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sábado, 16 de novembro de 2013

Nas suas orações de hoje, lembre-se das Filipinas

Segundo notícia da Agência Brasil, a Organização das Nações Unidas (ONU) estima que mais de 10 mil pessoas morreram, nas Filipinas, vítimas da passagem do Tufão Haiyan. A ONU advertiu que o mundo deve "esperar pelo pior" em relação ao número total de vítimas.

"Foi tudo muito rápido. Em menos de um minuto eu estava com a água pelo pescoço. Peguei minha mãe no colo e a levei para o terraço. Quando chegamos, a casa já estava toda inundada", contou uma vítima ao jornal Folha de SP. Leia a matéria na íntegra.

Ajude-nos a mobilizar o Corpo de Cristo em oração para que:
  • A presença de Deus conforte as famílias que perderam seus entes queridos e suas casas.
  • A paz de Deus restaure a ordem nas áreas afetadas pelo tufão (a imprensa local tem noticiado o sequestro de caminhões que transportam mercadorias de socorro na estrada).
  • O poder de Deus permita que o governo filipino distribua ajuda o mais rápido possível, e mobilize um grande número de igrejas filipinas na prestação de socorro e aconselhamento para as famílias devastadas. 
Foto: Ted Aljibe-10.nov.13/AFP
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag

Todos serão salvos no final?

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Por Rev. Augustus Nicodemus Lopes


Os que acreditam que Deus, no final, vai perdoar, receber e dar a vida eterna a todos os seres humanos são geralmente chamados de universalista ou restauracionistas. Esta última expressão vem de apokatastasis, termo grego tirado de Atos 3:21. Ali, o apóstolo Pedro fala da “restauração de todas as coisas”. Apesar de Pedro estar se referindo à restauração da criação, os universalistas entendem que a salvação de toda a raça humana está incluída no processo. 

O universalismo, portanto, é a crença de que, ao final da história deste mundo, Deus haverá de salvar todos os seres humanos, reconciliando-os consigo mesmo mediante Jesus Cristo. Nesta crença, não há lugar para a doutrina da punição eterna, a saber, a ideia de um inferno onde os pecadores condenados haverão de sofrer eternamente por seus pecados.

Muitos podem pensar que o universalismo é coisa recente de pastores modernos, como o famoso Rob Bell, por exemplo. Todavia, a salvação universal de todos é uma ideia muito antiga. O conceito já era encontrado entre os primeiros mestres gnósticos, e constituiu uma heresia que ameaçou o Cristianismo no primeiro século. Cerca de cem anos depois de Cristo, pais da Igreja como Clemente de Alexandria e seu famoso discípulo Orígenes defendiam explicitamente o universalismo. Orígenes acreditava, inclusive, que o próprio diabo seria salvo no final. Já na Reforma do século 16, Lutero, Calvino e os demais protagonistas das mudanças na Igreja igualmente rejeitaram a ideia da salvação universal de todos ao final. 

O principal argumento usado em defesa do universalismo é que a Bíblia descreve Deus como sendo essencialmente amor: A consequência lógica é que o amor de Deus haverá de vencer ao final, salvando todos os homens da condenação merecida por seus pecados. 

Mas, será que a Bíblia diz que o Senhor é somente amor? Encontramos no Novo Testamento quatro afirmações sobre o que Deus é, e três delas são feitas por João: Deus é “espírito” (João 4.24); “luz” (1João 1.5); e “amor” (1João 4.8,16). A quarta é contundente: “Deus é fogo consumidor” (Hebreus 12.29, reiterando o texto de Deuteronômio 4.24). É claro que essas afirmações não são definições completas de Deus – não têm como defini-lo no sentido estrito do termo –, mas revelam o que ele é em sua natureza. “Deus é amor” significa que ele não somente é a fonte de todo amor, mas é amor em sua própria essência. É importante, entretanto, reconhecer que, se Deus é amor, ele também é espírito, luz e fogo consumidor. 

É preciso manter em harmonia esses aspectos do ser de Deus, pois só assim é possível compreendê-lo como um Senhor que é amor e castiga os ímpios com ira eterna. “Fogo” e “luz” são metáforas, é verdade; porém, metáforas apontam para realidades. No caso, elas querem simplesmente dizer: “Deus é santo e verdadeiro; ele se ira contra o pecado e não vai tolerar a mentira. E punirá os pecadores impenitentes.”

O maior problema que os universalistas enfrentam é lidar com as passagens da Bíblia onde, claramente, se estabelece uma divisão na humanidade entre salvos e perdidos e aquelas outras onde, abertamente, se anuncia o inferno como o destino final dos pecadores não arrependidos. A divisão da humanidade em salvos e perdidos é central nas Escrituras do Antigo Testamento (Deuteronômio 30.15-20; Jeremias 21.8; Salmo 1; Daniel 12.2 e muitas outras). Foi o próprio Jesus quem anunciou esta divisão de maneira clara no seu sermão escatológico, ao profetizar o juízo final onde a humanidade será repartida entre ovelhas e cabritos – sendo os segundos destinados ao fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos, ao contrário daqueles destinados à felicidade eterna (Mateus 25.31-46). 

Foi o próprio Jesus quem anunciou a realidade do inferno, mais do que qualquer outro personagem do Novo Testamento: “Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno” (Mateus 5.29); “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” (10.28). Mais adiante, no capítulo 23 do evangelho de Mateus, a advertência de Cristo é clara: “Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?

No evangelho de Marcos, uma série de admoestações alerta sobre a realidade do inferno. Ao longo de três versículos do capítulo 9, o Mestre diz que é melhor ao fiel perder uma mão, um pé ou um dos olhos a ser “lançado no inferno”, caso aqueles membros o levem ao pecado. Já Lucas registra um diálogo travado entre Abraão, o patriarca, e um homem rico e impiedoso que foi lançado no fogo eterno, descrito como um lugar de “choro e ranger de dentes”. E, finalmente, uma passagem do evangelho de João explica bem a diferença entre morrer crendo ou rejeitando a salvação: “Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam” (João 15.6).

O universalismo é um erro teológico grave. Na verdade, mais que isso, é uma perigosa heresia. Além de não pertencer ao mundo teológico dos autores do Antigo Testamento e do Novo Testamento, a ideia da salvação universal traz diversos riscos. 

Em primeiro lugar, por enfraquecer e, finalmente, extinguir todo espírito missionário e evangelístico. Se todos serão salvos ao final – inclusive os ímpios renitentes, pecadores não convertidos, incrédulos e agnósticos –, por que pregar-lhes o Evangelho? Os universalistas transformam a chamada ao arrependimento da Igreja num simples anúncio auspicioso de que todos já estão salvos em Cristo, e traveste sua missão em apenas ação social. 

Segundo, porque essa doutrina falsa, levada às últimas conseqüências, acarreta necessariamente no ecumenismo com todas as demais religiões mundiais. Se todos serão salvos, as religiões que professam não podem mais ser consideradas certas ou erradas, e se tornam uma questão indiferente. Logo, o correto seria buscar uma união de todos, pois ao final teremos todos o mesmo destino.

Por último, o universalismo é um forte incentivo a uma vida imoral. Por mais que sejamos refratários à ideia das pessoas fazerem o que é certo por terem medo do castigo de Deus, ainda assim, temer “aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma quanto o corpo” (na descrição de Mateus 10.28) ainda é um dos mais poderosos incentivos de Jesus para que vivamos vida santa e reta. A tendência natural do pecador que está seguro de que não sofrerá as consequências de seus pecados é mergulhar ainda mais neles. Assim, o universalismo retira os freios da consciência e abre as portas para uma vida sem preocupações com Deus.

O fato de que eu defendo a verdade bíblica do sofrimento eterno dos ímpios não significa que eu tenha prazer nisto. Só deveríamos falar deste assunto com lágrimas nos olhos e uma oração pelos perdidos em nossos lábios.

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Fonte: Augustus Nicodemus, via Facebook
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

PLC 122 ganha nova versão e deve ir a votação em menos de uma semana; Leia o novo projeto na íntegra

PLC 122 ganha nova versão e deve ir a votação em menos de uma semana; Leia o novo projeto na íntegra

Nessa quarta feira o senador Paulo Pain (PT-RS), apresentou seu substitutivo ao PLC 122/06 à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Ao entregar o texto, o senador afirmou ter buscado ouvir todos os segmentos da sociedade e ressalta que incluiu na PLC o combate a todo tipo de preconceito, para evitar críticas de que a futura lei só buscaria acabar com a discriminação contra a orientação sexual.
Pain, que assumiu a relatoria do projeto no final de 2012, disse ainda que o texto “não entra na polêmica” da definição de homofobia e que poderá ser preso aquele que praticar crime de racismo, de discriminação contra idoso, contra deficiente, contra índios e em função da orientação sexual.
- Entrou na lei geral. Todo crime de agressão, seja verbal ou física, vai ter que responder um processo legal – afirmou o senador, segundo a Agência Senado.
O senador anunciou ainda que a votação do projeto poderá acontecer já na próxima quarta-feira (20), e frisou a inclusão de um parágrafo que tem por objetivo, segundo ele, “resguardar o respeito devido aos espaços religiosos”.
- Dentro dos cultos religiosos, temos que respeitar a livre opinião que tem cada um. Por exemplo, você não pode condenar alguém por, num templo religioso, ter dito que o casamento só deve ser entre homem e mulher. É uma opinião que tem que ser respeitada. – explicou, ressaltando que o objetivo da lei é “o combate ao ódio, à intolerância e à violência de um ser humano contra o outro”.
Através do Twitter, o deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP), tido como um dos maiores opositores ao texto inicial do projeto de lei, comentou o anúncio feito pelo senador e afirmou que o substitutivo deverá ser estudado novamente pela Câmara dos Deputados.
- Pelo que li o Senador Paim fez alterações no PL122 apresentando um substitutivo. O teor do substitutivo ainda não foi divulgado. Todavia o fato de haver um substitutivo e se ele for aprovado fará o PL 122 voltar a Câmara dos Deputados. Uma vez aqui estudaremos o PL. – afirmou o parlamentar, que alertou ainda para que o PT não vote o projeto “na surdina”, como fez anteriormente.
- Caso volte, espero q o PT não faça como fez antes, votar o PL 122 na surdina, em acordo de líderes sem anuência dos parlamentares. – completou Feliciano.

Leia na íntegra o texto do substitutivo:

EMENDA Nº – CDH (SUBSTITUTIVO)
PROJETO DE LEI DA CÂMARA Nº 122, de 2006
Altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o § 3º do art. 140 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para definir e punir os crimes de ódio e intolerância resultantes de discriminação ou preconceito.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º A ementa da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Define e pune os crimes de ódio e intolerância resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou condição de pessoa idosa ou com deficiência. (NR)”
Art. 2º Os arts. 1º, 3º, 4º, 8º e 20 da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passam a vigorar com a seguinte redação:
Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes de ódio e intolerância resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou condição de pessoa idosa ou com deficiência. (NR)”
Art. 3º ……………………………………………………………………………..
Parágrafo único. Incorre na mesma pena quem, por motivo de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou condição de pessoa idosa ou com deficiência, obstar a promoção funcional.
……………………………………………………………………………….” (NR)
Art. 4º ……………………………………………………………………………..
§ 1º Incorre na mesma pena quem, por motivo de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou condição de pessoa idosa ou com deficiência:
……………………………………………………………………………….. (NR)”
Art. 8º Impedir o acesso ou recusar atendimento em estabelecimentos comerciais ou locais abertos ao público
………………………………………………………………………………………….
Parágrafo único: Incide na mesma pena quem impedir ou restringir a manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, resguardado o respeito devido aos espaços religiosos. (NR)”
Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou o preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou condição de pessoa idosa ou com deficiência:
……………………………………………………………………………….. (NR)”
Art. 3º O § 3º do art. 140 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 140. ………………………………………………………………………….
§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou condição de pessoa idosa ou com deficiência:
…………………………………………………………………….. (NR)”
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Lições que ensinam os cristãos mais perseguidos do mundo


“Quando Deus for a única coisa que você tem, aprenderá que Deus é tudo que você precisa”.
por Jarbas Aragão

Lições que ensinam os cristãos mais perseguidos do mundoLições da Igreja Perseguida
Recentemente, o pastor Eric Foley, fundador da missão Seoul USA, ganhou espaço na mídia ao mostrar seu trabalho deevangelização com balões que levam Bíblias até a Coreia do Norte. Os relatos de 80 cristãos executados apenas por possuírem um exemplar da Bíblia em casa ajudaram a chamar atenção mais uma vez para a situação da igreja norte-coreana.
Chamada de subterrânea, pois sua existência é proibida pelo governo, seus membros não podem se identificar. Foley contou à revista World deste mês que ao conversar com membros da igreja em uma de suas viagens ele sempre aprende algo. Após perguntar a um desses cristãos como poderia orar por eles, a resposta foi inesperada. “Você quer interceder por nós? Nós é que oramos por você, pois… suas igrejas acreditam que os desafios da fé cristã são resolvidos com dinheiro, liberdade e política. Quando Deus for a única coisa que você tem, aprenderá que Deus é tudo que você precisa”.
Como existe uma política de tolerância zero para o cristianismo, os fieis norte-coreanos precisam sempre ter cuidado em falar sobre a sua fé em público. Muitos deles não revelam a sua crença nem aos seus cônjuges antes do casamento. Como os professores são treinados para extrair todo tipo de informações dos alunos, os pais não podem falar abertamente sobre Jesus com seus filhos em idade escolar.
Foley conta que muitas vezes os filhos de famílias cristãs sequer percebem que eles estão em uma reunião da igreja subterrânea. Por exemplo, um homem lhe contou que toda semana participava de uma reunião de família onde seu avô repetia sempre os mesmos conselhos para a vida. Somente anos depois ele descobriu que as palavras do avô eram uma versão dos Dez Mandamentos.
“Os cristãos norte-coreanos são muito cuidadosos em passar as histórias da Bíblia para os seus familiares e amigos. Muitas delas são recriadas para que não sejam reconhecidas como bíblicas, mas sem perder seu sentido original”, conta. Ele enfatiza que para cantar músicas de louvor ou fazer orações os cristãos não se reúnem em um local, mas fazem isso em tom baixo enquanto andam pelas ruas de cidade.
Desde o final da Segunda Guerra, com a divisão das Coreias, a do Norte ficou sob o regime comunista. Os cristãos que já eram minoria, passaram a ser severamente perseguidos. Como não podiam existir escolas bíblicas nem seminários, os líderes criaram uma maneira de discipular as pessoas usando quatro pilares fundamentais do Cristianismo. De maneira simples, estabeleceram que teologia seria ensinada pelo Credo dos Apóstolos; a oração através o Pai Nosso; ética através dos Dez Mandamentos, e adoração através da Ceia do Senhor. São esses elementos que mantiveram as igrejas subterrâneas norte-coreanas até hoje.
Sobre os terríveis campos de concentração para onde os cristãos são enviados, os membros da igreja disseram os veem como apenas mais um campo missionário. As autoridades norte-coreanas precisam separar os cristãos de outros prisioneiros porque ali eles podem compartilhar o evangelho sem se preocupar com as consequências. E ocorrem muitas conversões, o que preocupa as autoridades.
“A vida de fé norte-coreana é construída sobre a convicção quer serão sempre fieis para realizar a obra que Deus lhes deu, mesmo diante de todo tipo de oposição. Por isso, ficam surpresos e tristes quando escutam falar de países onde a fé é muito diferente da sua”, desabafa Foley.
A Seul EUA estima que existem aproximadamente 100 mil cristãos na Coreia do Norte, cerca de um terço deles em campos de concentração. Uma das ênfases da missão é treinar desertores norte-coreanos para que possam ser missionários para seu próprio povo assim que o país abrir novamente. Enquanto isso, usam programas de rádio para ajudar no discipulado dos irmãos que vivem ao norte da fronteira. Com informações Religion Today.
Fonte:gospelprime

Pregando Cristo a partir do decálogo

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por John M. Frame


Se toda a Escritura testifica de Cristo, a lei de Deus certamente não pode ser uma exceção. Conforme estudamos a lei no contexto do seminário, então, nada pode ser mais importante do que estudar seu testemunho de Cristo. Ministros do Evangelho precisam aprender como pregar Cristo a partir da lei.

De fato, a lei carrega testemunho de Cristo de diversas maneiras, algumas da quais eu devo discutir nos seguintes pontos.

1. O Decálogo apresenta a justiça de Cristo. Quando dizemos que Cristo foi o cordeiro perfeito de Deus e o exemplo perfeito de vida Cristã, estamos dizendo que ele obedeceu perfeitamente à lei de Deus. Ele nunca colocou nenhum deus antes de seu Pai. Ele nunca adorou ídolos ou tomou o nome de Deus em vão. Ao contrário dos fariseus, ele nunca violou a lei do Sabbath (Sábado). Assim, o decálogo nos diz como Jesus era. Ele nos mostra seu caráter perfeito.

2. O Decálogo mostra nossa necessidade de Cristo. A lei de Deus nos convence do pecado e nos leva a Jesus. Ela nos mostra que estamos separados de Cristo. Nós somos idólatras, blasfemos, quebradores do Sabbath (Sábado), e assim por diante.

3. O Decálogo mostra a justiça de Cristo. Nele somos santos. Deus nos vê em Cristo, como detentores da lei.

4. O Decálogo mostra como Deus quer que rendamos graças por Cristo. No decálogo, obediência segue a redenção. Deus diz a Seu povo que Ele lhes libertou do Egito. A lei não é algo que eles devem guardar para merecer redenção. Deus já os redimiu. Guardar a lei é uma maneira que eles agradecem a Deus pela salvação outorgada livremente.  Assim, a Confissão de Heidelberg expõe a lei sob a categoria de gratidão.

5. Cristo é a essência da Lei. Este ponto está relacionado com o primeiro, mas não é bem a mesma coisa. Aqui eu gostaria de dizer que Jesus não é apenas um guardador perfeito da lei (de acordo com sua humanidade), mas que de acordo com sua divindade ele é aquele a quem nós honramos e adoramos quando guardamos a lei;

(a) O primeiro mandamento nos ensina a adorar Jesus como o único e verdadeiro Senhor, Salvador e Mediador (Atos 4:12, 1 Tm 2:5)

(b) No segundo mandamento, Jesus é a imagem perfeita de Deus (Col 1:15, Heb 1:3). Nossa devoção a ele se opõe a adoração de qualquer outra imagem.

(c) No terceiro mandamento, Jesus é o nome de Deus, e todo joelho se dobrará diante desse nome (Fil 2:10-11; cp Is 45:23)

(d) No quarto mandamento, Jesus é o nosso descanso sabático. Em sua presença, nós cessamos nossos deveres e ouvimos sua voz. (Lucas 10:38-42)

(e) No quinto mandamento, nós honramos Jesus que nos trouxe como seus “filhos” (Heb 2:10) para a glória.

(f) No sexto mandamento, nós o honramos como a vida (João 10:10, 14:6; Gal 2:220; Col 3:4) Senhor da Vida (Atos 3:15, aquele que deu sua própria vida para que pudéssemos viver (Mc 10:45).

(g) No sétimo mandamento, nós o honramos como nosso noivo que se entregou para nos purificar, para nos tornar sua noiva pura e imaculada (Efésios 5:22-33). Nós o amamos como nenhum outro.

(h) No oitavo mandamento, nós honramos Jesus como nossa herança (Efésios 1:11) e como aquele que prove todas as necessidades para seu povo neste e mundo e no vindouro.

(i) No nono mandamento, nós o honramos como a verdade de Deus (João 1:17, 14:6), em quem todas as promessas de Deus são Sim e Amém (2 Cor 2:20)

(j) No décimo mandamento, nós o honramos como nossa suficiência completa (2 Cor 3:5, 12:9) para atender tanto nossas necessidades externas quantos renovar os desejos dos nossos corações.

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Dr. John Frame é professor de teologia sistemática e filosofia no Reformed Theological Seminary em Orlando, após ter servido por 31 anos como professor no Westminster Theological Seminary, Califórnia.

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Fonte: Frame & Poythress 
Tradução: Equipe Bereianos
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Milagre: Homem morre após ser esfaqueado no coração e depois ressuscita dizendo ter uma mensagem de Deus; Entenda


Milagre: Homem morre após ser esfaqueado no coração e depois ressuscita dizendo ter uma mensagem de Deus; Entenda
Javier com sua esposa e sua mãe (foto por Vanguardia)
Algo muito diferente aconteceu na vida (e na morte também) de um pai de família com três filhos para criar, o que levou ao próprio médico que o atendeu, surpreendido com o acontecido, a afirmar que ”isso é um milagre de Deus!”, segundo o site Acontecer Cristiano. A notícia está sendo destaque nos principais jornais da Colombia e em vários países latinos.
De acordo com o jornal Semana, no dia 18 de outubro em Corabastos, enquanto dirigia-se ao lado de sua esposa para o trabalho, uma mulher cujo “cabelo estava bagunçado, com o rosto manchado e aparência do mal” surgiu inesperadamente e esfaqueou o homem bem no coração.
Após algum tempo na emergência o coração de Javier Vanegas, 39 anos, parou de bater e mesmo após os protocolares 15 minutos de tentativas de ressuscitação, o colombiano não voltou a vida. Porém os médicos decidiram continuar tentando trazer o paciente de volta e permaneceram assim por três vezes mais tempo do que o normalmente praticado. Cerca de 45 minutos após a morte, os médicos já estava usando as próprias mãos diretamente no coração de Javier para bombear sangue ao seu cérebro, quando de repente o coração esfaqueado começou a bater sozinho.
O Dr. Juan Ernesto Oviedo, do Hospital de Kennedy, em Bogotá, comandou a operação e afirmou que no momento em que percebeu que o coração do homem havia voltado a bater sozinho disse a equipe que “não há o que dizer. Isso é um milagre”. 12 dias após o acontecido, o paciente já se prepara para ir para um quarto normal. Sua recuperação é rápida.

Uma mensagem de Deus

Hoje em dia Javier recebe visitas não só da família e da mãe, mas também de várias pessoas da imprensa que pedem para que ele conte sua história de vida (ou de morte) e o que viu do outro lado enquanto estava morto, já que o colombiano diz ter recebido uma mensagem de Deus.
Em entrevista ao El Tiempo, Javier afirma ter visto o céu e o inferno durante sua experiência post-mortem. No céu ele afirma ter visto “pessoas que oravam (…). Vi meus irmãos e irmãs já mortos. (…) Vi o pastor da minha igreja que morreu”, disse ele aos jornais El Tiempo e Vanguardia.
Já a visão do inferno não foi boa para o colombiano. “Haviam pecadores que oravam inutilmente para curar seus pecados” e completou “aquele lugar estava cheio de fogueiras e eu entendi que lá as pessoas pagam pelas coisas ruins que fizeram na terra”.
“Deus me trouxe de volta para entregar uma mensagem para a humanidade: a verdade é que sem fé não há vida e o mais importante, família”
Javier quer seguir a risca a mensagem. “Com esta experiência limparei meus pecados e terei uma nova oportunidade para pedir perdão pelas minhas falhas. (…) Eu me sinto como se estivesse renascendo”.
Por Renato Cavallera, para o Gospel+

Série Mês da Reforma – Eleição Incondicional – R. C. Sproul (9/12)


TeologiaReformada9

No mês de outubro é comemorado o aniversário da Reforma Protestante. Com isso, nós comemoraremos essa importante data postando uma série de 12 aulas, com R. C. Sproul, sobre Teologia Reformada. Hoje seguiremos a série com a nona aula, “Eleição Incondicional”:
Confira, também, o guia de estudos: Download do Guia de Estudos
Encontre o DVD aqui: DVD O que é Teologia Reformada?

Por R. C. Sproul. © 2013 Editora Fiel. Website: www.editorafiel.com.br e www.ministeriofiel.com.br. Original: Série Mês da Reforma – Eleição Incondicional – R. C. Sproul (9/12) de R. C. Sproul

Sola Scriptura - João Calvino

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Por João Calvino

Para que alguém possa chegar a Deus, o Criador, 
é necessário que tenha a Escritura por guia e mestra.


O verdadeiro conhecimento de Deus está na Bíblia

Portanto, se bem que o fulgor que se projeta aos olhos de todos, no céu e na terra, retire totalmente toda base para a ingratidão dos homens - e ainda que Deus, para envolver o gênero humano na mesma culpa, mostre a todos esboçada nas criaturas, sua Divina Majestade -, é necessário, contudo, além disso, acrescentar outro recurso melhor, que nos dirija retamente ao próprio Criador do universo. Por isso, não foi em vão que Deus acrescentou a luz de Sua Palavra para fazer-Se conhecido para a salvação do homem. E considerou dignos deste privilégio a todos aqueles aos quais quis trazer, para perto de Si, mais aproximada e intimamente.

Ora, porque Deus via a mente de todos ser arrastada, de um lado para outro, por constante e imutável agitação - depois de escolher os judeus para Si, como povo especial -, cercou-os por todos os lados, para que não se extraviassem com os demais povos. E não é em vão que ele nos mantém, por meio do mesmo remédio, no puro conhecimento de Si próprio, porque, de outra forma, se desfariam bem rapidamente até mesmo os que parecem mais firmes do que os outros. É exatamente como acontece com pessoas idosas ou enfermas dos olhos, e a todos quantos sofre de visão embaraçada: se pusermos diante delas até mesmo um volume vistoso, ainda que reconheçam estar ali algo escrito, mal poderão, contudo, ajuntar duas palavras. Ajudadas, porém, com o auxílio de óculos, essas pessoas começarão a ler de maneira eficiente. Assim a Escritura, reunindo na nossa mente, o conhecimento de Deus - que, de outro modo, seria confuso fazendo desaparecer a escuridão -, mostra-nos, com clareza transparente, o Deus Verdadeiro.

Constitui, pois uma dádiva singular o fato de Deus - para instruir a igreja -, servir-Se não apenas de mestres mudos, mas, ainda, abrir sua boca sacrossanta para não simplesmente proclamar que se deve adorar a Deus, mas também, ao mesmo tempo, declarar que Ele é esse Deus a quem devemos adorar. E não ensina Ele meramente aos eleitos que devem obedecer a Deus, mas mostra-Se como Aquele a Quem eles devem obedecer. Este modo de agir Deus tem mantido para com sua igreja, desde o princípio, de modo que, afora essas evidências comuns, Ele aplicasse também a palavra que é a marca direta e segura para reconhecê-LO.

Nem é para se duvidar de que Adão, Noé, Abraão e os demais patriarcas - em função deste recurso - tenham conseguido mais íntimo conhecimento de Deus, fato que, de certo modo, os destingue dos incrédulos. Não estou falando ainda da doutrina da fé, pela qual eles haviam sido iluminados para a esperança da vida eterna. Ora, para que pudessem eles passar, da morte para a vida, foi necessário que eles conhecessem a Deus não apenas como Criador, mas também como Redentor, pois eles chegaram a conhecer a Deus desses dois modos, seguramente, através da Palavra.

Ora, pela ordem, veio primeiro aquela modalidade de conhecimento mediante o qual lhes foi dado compreender quem é Deus, por meio de Quem o mundo foi criado e é governado. Em seguida, acrescentou-se, depois, a outra modalidade de conhecimento, interior, porque só esse conhecimento vivifica as almas mortas e só por ele se conhece a Deus não apenas como Criador do universo, Autor e Árbitro único de todas as coisas que existem, mas também na Pessoa do Mediador, como Redentor. Contudo, porque não tratei ainda da queda do mundo e da corrupção da natureza, não apresento ainda, aqui, o remédio.

Devem lembrar-se, portanto, os leitores de que não farei ainda considerações a respeito do pacto, mediante o qual Deus adotou, para Si, os filhos de Abraão, mas tratarei ainda daquela parte da doutrina pela qual os fiéis sempre foram apropriadamente separados das pessoas profanas, por aquela doutrina se fundamenta em Cristo (e, por isso, deve ser abordada na seção Cristológica); Agora, entretanto, só focalizarei como se deve aprender, da Escritura, que Deus como Criador, se distingue - por meio de marcas seguras - de toda a inventada multidão de deuses. Oportunamente depois, a própria seqüência dos fatos conduzirá ao estudo da redenção. Embora devamos derivar muitos testemunhos do Novo Testamento, e outros testemunhos da lei e dos profetas - onde se faz clara referência a Cristo -, sabemos que todos estes testemunhos visam mostrar que Deus, o Artífice do universo, se torna patente na Escritura e nela também se ensina o que devemos pensar a respeito de Deus, para que não busquemos, por caminhos tortuosos, alguma divindade incerta.

A Bíblia é a Palavra de Deus escrita

Quer Deus Se tenha feito conhecido, aos patriarcas, através de visões ou oráculos, quer tenha dado a conhecer - mediante a obra e ministério de homens -, aquilo que, depois, transmitiria a pósteros pelas próprias mãos, está fora de dúvida que Deus gravou, no coração deles, a firme certeza da doutrina, de modo que fossem convencidos de que procedia de Deus o que haviam aprendido. Por isso Deus, pela Sua Palavra, tornou a fé segura para sempre, fazendo-a superior a toda mera opinião. Finalmente para que em perpétua continuidade de doutrina, a verdade permanecesse no mundo, sobrevivendo a todos os séculos, quis Deus que esses mesmos oráculos - que deixou em depósito com os Patriarcas -, fossem registrados como em públicos instrumentos. Com este propósito foi promulgada a Lei, à qual se acrescentaram, depois, como intérpretes, os Profetas.

Ora, se bem que foi múltiplo o uso da lei - como se verá no lugar mais adequado -, na verdade, foi dada especialmente a Moisés e a todos os profetas (a responsabilidade de) ensinar o modo de reconciliação entre Deus e os homens, fato que levou Paulo a dizer que Cristo é o fim da Lei (Rm.10:4). Contudo, torno a afirmar que, além da apropriada doutrina da fé e do arrependimento - que apresenta Cristo como Mediador -, a Escritura adorna, com sinais e marcas inconfundíveis, o Deus Único e Verdadeiro como Criador e Governador do mundo, para que Ele não seja confundido com a espúria multidão de deuses.

Portanto, por mais que ao homem sério convenha levar em conta as obras de Deus - um vez que foi ele colocado no belíssimo teatro do mundo para ser espectador da obra divina -, contudo, para ele poder aproveitá-la melhor, precisa dar ouvido à Palavra. Por isso, não é de admirar que os que nasceram nas trevas endureçam, mais e mais, a sua sensibilidade, visto que muito poucos se submetem docilmente à Palavra de Deus, de maneira a respeitar os seus limites; ao contrário, antes se gloriam em sua presunção.

Mas, para que a verdadeira religião resplandeça em nós, é preciso que ela seja o ponto de partida da doutrina celeste, pois não pode provar se quer o mais leve gosto da reta e sã doutrina, senão aquele que se tornar discípulo da Escritura. Pois o princípio do verdadeiro entendimento vem do fato de abraçar-mos, reverentemente, o Deus testifica de Si mesmo na Escritura. Da obediência à Palavra de Deus nascem não somente a fé consumada e completa, em todos os seus aspectos, mas também todo reto conhecimento de Deus. E neste aspecto, fora de toda dúvida, Deus, com singular providência, levou em conta os mortais em todos os tempos.


A Bíblia é o único escudo que nos protege do erro

De fato, se refletirmos quão acentuado é a tendência da mente humana para esquecer a Deus, quão grande é a inclinação dos homens para com toda espécie de erro e quão pronunciado é o gosto deles para forjar, a cada instante, novas fantasiosas religiões, poderemos perceber como foi necessário a autenticação escrita da doutrina celeste, para que ela não desaparecesse pelo esquecimento, nem se desfizesse pelo erro, nem fosse corrompida pela petulância dos homens.

Deste modo, como está sobejamente demonstrado, Deus providenciou o auxilio de Sua Palavra para todos aqueles aquém quis instruir de maneira eficaz, pois sabia ser insuficiente a impressão de Sua Imagem na estrutura do universo. Portanto, se desejamos, com seriedade, contemplar a Deus de forma genuína, precisamos trilhar a reta vereda indicada na Sua Palavra.

Importa irmos à Palavra na qual, de modo vivo e real, Deus Se apresenta a nós em função de Suas obras, ao mesmo tempo em que essas mesmas obras são apreciadas, não sendo o nosso julgamento corrompido, mas de acordo com a norma da verdade eterna. Se nos desviarmos da Palavra, como ainda há pouco frisei, mesmo que nos esforcemos com grande empenho - pelo fato de a corrida ser fora da pista - jamais conseguiremos atingir a meta. Devemos pensar que o esplendor da face divina, que até mesmo o Apóstolo Paulo reconhece ser inacessível (I Tm.6:16), é para nós um labirinto emaranhado, no qual só podemos entrar se, através dele, formos guiados pelo fio da Palavra. Por isso, é preferível andar mancando, ao longo deste caminho a correr velozmente fora dele!

É por isso que, não poucas vezes, nos Salmos 93, 96, 97 e outros, ensinando que devemos tirar do mundo as superstições, para que floresça a religião pura, Davi representa a Deus como Aquele que reina, dando a entender, pelo termo reinar, não o poder de que Deus está investido e que exerce no governo universal da natureza, mas significando a doutrina pela qual reivindica, para Si, a legítima soberania, visto que jamais se pode arrancar os erros do coração humano, enquanto nele não se implantar o verdadeiro conhecimento de Deus.

A revelação da Bíblia é superior a revelação da criação

Por isso, onde o mesmo profeta afirma que os céus proclamam a glória de Deus, que o firmamento anuncia as obras das Suas mãos e que a regular seqüência dos dias e das noites apregoa a Sua majestade (Sl19:1-2), em seguida faz menção de Sua Palavra: "A Lei do Senhor" diz ele, "é perfeita e restaura as almas; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos simples; os mandamentos do Senhor são retos e alegram o coração; o preceito do Senhor é puro e ilumina os olhos" (Sl19:7-8). Ora, ainda que faça referência a outros usos da Lei, assinala ele, contudo, de modo geral, que Deus ainda que em vão convide a Si todos os povos, pela contemplação de Suas obras, oferece a Escritura como a única escola de Seus filhos.

Idêntica é a maneira como o Profeta fala no Sl.29, porque, depois de discursar a respeito da terrível voz de Deus - que sacode a terra com trovões, ventanias, chuvas, furacões e tempestades, fazendo tremer as montanhas e despedaçando os cedros - acrescenta, ao final, que no santuário de Deus se cantam louvores, visto que os incrédulos são surdos a todas as vozes de Deus, que ressoam nos ares! Da mesma maneira conclui ele outro Salmo, onde descreve as espantosas ondas do mar: "Confirmados foram os Teus testemunhos; a santidade é, para sempre, a formosura do Teu templo"(Sl.93:5). Daí vem também o que Cristo disse à mulher samaritana (Jo.4:22): que a gente dela e os outros povos adoravam o que desconheciam; que só os judeus prestavam culto ao Deus verdadeiro!

Ora, já que a mente humana, por causa da sua estupidez, não pode chegar até Deus, a menos que seja guiada e sustentada por Sua Sagrada Palavra, com exceção dos judeus (que eram guiados pela Palavra) todos os mortais - pelo fato de buscarem a Deus sem a Palavra -, tiveram de vagar na estultice e no erro!

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Fonte: As Institutas da Religião Cristã - Livro I, Capítulo 6.
Via: Monergismo
Via Bereianos

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Igrejas arrecadam mais de 20 bilhões por ano, diz jornal


O valor é a soma da arrecadação de templos católicos e evangélicos de acordo com dados da RF
por Leiliane Roberta Lopes

Igrejas arrecadam mais de 20 bilhões por ano, diz jornalIgrejas arrecadam mais de 20 bilhões por ano, diz jornal
De acordo com dados da Receita Federal, informados através da Lei de Acesso à Informação, as igrejas católica e evangélica arrecadam juntas R$20,6 bilhões em 2011.
São R$39,1 milhão arrecadado por dia, como mostra o jornal “O Diário de São Paulo” que entrevistou membros da Igreja Sara Nossa Terra que são fiéis ao dízimo.
A igreja liderada pelo bispo Robson Rodovalho foi escolhida pela reportagem por ser a denominação com maior número de fiéis com ensino superior. A informação contesta a crença popular de que apenas as pessoas sem instrução aceitam doar 10% de seus ganhos para financiar os trabalhos das igrejas.
Entre os entrevistados pela reportagem está o médico Romeu Nunes que afirma que entregar o dízimo “dá resultado”. “Posso dizer que prosperei e aumentei meu patrimônio em pelo menos seis vezes depois que passei a contribuir com a igreja”, testemunha.
A juíza do trabalho Vanessa de Almeida Vignoli também frequenta a Sara Nossa Terra e aceitou comentar sobre a prática de dizimar. “Faço essa doação até como proteção da minha vida financeira.”
Formada em Direito, Vanessa diz que foi através do dízimo que conseguiu fazer mestrado e passar no concurso público para o cargo de juíza. “Depois que entrei na igreja, consegui passar no mestrado da USP, na primeira fase do concurso para juíza do trabalho e trabalhei nos melhores escritórios.”
Até mesmo que não trabalha na área de formação consegue contar uma benção alcançada pela fidelidade do dízimo. O empresário Carlos Eduardo Caporal, formado em odontologia, afirma que a fé e o dízimo fez com que ele superasse as dificuldades financeiras.
“Fiquei viúvo, com duas filhas e dificuldades financeiras. Quem me ajudou em todos os sentidos foi a igreja. Naquele momento, entendi a importância do dizimo e nunca mais deixei de contribuir”, afirmou.
Dos 20,6 bilhões de reais arrecadados em 2011, R$10,8 bilhões vieram de ofertas (chamadas de doações voluntárias), R$3,47 bilhões do dízimo, R$3 bilhões pela venda de bens e serviços e R$ 460 milhões de rendimentos em ações e aplicações.
Ao contrário de alguns países da Europa, no Brasil o Estado não patrocina instituições religiosas. Todos os recursos para sustentar os templos vêm de doação dos fiéis. Porém as igrejas são isentas de pagar alguns impostos.
Fonte:gospelprime

Sobre o número 666 de Apocalipse

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Por Gregory K. Beale 


"Além disso, em outros lugares, João sempre usa 'arithmós ('número') como linguagem figurada para uma multidão incontável (5.11; 7.4,9 [o verbo cognato]; 9.16 [duas ocorrências]; 20.. Em tais casos o número não pode ser calculado. É provável que 'o número 666' não seja exceção quanto ao uso figurado que João faz dos números. O número sete se refere à completude e é repetido ao longo do livro. Mas o 666 aparece apenas aqui. Isso sugere que o triplo seis se destina a estabelecer um contraste com o divino sete ao longo do livro e significa incompletude e imperfeição. Além disso, se o número dos santos, 144.000, no próximo verso tem a função figurativa de significar o número completo do povo de Deus (veja 14.1), então o contraste intencional com 666 no verso precedente se referiria à besta e ao seu povo como inerentemente incompletos [...]

Essa ideia do 'seis' também está presente no sexto selo, na sexta trombeta e na sexta taça, que descrevem o julgamento dos seguidores da besta. O sétimo em cada série representa o reino consumado de Cristo. Cada série está incompleta sem o sétimo [...] A tripla repetição do seis implica a intensificação da incompletude e da insuficiência que se encontram na besta mais do que em qualquer outro dentre a humanidade caída. Na Bíblia, o número três significa plenitude, como, por exemplo, na plenitude da Divindade, em Apocalipse 1.4-5, que é imitada pelo dragão, pela besta e pelo falso profeta, aqui no capítulo 13 (e em 16.13). Portanto, o seis repetido três vezes indica a plenitude da pecaminosa incompletude encontrada na besta. A besta simboliza imperfeição, enquanto parece alcançar a divina perfeição. Os três seis são uma paródia da divina trindade de três setes. Isso quer dizer que, embora a besta tente imitar Deus, Cristo e o profético Espírito da verdade (cf. 19.10), ela fracassa vergonhosamente. Ela não consegue completar sua tentativa de espelhar Deus e exaltar a si mesma acima de Deus. Algumas vezes o 'sete' é apropriadamente aplicado ao diabo ou à besta para enfatizar sua profunda natureza má, severa perseguição e o reino universal de opressão (por exemplo, 12.3; 13.1; 17.3,9-11). Seis são usados em vez de setes em 13.18 por causa da repetida ênfase nos versos 3-14 na besta como um Cristo falso ou um profeta falso".


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Fonte: G. K. Beale. The New International Greek Testament Commentary: The Book of Revelation. Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1999. pp. 721-722.
Tradução: Rev. Alan Rennê Alexandrino Lima, via Facebook.
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