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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Fatores que evidenciam uma Crise Pastoral

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Em dias de crise econômica e escassez ética, nada melhor que refletir sobre as motivações que podem gerar uma situação igual a que estamos vivendo no contexto político de nossa pátria. Refletir sobre o tema específico é proveitoso. É justamente isso que iremos fazer neste conteúdo. Porém, não direcionaremos nossa reflexão à crise político-econômica de nossos dias. Pois, ao abordar esse tema, necessariamente, outros temas viriam à baila. E se fizermos uma busca pelo ponto cerne de tudo, sem sombra de dúvidas, chegaríamos ao pecado como causa. Mas, a crise a ser abordada aqui, bem como suas causas, é na realidade outra, e que tem se instaurado em outro ambiente, a saber, no ministério pastoral. 

Há anos que temos instaurado no cenário religioso tupiniquim uma verdadeira “crise pastoral”. Em primeiro lugar, precisamos definir termos; Poimen, este que é o termo utilizado para pastor em grego e que significa supervisionar o rebanho – cuidado contínuo, zelo, preocupação com bem-estar e saúde das ovelhas. Observando o significado do termo em si, logo nos vem algumas dúvidas, a saber: Por que tantas pessoas que se aventuram no ministério pastoral não possuem essas características? Por que tantos que se aventuram neste ofício realizam a lógica contrária, a saber, obter vantagens próprias por meio das “ovelhas” ao invés de ampará-las? Na realidade, vivemos uma grande “Crise Pastoral” sem precedentes. Neste texto, tentarei destacar alguns dos principais motivos de tal crise.

O primeiro e mais grave motivo pelo qual vivemos em dias atuais, uma verdadeira “Crise Pastoral” é a falta de conhecimento bíblico que norteia o cenário religioso cristão da atualidade. O profeta Oseias já alertava no seu tempo (Oseias 4:6). Na atualidade há uma baixa cultura literária em nossa nação, e dentro deste índice, A Bíblia figura. O problema aumenta quando entendemos que todo e qualquer cristão deva ter o mínimo de conhecimento dos idiomas originais da Bíblia, isso porque vivemos uma época onde cada vez mais pessoas combatem os pressupostos cristãos se utilizando da própria Bíblia e de recursos exegéticos (na grande maioria das vezes fazem “eixegese” ao invés de exegese) – um bom exemplo é a Teologia Inclusiva que tenta usar argumentos bíblicos para legitimar-se. Quando se figura num cenário, cristãos que leem e conhecem pouco o livro que regulamente suas regras de fé e prática – A Bíblia – e pessoas que a estudam com intenções tendenciosas e ideológicas, sempre com intuito de refutá-la, temos um ambiente favorável para o surgimento de várias aberrações da fé. Este é o pano de fundo da “Crise Pastoral” que anunciamos aqui. Vejamos as palavras do profeta Oseias:
O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos”. (Oseias 4:6)

O interessante é ver nisso tudo que o próprio Deus rejeita aqueles que rejeitam o conhecimento, Deus os rejeitou como sacerdotes. O conhecimento pode ser entendido aqui como a lei de Deus, e quem a rejeita, Deus os rejeita. Podemos perceber que há uma grande possibilidade de haver no cenário religioso atual uma quantidade elevada de pessoas que rejeitam e negligenciam à Bíblia, e, por isso, são rejeitados por Deus. Mas, estas pessoas, se intitulam pastores aptos a conduzir o rebanho. Estas pessoas estão lançadas às suas próprias sortes. Deus os rejeitou como sacerdotes, líderes e pastores, por negligência da Palavra de Deus. Imagine agora como será um ambiente onde o líder fora desprezado por Deus, mas ele se julga apto a liderar o rebanho? É justamente nesses ambientes onde vemos as maiores aberrações da fé. Assim como Israel caminhou em direção da destruição por ter negligenciado a Lei de Deus, muitos caminham em direção de um precipício e de olhos vendados, sendo guiados por um líder que também não enxerga nada. Falsos pastores conduzindo falsas ovelhas, pois as verdadeiras ovelhas reconhecem a voz de seu verdadeiro pastor (João 10). 

Outro motivo que poderia figurar na lista das causas da “Crise Pastoral” que vislumbramos em nossos dias, seria cometido por aquelas pessoas que escolhem ser pastor. Certo dia ouvi uma pessoa dizer que desde pequeno sonhava em ser pastor. Ela não queria realizar outra coisa em sua vida. Ao ouvirmos isso, aparentemente, soa como algo lindo. Porém, precisamos refletir biblicamente sobre esta alegação. Moisés foi um dos homens chamados por Deus que relutou contra isso (Êxodo 4:1-17), ele não se sentia preparado para executar tamanha tarefa, nem muito menos queria ser líder desde pequeno. O próprio Jeremias relutou quando Deus o chamou (Jeremias 1:6) como se não se avaliasse preparado. Inclusive, é o próprio profeta quem escreve em seu livro que os pastores serão dados exclusivamente por Deus (Jeremias 3:15). Jeremias também não sonhava em exercer uma liderança desde criança. Nestes dois casos, nenhum dos personagens bíblicos escolhe ser líder do povo, mas Deus os chama mesmo assim. Numa outra passagem das Escrituras Sagradas, outro dado interessante é quando o Profeta Samuel vai até a casa de Jessé escolher o novo rei de Israel em sucessão de Saul (I Samuel 16), Deus dá uma ordem ao profeta:

Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração” (I Samuel 16:7)

Aqui vemos uma concatenação entre  os dois textos mencionados, a saber, o de I Samuel 16:7 e o de Jeremias 3:15. Mas, mais que isso, estas palavras foram ditas por Deus quando Samuel tinha olhado para um dos filhos de Jessé (Eliabe) e o havia avaliado como sendo o futuro rei de Israel. Mas Deus alerta Samuel para não se iludir com a aparência. Hoje sabemos que as aparências enganam. Deve ser por isso que só Deus pode conceder pastores, porque só Ele pode sondar os corações. E como o próprio homem não conhece de fato seu próprio coração e nem o coração alheio, é melhor que Deus confirme e escolha aqueles que devem conduzir o rebanho. 

Podemos mencionar também o apóstolo Paulo como sendo importante expoente dentro desta lista e tema, pois o mesmo fora chamado por Deus de uma forma bem específica. Sua conversão, sobrenatural, na estrada de Damasco, aponta para um homem que não escolhe Deus, mas que Deus o escolhe. Ao avaliarmos o processo que Deus executa em chamar aqueles que Ele mesmo escolhe para a realização de sua obra, não vemos nenhum homem que escolhe, desde pequeno, servir a Deus. Vemos homens que foram chamados, em determinados momentos de suas respectivas vidas, alguns ainda com pouca idade (o rei Josias que foi levantado por Deus aos oito anos de idade), outros já de idade adulta, mas independente disso, homens que nem se quer pensavam em desenvolver uma função dada por Deus. Com isso, devemos atentar para algo, a saber, precisa-se ter muito cuidado quando alguém abre a boca e diz que desde pequeno sonhava e queria ser pastor. Essas palavras podem ser verdadeiras, mas a Bíblia não dá ênfase a tal regra, muito pelo contrário, a grande maioria dos chamados de Deus em direção ao homem se dá quando este mesmo homem já possui uma idade adulta e nem se quer fazia planos para seguir a Deus. Talvez este seja um dos principais motivos cujo qual sofremos uma grande “Crise Pastoral” na atualidade – pessoas que escolhem ser pastor, e todo bom pastor não escolhe ser, mas Deus o escolhe. 

Outro motivo recairia na omissão e falta de coragem por parte de muitos homens em realizar tanto sua função pastoral, como também seu próprio papel de homem. Entendemos que antes de tudo, um bom pastor precisa ser “Homem” – com H maiúsculo. Vivemos uma “Crise Pastoral” porque muitos homens se esquecem disso. Quando me refiro ser homem, não me refiro aos aspectos masculinos, mas sim à personalidade e caráter. Refiro-me ao que de fato é masculinidade. E dentro deste conceito sabemos que existem dois tipos de masculinidade; a verdadeira e a falsificada. Nas palavras de Douglas Wilson, seria desta forma:
“A masculinidade falsificada se destaca por criar desculpas; porque essa ‘masculinidade’ é uma questão de orgulho, e não a humilde aceitação da responsabilidade. Assim, qualquer coisa que ameace esse orgulho deve ser rejeitada. Uma das coisas que sempre ameaçam o orgulho é qualquer tipo de falha, e a maneira como homens inseguros lidam com isso é dando desculpas. A verdadeira masculinidade assume a responsabilidade, e ponto final. Já a falsa masculinidade irá querer aceitar a responsabilidade apenas por aquilo que deu certo.” (WILSON, 2012, p. 24)

Um dos principais motivos por vivermos na atualidade uma “Crise Pastoral” é nada mais nada menos que ausência de uma masculinidade verdadeira e a presença de uma masculinidade falsificada nos homens envolvidos com a obra de Deus. Homens de masculinidade falsa, que não assumem suas responsabilidades pastorais. Assumir responsabilidades é a maior característica presente no caráter de um “Homem”, e é justamente esta característica que evidencia os homens de masculinidade verdadeira, àqueles com H maiúsculo. Como este tipo de homem está em extinção no cenário religioso do Brasil, figurando mais os homens de masculinidade falsificada, este segundo grupo de “homens” dão margem para surgir várias aberrações nos púlpitos. Infelizmente, muitas mulheres assumem a postura que devia ser vista nos homens. O surgimento do fenômeno da ordenação feminina no seio da liturgia cristã contemporânea, não se dá apenas por falta de conhecimento bíblico-exegético – mesmo entendendo que este é o principal motivo deste fenômeno –, mas também por termos na atualidade uma geração de homens de masculinidade falsificada que não assumem suas respectivas responsabilidades pastorais. Sempre que uma mulher é ordenada pastora, há por trás disso um homem de masculinidade falsificada. Sua masculinidade é tão falsificada que uma mulher assume seu lugar. É como se ela estivesse dizendo em alto e bom tom: “Aqui tem homem!”, e infelizmente, o papel do homem é realizado por ela mesma. Este é mais um dos principais motivos por estarmos vivendo na atualidade uma “Crise Pastoral”.

Por fim, entendemos que todo o processo do chamado de Deus em direção aos verdadeiros pastores e líderes atende uma ordem monérgica. Ou seja, é o próprio Deus quem a executa de forma plena e autônoma. Quando o homem se julga preparado para exercer tamanha função, já é um mau sinal. Pois, como o Próprio Deus é quem chama, Ele mesmo preparará o indivíduo gradativamente. E uma das características dos homens chamados e levantados por Deus é justamente nunca se sentir preparado. O preparo além de ser gradativo, não possui um estágio final, e é contínuo. É por nunca se sentir preparado que aqueles que Deus realmente levantou como pastores acreditam ser de tamanha responsabilidade este título – pastor. Por outro lado, há aqueles que se avaliam como sendo totalmente aptos e preparados a exercer as funções pastorais. Eles se avaliam como sendo tão aptos e preparados que não aceitam, nem sequer, serem chamados mais de pastores, pois este título rebaixa suas condições elevadas de homens preparados. O título de pastor provoca comichão e incômodo na alma, provoca inquietação e insatisfação – “paipóstolo”, “mãepóstola”, “apóstolo” etc., conforta mais uma alma megalomaníaca e sedenta por uma subida incessante na escadaria do poder. 

Daqui uns dias o título de demiurgo estará sendo utilizado por alguns destes homens. Deve ser justamente estes a quem Oseias nos alerta. Estes que rejeitaram o Senhor e que foram rejeitados e esquecidos de forma recíproca. Estes que caminham por caminhos que não conhecem e levam consigo uma grande multidão que juntos estabelecem em nossos dias uma profunda, funesta e amarga “Crise Pastoral”. 

Falsos pastores se estabelecem por si próprio, mas o verdadeiro pastor é Deus quem levanta, e as verdadeiras ovelhas, não as falsas, conhecem a sua voz.

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Autor: Thiago Azevedo
Via: Electus
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domingo, 22 de novembro de 2015

Estado Islâmico leiloa meninas cristãs como escravas sexuais

Pare, Leia e Pense!

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Rotineiramente, as notícias relacionadas à organização extremista muçulmana Estado Islâmico (EI) geram horror no mundo ocidental. O principal motivo para isso é que seus membros tentam impor a lei sharia para todos os que vivem dentro de seus domínios.
Invasão de cidades, massacre de moradores, crucificação e decapitação de cristãos já foram manchetes em diversos órgãos de imprensa e até o momento nenhum posicionamento oficial da Organização das Nações Unidas (ONU).
Pelo contrário, quando os Estados Unidos e uma coalização de outros países começaram a bombardear as posições do EI no Iraque, foram criticados na plenária da ONU pela presidente Dilma Rousseff. Em seu discurso, ela disse que deveria ser procurado “o diálogo, o acordo” e condenou os ataques.
Hoje, o influente jornal inglês Daily Mail publicou uma reportagem que mostra mais de perto um aspecto amplamente ignorado fora do mundo islâmico: o mercado de escravas sexuais.
Previsto pelo Alcorão na Sura 4:24, a prática é explicitada em tempos de guerra – como a que os soldados do EI acreditam estar lutando. Eles não podem, contudo, usar muçulmanas para isso, portanto atualmente o leilão entre eles é com prisioneiras cristãs e yazidies, uma minoria religiosa do Curdistão.
Um vídeo encontrado no celular de um miliciano mostra um pouco como funciona a venda de mulheres capturadas pelos fundamentalistas. Outros relatos, como os da organização não governamental Humans Rights Watch, mostram testemunhos de mulheres que serviram como escravas contando que crianças também são compradas e vendidas.
Uma das edições da revista online Dabiq, publicada em inglês pelo EI justifica o uso de mulheres “infiéis” como escravas sexuais. O artigo intitulado de “A recuperação da escravidão antes da hora” afirma que o EI restabeleceu a escravidão em seu califado. Nos leilões, o preço varia. Quanto mais nova, maior o valor pedido.
Segundo o Daily Mail, existe uma espécie de tabela. Os valores são aproximados, considerando o câmbio desta semana.
Um documento apresentado pelo site IraqiNews mostra que o valor de venda das mulheres e dos despojos de guerra vem tendo uma diminuição significativa. Mas o EI impôs um controle dos preços, ameaçando executar quem viola as diretrizes.
O vídeo que está sendo mostrado na mídia global foi filmado em Mosul, a segunda maior cidade do Iraque, de acordo com a Al Aan TV – que traduziu as falas para o inglês.
“Hoje é dia de mercado de escravas sexuais”, afirma diante da câmara um homem barbudo não identificado, cercado por vários outros combatentes. “Hoje é dia da entrega”, acrescenta. “Com a permissão de Alá, cada um de nós terá a sua parte”, garante.
Em pouco mais de dois minutos, eles riem e fazem piadas sobre as mulheres. Embora nenhuma delas seja mostrada, há menções que muitas têm apenas 15 anos de idade. Quando falam sobre o preço, um deles compara com o valor de uma pistola Glock usada. Outro diz que o negócio só será fechado depois que ele olhar os dentes da prisioneira.
Explica-se ainda que mulheres bonitas e de olhos azuis ou verdes custam mais caro. Um dos combatentes explica que “está escrito”, numa referência ao Alcorão. Outro esclarece que está procurando uma “menina”. Há inclusive um adolescente no vídeo, que parece familiarizado com o processo. No final, eles parecem olhar fotos em um celular, mas sem esclarecer onde elas estão. Ao demonstrar interesse por uma delas, ouve que aquela já morreu. Ele apenas ri.
Segundo dados de especialistas da Universidade de Oklahoma, o número de mulheres capturadas por milicianos do Estado Islâmico pode atingir 7000.
Em pouco menos de um mês, este é o segundo vídeo mostrando como o EI trata as crianças. O primeiro revela como os extremistas muçulmanos “estabeleceram campos de treinamento para recrutar crianças para a luta armada sob o pretexto de educação religiosa”.
Assista:
(Gospel Prime)

Bilionário judeu resgata cristãos perseguidos pelo Estado Islâmico: “Tenho uma dívida de gratidão”

 Pare, Leia e Pense!

Lord George Weidenfeld é grato aos cristãos que salvaram a sua vida durante o Holocausto




ARMIN WEIGEL / DPA / dpa Picture-Alliance/AFP
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O britânico lordGeorge Weidenfeld está financiando uma missão de resgate de até 2.000 famílias cristãs no Iraque e na Síria. Segundo o Catholic Herald, do Reino Unido, ele quer seguir o exemplo do falecido sir Nicholas Winton, cristão que salvou 669 crianças judias destinadas à morte em campos de concentração nazistas durante o Holocausto.
O bilionário de 95 anos diz que tem "uma dívida a pagar".
Em 1938, os quakers e os Irmãos de Plymouth, cristãos, organizaram a transferência segura de judeus de Viena para a Inglaterra através do “Kindertransport”, ajudando-os a escapar dos nazistas. Os judeus receberam comida, roupas, hospedagem e transporte. Weidenfeld estava entre eles.
"Eu tenho uma dívida a pagar", disse lord Weidenfeld em entrevista ao Times. "Ela vale para os muitos jovens que estavam nos ‘Kinderstransport’. Foi uma operação muito nobre, e nós, judeus, devemos ser gratos e fazer algo pelos cristãos que estão em perigo".
A primeira fase do esforço de resgate organizado pela Weidenfeld Safe Havens Fund conseguiu levar 150 pessoas da Síria para a Polônia neste último 10 de julho, com a permissão do governo polonês e do regime de Assad na Síria.
O jornal Express, do Reino Unido, informa que o fundo de Weidenfeld pretende dar suporte econômico de 12 a 18 meses para os refugiados. Alguns países, como os Estados Unidos, se recusaram a participar do projeto porque ele não inclui os muçulmanos, também eles alvo do Estado Islâmico.
Os cristãos, os yazidis, os drusos e os muçulmanos xiitas sãoperseguidos pelo grupo terrorista na Síria e no Iraque. Lord Weidenfeld, no entanto, defendeu o objetivo específico do seu projeto:

"Eu não posso salvar o mundo todo, mas tenho uma possibilidade muito específica no caso dos cristãos.
Outros podem fazer o que eles querem que seja feito pelos muçulmanos".
Nascido na Áustria em 1919, Weidenfeld recebeu o título de “lord” em 1976. Chegado à Grã-Bretanha sem um tostão, ele fez fortuna criando a editora Weidenfeld & Nicholson.

Fonte: Aleteia

BELEZA, VERDADE E SATISFAÇÃO SUPREMA



Por Aimee Byrd

Alguma vez você já sentiu uma profunda noção de sua insignificância? Você já teve um daqueles momentos em você se pergunta desesperadamente por que Deus permitiu-lhe continuar com as bênçãos e responsabilidades que Ele te deu? Você já pensou que talvez não seja capaz de prosseguir, que as pessoas que você ama merecem mais, e que Deus merece mais de uma testemunha do seu nome?

Jesus chamou isso de “pobres de espírito”. Meu pastor está pregando em Mateus e nós chegamos ao Sermão do Monte. Ontem, ele pregou sobre as três primeiras bem-aventuranças. Bem-aventurança realmente não é uma palavra que usamos em uma conversa normal. Nós usamos muito o termo abençoado, mas, geralmente, não da mesma maneira como Jesus o faz em seu sermão. Eu acho que é uma bênção ter uma família saudável e amar a Deus com tudo que ele me deu.

Essas bênçãos me sobrecarregam às vezes porque eu sou muito carente. Penso nas minhas queridas bênçãos, meus “próximos” mais próximos: minha família. Eu simplesmente não os amo tanto quanto eu gostaria: embora eu seja encorajada a reconhecer que Cristo me amou profundamente e que ele abençoa os meus esforços quando busco compartilhar esse amor com os outros, também sou ciente de que não consigo viver em conformidade com isso.
Esta é a maior bênção. Estamos todos no mesmo barco. Não alcançamos o padrão da justiça de Deus por nós mesmos e assim não amamos como deveríamos. Nós nem sequer apreciamos nossas bênçãos o suficiente. Subestimamos o que Deus nos dá. E ainda olhamos para nossas bênçãos buscando satisfação. O reconhecimento da nossa falência, aqui, é a maior bênção.

O mundo promove a autoestima. Autoestima não é uma bênção, é uma farsa. Meu pastor explicou que ser abençoado é ser ricamente satisfeito por conhecer o Rei. Estas bem-aventuranças, explicando a bênção suprema, nos mostram as marcas dos que são do reino de Deus. Autoestima promove a autoconfiança, a felicidade ocasional e a ilusão de controle. As três primeiras bem-aventuranças ensinam uma verdade posicional para aqueles que são necessitados, tristes e submissos.

Isso é um conforto. Quando eu estou triste, quando sinto minha depravação e me sinto inadequada, quando sinto o abismo entre minha fé e meus atos, quando desejo que eu fosse mais maleável para o que quer que Deus me ordenasse, sou abençoada por saber que alguém viveu uma vida que incorpora essas bem-aventuranças: Jesus Cristo. Meu pastor deixou claro que nós não entramos no reino porque cumprirmos essas coisas.

E, ainda assim, eu sou abençoada.

Pastor VanDelden garantiu-nos que entramos no reino por confiarmos no cidadão perfeito. “Eis o Rei em sua Palavra”. Precisamos do rei por sermos pobres de espírito. Nós amamos o Rei e, por isso, lamentamos tê-lo ofendido. Nos submetemos ao rei e, por isso, nos submetemos à Palavra de Deus em mansidão.

Não, eu não sou suficientemente pobre em espírito, eu não choro como eu deveria e tenho muito a crescer em mansidão. Nosso Rei Jesus viveu a vida de um homem que encarna esses atributos. Mas, como cidadãos do seu reino, vamos ser transformados à semelhança do nosso Rei. Estas bem-aventuranças descrevem como um cidadão do céu será reconhecido. E isso é bonito.

Compramos uma mensagem confusa da sociedade sobre a beleza verdadeira. Mas não há beleza sem verdade. Por enquanto, bonito é contemplar o Rei em sua Palavra. Bonito é viver de acordo com sua Palavra. Mas que bênção será contemplar a abençoada visão, quando veremos Cristo em sua glória revelada: a bênção suprema.

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Traduzido por Kimberly Anastacio no Reforma21

sábado, 21 de novembro de 2015

Desde 2009, mais de 1.600 igrejas foram destruídas

NIGÉRIA

Desde 2009, mais de 1.600 igrejas foram destruídas

Um relatório do IRIN (Integrated Regional Information Networks - Rede Integrada de Informações Regionais), feito em visitas de campo no nordeste da Nigéria, informou que os militantes do Boko Haram causaram uma enorme perda na região da Bacia do Lago Chade.
Mais de 25 mil pessoas perderam suas vidas nos últimos seis anos, e mais de 2,5 milhões foram deslocadas da região do Chad Basin Lake, desde 2013. Cerca de quatro vezes mais o número de migrantes e refugiados que chegaram na Europa até o momento. Muitos dos deslocados são cristãos.
19_Nigeria_0380007497Conforme informações locais, um grupo de cristãos tentou fugir por uma floresta, no meio da noite, e entre as pessoas havia uma mulher e seu filho menor. A criança foi picada por uma cobra venenosa e em pouco tempo começou a sangrar. A mãe não teve outra escolha a não ser deixar o filho e fugir com os demais para salvar a própria vida. Um homem que corria carregando duas crianças também passou mal e teve um ataque cardíaco e uma mulher grávida deu à luz no meio do caminho.
A violência tem sido intensa contra os cristãos e as demais pessoas que são consideradas uma ameaça para o Boko Haram. Nos últimos meses, dezenas de cidades e aldeias do nordeste da Nigéria foram tomadas por militantes. A maioria dos centros de saúde permanecem fechados, enquanto as escolas foram abandonadas e, desde 2009, mais de 1.600 igrejas foram destruídas. Interceda por esse povo!
Fonte:Portas Abertas

Por acaso o Islã é uma religião de paz?


Por Renato Vargens

A despeito do rastro de sangue e violência deixados por muitos seguidores de Maomé tenho visto alguns brasileiros, principalmente progressistas, afirmando que o Islã é uma religião de paz. 

No vídeo abaixo, você poderá assistir uma parte da palestra "Islã em contexto: Abrindo as portas ao entendimento". 

O autor é o ex-muçulmano  Nabeel Qureshi, que de forma assertiva nos dá sua valiosa perspectiva a respeito do assunto. 

Afinal, o que o Alcorão realmente ensina os seus seguidores?

Saiba o que está por trás do mantra islâmico "o islã é uma religião de paz" — se ingenuidade, má hermenêutica ou simplesmente mentira. 

Renato Vargens


Fonte: Blog de Renato Vargens

TRANSFUSÃO DE SANGUE OPÕE MÉDICOS E TESTEMUNHAS DE JEOVÁ



Um dos dogmas pregados pelos Testemunhas de Jeová que mais gera polêmica é a proibição da transfusão de sangue. Uma série de casos já foram parar na Justiça por conta de pacientes e familiares que não aceitam o tratamento que é oferecido pelos médicos.

No campo jurídico há um verdadeiro debate, alguns afirmam que o direito à vida está acima da liberdade religiosa, como foi definido pelo procurador Alexandre Ribeiro Chaves durante o caso de Aldo Wolff que negou a transfusão de sangue para o seu pai Armando Wolff, internado em 2010 na Clínica São Lucas, em Macaé, no Norte fluminense.

O paciente sofria de várias doenças, inclusive anemia crônica e a transfusão de sangue era o procedimento mais indicado para salvá-lo. O hospital conseguiu na Justiça a autorização para realizar o procedimento, mas Armando veio a falecer 11 dias depois.
Aldo entrou com um processo contra a decisão da Justiça que foi contra sua vontade e pede o “reforço no ensino de medidas alternativas à transfusão de sangue”.

Hoje o caso Wolff está na a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão no Rio de Janeiro e uma audiência pública foi convocada para ouvir as partes envolvidas.
“O direito à vida inclui uma vida digna, conforme seus princípios. A gente pode achar absurdo abrir mão da possibilidade de viver, mas, para analisar um caso assim, é preciso se despir de conceitos e preconceitos”, diz a procuradora da República Ana Padilha Luciano de Oliveira.

Antes de ser arquivado, o processo passou pela segunda instância dando legitimidade a recusa do filho do paciente. O parecer jurídico é que a decisão tem fundamento no exercício da liberdade religiosa e que por isso não pode ser contestada.

Outro dilema gerado pela determinação da religião de não aceitar a transfusão de sangue é a resolução 1.201/80 do Conselho Federal de Medicina (CFM) que permite ao médico realizar o procedimento sem o consentimento do paciente e seus responsáveis quando há risco iminente de morte.

Apesar disso, os casos causam muito transtornos e existe inúmeros processos abertos por famílias que tiveram seus desejos ignorados e também pelos hospitais que acusam os familiares de praticarem homicídio ao se posicionarem contra a transfusão.

Em 2014 a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) absolveu um casal que proibiu a transfusão de sangue na filha de 13 anos, com grave anemia. A Justiça entendeu que os pais não poderiam ser responsabilizados e que os médicos deveriam ter realizado o procedimento mesmo sem a autorização deles.

O CFM planeja alterar a resolução 1.201, para isso estaria elaborando diretrizes para orientações seguras sobre a transfusão de sangue. As alterações estão sob responsabilidade da sua Câmara Técnica de Hematologia e abrangerão todas as circunstâncias de transfusões sanguíneas, inclusive as questões ligadas a dogmas religiosos. 

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Com informações BBC via Gospel Prime

Racismo e Vitimismo no Debate Atual

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No debate secular contemporâneo sobre ética, a questão dos relacionamentos entre grupos obscurece quase todos os demais. Os grupos em debate são denominados por raça, gênero, nacionalidade, credo, preferência sexual, idade, habilidades (o que costumávamos denominar de "deficiência física"), etc., e são classificados, em termos quase marxistas, como grupos opressores e grupos de vítimas. O grupo opressor em geral é identificado como sendo de homens heterossexuais, cristãos, brancos e de classe média. A questão é o tratamento injusto ou desigual do grupo de vítimas pelo grupo opressor.

A maioria das demais questões éticas se reduz, no final das contas, a essa. Até entre grupos, é definida em termos de "escolha". E "escolha" é defendida com base na autonomia do gênero: restringir o aborto é sexista, é a opressão das mulheres pelos homens.

A atitude do grupo opressor contra o grupo de vítimas é descrita de maneiras variadas como racista, sexista, homofóbica, preconceituosa contra idade, peso, etc. Essas atitudes são vistas como a base de todos os problemas sociais e éticos.

Questões de tal importância para as pessoas deveriam ser debatidas não apenas com sensibilidade, mas também com cuidado e precisão. Infelizmente, a maioria dos tratamentos dessas questões é sobrecarregada de ambiguidades, confusão de questões distintas e substituição de argumentação pela retórica. Há muitas coisas que podem ser classificadas como racismo, sexismo, e assim por diante. E muitas práticas são condenadas como racistas ou sexistas sem uma análise cuidadosa. Nesta seção, espero contribuir para o esclarecimento desta questão.

Escreverei primariamente sobre o racismo, embora o que digo se aplique em geral aos outros "ismos", mutatis mutandis. A questão de preferência sexual é bem distinta das demais, contudo. Na visão bíblica, o homossexualismo é um pecado, mas não é pecado pertencer a uma raça ou gênero particular ou a outro grupo. O restante deste capítulo, portanto, não se aplica, na maioria dos casos, a questões de "homofobia".¹

O que o "racismo" significa? Quais são suas manifestações? Consideremos algumas possibilidades, a partir do debate atual.

1 - O racismo em geral é equiparado ao ódio, de modo que pode ser definido como "odiar pessoas por causa de sua raça ou cor". O ódio, obviamente, é algo interior.² Devemos ser rápidos em reconhecê-los em nós mesmos e vagarosos em acusar outros de tê-lo. Infelizmente, no debate atual, o contrário é geralmente verdadeiro. As pessoas rapidamente acusam outros de ódio racial, mas nunca admitem tal ódio nelas mesmas. Essa é uma das coisas erradas no debate atual sobre raças [Para ver um exemplo no Brasil, clique aqui].

Certamente é pecaminoso e irracional odiar alguém somente por causa de sua linhagem ou da cor da sua pele. Uma pessoa não pode mudar sua linhagem, e a linhagem em si nunca fez com que uma pessoa se torne merecedora de ódio.

Não duvido que esse ódio racial irracional exista, mas suspeito que seja mais raro do que muitos escritores éticos e comentaristas de noticiário supõem. Na maioria das vezes, o que chamamos de "ódio racial" é na verdade algo mais sutil, e com uma reivindicação inicial maior à racionalidade. Exploro estas possibilidades abaixo.

2 - Uma forma distinta de "ódio racial" é odiar membros de uma raça em particular por causa de erros claros cometidos por aquele grupo racial. Isso não é ódio racial puro e simples. Aqui o ódio não é direcionado contra pessoas somente por causa de sua linhagem, mas por causa de mágoas não resolvidas. Os afrodescendentes em geral continuam a guardar rancor dos brancos por causa do histórico de escravidão e segregação [o que geralmente no Brasil é colocado somente um lado da história e, muitas vezes, de maneira distorcida, veja aquiaquiaqui e aqui]. Os brancos em geral guardam rancor dos negros por causa do alto índice de crimes, ilegitimidade e uso de drogas nas suas comunidades, e por causa retórica de alguns líderes negros que põem a culpa desses problemas na sociedade dos brancos. O problema nos dois lados não está na linhagem ou na cor de pele em si; o problema é de comportamento.

Com um simples ódio racial (ponto 1 acima), a solução é óbvia: arrependimento bíblico. Neste segundo caso, encontrar soluções é mais difícil. É claro, como no caso anterior, precisamos descartar nosso ódio. Antes de mais nada, porque não é justo culpar uma raça inteira pelas atividades de alguns de seus membros, especialmente quando tais atividades foram feitas no passado, por membros de gerações anteriores. 

Alguns dizem que, embora seja ilegítimo que um grupo opressor odeie ou guarde rancor contra um grupo oprimido, o contrário é legítimo. Porém, devemos rejeitar esse argumento. Se há algo errado no racismo, sexismo e similares, é que as pessoas são odiadas ou discriminadas ou julgadas, não pelo que fizeram, mas tão somente pelo fato de pertencerem a um grupo. Se esse princípio moral está correto, deve ser aplicado universalmente. É errado para qualquer grupo racial odiar outro grupo racial como um grupo, a despeito de mágoas do passado. 

No entanto, como vimos antes, ódios e mágoas persistentes que remontam a muitos anos, até a séculos, provavelmente não serão superados por qualquer ação social ou política. A consideração de tais problemas insuperáveis deve nos levar a buscar ainda mais a graça divina em Cristo, pois somente ela pode produzir corações perdoadores. No final das contas, apenas o perdão de Cristo pode curar essas feridas.

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Notas:
[1] Em geral, minha opinião é que os cristãos devem se relacionar com os homossexuais como pessoas como eles mesmos, criadas à imagem de Deus e, portanto, preciosas, mas também caídas e, portanto, sob o julgamento de Deus à parte da graça de Cristo. Devemos apresentar Cristo de maneira amorosa de tal maneira que traga arrependimento de pecados sexuais e de outros pecados e que leve a um estilo de vida piedoso. Ao mesmo tempo, não devemos lutar por direitos especiais para os homossexuais. devemos ter o direito de proteger nossas crianças de influências homossexuais nas escolas e na cultura em geral. 
[2] Considero ódio aqui como repulsa emocional. Reconheço que a Escritura usa tipicamente esse termo de modo diferente, para indicar oposição prática aos objetivos de outra pessoa. De acordo com essa definição, (a) o ódio não é inteiramente interior, (b) não é sempre errado, e (c) não é incomparável com o amor. Mas neste capítulo estou tentando usar o termo como é usado no debate contemporâneo.

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Autor: John Frame
Fonte: A Doutrina da Vida Cristã, John Frame, págs. 634-636. Editora Cultura Cristã.
Acréscimos em [] feitos pelo editor do blog Bereianos.

CINCO PECADOS QUE AMEAÇAM OS CALVINISTAS

Conta-se que um puritano, na Nova Inglaterra, habitava com sua família em uma cabana no meio da floresta, distante de tudo e de todos, cuidando apenas dos campos plantados, em clareiras abertas no meio da floresta. Certo dia teve que sair de sua cabana para ir ao vilarejo, atravessando aquela floresta infestada de ursos ferozes, que atacavam animais e pessoas. O puritano colocou a sua melhor roupa preta e começou a se preparar para a jornada. Ao chegar perto da porta de saída, ele estendeu a mão e pegou sua espingarda, verificando se estava carregada. Nesse momento sua esposa exclamou!
– Não entendo essa sua preocupação com a espingarda, porque se você estiver predestinado a ser devorado por um urso, será devorado por ele; mas se estiver predestinado a chegar ao vilarejo em segurança, assim chegará! Deixe essa arma aí!
O puritano voltou-se à esposa, e com toda longanimidade que lhe era habitual, respondeu:
– Ó mulher! E se eu encontrar um urso que esteja predestinado a levar um tiro da minha espingarda e eu estiver sem ela, como é que eu vou fazer?
Podemos rir com a história, mas muitas vezes estamos, em nossas vidas, retratando aquela atitude da mulher daquele puritano. Com freqüência, passamos a descansar indevidamente na soberania de Deus, quando Ele está colocando as coisas na nossa frente, requerendo, de nós, alguma ação.
Temos que nos conscientizar que vivemos sob a égide da vontade decretiva de Deus, mas no conhecimento e sob a diretriz clara de sua vontade prescritiva. Nela, conforme expressa nas Escrituras, temos tudo o que precisamos saber para agirmos responsavelmente, da forma como Ele quer que venhamos a agir.
(Extraido do livro: 5 Pecados que ameaçam os Calvinistas )
Por Solano Portela

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

“Devemos amar os muçulmanos”, lembra Irmão André

Missionário famoso pede que cristãos não percam o foco
por Jarbas Aragão
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"Devemos amar os muçulmanos", lembra Irmão André

Durante décadas, o missionário conhecido como Irmão André dedicou sua vida a levar o Evangelho até alguns dos lugares mais ‘escuros’ do planeta. Conhecido como o ‘contrabandista de Deus’, em 1955, ele começou a transportar Bíblias para os países comunistas e apoiar a Igreja nos lugares onde ela era proibida.
Surgia a Missão Portas Abertas, uma das mais conhecidas do mundo quando se fala sobre cristãos perseguidos. No início da década de 1970, ele percebeu que o comunismo estava morrendo e um novo mal estava tomando seu lugar no quesito perseguição: o Islã.
Desde então o Portas Abertas ampliou seu raio de atuação e hoje o ministério apoia a Igreja sofredora em mais de 60 nações. Anualmente, a missão publica uma lista com um ‘ranking’, mostrando onde a perseguição aumentou ou arrefeceu. Também faz continuamente campanhas de oração e distribuição de material de conscientização, além de ajudar centenas de cristãos que passam por esse tipo de problema no mundo todo.
O irmão André já se reuniu com líderes de grupos radicais como Hezbollah, Hamas e Talibã, e pede que a igreja lembre: “Devemos amar os muçulmanos, tanto quanto amamos os outros cristãos”.
“Acho que até o mais radical dos muçulmanos precisa receber a Palavra de Deus. Eles estão provavelmente à espera de alguém que quebre a barreira e diga-lhes que Deus os ama também”, assegura.
Diante da crescente onda de atentados realizados por muçulmanos extremistas, ele pede que os cristãos não se deixem levar pela onda de rejeição das pessoas que professam a fé islâmica. “Minha experiência me mostra que quanto mais radical uma pessoa é, mais receptiva está à Palavra de Deus”.
Ele explica que os cristãos não podem perder o foco nem deveriam ter medo dessas pessoas, mas lembrar-se que só nós temos a ‘resposta’. “O que estamos fazendo com ela? Que Deus tem misericórdia de nós”. Com informações Christian News

Fonte: Gospel Prime


Vítimas do massacre na boate Bataclan em Paris, estavam adorando ao diabo

Pare, leia e pense!


“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;” – 1 Pedro 5: 8

Na noite da última sexta-feira, 13, centenas de pessoas estavam reunidas na casa de shows Bataclan, emParis, em um show da banda de rock Eagles Of Death Metal que fazia uma apresentação considerada por muitos como satânica.
De acordo com algumas fotos tiradas momentos antes do ataque terrorista, centenas de jovens estavam dançando com suas mãos levantadas fazendo o símbolo ocultista da “Mão Chifrada“, em uma clara saudação ao diabo.
eagles-death-metal-paris-muslim-terror-attacks-kiss-devil-song-was-playing-november-2015-933x445Por incrível que pareça, no momento em que banda começou a cantar a canção Kiss The Devil, (Beijando o Diabo)
Kiss The Devil, em uma tradução livre diz:
Quem vai adorar o diabo? …
Quem vai a melodia de sua música? …
Quem vai adorar o diabo e sua canção? …
Eu vou amar o diabo! …
Eu vou cantar a sua canção! …
Eu vou amar o diabo e sua canção! …
Quem vai adorar o diabo? …
Quem vai beijar a sua língua? …
Quem vai beijar o diabo na sua língua? …
Eu vou amar o diabo! …
Eu vou beijar sua língua! …
Vou beijar o diabo na língua! …
Quem vai adorar o diabo? …
Quem vai cantar sua canção? …
Eu vou amar o diabo e sua canção! …
Quem vai adorar o diabo? …
Quem vai beijar a sua língua? …
Vou beijar o diabo na língua! …
Quem vai adorar o diabo? …
Quem vai cantar sua canção? …
I WILL LOVE THE DEVIL E cantar sua canção! ..
“Enquanto os fãs de death metal franceses estavam cantando essas letras, oferecendo o seu amor a Satanás, o Diabo respondeu como o diabo sempre faz. Com a morte e a destruição.”, escreveu Geoffrey Grider, colunista da nowtheendbegins.

“Mas, como um crente na Bíblia, eu sei exatamente o que aconteceu sexta à noite as 21:40 GMT em Paris, França. As pessoas pediram uma manifestação do Satanás, e adivinhem? Ele se manifestou.”, continuou Grider.

Grider diz que não acredita que naquele local tivesse algum cristão salvo em Jesus e que  “a grande maioria dessas pessoas estavam perdidas, pessoas perdidas. Eu me pergunto para quantos delas foram oferecidos o evangelho de Jesus Cristo para salvar suas vidas e elas recusaram virando o seu nariz acima? Provavelmente muito deles Vemos isso o tempo todo quando nós pregamos na rua em St. Augustine. Para a maioria das pessoas perdidas, o Diabo e o inferno são apenas uma piada.
“E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo;” – Hebreus 24:14
Para Grider, aquelas pessoas que sangraram e morreram na pista de dança do concerto de Death Metal, que por cantar ao diabo, acabou beijando o inimigo em seu próprio rosto. “O inferno não é brincadeira, não é absolutamente uma festa, e você não tem que acabar lá.”, alertou Grider.
“Sexta à noite eles “beijou o diabo”, e do Diabo beijou-os de volta. Não deixe isso acontecer com você.”, exortou Grider.
“E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?”, Atos 16:30

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