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sábado, 9 de novembro de 2013

Sola Scriptura tem base bíblica?

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Por Rev. Augustus Nicodemus Lopes


Se quisermos achar um evento que sirva como marco histórico para a origem do famoso conceito reformado de Sola Scriptura (“Somente a Escritura”), a resposta de Lutero na Dieta de Worms (1521) imediatamente vem à mente. Ao ser perguntado, pela segunda vez, se iria se retratar de suas posições expressas nas 95 teses, ele respondeu: “A menos que eu seja convencido pelas Escrituras e pela razão pura e já que não aceito a autoridade do papa e dos concílios, pois eles se contradizem mutuamente, minha consciência é cativa da Palavra de Deus. Eu não posso e não vou me retratar de nada, pois não é seguro nem certo ir contra a consciência. Deus me ajude. Amém.” Em outras palavras, Lutero só aceitaria o que pudesse ser provado pelas Escrituras: “sola Scriptura”. Aceitando somente a Escritura, Lutero deduziu que a salvação era somente pela graça (sola gratia), somente pela fé (sola fide) na pessoa e obra de Cristo (solus Christus), redundando em glória somente a Deus (soli Deo gloria), divergindo, assim, do que era ensinado na sua época e que era baseado na tradição, bulas e declarações de concílios. Como a venda de indulgências, por exemplo. Em outras palavras, o conceito de sola Scriptura é fundamental para o edifício da teologia da Reforma.

Mas, esclareçamos. Como cristão reformado, quando eu uso a expressão Sola Scriptura não estou negando que a Palavra de Deus, a princípio, foi transmitida oralmente, antes de ser escriturada. Também não estou negando que Deus se revelou à humanidade na natureza, por meio das coisas criadas (revelação geral, embora não salvífica) e nem estou reduzindo a atividade do Espírito Santo nos crentes ao momento de leitura da Bíblia. Nem nego a necessidade de pastores, mestres e evangelistas. Eu também não estou dizendo que a Bíblia é sempre clara em todas as suas partes e menos ainda que ela é exaustiva.

Quando os cristãos reformados declaram Sola Scriptura! eles estão dizendo fundamentalmente que a palavra que Deus falou através dos profetas e dos apóstolos, na qual Ele se revelou e revelou sua vontade para seu povo, se encontra agora somente nas Escrituras Sagradas, e que esta revelação escrita é suficientemente clara em matérias pertinentes à salvação e santificação do povo de Deus.

Em outras palavras, Sola Scriptura significa que a única regra de fé e prática para os cristãos são as Escrituras Sagradas do Antigo e do Novo Testamento, pela simples razão de que elas, e somente elas, são inspiradas por Deus. A tradição oral, os pronunciamentos dos concílios e líderes religiosos e as opiniões de teólogos não são. Eles podem ser úteis em nossa compreensão das Escrituras e das origens do Cristianismo, bem como nas aplicações de seus princípios às questões de nossos dias, quando não contradizem as Escrituras. Contudo, nenhum deles é a base e o fundamento para minha fé e as minhas práticas. Assim, eu não tenho nenhum problema em aceitar uma tradição oral desde que se possa demonstrar que ela tem origem no ensino dos apóstolos. Da mesma forma, aceito os ensinos dos Pais da Igreja que comprovadamente estão de acordo com os escritos do Novo Testamento.

É claro que não vamos encontrar o slogan Sola Scriptura na Bíblia, pelo menos não como uma frase ou declaração. Mas existem evidências claras o suficiente para aceitarmos que, ao dizer que sua consciência estava cativa somente à palavra de Deus, Lutero estava expressando um princípio amplamente exposto nas Escrituras. Acredito que os textos abaixo deixam claro que já há nas próprias Escrituras uma compreensão de que elas são inspiradas por Deus e que nelas Deus fala de maneira autoritativa e suficiente para seu povo:

Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim” (Jo 5.24).

Na verdade, fez Jesus diante dos discípulos muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.30-31).

Nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (2Pe 1.20-21).

Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tm 3.14-17).

Ora, disse o SENHOR a Abrão: ... em ti serão benditas todas as famílias da terra (Gn 12.1-3) - Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos” (Gn 12.1-3 com Gl 3.8) – para Paulo, a Escritura era o próprio Deus falando.

Ouvindo isto, unânimes, levantaram a voz a Deus e disseram: Tu, Soberano Senhor, que fizeste o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há; que disseste por intermédio do Espírito Santo, por boca de Davi, nosso pai, teu servo: ‘Por que se enfureceram os gentios, e os povos imaginaram coisas vãs?’” (At 4.24-25 citando Salmo 2.1).

E, que Deus o ressuscitou dentre os mortos para que jamais voltasse à corrupção, desta maneira o disse: E cumprirei a vosso favor as santas e fiéis promessas feitas a Davi. Por isso, também diz em outro Salmo: Não permitirás que o teu Santo veja corrupção” (At 13.34-35, Paulo citando o Salmo 16.10).

Pois a Escritura declara: Não amordaces o boi, quando pisa o trigo. E ainda: O trabalhador é digno do seu salário” (1Tm 5.18, em que Paulo coloca um dito de Jesus [Lc 10.7] no mesmo nível das Escrituras do Antigo Testamento).

Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo. E, se alguém o ignorar, será ignorado” (1Co 14.37-38).

Dessarte, quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o seu Espírito Santo” (1Ts 4.8, Paulo se referindo ao seu ensino sobre santificação).

Caso alguém não preste obediência à nossa palavra dada por esta epístola, notai- o; nem vos associeis com ele, para que fique envergonhado” (2Ts 3.14).

Tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles” (2Pe 3.15-16, Pedro colocando os escritos de Paulo ao nível de Escritura).

A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos. O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos” (SL 19.7-9).

Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos” (SL 119.105 – ver todo o Salmo 119).

Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Is 8.19-20).

Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mt 24.35).

Se ele chamou deuses àqueles a quem foi dirigida a palavra de Deus, e a Escritura não pode falhar” (Jo 10.35).

Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15.4).

Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” (Hb 4.12).

Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro” (Ap. 22.18-19).

Há outras, mas estas bastam para mostrar que: (1) há uma clara consciência do conceito de Escritura como sendo o meio pelo qual Deus fala; (2) as Escrituras são consideradas, portanto, como a autoridade final nas coisas concernentes a Deus e nossa relação com ele e com os outros; (3) que nenhuma outra fonte de autoridade pode ser colocada ao lado das Escrituras.

É em passagens assim que os cristãos reformados se baseiam para dizer que é somente nas Escrituras que Deus nos fala de maneira autoritativa e final. E portanto, nossa consciência está cativa somente a elas. Enfim, Sola Scriptura.

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Assembleia de Deus é a denominação que mais cresce nos EUA


Cerca de 10% das congregações estão em rankings de crescimento nos EUA
por Jarbas Aragão

Assembleia de Deus é a denominação que mais cresce nos EUAAssembleia de Deus é a denominação que mais cresce
Apaixonados por estatísticas, os norte-americanos também estabeleceram diferentes tipos de rankings para medir o tamanho de suas igrejas. Embora o objetivo não seja de competição, mas de acompanhamento, os dados de 2013 surpreendem.
A LifeWay Research, em cooperação com a revista Outreach publicou este mês a lista das 100 maiores igrejas dos Estados Unidos e as 100 igrejas que mais cresceram desde o ano passado.
O resultado do estudo mostra que a Assembleia de Deus é a denominação que cresce mais rápido. Embora o ranking seja focado apenas nos EUA, teve grande repercussão no segmento evangélico. O motivo é o recente debate teológico sobre as colocações do influente pastor Jhon MacArthur Junior, que classificou o movimento pentecostal de “heresia”.
O pastor George O. Wood, que lidera uma associação das Assembleias de Deus de todo o mundo,assinou uma carta-aberta como resposta a isso no final do mês passado.
“Reconheço que desde o século passado surgiram aberrações isoladas no comportamento e na doutrina dos que se identificam como pentecostais ou renovados. Mas o movimento como um todo provou ser uma força vital na evangelização mundial, o cumprimento da promessa que Jesus fez aos seus discípulos em Atos 1:8. Em nome dos 66 milhões de adeptos e mais de 360 mil igrejas da Assembleia de Deus em todo o mundo, agradeço a Deus que a fé e a vida da igreja de Atos 2 ainda estão sendo seguidas e vividas até hoje”.
Agora, com a lista da Outreach na mão, ele pode mostrar que cerca de 10% das igrejas presentes ali são Assembleia de Deus.  A Primeira Assembleia de Deus de Phoenix, no Arizona, com 21 mil membros está entre as dez maiores do país.
“Quando eu olho para a lista das igrejas que mais crescem, é emocionante ver as AD crescendo rapidamente em todo o país”, comemora o pastor Wood. “Mas quando vejo que essas igrejas não estão apenas crescendo em tamanho, mas se multiplicando através do discipulado, sendo as mãos e os pés de Cristo em suas comunidades… é isso o que realmente importa”.
Entre as diferentes “surpresas” da lista mais recente preparada pelo Instituto Lifeway, está, por exemplo o crescimento da International Christian Center. Foram quase 30% novos membros no último ano e o que motivou isso foi o Furacão Sandy, que atingiu a região do Estado de Nova York em outubro de 2012.
Ronald Squibb, pastor responsável pela International, explica: “Em meio à tragédia e a adversidade, Deus tem usado essa situação para nos mostrar favor. Não ficamos esperando que as pessoas viessem à igreja. Investimos em nossa comunidade, procuramos servir nossa comunidade”.
De acordo com Ed Stetzer, presidente da LifeWay, as igrejas que tiveram crescimento mais rápido que a média tinham um elemento em comum: o sacrifício. “Essas igrejas estão fazendo um grande empenho para se multiplicar. Esse compromisso com a multiplicação muitas vezes cria a necessidade do sacrifício. O sacrifício é inerente à experiência de cada cristão crescendo espiritualmente enquanto sua igreja cresce em número”.
Na lista das 5 maiores igrejas dos EUA nenhuma grande mudança em relação a 2012. Igrejas lideradas por pastores conhecidos no Brasil por seus livros, como Joel Osteen, Bill Hybels e Rick Warren, continuam entre as 10 primeiras. A surpresa realmente foi a Primeira AD de Phoenix, que está prestes a completar 90 anos, sendo a segunda mais antiga do ranking.
tabela igrejas eua Assembleia de Deus é a denominação que mais cresce nos EUA

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Livros com heresias são maldição para o povo, diz Hernandes Dias Lopes


O reverendo presbiteriano já lançou mais de 100 livros entre título para famílias, devocionais e lideranças
por Leiliane Roberta Lopes

Livros com heresias são maldição para o povo, diz Hernandes Dias LopesLivros com heresias são maldição para o povo, diz Hernandes Dias Lopes
O pastor Hernandes Dias Lopes é conhecido não apenas por ser um dos principais conferencistas do Brasil, mas por ser um autor de grandes títulos.
Em seu currículo consta mais de 100 obras publicadas, livros que permeiam por diversos segmentos da literatura cristã, como devocionais, livros de liderança, para famílias e outros.
“Cada livro, com sua mensagem peculiar, alcança um público particular e específico”, disse o reverendo presbiteriano em entrevista para a revista Cristianismo Hoje.
Entusiasta quanto a literatura evangélica, Dias Lopes se mostra preocupado apenas com a qualidade dos ensinamentos passado nos livros cristãos. “As editoras precisam ter compromisso com a verdade mais do que com o lucro. Um livro que explode no mercado, mas leva uma mensagem eivada de heresias, é uma maldição para o povo. Traz morte, e não vida.”
Em sua visão, enquanto o mercado nacional cresce, aumenta também a quantidade de livros de conteúdo vazio, sendo que muitos deles distorcem a Palavra de Deus. “Há muita literatura evangélica vazia de conteúdo em nossos dias e muita distorção da Palavra de Deus. Há morte na panela. Não raro, vemos púlpitos se transformando em balcão e o Evangelho sendo oferecido como produto para crentes consumidores”, diz.
Seus livros estão sempre de acordo com a verdade bíblica, essa seria a verdadeira motivação dos autores, tanto nacionais como internacionais. “Precisamos erguer nossa voz do alto da montanha e conclamar o povo de Deus a uma volta para a Palavra – e não há meio mais relevante de fazer isso do que através da página impressa.” Com informações Cristianismo Hoje.
Fonte:gospelprime

É pecado fazer sexo anal?

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Por Filipe Machado


O cristão é que alguém que busca, pela graça e misericórdia de Deus, fazer somente o que está determinado na Escritura. Este princípio é firmemente estabelecido em Dt 12.32: "Tudo o que eu te ordeno, observarás para fazer; nada lhe acrescentarás nem diminuirás". Isto significa dizer que todas as coisas não ordenadas, são proibidas. Para ilustrar, a Bíblia nos diz que "a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus" (Rm 10.17) e que este ouvir vem somente mediante a pregação, afinal, "Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?"(Rm 10.14). Assim, significa dizer que para levar o evangelho, é preciso somente pregar a Palavra, sendo um grave pecado a substituir por algum filme, acrescentar ("nada lhe acrescentarás") ou diminuir ("nem diminuirás") a pregação, a trocando por algum teatro ou fazendo alguma dança no palco antes ou após a pregação (leia aqui sobre este tema). A ordem é pregar e tudo que for menos ou mais que isso é pecado.

Existem quatro formas de aprendermos lendo a Bíblia: A primeira é mediante uma ordem de Deus para se fazer alguma coisa, como no quarto mandamento:"Lembra-te do dia do sábado, para o santificar" (Êx 20.8). A segunda é quando o Senhor determina algo que não deve ser feito, como no primeiro mandamento:"Não terás outros deuses diante de mim" (Êx 20.3). A terceira é quando lemos um exemplo positivo e que é louvado, de maneira a aprendermos que as atitudes tomadas foram boas, ainda que não houvesse um mandamento literal para se fazer aquilo: "Enviamos, portanto, Judas e Silas, os quais por palavra vos anunciarão também as mesmas coisas. Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias" (At 15.27-28). A quarta é quando existe um exemplo negativo na Escritura e dele aprendemos a não repetir o erro: "Haveria coisa alguma difícil ao SENHOR? Ao tempo determinado tornarei a ti por este tempo da vida, e Sara terá um filho. E Sara negou, dizendo: Não me ri; porquanto temeu. E ele disse: Não digas isso, porque te riste" (Gn 18.14-15).

Todas estas quatro maneiras que o Senhor usa para nos ensinar, invariavelmente estarão em conformidade com os dez mandamentos, pois uma vez que estes são a expressão moral de Deus, isto é, revelam quem é Deus e o que requer, toda a Escritura deve ser interpretada de maneira a não haver contradições entre a Palavra de Deus, afinal, contradições são duas verdades opostas e isto significa que alguma destas verdades é falsa, o que seria dizer que Deus mente, contrariando o versículo afirmativo que "Deus não é homem, para que minta" (Nm 23.19).

Mas o que tudo isso tem a ver com ser ou não pecado realizar atos sexuais? A resposta é que a Bíblia tem a resposta. Isto mesmo: a Bíblia, por ser a Palavra de Deus e possuir em sua estrutura diversas formas de nos ensinar, não nos deixa órfãos do conhecimento. Ainda mais: a Escritura não prescreve um padrão relativo com relação a este tema, e sim nos dá um firme, justo e pleno dizer sobre como devemos proceder.

Para entendermos corretamente, precisamos analisar dois pontos: a Lei de Deus e como Ele se revela aos homens.

1. A Lei de Deus

O apóstolo assim escreveu aos irmãos em Roma: "a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom" (Rm 7.12). Todo o Salmo 119, por exemplo, fala exaustivamente sobre a Lei de Deus, a ponto de lermos a expressão do salmista: "Oh! quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia [...] Odeio os pensamentos vãos, mas amo a tua lei [...] Abomino e odeio a mentira; mas amo a tua lei" (Sl 119.97, 113, 163). Tamanha é a necessidade de compreendermos a Lei do Senhor que nos diz o apóstolo João: "Todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei; de fato, o pecado é a transgressão da Lei" (1Jo 3.4 - NVI).

Os teólogos dividem a Lei de Deus em cerimonial (leis de purificação, aspersão de sangue, sacerdócios...), civil (leis sobre o patrimônio público, acerca da propriedade privada, assaltos, mortes inevitáveis...) e moral (os dez mandamentos). Todavia, convém lembrar que esta é uma divisão de cunho pedagógico, pois quando lemos a narrativa de Moisés no monte Sinai, não encontramos o Senhor dividindo Sua Lei - Ele a deu por inteiro, significando que a Lei é una, não havendo razão para se dizer que determinada lei não é mais válida simplesmente porque era cerimonial, por exemplo. Evidente que as leis cerimoniais foram completadas em Cristo Jesus, mas ainda permanece a ordenança para os cristãos oferecem incenso, porque o incenso não é mais físico, e sim espiritual, como diz o salmista: "Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e as minhas mãos levantadas sejam como o sacrifício da tarde"(Sl 141.2); também em Apocalipse: "E da mão do anjo subiu diante de Deus a fumaça do incenso juntamente com as orações dos santos" (Ap 8.4).

Portanto, a Lei de Deus é necessária para nossas vidas, a fim de sermos firmemente guiados por Sua palavra e vontade.

2. Como Ele se revela aos homens

Tendo uma vez Deus fornecido Sua Lei para os homens, é necessário entender que a Lei de Deus não está somente em livros como Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. A Lei de Deus é Sua própria Bíblia. Paulo expressa esse entendimento ao amado Timóteo: "Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra"(2Tm 3.16-17). Não temos "partes melhores" na Escritura ou "partes inferiores", pois "Toda a Escritura é inspirada por Deus".

Sendo isto verdade, significa dizer que nos primórdios da criação a Lei de Deus já era vigente, pois não a temos registrada sem motivo. Olhemos o que disse Deus para Adão e Eva: "E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra" (Gn 1.27-28 - grifo meu). Três coisas nos são ensinadas nestes versículos: homem e mulheres foram abençoados pelo Senhor, de maneira que não haveriam de ser alvos da ira de Deus, e sim de Sua graça; o primeiro casal deveria se multiplicar e para isso foi dotado de capacidade mediante e bênção de Deus; eles deveriam exercer domínio sobre toda a criação de Deus. Foquemo-nos no segundo elemento.

Frutificar e multiplicar não são facultativos ao casamento - é uma ordem bíblica. Noutro lugar já escrevi mais detidamente sobre isso (clique aqui), de modo que se compreende ser uma negação da Palavra o evitar ter filhos. Sim, amado leitor, isto pode soar muito forte a você e aqui deixo registrada minha compaixão, porque também a mim soou demasiadamente severo quando da primeira vez que conheci esta doutrina; entretanto, fixemos nossas mentes no ideal cristão: "Mais importa obedecer a Deus do que aos homens" (At 5.29).

Tendo o Senhor ordenado a multiplicação, isso não significa que o casamento deve ser isento de prazer. O prazer do casamento não está somente no ato sexual, e sim que este é prazeroso na medida em que é feito segundo a ordem bíblica (leia o link acima, para melhor entendimento). Isto se traduz em dizer que o prazer do sexo deve estar na conformidade como Deus ordenou que ele acontecesse, e não segundo os ditames do mundo ou de nossa vontade.

Notamos o fato de Deus ter revelado sua vontade aos primeiros pais para que se multiplicassem. Porém, para que não sobejasse dúvidas se estamos obrigados à mesma ordenança (embora isso seja evidente, visto que nunca foi revogada em parte alguma da Escritura), o apóstolo Paulo registrou, quando na ocasião falava sobre aqueles que nunca haviam escutado do evangelho:"Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis" (Rm 1.20 - grifo meu).

É certo que Paulo está a falar com respeito à inescusabilidade que o homem tem diante de Deus, pois mesmo que não tenha ouvido falar do evangelho, o apóstolo, inspirado, afirma que "pelas coisas que estão criadas" é manifestado o poder de Deus e até mesmo Sua divindade. Mas este versículo não deixa, outrossim, de afirmar que as coisas criadas revelam a ordem do Senhor e de como elas deveriam ser, isto é, a Lei de Deus, firmemente registrada nas Escrituras, é também visível na criação. A criação dos luminares, dos mares, das plantas, dos animais e dos homens revela o que o Artífice ordenou. Isto implica na afirmativa, por exemplo, de que existe uma razão divina e também biológica (Deus é o melhor biólogo, o melhor médico, o melhor matemático...) para termos as cavidades nasais voltadas para baixo - já imaginou como seria andar em dia de chuva se as cavidades fossem viradas para cima?

Desta forma, sendo as coisas criadas, reflexo exato (antes da queda, mas persistindo após a mesma, ainda que manchada pelo pecado) do que o Senhor intentou, entendemos que é preciso a compreensão do que ou qual parte do corpo humano foi criado para ter relações sexuais.

Este excelente vídeo nos mostra, baseado no conhecimento médico, que o canal anal não possui nenhuma característica para a prática sexual. Pelo contrário, a fisiologia torna evidente o fato de que o único lugar do corpo da mulher (não é necessário afirmar que o homossexualismo é um pecado, porque isto é clarividente) propício a ter relação sexual com o homem (seu marido, somente) é o canal vaginal e este pelo orifício genital. Mas o que isto significa? Significa que o poder criativo de Deus é visto "pelas coisas que estão criadas" e isso se desdobra em dizer que Deus projetou o corpo do homem e da mulher para terem relações sexuais de maneira instituídas por Ele mesmo e tal fato é plenamente visível na criação. 

Paulo evidenciou isto ao dizer: "E, semelhantemente, também os homens,deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro" (Rm 1.27 - grifo meu). O apóstolo fala que muitos homens, devido ao pecado e porque não reconhecem Deus como Senhor, se inflamam em paixões homossexuais, "homens com homens, cometendo torpeza" e com isso recebem "em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro". A expressão "uso natural" denota, por certo, que a criação revela ser o único meio adequado de relacionamento, a união entre homem e mulher, corroborando, assim, com o que temos afirmado, de que o padrão bíblico é aquele determinado pela Escritura. Além: este versículo deixa evidente que a prática de sexo anal, por não ser parte da criação natural (o canal anal destina-se à eliminação das fezes - isso responde todas as perguntas), é uma torpeza e fruto do pecado, que leva ao homossexualismo. Não obstante, o sexo anal viola a ordem de se gerar filhos, já estabelecida na criação.

Portanto, podemos pela graça de Deus, seguramente concluir que, conquanto o sexo anal não seja expressa e literalmente proibido, a criação de Deus supre toda dúvida e demonstra o caminho correto para a prática sexual, sendo grave violação do corpo da mulher o realizar tal prática, a uma porque é um descaminho da criação divina e a duas devido ao caráter maléfico de tal prática. 

Convém sempre lembrar, igualmente, que não estamos a conjecturar se os cônjuges consentem ou não com essa prática. A questão não é se o homem a aprova, e sim se está no padrão da criação de Deus - e isso nós vemos claramente que não está.

Que Deus nos abençoe.

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Via Bereianos

O movimento carismático na Igreja Reformada

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Por Rev. Alderi Souza de Matos

Introdução

1. A Igreja Reformada

Igrejas que resultaram da obra teológica de João Calvino (1509-1564), Ulrico Zwínglio (1484-1531), João Knox (c.1513-1572) e outros reformadores, e que adotaram a forma presbiteriana de governo eclesiástico. Distinguem-se dos outros ramos da Reforma: luteranos, anglicanos e anabatistas. No continente europeu foi adotado o nome Igreja Reformada (Suíça, França, Holanda, etc.) e nas Ilhas Britânicas e América do Norte (Escócia, Irlanda, Inglaterra, Canadá e Estados Unidos), Igreja Presbiteriana.

Doutrinariamente, as Igrejas Reformadas adotam, entre outras, as definições aprovadas pelo Sínodo de Dort (1618-1619) e pela Assembléia de Westminster (1643-49). Além dos princípios aceitos pelos protestantes em geral (Escrituras, Cristo, graça, fé, sacerdócio universal ), o sistema calvinista dá ênfase à plena soberania de Deus na criação, providência e redenção.

2. O Movimento Carismático

O nome vem de chárisma (pl. charísmata) = dádiva, dom (como expressão da graça divina = cháris). O termo ocorre 17 vezes no Novo Testamento, todas, exceto uma, nas cartas de Paulo, sendo dez vezes no singular e sete no plural. Rm 1.11; 5.15,16; 6.23; 11.29; 12.6; 1 Co 1.7; 7.7; 12.4,9,28,30,31; 2 Co 1.11; 1 Tm 4.14; 2 Tm 1.6; 1 Pe 4.10. A expressão “dom espiritual” somente ocorre em Rm 1.11.

Os carismas ou dons carismáticos podem ser entendidos como dons da graça concedidos pelo Espírito de Deus para a edificação da igreja cristã. Sua enumeração é encontrada em Rm 12.6-8; 1 Co 12:8-10,28; Ef 4.11 e 1 Pe 4.10-11. Os dons carismáticos dividem-se em naturais e sobrenaturais, extraordinários ou miraculosos.

“Movimento carismático” (lato sensu): todo movimento que dá ênfase aos dons carismáticos do Espírito, principalmente os de natureza extraordinária, como profecia, curas e glossolália. Geralmente, também tem um forte componente apocalíptico (milenismo).

3. Aspectos históricos

Ao longo da história da igreja tem havido vários movimentos de natureza “carismática.” Um dos primeiros foi o montanismo, no segundo século. Montano começou a pregar sua mensagem na Frígia, por volta de 155 AD. Ele e duas mulheres, Priscila e Maximila, afirmando serem profetas, anunciaram com base no Evangelho de João o início do último e mais elevado estágio da revelação, a era do Parácleto. Daí sua ênfase aos dons espirituais (principalmente a profecia), proximidade do fim do mundo, ascetismo e exaltação do martírio. Protesto contra o formalismo e mundanismo da igreja, e contra a dependência de líderes humanos (bispos) ao invés do Espírito Santo. Rejeitado por seu fanatismo e reivindicação de possuir revelações mais altas que as do Novo Testamento. Surgiram outras manifestações dessa natureza nos séculos seguintes, muitas vezes em grupos dissidentes, minoritários. 

O termo se aplica com maior propriedade a um fenômeno do século XX composto de três estágios ou “ondas”: 

(1) Primeira onda: Movimento Pentecostal – teve início em 1900-1901 com Charles F. Parham, evangelista, pregador da cura pela fé e diretor de uma escola bíblica em Topeka, Kansas. Adquiriu maior ímpeto com o pastor negro William J. Seymour e sua famosa missão da Rua Azuza, em Los Angeles. Tanto Parham como Seymour eram ligados aos movimentos Holiness (“santidade”) que haviam surgindo dentro do metodismo norte-americano. Dentre as primeiras igrejas pentecostais estavam as Assembléias de Deus e o Evangelho Quadrangular.

(2) Segunda onda: Movimento Carismático – também conhecido como Renovação Carismática. Resultou da penetração do movimento pentecostal nas denominações históricas ou tradicionais e também na Igreja Católica, a partir dos anos 50. Uma importante organização pioneira desse movimento foi a Adhonep (Associação de Homens de Negócios do Evangelho Pleno).

(3) Terceira onda: Igrejas neopentecostais – também conhecido como Movimento de Sinais e Maravilhas. Tem ligação com Peter Wagner, John Wimber e a Vineyard Christian Fellowship. Uma expressão mais recente é a Igreja Vineyard de Toronto, com suas manifestações de riso santo, rugidos e sons de animais. No Brasil, são exemplos desse grupo a Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja Internacional da Graça de Deus, Igreja Deus é Amor e outras.

4. O Movimento Carismático e as Igrejas Reformadas

Curiosamente, um dos precursores do moderno movimento carismático foi o pastor presbiteriano escocês Edward Irving (1792-1834). Irving trabalhou inicialmente em Glasgow, como auxiliar do famoso Rev. Thomas Chalmers. Aos 30 anos, assumiu o pastorado de uma pequena congregação da Igreja da Escócia em Londres. Sua poderosa pregação produziu tamanho crescimento, que cinco anos depois (1827), quando o novo templo foi inaugurado, a congregação se tornara a maior igreja de Londres. As mais altas personalidades íam ouvir seus sermões, que chegavam a estender-se por duas horas. Irving participava de um grupo que se reunia para estudar escatologia. Convictos da iminente volta de Cristo, ele e seus companheiros oravam por um derramamento do Espírito Santo. No início de 1830 ocorreram manifestações carismáticas na Escócia e no ano seguinte surgiram línguas e profecias na igreja de Irving. Crendo que essas eram expressões genuínas dos dons do Espírito, Irving recusou-se a proibi-las, e poucos meses depois foi afastado da igreja. Mais tarde, o grupo que o acompanhou (mais de 600 pessoas) criou a Igreja Católica Apostólica. Sua posição acerca dos dons estava ligada às suas idéias acerca de Cristo: este teria sido concebido com uma natureza humana pecaminosa, que foi plenamente santificada pelo Espírito Santo. O mesmo Espírito que santificou a Cristo também capacitaria os crentes para a obra de Deus no final dos tempos. Irving morreu com apenas 42 anos, vitimado pela tuberculose.

No Brasil, o movimento de renovação afetou as igrejas históricas em geral nas décadas de 1960 e 1970, inclusive a presbiteriana. Surgiu a Igreja Presbiteriana Renovada, que tornou-se inexpressiva. Práticas e ênfase carismáticas, no entanto, tem sido bastante aceitas em igrejas presbiterianas: estilo de culto (cânticos, instrumentos musicais, informalidade), testemunhos, batalha espiritual, crescimento da igreja. Nos Estados Unidos, existem grupos que se denominam carismáticos reformados.

5. Diferenças entre a Fé Reformada e o Movimento Carismático

a) Históricamente, apesar da experiência de Irving, não há conexão entre os dois movimentos. O movimento carismático procede do metodismo, via igrejas holiness e pentecostais.

b) Por sua teologia arminiana, o movimento carismático põe grande ênfase nas decisões humanas e na experiência pessoal. A fé reformada põe sua ênfase maior na ação soberana de Deus e na glória de Deus como o objetivo maior de tudo.

c) Essa ênfase primária em Deus, e não nos desejos ou bem-estar das pessoas, leva à preocupação com o estudo sério das Escrituras, culto solene e respeitoso, evangelismo equilibrado, harmonia entre razão e emoção, ética pessoal e social.

d) A centralidade das Escrituras como norma de fé e prática (acima da experiência individual). Tudo deve ser julgado pela Palavra. Daí, a preocupação com o preparo bíblico e teológico dos pastores. 

e) O Espírito e a Palavra andam juntos, assim como a obra do Espírito não pode ser separada da obra de Cristo. A função do Espírito Santo é exaltar a Cristo e testemunhar dele.

Contribuições positivas dos carismáticos: espiritualidade intensa e alegre, culto vibrante, fervor evangelístico, ênfase à santificação, valorização da pessoa e obra do Espírito Santo.

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Via Bereianos

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Mais um pastor assembleiano morre em colisão frontal com carreta no interior de São Paulo


Mais um pastor assembleiano morre em colisão frontal com carreta no interior de São Paulo

Um acidente automobilístico na última segunda-feira, 04 de novembro, matou o pastor José Barbosa do Nascimento, ligado à Assembleia de Deus Ministério do Belém.
Uma colisão frontal com uma carreta na rodovia Jornalista José Wilibaldo de Freitas (SP-304) deixou o veículo Siena totalmente destruído. O pastor tinha 53 anos e estava acompanhado de Natanael Américo de Campos, 45 anos, autônomo, que também seria membro da Assembleia de Deus.
Segundo a Polícia Militar, o acidente aconteceu por volta das 22h30, na região da cidade de Novo Horizonte, interior de São Paulo. Ainda não há informações sobre as causas do acidente, segundo o site Folha da Região.
Uma equipe de peritos do Instituto de Criminalística foi ao local e informou que, devido ao impacto, os corpos do pastor e do autônomo foram arremessados para fora do veículo. Em 30 dias será divulgado o laudo com as prováveis causas do acidente.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Pastor da Igreja Presbiteriana de Irecê sofre grave acidente de carro no sul do Estado da Bahia


O veículo, um Mitsubishi de cor prata, placa NTG – 7835, de João Dourado-BA, ficou quase que destruído com os quatro pneus pra cima depois de o motorista perder o controle e cair em um barranco de mais de 10 metros de altura


Orlando Danton/Rádio Caraíbas
O carro em que viajavam quatro pessoas, entre elas o pastor da Igreja Presbiteriana de Irecê, Valternor Dourado Morais, capotou na tarde desta segunda-feira (04), próximo à cidade de Gandu, sul da Bahia.

As vitimas foram socorridas e levadas a um Hospital de Gandu. O médico Mário Cruz, da cidade de Jacobina que passava no local no momento do acidente, prestou assistência e ajudou no atendimento às vitimas. Apesar das proporções do acidente, não houve vitimas fatais. Segundo informações de familiares, o estado das vitimas é considerado estável.

O veículo, um Mitsubishi de cor prata, placa NTG – 7835, da cidade de João Dourado-BA, ficou parcialmente destruido e com os quatro pneus pra cima depois de o motorista perder o controle e cair em um barranco de mais de 10 metros de altura.

Garotinho rasga exemplar de “O Globo” no plenário e acusa jornal de perseguição

Pare, leia e assista!

O ex-governador do Rio de Janeiro foi citado como réu do processo que resultou na condenação da atriz Deborah Secco
por Leiliane Roberta Lopes

Garotinho rasga exemplar de “O Globo” no plenário e acusa jornal de perseguiçãoGarotinho rasga exemplar de "O Globo" no plenário da câmara
O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) usou o Plenário da Câmara para denunciar o jornal “O Globo” por perseguição. O parlamentar discursou fervorosamente contra a publicação nesta quinta-feira (7) e ainda rasgou o exemplar que tinha em mãos.
O ex-governador do Rio de Janeiro estava nervoso com uma “informação mentirosa” que o jornal trazia sobre ele. A matéria em questão ligava o deputado e sua esposa, Rosinha Garotinho, com o caso da atriz Deborah Secco que foi condenada por enriquecimento ilícito.
“O Globo teve acesso à sentença de Deborah Secco e lá o juiz afirma exatamente isso, que eu e Rosinha fomos excluídos do processo por não haver elementos mínimos que justificassem a acusação. Mas o Globo preferiu ignorar para poder me atacar”, disse o parlamentar.
A reportagem criticada foi publicada na quarta-feira (6) e a assessoria do deputado conseguiu pedir o direito de resposta junto ao jornal. Porém a correção da matéria foi feita na página de obituário ao lado de informes sobre mortes e missas de sétimo dia.
“É para isso que serve a liberdade de imprensa?”, questionou. “Vou fazer picadinho desse jornal, que já me causou muito prejuízo, muitas pessoas têm uma imagem deturpada de mim por causa desse jornal”.
Garotinho aproveitou o momento para defender o Projeto de Lei que pede aos veículos de imprensa o mesmo espaço dado à ofensa para o direito de resposta.
Assista:
Fonte:gospelprime

Igreja da Síria critica silêncio de cristãos diante dos massacres


Mais de um terço dos cristãos da Síria não está mais no país desde o início da guerra civil
por Jarbas Aragão

Igreja da Síria critica silêncio de cristãos diante dos massacresIgreja da Síria critica silêncio de cristãos diante dos massacres
Há mais de dois anos a história se repete. Milícias muçulmanas avançam sobre cidades onde cristãos e muçulmanos viviam em paz e tudo muda. Eles começam a forçar conversões ao islamismo, queimam e saqueiam casas e igrejas, chegando a decapitar ou até mesmo crucificar os que não negam sua fé em Jesus.
Notícias semelhantes chegaram ao conhecimento da imprensa mundial no início de novembro. Duas semanas atrás, milícias rebeldes invadiram a vila de Sadad, a 100 quilômetros da capital Damasco. O vilarejo é tão antigo que seu nome é mencionado na Bíblia em Números e em Ezequiel, com a grafia original de Zedade.
A grande maioria das 3000 pessoas que atualmente vivem ali são cristãos. Nos primeiros dias, 45 foram mortos, dezenas ficaram feridos e milhares forçados a abandonar suas casas usando apenas a roupa do corpo.
Os rebeldes que lutam contra o governo, destruíram igrejas e mosteiros que estavam no lugar havia séculos.  As Forças Armadas da Síria reocuparam a vila alguns dias depois, e muitos já regressaram para casas embora ainda temam novos ataques.
Surgiram agora relatos de dezenas de feridos e muitos desaparecidos. Um dos casos mais chocantes é de uma família inteira dizimada. Avó, filha e netos, com idades entre 16 e 90 anos, foram estrangulados e lançados juntos em uma cisterna.
Noura Haddad de 18 anos, que está refugiada numa cidade vizinha, lembra: “Eles queriam nos matar só porque éramos cristãos. Nos chamavam de kafirs (infiéis). Até mesmo os que eram nossos vizinhos se voltaram contra nós.  Tenho mantido contato com os poucos amigos cristãos que voltaram para casa, mas eu não posso dizer que ainda tenho algum amigo muçulmano depois disso. É muito triste”.
O arcebispo da Igreja Siro-Ortodoxa, Selwanos Boutros Alnemeh, lançou um questionamento incômodo durante o funeral das vítimas. “Pedimos socorro ao mundo; ninguém nos escuta. Onde está a consciência cristã? Onde estão os nossos irmãos?”.
Diferentes igrejas da Síria, incluindo ortodoxas, evangélicas e católicas, se uniram para pedir socorro e condenar a violência contínua contra os cristãos do país.
Mais de um terço dos cristãos da Síria não está mais no país desde o início da guerra civil, afirma o maior líder católico sírio, Gregório III Laham. Ele disse acreditar que mais de 450 mil cristãos estão refugiados ou mortos. Mesmo assim, afirmou que a comunidade cristã da Síria irá sobreviver. Segundo Laham, os cristãos devem testemunhar uma nova forma de vida e novos valores ao mundo árabe durante a atual crise. “A nossa missão é tentar mudar a visão do mundo árabe”. Com informações de Reuters e Catholic.
Fonte:gospelprime

O que a igreja teme perder?

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Por Josemar Bessa


Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e DEU também ao seu Marido, e ELE COMEU (Gn 3.6).

Amamos fazer parte da maioria, e isso tem se tornado o veneno mortal que destrói a igreja da nossa era. Nada mais difícil para nós em nos contentarmos em ser o que temos que ser para a glória de Deus, sabendo que o mundo, e com isso a maioria, jamais viverá para esse propósito.

A “igreja” de hoje é como Adão. Mesmo sabendo das conseqüências em desobedecer a Deus, já que Deus falara diretamente com ele, Adão depois de Eva ter comido o fruto proibido por Deus, tomou e comeu também. Quanto não foi perdido naquele momento. Por que ele não a deixou sozinha naquela loucura? Por que participar de algo que você sabe ser a morte e ruína inevitável? Talvez tenha começado aí a inclinação de preferirmos nos unir a maioria a sermos obedientes a Deus sozinhos. Adão ficou com medo de ficar só? Medo de perdê-la? O que a “Igreja” teme perder ao se unir ao mundo num culto antropocêntrico quando ela podia desfrutar da glória da Verdade de Deus?

Alargamos as portas e o mundo entrou. O mundo ao entrar, a atração da maioria fez seu trabalho e nos tornamos a imagem do mundo. Escolha tão louca quanto a escolha de Adão. Era melhor ficar só no Éden na companhia do Altíssimo (se é que isto é estar só) – do que ter Eva, e com isso perder tudo. Tudo pelo qual tinha sido criado – A GLÓRIA DE DEUS! Não é esta a louca história dessa geração que ENCHE templos VAZIOS de Deus e da Verdade? Escolhemos comer o fruto proibido por Deus junto com o Mundo do que perdê-lo. Perdemos Deus, perdemos a verdade, perdemos a glória da existência como homem e como igreja. Podemos ter ficado juntos com o Mundo como Adão conservou Eva, mas então iremos juntos em direção a MORTE. Depois de tanto tempo, já devíamos ter perdido o medo de sermos MINORIA na terra. Ter acreditado que a porta era estreita e o caminho apertado – mas que conduz a salvação.

A igreja quis construir pontes para o mundo – a intenção inicial podia ser até influenciar o mundo. Mas as pontes não tem uma mão única, mas mão dupla. Não foi a Igreja que invadiu o mundo através destas pontes, mas por essas pontes o mundo invadiu a igreja.

Por que insistimos se está claro que isso conduz tudo a perdição? Porque achamos que está tudo bem, afinal estamos nos tornando grande multidão. Se somos pragmáticos não há mais nada que possa nos interessar. Mas uma pergunta sempre ecoará sobre nossas cabeças. POR QUE CONTAR PESSOAS? Não há dúvidas de que um homem com Deus é a MAIORIA. Melhor um Jeremias do que toda a população de Jerusalém que está fadada por sua obstinação ao cativeiro babilônico. A Palavra de Deus nos diz: “UM SÓ HOMEM dentre vós perseguirá mil, pois o Senhor, vosso Deus, é quem peleja por vós, como já vos prometeu” (Jz 23.10).

Então por que contar pessoas? Por que mensurarmos o valor das coisas contando cabeças? Um homem com Deus se torna maioria, embora existam milhares do outro lado. Ficamos com a força da multidão e não percebemos que os muitos que nos ajudam podem ser muitos, e de fato são MUITOS, para que Deus possa nos ajudar. Esses muitos são nosso empecilho e não nossa benção. Deus disse a Gideão “É demais o povo que está contigo, para que eu possa entregar os medianitas nas suas mãos”. (Jz 7.2) – Deus desejou diminuir as fileiras. A vitória do Reino de Deus não depende delas. Conforme aconteceu com Gideão que não pôde fazer nada, até que FORTALECEU SEU EXÉRCITO, REDUZINDO O NÚMERO DE SOLDADOS. Teremos que perder a paixão pela maioria, parar de contar pessoas... Havia o perigo de Israel dizer que sua própria mão o livrou – e é nossa própria mão que tem transformado o igreja num monstro enorme, feita de pedaços de cadáveres, um FRANKENSTEIN – enorme, mais um monstro – fruto, como na história de Mary Shelley, de um homem querendo gerar vida e força a partir de pedaços mortos, que além de mortos não podem se encaixar – fruto do homem querendo fazer o que só Deus pode fazer, DAR VIDA. Deus quis que Gideão reduzisse o número de soldados. De trinta e dois mil, para trezentas pessoas – muitos diriam, que fracasso esse grupinho. Mas Deus diz: “Um só homem dentre vós perseguirá mil” – E Deus fortaleceu o exército o diminuindo. Mas as hostes de Deus são infinitas – Um perseguirá mil por quê? “Pois o Senhor, vosso Deus, é quem peleja por vós!

Se você desejasse criar uma nação poderosa para cumprir um propósito, como você começaria? Escolheria uma raça de homens fortes, organizados, constituídos por laços antigos? Quando DEUS FUNDOU a nação de Israel, Ele chamou apenas um homem. Um para Deus basta para formar uma grande nação – Ele chamou ABRAÃO. Chamou Abraão SOZINHO e o ABENÇOOU!! Aí está a diferença. Cremos nas escolhas de Deus. Cremos que de um ele faz uma nação? “Ele é quem peleja por vós, como já vos prometeu”.

Quatrocentos anos de cativeiro. Geração após geração nascida e acostumada com a vida de escravos. Escravos do maior Império que a terra conhecera até então. Como tirar aquele povo inteiro do cativeiro? Como enfrentar tão grande poder? Tão grande e temido exército? Ah! Se pudéssemos entender hoje. Quando Deus quis DERROTAR O ORGULHOSO Faraó, não recrutou um exército. Não preparou armas, arcos, bigas, lanças, multidão... Apenas chamou UM homem – Apenas Um! Moisés! Como podemos denominar isso? O MINISTÉRIO DE UM ÚNICO HOMEM. É isso que Deus tem utilizado por gerações e gerações. Então, porque continuamos contando pessoas? O exército, o ministério de UM HOMEM tem sido mais utilizado por Deus do que multidão de soldados treinados e comandados por grandes oficiais.

O filisteus eram uma nação poderosa. Trabalhava o ferro, criava armaduras e armas letais. Dominavam povos e os escravizavam. Entre estes povos estava Israel. Debaixo das garras mortais da força filistéia. Deus irá libertar seu povo de novo. Quantos ele levantará? Quantos ele treinará e dará armas mais poderosas para poderem fazer frente a tão grande poder dominador? Me responda: quantos israelitas seriam necessários para destruir o poder filisteu – que SANSÃO não pudesse, tendo sido levantado por Deus para fazer? Deus levanta um SANSÃO, e isso lhe basta!

Saul era um homem valente e grande guerreiro. Seu filho Jônatas também. Davi disse sobre eles quando morreram: A tua glória, ó Israel, foi morta sobre os altos! Como caíram os valentes!...” (2Sm 1.19) – Saul era valente, Jônatas era valente e com eles estava grande exército de valentes. Mas o quê é dito para nós? SAUL E SEUS EXÉRCITOS mataram os seus milhares, porém DAVI destruiu seus DEZ MILHARES!!

Então por quê continuar a contar pessoas? Por quê estreita é a porta e poucos entram por ela? Por quê o caminho é apertado...? Deus pode, Deus quer OFERECER GRANDE VANTAGEM AOS INIMIGOS e, apesar dessa grande vantagem, VENCÊ-LOS!! Por quê contar pessoas? Isso não te dá vontade de mandar a multidão para casa como Gideão?

Um só dentre vós perseguirá mil...” – Por quê??? “Porque Deus é quem peleja por vós, como vos prometeu!” – Por quê mercadejar o evangelho para atrair a multidão quanto temos essa promessa? Diante disso, O QUE SIGNIFICAM MULTIDÕES DE HOMENS? Se Deus envia um homem (Abraão, Moisés, Gideão, Sansão, Davi...) ou um pequeno povo, meu irmão – O PODER DELE REALIZARÁ O SEU PROPÓSITO.

O segredo para a pureza da igreja é acreditar na Palavra de Deus, não mercadejá-la. CONFIAR!! “O Senhor, vosso Deus, é quem peleja por vós, como já vos prometeu”. (Js 23.10) – Confiem na divina promessa. A mesma feita a Josué. Com essa promessa no coração Deus diz a nós: “Sê forte e corajoso, porque tu farás este povo herdar a terra...” (Js 1.6).

A igreja não precisa se mundanizar para que Deus realize o seu propósito. Então por que contar pessoas????

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Fonte: Josemar Bessa

Afinal, o que é orar?

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Por Rev. Augustus Nicodemus Lopes


[Alguns vão estranhar que um calvinista escreva sobre oração e mais ainda se eu disser que costumo orar todo dia... mas, aqui vai]

Orar a Deus deveria ser uma coisa simples. Todavia, poucos assuntos precisam de mais esclarecimentos do que a oração. Há muitos conceitos errados sobre a oração por causa do misticismo e da superstição que acometem o ser humano (não somente os brasileiros), por falta de mais conhecimento bíblico sobre o assunto e por causa de ideias equivocadas que as pessoas têm sobre Deus. Seguem alguns pontos sobre oração que penso que são fundamentais e também relevantes para nós hoje. Estou pressupondo o básico: quem vai orar acredita que Deus existe e que Ele recompensa os que o buscam (Hb 11.1-2 e 6).

1 – Orar é basicamente apresentar a Deus, mediante Jesus Cristo e com a ajuda do Espírito Santo, nossos desejos, necessidades, confissão de pecados, intercessões, agradecimentos. A razão é que somente o Deus Triúno conhece nossos corações, é capaz de atender os pedidos e o único que pode perdoar pecados. Portanto, não há qualquer fundamento bíblico para dirigirmos nossas orações a quaisquer criaturas, vivas ou mortas, mas somente ao Deus Triúno (2 Sm 22:32; 1Rs 8:39; Is 42:8; Sl 65:1-4;145:16,19; Mq 7:18-20; Mt 4:10; Lc 4:8; Jo 14:1; At 1:24; Rm 8:26-27; Jo 14:14 e dezenas de outros textos que falam de nos dirigirmos a Deus).

2 – O Novo Testamento nos ensina que devemos orar a Deus em nome de Jesus Cristo. A razão é que o pecado nos afastou de Deus e não podemos nos aproximar dele por nossos próprios méritos. Jesus Cristo é o único, na terra e no céu, que foi constituído pelo próprio Deus como mediador entre ele e os homens. Não há qualquer base bíblica para se chegar a Deus em oração pela mediação de qualquer outro nome. A Bíblia nos ensina que “não há outro nome dado aos homens” (At 4:12) e que “há somente um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo” (1Tim 2:5). (Ver ainda Jo 14:6; Ef 3:12; Cl 3:17;Hb 7:25-27;13:15).

3 – Orar em nome de Jesus é nos achegarmos a Deus confiados nos méritos de Jesus Cristo e no perdão de pecados que ele nos conseguiu por meio de sua morte na cruz. É pedir a Deus com base nos merecimentos de Cristo e não nos nossos. É renunciar a toda justiça própria e chegarmos esvaziados de nós mesmos diante de Deus, nada tendo para oferecer em nosso favor a não ser a obra daquele que morreu e ressuscitou por nós. Onde não houver esta disposição e atitude, invocar o nome de Jesus é vão. O nome de Jesus não é um talismã ou uma palavra mágica, ou a senha para desbloquear as bênçãos de Deus. Não funciona nos lábios daqueles que ainda confiam em si mesmos e na sua própria justiça, ainda que repitam este Nome dezenas de vezes em oração (Mt 6:7-8; 7:21; Lc 6:46-49; Jo 14:13,14; At 19:13-16; 1Jo 5:13-15; Hb 4:14-16).

4 – Embora possamos pedir a Deus qualquer coisa que desejarmos, todavia, só deveríamos orar por aquelas que trazem a maior glória de Deus, que promovem o crescimento do Reino de Deus neste mundo e que são para nosso bem, sustento, proteção, alegria, bem como de nosso próximo. Foi isto que Jesus nos ensinou a pedir na oração do “Pai Nosso” (Mt 6:9-13), além de outras coisas afins (Lc 9:11-13). Assim, é tentar a Deus orarmos por coisas ilícitas e pedir coisas que Ele declara, na Bíblia, serem contra a sua vontade (Tg 4:1-3; Mt 20:20-28).

5 – Em nossas orações, deveríamos nos lembrar de orar por outras pessoas. A Bíblia nos ensina a pedir a Deus pelos irmãos em Cristo, pela Igreja de Cristo em todo o mundo, pelos governantes, por nossos familiares e pessoas de todas as classes, inclusive pelos nossos inimigos. Todavia, não há qualquer base bíblica para orarmos pelos que já morreram ou oferecer petições em favor dos mortos (Gn 32:11; 2Sm 7:29; Sl 28:9; Mt 5:44; Jo 17:9 e 20; Ef 6:18; 1Tm 2:1-2; 2Ts 1:11; 3:1; Cl 4:3).

6 – Deus nos encoraja a trazer diante dele as nossas petições. Todavia, ainda que a eficácia de nossas orações dependa exclusivamente dos méritos de Cristo, Deus nos ensina em sua Palavra que há determinadas atitudes nos que oram que fazem com que ele não atenda estas orações, como brigas entre irmãos, mundanismo e egoísmo, tratar mal a esposa, pecados ocultos, incredulidade e dúvidas, falta de perdão a quem nos ofende, hipocrisia, vãs repetições, entre outras coisas (Mt 5:23-24; Tg 4:1-3; 1Pe 3:7; Sl 66:18; Pv 28:13; Is 59:1-2; Tg 1:6-7; Mt 6:14-15; Mt 6:5; Mt 6:7-8). Por outro lado, se nossas orações são respondidas, isto não se deve à nossa santidade, mas à graça de Deus mediante Jesus Cristo, que nos habilita a viver de forma agradável a ele (1Jo 3:21-22), e ao fato de que as orações, por esta mesma graça, foram feitas de acordo com a vontade de Deus (1Jo 5:14).

7 – Deus requer fé da parte dos que oram (Hb 3:12; 11:6; Jer 29:12-14; Tg 1:5-8; 5:15). Esta fé é uma simples confiança de que Deus existe, que ele nos aceitou plenamente em Cristo e que é poderoso para nos dar aquilo que pedimos, ou então, nos dar muito mais do que imaginamos (Hb 4:14-16). Orar com fé é trazer diante de Deus nossas necessidades e descansar nele, confiantes que ele responderá de acordo com o que for melhor para nós (1Jo 5:14-15). Orar com fé não significa determinar a Deus que cumpra nossos pedidos, ou decretar, como se a oração tivesse um poder próprio, que estes pedidos aconteçam. Orações não geram realidades espirituais e nem engravidam a história. É Deus quem ouve as orações e é Ele quem decide se vai respondê-las ou não, e isto de acordo com sua vontade e propósito de sempre nos fazer bem.

Se houvesse mais oração verdadeira a Deus por parte dos que professam conhecê-lo mediante Jesus Cristo, quem sabe veríamos aquele avivamento e reforma espirituais que tanto desejamos para nossa pátria?

Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cron 7:14).

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