresso.
Ainda que muito menos poderosa do que as esquerdas radicais presentes no Congresso, a FPE tem feito presença nas comissões que são usadas por grupos esquerdistas para aprovar super-direitos para indivíduos que praticam atos homossexuais. A FPE tem também sobressaído em embates contra grupos que lutam por leis mais liberais sobre aborto e drogas.
Os atritos estão se intensificando, pois os grupos pró-aborto e pró-homossexualismo não aceitam a presença da FPE nas comissões que tratam desses temas. Desde o início do ano, de acordo com o jornal Estado de S. Paulo, a FPE “ocupa 18 das 72 cadeiras da Comissão de Seguridade Social e Família, cuja atribuição é analisar projetos ligados à saúde pública, como consumo de drogas e bebida alcoólica por jovens, e à família, como aborto e proteção à criança. Do grupo evangélico, seis são titulares na comissão e os outros 12, suplentes”.
Na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, a FPE conquistou 14 dos 36 postos e a presidência. Isso significa quase 40% das vagas. Embora a tarefa dessa comissão tenha sido, até agora, avaliar denúncias e projetos ligados à pretensa violação dos direitos humanos, o fato é que o termo direitos humanos foi usado para tudo ali, até mesmo aprovar o infame kit gay. Com essa mesma desculpa, petistas e outros esquerdistas que controlavam essa comissão pretendiam classificar como crime a crítica às práticas homossexuais.

Meios de comunicação

Outra preocupação para as esquerdas é a presença da FPE na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Embora os esquerdistas controlem a maioria das 42 cadeiras, a FPE conseguiu 14, com sete titulares e sete suplentes. Entre as atribuições dessa comissão está a análise de pedidos de concessão para rádios. A presença da FPE nessa comissão impede que parlamentares totalitários avancem seus projetos que visam proibir o aluguel de horários para programas cristãos em canais de TV aberta — projetos que destruirão a pregação do Evangelho nos espaços de TV e rádio.
A Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante da Câmara dos Deputados, é um espaço do qual o PT e outros partidos de esquerda não abrem mão. João Paulo Cunha e José Genoíno, petistas que recentemente foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal como criminosos, foram assim mesmo empossados nessa comissão, que tem a tarefa de analisar aspectos constitucionais e legais dos projetos. Do total de 132 cadeiras nas mãos principalmente de corruptos e militantes, apenas 18 (sete titulares e nove suplentes) estão com a FPE, que muito pouco pode fazer com um número tão pequeno.
Por não ter maioria nas comissões, a Frente Parlamentar Evangélica, formada em grande parte por pentecostais e neopentecostais, se articula com outros grupos religiosos em torno das questões morais. De acordo com a pesquisadora Maria das Dores Campos Machado, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), evangélicos e católicos carismáticos vêm atuando em conjunto para impedir o avanço da legalização do aborto.
Com informações do jornal Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Irã: cristãos na prisão necessitam de tratamento médico


Cristãos iranianos pedem oração por dois irmãos na fé que estão presos, com a saúde debilitada e precisam de tratamento médico
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No início do mês, a Portas Abertas publicou a carta que o pastor Saeed Abedini escreveu para a sua esposa da prisão (leia em Detido no Irã, Saeed Abedini escreve carta da prisão). O cristão norte-americano, de origem muçulmana, permanece detido em Teerã após sua condenação por atividades de evangelização no país, consideradas contrárias ao governo. Ele foi condenado a oito anos de prisão e está com a saúde bastante debilitada. Na segunda-feira, 18 de março, autoridades concordaram que ele poderia ser tratado em uma clínica particular; no entanto, ele ainda não foi transferido.
Saeed estava no Irã para visitar seus pais. Em 2009, ele havia sido ameaçado por ministrar estudos bíblicos na casa de cristãos, e por isso focou suas visitas subsequentes ao Irã, em atividades humanitárias. Detido desde 26 de setembro, Saeed Abedini possui cidadania iraniano-americana; sua esposa e filhos o aguardam nos EUA.
Além de Saeed, existem preocupações crescentes sobre a saúde do pastor Behnam, preso em Karaj desde maio de 2011. As autoridades da prisão se recusaram a deixá-lo receber tratamento médico adequado. Ele sofre de problemas intestinais e uma hérnia de disco.

Os cristãos que apoiam esses irmãos e suas famílias agradecem pelas intercessões e pedem por mais oração:
  • Ore para que Saeed e Behnam recebam seus tratamentos médicos em breve e saibam que Jesus está presente em suas vidas a cada dia. Peça para que eles experimentem o Seu toque de cura.
  • Interceda pela esposa de Saeed, Naghmeh, e seus dois filhos; além da esposa de Behnam, Christine, e seus dois filhos. Suas famílias precisam provar a paz que só Jesus pode dar.
  • Peça a Deus para que os pastores sejam libertados da prisão, assim como muitos outros que, atualmente, estão detidos no Irã, unicamente por causa de sua fé cristã.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag

Há quatro tipos de pessoas no mundo


Por Tim Challies 

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Esta manhã eu revi o novo livro do Tim Keller “Galatians For You” [Gálatas para você]. Eu também queria compartilhar esta citação do livro que é uma forma muito útil para compreendermos os quatro tipos diferente de pessoas no mundo. Eis o que Keller diz:
É útil vermos que existem quatro tipos de pessoas no mundo:
Obediência a Lei, Confiança na Lei. Estas pessoas estão sob a lei e são geralmente muito presunçosas, hipócritas e se sentem superiores. Externamente, elas são muito seguras de que estão bem com Deus, mas, no fundo, carregam um monte de insegurança, uma vez que ninguém pode ter realmente certeza de que está vivendo de acordo com o padrão. Isso as torna irritáveis e sensíveis às críticas e devastadas quando suas orações não são respondidas. Isso inclui membros de outras religiões, mas aqui eu estou pensando, principalmente, em pessoas que vão à igreja. Essas pessoas têm muito em comum com os fariseus do tempo de Jesus.
Desobediência a Lei, Confiança na Lei. Essas pessoas têm uma forte consciência religiosa de obras de justiça, mas elas não estão vivendo de forma consistente com a sua consciência. Como resultado, elas são mais humildes e mais tolerantes com os outros do que os “fariseus” acima, mas também são muito mais guiados pela culpa, sujeitas a alterações de humor e, às vezes, com muito medo de temas religiosos. Algumas dessas pessoas podem ir à igreja, mas elas ficam na periferia por causa de sua baixa autoestima espiritual.
Desobediência a Lei, Não Confiança na Lei. Estas são as pessoas que jogaram fora o conceito da Lei de Deus. Elas são secularista intelectuais ou relativista ou tem uma espiritualidade muito vaga. Em grande parte escolhem seus próprios padrões morais e insistem que eles estão os alcançando. Mas Paulo, em Romanos 1:18-20, diz que em um nível subconsciente, elas sabem que existe um Deus a quem elas devem obedecer. Essas pessoas são geralmente felizes e mais tolerantes do que qualquer um dos grupos acima referidos. Mas, geralmente, há uma senso de justiça própria forte e liberal. Elas estão alcançando sua própria salvação por se sentirem superiores aos outros. Esta é apenas uma forma geralmente menos óbvia de justiça própria.
Obediência a Lei, Não Confiança Lei. Estes são os cristãos que entendem o evangelho e estão vivendo a liberdade dele. Eles obedecem a lei de Deus com gratidão e alegria advindas do conhecimento de sua filiação e da liberdade do medo e do egoísmo que falsos ídolos haviam gerado. Eles são mais tolerantes do que o número 3, mais simpáticos do que o número 1, e mais confiantes do que o número 2. Mas a maioria dos cristãos lutam para viver número 4, e tendem a ver o mundo como o 1ª,  2ª, e até mesmo a 3ª pessoa. Mas na medida em que eles fazem isso, eles empobrecem espiritualmente.
Por Tim Challies. © Tim Challies, 2002-2013. Todos os direitos reservados. Original: There Are Four Kinds of People in the World
Tradução: Voltemos Ao Evangelho. Original: Tim Challies – Há quatro tipos de pessoas no mundo
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.


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Vídeo: Conselho de Medicina quer liberação do aborto; Pr. Silas comenta


O Conselho Federal de Medicina (CFM) enviará parecer ao Senado em que defende a liberação do aborto até a 12ª semana de gravidez. Atualmente, o aborto é permitido em casos de risco à saúde da gestante ou quando a gravidez é resultante de um estupro. Leia o comentário do Pr. Silas Malafaia abaixo, antes do vídeo.
Leia também: Por que os cristãos são contra o aborto? Pr. Silas responde.
A opinião da entidade será encaminhada à comissão especial do Senado que analisa a reforma do Código Penal. Os conselheiros validam a proposta da comissão que permite o aborto em mais três novas situações: gravidez por emprego não consentido de técnica de reprodução assistida; anencefalia ou feto com graves e incuráveis anomalias, atestado por dois médicos; por vontade da gestante até a 12ª semana da gestação, quando o médico constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas para a maternidade.
Os conselheiros vão além da proposta do novo texto de Código e não mencionam a necessidade de laudo para constatar falta de condições psicológicas que justificariam um aborto.
O CFM afirmou que os conselhos regionais “não são favoráveis ao aborto, mas sim à autonomia da mulher e do médico”.
Segundo o conselho, por meio de sua assessoria de imprensa, o respeito à autonomia da mulher e o alto índice de mortalidade e de internações de mulheres que fazem abortos clandestinos são razões para a posição do colegiado.
Presidente Dilma
Em 2010, durante a campanha que a levaria à Presidência, Dilma Rousseff firmou um compromisso de que não adotaria nenhuma medida para incentivar novas regras em relação ao aborto durante seu governo.
O comportamento da secretária de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci, é um exemplo do quanto o compromisso vem sendo seguido à risca. Conhecida por ser favorável ao aborto, em sua primeira entrevista depois da posse ela avisou: sua posição pessoal sobre o assunto não vinha mais ao caso. “O que importa é a posição do governo”, afirmou à época. A decisão da entidade foi formalizada nesta quarta-feira (20) , dia em que Dilma se encontrou com o papa Francisco, em Roma.
Pr. Silas comenta:
Vou dar uma sugestão ao Conselho Federal de Medicina: rasgue o seu código de ética e cancele o juramento que vocês fizeram para o exercício da profissão. QUE VERGONHA! A medicina que deve lutar pela vida está pactuando com a morte de seres humanos indefesos.
O pequeno bebê no útero da mãe na 12ª semana está totalmente formado, a partir daí ele apenas se desenvolve. A incoerência demonstra a perversidade do ser humano, sem afeto natural. Nenhum ser humano é mais humano do que o outro, a diferença entre o óvulo fecundado e entre eu e você é o tempo e a nutrição.
A vida se dá na concepção. É um ato continuo quer intra ou extrauterino, até a morte. Na gestação o agente passivo é a mãe, o ativo é o pequeno bebê e é ele quem faz cessar os ciclos da mãe, é ele quem regula o líquido amniótico e, em última instância, é ele quem determina a hora de sair. Se não tivesse na cápsula protetora seria expulso como corpo estranho. O pequeno bebê no útero da mãe não é um prolongamento dela, é um ser independente que está em simbiose com ela por nutrientes para o seu desenvolvimento, até o momento da sua chegada ao mundo.
Um embrião já é uma pessoa, pois não pode se tornar outra coisa a não ser uma pessoa. Deus fala a nosso respeito antes da concepção (Sl 139.16b), na concepção (Sl 139.13), na vida embrionária (Sl 139.16), em toda vida fetal (Sl 139.15). Aproveito e deixo a citação do Salmo 139.14: “Graças te dou, porque de modo assombroso e maravilhoso fui formado; as tuas obras são maravilhosas, e a minha alma o sabe muito bem”.
Veja a hipocrisia da sociedade. Os que lutam pelos direitos humanos são os que matam os seres humanos indefesos. Que Deus tenha misericórdia desta geração.
Grito silencioso
O vídeo a seguir, ‘O grito silencioso’, é considerado um dos melhores sobre o tema e explica o que o aborto realmente é. Ele conta a experiência do doutor Bernard Nathanson, um dos pioneiros em aborto nos EUA, até que surgiu a tecnologia de ultrassonografia e ele viu que matava bebês. Arrependeu-se profundamente do que fazia, fechou suas clínicas de aborto e se tornou um dos maiores defensores da vida no mundo, até o fim de seus dias.
Algumas cenas, apesar de serem fortes, mostram o grito que não pode ser ouvido de milhões de seres humanos indefesos que são assassinados!
Assista ao vídeo, divulgue essa matéria e registre o seu comentário.
Fonte: G1

Líderes evangélicos e internautas lançam campanha “Marco Feliciano não renuncie” e manifestam apoio ao pastor



Líderes evangélicos e internautas lançam campanha “Marco Feliciano não renuncie” e manifestam apoio ao pastor

Com a pressão feita por partidos políticos e manifestantes ligados ao movimento homossexual, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) teria recebido de seu partido o pedido para renunciar ao cargode presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). O PSC recebeu do presidente da Câmara o prazo de até terça-feira, 26 de março, para resolver o caso.
Porém, nas redes sociais e blogs surgiu uma campanha favorável ao pastor Marco Feliciano, incentivando-o a não renunciar ao cargo.
Entre os apoiadores, alguns líderes evangélicos e seguidores do pastor marcaram posição para que Marco Feliciano resista à pressão e não renuncie. Julio Severo, blogueiro e ativista escreveu: “Marco Feliciano, não renuncie! Mesmo que discordemos dele, não podemos abandoná-lo”.
Já o pastor Silas Malafaia afirmou que Feliciano não pode renunciar para demonstrar firmeza de defesa dos princípios cristãos: “Não é o pastor Marco Feliciano q esta em jogo. Muitos sabem que tenho divergências com ele, mas sim uma questão ideológica. Os esquerdopatas, para defenderem seus princípios. Isto vale também para Marco Feliciano. Se cederem agora, vão ceder a qualquer pressão”, publicou no Twitter.
Entre os internautas cristãos que apoiaram o pastor, as frases motivacionais foram quase que unanimidade: “Força e fé! Deus nunca deixa um filho desamparado. Oremos”, escreveu o usuário Vendedor de Sonhos.
A internauta Rozeane Menezes disse: “Nós, povo de Deus, temos que levantar um clamor, pois juntos com Marco Feliciano, unidos venceremos”.
A principal queixa dos manifestantes contrários ao pastor são frases polêmicas declaradas pelo próprio Feliciano, que adotou tom apaziguador e se desculpou com quem possa ter se ofendido.
Em entrevista à rádio Estadão, o Pastor Marco Feliciano disse que não pretende renunciar “de maneira alguma”.
Por Tiago Chagas
Fonte: Gospel+

O que é Reconstrucionismo? E Teonomia?


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Por R.C. Sproul


Tal como ‘calvinismo’ e ‘teologia reformada’, estes dois termos (‘reconstrucionismo’ e ‘teonomia’) são volta e meia usados como sinônimos. Porém, é melhor entendê-los, respectivamente, como gênero e espécie. Ou seja: adesão ao calvinismo é uma parte do que significa ser um reformado mas não é a coisa completa. De forma similar, pode-se sugerir que teonomia é parte do conjunto mais amplo de convicções denominado de ‘reconstrucionismo’. Teonomia pode ser entendida como a persuasão de que a lei civil que Deus deu a Israel no Antigo Testamento também deveria ser a lei corrente em todas as nações do mundo.

Já o reconstrucionismo, caso não seja visto como um mero sinônimo, abrange, além de convicções teonômicas, uma escatologia otimista: a convicção de que o reino de Deus está crescendo e, antes do retorno de Cristo, cobrirá o mundo como as águas cobrem o mar. Teonomia também inclui, em grande parte, um compromisso com a apologética (defesa da fé) vantiliana (isto é, de Van Til), também conhecida como ‘pressuposicionalista’. Tal perspectiva sugere, dependendo de quem a defende, que devemos pressupor a existência de Deus no intuito de provar a Sua existência, ou então que é impossível e perverso tentar provar a Sua existência (e, assim deveríamos simplesmente a pressupor). Outras pessoas acrescentam ainda mais detalhes ao definir o reconstrucionismo (por exemplo, a teologia do pacto), mas estes quatro (calvinista na teologia, teonômico na ética, otimista na escatologia e pressuposicional na apologética) são os principais elementos.

Há dois pontos importantes. Primeiro, independente de se adotar a teonomia ou não, todos nós cristãos deveríamos ser teonomistas de alguma forma. Meus amigos teonomistas sempre propõem duas alternativas: “autonomia ou teonomia!”, eles dizem. E, obviamente, estão corretíssimos. Nós teremos ou a lei humana ou a lei divina, e somente um néscio prefiriria os homens a Deus. A questão, então, se corretamente entendida, não é se devemos ter a lei que Deus quer que tenhamos. A questão, pelo contrário, é a respeito de qual lei Deus quer que nós tenhamos. Será que Deus deu a lei civil (isto é, a lei que diz respeito ao governo) a Israel como um paradigma ou padrão para a legislação ideal de qualquer Estado?

A Confissão de Westminster nos convoca a adotar o que os teólogos na época chamavam de ‘equidade geral’ da lei. Isto é, embora haja princípios fundamentais da justiça de Deus em operação na instituição da lei civil do Antigo Testamento, talvez seja necessário dar os ajustes apropriados e levar em conta que o nosso contexto é diferente daquele. Um exemplo comum é o seguinte: no Israel do Antigo Testamento, os proprietários de imóveis tinham que ter cercas nos seus telhados. Tal lei faria pouco sentido nos nossos dias, pois não temos o hábito de passar o tempo em cima das nossas casas. A ‘equidade geral’ sugere que o objetivo desta regra é a segurança física dos familiares e dos eventuais hóspedes. Assim, pode-se dizer que os proprietários modernos deveriam ter ‘cercas’ nas suas piscinas. Uma medida para o seu nível de proximidade em relação à teonomia como ideologia é refletido na precisão da sua aplicação dessa ‘equidade geral’.

Em segundo lugar, cuidado! Não dê ouvidos àqueles críticos que não entendem coisa alguma de teonomia ou de reconstrução. Aqueles de esquerda (teológica e politicamente) gostam de retratar os teonomistas e reconstrucionistas, herdeiros dos puritanos, como se fossem ‘jihadistas evangélicos’ do inferno que desejam impor um regime fascista calvinista sobre o resto do mundo. Isso é uma calúnia sem par! Os teonomistas, bem como o resto de nós cristãos, querem ver justiça no âmbito político. Eles querem ver as nações serem disciplinadas. Eles querem que o reino se manifeste. Eles querem ver todo joelho se dobrar e toda língua confessar que Jesus Cristo é Senhor. E quem é que, estando em Seu reino, poderia desejar outra coisa?

Tradução: Lucas G. Freire
Via: Monergismo
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