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sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Palestinos e israelenses celebram nas ruas a paz entre Hamas e Israel: ‘Grande alegria’


 Palestinos [à esquerda] e israelenses [à direita] celebram acordo de paz nas ruas. (Captura de imagem/NBC/StandWithUs Brasil)

Líderes do Hamas e o primeiro-ministro israelense confirmaram a assinatura da primeira fase do acordo de paz.

O grupo palestino Hamas e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu confirmaram, nesta quarta-feira (08), que aceitaram a primeira fase de um acordo para encerrar a guerra em Gaza.

O gesto reacendeu a esperança de dias mais tranquilos em uma região profundamente marcada por uma guerra que já dura dois anos.

Durante a noite, as ruas da Faixa de Gaza, especialmente em cidades como Khan Younis, foram tomadas por celebrações após o anúncio de que Israel e o Hamas “assinaram” o acordo de paz.

“Graças a Deus pelo cessar-fogo, o fim do derramamento de sangue e da morte. Eu não sou o único feliz, toda a Faixa de Gaza está feliz, todo o povo árabe, todo o mundo está feliz com o cessar-fogo e o fim do derramamento de sangue. Obrigado e todo o amor àqueles que ficaram conosco”, declarou o palestino Abdul Majeed Rabbo.

Familiares de reféns e ex-reféns reagiram nas redes sociais após o anúncio de um acordo facilitando o retorno de reféns.

Na Praça dos Reféns, em Tel Aviv, centenas de israelenses se reuniram para celebrar o anúncio do acordo. O local, que se tornou símbolo da luta pelas vítimas sequestradas, foi tomado por bandeiras nacionais com fitas amarelas, representando os reféns ainda em cativeiro.

Moradores saíram às ruas com sorrisos, aplausos e cânticos. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram pessoas dançando e cantando, expressando alívio e alegria diante da possibilidade de um novo começo.

Visivelmente emocionada, a influenciadora brasileira Aline Szewkies registrou as celebrações durante a Festa dos Tabernáculos nas ruas de Jerusalém:

Eli Sharabi, que perdeu a esposa e os filhos, e cujo irmão Yossi continua sob custódia do Hamas, expressou sua emoção nas redes sociais: “Grande alegria, mal posso esperar para ver todos em casa”.

A mãe de Matan Zangauker disse no X: “Matan volta para casa para mim... para você, para o país. Por essas lágrimas, eu orei”.

Da mesma forma, a mãe do refém Nimrod Cohen postou: “Meu filho, você está voltando para casa”, informou a BBC.

A ex-refém britânico-israelense Emily Damari comemorou com a ex-refém Romi Gonen, recitando orações de gratidão antes de brindar “L’chaim”, que significa “à vida”.

Damari tem feito campanha para a libertação de seus amigos, os gêmeos Gali e Ziv Berman. Seu irmão Liran Berman postou: “Meus Gali e Ziv, eu te amo muito. Você está voltando para casa.”

A primeira fase do acordo prevê a suspensão imediata das hostilidades por meio de um cessar-fogo, a retirada parcial das tropas israelenses de Gaza para posições previamente acordadas, a troca de prisioneiros e reféns, além do aumento da entrada de ajuda humanitária no território palestino.

Reações 

Netanyahu chamou o acordo de vitória diplomática e enfatizou que continuará zelando pela segurança do país.

O Hamas celebrou o pacto como uma “conquista da resistência”, dizendo que conseguiram “colocar Israel em uma posição de recuo” e agradeceu a países mediadores como Qatar, Egito e Turquia.

Líderes regionais e a ONU saudaram o momento como um passo necessário, embora ressaltando que o verdadeiro desafio será transformar o cessar-fogo numa paz duradoura.


Fonte: Guiame, com informações da Reuters e Time

Câmara de Feira de Santana aprova uso da Bíblia como material de apoio em escolas

 

Imagem ilustrativa. (Foto: José Cruz/Agência Brasil).

O projeto de lei prevê a utilização das Escrituras em atividades complementares nas áreas de história, literatura, filosofia, ensino religioso, artes, geografia e arqueologia.

A Câmara Municipal de Feira de Santana, na Bahia, aprovou um projeto de lei que permite o uso da Bíblia como material de apoio e de pesquisa em escolas da cidade.

O PL, de autoria do vereador Edvaldo Lima (União), prevê a utilização das Escrituras de forma complementar em projetos pedagógicos nas áreas de história, literatura, filosofia, ensino religioso, artes, geografia e arqueologia, em escolas públicas e privadas.

O projeto foi aprovado pela maioria dos vereadores. Os únicos a voltarem contra foram Eremita Mota (PP) e Professor Ivamberg Lima (PT).

Conforme o texto, o uso da Bíblia em sala de aula será facultativo, “respeitando a liberdade de consciência e crença de alunos e professores”. A participação em atividades com conteúdos bíblicos não será obrigatória.

O vereador Edvaldo Lima esclareceu que a proposta não tem caráter religioso ou doutrinário.

“Destina-se apenas ao enriquecimento dos conteúdos escolares, sendo a Bíblia considerada um instrumento de conhecimento reconhecido mundialmente”, afirmou. 

Os colégios terão liberdade de usar ou não a Bíblia em atividades e projetos complementares.

Feira de Santana foi a terceira cidade da Bahia a aprovar o uso da Palavra de Deus nas escolas.

Em setembro, a Câmara de Salvador aprovou um projeto de lei que prevê o uso da Bíblia como material de apoio pedagógico em escolas públicas e privadas da capital baiana.

Câmara de Conquista da Vitória também aprovou a utilização das Escrituras em escolas municipais, em agosto, através da Lei 3.029/2025.

Leis aprovadas

Projetos de lei semelhantes sobre o uso da Bíblia em escolas já foram aprovados em diversas cidades e estados do Brasil. 

A Câmara de Vereadores de Joinville, em Santa Catarina, aprovou o Projeto de Lei 147/2025, que permite a Bíblia como recurso paradidático nas escolas públicas e particulares da cidade, em 12 de agosto.

No dia 7 de agosto, um projeto de lei que prevê a distribuição de Bíblias em escolas estaduais do Ceará foi aprovado.

No mesmo dia, a Câmara Municipal de Divinópolis, em Minas Gerais, também aprovou o uso da Bíblia como material paradidático em escolas públicas e privadas da cidade.

Em Manaus (AM), foi sancionada a Lei nº 1.332/2009, permitindo a utilização das Escrituras como conteúdo complementar em escolas públicas e privadas.

Em Rio Branco (AC), o projeto de lei “Bíblia nas Escolas” foi aprovado no ano passado, autorizando a disponibilização da Bíblia em bibliotecas das escolas. Assim como em Belo Horizonte (MG), através da promulgação da lei 11.862/2025, em maio deste ano.

Em Porto Alegre (RS), um projeto de lei que prevê que Bíblias sejam disponibilizadas para o uso de alunos e professores nas bibliotecas das escolas municipais está em discussão na Câmara de Vereadores.


Fonte: Guiame, com informações de Câmara Municipal de Feira de Santana

HÁ TEMPO PARA TUDO: A Sabedoria de Deus



 A passagem de Eclesiastes 3:1-15 apresenta uma das mais profundas e consoladoras verdades sobre a vida: a de que há tempo para tudo debaixo do céu, e essa ordem é um reflexo direto da sabedoria de Deus. O sábio autor, o Pregador, não descreve uma existência aleatória, mas um universo regido por ciclos e ritmos perfeitamente estabelecidos. Desde os eventos mais pessoais, como nascer e morrer, até os mais práticos, como plantar e colher, a Bíblia afirma que nada acontece por acaso. Reconhecer esse princípio é o primeiro passo para aceitar que até mesmo as fases de dor e dificuldade têm seu lugar e propósito definidos no plano maior.

O cerne dessa sabedoria divina é revelado através da famosa lista de pares de opostos (versículos 2-8). Tempo de chorar e tempo de rir, tempo de construir e tempo de derrubar, tempo de amar e tempo de odiar. Essa dualidade não indica que devemos ser bipolares ou indecisos, mas sim que Deus determinou que a vida seria uma experiência de altos e baixos, de transição constante. Ao invés de resistir às mudanças ou tentar manter uma única estação para sempre, somos convidados a abraçar o momento presente. A aceitação de que cada experiência — seja a perda ou a conquista — tem seu período limitado nos liberta da frustração de querer controlar o incontrolável.

A reflexão ganha um tom ainda mais profundo quando o Pregador considera a intervenção divina. Ele afirma que Deus fez tudo apropriado a seu tempo e que colocou a eternidade no coração do homem, mas, ao mesmo tempo, ninguém consegue compreender a obra de Deus do começo ao fim (v. 11). Isso sugere que a insatisfação e o anseio humano não são falhas, mas sim a saudade de uma plenitude que só pode ser entendida pelo Criador. Essa incapacidade de ver o quadro completo não deve levar ao desespero, mas sim à humildade. Ela nos lembra que, embora possamos planejar e trabalhar, o controle final e a cronologia perfeita pertencem unicamente a Deus.

A conclusão prática que o texto oferece é uma bênção para o nosso dia a dia. Já que não podemos alterar o tempo ou compreender totalmente a obra de Deus, a melhor atitude é alegrar-se e fazer o bem enquanto se vive. O Pregador declara que "comer, beber e encontrar satisfação no seu trabalho" são dádivas de Deus (v. 13). Isso eleva os prazeres simples e a satisfação do trabalho honesto a um nível espiritual. É uma permissão divina para desfrutar da vida no presente, vendo as bênçãos diárias não como mérito próprio, mas como presentes de um Deus que deseja o contentamento de Suas criaturas no tempo que lhes é concedido.

Portanto, a sabedoria de Eclesiastes 3:1-15 é um convite à confiança soberana. O versículo 14 sela o argumento, afirmando que "Deus o faz para que os homens o temam". Ele estabelece o que foi e o que será. Em um mundo obcecado pela produtividade e pela negação do sofrimento, esta passagem bíblica nos oferece paz, garantindo que mesmo o tempo de sofrer ou de silenciar não é um erro ou um desperdício. Ele é um tempo decretado por Deus. O segredo da vida, segundo o sábio, não está em dominar o tempo, mas em confiar no Senhor do tempo, encontrando satisfação em cada estação que Ele nos permite viver.

Pr. Eli Vieira

quinta-feira, 9 de outubro de 2025

A Essência dos Pequenos Começos


A Essência dos Pequenos Começos

Zacarias 4:10-12

      Em um mundo que frequentemente glorifica o grandioso e o instantâneo, a mensagem sussurrada em Zacarias 4:10-12 ressoa com uma profundidade surpreendente, convidando-nos a reavaliar nossa perspectiva sobre os inícios modestos. Este trecho bíblico, embora conciso, desdobra uma verdade fundamental: a importância e o poder inerentes aos pequenos começos, especialmente quando estes estão alinhados com um propósito maior.

O versículo central, Zacarias 4:10a, adverte diretamente: "Pois quem despreza o dia dos pequenos começos?". Esta pergunta retórica serve como um farol, iluminando a tendência humana de subestimar ou até mesmo desdenhar os esforços iniciais, as sementes que ainda não germinaram completamente. No contexto da reconstrução do templo em Jerusalém, após o exílio babilônico, o povo poderia facilmente desanimar diante da magnitude da tarefa e da aparente insignificância dos seus progressos diários. No entanto, o profeta Zacarias,  inspirado divinamente, oferece uma perspectiva radicalmente diferente.

A alegria divina, mencionada na continuação do versículo, está justamente em observar o prumo – um instrumento de medição e retidão – nas mãos de Zorobabel, o governador encarregado da reconstrução. Este prumo simboliza o trabalho diligente, a atenção aos detalhes e o compromisso com o alinhamento correto, mesmo quando os resultados ainda não são visíveis em sua totalidade. Deus não se deleita apenas na conclusão da obra, mas no próprio processo, na fidelidade demonstrada nos estágios iniciais e intermediários.

Os "sete olhos do Senhor, que percorrem toda a terra", mencionados no mesmo versículo, reforçam a onisciência e a atenção divina a cada detalhe. Nada passa despercebido por Ele. Aquilo que aos olhos humanos pode parecer pequeno, insignificante ou lento demais, é visto por Deus dentro de um panorama muito mais amplo e com um entendimento do seu potencial futuro. Esses "olhos" representam a vigilância e o cuidado divino, assegurando que cada pequeno passo contribui para o grande plano.

Avançando para os versículos 11 e 12, Zacarias questiona sobre as "duas oliveiras à direita e à esquerda do candelabro" e os "dois ramos de oliveira que estão junto aos dois tubos de ouro, que vertem de si azeite dourado". Embora a interpretação detalhada dessas imagens seja complexa e debatida, elas apontam para a provisão contínua e a fonte de capacitação divina para a obra. As oliveiras, produtoras de azeite – combustível para o candelabro (menorá), que por sua vez simboliza a luz e a presença de Deus – representam os canais através dos quais a graça e o poder de Deus fluem. Zorobabel (representando a liderança civil) e Josué (o sumo sacerdote, representando a liderança espiritual) são frequentemente associados a estas oliveiras, simbolizando que a obra não é realizada por força ou poder humano, mas pelo Espírito de Deus (como explicitado em Zacarias 4:6: "Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos").

Portanto, a essência dos pequenos começos, conforme revelada em Zacarias, reside em:

Valorizar o Processo: Reconhecer que cada etapa, por menor que seja, tem seu valor intrínseco e é observada por Deus.

Confiar na Provisão Divina: Entender que os recursos e a capacitação para a obra vêm de Deus, simbolizado pelo azeite que flui das oliveiras.

Manter a Fidelidade: Assim como Zorobabel com o prumo, é crucial manter a diligência e o compromisso com a qualidade e o propósito, independentemente da escala atual do empreendimento.

Rejeitar o Desprezo: Superar a tentação de desanimar ou subestimar o potencial dos inícios humildes, lembrando que Deus se alegra neles.

Portanto, Zacarias 4:10-12 nos ensina que os pequenos começos não são apenas o prelúdio para algo maior, mas são, em si mesmos, significativos e dignos de celebração. São o terreno fértil onde a fidelidade é cultivada, a dependência de Deus é aprofundada e os grandes propósitos divinos começam a tomar forma, gota a gota, como o azeite dourado que alimenta a luz.

Pr. Eli Vieira

Um clamor pelo agir de Deus

  


Isaías 64.1-12

Jeremiah Lanphier – Quem foi ele? Jeremiah Lanphier foi um empresário cristão e missionário leigo que viveu em Nova York em meados do século XIX. Ele tinha um profundo senso de preocupação pela decadência espiritual de sua época. Movido por seu fardo espiritual, Lanphier começou a realizar reuniões de oração semanais ao meio-dia em uma igreja reformada local. Inicialmente, a participação foi baixa, mas o impulso cresceu com o tempo.

Avivamento Espontâneo: As reuniões de oração de Lanphier acabaram se tornando parte de um movimento mais amplo de avivamento que durou de 1857 a 1859. Não foi uma explosão organizada, mas uma fome espontânea de oração, arrependimento e experiência pessoal renovada com Deus. O avivamento teve um impacto dramático nos Estados Unidos. Estima-se que um milhão de pessoas se converteram ao cristianismo durante esse período. Muitas empresas e comunidades experimentaram transformações morais e éticas.

Em Isaías 64, o povo de Deus se encontra em um momento de profunda angústia e desespero. Jerusalém, a cidade santa, foi destruída, o templo profanado e o exílio se tornou uma realidade amarga. Diante dessa situação, o profeta Isaías clama ao Senhor por intervenção divina, implorando por um agir poderoso que traga justiça, restauração e esperança.

I. Um anseio por Deus (Isaías 64.1-4)

O capítulo se inicia com um clamor fervoroso: “Oh, se rasgares os céus e descesses!” (v. 1). O profeta anseia por uma manifestação extraordinária de Deus, por um rompimento do véu que separa o céu da terra. Ele deseja que Deus desça e atue de forma poderosa em sua história, no meio do seu povo.

Essa súplica é acompanhada por imagens vívidas que ilustram o poder de Deus: “Como quando o fogo acende os gravetos e faz a água ferver” (v. 2). O profeta utiliza metáforas do fogo e da água para descrever o poder transformador que Deus possui. Ele acredita que Deus pode derreter as montanhas e fazer ferver as águas, demonstrando sua majestade e soberania, porque ele é o Deus soberano.

O objetivo desse clamor é que os inimigos de Deus conheçam o seu nome e as nações tremam diante de sua presença (v. 2). O profeta reconhece que a situação de sofrimento e exílio é resultado do pecado e da rebelião do povo contra Deus. Ele clama por justiça e restauração, por um Deus que julgue os ímpios e exalte seu povo, não obstante as circunstâncias.

Legado de Jeremiah Lanphier – Jeremiah Lanphier é lembrado como um humilde instrumento que Deus usou para desencadear um poderoso movimento de renovação espiritual. Sua história destaca:

  • O poder da oração: Um homem disposto a se ajoelhar na humildade desencadeou um reavivamento que impactou a nação.
  • Liderança de serviço: O exemplo de Lanphier demonstra que um grande impacto espiritual não requer títulos ou posições proeminentes.
  • Importância do zelo individual: A vida de Jeremiah Lanphier lembra que um único indivíduo, tocado por Deus, pode iniciar um movimento que abrange uma nação.

II. Recordando as maravilhas de Deus (Isaías 64.5-8)

Para fortalecer sua súplica, o profeta recorda as maravilhas que Deus já realizou no passado (v. 5). Ele lembra de um Deus que desceu e os livrou da escravidão no Egito, que os guiou pelo deserto e os estabeleceu na terra prometida. Conforme podemos ver a manifestação extraordinária no Monte Sinai, quando Deus falou com Moisés e o povo Ao amanhecer do terceiro dia, houve trovões e relâmpagos, uma espessa nuvem cobriu o monte, e ouviu-se um forte som de trombeta, de maneira que todo o povo que estava no arraial tremeu de medo Ex 19:16  (NAA)”.

 Essas ações demonstram o poder, a fidelidade e o amor de Deus por seu povo.

No entanto, o profeta também reconhece que Deus parece ter se distanciado em meio ao sofrimento presente (v. 6). Ele questiona: “Por que desvias os teus ouvidos das nossas transgressões e encobris os nossos pecados?” (v. 7). Essa sensação de abandono gera angústia e desespero, pois o povo se sente desamparado diante de seus inimigos.

III. Um apelo à misericórdia e ao agir de Deus (Isaías 64.9-12)

Diante da aparente inação de Deus, o profeta Isaías intensifica seu clamor, apelando à sua misericórdia e compaixão: Não te enfureças tanto, ó SENHOR, nem te lembres para sempre da nossa iniquidade. Olha para nós, por favor, pois todos nós somos o teu povo”(v. 9). Ele reconhece seus pecados e se humilha diante de Deus, implorando por perdão e restauração.

Ao mesmo tempo, o povo (profeta) questiona Deus sobre sua inércia: “Conter-te-ias tu ainda sobre estas coisas, ó Senhor? Ficarias calado e nos afligirias tanto?” (v. 12). Essa é uma pergunta carregada de angústia e desespero, pois o povo não compreende por que Deus permite que o sofrimento continue.

Neste versículo, o profeta Isaías expressa a angústia do povo de Israel diante da aparente ausência de intervenção divina em meio à sua situação de desolação espiritual e física. Eles clamam a Deus, questionando se Ele permanecerá calado diante de sua aflição ou se intervirá para aliviar seu sofrimento. É um apelo por misericórdia e ação divina em resposta ao clamor do Seu povo.

Conclusão:

Meus irmãos, Isaías 64 nos apresenta um povo em profunda angústia, clamando pelo agir de Deus em um momento de grande sofrimento. As imagens vívidas e a linguagem emotiva do profeta transmitem a urgência do clamor por justiça, restauração e esperança.

Ao mesmo tempo, Isaías nos lembra da fidelidade e do amor de Deus, que já realizou grandes maravilhas no passado e que não abandona seu povo em meio às dificuldades. O clamor do profeta Isaías serve como um lembrete para todos nós de que Deus é poderoso e misericordioso, e que podemos sempre recorrer a ele em nossas aflições, com a certeza de que ele ouvirá nossas orações e agirá no momento oportuno.

Por EVF

A Família Sob Ataque do Inimigo

 

1 Samuel 30: 1-20

Em 1 Samuel 30, encontramos um relato vívido da família de Davi sob ataque cruel e devastador, oferecendo-nos lições valiosas para nossas próprias batalhas contra as forças que ameaçam a estrutura familiar.

Para compreendermos a magnitude do ataque sofrido por Davi e sua família, é crucial entendermos o contexto histórico da narrativa. Davi, na época, era líder de um grupo de homens que se refugiavam do Rei Saul, vivendo em Ziclague, terra dos filisteus.

Enquanto Davi e seus homens estavam ausentes, combatendo em outra batalha, um grupo de amalequitas, inimigos implacáveis de Israel, invadiu Ziclague. Eles incendiaram a cidade, saquearam seus bens e, o mais terrível, raptaram as esposas e filhos de Davi e seus homens. Neste texto podemos tirar algumas lições para enfrentarmos o inimigo que ainda hoje continua atacando as famílias.

1-O ATAQUE DO INIMIGO

Ao retornar e encontrar Ziclague em ruínas e suas famílias desaparecidas, Davi e seus homens foram tomados por profundo desespero e ira. A dor da perda e a impotência diante da situação os levaram a um momento de grande fragilidade emocional.

Assim como os amalequitas atacaram Ziclague, as forças do mal estão sempre buscando oportunidades para destruir nossas famílias. Os ataques à família assumem diversas formas, muitas vezes sutis e camufladas, exigindo constante vigilância e cuidado. Entre as principais ameaças, podemos destacar: A propagação de ideologias contrárias aos valores familiares tradicionais, como a banalização do casamento, a redefinição de papéis e a relativização da moral, gera confusão e fragiliza a estrutura familiar. Conflitos, ressentimentos, falta de comunicação, vícios e negligência no cuidado mútuo também figuram entre os principais ataques que fragilizam a família e abrem brechas para a ação de forças negativas.

A família é um alvo principal: O inimigo reconhece a importância da família como base da sociedade e busca atacá-la para enfraquecer a estrutura social e espiritual.

2- A BUSCAR A DEUS EM ORAÇÃO

Em meio ao caos e à dor muitos choraram, não obstante as circunstâncias, Davi busca direção e força em Deus. Através da consulta ao Senhor por meio do Urim e Tummim, ele recebe a confirmação de que deve perseguir os inimigos e recuperar suas famílias.

Não podemos nos contentar diante dos ataques do inimigo, mas é preciso haver uma santa indignação, dar um basta e não aceitar mais viver nessa situação. Infelizmente existem muitas pessoas passivas que não reagem, simplesmente vão levando, adaptam-se a tudo, até com aquilo que é ruim.

A dor da perda é profunda: A perda de um membro da família, seja física ou emocionalmente, causa dor e sofrimento imensos. Deus é nosso refúgio e força, em momentos de crise, devemos buscar refúgio em Deus, que nos concede força, direção e esperança.

Davi se reanimou no Senhor (v.6) – reanimar-se significa que ele já tinha perdido o ânimo, mas tomou uma nova decisão, não ficou no canto, amargurado com a vida, mas decidiu recomeçar. Busque o fortalecimento no Senhor (Efésios 6:10).

3-LUTE PELA RESTAURAÇÃO DA FAMÍLIA

O que fazer para restaurar a família?  Devemos agir com fé nas promessas de Deus (v.9). Após obter a resposta se deveriam perseguir os inimigos e se alcançaria a vitória, ele agiu sob as Palavras do Senhor. Motivados pela fé e pelo amor por suas famílias, Davi e seus homens partem em busca dos amalequitas. A perseguição é árdua e desafiadora, mas a fé em Deus os impulsiona.

Após uma longa jornada, alcançam finalmente os inimigos, derrotam-nos em batalha e recuperam tudo o que havia sido roubado, inclusive suas famílias. A alegria da vitória é imensa, e a fé em Deus é fortalecida. Se o inimigo tomou o ambiente de paz e harmonia que havia na sua casa, e hoje parece que há um teto de chumbo, um peso sobre sua vida, ele terá que devolver o que havia antes porque você tem a promessa de Deus. Persiga seu inimigo, saia à peleja e traga tudo de volta, pois o Senhor dos exércitos lhe concederá a vitória.

A história de 1 Samuel 30 serve como um lembrete poderoso de que, mesmo em meio às batalhas mais difíceis, a fé em Deus e a união familiar podem nos levar à vitória. Devemos estar sempre vigilantes contra as forças que ameaçam nossas famílias, buscar refúgio em Deus e lutar com amor e fé pela preservação e restauração do lar.

Lembre-se, a família é um dom precioso de Deus, e devemos defendê-la com todas as nossas forças.

Pr. Eli Vieira


Pesquisa: 58% dos brasileiros são contra a legalização de todas as drogas

 Imagem ilustrativa. (Pexels/cottonbro studio).

Segundo o estudo do PoderData, apenas 26% da população é a favor da liberação das drogas.

Mais da metade dos brasileiros são contra a legalização de todas as drogas, segundo uma pesquisa recente, divulgada na última terça-feira (7).

O estudo do PoderData, do grupo Poder360 Jornalismo, entrevistou 2.500 pessoas em 178 municípios em todos os estados do Brasil, de 27 a 29 de setembro.

Os pesquisadores perguntaram aos entrevistados: “Sobre as drogas em geral, você é a favor ou contra a liberação de todas no Brasil?”.

Cerca de 58% afirmou ser contra a legalização. Apenas 26% se declarou a favor da liberação das drogas – o número representa 1 em cada 4 brasileiros.

Analisando os dados conforme o sexo, 60% dos homens responderam que são contra a legalização, 24% são a favor e 15% preferiram não responder.

A maioria das mulheres (57%) também é contra, 27% são a favor e 16% não responderam.

Por faixa etária

Em relação às faixas etárias, os resultados não foram muito diferentes entre os jovens e os mais velhos.

Entre os entrevistados de 16 a 24 anos, 51% são contra a liberação de todas as drogas no Brasil e 25% são a favor.

Na faixa dos 25 a 44 anos, 60% declararam ser contra e 26% a favor. Entre 45 a 59 anos, 59% dos brasileiros são contra a legalização e 26% são a favor.

Entre os entrevistados com 60 anos ou mais, 61% afirmaram ser contra e 27% a favor da liberação das drogas.

Analisando os resultando pelas regiões do Brasil, onde mais houve posicionamentos contra a legalização foram: Centro-Oeste (66%) e Sul (62%). Seguidos pelo Sudeste (59%), Norte (59%) e Nordeste (53%).

Em relação à religião, a maioria dos evangélicos (59%) afirmou ser contra a liberação das drogas e 25% a favor. Entre os católicos, 58% são contra e 28% a favor.

Por nível de escolaridade e renda familiar

A pesquisa ainda analisou os dados de acordo com o nível de escolaridade e a renda familiar. Os resultados seguiram a mesma tendência.

Cerca de 57% dos brasileiros com ensino fundamental são contra a liberação das drogas e 27% são a favor. Além disso, 58% dos entrevistados com ensino médio são contra e 25% a favor. Entre os que possuem ensino superior, 63% são contra e 24% a favor. 

Dos entrevistados com renda familiar até dois salários mínimos, 58% são contra e 27% a favor. Entre os que têm renda de 2 a 5 salários mínimos, 58% são contra e 24% são a favor.

E 63% dos brasileiros que ganham mais de 5 salários mínimos são contra a liberação e 24% a favor.

O PoderData ainda cruzou as respostas sobre a liberação de todas as drogas com a declaração de voto dos eleitores para presidente no 2º turno de 2022.

Os eleitores do presidente Lula da Silva são mais favoráveis à legalização das drogas (35%) do que os leitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (16%).

Entre os lulistas, 49% afirmaram ser contra a liberação de todas as drogas, já entre os bolsonaristas, a taxa é de 70%.


Fonte: Guiame, com informações de Poder360

Homens da Geração Z estão retornando à igreja em números sem precedentes nos EUA

Jovens em eventos evangelísticos. (Foto: Ilustração/Instagram/Unite US)

A nova pesquisa do Barna Group mostra que a participação masculina na igreja aumentou entre os jovens, superando a frequência de gerações anteriores.

Enquanto os Estados Unidos estão lutando contra o declínio da frequência à igreja, dados de um estudo recente indicam um movimento de retorno à fé que tem chamado a atenção de pastores e pesquisadores, apontando para a possibilidade de um novo avivamento no país.

Conhecida como a “geração menos religiosa”, a Geração Z agora mostra sinais de engajamento religioso acima do esperado. Segundo um estudo recente do Barna Group, a participação masculina na igreja aumentou entre os jovens da Geração Z e da Geração Y, superando até mesmo a frequência de gerações anteriores.

Daniel Copeland, vice-presidente de pesquisa, disse que a maioria dos adultos costuma ir à igreja em dois de cada cinco fins de semana, mas entre os jovens da Geração Z essa frequência tem aumentado.

"Esses dados representam uma boa notícia para os líderes da igreja e reforçam o quadro de que a renovação espiritual está moldando a Geração Z e os Millennials hoje", disse Daniel à Fox News.

Já, Dr. Cory Marsh, professor de Novo Testamento no Seminário do Sul da Califórnia, declarou: 

"Os homens da Geração Z estão ficando fartos de um mundo virtual controlado por algoritmos e aplicativos de namoro e estão buscando algo real. As igrejas devem responder à tendência atual, sem colocar uma acima da outra". 

‘A resposta é pregar a Bíblia

No entanto, esse engajamento religioso entre os jovens apresenta uma diferença entre os homens e as mulheres. Um relatório de 2024 mostra que mulheres jovens estão deixando a igreja em taxas significativamente maiores.

Dados do Survey Center on American Life apontam que 61% das mulheres se identificam como feministas e desconfiam de instituições que defendem normas sociais tradicionais.

Para Corey Miller, PhD, presidente e CEO da Ratio Christi, essa diferença está ligada em grande parte às ideologias que predominam nas universidades e na cultura em geral: “Assim como as universidades, a cultura também evolui”.

Com isso, o Dr. Douglas Groothuis, professor de apologética e cosmovisão cristã na Cornerstone University, destacou que as igrejas devem pregar a mensagem da Bíblia de maneira amorosa como parte de sua missão principal.

"A resposta para a igreja não é adaptar sua mensagem aos tempos atuais, mas pregar, ensinar e defender a verdade da Bíblia de uma forma forte, mas amorosa", disse ele.

Outro dado relevante, foram as vendas de Bíblias que aumentaram 22% em 2024, em comparação com um crescimento de menos de 1% para livros impressos em geral, segundo a Circana BookScan.

Por fim, o relatório State of the Bible USA 2024 também aponta que mais de 20% da Geração Z aumentaram sua leitura da Bíblia no último ano, reforçando a ideia de que um novo despertar espiritual pode estar em andamento.


Fonte: Guiame, com informações de Fox News

sábado, 4 de outubro de 2025

O Chamado Para o Crescimento em Meio à Esterilidade

 


Isaías 54:1-4

O profeta Isaías, no capítulo 54, versículos 1 a 4, traz uma mensagem poderosa de esperança e expansão. Ele fala a uma nação que havia experimentado vergonha, esterilidade e exílio, mas que agora receberia da parte de Deus uma ordem surpreendente: alegrar-se e preparar-se para o crescimento. A mulher estéril, símbolo de incapacidade e frustração, é convidada a cantar, porque a promessa divina de multiplicação estava prestes a se cumprir. Isso nos ensina que o crescimento começa na fé, mesmo quando as circunstâncias parecem desfavoráveis.

Deus ordena que se alargue o espaço da tenda, estendam-se as cortinas e se firmem as estacas. Essa linguagem prática revela que o crescimento exige preparação. Não basta apenas desejar; é necessário agir em fé, ampliar limites e criar condições para que a promessa se cumpra. Espiritualmente, isso nos desafia a abrir o coração para novos horizontes, ampliar nossa visão de ministério, de família e de vida cristã. O crescimento de Deus sempre vai além das nossas expectativas humanas.

Outro ponto essencial é que a promessa não se restringia ao presente. Isaías declara que a descendência se espalharia, herdaria nações e repovoaria cidades assoladas. Isso significa que o crescimento de Deus tem impacto geracional. Quando obedecemos ao chamado divino, não apenas nossa vida é abençoada, mas também aqueles que virão depois de nós. É um crescimento que transborda, alcançando pessoas, famílias e comunidades inteiras.

O texto também aborda a vergonha e o passado doloroso: "Não temas, porque não serás envergonhada". O crescimento que Deus proporciona não é apenas quantitativo, mas também restaurador. Ele remove a vergonha, cura as marcas do passado e transforma derrota em testemunho. O chamado para crescer é, portanto, um chamado para deixar para trás o que nos limitava e caminhar em direção à plenitude do propósito de Deus.

Assim, Isaías 54.1-4 nos lembra que o crescimento é obra de Deus, mas exige nossa disposição para crer, preparar e agir. Somos chamados a cantar mesmo em meio à esterilidade, a ampliar nossa visão mesmo quando não vemos resultados imediatos e a confiar que o futuro será maior do que o passado. O chamado para o crescimento é, em última análise, um convite divino para viver em esperança, fé e obediência, certos de que Aquele que prometeu é fiel para cumprir.

 

Pr. Eli Vieira

 

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