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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Missão revela os desafios de evangelizar a Mongólia: "Menos de 1% são cristãos"

 


Missão brasileira na Mongólia. (Foto: Reprodução/Instagram/APMT).

Para pregar aos mongóis, os missionários enfrentam o frio rigoroso, a resistência cultural ao Evangelho e a dinâmica nômade de um terço da população.

Mongólia, um dos países mais isolados e frios do mundo, é considerada um dos campos missionários mais desafiadores da atualidade.

A Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT) explicou quais são os maiores obstáculos que missionários enfrentam para evangelizar no país asiático, que está dentro da Janela 10/40 – a região do mundo menos alcançada pelo Evangelho.

“Fazem agora 16º negativos e estamos na virada do outono para o inverno. Aqui é a capital mais fria do mundo”, disse o Reverendo Cácio Silva, executivo operacional da APMT, em vídeo no Instagram.

“A Mongólia é um dos maiores desafios missionários da atualidade. Um país com apenas duas fronteiras, ao norte, a Rússia, ao sul, China. Entre esses dois gigantes, uma população de 3 milhões e 500 mil pessoas”, explicou.

Mais da metade da população mongol vive em Ulaanbaatar, a capital mais fria do mundo, e em duas cidades de porte médio.

Segundo Cácio, outra parte está distribuída em 18 pequenas cidades e cerca de 330 vilas. Na Mongólia, há povos nômades que migram de acordo com as condições climáticas e agropecuárias.

“Um terço da população é nômade e vive em acampamentos provisórios, se deslocando entre as estepes e o deserto de Gobi, em algo em torno de 188 mil acampamentos”, afirmou.

Levar o Evangelho ao povo nômade – cerca de 1 milhão e 200 mil pessoas – é um dos grandes desafios. Como estão sempre em movimento, os missionários encontram dificuldades em plantar igrejas e promover o discipulado.

Resistência ao Evangelho

Além disso, a cultura é resistente à fé cristã. “A maior parte da população se identifica com o budismo, a outra parte mantém a prática tradicional do xamanismo. A cosmovisão budista e xamânica é uma forte resistência ao Evangelho”, observou Cácio.

Com menos de 1% da população urbana e semi-urbana se identificando como cristãos, a Mongólia é considerada um país com povos não alcançados.

“Na população nômade, o percentual de cristãos é ínfimo, de fato irrisório”, pontuou o reverendo Cácio.

Conversões

Mesmo com os desafios climáticos e culturais, a Agência Presbiteriana de Missões Transculturais têm testemunhado frutos da pregação das Boas Novas no país.

“Há múltiplos sinais da manifestação da graça de Deus nesta nação. Pessoas se convertendo, famílias sendo transformadas, pequenas igrejas nascendo em diferentes lugares”, disse Cácio.

O líder pediu oração pela missão na Mongólia. “Quero te encorajar a colocar a Mongólia nas suas orações e considerar a possibilidade de você e da sua igreja se engajar no trabalho missionário, de alguma forma, neste país”, concluiu ele.

A APMT mantém um casal de missionários na nação mongol. Lucas e Juliana, que possuem três filhos, têm servido entre o povo nômade.


Fonte: Guiame

Pastor ajuda cristão disfarçado de sem-teto e é surpreendido com oferta


 O pastor nas ruas. (Foto: Reprodução/Instagram/Jimmy Darts)

O pastor de 76 anos, que enfrenta dificuldades financeiras, foi surpreendido após pagar uma refeição para um cristão disfarçado de sem-teto nos EUA.

Nos Estados Unidos, um pastor a caminho da igreja foi abordado por um homem que se apresentou como morador de rua e pediu ajuda por estar com fome. No entanto, a conversa terminou com uma revelação de fé e provisão de Deus.

O pastor de 76 anos foi abordado pelo influenciador cristão Jimmy Darts, que disse: “Oi, senhor. Como vai? Não me lembro da última vez que comi alguma coisa”.

Ao ouvir o pedido de ajuda, o pastor respondeu: “Deixe-me orar por você. Declaramos vida sobre ele esta manhã”. 

Em seguida, ele convidou Jimmy para ficar com ele e participar do culto naquela manhã. Jimmy aceitou e, antes de irem à igreja, o pastor o levou para fazer uma refeição.

No restaurante, o pastor explicou que poderia ajudá-lo a encontrar um abrigo e perguntou: “Qual é a sua necessidade além disso? Qual é a maior necessidade que precisa ser atendida?”.

Revelação e provisão de Deus

Enquanto caminhavam para a igreja, Jimmy pediu que o pastor segurasse as sacolas de comida e revelou sua identidade:

“Na verdade, eu não sou sem-teto. O senhor foi a primeira pessoa que teve a gentileza de me ajudar”. 

Em seguida, ele surpreendeu o pastor com uma quantia de U$ 500. Emocionado, o líder afirmou:

“Está falando sério? Você vai se surpreender com o que isso significa para mim”. Na ocasião, o pastor compartilhou que, apesar de a igreja estar indo bem, ainda precisava trabalhar para se manter.

“A igreja está indo bem, mas eu ainda trabalho. Tenho 76 anos e compro coisas em vendas de garagem e as vendo para complementar a renda da minha casa”, relatou ele. 

Nesse momento, Jimmy apresentou o cantor cristão Phil Wickham, que também decidiu ajudar o pastor com uma doação adicional de U$ 500 e uma mensagem de encorajamento: “Deus te ama, te vê e é Emanuel em todos os momentos”.

Por fim, Jimmy e Phil participaram do culto na igreja do pastor. O testemunho impactou os membros da congregação, que louvaram ao Senhor pela solidariedade dos cristãos nas ruas e provisão de Deus.


Fonte: Guiame

Andando com Deus

 


A caminhada cristã é frequentemente descrita como uma jornada, mas poucos exemplos são tão profundos e enigmáticos quanto o de Enoque. Em Gênesis 5:24, lemos que "Enoque andou com Deus; e já não era, porque Deus o levou para si". Esse breve relato, encravado em uma longa genealogia de nascimentos e mortes, brilha como uma exceção extraordinária. Enquanto seus contemporâneos simplesmente viviam e morriam, Enoque estabeleceu um padrão de intimidade que desafiou a finitude humana, ensinando-nos que andar com Deus é, antes de tudo, uma escolha de comunhão contínua em meio a um mundo comum.

Andar com Deus implica, necessariamente, estar em plena concordância com Ele. Como o profeta Amós questionou séculos mais tarde: "Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?". Para Enoque, essa concordância não era um evento isolado de domingo, mas um alinhamento diário de vontade, pensamentos e propósitos. Em um tempo onde a humanidade já se distanciava dos princípios do Criador, Enoque decidiu ajustar seus passos ao ritmo divino, cultivando uma amizade que se sobrepunha às pressões e distrações de sua época.

Essa jornada de intimidade exige uma constância que ignora as flutuações das circunstâncias. Enoque não andou com Deus apenas em momentos de êxtase espiritual, mas durante trezentos anos, enquanto criava filhos e filhas e lidava com as responsabilidades da vida cotidiana. Isso nos revela que a verdadeira espiritualidade não é um retiro monástico, mas a prática da presença de Deus no mercado, na família e no trabalho. Andar com Deus é permitir que a santidade invada o ordinário, transformando a rotina em um altar de adoração.

A fé é o combustível que sustenta esse caminhar. O autor da epístola aos Hebreus amplia nossa compreensão sobre Enoque ao afirmar que, antes de ser transladado, ele obteve o testemunho de que havia agradado a Deus. Sem fé, é impossível agradá-Lo, e foi essa confiança absoluta no caráter invisível do Criador que permitiu a Enoque caminhar com tamanha segurança. A fé não apenas nos coloca no caminho, mas nos dá a visão necessária para enxergar Aquele que caminha ao nosso lado, mesmo quando o destino final ainda não é visível aos olhos naturais.

Além da comunhão, andar com Deus envolve um compromisso com a justiça e a verdade. O livro de Judas menciona que Enoque foi um profeta que confrontou a impiedade de sua geração, anunciando o juízo divino contra as obras injustas. Portanto, a caminhada com o Senhor não é uma jornada passiva ou alienada. Quem anda com Deus torna-se um portador de Sua luz e um arauto de Sua justiça, sentindo o que Ele sente e falando o que Ele ordena, mesmo que isso signifique nadar contra a correnteza cultural.

O resultado dessa trajetória foi uma transição gloriosa e sem interrupções. A intimidade de Enoque com o Pai tornou-se tão profunda que a fronteira entre a terra e o céu tornou-se tênue demais para ser mantida. "Deus o levou" sugere um convite amoroso, como se, após um longo dia de caminhada, o Criador dissesse: "Você já está mais perto da Minha casa do que da sua; venha comigo". Essa conclusão extraordinária aponta para a esperança do crente: de que a morte não é um fim, mas um passo final na direção dAquele com quem já caminhamos em vida.

Por fim, o exemplo de Enoque nos desafia a avaliar a direção dos nossos próprios passos. Andar com Deus é uma série de pequenos recomeços, uma decisão renovada a cada manhã de não caminhar sozinho. Não se trata de perfeição religiosa, mas de uma busca sincera por uma amizade que satisfaça a alma e glorifique o nome do Senhor. Que possamos, como Enoque, cultivar tal proximidade com o Eterno, para que a nossa história não seja resumida apenas ao tempo em que vivemos, mas à profundidade de com Quem escolhemos caminhar.

Pr. Eli Vieira Filho

O Recomeço pela Fé

 


Gênesis 12,1-20

Uma Nova Vida: O Recomeço pela Fé

O mundo atual frequentemente parece mergulhado em um caos irreversível, levando muitos a questionarem se há solução para a humanidade. O dramaturgo George Bernard Shaw ironizou essa realidade ao sugerir que a Terra seria o "manicômio" de outros planetas. Essa percepção de desordem não é nova; ela ecoa os primeiros onze capítulos de Gênesis, onde a sucessão de erros humanos — da rebelião ao engano — parecia ditar o destino da criação. No entanto, o texto bíblico revela que, em vez de optar pela destruição, Deus decidiu oferecer um novo tempo através de uma proposta redentora.

A virada na história humana ocorre com o chamado de um homem comum, Abraão, que vivia em Ur dos Caldeus, um centro de idolatria. Sem que houvesse mérito próprio, a graça divina o alcançou, provando que a iniciativa de uma nova vida parte sempre do Criador. Esse chamado exigia uma ruptura drástica com o passado: deixar o lar, o parentesco e a segurança para seguir em direção ao desconhecido. Abraão e sua esposa, Sara, tornaram-se assim os precursores de um novo modelo de existência, fundamentado não na visão, mas na confiança.

O propósito desse chamado transcendia a salvação individual do casal. Deus visava abençoar "todas as famílias da terra" através deles, estabelecendo as bases para o surgimento de Israel, a preservação das Escrituras e, finalmente, o nascimento do Salvador. Quando aceitamos o convite de Deus para um recomeço, raramente temos a dimensão do alcance dessa decisão. A vida de Abraão ensina que um "sim" a Deus pode gerar frutos que alimentarão gerações e transformarão a história de nações inteiras.

A estrutura dessa nova vida repousa sobre uma aliança sólida, e não sobre sentimentos efêmeros. A fé autêntica é alimentada pela Palavra de Deus e por Suas promessas, que moldam o caráter e sustentam o caminhante em tempos de escassez. Para Abraão e Sara, a promessa de serem pais de uma grande nação parecia biologicamente impossível, mas a força da aliança era superior às limitações humanas. Crer em Deus significa apoiar-se em Sua vontade e poder, permitindo que Suas promessas sejam o combustível para a perseverança.

Seguir esse caminho de fé exige uma redefinição radical de prioridades. Embora a família e as amizades sejam valiosas, na vida com Deus, o Senhor assume o primeiro lugar de forma absoluta. O chamado para a "solidão" com Deus, como mencionado em Isaías, convida o cristão a um nível de devoção onde o amor pelo Criador faz com que todos os outros afetos pareçam secundários. Essa dedicação exclusiva é o que garante que o peregrino não faça concessões que o desviem do propósito original.

Na prática da caminhada, a diferença entre o fracasso e o sucesso espiritual reside no compromisso. Enquanto figuras como Ló demonstraram ser apenas "empreendedores" sem raiz espiritual, Abraão e Sara foram "realizadores" porque confiaram plenamente na execução do plano divino. Eles não apenas planejaram uma mudança; eles entregaram seu futuro nas mãos do Senhor, assumindo os riscos da obediência. Esse compromisso integral é o que transforma o potencial de um chamado na realidade de uma vida frutífera.

A dinâmica da fé exige movimento constante, impedindo que a vida espiritual se torne estagnada. O texto bíblico descreve a jornada de Abraão com verbos de ação: ele partiu, atravessou, passou e seguiu. Deus mantém Seus servos em movimento para que novos desafios os forcem a buscar "graça para socorro em ocasião oportuna". Cada etapa da viagem não era apenas uma mudança geográfica, mas uma oportunidade para que a fé de Abraão crescesse e sua compreensão sobre o caráter de Deus se aprofundasse.

Contudo, a jornada não é isenta de falhas. Ao chegar ao Egito e mentir sobre sua relação com Sara por medo, Abraão demonstrou que a "nova vida" ainda convive com as fragilidades da natureza humana. Esse episódio em Gênesis 12 revela que Deus é fiel mesmo quando falhamos; Ele interveio para proteger Sara e preservar a promessa. Isso nos ensina que, sob a graça, nenhum erro é permanente e o Senhor utiliza até nossos tropeços para nos ensinar a total dependência de Sua proteção.

Por fim, compreendemos que o cristianismo confortável é o oposto da vida de fé. Ser "peregrino e estrangeiro" significa estar disposto a enfrentar novas e desconfortáveis circunstâncias para obter novas percepções sobre si mesmo e sobre o Reino. A vida cristã vitoriosa, como bem disse George Morrison, é uma série de recomeços. Ao abraçarmos o compromisso de andar com Deus, descobrimos que, independentemente do caos do mundo, em Cristo sempre há espaço para um novo tempo e uma vida verdadeiramente nova.

Pr. Eli Vieira Filho

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