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domingo, 10 de março de 2013

A Teologia Gay


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“Não se enganem, não herdarão o reino de Deus os imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais, os ladrões, os avarentos, os bêbados, os difamadores, os marginais. Alguns de vocês eram assim. Mas foram lavados do pecado, separados para pertencerem a Deus e aceitos por ele por meio do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito do nosso Deus”
 (Apóstolo Paulo em 1 Co 6.9 a 11 – BLH)

Quem vê as recentes conquistas do movimento gay (palavra inglesa que significa alegre, como adjetivo, e homossexual, como substantivo) na mídia e na sociedade nem imagina que até a década de 1950 não havia nenhum movimento organizado por homossexuais em prol de seus “direitos”. Em apenas 50 anos, os homossexuais saíram do aparente anonimato para o status de defensores dos direitos humanos. O fenômeno, ao contrário de muitos outros movimentos sociais, não foi espontâneo. O plano foi cuidadosamente engendrado e paulatinamente executado, visando à homossexualização da sociedade, objetivo bem expresso na frase “o mundo é gay”, cunhada pelos próprios militantes. E para neutralizar a oposição da Igreja, intelectuais e teólogos envolvidos na militância lançaram as bases do que hoje se chama “Teologia Cristã Gay”. Preocupado com a influência dessa Teologia, o ICPconvidou o Movimento pela Sexualidade Sadia (MOSES) para refletir e produzir a matéria que ora chega até você. Boa leitura!

Contradições Teológicas

Para validar seu comportamento, os militantes homossexuais recorrem a todo tipo de argumentação. À primeira vista, as pessoas menos informadas podem achar que as declarações dos ícones do movimento gay fazem sentido e se baseiam em fatos incontestáveis. Puro engano. Na verdade, esses argumentos não resistem a uma análise mais acurada e desprovida das motivações que estão por trás da maioria das afirmações dos mentores do movimento gay, incluindo sua teologia.

Luiz Mott, doutor em Antropologia e presidente do “Grupo Gay da Bahia”, considerado o maior mentor intelectual do movimento gay no Brasil, utiliza argumentos teológica, histórica e cientificamente inconsistentes. Esses argumentos são, na verdade, importados dos Estados Unidos e da Europa, onde nasceu e se desenvolveu a chamada “Teologia Gay”. Portanto, vamos nos ater a seus argumentos, tendo em vista que, analisando a Teologia de Mott, estaremos focando os principais postulados da “Teologia Gay” mundial. Por exemplo, em artigo publicado na revista SuiGeneris (periódico gay), Mott lança o seguinte desafio: “Jesus era gay?” Absurda em si mesma, a pergunta norteia toda a tendenciosidade do artigo. E como todas as seitas costumam fazer, Mott ataca diretamente a pessoa, o caráter e a missão de Jesus, esvaziando os conteúdos da fé cristã para tentar demonstrar que Jesus era gay.

Mott começa seu ataque levantando dúvidas quanto à existência histórica de Jesus de Nazaré. Causa estranheza que um doutor em Antropologia, supostamente familiarizado com a História, alegue a inexistência da maior personalidade de todos os tempos. Até mesmo os inimigos de Jesus deram testemunho dele. Isso para não falar que a própria História foi dividida entre antes e depois de Cristo. Se a existência de Jesus foi uma fraude, César, Nero, Napoleão e Hitler são meras projeções da mente humana, pois a mesma História registra a existência e os atos de cada um.

Entre os testemunhos históricos extrabíblicos acerca de Jesus estão os de Flávio Josefo (historiador judeu 37-95 d.C.), do Talmude (coleção de doutrinas e comentários rabínicos acerca da Lei, elaborada a partir do primeiro século da Era Cristã), os Anais de Cornélio Tácito (historiador romano, morto em 120 d.C.), Caio Suetônio Tranqüilo (escritor e senador romano que viveu entre 69-141 d.C.), Plínio, o Moço (governador romano entre 62-113 d.C.), Adriano (imperador de Roma entre 117-138 d.C.), Luciano de Samosata (poeta grego do começo do segundo século), Júlio Africano (cronologista, comentando os escritos de um historiador samaritano chamado Talo, datados do ano 52 d.C.), Mar Bar-Serápio (prisioneiro sírio escrevendo uma carta a seu filho por volta do ano 73 d.C.). Corroborando os registros anteriores, Joseph Klausner, ex-professor de Literatura Judaica em Jerusalém, afirma em seu livro Jesus of Nazareth: “Se apenas possuíssemos estes testemunhos, saberíamos efetivamente que na Judéia viveu um judeu chamado Jesus, a quem chamaram o Messias, o qual fez milagres e ensinou o povo; que foi morto, por ordem de Pôncio Pilatos, por denúncia dos judeus…” Portanto, Luiz Mott precipita-se quando afirma que “a fé é sempre um passo no escuro”. Os cristãos, além do resplendor da infalível e inerrante Palavra de Deus, possuem as luzes da História. É como disse Jesus: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário terá a luz da vida” (João 8.12).

Além das contradições no campo da História, Mott não perde a oportunidade de pecar contra a verdade bíblica no campo da Teologia. Em seu panfleto “O que todo cristão deve saber sobre homossexualidade”, o “Grupo Gay da Bahia”, instituição presidida por Luiz Mott, apresenta dez motivos por que a Bíblia supostamente não reprova o homossexualismo. Seu primeiro equívoco foi dizer que “a palavra homossexual só foi inventada em 1869… Portanto, como a Bíblia foi escrita entre dois e quatro mil anos atrás, não poderiam os escritores sagrados ter usado uma palavra inventada só no século passado”. Isso demonstra total falta de compreensão sobre o que significam terminologia e conceito. A palavra homossexual, ou homossexualismo, é termo recente, mas o conceito é antigo. É o próprio Mott quem diz que “a prática do amor entre pessoas do mesmo sexo, porém, é muito mais antiga que a própria Bíblia”. Portanto, a Bíblia fala sobre a prática homossexual mesmo sem utilizar a terminologia moderna, uma vez que o homossexualismo sempre foi contemporâneo dos escritores bíblicos.

Mott vai além da guerra de palavras e ataca o Levítico afirmando que “do imenso número de leis do Pentateuco apenas duas vezes há referência ao homossexualismo (…) que inúmeras outras abominações do Levítico – como comer carne de porco ou o tabu em relação ao esperma ou ao sangue menstrual (…) foram completamente abandonadas”. O que o antropólogo ignora é que se há duas referências ao homossexualismo no Pentateuco (Lv 18.22; 20.13), e ambas são proibitivas e punitivas, já se vê que Deus reprova a prática do homossexualismo sem necessidade de qualquer outro argumento. Além deste erro grosseiro, confundir preceito moral com cerimonial – ou seja, rituais – é um equívoco imperdoável mesmo para um iniciante em hermenêutica. Cerimônias foram removidas mediante o sacrifício de Cristo na cruz (Col. 2:14-17) Moralidade, não.

Copiando na íntegra o desgastado argumento da homossexualidade entre Davi e Jônatas, Mott pergunta retoricamente: “Se o homossexualismo fosse prática tão condenável, como justificar a indiscutível relação homossexual existente entre o rei Davi e Jônatas?” Indiscutível sobre que bases? Na verdade, quando Davi disse que o amor que sentia por Jônatas ultrapassava o de mulheres, ficou claro que este amor não tinha qualquer conotação erótica. Vale destacar o comentário exegético do rabino Henry I. Sobel à revista Ultimato, de setembro/outubro de 1998: 
“… a palavra hebraica ahavá não significa apenas amor no sentido conjugal/sexual, mas também no sentido paternal (‘Isaque gostava de Esaú’, Gn 25.28), no sentido de amizade (‘Saul afeiçoou-se a Davi’, em 1 Sm 16.21), no sentido de amor a Deus (‘Amarás o Senhor, teu Deus’, em Dt 6.5) e no sentido de amor ao próximo (‘Amarás o próximo como a ti mesmo’, Lv 19.18). Em todos estes exemplos, o verbo usado na Torá (a Bíblia hebraica) é ahavá. É por razão lingüística – e não por falso pudor – que a maioria das traduções bíblicas cita 1 Samuel 1.26 assim: ‘Tua amizade me era mais preciosa que o amor das mulheres’.”

Amor das mulheres era algo que Davi conhecia muito bem. Sua poligamia com Mical, Abigail, Ainoã, Maaca, Agita, Abital, Eglá e seu adultério com Bate-Seba mostram que a maior dificuldade de Davi era a atração pelo sexo oposto (1 Sm 18.27; 25.42-43; 2 Sm 3.2-5; 11.1-27).

Os “intelectuais” da militância gay teimam em ignorar os fatos. Além do problema com a História e a Teologia, revelam total desconhecimento da geografia da Terra Santa. Argumentando sobre o texto de Eclesiastes 4.11 (“Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará?”), tentam demonstrar que num clima quente como o da Judéia dormir juntos só pode ter conotação erótica. Ignoram, porém, que em Israel também neva. Exemplo disso é o rigoroso inverno que em janeiro deste ano atingiu a Terra Santa, espalhando neve por toda parte. Além de acusarem Davi de homossexualidade, os militantes sugerem que Salomão – mulherengo como era! – teria escrito a favor do homossexualismo, o que não encontra respaldo hermenêutico no contexto do versículo que, na verdade, fala de cooperação mútua.

Falando sobre Sodoma e Gomorra, a militância gay afirma que quando os homens daquelas cidades pediram a Ló para conhecer os visitantes (os dois anjos com aparência humana) eles não pretendiam manter relações sexuais com eles: “…maliciosamente se interpretou o verbo ‘conhecer’ como sinônimo de ‘ato sexual’.” É verdade, porém, que o verbo que aparece neste contexto é o hebraico yada, que tem vários significados e, segundo, especialistas, aparece mais de 900 vezes no Antigo Testamento, por exemplo: Saber – Gn 15.8; dar-se conta – Gn 3.9; reconhecer – Gn 12.11; conhecer pessoas – Gn 29.5; ser esperto em algo – 1 Rs 9.27; ter relações sexuais – Gn 4.1; 19.5; 19.8; Jz 19.22. Na história de Sodoma e Gomorra, esse verbo tem conotação sexual (Gn 19.5 – a ameaça dos homens o demonstra claramente), pois a resposta de Ló oferecendo suas duas filhas virgens só tem conotação sexual.

Mas eles não queriam as mulheres. Seu desejo era homossexual. Uma das melhores traduções da Bíblia foi feita pelo judeu André Chouraqui e chama-se A Bíblia – No Princípio. A tradução literal em sua Bíblia é: “Faze-os sair até nós, vamos penetrá-los” (Gn 19.5). E: “Tenho duas filhas que homem algum jamais penetrou" (Gn 19.8). Isso está em completa harmonia com o ensino do Novo Testamento em Judas 7, que confirma que a intenção dos homens de Sodoma era realmente de violação homossexual, assim como o demonstram 2 Pedro 2.7-10 e 1 Timóteo 1.8-10 que lista diversas violações da lei colocando os sodomitas lado a lado com os parricidas, matricidas e roubadores de homens.

“Não há evidência histórica ou arqueológica confirmando a real existência de Sodoma e Gomorra”, dizem os militantes. Por que, então, eles perdem tanto tempo com toda a argumentação discutida até aqui? Entretanto, erram por não levar em consideração os últimos achados arqueológicos. Bryan Wood, diretor da Associates for Biblical Research (Associados para a Pesquisa Bíblica), afirma: “Quando empregamos as informações disponíveis das escavações e o emparelhamento geográfico destas cidades, podemos identificar Bab edh-Dhra como Sodoma, Numeria como Gomorra, es-Safi como Zoar, Feifa como Admá e Khanazir como Zeboim. Ele acredita que a evidência é imperiosa e por isso conclui: ‘Estas cidades da Era do Bronze Antigo, descobertas no país da Jordânia logo ao sudeste do Mar Morto, formam uma linha norte-sul ao longo da bacia sul do Mar Morto. Elas todas datam do tempo de Abraão e parece que são verdadeiramente as cinco cidades da planície mencionadas no Antigo Testamento’.” (Stones cry out, livro a ser lançado pela CPAD sob o título “As pedras clamam”).

Tentando neutralizar os escritos paulinos contra o comportamento homossexual, os militantes argumentam que as palavras afeminados e sodomitas empregadas em 1 Coríntios 6.9-11 foram mal traduzidas. Entretanto, as palavras gregas malakoi e arsenokoitai têm significados específicos. Malakoisignifica “macio ao tato”. Arsenokoitai é composta de duas outras palavras arsen(macho) e koitai (cama). Em outras palavras, esse termo se refere aos homens que vão para a cama com outros homens. Mas homossexualismo não é o único pecado sexual condenado na passagem em questão. Pornoi (fornicadores) emoichoi (adúlteros) mostram que não é só o homossexualismo que exclui pessoas do reino de Deus. Em contrapartida, o texto deixa claro que ninguém precisa permanecer excluído do reino, pois na igreja que estava em Corinto (cidade extremamente libertina onde o homossexualismo e a pedofilia eram considerados normais) havia alguns que deixaram o homossexualismo, bem como os outros pecados.

“Jesus Cristo nunca falou nenhuma palavra contra os homossexuais!”, bradam os militantes. Mais uma tentativa frustrada para perverter a simplicidade do Evangelho. O fato de Jesus nunca ter mencionado especificamente o homossexualismo não significa sua aprovação. Ele também não se pronunciou claramente sobre muitos outros problemas sociais, tais como: sequestros, abuso sexual, prostituição infantil, tráfico de drogas. Entretanto, a Palavra apresenta direta e indiretamente os princípios inegociáveis de Deus para a moralidade e dignidade humanas. Na verdade, ao se referir ao plano de Deus para a sexualidade, Jesus reafirmou o ensino veterotestamentário sobre o casamento heterossexual e monogâmico (Mt 19.4-6). A única alternativa ao casamento nestes termos é o celibato voluntário, concessão que Ele abriu ao ensinar que é melhor ser eunuco pelo Reino de Deus do que se divorciar e casar-se de novo (Mt 19.9-12).

Quanto à alegação de que Jesus era gay porque “conviveu predominantemente com os apóstolos (todos homens), que ele era muito sensível falando de lírios do campo, que era amigo de muitas mulheres, que tinha muita sensibilidade com as crianças ou, ainda, que nutria uma predileção por João”, só revela a falta de bom senso que patologiza as relações mais simples e puras entre um homem e seus semelhantes.

Certamente, uma compreensão correta da natureza divino-humana de Jesus jamais permitiria sequer uma suposição destas. O Deus Eterno que se fez homem jamais nutriria por suas criaturas qualquer tipo de amor que não fosse puramente ágape (amor de Deus pelos homens). E foi exatamente isso que Jesus demonstrou por todos. Mas Luís Mott prefere extrair sua cristologia deturpada de conceitos mitológicos sobre deuses como Zeus e Oxalá, “andróginos e praticantes do homoerotismo” (atração física entre seres do mesmo sexo) como seus idealizadores. Por isso, ele não consegue perceber nos relacionamentos de Jesus nada maior do que a interação entre iguais. Ele perde a oportunidade de ver a beleza do relacionamento Criador-criatura, Salvador-pecador, Senhor-servo, Mestre-discípulo e, especialmente, Pai-filho.

É intrigante o fato de que o “Grupo Gay da Bahia”, presidido por Luiz Mott, autor da maioria dos argumentos refutados acima, seja o idealizador da chamada “Ação Cristã Homossexual”. Esse grupo que passa horas de pesquisa para tentar provar que Jesus é um mito, e que se fosse um personagem histórico seria homossexual, e que questiona os relatos bíblicos rejeitando sua interpretação literal pretende convencer-nos de que é ação, instituição ou movimento cristão. Como é possível tal contradição? É óbvio que o objetivo não é o de aproximar os homossexuais do Evangelho do Reino de Deus. É, antes, uma estratégia para impedir que eles cheguem ao pleno conhecimento da verdade. São como os intérpretes da lei a quem Jesus denunciou, dizendo: “Ai de vós, intérpretes da lei! Porque tomastes a chave da ciência; contudo, vós mesmos não entrastes e impedistes os que estavam entrando” (Lc 11.52).

Apelação científica

Todavia, a obstinação dos militantes não se confina apenas a deturpar a História e a lei de Deus, mas também a ciência – do ponto de vista experimental. É por isso que o Dr. Vern L. Bullough, defensor do movimento homossexual e da pedofilia, afirma: “A política e a ciência andam de mãos dadas. No final é o ativismo gay que determina o que os pesquisadores dizem sobre os gays.”[1] Porém, ainda que conseguissem provar algum dia que o homossexualismo é causado por algum fator na natureza, isso não quer dizer que somos obrigados a aceitá-lo. Sinclair Rogers, que foi homossexual por muitos anos até entregar sua vida a Jesus Cristo, diz: “Certamente, as pessoas não escolhem desenvolver sentimentos homossexuais. Mas isso não significa que quando alguém nasce, já está pré-programado para ser homossexual para sempre. Não somos robôs biológicos. E não podemos ignorar as influências ambientais e nossa reação a essas influências (…) A natureza produz muitas condições por influência biológica, tais como depressão, desordens obsessivas, diabetes… Mas não consideramos esses problemas ‘normais’ só porque ocorrem ‘naturalmente’ (…) A Biologia pode influenciar, mas não justifica automaticamente a possível conseqüência de todo comportamento. E também não elimina nossa responsabilidade pessoal, vontade, consciência ou nossa capacidade de escolher controlarmos ou ser controlados por nossas fraquezas.”[2]

Pesquisas tentando mostrar causas-efeitos biológicos ou genéticos para a homossexualidade existem há quase um século. Mas o fato é que, ao longo dos anos, nenhuma pesquisa jamais provou uma base orgânica para a homossexualidade. O ativista homossexual Dennis Altman faz uma observação acerca de um estudo do Instituto Kinsey: “Eles estão impressionados com os consideráveis esforços de biólogos, endocrinologistas, e fisiologistas em provar esse fundamento; estou mais impressionado com a incapacidade de tantos anos de pesquisa resultarem em nada além de meras ‘sugestões’.”[3]

Os ativistas homossexuais declaram que a homossexualidade é natural. Os grupos gays e todas as pesquisas modernas que defendem a conduta homossexual se baseiam direta ou indiretamente no Relatório Kinsey de 1948, o qual afirma que 10% da população são exclusivamente homossexuais. No entanto, dois excelentes livros escritos pela Dra. Judith Reisman revelam não só a metodologia fraudulenta de Kinsey, mas também o envolvimento dele com estupradores de crianças.[4] Wardell Pomeroy, co-autor do Relatório Kinsey, conta a reação de Kinsey à preocupação (que Kinsey chamava de histeria) da sociedade com o grave problema de adultos que têm relações sexuais com crianças da família: “Kinsey zombava da idéia… [Kinsey] afirmou, com relação ao abuso sexual de crianças, que a criança sofre mais danos com a histeria dos adultos [do que com o próprio estupro]“.[5] Os grupos de ativistas homossexuais no mundo inteiro estão trabalhando para abaixar ou abolir as leis de idade de consentimento sexual a fim de “liberar” as crianças das restrições sociais. Isso, na verdade, passa a inocentar o criminoso. Infelizmente essa conspiração resultou, em 1992 na Holanda, na legalização do relacionamento hetero (entre sexos diferentes) e homossexual de adultos com crianças a partir dos 12 anos. Nos EUA, a maior responsável por esta luta é a Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA).[6]

Homossexualismo e candomblé

Apesar de nem todo homossexual ser endemoninhado como diriam ingenuamente alguns, é óbvio que Satanás está por trás deste comportamento, como de qualquer outro comportamento pecaminoso e autodestrutivo. Foi Jesus mesmo quem disse que o diabo veio para matar, roubar e destruir.

Edison Carneiro (irmão do político Nelson Carneiro), afirma, no seu livro Candomblés da Bahia (p. 140) que o candomblé arrasta muitos homens ao homossexualismo, confirmando assim o que já havia sido observado por outro estudioso desse assunto, o sociólogo Roger Bastid. Segundo Edison Carneiro, é difícil esses efeminados não serem “cavalos de Yansã, orixá que geralmente se manifesta em mulheres inquietas, de grande vida sexual, que se entregam a todos os homens que encontram…”.[7] Os casos de crianças desaparecidas que são estupradas e sacrificadas em rituais de pais-de-santo parecem ser um problema envolvendo os cultos afro-brasileiros.

Assim, além de levarem os indivíduos ao homossexualismo, os demônios também os levam a abusar sexualmente das crianças e até a matá-las. Talvez o pior assassino em série do mundo seja o homossexual Gilles de Rais, que matou brutalmente 800 meninos. Cada garoto era atraído à sua casa, onde recebia banho e comida. Então, quando o pobre menino pensava que era seu dia de sorte, Gilles o estuprava e queimava, ou o cortava e comia.[8] Em seu livro The Devil’s web (A teia do Diabo), Pat Pulling revela o envolvimento do satanismo com o estupro e o sacrifício ritual de crianças. Ele cita o caso de Gilles: “Gilles de Rais era um nobre europeu do século 15 que estava totalmente envolvido na alquimia e outras ciências ocultas. Ele era também um pervertido sexual e sadista que matava crianças antes de ser preso, julgado e condenado à morte. Outras evidências mostram que, no passado, os praticantes de adoração de demônios realmente sacrificavam criancinhas durante suas cerimônias rituais.”[9]

Causas psicológicas da homossexualidade

Uma vez que as causas não são genéticas, passam a figurar no campo da Psicologia. O Dr. Gerard van den Aardweg, psicólogo holandês, estabelece as seguintes causas do desejo homossexual nas pessoas: experiência homossexual na infância, anormalidade familiar, experiência sexual fora do normal incluindo sexo grupal ou com animais, e as influências culturais. Corroborando as afirmações do Dr. Gerard van den Aardweg que homossexualidade não é genética, a psicanalista e escritora Sheiva Sherman declarou, em 27 de março de 1998, no programa de TV Madalena Manchete Verdade que “uma coisa tem de ficar claro: homossexualismo não é genético. Está provado”. É bom frisar que as causas da homossexualidade não são genéticas, porque a maior vitória do movimento gay na década passada foi mudar a direção do debate. Em vez de se discutir sobre a conduta, fala-se sobre identidade. Qualquer um que se oponha ao homossexualismo passou a ser visto como agressor dos direitos civis dos cidadãos homossexuais. Isso é o que constatam o teólogo John Ankerberg e o sociólogo John Weldon, autores do livro Os fatos sobre a homossexualidade (Editora Chamada da Meia-Noite): “Nossa cultura está se tornando tão tolerante que muitos dão ouvidos a qualquer grupo de autodenominadas ‘vítimas’.”[10]

Denunciar a tolerância demasiadamente aética de nossa sociedade para com as minorias, não significa promover ou praticar a violência contra elas. É muito importante esclarecer que somos absolutamente avessos a toda demonstração de violência contra qualquer pessoa, inclusive os homossexuais. Deve provocar a indignação de qualquer cidadão o que aconteceu recentemente ao adestrador de cachorros Edson Neris da Silva, homossexual, de 35 anos, que foi cercado por um grupo de “Carecas” e assassinado a socos e pontapés na praça da República, na região ABC paulista. Essa é, sem dúvida, uma atitude doentia, homofóbica (aversão a homossexuais), sem qualquer justificativa. Precisamos ser equilibrados, repudiando o discurso e a prática gays, mas acolhendo e conduzindo os homossexuais a Cristo. Mesmo aqueles que são mais recalcitrantes devem ser objeto da compaixão e amor cristãos.

Uma coisa que precisa ficar muito clara é que toda a argumentação aqui apresentada visa a combater os falsos ensinos que a militância gay vem divulgando. Todavia, a maioria dos homossexuais não faz a mínima ideia de grande parte dos argumentos dos grupos gays nem quer se envolver em sua luta; deseja apenas viver em paz. A maioria dos homossexuais, homens ou mulheres, deseja, na verdade, abandonar esse comportamento, mas não sabem como. Por isso, precisam ser acolhidos, respeitados como pessoas e conduzidos ao conhecimento de Cristo.

A Igreja e os homossexuais

Joe Dallas, em seu livro A operação do erro, publicado pela Editora Cultura Cristã, leva-nos a uma interessante reflexão sobre o papel da Igreja para com os que desejam deixar o homossexualismo: 
“Entretanto, quando eles são trazidos para fora da ilusão, quem está esperando por eles? A Igreja está sendo como o pai do filho pródigo, correndo para encontrá-lo no meio do caminho e celebrar o seu retorno? Ou será que o Corpo de Cristo está sendo melhor representado pelo irmão mais velho, justo em si mesmo, distante e frio, que não quer se envolver? Ao abordar o problema do homossexualismo, talvez essas sejam as perguntas mais importantes a serem feitas.”

 Infelizmente, porque uma grande parte da Igreja não está cumprindo seu papel neste sentido, precisamos ouvir coisas como as que Troy Perry, líder da maior igreja gay cristã do mundo, disse e que Joe Dallas registra: “Se a Igreja tivesse realmente feito seu trabalho missionário, não creio que a MCC (Metropolitan Community Church) jamais tivesse vindo a existir.”[11]

Graças a Deus, a Igreja começa a despertar! A Igreja Presbiteriana Independente de Londrina, por meio do Ministério Paz com Deus, começou a agir de maneira planejada para conscientizar pastores e membros da igreja, e ajudar os que se encontram em dificuldades com sentimentos ou práticas homossexuais. Ela promoveu o I Encontro Paz com Deus, realizado de 4 a 7 de março, em Londrina, Paraná. O evento contou com 130 pessoas (participantes e obreiros) e incluiu muitos pastores. Dentre as muitas bênçãos recebidas e testemunhadas pelos participantes, destacam-se as confissões que muitos pastores, outrora intolerantes no que diz respeito aos homossexuais, fizeram aos líderes de ministérios que atuam entre eles. Depois de uma das mensagens do preletor oficial Bob Reagan, ligado à Exodus e ao Regeneration Ministry, nos EUA, os pastores e líderes evangélicos foram convidados ao altar para uma oração de arrependimento e confissão de pecados como os de omissão ou rejeição de homossexuais durante seus ministérios. Quase todos foram à frente. Mas os pastores não foram os únicos a pedir perdão. Os participantes que haviam vivido o homossexualismo ou ainda estavam envolvidos neste comportamento também pediram perdão por terem guardado mágoas contra pastores ou igrejas. Muitas lágrimas foram derramadas por ambos. O pastor presbiteriano Saulo de Melo, 32 anos de ministério, atuando hoje em Maringá-PR, fez uma das confissões mais comoventes: “Estou perplexo com tudo o que estou aprendendo sobre homossexualidade neste congresso. Todos os meus valores foram remexidos. Quando eu descobria que alguém era homossexual, eu o mandava embora, excluía. Este congresso ajudou-me a olhar os homossexuais como nunca os havia olhado antes – com o olhar de Jesus.”

Algo semelhante aconteceu a Eleny Vassão de Paula Aitken, 45 anos, autora do livro O desafio continua: A Missão da Igreja frente à Aids. Ela é chefe da capelania evangélica do Hospital das Clínicas de São Paulo e do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Eleny revela que enfrentou relutância ao evangelizar um travesti pela primeira vez. Mas, o Espírito Santo mostrou-lhe que a única diferença entre ela e o travesti era Jesus. No outro dia, Eleny contou ao travesti a experiência por que passou. Não demorou muito, lágrimas encheram os seus olhos, e ele orou entregando sua vida a Jesus. Essa experiência mudou a vida de Eleny, que passou a amar e compreender os homossexuais sob uma nova perspectiva. Quem conversa com Eleny Vassão sempre ouve histórias comoventes de homossexuais que têm sido alcançados por Cristo. Por isso, ela pode falar com autoridade: “A Igreja deve ser o lugar de perdão e acolhida para seus soldados feridos, e não um tribunal para julgar os que caíram. Precisamos de mais misericórdia e graça para tratar as pessoas como o Senhor nos trata. Ele nos constrange pelo amor, mesmo sem perder de vista a sua justiça.”

_________________________
*(Matéria de capa da revista Defesa da Fé de maio/2000. A revista Defesa da Fé é uma publicação mensal do Instituto Cristão de Pesquisas, ICP)

Autores:
João Luiz Santolin (Membro da Igreja Presbiteriana da Barra, RJ e Coordenador do Moses. Formado em Teologia e Pós-Graduado em Terapia de Família pela UCAM, RJ)
Colaborou Júlio Severo (Autor do livro O Movimento Homossexual, Ed. Betânia)

Referencias Bibliográficas:
1. Dra. Judith Reisman, Kinsey, sex & fraud (Hungtington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990) p. 212.
2. Questions I´m asked most about homosexuality, An Interview with Sinclair Rogers (Choices: Singapura, 1993), p. 4.
3. John Ankerberg e John Weldon, Os fatos sobre a homossexualidade (Editora Chamada da Meia-Noite, 1997) pp. 22-23.
4. Dra. Judith Reisman, Kinsey, sex & fraud, (Hungtington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990) e Kinsey: crimes & consequences (The Institute for Media Education, Arlington-1998).
5. Dra. Judith Reisman, Kinsey: crimes & consequences (The Institute for Media Education, Arlington-1998) p. 234.
6. Julio Severo (O movimento homossexual, Editora Betânia, Venda Nova – MG, 1998) p. 20.
7. Jefferson Magno Costa, Porque Deus condena o espiritismo (CPAD, Rio de Janeiro, 1987), p. 81.
8. Dr. Paul Cameron, The gay 90s (Adroit Press: Franklin – EUA, 1993), p. 46.
9. Pat Pulling, The Devil’s web (Huntington House, Inc.: Lafayeitte – EUA, 1989), p. 148.
10. John Ankerberg e John Weldon, Os fatos sobre a homossexualidade (Editora Chamada da Meia-Noite, Porto Alegre, RS, 1997), p. 8.
11. Joe Dallas, A operação do erro (Editora Cultura Cristã, São Paulo, 1998) p. 237.

Fonte: CACP Via Bereianos
VVia 

“Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor


Ciro Zibordi comenta críticas a Marco Feliciano
por Jarbas Aragão

“Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor“Evangelicofóbicos estão furiosos”, afirma pastor

Desde que foi aventada a possibilidade do deputado pastor Marco Feliciano assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, uma enxurrada de críticas contra ele tomaram conta da mídia brasileira.
Diferentes frases ditas pelo pastor, trechos de vídeo, e inclusive processos que deveriam correr em segredo de justiça foram usados para desabonar a conduta pregressa do parlamentar. Ocorreram inclusive protestos dentro da própria igreja evangélica, que Feliciano acredita representar.
O teólogo, autor e pastor Ciro Zibordi comentou a situação em seu blog neste sábado. Para ele “não foi por acaso que a ficou a cargo dos evangélicos. Deus pode ter permitido isso a fim de impedir que o movimento evangelicofóbico dê continuidade a seus maus intentos”.
Embora reconheça que Feliciano no passado “deixou a desejar como pastor e pregador”, este seria um tempo de os evangélicos orarem por ele e estarem alerta para os planos dos que ele chama de “evangelicofóbicos”. Esse grupo seria “Formado por ativistas LGBTUVWXYZ, juristas, parlamentares e governantes laicistas, além de boa parte da grande mídia… movimento [que] deseja cumprir à risca a agenda liberal. Esta, que é mundial, conta com o apoio de ilustres governantes, como Barack Obama, e abarca a liberação do aborto e a destruição da família segundo o modelo esposado na Bíblia Sagrada”.
Embora lembre das promessas bíblicas, enfatizando que os evangélicos não tem nada a temer, fez uma ressalva, considerando os últimos acontecimentos “querem calar os verdadeiros pregadores do Evangelho. E alguns desses inimigos da Palavra de Deus e dos bons costumes prometem até pegar em armas, se for necessário. Um desses evangelicofóbicos disse que vai lutar para destruir toda a influência do cristianismo sobre a sociedade brasileira”.
Durante muitos anos a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara esteve na mão do Partido dos Trabalhadores. Sua presidência foi para o PSC, partido de Feliciano, após negociações com partidos aliados. Entre suas votações previstas estão questões relativas aos direitos dos homossexuais, o que gerou grande parte do protesto, uma vez que Feliciano é contrário ao casamento gay.
Fonte:gospelprime

UM LEMBRETE A SOCIEDADE BRASILEIRA: NEM TODOS OS PASTORES SÃO SAFADOS!



Por Renato Vargens

Em virtude dos escândalos relacionados a alguns líderes evangélicos, parte da sociedade brasileira acredita que todos os pastores são safados, ricos e que extorquem dinheiro do bolso dos fiéis. 

Claro que não dá para tapar o sol com a peneira, contestando de forma absoluta esta afirmação, mesmo porque, é inegável a existência de pastores desonestos que em nome de Deus vivem nababescamente. 

Infelizmente alguns dos denominados "ministros do evangelho" justificam seu imenso patrimônio pregando doutrinas estapafúrdias, afirmando em nome de uma teologia espúria, que o desejo de Deus é que sejam prósperos e ricos. No entanto , você há de convir que também é inegável que a imensa maioria dos pastores brasileiros não se encaixam no perfil do "lobo mau".

Caro leitor, graças a Deus existe um número impressionante de pastores que não se venderam e nem se corromperam, por causa do poder. Tais pastores abnegadamente dirigem asilos e orfanatos, visitam presídios, dividem o pão, admoestam os insubmissos,  se esmeram na Palavra, consolam os enlutados, recuperam drogados, sem contudo exigir dinheiro em troca das bênçãos divinas. Além disso, os pastores em  questão  não usufruem de teologias malditas, nem tampouco comercializam a o nome de Deus vendendo objetos “sagrados” àqueles que sofrem as agruras da vida. Homens como estes, lutam com sacrifício trabalhando arduamente para subsistir e sustentar com dignidade suas famílias Particularmente eu conheço inúmeros destes  que possuem dupla jornada, trabalhando fora além obviamente de pastorear com esmero o rebanho que o Senhor lhes confiou.

Isto posto, considero injusto, desrespeitoso, e maldoso afirmar que todos os pastores são "farinha do mesmo saco", mesmo porque, pela graça de Deus ainda existem espalhados  por esse imenso país pastores comprometidos com o Evangelho de Cristo e que não se dobraram aos ensinos de Baal, optando por uma vida que glorifique a Deus.

Pense nisso!

Fonte:Blog de Renato Vargens

“Casamentos pela internet” tornam-se comuns nos EUA


Avanços na tecnologia deram “nova roupagem” a uma prática bastante antiga
por Jarbas Aragão

“Casamentos pela internet” tornam-se comuns nos EUA“Casamentos pela internet” tornam-se comuns nos EUA

Uma reportagem do New York Times mostrou nesta semana que algo impensável alguns anos atrás está se tornando quase uma tendência nos Estados Unidos. E pode se espalhar pelo mundo: os casamentos via internet.
A noiva está em um país. O noivo, em outro. Os convidados estão cada um em sua casa. E o juiz de paz faz a  pergunta pelo microfone do computador: “Aceita essa pessoa em casamento?”.
Tudo começou com os soldados norte-americanos estavam na guerra do Afeganistão e não sabiam se conseguiriam voltar vivos. Por isso, começaram a aproveitar os benefícios da tecnologia para oficializar o relacionamento e não deixarem a esposa desamparada caso o pior acontecesse.
A modalidade passou a ser chamada de “proxy marriage” [Casamento substituto] e está se popularizando bastante depois que os imigrantes passaram a adotar esses casamentos virtuais. Nestes casos, as pessoas se casam com os parceiros que estão em sua terra natal, sem precisar arcar com as despesas de viagem.
A ideia não é exatamente nova. Séculos atrás eram comuns entre a nobreza. A diferença é que eram feitos por cartas, uma espécie de procuração. No início de século passado casamentos via telégrafo também foram documentados.
Obviamente os avanços nas telecomunicações e as novas versões de programas como  Skype e Google Hangouts ajudaram muito no crescimento destes eventos. A empresa Proxy Marriage Now, sediada na Carolina do Norte, afirma que já realiza entre  400 e 500 casamentos por ano. Fundada há sete anos, seu crescimento anual é de aproximadamente 15%.
Em certos estados americanos, o casamento via internet não é reconhecido oficialmente. Em outros, apenas os soldados podem fazer a cerimônia dessa maneira.
A prática é tão nova que algumas autoridades de imigração temem que não existam leis que possam impedir que seja usada para casamentos falsos, cujo objetivo é apenas garantir a cidadania de alguém que está em outro país.  .
Mas os Estados Unidos não são o único lugar onde eles estão acontecendo. Há registros do reconhecimento desta prática em países islâmicos. Afinal, a prática do casamento por procuração é muito difundida entre os muçulmanos e teria  apoio no Alcorão.
“Depois de todos estes avanços na tecnologia e diferentes  tipos de ferramentas de telecomunicações, os estudiosos chegaram à conclusão de que é algo aceitável”, disse o imã Ali Shamsi, responsável por um centro muçulmano em Nova York. Com informações New York Times. Fonte:gospelprime

Divórcio de pais religiosos pode ​​fazer filhos abandonarem a igreja



Efeito é maior entre casais divorciados e que ambos frequentam a igreja regularmente
por Jarbas Aragão

Divórcio de pais religiosos pode ​​fazer filhos abandonarem a igrejaDivórcio de pais religiosos pode ​​fazer filhos abandonarem a igreja

Um novo estudo mostrou que os filhos de casais religiosos são muito mais propensos a abandonar a religião se os seus pais se divorciarem. O material foi publicado esta semana na Revista De Estudos Científicos da Religião.
A pesquisa indica que filhos de pais religiosos que se divorciam são duas vezes mais propensos a se afastar da igreja quando adultos, que as pessoas cujos pais não se divorciaram.
“Quando o pai e a mãe são religiosos, o divórcio tem um efeito negativo sobre a religiosidade”, explica Jeremy Uecker, professor da Universidade Baylor e principal autor do estudo. ”Eles podem pensar que o casamento de seus pais foi a vontade de Deus ou algo assim e o rompimento terá  vários efeitos sobre sua religiosidade na vida adulta.”
Estudos anteriores já indicavam uma ligação direta entre o divórcio e as crenças futuras de uma criança, mas Uecker diz que a maioria desses estudos não levavam em conta as crenças religiosas dos pais.
O pesquisador afirma que o efeito negativo do divórcio sobre a fé dessas crianças depois de crescidas foi observado em pessoas de todas as religiões, embora a maioria das pessoas entrevistadas seja cristã. Agora, ele anunciou que deseja aprofundar o estudo de por que as crianças de pais divorciados parecem propensas a ser menos religiosas.
“Eu acho que é por causa desta ideia da perda de socialização e do ensino da religião, quando os pais separam”, diz ele. ”Meu próximo objetivo é identificar os mecanismos e as razões por que o divórcio dos pais é tão importante para definir a formação religiosa a longo prazo. Mas isso irá demorar mais tempo para ser estudado”. Com informações US News.
Fonte:gospelprime

PROGRAMA VERDADE E VIDA

Todos os domingos você poderá assistir ao Verdade e Vida, um programa da Igreja Presbiteriana do Brasil para abençoar você e sua família. Lembramos que o Programa é apresentado todos os domingos pela BAND das 11:45 às 12h00.

Aplicativo - Programa Verdade e Vida em seu dispositivo Android


Programa da Igreja Presbiteriana do Brasil 

Visão geral:
O Programa Verdade e Vida agora pode ser utilizado no seu dispositivo móvel Android (Smartphones e Tablets). Ao instalar você poderá assistir a todos os programas que já foram exibidos na íntegra sem a necessidade de abrir o seu navegador.
O programa abre após a tela inicial e já carrega automaticamente o último programa disponibilizado para Android.
No botão de menu Android, você poderá encontrar alguns recursos como a lista de todos os programas, pesquisar um programa, tema do próximo programa, história do programa, dentre outros.
Download:
Para efetuar o Download basta clicar no link abaixo, baixar o arquivo e instalar no seu dispositivo Android.
Possíveis problemas:
O aplicativo "Programa Verdeda e Vida" foi testado em diversos dispositivos e não apresentou problemas, a não ser o não funcionamento quando a internet do aparelho apresenta algum problema. Neste caso, o aplicativo pode demorar alguns segundos para aparecer a tela de boas vindas e aparecerá a mensagem de erro na conexão com a internet; caso a internet volte, ele poderá funcionar normalmente, porém é recomendado reiniciar o programa para que seja baixada a lista de todos os programas já exibidos. Ressaltando que algumas aplicações podem travar, o que é comum em smartphones, porém sem danos ao aparelho.
Versão do Programa:
Esta é a versão inicial (1.0) e você pode nos enviar sujestões através do fale-conosco no próprio aplicativo.
Requisitos de sistema:
Android 2.1 ou superior
Conexão de rede wifi ou 3g
Obs.: Caso haja o bloqueio da instalação do software, é necessário entrar e marcar a permissão para instalação de fontes desconhecidas
(Configurações/Aplicações/Fontes desconhecidas)
ou permitir a instalação de aplicações não Market no mesmo menu.
Clique na imagem abaixo e efetue o download do aplicativo Programa Verdade e Vida:
 

 

Incidência de catástrofes no céu e na terra devem crescer nos próximos anos


Pare e Pense
Terremotos e sinais no céu aumentarão no século 21 dizem especialistas
por Jarbas Aragão

Incidência de catástrofes no céu e na terra devem crescer nos próximos anosIncidência de catástrofes no céu e na terra devem crescer nos próximos anos

De acordo com um estudo encomendado pelo governo dos EUA aos geólogos Thomas L. Holzer e James Savage, o cenário dos próximos anos não é nada animador. No material recém-publicado, os estudiosos fizeram uma retrospectiva dos terremotos que causaram mais de 50.000 mortes, considerados catastróficos, desde o ano 1500 d.C.
A constatação é que mais do que nunca pessoas morrerão no século 21 por causa de terremotos. Os motivos são aumento o previsto da população neste século e a tendência de crescimento no número e na intensidade de sismos.
Após correlacionar estatisticamente o número de terremotos catastróficos em cada século, os pesquisadores projetam cerca de 21 grandes tremores de terra até o fiam do século XXI. Será 3 vezes mais que os ocorridos no século 20. O número de fatalidades neste século podem mais que dobrar, chegando a cerca de 3,5 milhões.
O diretor associado do Instituto de Análise de Riscos Naturais doa EUA, David Applegate diz que medidas preventivas podem ser tomadas, mas é impossível negar que as perdas serão enormes. Quatro terremotos catastróficos já ocorreram desde o início do século 21, incluindo o terremoto (e tsunami) de 2004 na Indonésia o terremoto no Haiti, em 2010. Estima-se que cada um matou mais de 200.000 pessoas.
Se os cientistas olham com desânimo para os eventos na terra, alguns teólogos acreditam que deverá crescer o número de “sinais no céu”. Em fevereiro um   meteoro de 10.000 toneladas caiu sobre a Rússia, matando mias de mil pessoas. No mês passado um asteroide gigantesco passou perto demais da Terra. Outro incidente que recebeu ampla cobertura, por exemplo, foi um raio que atingiu a Basílica de São Pedro, poucas horas depois de o papa Bento XVI anunciar sua renúncia.
Citando passagens bíblicas sobre sinais e maravilhas nos céus, teólogos têm falado sobre o cumprimento de profecias contidas nas Escrituras. O rabino Jonathan Cahn, autor do best seller “The Harbinger” e do  DVD “O Julgamento de Isaías 09:10″ disse ao WND: “Nós sabemos que estamos nos últimos dias. Os sinais são evidentes – o retorno dos filhos de Israel para sua terra, os conflitos crescentes no Oriente Médio, o aumento do conhecimento do homem, a proliferação imoralidade e uma apostasia que parece tomar conta de todo o mundo”.
Cahn é um judeu, pastor e rabino da igreja messiânica Beth Israel e  presidente do ministério Esperança Mundial de Jerusalém. Para ele,  o mundo está passando por um “momento crítico de transição”. “Enquanto observamos o declínio espiritual e físico de países antes majoritariamente cristãos… há inúmeras referências a sinais e maravilhas na céus em toda a Escritura”. Joel 2:30-31, Lucas 21:25-26, além do livro do Apocalipse são lembradas por ele.
Um dos líderes mais influentes da Igreja Ortodoxa Russa, maior grupo cristão da Rússia, o Bispo Metropolitano Feofan acredita que a queda do meteoro foi uma clara mensagem divina.  “A BíbliaSagrada diz que Deus nos envia sinais e avisos por meio de calamidades naturais… foi um lembrete para os moradores dos Urais e do resto do mundo que todos nós vivemos em um mundo frágil e imprevisível “, disse ele em um comunicado amplamente divulgado na Rússia mês passado.
O Associated Press diz que eventos que tiveram menos repercussão ocorreram poucos dias depois em Cuba e na Califórnia, com luzes brilhantes e “bolas de fogo” sendo vistas na atmosfera que não foram explicadas pelas autoridades. A NASA confirmou através de seu site que em fevereiro “algumas rochas espaciais grandes entraram na atmosfera da Terra”. O  professor de física Peter Brown, especialista em meteoros da University de Western Ontario, disse que o meteoros não são novidades, mas estranha o fato de que nem os melhores telescópios terem conseguido prever que eles se chocariam contra a Terra.
O pastor  batista Carl Gallups, é um autor de livros sobre profecias e apresenta um programa de rádio voltado ao ensino nas Escrituras. Ele diz que “não se pode negar que estamos vivendo em tempos bíblicos proféticos. Alguns dos sinais principais mostram o cumprimento de Daniel, capítulo 12, como aumento da tecnologia e das profecias de Ezequiel 38 e 39; com Israel sendo restaurado, mas sempre cercado por inimigos que ameaçam destruí lo… podemos certamente dizer que estes podem perfeitamente ser prenúncios dos últimos dias, conforme as profecias”.  Com informações WND, USGs, Prophecy News. 
Fonte:gospelprime

Princípios para um debate mais produtivo entre arminianos e calvinistas. .




Por Renato César


Dizem que debates existem com o propósito de se descobrir a verdade e permitir que os ouvintes possam formar opinião acerca de algum tema e decidir de que lado querem estar. Contudo, jamais vi algum debatedor mudar sua opinião durante um debate, mesmo não tendo argumentos para contrapor aos de seu oponente, e só muito raramente, creio eu, alguém que está inclinado para um lado deixa-se persuadir pelo outro a ponto de mudar de posição.

Costuma-se atribuir a vitória num debate àquela pessoa que é mais eloquente e até mais agressiva em sua maneira de se expressar, embora no final poucos se lembrem de sua argumentação. Em resumo, debates geralmente não servem para nada, exceto enaltecer o ego da parte que julga ter vencido o debate. 

Com debates teológicos não é diferente. Por isso, creio que só há uma maneira de se discutir qualquer assunto para que se possa chegar a algum consenso, embora este não seja o objetivo de quem entra em um debate. Deve-se estabelecer princípios.

Os princípios são o fundamento, a base para qualquer doutrina. Sem eles qualquer discussão pode não passar de pura perda de tempo. É preciso, então, saber qual o ponto de ruptura entre duas ideologias, filosofias ou doutrinas, para a partir daí, e somente a partir desse ponto, iniciar qualquer discussão.

Eis um exemplo:

Imagine um cristão discutindo sobre Cristo com um muçulmano. O cristão citará dezenas de versículos bíblicos para provar que Cristo é o Messias, ao passo que o muçulmano citará os textos do Alcorão para desacreditar esse argumento. Será que um dia eles chegarão a alguma conclusão? É evidente que não, pois o muçulmano não crê na Bíblia, e o cristão não crê no Alcorão. O ponto de ruptura aqui ocorre bem no começo: a Palavra Sagrada.

Com base nisso, quero propor alguns princípios para dois grupos específicos: calvinistas e arminianos. Não adianta você eximir-se dizendo que segue a Bíblia, pois os dois grupos também dizem seguir. Quando você se posicionar sobre a questão da salvação, muito provavelmente recairá em algum dos lados, mesmo não tendo consciência disso. Digo provavelmente porque existem ainda outros pontos de vista, mas que não nos interessam agora por serem minoria.

Antes de iniciar o debate, os arminianos e calvinistas precisam descobrir a partir de que ponto suas doutrinas tomam rumos diferentes. Comecemos, então, pelos atributos divinos, visto que o entendimento de suas implicações no comportamento divino pode ajudar a economizar bastante saliva e tempo.

Creio que ambos os grupos concordam que Deus é soberano (considerado um atributo) sobre tudo que existe no universo, material ou não, o que implica em três atributos bastantes populares, dentre aqueles ditos incomunicáveis: onipotência, onisciência e onipresença. Há outros atributos incomunicáveis que podem ser mencionados, como eternidade e imutabilidade.

Cristãos creem, quase sem exceção, que Deus tem poder ilimitado e absoluto (onipotência), podendo, logo, fazer tudo, exceto negar a si mesmo (2 Tm 2:13). Este “negar a si mesmo” dá bastante pano pra manga, pois é preciso definir o que implicaria Deus estar negando a si mesmo, além do proposto diretamente no texto, e aqui pode estar um ponto de ruptura entre calvinistas e arminianos.

A onisciência diz respeito ao conhecimento de Deus. Esse atributo implica que ele sabe e conhece tudo. Tudo, aqui, inclui passado, presente e futuro, bem como a mente do homem, o que pode trazer divergências se considerarmos o que pensam alguns defensores extremistas do livre arbítrio. Já a onipresença e a eternidade de Deus são atributos divinos pacíficos entre os cristãos. Finalmente, paz entre o homens. Mas vamos adiante.

Quanto à imutabilidade, pode haver aqui outro ponto de ruptura, visto ser preciso definir se a imutabilidade divina diz respeito tão somente à natureza de Deus ou engloba também o posicionamento divino quanto a determinadas questões, implicando a possibilidade de Deus mudar de opinião ou até mesmo rearranjar seus planos em função de outras variáveis, como o comportamento humano.

Existem, ainda, os atributos divinos comunicáveis. Entre eles, destaco o amor e a justiça, fundamentais para o entendimento da polêmica que envolve calvinistas e arminianos. São também pontos de ruptura entre os dois grupos, visto ser preciso definir que atos de de Deus poderiam ser contrários a esses atributos e, logo, impraticáveis por ele, visto que Deus não poderia negar a si mesmo, com vimos antes.

Assim, para economizar tempo e permitir que haja algum progresso num debate entre militantes dos dois lados, é imprescindível que, antes de se lançar mão dos tantos versículos bílicos sobre o assunto, defina-se o que cada um entende sobre os atributos divinos mencionados e suas implicações no comportamento divino. Certamente muitas divergências já surgirão a partir desse ponto, permitindo-nos perceber que o problema em questão é bem maior do que parece.

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Sobre o autor: Cristão reformado, formado em administração de empresas e teologia, membro da IPB - Fortaleza/CE. 
Artigo enviado por e-mail. 
Contato com o autor: renatocesarmg@hotmail.com
Divulgação: Bereianos
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Quanto você cobra para pregar?


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Alguns anos atrás eu estava no gabinete da igreja quando o telefone tocou. Quando atendi ao telefone, a pessoa do outro lado da linha disse que queria falar com o pastor Silas e se ele estava. Eu lhe disse que era o pastor Silas quem falava. Então ele se apresentou e me disse que era de uma igreja batista de uma outra cidade e se haveria a possibilidade de pregar em sua igreja em um congresso de jovens, me explicando que já havia ligado para o Pr. Silmar Coelho, mas nessa data ele estaria nos Estados Unidos, e que havia ligado para a cantora Eyshila, mas ela também não poderia estar no congresso naquela data. Então eles se lembraram de mim e resolveram ligar para ver se haveria a possibilidade de estar pregando no congresso. Eu olhei a minha agenda e verifiquei que na data que queriam, apesar de ser um feriado prolongado, eu estaria livre. Então veio a famosa pergunta:

- Quanto o senhor cobra para estar pregando em nosso congresso?

Então lhe falei que não cobrava nada. Ele surpreso me disse:

- Nada!

- Nada. Respondi.

Então o rapaz me disse com muita empolgação:

- Pois eu quero lhe dizer que o senhor receberá uma boa oferta da igreja.

Confesso para vocês que eu fiquei surpreso, pois alguns anos antes eu havia pregado nessa igreja e ela não tinha paredes e eu nada cobrei e nem nada recebi. Voltei para pregar lá novamente, dessa vez já havia paredes e me deram uma oferta para cobrir as despesas da gasolina. Queridos, confesso para vocês uma coisa, não cobria a metade da gasolina que eu havia gasto, mas tudo bem.

Enquanto ele me falava pensei comigo: “Vou levar um grupo da igreja para esse congresso”. Mas aí ele completou:

- Não só uma boa oferta, mas o senhor terá todas as despesas pagas e dormirá num hotel fazenda excelente que temos aqui na cidade.

Meus irmãos, na mesma hora eu desisti de levar comigo a igreja; só vou com a minha esposa e não vou nem levar as crianças, meus filhos nessa época ainda eram bem novos. Hotel fazenda, boa oferta e ainda todas as despesas pagas. Que mudança. Que benção. Como estava mudada a igreja. Tão liberal e tão próspera.

Enquanto eu pensava nisso, o abençoado no outro lado da linha me disse assim:

- Pastor o senhor é muito famoso aqui em nossa cidade.

Aí eu pensei: “Famoso?” Ta certo que eu havia pregado lá duas vezes, e confesso que foi uma benção, mas famoso? Foi quando perguntei:

- Eu? Famoso?

- É. O senhor é muito famoso aqui, afinal de contas o senhor não é o pastor Silas Malafaia?

Então eu falei:

- Não meu irmão, eu sou o pastor Silas Alves Figueira.

- Ué! Ai não é a Assembléia de Deus da Penha?

- Não querido, aqui é a uma igreja batista e fica em Teresópolis.

- Ah pastor me desculpe pelo King Kong que eu paguei! Eu queria falar era com o pastor Silas Malafaia, o senhor não tem o telefone dele aí não?

- Não meu irmão, eu não tenho.

Queridos, tudo bem que eu não sou o Malafaia, mas também não sou nenhuma “Mala Sem Alça”. Por qual motivo o Malafaia tem boa oferta, despesa paga e hotel fazenda e para o Malafeia não têm nada? Só porque ele é famoso? Por que será que para o Pastor Silmar Coelho e para a cantora Eyshila podia ter honras financeiras e para o Malavazia não podia ter nada? Será que só eles merecem não ter gastos financeiros?

Fico imaginando eu e a minha querida esposa chegando à cidade e dando de cara com os cartazes, “Hoje estará conosco o famoso pregador Silas Malafaia.” E chega ao congresso o não famoso Malavazia com a sua digníssima esposa, que não se chama Elizete, mas Cláudia. Graças a Deus que o abençoado falou que o outro era famoso e eu achando que era eu. Já parou para pensar que situação eu iria enfrentar e eles?

Meus irmãos esse ocorrido me fez ver que quanto mais famoso você for, mais honras você recebe, como se a honra estivesse na fama e não na pessoa. Eu não tenho nada contra o pregador ou cantor receber uma oferta por ir a uma igreja para ministrar, o que eu não aceito é essa cobrança que se anda fazendo por aí. Pregadores e cantores cobrando para ministrar e cobrando alto, exigindo coisas que não tem lógica. Eu soube de um pregador que após pregar foi convidado a ir à casa de uma família da igreja para jantar. Quando ele viu que o jantar era sopa (pois estava muito frio naquela noite), ele disse para o dono da casa que por “aquilo” ele não dava graças, e foi jantar em outro lugar. Quanta arrogância entre os “famosos”, muitos vieram de lugares pobres, e muitos deles nem tinham o que comer direito, mas basta um pouquinho de fama e já começa o chilique, não como isso, não como aquilo. Onde isso vai parar meu Deus? Se alguém souber a resposta me diga por favor.


Autor: Pr Silas Alves Figueira, que não sabe o telefone do Malafaia.
Fonte: [ Ministério Batista Bereia ]
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sábado, 9 de março de 2013

Associação de psicólogos organiza protesto em apoio a Marisa Lobo em frente ao Conselho de Psicologia



Associação de psicólogos organiza protesto em apoio a Marisa Lobo em frente ao Conselho de Psicologia

Recentemente o Conselho Federal de Psicologia (CFP) voltou a movimentar o processo administrativo contra a psicóloga Marisa Lobo exigindo que ela retire as menções à religião que a ela mantém em suas redes sociais.
Como resposta ao processo contra Marisa Lobo, a Associação de Psicólogos e Profissionais Pró Família está organizando um ato de protesto na próxima segunda feira em frente ao Conselho. O objetivo da manifestação é protestar contra o conflito entre o CFP e Marisa Lobo, classificado pela Associação como sendo um ato de perseguição religiosa.
Na carta enviada à imprensa sobre a manifestação, marcada para acontecer às 10 da manhã da próxima segunda feira, os organizadores do ato comentam ainda o caso de um psicólogo de Manaus se declarou pai de santo e participou de um simpósio de psicologia e palestrando sobre candomblé, declarou haver uma necessidade da psicologia se aproximar das religiões afro. De acordo com os organizadores da manifestação, o Conselho não se pronunciou sobre a apologia à religião feita pelo psicólogo amazonense, o que caracterizaria os atos do CFP como preconceito religioso contra os cristãos.
De acordo com os organizadores do protesto, os manifestantes empunharão cartazes com frases como:
• Cristão do Paraná não aceitam CRISTOFOBIA
• Cadê nossa liberdade de expressão, abaixo a perseguição religiosa
• Sou evangélica e prefiro uma psicóloga que tenha fé em DEUS.
• Marisa Lobo Deus é contigo, não traia sua Fé
• Fenasp na luta contra perseguição religiosa
• CFP Promove a CRISTOFOBIA No Brasil
• Conselho de psicologia está sem identidade
• #ForçaMarisaLobo. Lute pela sua liberdade de professar sua fé.
• Quero uma psicóloga Cristã, acredito em DEUS.
Em sua página no Facebook, Marisa Lobo divulgou o cartaz de convocação para a manifestação, e convocou aqueles que apoiam suas ideias, e repudiam o preconceito a estarem presentes na manifestação.
cartaz-ato-favor-marisa-lobo
- Me ajudem. Participe em Curitiba do #ATOPUBLICO de protesto contra o CFP que cristãos da sociedade Paranaense estão promovendo para me apoiar e exigir nosso direito A LIBERDADE RELIGIOSA. É uma ato pacífico. Interessados em participar faça um cartaz de protesto e vá lá no dia. – escreveu a psicóloga na rede social, convocando seus apoiadores a participarem do protesto.
Por Dan Martins
Fonte: Gospel+

Como identificar os falsos profetas?

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Por Hernandes Dias Lopes
Fonte: Verdade e Vida
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Irã convoca muçulmanos para a guerra contra Israel



Crenças no Messias e mudanças na política apresentam quadro pessimista
por Jarbas Aragão

Irã convoca muçulmanos para a guerra contra IsraelIrã convoca muçulmanos para a guerra contra Israel

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, ordenou que todas as forças armadas do regime islâmico se preparem para a guerra. Segundo uma fonte da Guarda Revolucionária iraniana, o regime acredita que Israel está prestes a atacá-los. Seu desejo é convocar todos os muçulmanos para se unirem a eles na “última guerra”
O clima de guerra iminente no mundo ficou mais pesado quando a Coreia do Norte disse que estava cortando a comunicação com a Coreia do Sul e ameaçou usar seus mísseis nucleares.
Ocorreram negociações na semana passada no Cazaquistão, reunindo o Conselho de Segurança das Nações Unidas mais a Alemanha. O objetivo seria forçar uma intervenção no desenvolvimento de armas nucleares por parte do Irã, algo inaceitável segundo o governo iraniano que se sentiu ameaçado.
Informações veiculadas recentemente dizem que o general Masoud Jazayeri autorizou um ataque da Al-Qaeda contra os EUA e a Europa ainda este ano. O vice-comandante da Guarda Revolucionária Iraniana, general Hossein Salami, advertiu recentemente que os mísseis de seu país poderiam chegar além da região do Oriente Médio.
Com a morte do presidente Hugo Chávez e a iminente queda do presidente da Síria, Bashar Assad, o Irã está enfraquecido no cenário internacional após perder esses dois importantes aliados.
Além disso, oficiais muçulmanos xiitas têm falado sobre a vinda iminente do Mahdi, o 12 º Imã, uma espécie de último profeta que descerá à Terra no momento do Armagedom.
Recentemente, Ali Saidi, representante de Khamenei junto à Guarda Revolucionária, disse a seus soldados que uma das formas de acelerar a chegada do Mahdi é uma “grande turbulência” no Oriente Médio. Ao mesmo tempo, o aiatolá Khazali, membro da Assembleia de Especialistas, órgão que escolhe o líder supremo do Irã, deu uma entrevista à revista “Guardião do Islã” que a vinda do Mahdi está mais próxima que nunca e todos os inimigos do Islã serão destruídos, espacialmente Israel e os Estados Unidos.
Mês passado, o general Mohammad Reza Naqdi, em um discurso na Universidade Sharif, em Teerã, rejeitou negociações bilaterais com os americanos e foi enfático: “Os EUA estão hoje no auge de sua inimizade com o Irã”.
O presidente Obama deve visitar Israel nos próximos meses para tentar negociar com os palestinos e israelenses uma divisão de território. Esta semana, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, alertou que o programa nuclear do Irã já cruzou a “linha vermelha”, e que Israel precisa tomar medidas urgentes para contê-los. Com informações WND.
Fonte:gospelprime

Evento mostra a empresários como usar os valores cristãos em negócios



O café da manhã terá a participação de três líderes americanos que ensinarão como aplicar a Bíblia na vida profissional
por Leiliane Roberta Lopes

Evento mostra a empresários como usar os valores cristãos em negóciosEvento mostra a empresários como usar os valores cristãos em negócios

Está marcado para o dia 21 de março um café da manhã especial para empresários cristãos de Jundiaí e Região na FCG Business, faculdade com ênfase em negócios, com a participação de três empreendedores americanos que contarão seus segredos.
O evento é gratuito e tem como o tema “Negócios como Missão a serviço do Reino de Deus”. Os presentes aprenderão como administrar seus negócios usando princípios bíblicos e assim alcançando o sucesso profissional.
Entre os palestrantes estará Dr. Kip Miller, presidente da Eastern Industrial Supplies, Inc. sediada em Greenville, Carolina do Sul. Mestre em estudos bíblicos em sua igreja local, Miller atua também como voluntário no Miracle Hill Ministres um projeto social voltado para pessoas sem lar, famintos e desamparados.
Kip Miller estará relatando como conseguiu reerguer a empresa que herdou de seu pai, a Eastern estava falida e hoje é uma das companhias mais expressivas de seu país graças aos conceitos cristãos adotados por ele.
Outro convidado que estará presente nesse café da manhã da FCG Business é o pastor James Floyd Parker, também da Eastern Cares, braço social da Easter Industrial, ele que é o diretor do projeto trabalha com foco em cultora e realiza seus trabalhos de acordo com valores cristãos.
O Dr. Jeff Moore também já confirmou sua participação, diretor do programa de MBA da Anderson University, em Anderson (EUA), ele é autor de diversos livros voltados para empresários e também atua como na formação de novos líderes.
Para participar é preciso se inscrever através do e-mail mirian@fcg.edu.br, informando o nome completo, nome da empresa e cargo. Não há cobrança de taxas. Saiba mais pelo site www.fcg.edu.br.

Cientista que participou da “cura da AIDS” é missionária evangélica


Doutora Hannah Gay trabalhou na Etiópia na década de 1980
por Jarbas Aragão

Cientista que participou da “cura da AIDS” é missionária evangélicaDr. Hannah Gay.

A doutora Hannah Gay, pediatra que trabalha no Centro Médico da Universidade de Mississippi entrou para a história no início deste mês. Ela faz parte da equipe de virologistas liderada pela doutora Deborah Persaud, que anunciou o primeiro caso de cura funcional da AIDS em uma criança.
Gay é uma especialista em HIV e declarou no dia do anúncio oficial: “Eu senti que aquele bebê estava correndo um risco maior que o normal, e merecia a nossa melhor tentativa”. O bebê em questão é uma menina que hoje tem dois anos, nasceu no Mississippi, e foi contaminada com o vírus HIV desde o nascimento, transmitido pela mãe soropositiva.
O tratamento considerado revolucionário desses médicos começou com a infusão de 3 drogas apenas 30 horas depois do nascimento.  Como a criança tem vivido sem medicação por cerca de um ano, e não apresenta mais sinais de infecção, acredita-se que o sucesso desse caso de “cura da AIDS” pode indicar o caminho para que em breve a doença possa ser vencida.
Embora não existam garantias de que a criança vai permanecer saudável, mas testes complexos encontraram apenas alguns traços remanescentes do material genético do vírus.
Os especialistas estão animados com a descoberta, acreditando que será útil na tentativa de erradicar o vírus HIV em crianças, especialmente nos países africanos, onde milhares de bebês nascem infectados todos os anos.
Um fato pouco divulgado é que Hannah Gay é uma cristã comprometida, que passou anos servindo como missionária na Etiópia, ao lado de seu marido. Na década de 1980, eles mudaram para Addis Abeba, capital da Etiópia, e dedicaram-se à evangelização de crianças, aliando atendimento médico com o ensino da Bíblia.
A família Gay sempre colocou sua fé em primeiro lugar e hoje os quatro filhos e o neto da doutora dizem que ela nunca gostou de estar no centro das atenções. Aos 58 anos, Hannah parece não ter escolha, uma vez que a mídia de todo o mundo voltou os olhos para ela e os demais membros da equipe.
Jack Mazurak, diretor de relações públicas do Centro Médico da Universidade de Mississippi,  disse que a doutora  Gay é “uma pessoa maravilhosa” e que “sua fé moldou a maneira como ela leva sua vida”.
“Nós ainda não sabemos exatamente o que nós fizemos e vai levar um longo tempo para estudar vendo se podemos replicar este resultado em outros bebês antes que possamos dizer, ‘sim, nós temos uma cura definitiva. Até esse ponto, todas as crianças, e os adultos para que o assunto, que estão em boa terapia e está controlando a sua terapêutica precisa ficar em que a terapia”, disse a doutora em uma entrevista à rede CNN. Com informações Christian Post e Washigton Post. 
Fonte:gospelprime

NEGADO PEDIDO DE LIBERDADE PROVISÓRIA DO PASTOR JOSÉ DILSON E A MISSIONÁRIA ZENAIDE




No dia 6 de março passado, o pedido de liberdade provisória dos missionários Rev. José Dilson, esposo da Marli e a missionária Zeneide, presos no Senegal desde o dia 6 de novembro, foi negado.
Ao receber a noticia a mis. Zeneide disse: "Marli, vamos confiar. Nem um cabelo de nossa cabeça cai sem a permissão do Senhor. Ele esta no controle", e o mis. José Dilson expressou: "Com certeza o Senhor ainda não concretizou seu plano. Ele tem endurecido o coração desse juiz por algum propósito. Fiquemos firmes. Estaremos bem, pois o Senhor tem cuidado de nos. Deus decidiu contar conosco para algo que Ele quer realizar, mesmo que não sejamos capazes ou merecedores, pois Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes".
Os missionários que continuam presos ainda pediram para agradecer cada e-mail, mensagem e postagems que são enviados de vários lugares. "Não podem imaginar o quanto isso tem fortalecido nossos irmãos e a mim também. Ao ler cada mensagem sou edificada e renovada pelo Senhor, ao ver o cuidado dele, levantando esse exercito de guerreiros para estarem conosco. Sei que não estamos sós. Não tenho respondido as mensagens, mas leio a todas, muitas vezes entre lagrimas, e agradeço imensamente todo o carinho", manifestou Marli.
A APMT tem apoiado os irmãos com todos os recursos cabíveis, confiando na soberania de Deus.    
Fonte:APMT

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