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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

PASTOR INTERROMPE APRESENTAÇÃO THALLES ROBERTO – ERA SHOW OU ERA UM CULTO?


Esta semana se espalharam vários vídeos, em blogs e redes sociais, mostrando o fato pitoresco de uma apresentação do Thalles Roberto no COMEPE (Congresso de Mocidades Evangélicas Pentecostais) 2013, da noite de 09/02/2013.
O vídeo, um tanto quanto vexatório, apresenta uma série de questões a serem debatidas entre nós, cristãos, relacionados a, por exemplo, música, adoração, culto, show, reverência, idolatria, etc., e que ficam abertas para nossa reflexão – será que estamos no caminho certo quando lidamos com estes conceitos na Igreja Evangélica Brasileira?
Todos que conhecem o Thalles sabem de sua performance de palco, outros mais informados têm noção da tradição litúrgica das denominações pentecostais tradicionas. No entanto… os tempos mudaram, e o vídeo mostra esse conflito!
Se ir na Disney e não ver o Mickey é um “pecado”, estar num show do Thalles, mesmo dentro da igreja, e não dar pelo menos um pulinho seria um despautério. Ou não?
Assistam e tomem suas conclusões.
***
Antognoni Misael, co-editor do Púlpito Cristão.

Associações de ateus se organizam para agir contra interesses políticos dos evangélicos



Associações de ateus se organizam para agir contra interesses políticos dos evangélicos

A mobilização de associações de ateus para confrontar iniciativas de representantes de setores da sociedade ligados à religião, como por exemplo a bancada evangélica, tem crescido sensivelmente no Brasil.
De acordo com informações da BBC Brasil, os ativistas ateus se referem ao coletivo cristão no Congresso Nacional como “bancada teocrática”, numa referência aos países onde a constituição é baseada nas interpretações religiosas, muito comum em países islâmicos, como o Irã.
Segundo os ativistas ateus, a “bancada teocrática” estaria apresentando projetos que contrariam o princípio de Estado laico. Em contra-ataque, entidades como a Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (Atea) tem apresentado representações junto ao Ministério Público para solicitar investigações sobre a legalidade das propostas.
“Isso era um dos objetivos centrais da criação da Atea, que os ateus tivessem uma personalidade jurídica para fazer suas representações perante as autoridades”, afirmou Daniel Sottomaior, fundador e presidente da associação.
A atuação de cristãos, distribuídos entre a bancada evangélica e a bancada católica, é uma das questões que mais cobram atenção dos ativistas ateus. “A bancada católica tem afinidades com alguns temas da igreja evangélica, como aborto, união civil homossexual, regulamentação da profissão de prostituta. A igreja evangélica é mais incisiva nos debates e acaba aparecendo mais, mas na votação as duas atuam juntas”, diz André Santos, consultor parlamentar, explicando a forma com que os projetos que desagradam aos parlamentares são estudados.
O deputado João Campos (PSDB-GO), presidente da bancada evangélica, refuta a argumentação de ateus que as propostas defendidas pelos parlamentares violariam a laicidade do Estado e fala em discriminação: “Acho que não tem ninguém que defende mais a laicidade do Estado do que nós evangélicos. O que me parece é que essas iniciativas são fruto de ignorância a respeito da laicidade estabelecida na Constituinte ou de muito preconceito contra os religiosos”.
As críticas do deputado às posturas dos ateus sobre a linha de atuação da bancada evangélica envolve ainda citações da própria Constituição Federal: “No artigo 19 inciso 1º, a Constituição veda à União, aos Estados, ao Distrito Federal e municípios, subvencionar igreja ou culto, ter relação de dependência com líderes religiosos e embaraçar o funcionamento de igrejas, salvo em caso de colaboração de interesse público. A laicidade na Constituição brasileira não é um Estado sem religião, não é um Estado ateu. O Estado e a Igreja estão separados, mas cooperam entre si”, pondera.
Por Tiago Chagas
Fonte: Gospel+

Empresa italiana registra o nome Jesus como marca de roupa e causa alvoroço nos Estados Unidos



Empresa italiana registra o nome Jesus como marca de roupa e causa alvoroço nos Estados Unidos

Jesus se tornou marca de roupas e usá-la sem autorização pode render processo nos Estados Unidos.
A notícia divulgada pelo conceituado jornal Wall Street Journal refere-se a uma empresa italiana de vestuário que anos atrás registrou o nome “Jesus” como marca e lançou uma linha conhecida como Jesus Jeans, que usa como slogan a frase “Chi mi ama, mi segua”, que numa tradução livre, pode ser interpretada como “Se me ama, me siga”.
jeans jesusEm 2007, a empresa registrou a patente também nos Estados Unidos, e desde então, advogados da empresa tem solicitado que outras empresas que lançam roupas com o nome de Jesus retirem seus produtos de circulação.
De acordo com informações do Christian Post, os advogados da Jeans Jesus afirmam estarem apenas tentando proteger o valor de sua propriedade: “Se alguém – pequena igreja ou até mesmo uma grande igreja – quiser usar ‘Jesus’ para a impressão de algumas camisetas, não me importo”, disse Domenico Sindico, conselheiro geral da empresa BasicNet, detentora da marca Jesus Jeans.
Um empresário chamado MJ Anton, fundador da Jesus Surfed Apparel Company, empresa que comercializava produtos da marca “Jesus Surfed” (em tradução livre, Jesus Surfou – uma alusão ao fato d’Ele ter andado sobre as águas) teve que retirar seus produtos de circulação após intimação dos advogados: “Quando eu descobri que alguém tinha a marca registrada do nome de Jesus eu entrei em estado de choque”, afirmou.
A empresa detentora da marca Jeans Jesus tem tentado obter o registro em outros país, mas por enquanto não tem tido sucesso. China, Austrália, Turquia, Noruega, Suíça e Cuba estão entre os países que se negaram a aceitar a patente do nome de Jesus para a empresa.
No Brasil aconteceu algo semelhante durante os anos 1990, quando a Fundação Renascer, ligada à Igreja Renascer em Cristo, registrou o termo “gospel” como marca, e durante os anos seguintes, passou a exigir que diversas empresas que utilizavam essa palavra, a retirassem de seus produtos ou mesmo nomes.
A Fundação Renascer no entanto, tornou-se alvo do Ministério Público a partir de 2008, quando solicitou à Justiça o bloqueio de bens da fundação e do então bispo-primaz da Igreja Renascer, José Bruno.
Em 2010, a Justiça determinou o fechamento da entidade por indícios de formação de uma organização criminosa, e em 2012 decidiu que a então presidente da fundação, bispa Sonia Hernandes, devolvesse uma quantia de aproximadamente R$ 785 mil ao Ministério da Educação.
Toda essa ação do Ministério Público resultou num segundo processo, em que Estevam e Sonia Hernandes eram acusados de lavagem de dinheiro. Porém, o Supremo Tribunal Federal extinguiu a ação por unanimidade, por não haver no Código Penal a tipificação de crime “organização criminosa”.
Por Tiago Chagas
Fonte:Gospel+

Narcisismo “Gospel”


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Por Marcelo Milazzo

Quem já ouviu falar de Narciso? Pois é! De acordo com a mitologia greco-romana, Narciso foi um jovem que, por causa de uma maldição, se apaixonou pela própria imagem refletida na lagoa de Eco. A admiração pela própria imagem fazia Narciso pensar que era semelhante a um deus! Em sua mente, tudo girava em torno de sua beleza!

Parece-me que hoje, cada vez mais, as pessoas são encorajadas a olharem para si mesmas com os olhares de Narciso! Impressiona-me, por exemplo, como tudo gira em torno de entretenimento! Vale tudo para fazer as pessoas se sentirem bem, alegres e felizes, mesmo que isso aconteça às custas da realidade! Além disso, existe entre nós uma espécie de existencialismo barato, que faz com que o mundo em que vivemos seja o mundo da autoajuda e do estilo de vida baseado na busca pelo prazer, o que muitos confundem com felicidade.  O problema é que a moda pegou, e pegou muitos cristãos! Sim, os cristãos têm acreditado nessa mentira e, junto com os ímpios, fazem coro dizendo que “o que importa é a minha felicidade e nada mais”! Você já parou para ouvir os cânticos da moda? Já percebeu como eles disfarçadamente colocam o homem e suas necessidades no centro, ao invés da obra e pessoa de Cristo? Você já entrou numa livraria evangélica e viu quantos títulos existem tratando de autoajuda? O que dizer, por exemplo, da liturgia de algumas igrejas, que incentiva a sensualidade e a extravagância? E as pregações que tratam de “5 passos para felicidade” ou “8 passos para uma vida de sucesso”? Meus irmãos, a velha mentira (de que seríamos como deuses) faz mais parte da nossa realidade do que imaginamos!

Um antídoto contra o narcisismo gospel!

Deus nos fez para A Sua glória! (Is 43.7)

Ele é a medida de todas as coisas! Tudo o que existe, existe para que Ele seja magnificado e glorificado! Nada foge deste propósito! Assim, precisamos entender que não somos o centro do universo! Não nos bastamos! Não estamos aqui para encontrar a felicidade! Aliás, nenhuma perspectiva pode ser mais egocêntrica do que esta! Imagine que, harmoniosamente, todas as coisas no universo declaram a glória do grande Deus! Agora imagine que o homem, ao contrário de toda a criação, insiste em perceber o mundo a partir de si mesmo! Se Deus é incomparável e de valor inigualável, não percebê-lo como fonte e centro de toda a existência seria uma prova de imenso egoísmo.

A Bíblia não é um livro de autoajuda (2 Pe 1.19-21)

A Bíblia não é uma caixinha de promessas! A Bíblia não é uma espécie de amuleto ou tarô gospel, onde as pessoas, aleatoriamente (e misticamente), buscam uma palavra mágica! A Bíblia não é um livro de autoajuda comprometido com a minha satisfação e autoaceitação! Ao contrário, a Bíblia é a revelação de Deus, comprometida com a glória dEle! Na Bíblia, Deus revela a si mesmo (sozinhos não poderíamos compreendê-lo) a homens pecadores! Dessa forma, a Bíblia deve ser entendida como um todo, um todo que revela a Glória de um Deus que escolheu, por graça, redimir um povo por meio do Seu Filho. Assim, pregações como “5 passos para o sucesso” ou até “atitudes que liberam a benção” não fazem o menor sentido biblicamente, porque removem a pessoa e obra de Cristo do centro (ainda que textos bíblicos sejam usados) e colocam o homem! Portanto, nos coloquemos diante do Livro dos livros, entendendo que Deus é glorificado quando nós conhecemos e reconhecemos a Sua glória revelada em cada página dele! E sabemos que isto está acontecendo quando o resultado da nossa leitura bíblica nos faz estimar mais a Cristo e menos a nós mesmos!

Precisamos de uma perspectiva correta de nós mesmos! (Sl 139.13,14)

Preciso entender que o fato de ter sido criado à imagem e semelhança de Deus não me dá nenhuma prerrogativa para autoglorificação ou autogratificação! Muitas pessoas têm entendido esta cara doutrina de maneira equivocada! O fato de termos sido criados de forma admirável e assombrosa, aponta para a magnitude do Criador e não para a nossa, visto que todas as coisas têm como objetivo revelar a glória de Deus! Portanto, ao invés de dizer “amem-se” ou “valorizem-se”, o discurso deveria ser “valorizem a Deus por aquilo que vocês são, colocando à disposição dEle seus dons e talentos”! Percebe? Não precisamos nos sentir bem conosco mesmos! Precisamos é reconhecer que Deus já nos deu tudo o que precisamos em Cristo, e que se precisamos nos sentir bem conosco mesmos para sermos felizes e tudo o mais, estamos reconhecendo que estas coisas estão em nós e não em Cristo!

Fonte: Blog Fiel
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Sites de evangelismo converteram 5 milhões de pessoas em 4 anos



Rede de sites ao redor do mundo planeja ampliação
por Jarbas Aragão

Sites de evangelismo converteram 5 milhões de pessoas em 4 anosSites de evangelismo converteram 5 milhões de pessoas em 4 anos

Existe mais de uma dúzia de países envolvidos no evangelismo pela internet desde o lançamento oficial da rede  Jesus.net em agosto de 2009. Depois de quase 4 anos, o projeto para alcançar essa nova geração acaba de passar a marca de 5 milhões de pessoas que tomaram a decisão de aceitar a Cristo.
Menos de quatro anos depois de ser iniciada, a iniciativa que reúne diversos sites em diferentes línguas continua debatendo as melhores formas de alcançar pessoas no mundo virtual que cada vez toma mais tempo da vida dos adolescentes.
Mais de 20 países já fazem parte da rede, incluindo Estados Unidos, República Checa, França, Polônia e Índia. Cada país busca adaptar o conteúdo à realidade cultural de seu país.
“Nós damos todas as graças e toda a glória a Jesus”, comemora Henryk Krol, responsável pelo site da Polônia. ”Há alegria em nossos corações hoje, assim como há alegria no céu por cada pessoa que se arrependeu.”
“Estou muito feliz por fazer parte desta grande equipe”, disse John Martin da Índia. ”Deus está fazendo grandes coisas em meu país.”
Em alguns aspectos, o que aconteceu mais de uma década atrás, quando Deus deu a Eric Celerier, que vive na França, a visão de fazer sites evangelísticos para alcançar “os confins da terra” transformou-se em nada menos que um milagre.
Não apenas pelos 5 milhões de decisões registradas, mas também por todas as vidas transformadas através do materiais disponível e pelo sistema de discipulado online. A rede da Jesus.net não quer que cada novo crente fique só com o discipulado online, mas deseja que todos façam parte de igrejas locais.
SearchforJesus.net , o portal de evangelismo lançado pela Associação Evangelística Billy Graham nos EUA, é o que registra mais decisões. Foram 1,8 milhão de pessoas que disseram ter conhecido Cristo, desde o seu lançamento em 2011. Nele é possível ver um mapa em 3D de onde as pessoas estão declarando que fizeram a oração de sugestão sugerida. Este ano lançará suas versões para as Filipinas, Portugal e México visando atender as pessoas que “procuram por Jesus”, como sugere o nome do site.
Fonte:gp

Dois líderes cristãos são mortos e outro é ferido em ataques separados


Três incidentes de violência contra cristãos na Tanzânia trouxeram à tona a preocupação quanto ao futuro da liberdade religiosa no país
crosses.jpg

Domingo (17), homens armados atiraram e mataram um líder cristão na ilha de Zanzibar, na Tanzânia. O cristão Evaristo Musi estacionou seu carro em frente à igreja em torno das sete horas da manhã, quando o veículo foi cercado pelos criminosos. Eles o assassinaram enquanto ainda estava dentro do carro; os agressores fugiram em uma motocicleta. A comunidade local reconhecia Musi como um filantropo, defensor do diálogo inter-religioso. A polícia afirma que prendeu três suspeitos ligados ao crime, mas o motivo ainda é desconhecido.
No início desse mês, um pastor da Assembleia de Deus, Mathayo Kachili, foi morto na região Geita quando interveio em uma briga entre moradores sobre o abate de um animal. Segundo fontes, um grupo de muçulmanos exigiu o encerramento imediato de açougues pertencentes a cristãos. Até onde a Portas Abertas pode determinar, a demanda é baseada em uma tradição de longa data, juntamente com uma ação do governo local, que deu aos muçulmanos o direito exclusivo de atuar como açougueiros. No incidente que culminou no assassinato do pastor Kachili, havia um açougueiro não muçulmano preparando a carne para ser servida em um funeral. Quando os muçulmanos souberam disso, atacaram a congregação e mataram o líder.
Em 26 de dezembro, outro líder cristão, Ambrósio Mkenda, sofreu ferimentos graves ao ser atingido por pistoleiros desconhecidos. De acordo com o seu depoimento, ele foi seguido por dois homens em uma motocicleta a caminho da igreja, em Tomondo, depois do trabalho. Ao estacionar e sair do carro, os agressores atiraram nele, que sofreu dois ferimentos de bala, um deles na bochecha. Nesse meio tempo, os criminosos também saquearam o templo. Mkenda foi levado às pressas para um hospital próximo e, mais tarde, foi transferido para a cidade de Dar es Salaam, onde passou por uma cirurgia para extrair as balas.
Um líder local disse ao jornal The Guardian que os casos serviram para trazer à luz uma conspiração para destruir a paz no país. As situações em Zanzibar e em Geita permanecem tensas.
Pedidos de oração
  • Ore para que a paz prevaleça nas comunidades afetadas pela violência e para que o governo se posicione definitivamente na resolução de questões pertinentes a esses incidentes.
  • Peça a Deus para que a justiça prevaleça em todos esses casos.
  • Interceda pela esposa e filhos que choram a morte do pastor Kachili. Ore também pelos membros de sua igreja, para que eles sejam consolados e se levantem novamente.
  • Peça pelo conforto de Deus para todos aqueles que foram afetados pela morte de Evaristus Musi.
  • Ore também pela rápida recuperação de Mkenda.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag

I ENCONTRO DE PASTORES E ESPOSAS DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL.


Prezados pastores:
De ordem da Sra. Ana Maria Prado, Presidente da CNSAFs, divulgamos a seguir algumas orientações
relativas ao I ENCONTRO DE PASTORES E ESPOSAS DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL.
1) A QUEM SE DESTINA:
Este Encontro é destinado a Pastores da Igreja Presbiteriana do Brasil e suas Esposas, sendo
organizado e coordenado pela CNSAFs/IPB.
2) PERÍODO DE REALIZAÇÃO:
Acontecerá no período de 13 a 16 de maio de 2013, em Caldas Novas / GO.
O Culto de Abertura será às 20h do dia 13 de maio de 2013 e o término do Encontro dar-se-á após o
almoço, no dia 16 de maio de 2013.
3) LOCAL: Hotéis Grupo DiRoma, Caldas Novas, GO.
4) INSCRIÇÕES:
Destacamos que a ficha de inscrição está disponível no site da SAF. Pode ser salva no formato
Word, preenchida e enviada, como anexo, com uma mensagem para anivia.soares@gmail.com ou
ediceliac@yahoo.com. Quem preferir enviar pelo correio pode encaminhá-la para: Edicelia Tomaz
Carneiro - CNB 10, lote 14 apto. 203-Edifício Panorama - Taguatinga-DF CEP: 72.115.105 ou pelo FAX:
61-3254-3944.
O preço da Inscrição é para o casal e já inclui alimentação, acompanhada de refrigerante ou suco.
O valor da inscrição é definido de acordo com a opção “com traslado” ou “sem traslado”, conforme
detalhamento a seguir.Caso a inscrição seja feita “sem traslado” e haja, posteriormente, necessidade de traslado, deverá
haver o pagamento do valor complementar e o envio, em tempo hábil, do aviso sobre a mudança de
opção para a Sra. Edicelia.

Fonte: site da CNSAFs/IPB

Menina asiática de 12 anos decora a Bíblia por temer que o livro seja proibido entre seu povo



Menina asiática de 12 anos decora a Bíblia por temer que o livro seja proibido entre seu povo

Durante seus trabalhos no sudeste de Ásia, o missionário Lian Godoi visitou recentemente uma escola no interior do país onde atua. Responsável pelo treinamento de cerca de 20 missionários locais para serem enviados às pessoas que nunca ouviram falar do Evangelho, o pastor encontrou no local uma menina de apenas 12 anos, que estava decorando a Bíblia por temer que o livro fosse tomado dela.
Segundo o missionário, surpreso com aquela cena, ele perguntou-lhe por que fazia aquilo, ao que a garota contou que precisava decorar a Bíblia, porque ela poderia ser retirada de seu povo
- Preparar missionários locais para serem enviados a regiões remotas e não alcançadas são o nosso maior alvo, mas encontrar pelo caminho pessoas com a atitude dessa menina é um presente de Deus – afirmou o missionário, que afirma que a hipótese levantada pela menina que não pode ser descartada, diante dos atos de repressão ao cristianismo naquele país do Sudeste da Ásia.
Lian conta, segundo a Junta de Missões Mundiais, que nesse mesmo local encontrou cinco líderes de grandes comunidades que formaram uma agência de envio de missionários, que se juntarão a outras 28 comunidades. Eles enviarão os primeiros nove missionários no próximo mês e todos trabalharão com povos não alcançados.
- Estamos muito felizes, pois isso é resultado direto do nosso trabalho no projeto de distribuição de bíblias. Sempre temos incentivando-os a irem nesta direção – completou Lian Godoi.
Por Dan Martins
Fonte:Gospel+

Por que relutamos em pregar o evangelho?


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Por Pr. Charles Melo


Jerram Barrs, em seu livro “A Essência da Evangelização” (Editora Cultura Crtistã) demonstra que, em geral, somos relutantes para pregar o evangelho às pessoas. É fácil perceber isso. Procure se lembrar agora da última vez em que a igreja foi convocada a evangelizar o bairro. Quantas pessoas participaram? Qual a porcentagem da igreja que se envolveu no projeto? Procure se lembrar de quando foi oferecido curso de evangelismo na igreja. Quantas pessoas mostraram interesse? Apenas uns quatro ou cinco. Isso é ou não é relutância?

O nosso problema é que nossa relutância não combina com a natureza das obras de Deus para alcançar os pecadores. Deus não é relutante em perdoar pecados e em salvar pecadores aos quais ele amou soberanamente. Ele, pela sua graça, escolheu, antes da fundação do mundo, os alvos de seu bem-querer, enviou seu Filho para morrer no lugar deles, enviou o Espírito Santo para, em ocasião própria, chamar de forma eficaz os seus amados das trevas para a luz, derrotou o inimigo que antes escravizava e consumará a obra de salvação no último dia para o louvor da glória da sua graça, ressuscitando os que já partiram com Cristo e transformando os que estiverem vivos quando Jesus voltar.

Deus não é relutante, mas a igreja o é. Quando Jesus ascendeu às alturas, disse que os discípulos seriam suas testemunhas em Jerusalém, na Judéia, em Samaria e até os confins da terra (At 1.8). No entanto, a igreja só se espalhou quando ocorreu a dispersão em consequência da terrível perseguição chefiada por Saulo. Assim o evangelho chegou a Samaria e outras partes do mundo. Mas por que precisaram de uma perseguição para sair pregando o evangelho? Bastava obedecer à ordem de Cristo. Deus não é relutante em espalhar a mensagem do evangelho. Você já reparou como o Senhor conduziu cada passo de Filipe até que ele pregasse ao eunuco? (At 8.26,27). O problema da igreja de Jerusalém naqueles dias é o mesmo do nosso hoje: a relutância em pregar, talvez por timidez, vergonha, tipo de personalidade, culpa paralisante, mas a razão verdadeira é que somos pecadores e sujeitos a esse tipo de torpor espiritual. Deus não quer que sejamos relutantes no cumprimento da sua missão de encher a terra com a sua glória.

É hora de percebermos que a relutância em evangelizar é absolutamente incompatível com a graça do evangelho! Pensemos na beleza do evangelho. Ele é o poder de Deus em operação para a salvação de todo o que crer, independente da nacionalidade. É Deus tomando a iniciativa de ir atrás do pecador morto em seus pecados e incapaz de se aproximar, envolvendo-o com seu Espírito vivificador, que lhe dá compreensão da magnitude da obra redentiva realizada por Cristo na cruz do Calvário. Poder participar do processo de salvação de uma pessoa é um privilégio! Então não sejamos relutantes. Sejamos prontos a atender ao mandamento do Senhor de sermos sal e luz neste mundo mergulhado em trevas e sem sentido. Ore, use a Bíblia, seja claro ao dizer o que Deus fez para nos salvar do juízo, ajude seu próximo a refletir sobre sua vida com Deus, use a sua maneira de viver como testemunho poderoso da obra de Deus.

Concluindo, longe de nós a relutância para evangelizar. Preguemos, não movidos por sentimento de culpa ou por constrangimento, mas pela alegria de ser cristão, que é a melhor coisa do mundo. Sejamos relutantes, mas apenas em desobedecer a Deus. Que a sua graça esteja sempre sobre nós!

Via: Bereianos

Adoração é nosso estilo de vida, diz Ana Paula Valadão



O evento deve reunir mais de 12 mil pessoas no ginásio do Mineirinho nos dias 28, 29 e 30 de março
por Leiliane Roberta Lopes

Adoração é nosso estilo de vida, diz Ana Paula ValadãoAdoração é nosso estilo de vida, diz Ana Paula Valadão

Em entrevista ao site Lagoinha.com a cantora Ana Paula Valadão falou sobre as expectativas para o 14º Congresso de Louvor e Adoração Diante do Trono que vai acontecer em Belo Horizonte nos dias 28, 29 e 30 de março.
Com o tema de “Adoração, transformação” a edição de 2013 de um dos eventos anuais mais aguardados por evangélicos de todo o Brasil vai atrair aproximadamente 12 mil pessoas vindas de todo o país e de outros lugares do mundo.
Mas para a líder do grupo Diante do Trono a adoração não é apenas música. “Mais do que música, vivemos nossa adoração como estilo de vida, e por isso abordamos diversos temas. Sou a responsável por orar sobre a direção do tema, palestrantes e programação”.
Os participantes desse encontro de adoradores já estão definidos, entre eles estará o pastor John Mulinde, de Kampala (Uganda), fundador do Word Trumpet Mission que tem como objetivo disciplinar cristãos e promover o renascimento verdadeiro.
Dois integrantes da Gateway Worship, Robert Quintana e Walker Beack também confirmaram presença, assim como a pregadora Cindy Jácobs que é co-fundadora da Generals International.
O tema foi definido pela equipe de organização e Ana Paula comenta que a intenção é reforçar o compromisso na busca pela presença de Deus para que com ela seja possível transformar a nação.
“Nossa adoração também é uma das mais poderosas armas espirituais para a transformação do coração, de circunstâncias, e de uma nação inteira. Precisamos aprender mais sobre isso”, disse.
Para que o evento ocorra de acordo com a vontade de Deus, a equipe que trabalha com a pastora inicia um jejum de 40 dias antes da data do Congresso. “Estamos constantemente em oração por aqueles dias, em jejum de delícias e muito trabalho. Temos a convicção de que Deus está nos chamando para irmos mais fundo Nele e vamos liberar as Palavras, as profecias, e as canções que Ele quer para esse tempo sobre o Seu povo”.
Fonte:gospelprime

Um ano sem Robinson Cavalcanti


Exatamente há um ano morria o bispo Robinson Cavalcanti. Ele e sua esposa Miriam foramassassinados pelo próprio filho em uma trágica noite de domingo em Olinda, PE.

Robinson era um respeitado (mas também polêmico) teólogo e escritor anglicano. Defensor ferrenho da teologia da Missão Integral e da participação política dos evangélicos, foi o colunista mais duradouro da revista Ultimato. Sua coluna existiu durante 27 anos. É verdade que não foram poucas as críticas de leitores mais conservadores, mas também não foram poucas as palavras de elogio de quem enxergava nele uma referência de compromisso cristão e social, apesar de possíveis discordâncias. Robinson tinha alegria em se apresentar como “colunista da Ultimato”. Claro, ele era bem mais do que isso.

Não é cansativo lembrar que o bispo deixou um legado rico de reflexões que conectam a teologia evangélica brasileira com a discussão dos problemas da sociedade, a missiologia com a sociologia, e sem cair nos jargões religiosos.

Como homenagem ao bispo Robinson, republicamos sua primeira entrevista à Ultimato em outubro de 1985. O Brasil, recém saído da ditadura militar, vivia um momento de restabelecimento das instituições democráticas, ocasião ideal para uma manifestação relevante dos cristãos, mas que escapou por ignorância principalmente da liderança evangélica, que pregava que “crente não se mete em política”. Foi também a primeira entrevista feita pelo editor Marcos Bontempo (então com 24 anos de idade).
Revista Ultimato - edição de 1985

Constituinte, protestantismo brasileiro e participação política

Segundo a última revista Veja de agosto, pesquisas feitas no Rio de Janeiro apontam que 30% dos brasileiros nunca ouviram falar de Constituinte – e entre os ouviram, 64% não sabem dizer o que ela significa. Em situação não melhor encontram-se os evangélicos.

Signatário do Pacto de Lausanne e membro do Grupo de Teologia e Educação da Comissão de Lausanne que produziu os documentosEvangelização e Responsabilidade Social e O Evangelho e a Cultura, o professor e pastor Edward Robinson de Barros Cavalcanti, 41 anos, casado, dois filhos, tem procurado restaurar a tradição evangélica no Brasil em termos de missão social da igreja, “onde muitos concordam com a filantropia, alguns com projetos de desenvolvimento e poucos com ação política”. Escritor, conferencista e reconhecida autoridade evangélica em questões políticas, por dez anos assessor da Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB), Robinson Cavalcanti é ministro voluntário da Igreja Episcopal do Brasil e professor adjunto de Ciência Política nas universidades Federal Rural de Pernambuco e Federal de Pernambuco. Fundador do Movimento Cristão Democrata do Centro, é hoje suplente do Diretório Regional do PMDB em Recife. 

É desnecessário salientar a importância, tanto para evangélicos como para não evangélicos, da Nova Carta Constitucional. Porém a desinformação campeia, em particular, na comunidade evangélica. Para Robinson Cavalcanti a “tarefa é educacional, deve haver um desbloqueio interior a nível de teologia, de informação histórica e a nível de conhecimento da realidade”. Contribuindo com esse processo, estará lançando a 18 deste mês [outubro de 1985], em Belo Horizonte, seu último livro – Cristianismo e Política: Base Bíblica e Prática Histórica. Foi no 14º andar do Edifício de Estudos Básicos da UFPE, onde coordena o Fórum de Análise Política, que Robinson Cavalcanti recebeu Ultimato para falar da importância do cristão, da igreja e da constituinte neste momento histórico. 

Ultimato – O que é uma constituinte?
Robinson – Para entender a questão de constituinte é preciso entender o conceito de constituição. Nas sociedades antigas, a constituição era entendida como modos tradicionais de se constituir, onde as regras de uma sociedade passavam de pais para filhos e o carisma do governante estava acima da lei. Na idade contemporânea, com a urbanização, com o capitalismo, passamos a ter uma sociedade diversificada, com várias religiões, várias classes e várias filosofias. Na teologia encontramos o conceito calvinista do pacto, que é muito influente na sociedade ocidental; e no mundo secular, o contrato social de Rosseau. Tanto no pacto calvinista quanto no contrato social, temos princípios para a organização da sociedade tradicional, que tinha o entendimento que constituição era uma tradição, para o sentido contemporâneo, de uma norma maior, uma lei que representa a média da vontade coletiva. A Constituinte deve expressar todas as parcelas da população quanto à política, religião, raça, etc. Assim, baseado no princípio da democracia representativa, a assembleia constituinte é um órgão eleito pelo povo que tem por finalidade redigir um novo documento constitucional que deve decidir a vontade nacional naquele movimento histórico. 

Ultimato – Como foram instaladas as diferentes constituições brasileiras?
Robinson – Quando uma constituição é feita pela assembleia nós a chamamos promulgada, e quando é imposta, outorgada, o que é um absurdo porque representa a vontade de um. O Brasil teve várias constituições. De 1824 a 1889, o país viveu com uma constituição imposta pelo imperador. Com a república, tivemos a primeira assembleia constituinte, que vai resultar na constituição de 1891. Uma constituição tecnicamente muito bem feita, mas com um detalhe: apenas 3% da população participou do processo eleitoral. Esta segunda constituição vai funcionar até 1930, quando vem a revolução e ela é arquivada. Em 1933 é convocada uma segunda assembleia constituinte e, em 1934 tivemos a terceira constituição, trazendo como grande novidade a introdução da legislação social no Brasil. Durou apenas três anos. Em 1937, Getúlio Vargas fecha o congresso, dissolve os partidos, anula esta constituição e instala no Brasil a o que seria a segunda constituição imposta, a constituição do Estado Novo. Com a queda de Vargas, depois da participação do Brasil na guerra da Itália, há uma sede de redemocratização no país, e é convocada mais uma assembleia constituinte. Nesta, bastante ampla, participaram comunistas, integralistas e o próprio ex-ditador. A partir de 1946 tivemos uma nova constituição, que vai funcionar até 1964. Em 64, ela é mantida pela revolução com algumas alterações, e, em 1967 foi colocada a atual constituição. 

Ultimato – Tendo o país uma constituição, por que outra?
Robinson – A grande questão é que a atual constituição brasileira é questionada como sendo ilegítima. Essa constituição conviveu com os atos institucionais, é cheia de contradições e representa um momento político superado. Ora, se a nação está partindo para a redemocratização, ela tem que ser escutada outra vez para estabelecer novas regras de jogo para o próximo período histórico. 

Ultimato – Por que a atual constituição é considerada ilegítima?
Robinson – Por não ser o resultado de uma Assembleia Nacional Constituinte. Ela foi colocada em 1967 quando o presidente Castelo Branco convocou uma comissão de juristas, mandou redigir um projeto e o enviou ao congresso com tempo limitado. Como o Congresso não tem poder constituinte originário (poder de fazer uma constituição), mas apenas poder constituinte derivado (de mudar, emendar), Castelo Branco, num ato de força, outorga ao Congresso o direito de poder constituinte originário. O Congresso sofre muitas cassações e os deputados amedrontados votam, com um mínimo de alterações, o documento enviado pelo presidente. Além disso, em 1969, com a doença do presidente Costa e Silva, os militares impediram a posse do vice-presidente Pedro Aleixo e outorgaram uma emenda constitucional número um, em vigor atualmente. Ou seja, foi o resultado da vontade de três ministros militares e não a vontade da nação. 

Ultimato – Quais são as dificuldades no processo de implantação de uma nova constituinte?
Robinson – A dificuldade está em fazer uma nova lei com a antiga vigente. Isso gerou uma série de defeitos no processo de convocação da assembleia constituinte. O principal é que vai atribuir aos parlamentares eleitos no ano que vem o poder de serem deputados e senadores constituintes. O deputado será eleito pela lei antiga e vai fazer a lei nova, enquanto está vigente a lei antiga, para depois valer a nova lei e ele continuar como deputado, quer dizer, ele vai legislar em causa própria. Se olharmos as três contribuições mais recentes no Ocidente – as constituições de Portugal, da Espanha e a constituição do Peru em 1979 – verificamos que nas três houve eleição apenas para a Assembleia Constituinte e, depois de feita a constituição, houve eleição de acordo com a nova lei, para todos os cargos. Inclusive porque algumas pessoas poderiam desejar participar da Assembleia Constituinte e não querer ser deputados. No Peru, Pedro Arana, teólogo presbiteriano, candidatou-se e foi eleito, mas quando terminou a constituinte ele voltou para a igreja, porque queria apenas participar do processo que, inclusive, separou, pela primeira vez, a igreja do Estado. Além disso, a lei atual tem uma exigência de um mínimo e um máximo de deputados por estado. Ao invés de ser um homem, um voto, é um sistema distorcido porque é de bancadas estaduais. Uma fragilidade última que eu poderia ressaltar é a questão dos partidos. Ou são novos ou estão em organização. E preocupados com a eleição de prefeitos. Então, a grande dificuldade é como transformar essa constituição numa constituição autêntica. 

Ultimato – Isso seria possível com uma eleição apenas para se fazer a constituinte...
Robinson – A proposta feita pelo PT – a mesma ideia da ordem dos advogados do Brasil – seria fazer, em março, a eleição da Assembleia Constituinte e, em novembro, teríamos a já prevista eleição de deputados e senadores. Entre março e outubro esse órgão eleito faria apenas a constituição e se dissolveria. A partir daí os deputados seriam eleitos sob a vigência da nova constituição e de acordo com as regras que ela estabelecesse. Esta seria a solução, mas dificilmente vai passar, porque há interesses políticos envolvidos. 

Ultimato – De que forma a comunidade pode empurrar esse processo?
Robinson – Bem, a OAB, que representa uma categoria profissional, realizou debates, soltou matérias, publicou artigos na imprensa, foi ao presidente da república reivindicando uma comissão de consulta da população e não uma comissão de “indicados”, etc. São formas de pressão. Tem-se pressão parlamentar, pressão da imprensa, atos de protestos, ou seja, formas de mobilização da sociedade civil. Outra maneira, se não for possível alterar o processo, seria a seleção de candidatos. Durante os meses de debate em meio expediente, os deputados serão deputados e, em meio expediente, serão constituintes. Que haja vigilância e uma fiscalização para que os interesses nacionais sejam representados. Lamentavelmente, o Brasil não tem uma tradição de mobilização popular nem de fiscalização. O que temos é uma tradição de passividade e, quando não se quer ser passivo se é reprimido, ao contrário das democracias históricas onde o povo fiscaliza. 

Ultimato – Como se dá a participação evangélica na história política do país?
Robinson – Enquanto o Brasil muda – o símbolo disso foi a campanha das Diretas – o que acontece com os evangélicos é um retrocesso. Os evangélicos, quando chegaram ao Brasil, vieram com uma ideia participante. A mentalidade dos missionários e dos primeiros pastores era usar a política para melhorar o país. Sempre se identificava catolicismo com atraso e ditadura, e protestantismo com progresso e democracia. Isso era parte da ideologia protestante, tanto assim que eles se aproximavam de políticos, especialmente do Partido Liberal, visando mudar a constituição, separar a igreja do Estado, criar o casamento civil, criar a liberdade de cemitérios, para a qual havia a restrição, etc. Esta mentalidade também estava presente nos colégios evangélicos, que foram um fator de modernização no currículo escolar. A primeira escola mista da América Latina foi o Mackenzie e a primeira escola de educação pré-escolar foi o Bennet, no Rio de Janeiro. Enquanto o Brasil era tradicionalista, esses colégios era modernizantes. Depois da curva do século, anos 1920 principalmente, houve uma explosão de convertidos, passando-se a um protestantismo de massa, massas iletradas, que corriam principalmente para igrejas do tipo pentecostal. Um outro dado que concorre para essa mudança de mentalidade é um dado teológico. Os missionários e pastores, nos primeiros 50 anos, eram principalmente pós-milenistas e amilenistas. O pós-milenista acha que vai expandir o Reino de Deus e convidar Cristo para a inauguração. O amilenista, embora creia que a glória só será feita com a chegada de Jesus, acredita que nós temos o dever e a possibilidade de realizar uma obra de expansão. A partir dos anos 1910, anos 1920, começa-se a substituir o amilenismo e pós-milenismo pelo pré-milenismo, – pré-tribulacionista e dispensacionalista, – que é uma visão bastante pessimista da história. Tudo isso gera, a partir dos anos 1920 até os anos 1960, duas tendências no protestantismo brasileiro: uma, quantitativamente majoritária, com tendência de ausência do processo político, e, outra, minoritária, com uma visão de presença. A partir dos anos 1960, passou-se a ensinar que crente não se mete em política. Uma geração foi criada assim. Acontece que isso não faz parte da história política do protestantismo, nem do protestantismo brasileiro. É uma tradição recente, mas quem foi criado nela pensa que sempre foi assim. Estão confundindo o antigo com o eterno. Agora, nos anos 1980, o discurso de que crente não se mete em política foi substituído por outro: se mete, desde que seja pela direita, ou seja, para sustentar as forças conservadoras. Isso gera uma mudança de 180°. O protestantismo brasileiro, que se aliou ao Partido Liberal durante o império e que se tornou um fator de abertura de mentalidade, de preparo da classe média da sociedade industrial, vai tomando o lugar que a igreja católica tinha há 20 anos, ocupando o tradicionalismo. Em parte, as massas católicas, que se converteram às grandes religiões como a igreja pentecostal, trazem traços psicossociais e culturais que são semelhantes aos devotos do padre Cícero e outros, uma visão pré-moderna. O meu grande temor é que o protestantismo brasileiro se transforme numa massa de manobra para engrossar o contingente eleitoral dos partidos mais conservadores. 

Ultimato – Qual a razão para o baixo interesse e a não participação dos evangélicos no processo político?
Robinson
 – Eu diria que há vários fatores. O baixo nível de informação, a teologia que ensina que o cristão não tem nenhum papel histórico e o reino de Deus é só transcendente. Além do mais há o seguinte: muitos crentes galgaram a classe média há pouco tempo e a classe média é insegura – eles têm medo de virar pobres novamente. A conjugação desses elementos concorre para essa alienação. Por outro lado, alguns defendem a participação evangélica, mas com uma visão bastante limitada. Por exemplo, defesa da liberdade religiosa (a liberdade religiosa não está ameaçada), favores para a igreja, empregos para os crentes, etc. A participação estaria reduzida a esta visão, quando eu creio que o parlamentar evangélico, especialmente no caso da constituinte, deveria ter outras dimensões, tais como: assegurar a liberdade religiosa não para o protestantismo, mas para uma sociedade pluralista e democrática; enfatizar a moralidade política; dar combate à corrupção; e defender bandeiras justas, bandeiras que reflitam os valores do reino de Deus. 

Ultimato – O que deveria ser feito no nível de igreja local, a nível de grupos cristãos, para partirmos para uma participação mais ativa?
Robinson
 – Lamentavelmente, neste processo a Assembleia Constituinte vai influenciar mais as igrejas do que o contrário. Para influenciarmos, deveríamos ter uma bandeira e querer levá-la. Uns não têm bandeira e outros não querem levar bandeira alguma. A Visão Mundial está fazendo um trabalho bom de reflexão sobre a missão da Igreja no Brasil hoje, através de encontros regionais e nacionais. Eu acho que os seminários e entidades como a ABU, Visão Mundial e outros poderiam desempenhar um grande papel, que é a recuperação da história e da teologia protestantes. A grande tragédia é que nós, que enfatizamos a tradição, somos acusados de inovadores, e aqueles que inovaram há pouco tempo se consideram os conservadores. Uma completa inversão!

Ultimato – A longo prazo seria possível um consenso em torno da participação política dos evangélicos?
Robinson
 – Em 1983, na cidade de Jarabacoa, República Dominicana, houve uma consulta teológica de políticos evangélicos onde elaboramos a Declaração de Jarabacoa, sobre a ação política dos evangélicos que, lamentavelmente, teve pouca divulgação no Brasil. É um documento de reflexão teológica e de sugestões para a ação da igreja local, denominação e a nível de movimentos. Os documentos que Lausanne tem produzido, como Evangelho e Cultura, Evangelização e Responsabilidade Social, dos quais tive a honra de participar, são diretrizes teológicas que representam um consenso da comunidade evangélica internacional. Eu creio que a tarefa é educacional. Deve haver um desbloqueio interior, a nível de teologia, a nível de informação histórica e a nível de conhecimento da realidade, ou seja, todo um processo educativo que deverá se fazer sob pena de que nós fiquemos ultrapassados pelos acontecimentos e nos tornemos uma comunidade marginal. Se o arrebatamento se desse na Quarta-Feira de Cinzas no Brasil, o mundo levaria semanas para notar nossa ausência, porque pensaria que continuávamos acampados, isto é, a nossa influência é quase nenhuma. Como influenciar se você não tem convicção de que deve influenciar, não se organiza para esse fim? O pior é que as minorias (como no meu caso) que tentam convencer a igreja dessa necessidade para a sua relevância, para sua sobrevivência e influência são profundamente incompreendidas. 

Ultimato – A igreja tem se tornado descartável nesse processo político?
Robinson
 – Não só do processo político, mas também do processo social, cultural, etc. Gilberto Freire, um dos mais famosos “desviados” do Brasil, dizia que os evangélicos tem produzido bons gramáticos, mas não tem produzido literatos. Há os que sabem bem o português, mas você não encontra romances evangélicos, trilhas cinematográficas, peças de teatro, ou seja, a nossa presença para alterar a cultura brasileira tem sido mínima, temos nos transformado numa subcultura. Não precisaríamos de dez milhões para influenciar. O mundo é de minorias organizadas, mas com minorias desorganizadas fica difícil. 

Ultimato – Quais são atualmente os principais obstáculos à participação dos evangélicos na Assembleia Constituinte?
Robinson 
– Em parte seria a não compreensão da importância da assembleia constituinte, no sentido de que evangélicos e não evangélicos vão viver sob o mesmo regime que vai decidir soberanamente. Agora que se faz alguma coisa através das comissões evangélicas pró-constituinte dos estados, eu diria que o ritmo deveria ser conscientização, mobilização e a escolha de candidatos; mas estão escolhendo os candidatos antes que o povo esteja conscientizado e mobilizado. Outra questão é a ausência de uma articulação nacional evangélica. O Brasil é o único país da América Latina que não tem um organismo ou organismos interdenominacionais de peso. No Peru, por exemplo, o Conselho Nacional Evangélico Peruano reúne 85% das denominações do país. Na Espanha foi criada uma comissão evangélica para acompanhar o processo da constituinte e esta comissão teve tamanha participação que o governo espanhol criou um comitê nacional consultivo pela garantia dos direitos humanos e liberdades civis, onde esta comissão tinha assento. Tivemos a Confederação Evangélica no passado que de certa maneira se esvaziou por conflitos teológico-políticos. Os evangélicos não conseguem viver num ambiente em que seu grupo não esteja mandando, há uma impossibilidade de tolerar diferenças, e isso quanto a assuntos secundários e terciários. Em alguns países é preciso que haja revolução, que haja golpes, que haja perseguição para que a igreja tome consciência. (Em vez da igreja conduzir o processo histórico e fomentá-lo, ela é atropelada, mutilada e ferida pela sua própria incapacidade de refletir sobre seu papel histórico). Se Deus age na história do seu reino, age preferencialmente nas igrejas como agências, e se a agência não age, as pedras vão acabar clamando. Em relação aos evangélicos, nós temos uma esperança apenas teológica, mas não uma esperança por evidência. 

Ultimato – Existe uma causa na teologia protestante que está por trás dessa dificuldade de diálogo?
Robinson
 – Acho que sim. Acredito que a causa está num maniqueísmo, num fundamentalismo estreito, no sectarismo. Desenvolveram-se distorções eclesiásticas, ao longo das décadas, e a dificuldade está em nós mesmos. Temos dificuldades de diferenciar a experiência da fé, a doutrina da teologia. Se o individuo não tem a teologia que eu tenho, eu já acho que ele não é ortodoxo e, às vezes, nem convertido. Outra coisa é a questão do essencial e do acidental. Quando você coloca numa confissão de fé a crença na volta pré-milenal de Cristo, está colocando como central uma doutrina que foi historicamente considerada periférica. O que é central é o retorno de Cristo, mas estamos considerando o tipo de batismo, o governo da igreja, a temperatura da água do batistério; quer dizer, vamos descendo a minúcias e quem não concorda com tudo isso seja anátema. 

Ultimato – O senhor acredita que a participação evangélica pode ser tornar mais efetiva através de grupos evangélicos não institucionalizados?
Robinson
 – A história tem nos ensinado, não só no campo religioso, mas em todos os campos, que as instituições tendem a ser conservadoras, imobilistas, porque elas representam um momento histórico em que alguma coisa deu certo. As mudanças vêm por pressões de grupos informais para com a instituição e, se esta resiste, termina por romper, e no protestantismo, particularmente, ocorre isso. Na igreja católica, não; ficam todos sob um mesmo guarda-chuva e fundam novas ordens religiosas, sublegendas. A grande parte das denominações são resultados da impossibilidade das elites institucionais de absorverem e tratarem com as pressões de inovação. Embora tenhamos que pressionar a instituição, ela é que é permanente. Eu creio que a esperança está, principalmente, nesses grupos informais interdenominacionais ou denominacionais, grupos de reflexão, grupos de estudo que correm à margem da máquina institucional. Outra questão é a dos pastores de tempo integral e parcial. Embora eu ache que o ministro de tempo integral seja o padrão bíblico, minha impressão é que os pastores voluntários, ou seja, não remunerados, e leigos engajados estarão muito mais à frente de qualquer processo de mudança do que aqueles pastores de tempo integral que dependem do bolso dos conservadores leigos ou daqueles que fazer parte da máquina denominacional. A tendência histórica é conservadora até por uma questão de sobrevivência. 


Fonte:ultimatoonline

A Shekiná de Deus está aqui. Shekiná?


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É normal ouvirmos em nossos cultos, congressos, seminários, a palavra “Shekiná”. Desde adolescente ouço esta palavra na igreja. Pregadores a usam com freqüência. Os “ministros do louvor” têm o hábito de usá-la. Temos até um cântico muito conhecido: “Derrama a tua “shekiná” sobre nós.
Agora pergunto: De onde tiramos a palavra “shekiná”? O que significa esta palavra? Será “shekiná” uma expressão encontrada nas Escrituras?

Começando pela última pergunta, a palavra “shekiná” não é encontrada em nenhum lugar das Escrituras! Penso que você neste momento está perplexo. Esses dias atrás, pregando em uma grande igreja aqui em São Paulo, falei sobre isto no púlpito e imagine a reação do plenário, bem como dos obreiros. Após o término do culto, várias pessoas me pararam e diziam: “Pr Marcelo, já ouvi “pregadores de renome” falar isso!Faz tantos anos que ouço todos falarem desta palavra “shekiná”, será mesmo que o sr. não está enganado?

Exatamente aqui reside nosso problema. Nós ouvimos os “grandes pregadores” falarem, e aceitamos tudo. Não procuramos pesquisar, averiguar, perscrutar. Tudo o que é novidade, e é falada por alguém de “peso”, nós aceitamos e logo começamos a falar. Falta em nosso meio, cristão bereanos, que analisam a cada dia as Escrituras, para verem se está correto ( At 17.11). Notemos que era Paulo que estava pregando! Homem de cultura invulgar, conhecedor de toda lei judaica, e acima de tudo, um dos maiores pregadores que o mundo conheceu. Ora, se Paulo teve que passar no crivo dos bereanos, o que dizer de nossos pregadores? Serão estes maiores que Paulo?

Mas voltando ao assunto da palavra “shekiná”, este vocábulo não aparece na Bíblia Judaica [ Tanakh] nem no N.T, sendo uma palavra derivada da raiz hebraica -נ -כ- ש (sh-k-n), cujo significado é "habitar", "fazer morada". Se perguntarmos a qualquer irmão, o que significa esta palavra, todos dirão: "a glória de Deus, presença de Deus". Acontece que, “shekiná” não significa nada disso! O vocábulo “glória” no hebraico é “kavod” – o peso da glória de Deus.

A Shekiná, como uma idéia concreta, aparece só na literatura rabínica, havendo somente "alusões" a esta presença divina, no meio do povo de Israel, na Torá, quando Deus disse ao seu povo :

עָשׂוּ לִי מִקְדָּשׁ וְשָׁכַנְתִּי בְּתֹוכָֽם׃: Ve Asu Li Mikdash Ve Shakhanti Betocham

- "e fareis um santuário para Mim, e habitarei no meio deles (dos israelitas)"[1];"וְשָׁכַנְתִּיבְּנֵי יִשְׂרָאֵל, וְהָיִיתִי לָהֶם לֵאלֹהִים" - "e habitarei no meio dos filhos de Israel, e serei-lhes por Deus"[2]; e יְהוָה צְבָאֹות הַשֹּׁכֵן בְּהַר צִיֹּֽון׃ "o Eterno dos exércitos, aquele que habita em Sião"[3].

Conclusão

בְּתוֹךְ

Vimos por meio deste singelo estudo que a palavra “shekiná” não está nas Sagradas Escrituras. Aprendemos também que “shekiná” não significa : glória, presença de Deus. Ela vem da raiz “shakhan” que significa – habitar, fazer morada. Esta idéia de “skekiná” aparece somente na literatura rabínica, onde os judeus cabalistas [4] começaram a usá-la a partir do séc XIII. Devemos estar sempre prontos a aprender e não ir além da Escritura. Foi o que Lutero disse para Erasmo: “ A única diferença entre eu [ Lutero] e você [Erasmo] é que eu me coloco debaixo da autoridade das Escrituras, e você se coloca acima dela.

No amor de Jesus, Pr Marcello de Oliveira.

Notas:

[1] Exodo 25.8
[2] Exodo 29.45
[3] Isaías 8.18
[4] Cabala é um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina. Kabbalah (הלבק QBLH) é uma palavra de origem hebraica que significa recepção. É a vertente mística do judaísmo.

Fonte: [ A Supremacia das Escrituras ]

Via: [ Ministério Béréia ] / [ Espada do Espírito ]
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

II ENCONTRO DE LIDERANÇA DE SAF`S

A presidente da Federação de SAF`S (Sociedade Auxiliadora Feminina) do Presbitério de Garanhuns-PE Adígena ferreira dos Santos, convida todas as diretorias das SAF`S, secretarias de atividades e membros da diretoria da Federação para participarem do II Encontro de Liderança, que será realizado durante o dia 23 de março de 2013 na Igreja Presbiteriana Filadélfia-Garanhuns/PE no horário das 09:00 às 16:00.No encontro  serão realizadas palestras e oficinas de capacitação. Somente a glória de Deus.

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