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terça-feira, 9 de abril de 2013

Quando um pastor defende a plena liberdade de imprensa e o jornalismo flerta abertamente com a censura e o delito de opinião, há algo de errado… com o jornalismo!


Leia, pare e pense!

Por Reinaldo Azevedo 
No dia 18 de setembro de 2010, durante um comício em Campinas, com as presenças de Dilma Rousseff e Aloizio Mercadante — candidatos, respectivamente, à Presidência da República e ao governo de São Paulo —, o então supremo mandatário da nação, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou o seguinte: “Tem dias em que alguns setores da imprensa são uma vergonha. Os donos de jornais deviam ter vergonha. Nós vamos derrotar alguns jornais e revistas que se comportam como partidos políticos. Nós não precisamos de formadores de opinião. Nós somos a opinião pública”. Lula vinha numa impressionante escalada retórica contra a imprensa livre. Quando as notícias eram favoráveis a seu governo, ele as considerava apenas justas; se negativas, ele acusava sabotagem. Lula e o PT nunca desistiram do tal controle da mídia. Em sua última resolução, há poucos dias, o Diretório Nacional do PT pregou abertamente o controle de conteúdo do jornalismo. Pois bem: seis dias depois de mais uma investida contra a liberdade de imprensa, um líder evangélico fez publicar nos principais jornais do país um anúncio pago em que rechaçava qualquer forma de censura promovida pelo estado ou de controle da mídia. Lia-se naquela peça: “Nem o presidente da República, partidos políticos, líderes religiosos, qualquer segmento da sociedade ou mesmo a imprensa são, isoladamente, os donos da opinião pública”. Já voltarei a este anúncio — até porque publicarei a imagem aqui. Antes, algumas considerações.
Crítico da imprensaOutro dia um desses bobalhões que confundem alhos com bugalhos e joio com trigo enviou um comentário para este blog mais ou menos assim: “Pô, ultimamente, você critica tanto a imprensa que até parece Fulano de Tal…”. E citou um anão moral que anda a soldo por aí, a pedir o “controle da mídia”. Pois é. Dentre tantas outras, uma diferença fundamental se destaca entre mim e aquela coisa triste que foi citada: ele quer uma imprensa controlada pelo estado; eu quero uma imprensa livre, que não se deixe controlar nem pelo estado nem por corporações, qualquer que seja a sua natureza: ofício, crença, ideologia, valores. Aquele bobo do oficialismo sonha em censurar o que os outros escrevem; eu aposto numa imprensa que não tem receio da censura — nem a das vozes eventualmente influentes e das maiorias de ocasião. Aquele cretino critica a imprensa porque a quer com ainda menos liberdade; eu a critico porque a quero mais livre. Aquele governista convicto, pouco importa o governo de turno, quer o jornalismo a serviço do poder; eu quero o jornalismo vigiando o poder.
Assim, sou crítico, sim, da imprensa, especialmente nestes tempos em que ela é tão cegamente liberticida; em que põe, voluntariamente, a cabeça no cutelo. A Constituição nos garante a liberdade, e o estado (não o governo!) a tem assegurado — ainda que não seja pequeno o risco de censura pela via judicial. Mas atenção! Só é verdadeiramente livre o que exerce a liberdade. Uma imprensa que ou se deixa assombrar pela patrulha ou a ela adere, em nome da legitimidade, atropelando as garantias fundamentais da Constituição, está SE DEGRADANDO.
É evidente que uma imprensa que estivesse submetida a isso que chamam “controle social” já não seria livre, especialmente no tempo em que uma força política assegura ser ela mesma “a opinião pública”. Mas o controle do estado não é o único que pode tolher a liberdade. Se admitirmos que policiais informais do pensamento — por mais que tentem falar em nome do bem — imponham a sua vontade na base do berro, da intimidação e da satanização, expomo-nos nós mesmos à hordas do amanhã. Quais serão elas? Falarão em nome de quais valores?
Trata-se, então, de saber em nome de qual ideal de sociedade agimos; trata-se, então, de saber que modelo abstrato perseguimos com nossas práticas e escolhas cotidianas. Ainda que eu repudie as ideias do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, cumpre indagar se uma sociedade em que um parlamentar eleito, escolhido para uma função segundo as regras do Regimento Interno, fosse deposto por delito de opinião seria mais saudável do que outra em que o protesto é, sim, livre — porque a praça é do povo, como o céu é do condor —, mas sem agressão aos fundamentos de um regime democrático e de direito. Feliciano não é um usurpador. O surrealismo alcança tal dimensão que o deputado Jean Schopenhauer Wyllys, numa passeata, chega a INDICAR o nome do PSC que ele quer presidindo a comissão. Sim, o deputado do PSOL se considera no direito de escolher o nome do outro partido que gostaria de ver no cargo. E o jornalismo o trata como a voz da ponderação e do bom senso.
Esses que agora estão em marcha se consideram, a exemplo de Lula, “a” opinião pública. E se preparam, podem escrever aí, para um embate que virá: e ele versará justamente sobre o controle dos meios de comunicação. Alguns estrategistas mancos — espero não ser processado pela Associação da Inclusão dos Claudicantes Ofendidos — escolheram um caminho estupidamente errado. Imaginam que, se cederem às patrulhas politicamente corretas, estarão a salvo da sanha dos censores. Não estarão porque já fizeram uma opção cujo dano é maior do que o perigo, como escreveu Camões. O perigo que se corre — e existe, sim! — é haver formas oblíquas de controle estatal da imprensa. Mas o dano, que já é visível, é esse controle nem ser assim tão necessário porque já exercido na base da sujeição voluntária.
Aposta na liberdade de imprensaSeis dias depois de Lula ter regurgitado impropérios contra a imprensa livre num palanque, num ambiente, então, de franca hostilidade à liberdade de opinião, um líder evangélico fez publicar este anúncio pago nos maiores jornais brasileiros. Trata-se de uma resposta clara a Lula.
A assinatura está ali. Trata-se do “polêmico”, como querem alguns, Silas Malafaia. Temos, e ambos sabemos disso, enormes discordâncias, inclusive religiosas. Jamais estivemos juntos, mas ele sabe o que penso e sei o que ele pensa. E daí? Eu estou preparado para enfrentar a divergência. O que não aceito, e não aceito, é que tentem me calar — ou calar a outros — ao arrepio dos fundamentos constitucionais; o que rechaço é a tentativa de criar leis que criem categorias superiores de homens, infensos à crítica.
Quantos partidos de esquerda assinariam esse anúncio posto nos jornais por Malafaia? O PT? O PCdoB? O PSOL de Jean Wyllys, Chico Alencar e Marcelo Freixo? Nunca!!! E olhem que, como ele próprio lembra, não se trata de uma pessoa exatamente paparicada pela imprensa cuja liberdade defende. Ao contrário: costuma ser alvo das piores vilanias; preferem transformar o que ele diz numa caricatura para que fique fácil, então, combatê-lo. Eu preferiria estar aqui a discordar do pastor, num ambiente de civilidade democrática, a ter de defender uma questão de princípio: o direito à liberdade de opinião e de expressão.
“Ah, mesmo na democracia, nem tudo pode ser dito, não é, Reinaldo?” É, nem tudo — sempre destacando que, ainda assim, existe uma diferença importante entre dizer e fazer. Mas admito, como princípio, que a democracia não aceita todo e qualquer desaforo, mesmo se apenas falado. Mas fiquemos, então, no caso em espécie, com o que deu à luz o inimigo público nº 1 do Brasil: será mesmo que Feliciano foi além do que pode tolerar o regime democrático? A resposta, obviamente, é “não”. E nem por isso preciso concordar com ele.
Malafaia, ele próprio nota, não fala em nome de todos os evangélicos. Mas professa um valor que, creio, expressa o pensamento da maioria: a aposta na liberdade de imprensa, a aposta na liberdade de opinião, o repúdio a qualquer forma de controle estatal da informação.
Infelizmente — e já digo a razão desse advérbio —, o credo que Malafaia anuncia está muito acima, em termos qualitativos, do entendimento médio hoje vigente nas redações sobre liberdade de imprensa e liberdade de opinião. Já houve coleguinha pregando, abertamente, que eu fosse censurado, por exemplo. Por quê? Ora, porque discorda de mim. Não se dá conta de que, ao fazê-lo, expõe-se ele próprio a uma eventual censura.
No país em que um líder evangélico consegue ser mais desassombrado na defesa da liberdade de expressão do que boa parte dos jornalistas, ousaria dizer que esse pastor agregou a seus valores religiosos os valores inegociáveis da democracia e do estado de direito. Mas também é preciso dizer que os jornalistas renunciaram à sua missão para se comportar como membros de uma seita de fanáticos e linchadores.
Por Reinaldo Azevedo
Fonte:Blog de Reinaldo Azevedo

DEFENDA SUA FAMÍLIA.


DEFENDA SUA FAMÍLIA. 
Os inimigos estão ao redor tentando devorar e destruir seu lar, seu casamento e sua família (adultério, divorcio e consequências do divórcio, pedofilia, homossexualidade, mentira, sexo fora do casamento, drogas, incredulidade, frieza espiritual, ateísmo, religiosidade, obesidade, falta de higiene ...etc). Tenha discernimento e enfrente-os com coragem. Se você não se levantar para defender sua família quem o fará? ORE, instrua, de broncas, oriente, busque conselhos, faça a todo mundo escovar os dentes e comer brócolis; vigie o uso da internet; evite o pecado;  resista a todo tipo de opressão maligna. Defenda seu território. Sua família é muito preciosa para  você não fazer nada . Busque apoio e aproveite a cooperação de todos que podem somar para  proteção e progresso de seu lar.
Abraço 
Pastor Jeremias PereiraOs inimigos estão ao redor tentando devorar e destruir seu lar, seu casamento e sua família (adultério, divorcio e consequências do divórcio, pedofilia, homossexualidade, mentira, sexo fora do casamento, drogas, incredulidade, frieza espiritual, ateísmo, religiosidade, obesidade, falta de higiene ...etc). Tenha discernimento e enfrente-os com coragem. Se você não se levantar para defender sua família quem o fará? ORE, instrua, de broncas, oriente, busque conselhos, faça a todo mundo escovar os dentes e comer brócolis; vigie o uso da internet; evite o pecado; resista a todo tipo de opressão maligna. Defenda seu território. Sua família é muito preciosa para você não fazer nada . Busque apoio e aproveite a cooperação de todos que podem somar para proteção e progresso de seu lar.
Abraço
Pastor Jeremias Pereira
Fonte:Facebook

“Não sou a favor de maldade contra gay”, diz Silas Malafaia; Pastor revela expectativa de que Marco Feliciano tenha mais de 400 mil votos em 2014



“Não sou a favor de maldade contra gay”, diz Silas Malafaia; Pastor revela expectativa de que Marco Feliciano tenha mais de 400 mil votos em 2014

O pastor Silas Malafaia afirmou durante entrevista que acredita que o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) terá o dobro de votos conseguidos na última eleição, quando disputou pela primeira vez um cargo público e recebeu mais de 211 mil votos.
“Se o Feliciano tiver menos de 400 mil votos na próxima eleição, eu estou mudando de nome”, disse à Folha de S. Paulo, ironizando os esforços dos ativistas gays: “Quero agradecer ao movimento gay. Quanto mais tempo perderem com o Feliciano, maior será a bancada evangélica em 2014”, afirmou.
A ideia de que Feliciano será mais bem votado nas próximas eleições é lugar comum no Partido Social Cristão: “Essa coisa vai despertar o sentimento do evangélico de ter representantes na Câmara dos Deputados, nas Assembleias Legislativas e nas Câmaras Municipais. Vai nos ajudar”, disse Eliel Santana, presidente do PSC da Bahia.
Em declaração ao site do jornal O Globo, Silas Malafaia afirmou que os protestos contra Feliciano acontecem porque os ativistas estariam “engasgados” por não conseguirem impor suas vontades sobre a maioria. “Os que querem direitos humanos agridem, xingam. Eles querem direitos para eles. Isso aí é um joguinho político de ativismo gay. Eu também sou vítima disso”, disse o pastor.
O Partido dos Trabalhadores também foi criticado por Malafaia pela forma como está se portando durante o episódio: “Acho engraçado como o PT consegue jogar para a plateia. Essa comissão sempre foi presidida pelo PT. O PT não quis mais. Será que é por questões inconfessáveis? Opinião não é crime. Ele [Marco Feliciano] tem direito de expressar a opinião que ele tem”.
Questionado sobre as acusações de homofobia contra Feliciano, o pastor contra-atacou: “Eu também sou acusado de ser homofóbico. Aí eu pergunto: qual o evangélico que matou um gay? Isso é conversa. Quem contraria os ativistas gays no Brasil é chamado de homofóbico”.
Silas Malafaia afirmou ainda que espera que Feliciano “presida [a CDHM] com cuidado [...] Seja justo, ético, que não tenha proteção com a, com b ou com c”, pois atualmente, o trabalho da comissão é “terrivelmente parcial em favor da causa gay, com proteção e privilégios para um grupo social”, pontuou.
“Na democracia, minoria não determina sobre a maioria e é isso que eles estão engasgados. Não quero injustiça, não sou favor de maldade contra gay, mas também privilégios para eles, não”, concluiu o pastor Silas Malafaia.
Por Tiago Chagas
Fonte: Gospel+

Feliciano diz que renuncia se petistas condenados renunciarem



O deputado evangélico foi pressionado por líderes partidários para deixar a presidência da Comissão de Direitos Humanos.
por Leiliane Roberta Lopes

Feliciano diz que renuncia se petistas condenados renunciaremFeliciano diz que renuncia se petistas condenados renunciarem

O deputado federal pastor Marco Feliciano esteve reunido com líderes partidários na tarde desta terça-feira (9) para tratar sobre sua permanência no cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara.
O deputado José Guimarães (PT-CE) fez um apelo para que o parlamentar evangélico renuncie, mas Feliciano foi enfático ao dizer que permanecerá no posto a menos que os deputados condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) também renunciem.
“Renuncio se João Paulo Cunha e José Genoíno, condenados no julgamento do mensalão, também renunciarem aos cargos que ocupam na Comissão de Constituição e Justiça”, teria dito Marco Feliciano, segundo informa o blog de Gerson Camarotti, do portar G1.
Genoíno e Cunha foram condenados pelo STF por terem participação direta no maior escândalo de corrupção da história do Brasil, o mensalão, mesmo assim assumiram como membros titulares da CCJ, a comissão mais importante da Câmara.
Mesmo diante da pressão política e popular, o deputado eleito para o cargo decidiu permanecer e mostrar que pode liderar a Comissão. “Eu fico. Eu fui eleito democraticamente. Pedi uma chance de poder trabalhar. Vou mostrar o trabalho”, afirmou ele para os líderes partidários.
Fonte:gospelprime

Ore por dois pastores presos no Azerbaijão


No Azerbaijão, 38º colocado na Classificação de países por perseguição, a maioria da população professa a religião muçulmana, em especial a sua corrente mais radical, o xiismo. Quem se converte a Cristo é tratado como criminoso e traidor do país
Oração - Azerbaijão.jpg
Apresente ao Senhor duas igrejas do Azerbaijão, que foram interpeladas, recentemente, pela polícia. O resultado foi a prisão de dois pastores. Sexta-feira (05/04), o tribunal local decidiu multar as duas congregações em 1.500 euros, cada. As igrejas estão localizadas em áreas remotas, onde os salários são cerca de 50 euros por mês. Além disso, o tribunal proibiu quaisquer reuniões de cristãos na cidade. Interceda pelos membros das igrejas e ambos os pastores.

Saiba mais informações sobre o Azerbaijão no perfil do país.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoAna Luíza Vastag

Como assim, "não toqueis no ungido do Senhor..."?!

Por 
Ilustração de Samuel ungindo
Davi como rei de Israel

Há várias passagens na Bíblia onde aparecem expressões iguais ou semelhantes a estas do título desta postagem:
A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis, dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas (1Cr 16:21-22; cf. Sl 105:15).
Todavia, a passagem mais conhecida é aquela em que Davi, sendo pressionado pelos seus homens para aproveitar a oportunidade de matar Saul na caverna, respondeu: "O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele [Saul], pois é o ungido do Senhor" (1Sm 24:6).

Noutra ocasião, Davi impediu com o mesmo argumento que Abisai, seu homem de confiança, matasse Saul, que dormia tranquilamente ao relento: "Não o mates, pois quem haverá que estenda a mão contra o ungido do Senhor e fique inocente?" (1Sm 26:9). Davi de tal forma respeitava Saul, como ungido do Senhor, que não perdoou o homem que o matou: “Como não temeste estender a mão para matares o ungido do Senhor?” (2Sm 1:14).

Esta relutância de Davi em matar Saul por ser ele o ungido do Senhor tem sido interpretado por muitos evangélicos como um princípio bíblico referente aos pastores e líderes a ser observado em nossos dias, nas igrejas cristãs. Para eles, uma vez que os pastores, bispos e apóstolos são os ungidos do Senhor, não se pode levantar a mão contra eles, isto é, não se pode acusa-los, contraditá-los, questioná-los, criticá-los e muito menos mover-se qualquer ação contrária a eles. A unção do Senhor funcionaria como uma espécie de proteção e imunidade dada por Deus aos seus ungidos. Ir contra eles seria ir contra o próprio Deus.

Mas, será que é isto mesmo que a Bíblia ensina?

A expressão “ungido do Senhor” usada na Bíblia em referência aos reis de Israel se deve ao fato de que os mesmos eram oficialmente escolhidos e designados por Deus para ocupar o cargo mediante a unção feita por um juiz ou profeta. Na ocasião, era derramado óleo sobre sua cabeça para separá-lo para o cargo. Foi o que Samuel fez com Saul (1Sam 10:1) e depois com Davi (1Sam 16:13).

A razão pela qual Davi não queria matar Saul era porque reconhecia que ele, mesmo de forma indigna, ocupava um cargo designado por Deus. Davi não queria ser culpado de matar aquele que havia recebido a unção real.

Mas, o que não se pode ignorar é que este respeito pela vida do rei não impediu Davi de confrontar Saul e acusá-lo de injustiça e perversidade em persegui-lo sem causa (1Sam 24:15). Davi não iria matá-lo, mas invocou a Deus como juiz contra Saul, diante de todo o exército de Israel, e pediu abertamente a Deus que castigasse Saul, vingando a ele, Davi (1Sam 24:12). Davi também dizia a seus aliados que a hora de Saul estava por chegar, quando o próprio Deus haveria de matá-lo por seus pecados (1Sam 26:9-10).

O Salmo 18 é atribuído a Davi, que o teria composto “no dia em que o Senhor o livrou de todos os seus inimigos e das mãos de Saul”. Não podemos ter plena certeza da veracidade deste cabeçalho, mas existe a grande possibilidade de que reflita o exato momento histórico em que foi composto. Sendo assim, o que vemos é Davi compondo um salmo de gratidão a Deus por tê-lo livrado do “homem violento” (Sl 18:48), por ter tomado vingança dos que o perseguiam (Sl 18:47).

Em resumo, Davi não queria ser aquele que haveria de matar o ímpio rei Saul pelo fato do mesmo ter sido ungido com óleo pelo profeta Samuel para ser rei de Israel. Isto, todavia, não impediu Davi de enfrentá-lo, confrontá-lo, invocar o juízo e a vingança de Deus contra ele, e entregá-lo nas mãos do Senhor para que ao seu tempo o castigasse devidamente por seus pecados.

O que não entendo é como, então, alguém pode tomar a história de Davi se recusando a matar Saul, por ser o ungido do Senhor, como base para este estranho conceito de que não se pode questionar, confrontar, contraditar, discordar e mesmo enfrentar com firmeza pessoas que ocupam posição de autoridade nas igrejas quando os mesmos se tornam repreensíveis na doutrina e na prática.

Não há dúvida que nossos líderes espirituais merecem todo nosso respeito e confiança, e que devemos acatar a autoridade deles – enquanto, é claro, eles estiverem submissos à Palavra de Deus, pregando a verdade e andando de maneira digna, honesta e verdadeira. Quando se tornam repreensíveis, devem ser corrigidos e admoestados. Paulo orienta Timóteo da seguinte maneira, no caso de presbíteros (bispos/pastores) que errarem:
"Não aceites denúncia contra presbítero, senão exclusivamente sob o depoimento de duas ou três testemunhas. Quanto aos que vivem no pecado, repreende-os na presença de todos, para que também os demais temam" (1Tim 5:19-20).

Os “que vivem no pecado”, pelo contexto, é uma referência aos presbíteros mencionados no versículo anterior. Os mesmos devem ser repreendidos publicamente.

Mas, o que impressiona mesmo é a seguinte constatação. Nunca os apóstolos de Jesus Cristo apelaram para a “imunidade da unção” quando foram acusados, perseguidos e vilipendiados pelos próprios crentes. O melhor exemplo é o do próprio apóstolo Paulo, ungido por Deus para ser apóstolo dos gentios. Quantos sofrimentos ele não passou às mãos dos crentes da igreja de Corinto, seus próprios filhos na fé! Reproduzo apenas uma passagem de sua primeira carta a eles, onde ele revela toda a ironia, veneno, maldade e sarcasmo com que os coríntios o tratavam:
"Já estais fartos, já estais ricos; chegastes a reinar sem nós; sim, tomara reinásseis para que também nós viéssemos a reinar convosco.
Porque a mim me parece que Deus nos pôs a nós, os apóstolos, em último lugar, como se fôssemos condenados à morte; porque nos tornamos espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens.
Nós somos loucos por causa de Cristo, e vós, sábios em Cristo; nós, fracos, e vós, fortes; vós, nobres, e nós, desprezíveis.
Até à presente hora, sofremos fome, e sede, e nudez; e somos esbofeteados, e não temos morada certa, e nos afadigamos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, procuramos conciliação; até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo, escória de todos.
Não vos escrevo estas coisas para vos envergonhar; pelo contrário, para vos admoestar como a filhos meus amados. Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus. Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores" (1Cor 4:8-17).
Por que é que eu não encontro nesta queixa de Paulo a repreensão, “como vocês ousam se levantar contra o ungido do Senhor?” Homens de Deus, os verdadeiros ungidos por Ele para o trabalho pastoral, não respondem às discordâncias, críticas e questionamentos calando a boca das ovelhas com “não me toque que sou ungido do Senhor,” mas com trabalho, argumentos, verdade e sinceridade.

“Não toque no ungido do Senhor” é apelação de quem não tem nem argumento e nem exemplo para dar como resposta.
Fonte: O Tempora! O Mores

Perguntas para Cristãos Apáticos e Nominais


Por Tim Keller
keller-apaticos

Recentemente fiz uma palestra sobre avivamento, e quero compartilhar alguns pensamentos a partir dela. É difícil encontrar a palavra correta para o que queremos dizer quando falamos de avivamento. “Renovação” é quase uma palavra suave demais, e “avivamento” possui demasiadas conotações antiquadas hoje em dia. Mas a definição mais antiga de avivamento é útil. Ela se refere ao tempo em que as operações habituais do Espírito Santo — não sinais e maravilhas, mas convicção do pecado, conversão, certeza da salvação e um senso da realidade de Jesus Cristo no coração — são intensificadas, de maneira que você vê o crescimento da qualidade da fé nas pessoas da igreja, e um grande crescimento em números e conversões também.
Em um avivamento, cristãos apáticos acordam, cristãos nominais se convertem, e não-cristãos são alcançados. Um cristão apático pode acreditar que é cristão, mas não possui um real senso da santidade de Deus, seu próprio pecado, ou a profundidade de sua graça. Pode ser um moralista ou um relativista, ou viver uma vida inconsistente.
Cristãos nominais podem estar frequentando a igreja, mas nunca foram realmente convencidos do pecado ou receberam a salvação pessoalmente. Quando cristãos apáticos e cristãos nominais são avivados, atrativos e ousados em seus testemunhos, pessoas que nunca creram antes começam a se converter.
Então como você acorda cristãos apáticos e converte cristãos nominais? Deixe-me lhe dar o que eu chamo de minhas modernizadas versões americanas do tipo de pergunta que eu faria às pessoas se estivesse tentando fazê-las realmente pensar se elas estão ou não em Cristo. Tais questões são adaptadas do livro The Experience Meeting de William Williams, baseado nos avivamentos galeses durante o Grande Avivamento. Ele pedia às pessoas para compartilhar esse tipo de pergunta em reuniões de pequenos grupos semanalmente:
O quão autenticamente Deus esteve em seu coração esta semana? O quão clara e vívida é sua garantia e certeza do perdão de Deus e seu amor paternal? Em que grau isso é real para você neste momento?
Você está tendo algum período em especial de deleite em Deus? Você realmente sente sua presença em sua vida, o sente dando-lhe seu amor?
Você tem achado a Escritura viva e ativa? Ao invés de ser apenas um livro, você sente que a Escritura está indo atrás de você?
Você acha certas promessas bíblicas extremamente preciosas e encorajadoras? Quais delas?
Você acha que Deus está lhe desafiando ou chamando para algo através da Palavra? De que maneiras?
Você tem achado a graça de Deus mais gloriosa e comovente agora do que achou no passado? Você está consciente de um senso crescente do mal em seu coração, e em resposta, uma crescente dependência e uma compreensão da preciosidade da misericórdia de Deus?
Reúna. Isso é um crescente entendimento da graça.



Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com/

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Lutero e o estudo profundo da Bíblia


Steven Lawson
Lutero achava essencial que o preparo de sermões incluísse a leitura diligente da Bíblia. Entendia ele que se quisesse pregar bem, teria de conhecer profundamente as Escrituras. Cada uma de suas exposições bíblicas refletia horas concentradas de leitura cuidadosa da Palavra. Thomas Harwood Pattison observa que: “O seu amor pela Escritura fez de Lutero um grande pregador bíblico. O próprio Lutero tinha fome de conhecer mais as Escrituras, como alguém a quem por muito tempo tivesse sido negado o alimento necessário”.[1] E o historiador Jaroslav Pelikan, diz: “Ele estava de tal maneira saturado pela linguagem e pelo pensamento da Bíblia que muitas vezes a citava sem estar consciente disso”.[2] Em palavras simples, Lutero devorava o texto bíblico com voraz apetite.
Continuamente, Lutero lutava com as palavras dos escritores bíblicos. Refletindo sobre suas muitas horas gastas examinando as Escrituras, ele disse:
Quando jovem, eu me familiarizei com a Bíblia. Ao lê-la vez após vez, passei a conhecer o caminho em meio a ela. Só depois disso é que consultei escritores [de livros a respeito da Bíblia]. Mas finalmente, tive de tirá-los todos de minha vista e lutar com a própria Bíblia. É melhor ver com os próprios olhos do que com olhos de outros.[3]
Em outro lugar ele escreveu: “Já há alguns anos, eu tenho lido a Bíblia inteira duas vezes no ano. Se você imagina a Bíblia como uma poderosa árvore, e cada palavrinha um pequeno galho, eu sacudi cada um desses galhos porque queria saber o que era e o que significava”.[4] Essa leitura implacável da Bíblia foi uma das principais ocupações de sua vida.
Lutero sabia que os pregadores seriam tentados a evitar a Escritura procurando os comentários, mas asseverou que a Escritura tem de ser a leitura principal. Acautelou: “A Bíblia estará enterrada sob uma massa de literatura a respeito da Bíblia, negligenciando o próprio texto”.[5] Lutero consultava muitos comentários, mas jamais negligenciou a leitura diligente da Escritura.
Lutero temia que até mesmo a leitura dos pais da igreja pudesse substituir a verdadeira leitura da Bíblia. “A leitura dos santos pais deverá ser só por curto tempo, para que por meio deles sejamos conduzidos às Sagradas Escrituras”.[6] O perigo, dizia ele, é que um homem gaste tanto tempo lendo os pais que “nunca chegue a ler as Escrituras”.[7] Lutero ainda afirmava: “Somos como homens que sempre estudam os sinaleiros e nunca viajam pela estrada. Os queridos pais desejavam que, por seus escritos, fôssemos conduzidos às Escrituras, mas nós os empregamos para nos afastar das Escrituras”.[8] Para Lutero, tinha de haver um influxo total das Escrituras antes que pudesse haver um transbordar da verdade bíblica na pregação.
Ele testemunhou a negligência da leitura bíblica pessoal da parte de muitos no ministério, e Lutero lamentou: “Alguns pastores e pregadores são preguiçosos e não servem para nada. Dependem de… livros para conseguir produzir um sermão. Não oram, não estudam, não leem, não examinam as Escrituras. Não são nada senão papagaios e gralhas que aprenderam a repetir sem entendimento”.[9] Desprezar a leitura pessoal do texto bíblico, Lutero cria, era ser subdesenvolvido no púlpito.
Considerava sua obrigação labutar diariamente na Bíblia. Quanto a isso Lutero declarou: “Somente a Escritura é nossa vinha em que todos devemos lutar e laborar”.[10] Os pregadores não devem nunca se desviar para outros campo, porém, manter-se imersos na Escritura. Ele disse: “O chamado é vigiar, estudar, estar atento para a leitura”.[11] Isso, ele sentia, era o primeiro dever do pregador.
Lutero via o poder da pregação como ligado diretamente ao compromisso do pregador com a Palavra de Deus: “O melhor pregador é aquele que melhor conhece a Bíblia; que a guarda não só na memória como também na mente; que entende seu verdadeiro significado, e o trata com efetividade”.[12] Noutras palavras, um conhecimento profundo do texto prepara o homem para se tornar grande força no púlpito, Disse ele: “Aquele que conhece bem o texto da Escritura é teólogo distinto”.[13] Essa saturação bíblica era característica de Lutero, e impactou profundamente os seus sermões.

[1] T. Harwood Pattison, The History of Christian Preaching (Philadelphia: American Baptist Publication Society, 1903), 135.
[2] Jaroslav Pelikan, Luther’s Works, Companion Volume: Luther the Expositor (St. Louis: Concordia, 1959), 49.
[3] Lutero, Luther’s Works, Vol 54, 361
[4] Ibid., 165.
[5]Ibid., 361
[6] Martinho Lutero, Works of Martin Luther: With Introductions and Notes, Vol 2 (Philadelphia: A. J. Holman Co., 1915), 151.
[7] Lutero, Luther’s Works, Vol 44, 205.
[8] Ibid.
[9] Martinho Lutero, D Martin Luthers WerkeVol 53 (Weimar: Hermann Bohlaaus Nachfolger, 1883), 218, conforme citado em What Luther Says, 1110.
[10] Lutero, Luther’s Works, Vol 44, 205.
[11] LUTERO, D Martin Luthers WerkeVol 53, as cited in Meuser,Luther the Preacher, 40–41.
[12] KERR, John, Lectures on the History of Preaching (New York: A.C. Armstrong & Son, 1889), 154–155.
[13] Martinho Lutero, D Martin Luthers Werke, Tischreden IV, 4567 (Weimar: H. Böhlau, 1912–1921), conforme citado em What Luther Says, 1355.
Trecho do livro “A Heroica Ousadia de Martinho Lutero”, futuro lançamento de Abril.
Fonte:Blogfiel 

Bancada evangélica sai em defesa do pastor Marco Feliciano: “Podemos por milhões de cristãos na porta da Câmara”



Bancada evangélica sai em defesa do pastor Marco Feliciano: “Podemos por milhões de cristãos na porta da Câmara”

Um dos líderes da bancada evangélica na Câmara dos Deputados, Hidekazu Takayama (PSC-PR), afirmou durante uma sessão solene nesta segunda-feira, 08 de abril, que está havendo incoerência na análise da situação envolvendo o pastor Marco Feliciano.
“O que não está correto é querer fazer baderna na Câmara, colocar ativistas para denegrir a imagem de um cristão. Nunca nos opomos a que simpatizantes dos homossexuais ocupassem a presidência de uma comissão. Agora, quando temos a oportunidade de colocar alguém em uma comissão, não podemos”, afirmou o deputado.
O deputado Takayama enviou um recado à direção da Câmara dos Deputados e aos líderes de partidos: “Se deixar prevalecer meia dúzia de ativistas porque não têm visão igual a nossa, podemos colocar dois, três quatro milhões de cristãos na porta dessa Casa”, disse, antes de complementar dizendo que o tipo de abertura que está sendo feito para os ativistas gays abre precedentes perigosos na Câmara: “Isso também pode ocorrer amanhã em setor que não seja cristão e vocês terão dificuldade de colocar seus representantes”, alertou, de acordo com a Folha de S. Paulo.
O discurso foi seguido pelo deputado Nilton Capixaba (PTB-RO), que parabenizou Feliciano por defender o povo evangélico e resistir às tentativas de tirá-lo da CDHM, pois o direito à liberdade de expressão estaria sendo ferido.
Segundo o portal de notícias da Câmara, Capixaba disse ainda acreditar que o pastor exercerá um bom mandato na condução dos trabalhos da CDHM: “Ele fará chegar o direito humano às pessoas que precisam”.
Uma reunião entre os líderes de partido e o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) acontecerá amanhã, às 11h00, para analisar a situação e decidir que postura tomar a respeito. O pastor Marco Feliciano poderá comparecer à reunião, mas adiantou, através de seus assessores, que não renunciará.
Protestos no Rio e São Paulo
O último final de semana foi marcado por protestos contra o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) no Rio de Janeiro e em São Paulo. Na capital fluminense, aproximadamente 1,5 mil pessoas participaram da manifestação, enquanto que em São Paulo, o grupo foi formado por 200 pessoas, de acordo com informações do G1.
Tido como maior adversário político de Feliciano, o deputado Jean Wyllys esteve presente na manifestação carioca, e ganhou a companhia da atriz global Luana Piovani, que é evangélica da Igreja Adventista.
Os organizadores enfatizavam durante o protesto, que Feliciano não representa os direitos e as ideias dos brasileiros, e que por isso não tem condições de presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM): “Bandeiras históricas que sempre tiveram no estado laico a garantia da sua existência hoje estão ameaçadas. O Congresso tem que se posicionar em relação a isso. Mas é importante que a sociedade civil faça o seu papel e cobre outra postura dos deputados”, afirmou o deputado estadual Marcelo Freixo.
Também neste fim de semana, os cantores Ney Matogrosso e Mart’nália divulgaram uma imagem em que se beijam, com a cantora nua, em protesto contra Marco Feliciano. Já integravam a lista os atores Wagner Moura e Lucio Mauro Filho, Bruno Gagliasso e Matheus Nachtergaele, Fernanda Montenegro e Camilla Amado, entre outros.
Por Tiago Chagas
Fonte: Gospel+

André Valadão lidera campanha no Twitter contra o casamento gay



Internautas e personalidades do meio evangélico entraram na discussão sobre a liberdade de opinião.
por Leiliane Roberta Lopes

André Valadão lidera campanha no Twitter contra o casamento gayAndré Valadão lidera campanha no Twitter contra o casamento gay

O pastor e cantor André Valadão usou sua conta no Twitter, com mais de 510 mil seguidores, para se posicionar contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo pedindo para que quem concordasse também usasse a hashtag para mostrar ao Brasil quem são as pessoas que não concordam com a prática homossexual.
Antes de fazer a grande declaração, o pastor citou os versículos de Levítico 18:22, Deuteronômio 22:5 e I Coríntios 6:10 que falam contra a homossexualidade e em seguida ele escreveu: “EU SOU CONTRA O CASAMENTO GAY”.
André Valadão disse em outras mensagens que não pode ser obrigado a aceitar a união de pessoas do mesmo sexo e que por seguir a Bíblia ele se posiciona desta maneira.
Diversos pastores e cantores também usaram a tag #eusoucontraocasamentogay para participar da discussão, entre eles o pastor Lucinho Barreto, a cantora Bianca Toledo, Cássia Valadão, Joe Vasconcelos, Luiz Arcanjo, pastor Edson Rebustini e outros.
“Não vivo em função desta causa #eusoucontraocasamentogay mas não posso deixar de me expressar. Vivo por #Jesus e pra #Jesus.”
Discussões entre internautas
Muitos internautas se revoltaram contra o pronunciamento de André Valadão nas redes sociais dizendo que ele estava destratando os homossexuais por dizer que é contra a prática.
Sobre tais criticas a resposta do cantor veio com o retweet de uma mensagem do pastor Everaldo Silva que escreveu: “Eu tenho direito de expressar minha opinião #eusoucontraocasamentogay”.
Enquanto muitos criticavam aqueles que estavam expressando que são contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, outros aproveitaram a tag para exibir fotos em família ou de casais formados por um homem e uma mulher.
Mesmo com uma quantidade significativa de postagens a hastag não apareceu entre os assuntos mais comentados no Twitter nesta segunda-feira (8).
No final da tarde o cantor voltou a mostrar seu descontentamento com aqueles que querem impedir a liberdade de opinião. “#EuSouContraOCasamentoGay coloquei isto no meu Twitter hoje e parece que mundo vai acabar!!!Deus tenha misericórdia!!! EU SOU A FAVOR DA FAMÍLIA, DA BÍBLIA! Se vc também é, expresse-se! Somos livres para expor nossa fé e opinião, até isso querem tirar de nós. AV.”
Fonte:gospelprime

Diferença entre o Rev. Hernandes D. Lopes e o Rev. Marcos Amaral - 'quem te representa?'

Que o Reverendo Marcos Amaral já provocou manifestações de presbiterianos dos quatro cantos do Brasil, até mesmo do Presidente do Supremo Concílio da IPB, isso é fato. Tenho sempre destacado isso aqui no Blog. Mas ao ler aquilo que o Reverendo Hernandes Dias Lopes escreveu, me deu ânimo, e confiar que a IPB tem líderes (reconhecidos) que estão do lado do Evangelho da Cruz, da Lei de Deus  e da pregação do Arrependimento!!!

Veja o que o Reverendo Hernandes Dias Lopes escreveu no Facebook, sobre a intolerância da ditadura  gay:


"INTOLERÂNCIA? DE QUEM?

O movimento LGBT acusa a igreja evangélica de ser homofóbica e sai às ruas em passeatas, estendendo bandeiras e gritando palavras de ordem, exigindo a aprovação da PL 122, que visa criminalizar aqueles que discordam da relação homo-afetiva. 

A realidade dos fatos é que a intolerância não é dos evangélicos, mas dos ativistas que querem empurrar goela abaixo da sociedade suas práticas em flagrante oposição aos preceitos de Deus, exarados em sua Palavra (Romanos 1.24-28; 1Coríntios 6.9-11; 1Timóteo 1.10). 

Os evangélicos não são homofóbicos. Amamos a todas as pessoas sem distinção de raça, credo e sexo. Porém, isso não significa concordar com a prática homo-afetiva. Os cristãos de todos os tempos e em todos os lugares têm um distintivo: aceitam a Bíblia como Palavra de Deus e sua única regra de fé e prática. 

A prática da homossexualidade não tem nenhum amparo na Palavra de Deus. É uma distorção da criação de Deus (Gênesis 2.24; Mateus 19.3-9). Para se aprovar essa conduta é preciso relativizar a Palavra de Deus. Porém, a consciência dos cristãos está cativa da Palavra de Deus. Podemos até discordar da Palavra de Deus e rejeitá-la. 

Podemos até fazer nossas escolhas em oposição a seus preceitos; só não podemos escolher as consequências de nossas escolhas. A Palavra de Deus é peremptória: "Aquilo que o homem semear, isso ele ceifará" (Gálatas 6.7).

Hernandes Dias Lopes."
Fonte:MCA

Sinais e Selos de União (Joel Beeke)


tt-uniao

Assim como ele chamou o mundo á existência pelo poder de sua Palavra (Sl. 33:6-9; Hb. 11:3), assim também Deus traz sua igreja à existência pelo poder do chamado do evangelho (2Ts. 2:13-14; 1Pe. 2:9-10). Tal chamado nos invoca à união com Cristo pela fé, como um povo sob o Deus trino (Ef. 4:4-6). A igreja é definida por nosso chamado á comunhão com Cristo e uns com os outros, como Paulo lembra aos coríntios: “À igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos. [...] Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor” (1Co. 1:2a, 9; e ao longo do capítulo).
A comunhão com Deus em Cristo está no âmago do cristianismo empírico. A plenitude da alegria da igreja é ter comunhão uns com os outros e com o Pai e o Filho (1 João 1:3-4). Por causa de nossa união com Cristo como membros de seu corpo, a igreja (Ef. 1:22-23), o Espírito de Cristo que habita em Cristo como cabeça, habita em todos os seus membros (Rm. 8:9).
O Espírito que habita é a essência de nossa comunhão com o Pai e com o Filho (2Co. 13:14; Ef. 2:18). João Calvino disse: “O Espírito Santo é o elo pelo qual Cristo eficazmente nos une a si mesmo” (Institutas 3.1.1). Como marido e mulher são “uma só carne,” nós somos “um só espírito” com o Senhor Jesus (1Co. 6:16-17). Imagine o quão próximo você seria de um amigo se sua própria alma pudesse habitar nele. Tal é a intimidade de Cristo com cada um de seus membros através da habitação do Espírito Santo. Esse mesmo Espírito nos batiza em um único corpo de Cristo, nos unindo em fé, adoração e serviço (1 Co. 12:12-13; Confissão Belga, Artigo 27).
Portanto, não deveria ser surpresa que os sacramentos da igreja confirmam e manifestam nossa união com Cristo e uns com os outros. Gálatas 3:26-28 diz:
Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes. Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.
Gálatas 3:26 diz claramente que somos salvos pela fé, não por qualquer uma de nossas obras, quer sejam obras morais como guardar os Dez mandamentos, ou obras cerimoniais como a circuncisão, o batismo ou a Ceia do Senhor (veja também 2:16; 5:2). Ainda assim, o versículo 27 diz que aqueles que foram batizados, se revestiram de Cristo e, portanto, são “um em Cristo.” Como isso deve ser entendido? Eles devem olhar para seu batismo não como uma causa, mas como um sinal de sua união com Cristo pela fé e, nele, uns com os outros. Em seu Catecismo de 1545, Calvino estabelece esta definição:
O que é um sacramento? Uma atestação da graça de Deus que, por sinal visível, representa coisas espirituais para cunhar as promessas de Deus mais firmemente em nossos corações, e tornar-nos mais certos delas. (Q. 310)
Se o próprio sacramento do batismo nos uniu a Cristo e nos salvou, seria inconcebível para Paulo escrever que “Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho” (1Co. 1:17). Por que pregar o evangelho se os resultados desejados poderiam ser obtidos simplesmente ao batizar todas as pessoas? O evangelho, não o batismo, é “o poder de Deus para a salvação” (Rm. 1:16). Calvino disse:
Não devemos ser tomar o sinal terreno de maneira a buscar nossa salvação nele, nem devemos imaginar que ele tem um poder peculiar incluso nele. Pelo contrário, devemos empregar o sinal como uma ajuda, para nos levar diretamente ao Senhor Jesus, para que encontremos nele nossa salvação e [...] felicidade. (Catecismo Q. 318)
Assim, Paulo nos adverte em 1 Coríntios 10:1-5 que nós podemos receber os sacramentos mas ainda sermos incrédulos, não-convertidos e, derradeiramente, rejeitados por Deus:
Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar, tendo sido todos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés. Todos eles comeram de um só manjar espiritual e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo. Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto.
Note como ele faz alusão aos sacramentos da nova aliança falando do batismo, de comida e de bebida. Sacramentos não salvam e nem podem salvar.
Isso significa que o batismo e a Ceia do Senhor são apenas cerimônias de recordação? De maneira nenhuma. Os apóstolos frequentemente exortaram os crentes a olhar para trás para seu batismo como um sinal de sua união com aquele que morreu e ressuscitou (Rm. 6:3-4; Gl. 3:27; Ef. 5:25-26; Cl. 2:12; 1Pe. 3:21-22). O pão que partimos e o cálice que abençoamos são a comunhão do corpo e do sangue de Cristo (1Co. 10:16). Utilizados em fé, são meios de aproximar-se de Cristo, acessar os benefícios de sua obra expiatória aplicando-a a nós mesmos e encontrando graça para viver para Deus (Rm. 6:1-14).
Os sacramentos são meios pelos quais Cristo, através da obra de seu Espírito, oferece as si mesmo a nós para ser recebido por fé. É por isso que Paulo falou de receber comida e bebida “espirituais” de Cristo (1Co. 10:3-4), de ser batizado pelo Espírito e beber do Espírito (12:13), assim como ser cheio do Espírito (Ef. 5:18).
Calvino escreveu: “Se falta o Espírito, os sacramentos não podem efetuar nada.” (Institutas 4.14.9). E mais:
O Espírito verdadeiramente é o único que pode tocar e mover nossos corações, iluminar nossas mentes e encorajar nossas consciências; para que tudo isso seja julgado como sua própria obra, que louvor seja atribuído a ele somente. Não obstante, o próprio Senhor faz uso dos Sacramentos como instrumentos inferiores como lhe convém, sem que eles de maneira nenhuma depreciem o poder de seu Espírito. (Catecismo Q. 312)
Quando a igreja se reúne em nome de Cristo e celebra a Santa Ceia em memória dele, temos real comunhão ou comunhão espiritual com Cristo. Note a repetição da palavra “comunhão” (do grego koinōnia: “comunhão, participar ou partilhar em comum”) de várias formas em 1 Coríntios 10:16-20:
Porventura, o cálice da bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo? Porque nós, embora muitos, somos unicamente um pão, um só corpo; porque todos participamos do único pão. Considerai o Israel segundo a carne; não é certo que aqueles que se alimentam dos sacrifícios são participantes [koinōnoi] do altar?  Que digo, pois? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o próprio ídolo tem algum valor? Antes, digo que as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados [koinōnous] aos demônios.
O que Paulo quis dizer ao falar que participar do pão e do cálice é a “comunhão” do corpo e do sangue de Cristo? Em parte, ele quis dizer que somos através disso unidos como “um corpo” (v. 17). Temos comunhão uns com os outros. Mas há mais. Calvino disse: “Mas de onde, lhes pergunto, vem essa koinōnia (comunhão) entre nós, senão pelo fato de que somos unidos a Cristo?” (comentário em 1Co. 10:16).
Paulo usa a mesma linguagem de koinōnia com respeito aos adoradores do Antigo Testamento. Comendo os sacrifícios, eles tinham comunhão no altar. Eles compartilharam uma refeição com Deus na base do sacrifício de sangue e através de um sacerdócio ordenado. A igreja compartilha uma refeição pactual com o Senhor, banqueteando em sua presença mediante graça comprada por sangue.
Paulo também usou a mesma linguagem para adoradores pagãos: eles têm comunhão com demônios. Eles adoram na presença de espíritos imundos. Paulo está dizendo que os adoradores de fato se conectam com os seres caídos que adoram. Se tomamos parte com demônios, esta é uma forma de adultério espiritual que provoca o ciúme de Deus (v. 22). Obviamente tal “comunhão” é uma realidade espiritual de grande significado. Paulo define essa adoração pagã em direto contraste com a Ceia do Senhor, obviamente querendo que as vejamos como paralelas (v. 21).
Assim, vemos o que Paulo quer dizer com “a comunhão do sangue de Cristo.” Nós renunciamos os poderes de Satanás e temos comunhão espiritual com o próprio Cristo, crucificado por nós, e agora ressurreto e exaltado como nosso Cabeça e Sumo Sacerdote espiritual. Nós banqueteamos nos benefícios de sua morte expiatória e no poder de sua vida infinita. Calvino disse que a Ceia é “um banquete espiritual, em que Cristo afirma a si mesmo como sendo o pão que dá vida, no qual nossas almas se alimentam de verdadeira e bendita imortalidade [João 6:51]” (Institutas 4.17.1).
Valorizemos os sacramentos como “preciosas ordenanças de Deus” para serem usados através da fé em Cristo. Se os usarmos como “hipócritas, nos quais o mero símbolo desperta orgulho,” nossa confiança é colocada no lugar errado, e os símbolos físicos são vazios. Mas se os recebermos como aqueles que são unidos a Cristo através de verdadeira fé, vemos “as promessas que eles exibem da graça do Espírito Santo” (comentário de Calvino em Gl. 3:27), e, através da fé, Cristo habitará cada vez mais em nossos corações (Ef. 3:16-17).


Veja as outras postagens da revista:

Por Joel Beeke. Extraído do site www.ligonier.org. © 2013 Ligonier Ministries. Original: Signs and Seals of Union
Este artigo faz parte da edição de Fevereiro de 2013 da revista Tabletalk sobre “União com Cristo”.
Tradução: Alan Cristie. Editora Fiel © Todos os direitos reservados. Original: Sinais e Selos de União (Joel Beeke)
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.


Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com

FILHO DE RICK WARREN COMETE SUICÍDIO


RickWarren3O conhecido pastor e autor Rick Warren tem três filhos de seu casamento com Kay Warren. O caçula, Matthew, suicidou-se ontem, segundo um e-mail enviado pelo pastor na manhã deste sábado (6/4).
“Não há palavras para expressar a dor angustiante que sinto agora. Nosso filho mais novo, Matthew, 27 anos, e um membro da Saddleback, morreu hoje”, escreveu Warren na mensagem para os membros de sua igreja. “Ao longo dos 33 anos que estivemos juntos, passamos por todo tipo de crise. Kay e eu tivemos o privilégio de segurar suas mãos enquanto vocês enfrentaram crises ou perdas, ficamos ao seu lado em velórios e oramos por vocês quando alguém estava doente. Hoje, somos nós que precisamos de sua oração”.
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Matthew Warren
Warren descreveu o filho mais novo como “um homem incrivelmente bondoso, gentil e compassivo”. E explicou “Ele tinha um intelecto brilhante e uma grande capacidade de detectar quando alguém precisava de ajuda. Por isso, sempre tentava se aproximar dessas pessoas e incentivá-las. Mas as pessoas mais próximas da família sabiam que ele lutava, desde o nascimento, com uma doença mental, que incluía longas crises de depressão e até mesmo pensamentos suicidas. Apesar de termos procurado os melhores médicos do país, testado diferentes medicamentos, e contado com conselheiros e muitas orações por sua cura, a tortura desta doença mental nunca diminuiu. Hoje, depois de uma noite divertida junto com Kay e eu, durante uma onda de desespero momentâneo em sua casa, ele tirou a própria vida. ”
Warren disse que ele e sua esposa, se admiravam de ver o filho “sempre seguindo em frente, apesar da dor implacável.” “Muitos anos atrás, depois de uma outra tentativa de ajudá-lo, mas sem sucesso, Matthew disse: ‘Pai, sei que vou para o céu. Porque eu não posso simplesmente morrer e acabar com esta dor?”. Isso foi há dez anos.
Agora, a família Warren diz que procurará conforto em Deus para continuar seu trabalho ministerial. Líder internacionalmente conhecido, pastor da Igreja de Saddleback, Califórnia, e autor de “Uma Vida com Propósitos” livro cristão mais vendido da história e o segundo livro mais traduzido no mundo, depois da Bíblia, Rick, 59, tem outros dois filhos adultos, Amy e Josh, e cinco netos.
(Com informações The Christian Post, via Gospel Prime.)
***
Com esta trágica notícia, vários internautas deferiram muitas opiniões obre o ocorrido, chegando até a apresentar a insensibilidade de supor que o Matthew teria ido para o inferno. O certo é que, creio que não seja momento de se especular sobre o destino do Matthew, aliás esse momento nunca deve existir; o que nos cabe agora é se compadecer com a família e orar pra que Deus possa estar consolando os corações.
O pastor Renato Vargens, inquieto com tais falatório, deixou um comentário em sua página noFacebook:
“Muito se tem falado sobre a morte do filho do Rick Warren, inclusive que ele perdeu a salvacao e foi para o inferno. Confesso que me assusta a insensibilidade de alguns cristaos. Outra coisa, quem pode julgar se um homem esta salvo ou nao a nao ser o Senhor? Ora, esta é uma prerrogativa que não nos cabe, e sim ao Soberano Deus. Somente o Eterno tem poder para de decidir o destino final os homens e isto é indiscutivel. Outra coisa, nao creio que crentes percam a salvação. Nada pode separar um cristão do seu Senhor, nem mesmo a morte. O rapaz, cometeu um ato inconcebível a pessoas saudáveis, que se deveu exclusivamente ao fato de uma depressão que o vitimava a longos anos. Louvado seja Deus pela sua graça que nao nos trata mediante nossa fraqueza e que mesmo diante de atos incompreesnsiveis como este nao nos tira a vida eterna.”
Fonte:Púlpito Cristão

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