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quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Mais de 550 aceitam Jesus em evento evangelístico na Estônia: “Deus não desistiu da nação”

 A multidão no evento. (Foto: Reprodução/BGEA)

No “Festival Time of Hope”, com o evangelista Will Graham, cerca de metade das pessoas que aceitaram Jesus tinha entre 10 e 25 anos.

No último fim de semana, a Arena Tondiraba, em Tallinn, na Estônia, foi palco de um despertar espiritual durante o Festival Time of Hope (“Tempo de Esperança”), com o evangelista Will Graham

O local, que normalmente recebe partidas de hóquei no gelo, foi transformado em um espaço de adoração, onde mais de 550 pessoas entregaram suas vidas a Cristo — sendo mais de 200 apenas no domingo.

Após meses de oração e preparação para o evangelismo, o pastor local Erki Tamm disse que as mais de 550 pessoas que se renderam a Cristo no Festival é equivalente a cerca de quatro grandes igrejas na Estônia. 

No evento, Will Graham ministrou sobre a passagem do filho pródigo e destacou o amor de Deus pelos pecadores:

“Esta noite, o Deus deste universo está pensando em você. Ele sabe tudo sobre você. Ele te ama mais do que qualquer outra coisa neste mundo”, disse Graham.

“O pecado pode ser divertido por um tempo. Você busca liberdade, mas agora encontrou outro tipo de prisão em sua vida”, acrescentou.


Intérpretes ministrando a Bíblia na Língua de Sinais Estoniana. (Foto: Reprodução/BGEA)

Enquanto Graham continuava a pregar, centenas de jovens foram impactados pelo Evangelho. Quando o evangelista convidou às pessoas à frente para aceitar Jesus, mais de 200 participantes saíram de seus lugares apenas no domingo.

Conforme o ministério, uma parte da arena também estava lotada de surdos que tiveram ministrações traduzidas para a Língua de Sinais Estoniana. Em ambas as noites, cerca de metade das conversões foram tomadas por jovens entre 10 e 25 anos.

Resposta de oração

Christopher, ex-atleta da Seleção Estoniana de Hóquei, foi um dos voluntários do evento. Ele conheceu Jesus em 2018 e, desde então, orava para que Deus alcançasse sua cidade — especialmente a própria Arena Tondiraba, onde um dia treinou.

“Desde que conheci Jesus, o maior desejo do meu coração tem sido ver meus amigos salvos. Tenho orado muito por essas pessoas que frequentam essa arena”, disse ele.

Durante um culto em 2024, Christopher sentiu Deus o encorajar a orar por um avivamento na Arena Tondiraba. Trinta minutos depois, foi anunciado que o Festival Time of Hope seria realizado naquele mesmo local em 2025.

Então, no último fim de semana, ele viu suas orações serem atendidas: “Eu nunca vi algo assim na Europa. É realmente impressionante”. 


Centenas se renderam a Jesus nas duas noites de evento. (Foto: Reprodução/BGEA)

Um dos momentos mais marcantes para ele foi ver seu pai ir à frente do palco após o apelo: “Ele havia confessado Jesus antes, mas esta foi uma decisão pública. Ele disse: 'Cristo é o meu Senhor'”. 

Mattias foi um dos jovens alcançados pelo Evangelho no local. Depois da pregação de domingo, ele se reconciliou com Jesus e testemunhou: “Já ouvi essa história antes. Mas, é a primeira vez que ela me toca”.

Ao final do festival, Christopher ficou surpreso ao ver como Deus respondeu às suas orações: “Deus continua agindo. Ele não desistiu da Estônia”.



Fonte: Guiame, com informações de Associação Evangelística Billy Graham

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

É Tempo de Marchar: O Chamado à Ação na Crise



O cenário em Êxodo 14 é de desespero absoluto: o Mar Vermelho impedia Israel de avançar, enquanto os carros de Faraó, sedentos por vingança, apertavam-nos por trás. A resposta natural do povo foi o medo, a lamentação e a súplica a Moisés e a Deus. Em meio a esse clamor, surge uma das ordens mais transformadoras da Escritura, dirigida a Moisés: “Disse o SENHOR a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.” Esta frase não era apenas uma instrução logística; era um divisor de águas entre a paralisia do medo e o milagre da ação.

A pergunta divina, "Por que clamas a mim?", revela um princípio fundamental: há momentos na vida que exigem mais do que oração – exigem obediência em movimento. Não que a oração fosse desnecessária, mas sim que o tempo de clamar e ponderar havia passado; era o tempo de manifestar a fé através do passo prático. Deus já havia liberado o seu poder e dado a direção. A parte de Israel não era esperar passivamente pela intervenção, mas sim cooperar ativamente com a vontade divina. O milagre não se manifestaria sobre uma multidão estática, mas sobre um povo que ousasse colocar os pés na água.

Aplicar o "É Tempo de Marchar" aos nossos dias significa reconhecer as fronteiras que nos aprisionam, sejam elas o medo, a dúvida ou a inércia. Assim como Israel, frequentemente nos encontramos entre o "mar" de uma impossibilidade e o "exército" de uma ameaça que nos persegue. Nestes momentos, a tentação é a de paralisar, de buscar um culpado ou de esperar que a solução caia do céu. Contudo, o chamado de Deus é para que levantemos os olhos da crise e voltemos a focar na promessa, transformando a súplica em atitude.

Marchar, nesse contexto, é um ato de profunda confiança. É dar o primeiro passo na escuridão, assumindo a certeza de que a providência se revelará durante o movimento, e não antes dele. O Mar Vermelho não se abriu para que o povo caminhasse em terreno seco e seguro; o Mar Vermelho começou a se dividir porque o povo se dispôs a avançar. O milagre estava condicionado à obediência ativa. Essa atitude transforma a fé de um mero conceito passivo em uma força dinâmica capaz de reescrever a realidade.

Portanto, para todo aquele que se sente encurralado, a mensagem de Êxodo 14:15 ressoa com poder e clareza. Se o caminho à frente parece bloqueado e a pressão é insuportável, não é mais hora de hesitar ou apenas clamar. É tempo de cessar o lamento, levantar o olhar e, no poder da fé, iniciar o movimento. A jornada para a liberdade e para a promessa se inicia não com um espetáculo de poder, mas com o passo corajoso de quem ouve a voz de Deus e decide marchar.

Pr. Eli Vieira 

sábado, 18 de outubro de 2025

DEUS FAZ MARAVILHAS

 



Salmo 77.11-14

Ao meditarmos no Salmo 77, especificamente nos versículos 11 a 14, nos transporta de um estado de angústia e dúvida para uma renovada certeza: "Deus faz maravilhas". O salmista, em meio à sua aflição, encontra o ponto de virada na decisão consciente de relembrar. A lembrança não é um exercício nostálgico vazio, mas um ato de fé poderoso, focando nas obras do Senhor e nas Suas "maravilhas da antiguidade". Esse registro histórico das ações divinas serve como um farol na escuridão, provando que o poder e a fidelidade de Deus não são conceitos abstratos, mas sim fatos concretos e verificáveis.

O cerne dessa redescoberta reside na meditação e na proclamação. O salmista promete: "Meditará também em todas as tuas obras e falarei dos teus feitos" (v. 12). A reflexão profunda sobre a magnitude dos atos de Deus leva inevitavelmente à fala e ao testemunho. É impossível guardar para si a grandeza de um Deus que age de forma tão extraordinária. Essa meditação transforma a perspectiva, tirando o foco das preocupações imediatas e direcionando-o para a eternidade e a soberania divina, reafirmando que a natureza de Deus é a de um ser que atua na história, intervindo com poder e graça.

Essa jornada reflexiva culmina no reconhecimento da santidade e singularidade de Deus. O salmista questiona: "O teu caminho, ó Deus, está no santuário. Que deus é tão grande como o nosso Deus?" (v. 13). O "santuário" representa o lugar da revelação e da santidade, implicando que os caminhos de Deus são puros, justos e inigualáveis. A pergunta retórica estabelece um contraste absoluto: não há divindade que se compare ao Senhor em poder, glória ou moralidade. A santidade de Seus caminhos é a base da Sua capacidade de operar de maneira sobrenatural, estabelecendo-o como o único digno de confiança plena.

O clímax da passagem é a declaração inequívoca da identidade divina: "Tu és o Deus que fazes maravilhas; tu fizeste notória a tua força entre os povos" (v. 14). Esta frase encapsula a essência da fé do salmista. O poder de Deus não é oculto ou inerte; Ele é ativo e operante, tornando a Sua força manifesta publicamente, não apenas para um indivíduo, mas "entre os povos". Esta maravilha é a prova visível da Sua deidade. É a manifestação da Sua capacidade de realizar o impossível, de redimir e de transformar situações que para o homem são irresolúveis.

Portanto, Salmo 77:11-14 nos ensina que a fé inabalável diante da adversidade nasce da memória e da meditação. Ao olharmos para trás e recordarmos as "maravilhas da antiguidade" – os milagres, as provisões, e os livramentos de Deus – somos capacitados a ver o presente com a certeza do Seu poder inigualável. O Senhor, cujos caminhos são de santidade, é o Deus que continua a operar prodígios. Essa lembrança é o antídoto para a dúvida e o fundamento para uma vida de louvor e confiança, pois se Ele fez maravilhas no passado, certamente continuará a fazê-las para aqueles que Nele confiam.

Pr. Eli Vieira

Atleta amputado evangeliza em universidade famosa por festas e leva dezenas a Cristo


Parker Byrd impactou dezenas com seu testemunho. (Foto: Reprodução/Parker Byrd/Instagram/Doug Elks) 

Em uma universidade conhecida por festas, Parker Byrd testemunhou dezenas de jovens se entregando a Cristo em uma noite de oração.

Cada vez mais jovens nos campi universitários americanos estão se voltando para Jesus. Desta vez, a onda do despertar espiritual chegou até uma fraternidade da Carolina do Norte, em uma das universidades mais festeiras do país.

Dezenas de estudantes se reuniram na Casa Kappa Sigma, da Universidade da Carolina do Leste (ECU), para ouvir o Evangelho. O lugar, conhecido por festas e bebedeiras, foi marcado por um evento de adoração chamado “Noite da Esperança”, onde muitos se renderam a Cristo.

Na ocasião, o evangelista Doug Elks da organização “AIM MISSIONS” ministrou sobre o sacrifício de Jesus para salvar a humanidade e citou as passagens bíblicas em João 3:16 e Romanos 5:8.

“Louvado seja Jesus por todos os alunos que tomaram decisões ousadas de se voltarem para Jesus pela fé e confiança Nele como Senhor e Salvador! Deus está se movendo na ECU e é tão emocionante ver o fogo crescer. Jesus é rei”, afirmou ele no Instagram.

O evento também contou com testemunhos de atletas, incluindo o do jogador de beisebol da ECU, Parker Byrd, que perdeu a perna em um acidente de barco antes de jogar na Divisão 1.

"Fiz um total de 22 cirurgias em 45 dias. Minha perna direita foi amputada abaixo do joelho. Sinceramente, muitos de vocês provavelmente estão pensando: ‘Isso é horrível’. Mas, foi a melhor coisa que já me aconteceu", disse ele.

Segundo o atleta, antes de perder a perna, ele vivia como um cristão morno: "Foi preciso esperar até o acidente para que meus olhos se abrissem e eu pudesse ver o que Deus poderia fazer com minha vida". 

O testemunho de Parker Byrd

Parker Byrd iniciou sua carreira no beisebol como um jogador de campo interno altamente cotado e recrutado em todo o país. Ainda no primeiro ano do ensino médio, ele se comprometeu a jogar pelos Pirates da Universidade da Carolina do Leste — uma das 25 melhores equipes do ranking nacional. 

Seu futuro parecia certo até 23 de julho de 2022, quando um acidente de barco mudou sua vida para sempre. Naquele momento, Parker enfrentou ferimentos graves com risco de vida e sofreu danos extensos em ambas as pernas. 


Parker Byrd. (Foto: Reprodução/Parker Byrd)

Apesar de todos os esforços para salvar suas pernas, os médicos decidiram amputar sua perna direita abaixo do joelho. Para muitos, esse obstáculo impediria o jovem de prosseguir no esporte.

No entanto, após 22 cirurgias, Parker desafiou todas as probabilidades e, apenas 13 meses depois do acidente, voltou ao campo de beisebol. Ele não apenas retornou ao time da East Carolina University, mas o fez usando uma prótese, tornando-se o primeiro atleta amputado a jogar beisebol na Primeira Divisão.

Hoje, sua história vai além do campo de beisebol, ele é um exemplo de inspiração para pessoas que enfrentam desafios e tem a missão de influenciar com seu testemunho.

Avivamento nesta geração

Na "Noite da Esperança", crentes e não crentes participaram do evento. Conforme os organizadores, cerca de 10 jovens aceitaram Jesus após o apelo e outros 50 oraram com Doug.

"Tenham coragem esta noite, pois Deus ama vocês e está pronto para atendê-los", declarou o evangelista.

Para alguns participantes, o avivamento que ocorreu na fraternidade pode acontecer em qualquer lugar. O ex-jogador de beisebol da ECU, Carter Cunningham, orou: 

"Ó Senhor, eu acredito que há um avivamento acontecendo em nossa geração, que pode ser liderado aqui mesmo, através da ECU, através dos estudantes. Deus, eu apenas oro para que o Senhor possa dar a eles a ousadia para proclamar o seu nome".

Depois do evento, os organizadores contaram que pelo menos duas outras fraternidades entraram em contato para realizar uma “Noite da Esperança” em seus campi.


Fonte: Guiame, com informações de CBN News

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Palestinos e israelenses celebram nas ruas a paz entre Hamas e Israel: ‘Grande alegria’


 Palestinos [à esquerda] e israelenses [à direita] celebram acordo de paz nas ruas. (Captura de imagem/NBC/StandWithUs Brasil)

Líderes do Hamas e o primeiro-ministro israelense confirmaram a assinatura da primeira fase do acordo de paz.

O grupo palestino Hamas e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu confirmaram, nesta quarta-feira (08), que aceitaram a primeira fase de um acordo para encerrar a guerra em Gaza.

O gesto reacendeu a esperança de dias mais tranquilos em uma região profundamente marcada por uma guerra que já dura dois anos.

Durante a noite, as ruas da Faixa de Gaza, especialmente em cidades como Khan Younis, foram tomadas por celebrações após o anúncio de que Israel e o Hamas “assinaram” o acordo de paz.

“Graças a Deus pelo cessar-fogo, o fim do derramamento de sangue e da morte. Eu não sou o único feliz, toda a Faixa de Gaza está feliz, todo o povo árabe, todo o mundo está feliz com o cessar-fogo e o fim do derramamento de sangue. Obrigado e todo o amor àqueles que ficaram conosco”, declarou o palestino Abdul Majeed Rabbo.

Familiares de reféns e ex-reféns reagiram nas redes sociais após o anúncio de um acordo facilitando o retorno de reféns.

Na Praça dos Reféns, em Tel Aviv, centenas de israelenses se reuniram para celebrar o anúncio do acordo. O local, que se tornou símbolo da luta pelas vítimas sequestradas, foi tomado por bandeiras nacionais com fitas amarelas, representando os reféns ainda em cativeiro.

Moradores saíram às ruas com sorrisos, aplausos e cânticos. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram pessoas dançando e cantando, expressando alívio e alegria diante da possibilidade de um novo começo.

Visivelmente emocionada, a influenciadora brasileira Aline Szewkies registrou as celebrações durante a Festa dos Tabernáculos nas ruas de Jerusalém:

Eli Sharabi, que perdeu a esposa e os filhos, e cujo irmão Yossi continua sob custódia do Hamas, expressou sua emoção nas redes sociais: “Grande alegria, mal posso esperar para ver todos em casa”.

A mãe de Matan Zangauker disse no X: “Matan volta para casa para mim... para você, para o país. Por essas lágrimas, eu orei”.

Da mesma forma, a mãe do refém Nimrod Cohen postou: “Meu filho, você está voltando para casa”, informou a BBC.

A ex-refém britânico-israelense Emily Damari comemorou com a ex-refém Romi Gonen, recitando orações de gratidão antes de brindar “L’chaim”, que significa “à vida”.

Damari tem feito campanha para a libertação de seus amigos, os gêmeos Gali e Ziv Berman. Seu irmão Liran Berman postou: “Meus Gali e Ziv, eu te amo muito. Você está voltando para casa.”

A primeira fase do acordo prevê a suspensão imediata das hostilidades por meio de um cessar-fogo, a retirada parcial das tropas israelenses de Gaza para posições previamente acordadas, a troca de prisioneiros e reféns, além do aumento da entrada de ajuda humanitária no território palestino.

Reações 

Netanyahu chamou o acordo de vitória diplomática e enfatizou que continuará zelando pela segurança do país.

O Hamas celebrou o pacto como uma “conquista da resistência”, dizendo que conseguiram “colocar Israel em uma posição de recuo” e agradeceu a países mediadores como Qatar, Egito e Turquia.

Líderes regionais e a ONU saudaram o momento como um passo necessário, embora ressaltando que o verdadeiro desafio será transformar o cessar-fogo numa paz duradoura.


Fonte: Guiame, com informações da Reuters e Time

Câmara de Feira de Santana aprova uso da Bíblia como material de apoio em escolas

 

Imagem ilustrativa. (Foto: José Cruz/Agência Brasil).

O projeto de lei prevê a utilização das Escrituras em atividades complementares nas áreas de história, literatura, filosofia, ensino religioso, artes, geografia e arqueologia.

A Câmara Municipal de Feira de Santana, na Bahia, aprovou um projeto de lei que permite o uso da Bíblia como material de apoio e de pesquisa em escolas da cidade.

O PL, de autoria do vereador Edvaldo Lima (União), prevê a utilização das Escrituras de forma complementar em projetos pedagógicos nas áreas de história, literatura, filosofia, ensino religioso, artes, geografia e arqueologia, em escolas públicas e privadas.

O projeto foi aprovado pela maioria dos vereadores. Os únicos a voltarem contra foram Eremita Mota (PP) e Professor Ivamberg Lima (PT).

Conforme o texto, o uso da Bíblia em sala de aula será facultativo, “respeitando a liberdade de consciência e crença de alunos e professores”. A participação em atividades com conteúdos bíblicos não será obrigatória.

O vereador Edvaldo Lima esclareceu que a proposta não tem caráter religioso ou doutrinário.

“Destina-se apenas ao enriquecimento dos conteúdos escolares, sendo a Bíblia considerada um instrumento de conhecimento reconhecido mundialmente”, afirmou. 

Os colégios terão liberdade de usar ou não a Bíblia em atividades e projetos complementares.

Feira de Santana foi a terceira cidade da Bahia a aprovar o uso da Palavra de Deus nas escolas.

Em setembro, a Câmara de Salvador aprovou um projeto de lei que prevê o uso da Bíblia como material de apoio pedagógico em escolas públicas e privadas da capital baiana.

Câmara de Conquista da Vitória também aprovou a utilização das Escrituras em escolas municipais, em agosto, através da Lei 3.029/2025.

Leis aprovadas

Projetos de lei semelhantes sobre o uso da Bíblia em escolas já foram aprovados em diversas cidades e estados do Brasil. 

A Câmara de Vereadores de Joinville, em Santa Catarina, aprovou o Projeto de Lei 147/2025, que permite a Bíblia como recurso paradidático nas escolas públicas e particulares da cidade, em 12 de agosto.

No dia 7 de agosto, um projeto de lei que prevê a distribuição de Bíblias em escolas estaduais do Ceará foi aprovado.

No mesmo dia, a Câmara Municipal de Divinópolis, em Minas Gerais, também aprovou o uso da Bíblia como material paradidático em escolas públicas e privadas da cidade.

Em Manaus (AM), foi sancionada a Lei nº 1.332/2009, permitindo a utilização das Escrituras como conteúdo complementar em escolas públicas e privadas.

Em Rio Branco (AC), o projeto de lei “Bíblia nas Escolas” foi aprovado no ano passado, autorizando a disponibilização da Bíblia em bibliotecas das escolas. Assim como em Belo Horizonte (MG), através da promulgação da lei 11.862/2025, em maio deste ano.

Em Porto Alegre (RS), um projeto de lei que prevê que Bíblias sejam disponibilizadas para o uso de alunos e professores nas bibliotecas das escolas municipais está em discussão na Câmara de Vereadores.


Fonte: Guiame, com informações de Câmara Municipal de Feira de Santana

HÁ TEMPO PARA TUDO: A Sabedoria de Deus



 A passagem de Eclesiastes 3:1-15 apresenta uma das mais profundas e consoladoras verdades sobre a vida: a de que há tempo para tudo debaixo do céu, e essa ordem é um reflexo direto da sabedoria de Deus. O sábio autor, o Pregador, não descreve uma existência aleatória, mas um universo regido por ciclos e ritmos perfeitamente estabelecidos. Desde os eventos mais pessoais, como nascer e morrer, até os mais práticos, como plantar e colher, a Bíblia afirma que nada acontece por acaso. Reconhecer esse princípio é o primeiro passo para aceitar que até mesmo as fases de dor e dificuldade têm seu lugar e propósito definidos no plano maior.

O cerne dessa sabedoria divina é revelado através da famosa lista de pares de opostos (versículos 2-8). Tempo de chorar e tempo de rir, tempo de construir e tempo de derrubar, tempo de amar e tempo de odiar. Essa dualidade não indica que devemos ser bipolares ou indecisos, mas sim que Deus determinou que a vida seria uma experiência de altos e baixos, de transição constante. Ao invés de resistir às mudanças ou tentar manter uma única estação para sempre, somos convidados a abraçar o momento presente. A aceitação de que cada experiência — seja a perda ou a conquista — tem seu período limitado nos liberta da frustração de querer controlar o incontrolável.

A reflexão ganha um tom ainda mais profundo quando o Pregador considera a intervenção divina. Ele afirma que Deus fez tudo apropriado a seu tempo e que colocou a eternidade no coração do homem, mas, ao mesmo tempo, ninguém consegue compreender a obra de Deus do começo ao fim (v. 11). Isso sugere que a insatisfação e o anseio humano não são falhas, mas sim a saudade de uma plenitude que só pode ser entendida pelo Criador. Essa incapacidade de ver o quadro completo não deve levar ao desespero, mas sim à humildade. Ela nos lembra que, embora possamos planejar e trabalhar, o controle final e a cronologia perfeita pertencem unicamente a Deus.

A conclusão prática que o texto oferece é uma bênção para o nosso dia a dia. Já que não podemos alterar o tempo ou compreender totalmente a obra de Deus, a melhor atitude é alegrar-se e fazer o bem enquanto se vive. O Pregador declara que "comer, beber e encontrar satisfação no seu trabalho" são dádivas de Deus (v. 13). Isso eleva os prazeres simples e a satisfação do trabalho honesto a um nível espiritual. É uma permissão divina para desfrutar da vida no presente, vendo as bênçãos diárias não como mérito próprio, mas como presentes de um Deus que deseja o contentamento de Suas criaturas no tempo que lhes é concedido.

Portanto, a sabedoria de Eclesiastes 3:1-15 é um convite à confiança soberana. O versículo 14 sela o argumento, afirmando que "Deus o faz para que os homens o temam". Ele estabelece o que foi e o que será. Em um mundo obcecado pela produtividade e pela negação do sofrimento, esta passagem bíblica nos oferece paz, garantindo que mesmo o tempo de sofrer ou de silenciar não é um erro ou um desperdício. Ele é um tempo decretado por Deus. O segredo da vida, segundo o sábio, não está em dominar o tempo, mas em confiar no Senhor do tempo, encontrando satisfação em cada estação que Ele nos permite viver.

Pr. Eli Vieira

quinta-feira, 9 de outubro de 2025

A Essência dos Pequenos Começos


A Essência dos Pequenos Começos

Zacarias 4:10-12

      Em um mundo que frequentemente glorifica o grandioso e o instantâneo, a mensagem sussurrada em Zacarias 4:10-12 ressoa com uma profundidade surpreendente, convidando-nos a reavaliar nossa perspectiva sobre os inícios modestos. Este trecho bíblico, embora conciso, desdobra uma verdade fundamental: a importância e o poder inerentes aos pequenos começos, especialmente quando estes estão alinhados com um propósito maior.

O versículo central, Zacarias 4:10a, adverte diretamente: "Pois quem despreza o dia dos pequenos começos?". Esta pergunta retórica serve como um farol, iluminando a tendência humana de subestimar ou até mesmo desdenhar os esforços iniciais, as sementes que ainda não germinaram completamente. No contexto da reconstrução do templo em Jerusalém, após o exílio babilônico, o povo poderia facilmente desanimar diante da magnitude da tarefa e da aparente insignificância dos seus progressos diários. No entanto, o profeta Zacarias,  inspirado divinamente, oferece uma perspectiva radicalmente diferente.

A alegria divina, mencionada na continuação do versículo, está justamente em observar o prumo – um instrumento de medição e retidão – nas mãos de Zorobabel, o governador encarregado da reconstrução. Este prumo simboliza o trabalho diligente, a atenção aos detalhes e o compromisso com o alinhamento correto, mesmo quando os resultados ainda não são visíveis em sua totalidade. Deus não se deleita apenas na conclusão da obra, mas no próprio processo, na fidelidade demonstrada nos estágios iniciais e intermediários.

Os "sete olhos do Senhor, que percorrem toda a terra", mencionados no mesmo versículo, reforçam a onisciência e a atenção divina a cada detalhe. Nada passa despercebido por Ele. Aquilo que aos olhos humanos pode parecer pequeno, insignificante ou lento demais, é visto por Deus dentro de um panorama muito mais amplo e com um entendimento do seu potencial futuro. Esses "olhos" representam a vigilância e o cuidado divino, assegurando que cada pequeno passo contribui para o grande plano.

Avançando para os versículos 11 e 12, Zacarias questiona sobre as "duas oliveiras à direita e à esquerda do candelabro" e os "dois ramos de oliveira que estão junto aos dois tubos de ouro, que vertem de si azeite dourado". Embora a interpretação detalhada dessas imagens seja complexa e debatida, elas apontam para a provisão contínua e a fonte de capacitação divina para a obra. As oliveiras, produtoras de azeite – combustível para o candelabro (menorá), que por sua vez simboliza a luz e a presença de Deus – representam os canais através dos quais a graça e o poder de Deus fluem. Zorobabel (representando a liderança civil) e Josué (o sumo sacerdote, representando a liderança espiritual) são frequentemente associados a estas oliveiras, simbolizando que a obra não é realizada por força ou poder humano, mas pelo Espírito de Deus (como explicitado em Zacarias 4:6: "Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos").

Portanto, a essência dos pequenos começos, conforme revelada em Zacarias, reside em:

Valorizar o Processo: Reconhecer que cada etapa, por menor que seja, tem seu valor intrínseco e é observada por Deus.

Confiar na Provisão Divina: Entender que os recursos e a capacitação para a obra vêm de Deus, simbolizado pelo azeite que flui das oliveiras.

Manter a Fidelidade: Assim como Zorobabel com o prumo, é crucial manter a diligência e o compromisso com a qualidade e o propósito, independentemente da escala atual do empreendimento.

Rejeitar o Desprezo: Superar a tentação de desanimar ou subestimar o potencial dos inícios humildes, lembrando que Deus se alegra neles.

Portanto, Zacarias 4:10-12 nos ensina que os pequenos começos não são apenas o prelúdio para algo maior, mas são, em si mesmos, significativos e dignos de celebração. São o terreno fértil onde a fidelidade é cultivada, a dependência de Deus é aprofundada e os grandes propósitos divinos começam a tomar forma, gota a gota, como o azeite dourado que alimenta a luz.

Pr. Eli Vieira

Um clamor pelo agir de Deus

  


Isaías 64.1-12

Jeremiah Lanphier – Quem foi ele? Jeremiah Lanphier foi um empresário cristão e missionário leigo que viveu em Nova York em meados do século XIX. Ele tinha um profundo senso de preocupação pela decadência espiritual de sua época. Movido por seu fardo espiritual, Lanphier começou a realizar reuniões de oração semanais ao meio-dia em uma igreja reformada local. Inicialmente, a participação foi baixa, mas o impulso cresceu com o tempo.

Avivamento Espontâneo: As reuniões de oração de Lanphier acabaram se tornando parte de um movimento mais amplo de avivamento que durou de 1857 a 1859. Não foi uma explosão organizada, mas uma fome espontânea de oração, arrependimento e experiência pessoal renovada com Deus. O avivamento teve um impacto dramático nos Estados Unidos. Estima-se que um milhão de pessoas se converteram ao cristianismo durante esse período. Muitas empresas e comunidades experimentaram transformações morais e éticas.

Em Isaías 64, o povo de Deus se encontra em um momento de profunda angústia e desespero. Jerusalém, a cidade santa, foi destruída, o templo profanado e o exílio se tornou uma realidade amarga. Diante dessa situação, o profeta Isaías clama ao Senhor por intervenção divina, implorando por um agir poderoso que traga justiça, restauração e esperança.

I. Um anseio por Deus (Isaías 64.1-4)

O capítulo se inicia com um clamor fervoroso: “Oh, se rasgares os céus e descesses!” (v. 1). O profeta anseia por uma manifestação extraordinária de Deus, por um rompimento do véu que separa o céu da terra. Ele deseja que Deus desça e atue de forma poderosa em sua história, no meio do seu povo.

Essa súplica é acompanhada por imagens vívidas que ilustram o poder de Deus: “Como quando o fogo acende os gravetos e faz a água ferver” (v. 2). O profeta utiliza metáforas do fogo e da água para descrever o poder transformador que Deus possui. Ele acredita que Deus pode derreter as montanhas e fazer ferver as águas, demonstrando sua majestade e soberania, porque ele é o Deus soberano.

O objetivo desse clamor é que os inimigos de Deus conheçam o seu nome e as nações tremam diante de sua presença (v. 2). O profeta reconhece que a situação de sofrimento e exílio é resultado do pecado e da rebelião do povo contra Deus. Ele clama por justiça e restauração, por um Deus que julgue os ímpios e exalte seu povo, não obstante as circunstâncias.

Legado de Jeremiah Lanphier – Jeremiah Lanphier é lembrado como um humilde instrumento que Deus usou para desencadear um poderoso movimento de renovação espiritual. Sua história destaca:

  • O poder da oração: Um homem disposto a se ajoelhar na humildade desencadeou um reavivamento que impactou a nação.
  • Liderança de serviço: O exemplo de Lanphier demonstra que um grande impacto espiritual não requer títulos ou posições proeminentes.
  • Importância do zelo individual: A vida de Jeremiah Lanphier lembra que um único indivíduo, tocado por Deus, pode iniciar um movimento que abrange uma nação.

II. Recordando as maravilhas de Deus (Isaías 64.5-8)

Para fortalecer sua súplica, o profeta recorda as maravilhas que Deus já realizou no passado (v. 5). Ele lembra de um Deus que desceu e os livrou da escravidão no Egito, que os guiou pelo deserto e os estabeleceu na terra prometida. Conforme podemos ver a manifestação extraordinária no Monte Sinai, quando Deus falou com Moisés e o povo Ao amanhecer do terceiro dia, houve trovões e relâmpagos, uma espessa nuvem cobriu o monte, e ouviu-se um forte som de trombeta, de maneira que todo o povo que estava no arraial tremeu de medo Ex 19:16  (NAA)”.

 Essas ações demonstram o poder, a fidelidade e o amor de Deus por seu povo.

No entanto, o profeta também reconhece que Deus parece ter se distanciado em meio ao sofrimento presente (v. 6). Ele questiona: “Por que desvias os teus ouvidos das nossas transgressões e encobris os nossos pecados?” (v. 7). Essa sensação de abandono gera angústia e desespero, pois o povo se sente desamparado diante de seus inimigos.

III. Um apelo à misericórdia e ao agir de Deus (Isaías 64.9-12)

Diante da aparente inação de Deus, o profeta Isaías intensifica seu clamor, apelando à sua misericórdia e compaixão: Não te enfureças tanto, ó SENHOR, nem te lembres para sempre da nossa iniquidade. Olha para nós, por favor, pois todos nós somos o teu povo”(v. 9). Ele reconhece seus pecados e se humilha diante de Deus, implorando por perdão e restauração.

Ao mesmo tempo, o povo (profeta) questiona Deus sobre sua inércia: “Conter-te-ias tu ainda sobre estas coisas, ó Senhor? Ficarias calado e nos afligirias tanto?” (v. 12). Essa é uma pergunta carregada de angústia e desespero, pois o povo não compreende por que Deus permite que o sofrimento continue.

Neste versículo, o profeta Isaías expressa a angústia do povo de Israel diante da aparente ausência de intervenção divina em meio à sua situação de desolação espiritual e física. Eles clamam a Deus, questionando se Ele permanecerá calado diante de sua aflição ou se intervirá para aliviar seu sofrimento. É um apelo por misericórdia e ação divina em resposta ao clamor do Seu povo.

Conclusão:

Meus irmãos, Isaías 64 nos apresenta um povo em profunda angústia, clamando pelo agir de Deus em um momento de grande sofrimento. As imagens vívidas e a linguagem emotiva do profeta transmitem a urgência do clamor por justiça, restauração e esperança.

Ao mesmo tempo, Isaías nos lembra da fidelidade e do amor de Deus, que já realizou grandes maravilhas no passado e que não abandona seu povo em meio às dificuldades. O clamor do profeta Isaías serve como um lembrete para todos nós de que Deus é poderoso e misericordioso, e que podemos sempre recorrer a ele em nossas aflições, com a certeza de que ele ouvirá nossas orações e agirá no momento oportuno.

Por EVF

A Família Sob Ataque do Inimigo

 

1 Samuel 30: 1-20

Em 1 Samuel 30, encontramos um relato vívido da família de Davi sob ataque cruel e devastador, oferecendo-nos lições valiosas para nossas próprias batalhas contra as forças que ameaçam a estrutura familiar.

Para compreendermos a magnitude do ataque sofrido por Davi e sua família, é crucial entendermos o contexto histórico da narrativa. Davi, na época, era líder de um grupo de homens que se refugiavam do Rei Saul, vivendo em Ziclague, terra dos filisteus.

Enquanto Davi e seus homens estavam ausentes, combatendo em outra batalha, um grupo de amalequitas, inimigos implacáveis de Israel, invadiu Ziclague. Eles incendiaram a cidade, saquearam seus bens e, o mais terrível, raptaram as esposas e filhos de Davi e seus homens. Neste texto podemos tirar algumas lições para enfrentarmos o inimigo que ainda hoje continua atacando as famílias.

1-O ATAQUE DO INIMIGO

Ao retornar e encontrar Ziclague em ruínas e suas famílias desaparecidas, Davi e seus homens foram tomados por profundo desespero e ira. A dor da perda e a impotência diante da situação os levaram a um momento de grande fragilidade emocional.

Assim como os amalequitas atacaram Ziclague, as forças do mal estão sempre buscando oportunidades para destruir nossas famílias. Os ataques à família assumem diversas formas, muitas vezes sutis e camufladas, exigindo constante vigilância e cuidado. Entre as principais ameaças, podemos destacar: A propagação de ideologias contrárias aos valores familiares tradicionais, como a banalização do casamento, a redefinição de papéis e a relativização da moral, gera confusão e fragiliza a estrutura familiar. Conflitos, ressentimentos, falta de comunicação, vícios e negligência no cuidado mútuo também figuram entre os principais ataques que fragilizam a família e abrem brechas para a ação de forças negativas.

A família é um alvo principal: O inimigo reconhece a importância da família como base da sociedade e busca atacá-la para enfraquecer a estrutura social e espiritual.

2- A BUSCAR A DEUS EM ORAÇÃO

Em meio ao caos e à dor muitos choraram, não obstante as circunstâncias, Davi busca direção e força em Deus. Através da consulta ao Senhor por meio do Urim e Tummim, ele recebe a confirmação de que deve perseguir os inimigos e recuperar suas famílias.

Não podemos nos contentar diante dos ataques do inimigo, mas é preciso haver uma santa indignação, dar um basta e não aceitar mais viver nessa situação. Infelizmente existem muitas pessoas passivas que não reagem, simplesmente vão levando, adaptam-se a tudo, até com aquilo que é ruim.

A dor da perda é profunda: A perda de um membro da família, seja física ou emocionalmente, causa dor e sofrimento imensos. Deus é nosso refúgio e força, em momentos de crise, devemos buscar refúgio em Deus, que nos concede força, direção e esperança.

Davi se reanimou no Senhor (v.6) – reanimar-se significa que ele já tinha perdido o ânimo, mas tomou uma nova decisão, não ficou no canto, amargurado com a vida, mas decidiu recomeçar. Busque o fortalecimento no Senhor (Efésios 6:10).

3-LUTE PELA RESTAURAÇÃO DA FAMÍLIA

O que fazer para restaurar a família?  Devemos agir com fé nas promessas de Deus (v.9). Após obter a resposta se deveriam perseguir os inimigos e se alcançaria a vitória, ele agiu sob as Palavras do Senhor. Motivados pela fé e pelo amor por suas famílias, Davi e seus homens partem em busca dos amalequitas. A perseguição é árdua e desafiadora, mas a fé em Deus os impulsiona.

Após uma longa jornada, alcançam finalmente os inimigos, derrotam-nos em batalha e recuperam tudo o que havia sido roubado, inclusive suas famílias. A alegria da vitória é imensa, e a fé em Deus é fortalecida. Se o inimigo tomou o ambiente de paz e harmonia que havia na sua casa, e hoje parece que há um teto de chumbo, um peso sobre sua vida, ele terá que devolver o que havia antes porque você tem a promessa de Deus. Persiga seu inimigo, saia à peleja e traga tudo de volta, pois o Senhor dos exércitos lhe concederá a vitória.

A história de 1 Samuel 30 serve como um lembrete poderoso de que, mesmo em meio às batalhas mais difíceis, a fé em Deus e a união familiar podem nos levar à vitória. Devemos estar sempre vigilantes contra as forças que ameaçam nossas famílias, buscar refúgio em Deus e lutar com amor e fé pela preservação e restauração do lar.

Lembre-se, a família é um dom precioso de Deus, e devemos defendê-la com todas as nossas forças.

Pr. Eli Vieira


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