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quinta-feira, 7 de maio de 2026

Cristão que foi preso por participar de igreja doméstica é libertado no Irã

Amir-Ali Minaei. (Foto: Article 18)

Mesmo com problemas cardíacos, Amir-Ali Minaei foi espancado na Prisão de Evin após pedir tratamento médico.

Um cristão que foi preso por participar de uma igreja doméstica no Irã foi libertado da prisão na semana passada.

Segundo o Article 18, uma organização que apoia cristãos perseguidos, Amir-Ali Minaei saiu da Prisão de Evin em 29 de abril, como parte da anistia anual concedida a prisioneiros.

O cristão de 32 anos passou dois anos detido após ser acusado de "atividades de propaganda contra o regime por meio do estabelecimento de uma igreja doméstica".

Inicialmente, Amir-Ali foi sentenciado a três anos e sete meses de prisão, mas teve a pena reduzida para dois anos e seis meses por não recorrer.

O homem, que deixou o Islã para seguir Jesus, foi detido pela primeira vez em dezembro de 2022 e passou mais de dois meses na Prisão de Evin.

Após uma série de interrogatórios, ele foi libertado sob fiança. Amir-Ali foi diagnosticado com uma doença cardíaca durante sua libertação. A enfermidade foi causada pelo estresse e ameaças que sofreu ao ser perseguido pelo regime islâmico do Irã.

Espancado na prisão

O cristão foi detido novamente em abril de 2024. Em sua segunda detenção, Amir-Ali foi espancado por um guarda.

Ele havia feito vários pedidos de consulta com um cardiologista, mas foram rejeitados. No início de março de 2025, o cristão foi espancado por um guarda da cadeia após pedir mais uma vez para receber tratamento. 

O agente penitenciário atingiu diretamente no peito de Amir-Ali, piorando mais seu estado de saúde.

Mais tarde, ele começou uma greve de fome para protestar depois ter seu direito a um telefonema negado.

Perseguição no Irã

O Irã é um país predominante muçulmano e o governo islâmico persegue os cristãos, proibindo igrejas, Bíblias e evangelismo. 

Líderes e cristãos descobertos podem enfrentar prisão e tortura, principalmente se deixaram o Islã para seguir a Cristo, já que renunciar ao islamismo é proibido pela Sharia (lei islâmica).

Apesar da forte perseguição, a igreja secreta continua crescendo no país, segundo um relatório do Article 18.

O Irã ocupa a 10ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2026 da Missão Portas Abertas.


Fonte: Guiame, com informações de Article 18

A Vitória Pertence ao Senhor: Deus Dá Conquista ao Seu Povo

 


Números 21.21–35

 Meus irmãos, o texto que temos diante de nós marca um momento decisivo na caminhada de Israel. O povo está chegando próximo da Terra Prometida. E agora começam os confrontos diretos com grandes reis e poderosos exércitos.

 Israel enfrenta dois gigantes em seu caminho:

 Seom, rei dos amorreus

 Ogue, rei de Basã

  Dois reis fortes.  Dois territórios poderosos.  Dois obstáculos aparentemente impossíveis para um povo de ex-escravos. Mas este texto revela algo glorioso: Quando Deus luta pelo seu povo, nenhum inimigo pode impedir seus propósitos.

 Israel não vence pela força militar ou estratégia superior…  vence porque Deus entrega os inimigos em suas mãos. Como afirmou João Calvino: “A segurança do povo de Deus não está em seu poder, mas na fidelidade do Senhor das batalhas.”

O texto apresenta três movimentos fundamentais que precisamos compreender:

O pedido pacífico de Israel (v.21–23): A tentativa de diplomacia e a resposta violenta do mundo.

A vitória sobre Seom (v.24–32): A conquista do território dos amorreus.

A vitória sobre Ogue (v.33–35): O desbaratamento do último grande obstáculo antes de Moabe.

 O cenário revela: oposição contra o povo de Deus, direção soberana do Senhor e vitória concedida pela mão divina. Israel aprende aqui a lição que todos precisamos: A batalha pertence ao Senhor.

  1. O POVO DE DEUS ENFRENTARÁ OPOSIÇÃO NO CAMINHO DA PROMESSA (vv. 21–23)

Israel envia mensageiros pedindo passagem pelo "Caminho Real", prometendo não tocar em nada. Mas Seom não apenas nega, como reage com guerra.

O Princípio: Nem todos aceitarão o seu avanço espiritual. Muitas vezes, quando você decide caminhar em direção à promessa de Deus, o mundo "sai ao seu encontro" para pelejar.

A Base Bíblica: Jesus avisou: “No mundo tereis aflições” (Jo 16.33). Paulo reforçou: “Todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2 Tm 3.12).

Reflexão: Como disse R. C. Sproul: “O conflito espiritual é parte inevitável da peregrinação cristã.”

Aplicação: Você entende que seguir a Deus envolve batalhas? Ou espera uma vida sem oposição? A oposição não significa ausência de Deus — muitas vezes ela confirma que você está no caminho certo.

 2. DEUS ENTREGA VITÓRIA AO SEU POVO (vv. 24–32)

Israel derrota Seom "a fio de espada", conquista suas cidades e habita nelas. Isso não foi sorte; foi cumprimento de promessa.

 O Princípio: Toda vitória verdadeira na vida cristã vem da mão de Deus. O texto destaca que Israel "tomou" o que Deus já havia julgado.

A Base Bíblica: “Pois não conquistaram a terra pela sua espada... mas pela tua destra, e pelo teu braço” (Salmo 44.3).

Reflexão: Como afirmou Charles Spurgeon: “Quando Deus determina a vitória, nenhum inimigo consegue prevalecer.”

Aplicação: Você reconhece a ação de Deus em suas conquistas ou atribui tudo à sua própria força? Sem a intervenção divina, ainda estaríamos cativos.

 3. DEUS REMOVE ATÉ OS MAIORES OBSTÁCULOS DIANTE DO SEU POVO (vv. 33–35)

Surge Ogue, rei de Basã. Segundo a Bíblia, ele era um gigante. O medo poderia paralisar o povo, mas Deus diz: “Não o temas, porque eu o dei na tua mão.”

O Princípio: Nenhum obstáculo é grande demais para quem caminha debaixo de uma palavra de Deus. Basã era famosa por suas cidades fortificadas, mas caíram diante do Senhor.

A Base Bíblica: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8.31).

Reflexão: Como disse Herman Bavinck: “A soberania de Deus reina acima de todos os poderes humanos.”

 Aplicação: Quais “gigantes” você enfrenta hoje? Você olha para o tamanho do problema ou para a grandeza de Deus? Quando Deus decreta a vitória, até os gigantes de Basã caem por terra.

 APLICAÇÕES PRÁTICAS

Não se surpreenda com as batalhas: A resistência do inimigo é proporcional ao nível da promessa que você está prestes a alcançar.

Confie na Soberania de Deus: Ele controla os corações dos reis e os movimentos dos exércitos. Descanse no governo d'Ele.

Lute com fé e dependência: Israel teve que lutar, mas lutou sabendo que o Senhor ia adiante. Não tente vencer na "força do braço".

Não tema os gigantes: O medo é um mentiroso que tenta nos fazer esquecer das vitórias que Deus já nos deu no passado.

Verdade Central: O povo de Deus vence não pela própria força, mas pelo poder irresistível do Senhor.

CONCLUSÃO CRISTOCÊNTRICA

Este texto aponta poderosamente para Jesus Cristo. Ele é o nosso verdadeiro Rei Vencedor.

Assim como Seom e Ogue tentaram barrar o caminho de Israel, o pecado, a morte e o inferno tentaram barrar o projeto de Deus.

Mas em Colossenses 2.15, vemos que na Cruz, Jesus despojou os principados e potestades, triunfando sobre eles.

Hoje, não lutamos para ter vitória, mas lutamos a partir da vitória de Cristo. N’Ele, somos mais que vencedores (Rm 8.37).

Como disse R. C. Sproul: “A vitória definitiva do crente foi conquistada por Cristo; nossa tarefa é habitar na terra que Ele já conquistou.”

Hoje Deus está falando ao seu coração:

Pare de viver dominado pelo medo do amanhã ou dos "reis" que se levantam contra você.

Não pare diante dos obstáculos; o mar se abre ou o gigante cai, mas o povo avança.

O mesmo Deus que deu Basã e Hesbom nas mãos de Israel é o Deus que sustenta a sua vida hoje.

 PARE E ENSE:

"Quando Deus vai à frente do seu povo, nenhum gigante consegue impedir a vitória!"

Pr. Eli Vieira

Olhem Para a Serpente: A Cura de Deus Para um Povo Ferido


Números 21.4–9

  Pr. Eli Vieira

 Amados irmãos, o texto que temos diante de nós é um dos mais profundos e cristocêntricos de todo o Antigo Testamento. Ele é uma joia teológica onde encontramos, em poucos versículos, o drama completo da humanidade:

Pecado, Juízo, Arrependimento, Graça e Salvação.

O povo de Israel está caminhando pelo deserto, mas o problema não é mais apenas a areia sob os pés; o deserto agora entrou no coração do povo.

Eles estão cansados da jornada.

Estão impacientes com o tempo de Deus.

 Estão descontentes com a provisão divina.

E o resultado é inevitável: começam a murmurar contra Deus e contra Moisés. Isso nos ensina algo muito sério: quando o coração perde a gratidão, ele rapidamente se afasta da confiança em Deus. Mas este texto não fala apenas sobre serpentes e veneno; ele fala sobre o Calvário.

O próprio Jesus Cristo interpreta este texto em João 3, revelando que a serpente levantada no deserto era a sombra, enquanto a Sua cruz é a realidade. Como afirmou o reformador João Calvino:

“Deus revelou, através da serpente de bronze, uma figura antecipada da salvação que seria plenamente realizada em Cristo.”

O texto apresenta quatro movimentos cruciais que revelam o caráter de Deus e a miséria humana:

A murmuração do povo (v.4–5): A "alma do povo se cansou do caminho". O cansaço virou rebeldia e desprezo pelo Maná (chamado aqui de "pão vil").

O juízo divino (v.6): Deus envia serpentes abrasadoras. O pecado traz morte e dor real.

O arrependimento e intercessão (v.7): O sofrimento quebra o orgulho. Eles reconhecem: "Pecamos". Moisés, tipo de Cristo, intercede.

A provisão graciosa de Deus (v.8–9): Deus oferece uma cura que exige fé. Não é um antídoto químico, mas um olhar de confiança.

O texto revela: a gravidade do pecado, a justiça de Deus que não ignora a rebeldia, a necessidade de um mediador e a suficiência absoluta da graça divina.

 1. O CORAÇÃO DISTANTE DE DEUS PRODUZ MURMURAÇÃO (v.4–5)

O povo perde a paciência por causa da jornada. Eles olham para o Egito com saudade e para o deserto com ódio. Eles rejeitam o caminho escolhido por Deus, a provisão enviada por Deus (Maná) e o cuidado exercido por Deus.

Filipenses 2.14: "Fazei todas as coisas sem murmurações..." 1 Coríntios 10.10: "Não murmureis, como alguns deles murmuraram e pereceram pelo destruidor."

Princípio: A murmuração é a linguagem oficial de um coração que se tornou descontente com a soberania de Deus.

R. C. Sproul: “O coração pecaminoso frequentemente questiona a bondade de Deus quando as circunstâncias não são favoráveis.”

Aplicação: Você tem vivido uma vida de gratidão pelas pequenas provisões? Ou vive reclamando da providência divina porque o caminho está difícil? Muitos esquecem que o mesmo Deus que conduz ao deserto é o Deus que sustenta no deserto.

Verdade: A murmuração não é apenas "reclamação", é um sintoma grave de incredulidade espiritual.

2. O PECADO TRAZ JUÍZO E CONSEQUÊNCIAS REAIS (v.6)

Deus não ignora a murmuração. Ele envia serpentes cujas picadas causam queimação e morte. Muitos em Israel morreram. Isso nos lembra que Deus é amor, mas Deus é Santo.

Romanos 6.23: "Porque o salário do pecado é a morte..."  Hebreus 12.29: "Porque o nosso Deus é um fogo consumidor."

Princípio: O pecado nunca é um erro "pequeno" ou "insignificante" diante de um Deus infinitamente Santo.

Herman Bavinck: “A santidade divina exige juízo contra o pecado, pois Deus não pode ser conivente com a rebeldia.”

Aplicação: Você leva o pecado a sério ou o trata como uma fraqueza comum? Nossa geração brinca com o veneno do pecado, mas esquece que ele tem o poder de destruir famílias, ministérios e a comunhão com o Pai.

Verdade: O veneno do pecado, se não for tratado pela cura divina, sempre produz morte espiritual.

3. A SALVAÇÃO VEM PELA FÉ NA PROVISÃO DE DEUS (v.7–9)

A solução de Deus foi estranha à lógica humana: levantar uma serpente de bronze em uma haste. Quem fosse picado e olhasse para ela, viveria. Não havia mérito no olhar, o poder estava na Palavra de Deus que prometia cura através daquele meio.

João 3.14–15: "E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado..."

Princípio: A salvação não vem pelo esforço humano ou por antídotos fabricados por nós, mas pelo olhar de fé para o que Deus providenciou.

Charles Spurgeon: “Não é o vigor do seu olhar que o salva, mas o objeto para o qual você olha: Cristo levantado na haste da cruz.”

Aplicação: Você está tentando se curar do pecado através de boas obras ou rituais? A esperança de Israel não estava em remédios, mas em olhar para cima. Sua esperança está na cruz?

Verdade: Cristo é a única cura eficaz e definitiva para o veneno do pecado humano.

APLICAÇÃO PRÁTICA PARA HOJE

Abandone a murmuração: Reconheça que Deus sabe o que faz e o caminho que escolheu para você.

Reconheça a gravidade do pecado: Não minimize suas falhas; confesse-as diante da santidade de Deus.

Arrependa-se verdadeiramente: O povo disse: "Pecamos". O arrependimento é o primeiro passo para a cura.

Olhe para Cristo com fé: Em meio à dor e às consequências do erro, direcione seus olhos para Aquele que foi levantado por você.

Verdade central: Somente o Cristo levantado na cruz pode curar o veneno mortal do pecado em nossa alma.

CONCLUSÃO CRISTOCÊNTRICA

Este texto é um espelho do Evangelho. Jesus Cristo, em Seu diálogo com Nicodemos, reivindicou este texto para Si.

A serpente de bronze era uma figura da cruz.

Assim como a serpente (símbolo da maldição) foi levantada para curar, Cristo Se fez maldição por nós (Gálatas 3.13) para nos dar a benção da vida eterna.

Os israelitas olhavam e viviam fisicamente; nós olhamos para o Cristo crucificado e recebemos vida eterna, perdão e restauração.

R. C. Sproul: “Na cruz, Cristo tomou sobre si o juízo que merecíamos para nos oferecer, gratuitamente, a vida que jamais poderíamos merecer.”

Hoje, o Espírito Santo está falando ao seu coração:

Pare de murmurar contra a sua história e as providências de Deus.

Reconheça que o veneno do pecado tem ferido a sua vida.

Não tente se curar sozinho; você não consegue.

Olhe para Cristo agora! Há cura, há vida e há esperança na cruz para você.

 

FRASE FINAL: “Quem olha para Cristo com fé encontra vida eterna onde antes havia apenas a sombra da morte.”

Pr. Eli Vieira

A Vitória Que Vem de Deus: Dependência, Voto e Consagração

Números 21.1–3

 Pr. Eli Vieira

 O texto que temos diante de nós marca um novo amanhecer na longa e, por vezes, trágica caminhada de Israel pelo deserto.

Olhem para o contexto: Israel vinha de um ciclo vicioso de murmuração, incredulidade e juízo. Tinham acabado de enterrar Arão no Monte Hor e Miriã em Cades. Estavam cansados e emocionalmente fragilizados.

É neste momento de vulnerabilidade que o inimigo ataca. O rei cananeu de Arade, ao saber que Israel se aproximava, decide não esperar: ele ataca e, para agravar a dor do povo, leva alguns deles como prisioneiros.

O povo está sob pressão. O inimigo parece conhecer melhor o terreno. A situação é desfavorável. Mas, desta vez, algo glorioso acontece:

Israel não murmura contra Moisés por os ter trazido ali.

Israel não reclama da falta de água ou de pão.

Israel volta-se para o Senhor.

Isso muda absolutamente tudo. A maior diferença em uma batalha não é o tamanho do exército inimigo, nem a sua experiência militar — é a presença e o favor de Deus ao nosso lado. Como afirmou o reformador João Calvino:

“A verdadeira força do povo de Deus não está em si mesmo, mas na dependência total do Senhor.”

Este breve relato de três versículos apresenta três movimentos espirituais que todo cristão deve compreender:

A Incursão do Inimigo (v.1): O inimigo toma a iniciativa. O conflito é real, imediato e gera perdas (prisioneiros). Não podemos ignorar que o diabo anda em derredor buscando a quem possa tragar.

O Voto de Entrega (v.2): Diante da crise, Israel não recorre a estratégias de guerra humanas, mas a um voto de consagração. Eles usam o termo “Hérem” (Anátema), que significa dedicar algo inteiramente ao Senhor, sem retenção.

A Resposta Soberana (v.3): Deus ouve. Deus entrega. Deus destrói. O local passa a chamar-se Hormá, que serve como um memorial de que o Senhor luta por Seu povo.

O cenário revela: Que a vitória espiritual precede a vitória física. Israel aprende que a força não vem do punho, mas do joelho no chão.

  1. O POVO DE DEUS ENFRENTARÁ BATALHAS REAIS (v.1)

O rei de Arade atacou Israel. Ele não pediu licença. Ele viu o povo de Deus avançando e decidiu tentar pará-lo.

 Isso ensina-nos uma lição dura: Estar no caminho de Deus não nos imuniza contra ataques. Pelo contrário, muitas vezes o ataque é a prova de que estamos no caminho certo.

 João 16.33: "No mundo tereis aflições..."  Efésios 6.12: "Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue..."

 Princípio: O cristão que não espera batalhas será facilmente surpreendido pelo inimigo. A vida espiritual é um campo de guerra, não um parque de diversões.

 R. C. Sproul: “A vida cristã é uma batalha contínua contra o pecado, o mundo e as forças espirituais das trevas.”

  Aplicação: Como reage quando o "rei de Arade" ataca a sua vida? Com surpresa e murmuração ou com prontidão espiritual? Entenda: você enfrentará batalhas, mas nunca lutará sozinho.

 2. A VITÓRIA COMEÇA QUANDO O POVO BUSCA A DEUS (v.2)

Israel faz algo que não víamos há muito tempo: eles fazem um voto de dependência. "Se de facto entregares este povo nas minhas mãos..."

Eles admitem: "Senhor, se Tu não fores connosco, seremos derrotados." Antes, em Números 14, tentaram lutar sozinhos e foram esmagados. Agora, eles aprenderam a lição.

Jeremias 33.3: "Clama a mim e responder-te-ei..."  Salmo 50.15: "Invoca-me no dia da angústia..."

  Princípio: A dependência de Deus é o combustível da verdadeira vitória. Reconhecer a nossa incapacidade é o primeiro passo para o revestimento do poder divino.

Herman Bavinck: “A oração é a expressão da total dependência do homem em relação a Deus.”

  Aplicação: Qual é a sua primeira reação nas crises? Reclamação ou oração? Muitos só procuram Deus como o "extintor de incêndio" quando a casa já está a arder. Deus quer ser o Comandante do seu exército desde o início.

  3. DEUS CONCEDE VITÓRIA ÀQUELES QUE SE CONSAGRAM A ELE (v.3)

O texto diz: "O Senhor ouviu a voz de Israel". Deus não ouviu apenas as palavras; Ele viu a disposição de Israel em consagrar tudo a Ele. Consagrar as cidades ao anátema significava que o povo não ficaria com o despojo; tudo era de Deus.

 Isso revela: Deus entrega a vitória a quem está disposto a dar-Lhe toda a glória.

 Salmo 20.7: "Uns confiam em carros... nós faremos menção do nome do Senhor." Provérbios 21.31: "Do Senhor vem a vitória."

  Princípio: Toda a vitória verdadeira vem das mãos de Deus e para as mãos de Deus deve retornar em adoração.

Charles Spurgeon: “Quando Deus luta por seu povo, nenhum inimigo, por mais fortalecido que esteja, pode prevalecer.”

 Aplicação: Você reconhece que as suas vitórias profissionais, familiares e espirituais vêm de Deus? Ou você "rouba" a glória de Deus para si mesmo?

  APLICAÇÃO PRÁTICA PARA HOJE

Enfrente as Batalhas com Fé: Não tema os gigantes que se levantam; tema apenas ao Senhor.

Busque a Deus Antes de Agir: Não tome decisões baseadas apenas na lógica humana. Consulte o General!

Dependa Mais da Oração: A sua força espiritual é proporcional à sua vida de oração.

Dê a Glória das Vitórias a Deus: Se você venceu, foi por graça. (Salmo 115.1).

Verdade central: A vitória do povo de Deus nasce da dependência total do Senhor e morre na autossuficiência humana.

 CONCLUSÃO CRISTOCÊNTRICA

Este texto aponta poderosamente para o nosso Senhor Jesus Cristo.

Israel precisava de uma vitória contra um rei terreno para avançar para a terra prometida.

Nós precisávamos de uma vitória contra o Rei das Trevas para herdar o Reino de Deus.

Cristo é o nosso Vencedor definitivo. Enquanto Israel fez um voto, Cristo fez um sacrifício único e perfeito.

Colossenses 2.15: Ele despojou os principados e as potestades na cruz.

 Na cruz, Ele venceu o pecado, Satanás e a morte. Hoje, em Cristo, nós não lutamos pela vitória, mas lutamos a partir da vitória conquistada por Ele!

Romanos 8.37: "Em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou."

Como afirmou R. C. Sproul: “A vitória definitiva do cristão foi conquistada por Cristo na cruz. Nossa luta hoje é apenas a manutenção do território que o Rei já conquistou.”

Hoje Deus está a falar consigo:

Pare de lutar com as suas próprias mãos. O seu "braço" é curto demais para vencer gigantes espirituais.

Pare de confiar apenas na sua conta bancária, nos seus contactos ou na sua inteligência.

Busque ao Senhor agora. Faça hoje o seu voto de consagração e dependência.

A vitória está à distância de um clamor de fé. Entregue a batalha nas mãos dAquele que nunca perdeu uma guerra! Vamos orar.

Pr. Eli Vieira

Cristão condenado à morte no Irã reencontra mãe após 6 anos: “Ela nunca parou de orar”

 Ezra reencontrou a mãe após ser resgatado do Irã por uma missão. (Foto: Reprodução/Instagram/The Nazarene Fund).

Ezra foi preso e sentenciado à morte pelo regime islâmico iraniano até ser resgatado em uma operação de alto risco do The Nazarene Fund.

The Nazarene Fund, uma organização cristã especializada em resgates de cristãos perseguidos no Oriente Médio, resgatou um jovem que seria executado no Irã.

Após se converter no país muçulmano, Ezra viveu sua fé em Jesus secretamente devido aos riscos.

Porém, quando os protestos contra o regime islâmico explodiram em janeiro deste ano, cristãos passaram a ser caçados pelas forças de segurança e Ezra acabou sendo preso.

“Cristãos foram alvos específicos. Ezra foi interrogado e, por fim, condenado à morte”, relatou o Nazarene Fund, em publicação no Instagram.

Logo depois, a organização iniciou uma operação de resgate de alto risco para salvar o jovem cristão. A missão durou dias e a equipe conseguiu localizar Ezra.

“O Nazarene Fund o transportou através de um terreno montanhoso congelado sob constante ameaça, se escondendo de drones, patrulhas e guardas de fronteira por dias”, disse a organização.

O cristão foi resgatado com sucesso e pode reencontrar sua mãe, após passarem seis anos separados.

A missão compartilhou o vídeo do momento do reencontro emocionante. Ao ver o filho entrando em sua casa, a mãe colocou as mãos na cabeça sem acreditar no que estava vendo. Em seguida, ela o abraçou enquanto chorava4 muito.

“Nunca parou de orar por esse momento”, destacou o Nazarene Fund. “Hoje, ele está livre e há muitos outros como Ezra que ainda estão esperando”.

Resgatando cristãos perseguidos

Há 10 anos, o The Nazarene Fund trabalha para “resgatar, reconstruir e restaurar a vida das pessoas perseguidas”.

A missão já realizou resgates dramáticos de cristãos sequestrados por grupos terroristas, incluindo crianças.

Em 2021, durante a retomada do Talibã ao poder no Afeganistão, a organização contratou 20 aviões para resgatar cerca de 7 mil cristãos afegãos, após uma arrecadação de 28 milhões de dólares.

Filmagens de “A Ressurreição de Cristo” de Mel Gibson são concluídas na Itália

Cena de “A Paixão de Cristo”. (Foto: Reprodução/IMDb)

Com um novo elenco e após anos de produção, a sequência de “A Paixão de Cristo” tem as filmagens concluídas e estreia marcada em duas partes para 2027.

As filmagens de "A Ressurreição de Cristo", a aguardada sequência de "A Paixão de Cristo", foram concluídas na Itália na última semana, sob a direção de Mel Gibson. 

Para marcar o encerramento das gravações, o ator finlandês Jaakko Ohtonen compartilhou em suas redes sociais uma imagem celebrando o momento. 

Conhecido por seu papel como o guerreiro Wolland na série da Netflix “The Last Kingdom” (“O Último Reino”), ele foi escalado para interpretar Jesus Cristo no lugar de Jim Caviezel, protagonista do longa original. 

Na legenda, o ator escreveu: “Está consumado”, fazendo referência à fala de Jesus na cruz antes de morrer.

Em um vídeo compartilhado no X (antigo Twitter), Mel Gibson aparece com a produção comemorando a conclusão do projeto em duas partes, que passou anos em desenvolvimento, em meio a revisões de roteiro, mudanças no elenco e especulações constantes. 

A sequência, intitulada "A Ressurreição de Cristo: Parte Um", tem estreia prevista para 26 de março de 2027, enquanto a "Parte Dois" chega aos cinemas em 6 de maio do mesmo ano. As datas coincidem com momentos marcantes do calendário cristão: a primeira parte será lançada na Sexta-feira Santa, e a segunda, no Dia da Ascensão, 40 dias depois. 

‘Não é uma mera continuação’

As filmagens começaram em outubro de 2025 e passaram pelos estúdios Cinecittà e em diversas locações históricas do sul da Itália, incluindo Matera, Ginosa, Gravina, Laterza e Altamura — cenários que também foram usados no filme original.   

O filme retoma a história de Jesus Cristo após a crucificação, com foco nos acontecimentos que envolvem a ressurreição. Diferente da produção de 2004, a continuação traz um elenco totalmente novo. 

Além das mudanças no papel de Jesus, Maria Madalena também sofreu mudanças. Desta vez, a atriz Mariela Garriga de “Missão: Impossível – Acerto de Contas” viverá a  personagem no papel que anteriormente foi de Monica Bellucci. 

Já Kasia Smutniak, da série “Domina”, interpretará Maria, substituindo Maia Morgenstern. O elenco também conta com Pier Luigi Pasino como Pedro, Riccardo Scamarcio como Pôncio Pilatos, e Rupert Everett.

Os produtores optaram por reformular o elenco em vez de recorrer à tecnologia digital de rejuvenescimento.

"Fazia sentido reformular o elenco inteiro do filme. Eles teriam que fazer todo esse trabalho de CGI — rejuvenescimento e tudo mais — o que teria sido muito caro", ​​disse uma fonte próxima à produção à Variety.  

O roteiro de "A Ressurreição de Cristo" foi desenvolvido ao longo de sete anos por Mel Gibson, em parceria com seu irmão, Donal Gibson, e o roteirista Randall Wallace ("Coração Valente"), com a proposta de criar uma obra à altura do impacto cultural do primeiro filme. 

Embora a sinopse oficial siga em sigilo, a trama deve acompanhar as 24 horas da paixão de Jesus e os acontecimentos dos três dias que antecedem a ressurreição. Segundo Gibson, o novo projeto não é uma “mera continuação” e “mergulha em territórios espirituais profundos”. 

O filme original, "A Paixão de Cristo", arrecadou mais de 610 milhões de dólares em todo o mundo e se tornou uma das produções independentes de maior bilheteria da história.  

Fonte: Guiame, com informações de The Christian Post




quarta-feira, 6 de maio de 2026

Quando Deus Chama um Servo Para Casa



​Números 20:22–29


​Amados irmãos, o texto que temos diante de nós registra um dos momentos mais solenes e carregados de emoção na peregrinação de Israel. Estamos no Monte Hor, na fronteira de Edom.

​Aqui, o cenário não é de guerra, mas de uma transição silenciosa e divina. Não vemos o Mar Vermelho se abrindo, nem o Maná caindo do céu; vemos algo que a nossa cultura moderna tenta desesperadamente esconder: a finitude da vida sob o olhar de Deus.

​Arão, o homem que foi a "boca" de Moisés diante de Faraó, o primeiro Sumo Sacerdote ungido, está prestes a deixar o cajado. Ele não sobe o monte para conquistar uma terra, mas para entregar sua alma.

​A tese deste sermão é simples, mas avassaladora: Grandes homens são apenas instrumentos; eles passam, mas o Reino de Deus é imparável. Como afirmou o reformador João Calvino: "A vida do crente não termina na sepultura; ela apenas muda de lugar."
​Para entendermos a profundidade deste momento, precisamos notar que a morte de Arão ocorre logo após o episódio em Meribá (v. 1-13). Embora Arão fosse um gigante da fé, ele também compartilhou da incredulidade de Moisés naquele momento.

​O texto se divide em três movimentos orquestrados pelo próprio Deus:
​O Decreto Divino (v. 22-24): A soberania de Deus sobre o tempo.
​A Transmissão do Legado (v. 25-28): A continuidade do ministério.
​O Reconhecimento da Congregação (v. 29): O valor da fidelidade.

​1. DEUS DETERMINA O TEMPO DA NOSSA JORNADA (v. 22–24)

​Deus diz a Moisés: "Arão será recolhido ao seu povo". Esta expressão bíblica para a morte é linda — não é uma extinção, é um reencontro.
​A Soberania no "Quando": Arão não morreu quando quis, nem quando o corpo cansou por si só. Ele partiu quando a missão dada por Deus foi cumprida.
​O Princípio da Providência: Como ensinava R. C. Sproul: "Cada dia da nossa existência está debaixo da providência divina." Não há acidentes no cronômetro de Deus.

​Ilustração: Imagine um relógio de areia. Nós olhamos para a areia que cai (o tempo que passa), mas é a mão de Deus que segura o vidro.

Aplicação: Você vive com a consciência de que seus dias são contados? Muitos vivem como se fossem eternos nesta terra e ignoram a eternidade no céu. Viva de tal forma que, quando o chamado vier, você esteja pronto para "subir o monte".

​2. A OBRA DE DEUS CONTINUA MESMO QUANDO OS SERVOS PARTEM (v. 25–28)

​Deus ordena que Moisés leve Arão e seu filho, Eleazar, ao topo do monte. Lá, ocorre um gesto carregado de simbolismo teológico: as vestes sacerdotais são retiradas de Arão e colocadas em seu filho.
​O Homem e a Instituição: As vestes representam o ofício, a autoridade e a mediação. O homem Arão morre, mas o Sumo Sacerdócio permanece vivo.
​A Substituibilidade do Obreiro: Ninguém é indispensável para Deus, exceto Seu Filho, Jesus. O Reino não para porque um líder partiu. Como disse Charles Spurgeon: "Os obreiros morrem, mas a obra de Deus permanece viva."

Ilustração: Uma corrida de revezamento. O corredor que entrega o bastão cumpriu sua parte; o sucesso da prova agora depende de quem o recebe e continua correndo.

Aplicação: Você está preparando a próxima geração? Pais, vocês estão passando as "vestes da fé" para seus filhos? Líderes, vocês estão discipulando sucessores ou tentando centralizar a glória em si mesmos?

​3. O POVO DE DEUS DEVE HONRAR AQUELES QUE SERVIRAM COM FIDELIDADE (v. 29)

​Quando Israel percebeu que Arão morrera, a congregação chorou por 30 dias. Este luto não era falta de fé, era gratidão.
​Reconhecimento do Valor: Arão não foi perfeito (lembremos do bezerro de ouro), mas foi o intercessor que se pôs entre os vivos e os mortos (Números 16:48). O povo reconheceu que Deus operou através dele.
​O Equilíbrio Bíblico: Devemos evitar o "culto à personalidade", mas a Bíblia nos ordena a honrar e lembrar daqueles que nos pregaram a Palavra (Hebreus 13:7).

​Ilustração: Uma grande árvore que ofereceu sombra por 40 anos no deserto. Só quando ela cai é que o povo sente o calor do sol e percebe quanta proteção ela provia.

 Aplicação: Você tem honrado os servos de Deus que cuidam de você? A gratidão é uma marca de maturidade espiritual. Não espere o memorial fúnebre para dizer "obrigado" ao seu pastor ou mentor.

​APLICAÇÕES PRÁTICAS
​Foco na Eternidade: Se Deus te chamasse hoje, qual seria o seu legado? (Hebreus 9:27).
​Desapego da Posição: Entenda que seu cargo, sua função ou seu ministério pertencem a Deus. Somos apenas mordomos temporários.
​Confiança na Continuidade: Se a igreja perder um líder querido, não se desespere. O "Eleazar" de Deus já está preparado.

CONCLUSÃO CRISTOCÊNTRICA

​Este texto é um apontamento (tipo) maravilhoso para a superioridade de Jesus Cristo.

​Arão precisou tirar suas vestes porque a morte o venceu. Eleazar precisou assumir porque o sacerdócio humano é limitado pela mortalidade. Mas a Bíblia diz em Hebreus 7:23-25 que Jesus tem um sacerdócio perpétuo.
​Arão subiu ao monte Hor para morrer; Jesus subiu ao monte Calvário para vencer a morte.
​Arão deixou suas vestes para outro; Jesus mantém Suas vestes de justiça e nos cobre com elas.
​R. C. Sproul resume: "Cristo é o sacerdote eterno que jamais será sucedido." Seu pastor pode partir, seus pais podem partir, mas o seu Sumo Sacerdote, Jesus, vive para interceder por você para sempre!
​Você está pronto para o encontro final? Seus dias estão nas mãos de um Deus que te ama. Não viva para o que é passageiro. Entregue sua vida hoje Àquele que é o Princípio e o Fim, e que garante que, mesmo quando o ciclo desta vida se fechar, a vida eterna em Seu Reino apenas começará.

​PARE E PENSE:
"Os servos de Deus são velas que se gastam para iluminar o caminho; quando a vela se apaga, é porque o Sol da Justiça já nasceu para eles."

Pr. Eli Vieira

Judeu perdoa terrorista que matou seu pai durante ataque em praia da Austrália


Ya'akov Tetleroyd e seu pai Borris. (Foto: Reprodução/CBN News). 

Ya'akov Tetleroyd viu seu pai, Borris Ya'akov Tetleroyd, ser morto ao seu lado durante o massacre contra judeus na praia de Bondi no ano passado.

Um judeu surpreendeu a comunidade australiana ao decidir perdoar o terrorista que matou seu pai durante o ataque na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália.

Ya'akov Tetleroyd e seu pai, Borris Ya'akov Tetleroyd, estavam participando do festival judaico Hanukkah, na praia de Bondi, quando dois atiradores iniciaram o massacre.

Borris foi uma das 15 vítimas mortas no atentado, em 14 de dezembro de 2025. Tetleroyd viu seu pai ser baleado e morto do seu lado.

"Neste mundo lamentamos, esse é o jeito do mundo, lamentamos, e é algo triste e trágico", disse ele, em entrevista à CBN News.

O judeu também foi atingido, mas sobreviveu. "Depois que fui baleado, estava sangrando muito, muito, muito", lembrou.

Semanas após o massacre, Tetleroyd decidiu liberar perdão ao terrorista que assassinou seu pai para não criar raíz de amargura em seu coração. A atitude surpreendeu a comunidade judaica em Sydney e os australianos em geral.

"Quero estar cheio de raiva? Quero ficar ressentido? Não. A resposta para essas perguntas é não. Porque não é assim que se vive uma vida. Há uma ideia que diz: 'Quem não perdoa queima a ponte que ele mesmo deve atravessar'", explicou o judeu.

Ele declarou que sua fé judaica o ensinou a não responder ao ódio com mais ódio. Mesmo ainda enfrentando a dor do luto, Tetleroyd continua trilhando sua vida.

“Deus quer que eu viva, e acredito que Deus quer que eu seja feliz, alegre e livre”, ressaltou ele.

Antissemitismo aumentou 387% na Austrália

Segundo um relatório divulgado pela Organização Sionista Mundial e pela Agência Judaica para Israel, os incidentes antissemitas aumentaram aumentaram 387% na Austrália, entre 2022 e 2024.

Além disso, o antissemitismo na Austrália teve um aumento de 600% após o ataque terrorista ocorrido durante o Hanukkah na praia de Bondi, em Sydney. 

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Diáspora e do Combate ao Antissemitismo de Israel. Segundo o levantamento, nos dois dias seguintes ao massacre, houve uma escalada significativa de manifestações de ódio contra judeus, incluindo episódios de violência física e verbal em espaços públicos.

Antes do atentado terrorista, cerca de 3.000 publicações com menções antissemitas eram registradas diariamente nas redes sociais na Austrália. No dia do ataque, esse número saltou para 17.100 postagens, representando um aumento de 420%. No dia seguinte, o volume ultrapassou 21.500 publicações, registrando um crescimento de 600%.

De acordo com o Jewish News Syndicate, cerca de 117 mil judeus vivem na Austrália, representando menos de 0,5% da população. A maioria da população judaica (85%) vivem em Sydney e Melbourne.



Fonte: Guiame, com informações de CBN News

CNHP lança e-book

 


CNHP lança e-book “UPH em História – Jubileu de Diamante ”

Denilson Porto

A Confederação Nacional de Homens Presbiterianos (CNHP) lançou o e-book “UPH em História – Jubileu de Diamante”, uma obra que registra e preserva a trajetória do trabalho masculino na Igreja Presbiteriana do Brasil, especialmente no período de 1966 a 2026.

O livro relembra que as origens do movimento masculino organizado remontam ao Esforço Cristão, introduzido no Brasil em 1891 pela missionária Clara Hough, na cidade de Botucatu (SP). O movimento abrangia toda a igreja, independentemente de idade ou sexo, sendo conduzido sob a liderança pastoral com o apoio dos homens da igreja.

A data de 25 de novembro de 1902 foi posteriormente reconhecida como marco histórico por registrar a realização da primeira Assembleia Geral do Esforço Cristão no país, realizada na IP Unida de São Paulo.

Já o Dia do Homem Presbiteriano foi instituído pela CNHP em seu primeiro congresso, realizado em fevereiro de 1966, inicialmente celebrado em 2 de fevereiro. Posteriormente, o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil definiu que a comemoração ocorreria no primeiro domingo de fevereiro, coincidindo também com o aniversário da própria CNHP.

De acordo com o historiador da CNHP, Presb. Paulo Daflon, a publicação representa um marco importante para a preservação da memória do trabalho masculino na denominação. “Conseguimos, com esforço e dedicação, resgatar grande parte da nossa história entre 1966 e 2026”, comemora.

Ele também destaca a colaboração do presidente da CNHP, Presb. Luiz Augusto Gonzaga, e do Presb. Denilson Porto, responsável pela edição da obra. Daflon expressa ainda o desejo de que as futuras lideranças das Uniões Presbiterianas de Homens deem continuidade ao trabalho de registro histórico, atualizando-o periodicamente para que essa memória não se perca ao longo do tempo.

O e-book foi lançado como parte das comemorações do Jubileu de Diamante da CNHP, celebrando seis décadas de organização e serviço dos homens presbiterianos na igreja.

 

O Presb. Denilson Porto é secretário de

Comunicação Integrada e Imprensa da CNHP.

Fonte: Em 06/05/2026 https://www.ipb.org.br/conteudos_detalhe?conteudo=2444#

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