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terça-feira, 2 de abril de 2013

Soberania Divina e Responsabilidade Humana


C.H. Spurgeon

"E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia. De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia."
João 6:39-40
sp009.jpg (12K) - Spurgeon
Essas duas frases apresentam o lado divino e o lado humano da salvação.
Vocês sabem, meus caros amigos, que o costume generalizado entre os vários ramos do cristianismo é o de tomar uma parte da Bíblia e pregar aquela parte e então é o dever de todos os teólogos daquele ramo não pregar nada além disso. Ou se eles acharem um texto que aponta em uma direção diferente, é esperado que estes cavalheiros torçam o referido texto de modo a adaptá-lo ao credo deles, partindo do pressuposto de que somente um conjunto de verdades seja possivelmente digno de ser defendido, nunca entrando na cabeça de algumas pessoas que podem haver duas verdades aparentemente irreconciliáveis que, não obstante, são igualmente valiosas.
"... é esperado que estes cavalheiros torçam o referido texto de modo a adaptá-lo ao credo deles, partindo do pressuposto de que somente um conjunto de verdades seja possivelmente digno de ser defendido."
Não pense que eu venho aqui para defender o lado humano da salvação às custas do divino; nem tampouco desejo engrandecer o lado divino às custas do humano. Em vez disso, peço que olhem para os dois textos que estão juntos diante de nós e estejam preparados para receber os dois conjuntos de verdades. Eu creio que é uma coisa muito perigosa dizer que a verdade encontra-se entre os dois extremos. Não. A verdade está nos dois, na compreensão de ambos; não em pegar uma parte disso e uma parte daquilo, reduzindo um e adaptando o outro, como é costumeiro, mas crendo e dando plena expressão a tudo aquilo que Deus revela independentemente de nós podermos reconciliar as coisas ou não, abrindo nossos corações como as crianças abrem seus entendimentos ao ensino de seus pais, sentindo que se o evangelho fosse tal que nós pudéssemos torná-lo um sistema completo, nós poderíamos estar bastante seguros de que não seria o Evangelho de Deus, porque qualquer sistema que vem de Deus deve ser por demais sublime para que o cérebro humano possa compreendê-lo pelo seu esforço. E qualquer caminho que Ele siga deve se alongar até muito distante da linha da nossa visão, não permitindo, portanto, que façamos um belo e pequeno mapa perfeitamente esquadrinhado.
"Assim também ocorre com as doutrinas do Evangelho: elas são muito brilhantes para os nossos olhos fracos, muito sublimes para o esquadrinhamento das nossas mentes finitas."
Este mundo, nós podemos mapear prontamente. Vá e adquira cartas náuticas ou topográficas e você descobrirá que homens de entendimento indicaram quase toda pedra no mar, quase toda vila na terra. Mas eles não podem mapear os céus daquela maneira, porque embora você possa comprar um atlas celestial, contudo você sabe muito bem que nem uma em dez mil estrelas pode ser posta ali; quando elas são exibidas pelo telescópio elas se tornam completamente inumeráveis, e de tal maneira excedem qualquer contagem que é impossível para nós colocá-las em ordem e dizer: este é o nome dessa e aquele é o nome daquela. Nós precisamos abandoná-las: elas estão além de nós. Há profundidades nas quais nós não podemos espreitar; nem mesmo o mais forte telescópio pode nos mostrar mais do que um mero canto dos mundos estrelados.
Assim também ocorre com as doutrinas do Evangelho: elas são muito brilhantes para os nossos olhos fracos, muito sublimes para o esquadrinhamento das nossas mentes finitas, a não ser a uma distância desprezível. A nós só nos cabe aceitar tudo o que pudermos do seu solene propósito, acreditar nelas de todo coração, aceitá-las com gratidão, e então cair aos pés de Deus e derramar nossas almas em adoração.


Publicado por Phil Johnson no site Pyromaniacs.
Tradução: Juliano Heyse
Fonte: Bom Caminho

Os Puritanos: Trabalho e Sucesso

Leland Ryken*
 Leland RykenO Puritanismo e o calvinismo mais comumente consideravam o trabalho como o meio pelo qual as pessoas conquistam seu próprio sucesso e riqueza? É normalmente afirmado que sim, mas procuro em vão pela substanciação da afirmativa. O calvinismo não ensina uma ética de autoconfiança, como ensina nossa ética moderna do trabalho. É, ao contrário, uma ética da graça: quaisquer recompensas tangíveis advindas do trabalho, são o dom da graça de Deus.
"Calvino mesmo havia negado que o sucesso material é sempre o resultado do trabalho."
Calvino mesmo havia negado que o sucesso material é sempre o resultado do trabalho. Era Benjamin Franklin, e não os primeiros protestantes, que tinha a confiança que "cedo dormir e cedo levantar tornam um homem saudável, abastado e sábio". Na visão calvinista, apenas trabalho não garante sucesso; mesmo quando Deus abençoa o trabalho com prosperidade, é sua graça e não mérito humano que produz a bênção. Nas palavras de Calvino: "Os homens em vão desgastam-se com labuta, e desperdiçam a si mesmos para adquirir riquezas, visto que estas também são um benefício somente através de Deus". E novamente: "Longe de nós pensar que temos qualquer direito à vã confiança. Conseqüentemente, sempre que encontrarmos a palavra 'recompensa', ou ela passar por nossa mente, compreendamos que é a extrema grandeza da bondade divina em relação a nós".
O mesmo espírito permeia o pensamento Puritano na relação entre o esforço humano e a bênção divina. Cotton Mather afirmou: "Em nossas ocupações estendemos nossas redes; mas é Deus quem põe nas nossas redes tudo que vem nelas". Robert Crowley disse a uma audiência em London Guildhall que nem a cobiça nem o trabalho árduo poderiam torná-los ricos, visto que só Deus abençoa as pessoas com o sucesso. De acordo com George Swinnock, o homem de negócios bem-sucedido nunca pode dizer que seus próprios esforços foram responsáveis pelo seu sucesso; muito embora os humanos façam a sua parte ativa, "não há a menor roda na engrenagem da natureza que não dependa de Deus para seu movimento a cada instante".
"Os Puritanos nunca conceberam o trabalho à parte do contexto espiritual e moral do serviço a Deus e ao homem."
É verdade que o estilo de vida Puritano, uma mistura de diligência e frugalidade, tendia a fazer as pessoas relativamente prósperas, ao menos parte do tempo. A coisa importante, porém, é como os Puritanos viam sua riqueza. A atitude Puritana era de que riqueza era um bem social, não uma propriedade pessoal — um dom de Deus, não o resultado de esforço humano somente ou um sinal da aprovação de Deus. A maciça pesquisa de fontes primárias de Richard L. Greaves revela que os Puritanos afirmavam que "nenhuma correlação direta existe entre riqueza e santidade... Não riquezas, mas fé e sofrimento por causa do evangelho são sinais de eleição".
Os Puritanos nunca conceberam o trabalho à parte do contexto espiritual e moral do serviço a Deus e ao homem. A mensagem muito citada de Richard M. Nixon, no Dia do Trabalho (1971), provavelmente resumiu a concepção popular da "ética Puritana do trabalho", mas se podemos dizer, é um quadro impreciso:
"A "ética do trabalho" sustenta que o trabalho é bom em si; que um homem ou mulher tornam-se uma pessoa melhor em virtude do ato de trabalhar. O espírito competitivo americano, a "ética do trabalho" deste povo,... o valor da realização, a moralidade da autoconfiança — nenhum destes sai de moda."
Acredito ter mostrado que os Puritanos não estariam contentes com tal teoria do trabalho. Seus ideais eram obediência a Deus, serviço à humanidade e confiança na graça de Deus. Na ética Puritana, a virtude do trabalho dependia quase completamente dos motivos com que as pessoas o realizavam.

*Leland Ryken

Leland Ryken (Ph.D., University of Oregon) é Professor de Inglês no Wheaton College. Autor e editor de diversos livros, entre eles "Santos No Mundo" um resumo acessível sobre quem foram os puritanos e porque eles são exemplo para nós. É freqüentemente convidado para palestras e participou da edição da Bíblia em inglês (English Standard Version).


Fonte: Santos No Mundo - Leland Ryken - Editora Fiel. via Bom Caminho

Conselhos regionais de medicina se manifestam contra aprovação do aborto



O deputado Roberto de Lucena se comprometeu em receber esses conselhos para dar voz para as duas propostas relacionadas ao tema.
por Leiliane Roberta Lopes

Conselhos regionais de medicina se manifestam contra aprovação do abortoConselhos de medicina se manifestam contra aprovação do aborto

Enquanto o Conselho Federal de Medicina (CFM) defende a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas, alguns conselhos regionais se opõem a tal proposta se baseando em razões científicas que atestam que a vida começa na concepção.
Quem ampliou a voz dos conselhos que são contra o aborto antes dos três meses de gravidez foi o deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP) que expôs a falta de consenso entre a categoria médica quando o assunto é a interrupção da gravidez.
“Um terço dos conselheiros discordou da decisão do CFM. Em outras palavras, o documento pró-aborto do Conselho Federal de Medicina não é matéria de consenso entre os 27 conselhos regionais de medicina do Brasil. O CFM não tem o apoio da categoria”, disse o deputado.
Entre os conselhos que são contra a proposta do CFM temos os conselhos regionais de Minas Gerais (CRM-MG), Goiás (CREMEGO), Paraná (CRM-PR) e do Maranhão (CRM-MA) que divulgaram uma nota de oposição.
O presidente do conselho de medicina de Minas Gerais, João Batista Soares, citou que há razões científicas que aprovam que “a partir do momento em que o óvulo é fecundado, já começa a existir um ser” e que portanto aprovar o aborto dentro dessas 12 primeiras semanas seria um atentado à vida.
“O doutor João Batista Soares foi taxativo ao dizer que a primeira tarefa da medicina é a defesa da vida e que um feto com 10, 12 ou 20 semanas é uma vida de qualquer maneira. Os médicos pró-vida do Brasil precisam ser ouvidos na Câmara Federal”, comentou Lucena.
Quem também falou sobre o assunto foi o do presidente do conselho de medicina de Goiás, Salomão Rodrigues Filho, que teme que o aborto seja legalizado e passe a ser usado como método contraceptivo.
A proposta da CFM é enviar uma alteração para o Código Penal Brasileiro para que a interrupção da gravidez dentro dessas 12 semanas não seja considerada crime, deixando à mulher o poder de escolher continuar ou não com a gravidez.
Fonte:gospelprime

Jean Wyllys e deputados do PT tentam incriminar Pr. Silas Malafaia


Os deputados federais Jean Wyllys, Érika Kokay e Domingos Dutra entraram com uma ação criminal contra o deputado e pastor Marco Feliciano, seus assessores e, também, contra o pastor Silas Malafaia, com base em informações de um perfil falso do Facebook, atribuído ao pastor Silas (veja imagem abaixo).
Pr. Silas comenta:
Os deputados Jean Wylly, Érika Kokay e Dutra estão mais para três patetas do que para deputados federais. Vamos os fatos:
Imagem do facebook falso
1. A arma dos incompetentes é a calúnia e a difamação.
Vejam o absurdo em que chegaram três deputados na tentativa de me incriminar em uma denúncia sem pé nem cabeça, misturada com outros assuntos que não tem nada a ver comigo (clique aqui e veja). Usando um perfil falso do Facebook – o meu perfil oficial é Silas Malafaia Oficial – na tentativa de me incriminar junto ao Procurador da República.
2. O jogo é tão inescrupuloso e bandido que ao tentarem misturar minha fala com a do deputado Marco Feliciano e seus assessores, eles tentam, de maneira inescrupulosa, produzir uma notícia na imprensa – onde eles possuem muitos amiguinhos – a fim de dizer que estou sendo processado por formação de quadrilha. Isto é para vocês verem aonde eles querem chegar e porque eu não me calo.
3. Os ativistas gays e seus defensores não suportam o debate democrático, querem criminalizar a opinião, e, no Brasil, amparado pela Constituição, opinião não é crime. A duras penas o Brasil ficou livre do delito de opinião. O jornalista Alexandre Garcia de maneira inteligente disse o seguinte: “Opinião homofóbica ou racista não é crime. O crime é incentivar, ou praticar a homofobia, ou o racismo”. Falar mal das práticas religiosas dos evangélicos não é crime, o crime é incitar a sociedade a praticar maldades contra nós.
4. Já disse várias vezes que tenho diferenças com o pastor Marco Feliciano, porém a questão não é ele, e sim o jogo ideológico. Os ativistas gays e seus amigos querem calar tanto ele quanto eu, pois não suportam o contraditório. Nenhum grupo social tem o monopólio das ilegalidades, ou dos direitos. E olha que coisa interessante, os que querem tirar o pastor Marco Feliciano da presidência da CDHM, e os que querem tirar os meus direitos, são os mesmos que defendem o aborto. Que moral esta gente tem para falar de Direitos Humanos? Nenhuma!
5. Vou entrar na Procuradoria Geral da República com uma ação contra os três deputados por denunciação caluniosa. Mais uma vez peço ao povo de Deus que ore por nós. É uma verdadeira batalha espiritual para deturpar os valores que Deus instituiu na terra para o bem-estar do ser humano.
IMPERDÍVEL! LEIA O COMENTÁRIO DE REINALDO AZEVEDO, NO SITE DA VEJA, SOBRE O ASSUNTOClique aqui e comente.
Fonte:VG

Jornalistas renomados saem em defesa do pastor Marco Feliciano: “No Brasil, opinião não é crime”



Jornalistas renomados saem em defesa do pastor Marco Feliciano: “No Brasil, opinião não é crime”

Após a onda de ataques a Marco Feliciano (PSC-SP), algumas figuras formadoras de opinião começam a ponderar sobre a questão envolvendo sua eleição à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.
A jornalista Rachel Sheherazade, âncora do SBT Brasil, foi a primeira a se manifestar contra o exagero em torno dos protestos contrários a Feliciano. Agora, o jornalista Alexandre Garcia, que comenta política na TV Globo e na rádio Metropole, de Brasília, saiu em defesa de Feliciano dizendo que no Brasil, opinião não é crime.
“Tá uma novela essa história do pastor Marco Feliciano [...] Dois militantes foram presos, eu vi uma foto no jornal, uma coisa horrível. Um manifestante, em pé, em cima da mesa que é ocupada pelos deputados. Aí não dá, é um exagero [...] Eu ouvi o noticiário todo, e o noticiário sempre começa assim: ‘o pastor Marco Feliciano, acusado de opiniões homofóbicas e racistas…’ Opa, agora me deram a chave de tudo isso. Se ele é acusado por opinião, supõe-se então que aqui no Brasil exista crime de opinião, e não existe. Ele não pode ser acusado de opinião, se a opinião é livre, e é protegida pela Constituição. Cada um pode ter a sua opinião”, ponderou o jornalista.
Garcia ainda ressaltou que “no momento em que ele puser em prática o racismo, incitar as pessoas ao racismo, ou à homofobia, aí sim” poderia ser acusado, e complementou: “Mas enquanto ele expressar a opinião dele, como ele tem expressado, que é contra o casamento gay… Deu uma declaração sobre a África, que se eu fizer uma declaração sobre a América do Sul dizendo mais ou menos a mesma coisa, ninguém vai me acusar de racismo”.
Ouça o comentário:
Já o jornalista Ricardo Noblat, do jornal O Globo, ironizou afirmando que os holofotes colocados sobre Feliciano trouxeram tranquilidade para o senador Renan Calheiros e o deputado Henrique Eduardo Alves, ambos do PMDB, e que recentemente assumiram a presidência do Senado e da Câmara dos Deputados, respectivamente.
“Comunicado público: Henrique Eduardo Alves e Renan Calheiros agradecem de coração ao pastor Marco Feliciano o seu desempenho como presidente recém-eleito da CDHM”, escreveu, em tom sarcástico.
A crítica de Noblat se estende e alcança a organização Avaaz, que protestou contra Calheiros e depois “esqueceu” o caso para promover protestos contra Feliciano: “Cadê o movimento que recolheu mais de uma milhão e meio de assinaturas pedindo o afastamento de Renan (PMDB-AL) da presidência do Senado por falta de decoro? Esgotou-se? Sua única finalidade era amealhar as assinaturas? Não se ouvirá mais falar dele nas redes sociais? Nem do alvo de sua sanha? Justificável sanha, por sinal! Alvo bem escolhido”, criticou.
O presidente da Câmara dos Deputados também foi citado pelo jornalista, que relembrou os protestos contra ele por causa dos privilégios estendidos aos colegas parlamentares: “É de R$ 26.700,00 o salário mensal de um deputado. Mas ele recebe um segundo salário para pagar de R$ 34 mil. É pago mediante a apresentação de notas fiscais. Ninguém checa se as despesas foram de fato realizadas e se as notas não são frias. Henrique saldou mais três parcelas do preço de sua eleição: aumentou o auxílio-moradia de R$ 3 mil mensais para R$ 3.800,00; eliminou o limite de reembolso para assistência médica aos colegas; e aprovou a criação de 59 cargos em comissão. Em sua defesa, lembra que limitou o pagamento do 14º e 15º salários anuais aos deputados”, disse Noblat.
O senador Magno Malta, em discurso realizado na última semana, destacou que apesar de ter divergências de ideias com o pastor Marco Feliciano, defende a democracia e entende que ele precisa ser respeitado como parlamentar, por ter sido eleito democraticamente.
“O deputado Marco Feliciano pode pensar diferente do deputado Jean Wyllys, e até deve, porque fica bem para a democracia. E o deputado Jean Wyllys precisa, pelo bem e respeitando a democracia, ser contra o deputado Marco Feliciano no que pensa, nas suas bandeiras. Mas são obrigados, e devedores, ambos, do respeito um ao outro. Porque nós temos dívidas com os homossexuais. Temos. E qual é a dívida? É a que a Bíblia fala: ‘A ninguém deveis nada, exceto o amor’, respeito. Nós devemos o respeito como eles também nos devem o respeito. E se na pluralidade da democracia, na proporcionalidade ou em acordo de partidos, coubesse ao PSOL do deputado Jean Wyllys a presidência da Comissão de Direitos Humanos, caberia ao deputado Marco Feliciano votar nele, respeitá-lo”
Confira a íntegra do discurso de Magno Malta no vídeo abaixo:
O próprio Feliciano tem rebatido as críticas usando o histórico da CDHM como comparação: “Não lembro de nada de mais relevante que a comissão tenha feito nos dois anos anteriores. A CDH é uma comissão de mérito: recebe e apura denúncias, nada muito além disso. E é o que estamos fazendo”, disse, de acordo com informações de Lauro Jardim, no site da revista Veja.
Sobre os manifestantes, Feliciano afirma que espera deles uma postura mais racional: “Gostaria muito que eles parassem para ouvir as reuniões. Veja se eles fazem isso no plenário, nas sessões comandadas pelo presidente Henrique (Eduardo Alves)? Lá, eles sequer podem bater palmas. O que eles fazem na CDH não é democracia”, criticou.
Por Tiago Chagas
Fonte: Gospel+

Jean Wyllys e deputados pró-gays protocolam ação criminal contra Silas Malafaia e Marco Feliciano por formação de quadrilha e outros supostos crimes; Entenda


Por Tiago Chagas
Jean Wyllys e deputados pró-gays protocolam ação criminal contra Silas Malafaia e Marco Feliciano por formação de quadrilha e outros supostos crimes; Entenda

Os deputados federais Jean Wyllys (PSOL-RJ), Érika Kokay (PT-DF) e Domingos Dutra (PT-MA) encaminharam uma ação criminal por calúnia, difamação, formação de quadrilha e outros supostos crimes contra os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano (PSC-SP).
Em seu site, Jean Wyllys divulgou nota afirmando que o processo contra Malafaia e Feliciano se deve à produção de “vídeos, notas, postagens em redes sociais, ou [...] propagação destas, atribuindo aos deputados, entre outros, a defesa da pedofilia como bandeira política”.
Wyllys, Kokay e Dutra (ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias- CDHM) tem sido os principais adversários políticos do pastor Marco Feliciano desde sua eleição para a CDHM. Os atritos entre Wyllys e Malafaia são antigos, com episódios diversos que incluem até bate-boca público através do Twitter.
A nota de Jean Wyllys lista os supostos crimes cometidos contra eles e inclui os nomes de assessores parlamentares do pastor Feliciano no processo.
“Alvos recentes de uma pesada campanha difamatória e caluniosa por sua firme oposição à eleição e permanência do deputado Pastor Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, dadas as suas declarações públicas de teor racista, homofóbico e misógino em redes sociais e fora delas, os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ), Erika Kokay (PT-DF) e Domingos Dutra (PT-MA) decidiram representar criminalmente – por calúnia, difamação, falsificação de documento público, injúria, falsidade ideológica, formação de quadrilha e improbidade administrativa – o deputado Pastor Marco Feliciano, o pastor Silas Malafaia, e os assessores parlamentares Rafael Octávio, Joelson Tenório, André Luis de Oliveira, Roseli Octávio e Wellington de Oliveira”, comunica a nota.
O documento de representação criminal enviado ao procurador-geral da República Roberto Gurgel inclui transcrições de postagens nas redes sociais, texto de vídeos publicados no Youtube e até, tweets publicados pela psicóloga Marisa Lobo em apoio a Marco Feliciano.
O documento pode ser lido na íntegra aqui.
Fonte: Gospel+

Wyllys e dois deputados petistas recorrem até a falso perfil no Facebook para calar adversários. E amplos setores da imprensa aplaudem! Um dia ainda vão propor o “controle social da piada”

Pare e leia esse texto de Reinaldo Azevedo da Veja.
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) tem a mania de tratar como inimigas as pessoas que discordam dele. Pior: parece achar que a homofobia é a única razão que leva a essa discordância. É um sestro que carrega lá do BBB. Quando foi indicado para o paredão, Pedro Bial quis saber por que, na sua opinião, fora o mais votado. Ele mandou bala: “Vai ver é porque eu sou gay”. Ali nascia o seu vitimismo agressivo e triunfante. Como os demais participantes não eram gays, não podiam usar essa condição a seu favor. O que diriam, afinal: “Fui indicado porque sou louro”, “fui indicada porque sou mulher”, “fui indicado porque sou morena”, “fui indicado porque sou hétero”? Wyllys acabou levando a bolada. Agora deputado, em companhia de dois outros colegas, os petistas Érika Kokay (DF) e Domingos Dutra (MA), Wyllys fez uma coisa feia: resolveu apelar à Procuradoria-Geral da República para criminalizar seus adversários políticos ou intelectuais. E ainda diz que o faz em nome da liberdade. Um dos alvos, claro!, é o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Outro é o pastor Silas Malafaia — nesse caso, então, a coisa vai além das franjas do absurdo. Já chego ao ponto. Antes, algumas considerações.
Democracia decadente e controle da mídiaEscrevi ontem à noite um texto sobre aquelas 70 pessoas que foram ao Palácio do Planalto protestar contra Feliciano portando velas acesas. Exigiram que a presidente Dilma Rousseff se manifeste contra o deputado do PSC. Cobraram que a chefe do Executivo atue contra uma comissão do Legislativo. Sob o pretexto de defender as minorias e os direitos humanos, propõem, sem pestanejar, a violação de um dos pilares do regime democrático. Conhecem o pensamento de Wyllys, é certo, mas devem achar que Montesquieu era um banana com aquele negócio de independência entre os Poderes.
A evidência de que a democracia brasileira se degrada não está na manifestação em si — ao contrário: coisas assim só são possíveis em sociedades livres. O sintoma da decadência está no fato de que amplos setores da imprensa aplaudem o que é um convite à violência institucional.
A turma, aliás, que quer o “controle social da mídia” — viu, Zé Dirceu?; viu, Rui Falcão? — já sabe o bom mau caminho: o negócio é fazer as Blitzen no Congresso e sair por aí acedendo velas. Depois virão o “controle social das piadas”, “o controle social da opinião”… O Brasil vai ficar lotado de aiatolás bondosos dizendo o que podemos pensar ou não, o que podemos dizer ou não, que religião podemos ter ou não. Os que acreditam em Deus devem deixar de lado essa ideia estúpida de absoluto e acreditar em Wyllys — que já venceu Montesquieu, como é sabido. Faço uma ironia, mas a coisa é séria.
A acusaçãoA representação criminal contra um grupo de pessoas, que inclui Feliciano e Malafaia, está na página do próprio deputado do PSOL. A íntegra está aqui. Há uma penca de acusações: difamação, calúnia, falsificação de documentos, formação de quadrilha, falsidade ideológica e improbidade administrativa. As acusações são muitas porque eles querem transformar uma penca de pessoas em rés. Deve ser uma das peças mais absurdas em que pus os olhos nos últimos tempos. Fica óbvio que Wyllys e os demais deputados se querem acima das críticas. O parlamentar do PSOL parece achar razoável sair por aí acusando os desafetos de racistas, homofóbicos, fundamentalistas etc., mas se zanga quando eles reagem.
Muito bem! Qual é a principal peça que apresentam contra Feliciano? Um vídeo (abaixo), divulgado pelo deputado em seu Twitter, com crítica à atuação de alguns deputados que o atacam. Se alguém quiser ver, segue abaixo. Retomo depois.
Retomo
É evidente que há aí um trabalho de edição que pode dar acento exagerado a determinadas falas, eventualmente distorcendo-lhes o sentido. Mas pergunto: é coisa muito diferente do que os militantes fizeram com várias falas do próprio deputado? Será mesmo uma agressão mais severa do que aquelas que ele passou a enfrentar cotidianamente, seja na comissão, seja à porta das suas igrejas, seja nas redes sociais? Então o pau que bate em Chico é diferente daquele que bate em Francisco? Ora… Mas isso fica para a Procuradoria-Geral.
No caso de Malafaia, o troço, como escrevi, vai além das franjas do absurdo. A representação usa esta mensagem de uma página de Facebook contra o pastor:
Página falsaOcorre que esse é um perfil falso. Não pertence ao líder religioso. O verdadeiro não é “Pastor Silas Malafaia”, como vai acima, mas “Silas Malafaia Oficial”. O curioso é que a própria representação fala sobre a existência de perfis falsos, mas parte do princípio de que os responsáveis por eles são justamente os que têm seus respectivos nomes usados à revelia.
Wyllys não disse aquelas sandices à CBN. Ocorre que Malafaia também não postou a tal mensagem. Há um tuíte que é, de fato, de autoria do líder religioso, mas se insere perfeitamente no direito que as pessoas têm à crítica — ou Wyllys e os dois outros deputados pairam acima das divergências?
A dita representação criminal é um saco de gatos. E me parece que a aberração técnica é mais método do que loucura. Por quê? Com base numa reportagem da Folha, por exemplo, acusam Feliciano de improbidade administrativa por causa de funcionários oficialmente lotados em seu gabinete, mas que serviriam à denominação religiosa à qual ele é ligado. Muito bem! O que isso tem a ver com Malafaia e com alguns outros que estão sendo acusados por delitos que, entendo, são de opinião? Resposta: NADA! O trio só está interessado em juntar adversários no mesmo saco de gatos.
Chega a ser uma piada que Wyllys processe Feliciano, dizendo-se perseguido. Ora, quem é que lidera a campanha nacional contra o presidente da comissão? Incluir Malafaia na peça acusatória é a evidência escancarada de má-fé. Ele não é político, não está na comissão — é, apenas, alguém com o direito a uma opinião. Mas com direito à SUA opinião, não a de um falso perfil.
Espero que a mesma imprensa que está endossando esse espetáculo de intolerância não venha a pagar caro por sua estupidez. Está confundindo o direito à divergência e ao protesto — e as praças estão aí para isso — com a “boa censura”, como se isso fosse possível.
Não queremos ser tutelados pelo estado, certo? E creio haver um razoável consenso nisso (os petistas discordam, desde que eles sejam o estado, claro!). Cumpre indagar se a tutela exercida por minorias — ou maiorias — organizadas é legítima. Para alguém que se orienta segundo os critérios da democracia política, a resposta é uma só: NÃO!
A imprensa brasileira, com as exceções costumeiras, vive um momento vergonhoso. Entende, de modo estúpido, que a única censura que se deve repudiar é a legal. Se um dia lhe ocorrer de escarafunchar a biblioteca, verá que há outra tão ou mais perversa: aquela que pretende censurar mais do que a liberdade de expressão; pretende impedir o próprio exercício do pensamento em nome de valores supostamente infensos a quaisquer questionamentos.
Resta-nos aguardar agora o “controle social da piada”. Os humoristas podem começar a treinar as piadas construtivas. Nessa toada, a liberdade, especialmente na Internet, está com os dias contados. Se acham que o cristianismo, que eles adoram esculhambar — e o fazem, felizmente, sem qualquer censura —, é uma religião problemática, é porque não conhecem o laicismo controlado por alguns fanáticos. 
Fonte:Blog de Reinaldo Azevedo

A ROUPA NOVA DO IMPERADOR E A IGREJA BRASILEIRA


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Por Antônio Pereira Jr.
“Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra: os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja o meu povo. Porém, que fareis quando estas coisas chegarem ao seu fim?” Jeremias 5.30-31. Leia ainda Jeremias 23.9-33; 28.1-4; Ezequiel 13 e 14.
Você já ouviu falar de Hans Christian Andersen (1805 – 1875), autor de inúmeros contos infanto-juvenis? Não? Ele escreveu “A Roupa Nova do Imperador”, você lembra dessa história? Não? Tudo bem, eu sei que faz tempo que você deixou de ler histórias infantis. Vou tentar refrescar a sua memória. A história é mais ou menos esta:
Há muitos anos havia um Imperador que era apaixonado por roupas novas e gastava todo o dinheiro que possuía com elas. Tinha um traje para cada hora do dia. Certo dia chegou a sua província dois vigaristas. Fingiram-se de tecelões e disseram que possuíam um tecido especial. Esse tecido possuía a qualidade de ser invisível a todos que não seriam capazes de exercer as suas funções. Como também, distinguia os tolos dos inteligentes. Logo, o imperador entregou-lhes muitas sedas e ouro para a confecção do traje. Os vigaristas guardavam todo o material e sempre pediam mais ao monarca. No entanto, nem um só fio era colocado no tear, embora eles fingissem continuar trabalhando apressadamente. O Imperador mandou súditos para examinarem a roupa, e ele, embora não vendo nada, temiam relatar o que estava acontecendo, para não serem tachados de tolos e incapazes de exercerem as suas funções.
Sempre diziam: “Que traje maravilhoso, é de uma beleza fenomenal”. Quando ficou pronta o imperador foi participar de um cortejo onde queria exibir sua mais nova roupa – já que em toda a província a fama do suposto tecido havia se espalhado. De repente, alguém grita: “O imperador está sem roupa!” Houve o maior frisson no império. Só ai o monarca percebeu o quão tolo havia sido.
Mas o que isso tem a ver com a igreja brasileira? Há muito que aprender com esse conto. Muitas das inovações no seio da eclesiologia brasileira não passam de histórias fantasiosas. Seria até cômica se não fossem trágicas. Há muitas heresias e “espiritualismo” travestido de roupa nova. Vigaristas da fé estão espalhados aos borbotões. Pessoas, até mesmo sinceras, dizem estar vendo algo que não existe. Prega-se uma “espiritualidade sensitiva”, onde o sentir é mais importante que o saber. Isso é espantoso, é horrendo.
Jó disse: “bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido. – 42.2. Bem sei (hb yada‘), ou seja, conhecer por experiência, perceber, ver, descobrir e discernir. Infelizmente, os cristãos, hoje, não querem saber, querem sentir. Muitos, a semelhança dos súditos, continuam dizendo: “Que traje maravilhoso, é de uma beleza fenomenal”. O povo quer espetáculo? Vamos dá espetáculo! Como nos diria Jeremias: “… profetizam falsamente”. Prometem o que não podem cumprir.
Precisamos usar de honestidade ministerial. As tentações para transformar o nosso culto em “roupas novas” são muitas. Afinal, “… é o que deseja o meu povo”; diz o Senhor. Precisamos parar de ver espiritualidade onde, na realidade, só há carnalidade e culto narcisista. Deus é o único que merece toda a nossa honra, glória, louvor e adoração.
Quando Ele mandar, falemos, mas, se não mandar, é melhor ficar calado, pois seria muito perigoso desobedecer ao Senhor. Lembrem-se, somos embaixadores e como tal não podemos falar o que não nos foi ordenado – 2Co 5.20. Prefiro ser sincero com Deus e com as pessoas ao invés de “ver” o que os “sábios” e “inteligentes” querem. Não proclamemos o que Deus não mandou. “Disse-lhes Jesus: Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas como agora dizeis: Vemos; por isso o vosso pecado permanece”. – Jo 9.41. Finalmente, o Senhor nos alerta: “… que fareis quando estas coisas chegarem ao seu fim?” Sola Gratia!
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Fonte: NAPEC. Divulgação: Púlpito Cristão.

Após 8 anos de prisão injusta missionário indiano é solto



Irmão Samuel, missionário da Gospel for Asia (GFA) foi solto após anos de prisão sob alegações falsas de que pertencia a grupos rebeldes
Após oito anos preso sob falsas acusações de participação em motins naxalitas, nos quais 19 pessoas morreram em 2004, o missionário indiano Samuel foi solto em março deste ano em Jharkhand, na Índia.
Jharkhand é um estado ao norte do país e lar de milhares de naxalitas, grupo rebelde maoísta considerado terrorista desde a década de 1970. Está ativo em cerca de 40% do território indiano e são considerados grave ameaça à segurança nacional do país.
Apesar de admitir inocência e nenhuma participação nos crimes, irmão Samuel, como é conhecido, foi preso imediatamente. Dentro da prisão, ele continuou seu ministério, dividindo com seus companheiros os ensinamentos de Deus.
Em agosto de 2010, um júri indiano decidiu que todas as acusações contra Samuel deveriam ser descartadas, pois as evidências eram insuficientes para culpa-lo de qualquer crime ou associação a organizações criminosas. Porém, as audiências que deveriam decidir o futuro de Samuel foram sendo adiadas por quase três anos.
A prisão do missionário demorou anos entre apelações e audiências, que eram continuamente adiadas. Durante os oito anos, os prisioneiros passaram a acreditar nas palavras de Samuel, o que fez com que ele se tornasse uma espécie de pastor da prisão, realizando orações aos domingos e sextas-feiras e chegando a converter cerca de 20 companheiros.
“Eu fiquei emocionado ao receber o telefonema informando-nos que o nosso pastor Samuel foi libertado da prisão”, disse KP Yohannan, fundador e presidente da Gospel for Asia (GFA), organização voltada para disseminar os ensinamentos de Jesus no continente.
“Jesus nos disse que não devemos ficar surpresos diante de perseguições enquanto o seguirmos. Mas eu estou muito aliviado de saber que nossas preces foram atendidas. Nosso irmão permaneceu fiel à sua vocação e agora está livre de novo”, comemorou Yohannan.
Durante o período de prisão, Samuel escreveu que estava “totalmente depressivo por causa da situação, mas o Senhor o ajudou a perceber que ele tinha um plano especial” em sua vida enquanto estivesse preso. “O Senhor está me ajudando a dividir o amor de Jesus com os prisioneiros. Através do ministério, eu vejo a transformação que está acontecendo em suas vidas”, escreveu Samuel.
A notícia de sua libertação este mês trouxe alegria para as milhares de pessoas que oraram por ele ao longo dos últimos oito anos. “O que o inimigo destina para o mal, o Senhor tem usado para o bem”, disse Yohannan. “Porque o irmão Samuel permaneceu fiel apesar da perseguição, muitos na prisão que nunca teriam conhecido seu amor estão agora alegremente adorando o nome de Jesus”, continuou.
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Fonte: TCP

Arminianos, ouçam Armínio!




Por Clóvis Gonçalves



A posição evangélica dominante nos dias de hoje identifica-se com o teólogo holandês Jacó Armínio, pelo que nos debates teológicos é designada como arminianismo. O que muitos não sabem é que Armínio era bem mais "calvinista" que os arminianos atuais imaginam ou gostariam de saber. Se eles soubessem o que ele escreveu a respeito de alguns assuntos importantes no debate sobre a salvação, poderiam não se tornar calvinistas, mas pelo menos seriam arminianos melhores.

Descobririam, por exemplo:

a) Que ele recomendava a leitura da obra de Calvino

"Depois da leitura das Escrituras..., e mais do que qualquer outra coisa,... eu recomendo a leitura dos Comentários de Calvino ... Pois afirmo que na interpretação das Escrituras Calvino é incomparável, e que seus Comentários são mais valiosos do que qualquer coisa que nos tenha sido legada nos escritos dos pais — tanto assim que atribuo a ele um certo espírito de profecia no qual ele se encontra em uma posição distinta acima de outros, acima da maioria, na verdade, acima de todos." (Carta escrita a Sebastian Egbertsz, publicada em P. van Limborch e C. Hartsoeker, Praestantium ac Eruditorum Virorum Epistolae Ecclesiasticae et Theologicae (Amsterdam, 1704), nº 101).

b) Que ele cria na doutrina da providência

"Nesta definição de Providência Divina, eu de forma alguma a privo de qualquer partícula daquelas propriedades que concordam ou pertencem a ela; mas eu declaro que ela preserva, regula, governa e dirige todas as coisas e que nada no mundo acontece acidentalmente ou por acaso. Além disto, eu coloco em sujeição à Providência Divina tanto o livre-arbítrio quanto até mesmo as ações de uma criatura racional, de modo que nada pode ser feito sem a vontade de Deus, nem mesmo as que são feitas em oposição a ela , somente devemos observar uma distinção entre as boas e as más ações, ao dizer, que "Deus tanto deseja e executa boas ações," quanto que "Ele apenas livremente permite as que são más." Além disto ainda, eu muito prontamente admito, que até mesmo todas as ações, sejam quais forem, relativas ao mal, que possam possivelmente ser imaginadas ou criadas, podem ser atribuídas ao Emprego da Divina Providência, tendo apenas um cuidado, "não concluir deste reconhecimento que Deus seja a causa do pecado." (Works, vol 1: The providence of God)

c) Que ele cria nos decretos divinos

"Os decretos de Deus são os atos extrínsecos de Deus, ainda que sejam internos, e, por essa razão, feitos pelo livre-arbítrio de Deus, sem qualquer necessidade absoluta . Todavia um decreto parece exigir a suposição de outro, a bem de uma certa conveniência de igualdade; como o decreto relativo à criação de uma criatura racional, e o decreto relativo à salvação ou condenação [dessa criatura] sob a condição de obediência ou desobediência. A ação da criatura também, quando considerada por Deus desde a eternidade, pode algumas vezes ser a ocasião, e algumas vezes a causa motriz externa de criar algum decreto; e isto de tal forma que sem tal ação [da criatura] o decreto não seria nem poderia ser feito. (...) Embora todos os decretos de Deus foram feitos desde a eternidade, todavia uma certa ordem de prioridade e posterioridade deve ser formulada, de acordo com sua natureza, e a relação mútua entre elas." (Works, vol 2: On decree of God)

d) Que ele cria na predestinação

"O primeiro na ordem dos decretos divinos não é o da predestinação, pela qual Deus preordenou para fins sobrenaturais, e pela qual ele resolveu salvar e condenar, declarar sua misericórdia e sua justiça punitiva, e ilustrar a glória de sua graça salvadora , e de sua sabedoria e poder que concordam com aquela mais livre graça.(...) Os eleitos não são chamados "vasos de misericórdia" na relação de meios para o fim, mas porque a misericórdia é a única causa motriz, pela qual é feito o próprio decreto da predestinação para salvação." (Works, vol 2: On predestination to salvation)

e) Que ele cria na imperdibilidade da salvação

"Embora eu aqui, aberta e sinceramente, afirmo que eu nunca ensinei que um verdadeiro crente pode, total ou finalmente, abandonar a fé, e perecer; todavia não nego que haja passagens da Escritura que me parecem apresentar este aspecto; e as respostas a elas que tive a oportunidade de ver não se mostraram, em minha opinião, convincentes em todos os pontos. Por outro lado, certas passagens são fornecidas para a doutrina contrária [da perseverança incondicional] que merecem especial consideração." (Works, vol 1: The perseverance of the saints).

De minha parte, ficaria muito feliz se os atuais arminianos firmassem posição com Jacó Armínio. Pois já estaríamos no lucro.

Fonte: Cinco Solas

Nota do blog Bereianos: Esse artigo foi originalmente publicado no blog Cinco Solas pelo irmão Clóvis Gonçalves, em 4/08/2008. Embora seja antigo e de conhecimento de muitos, vale a pena o "review".
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Jesus não é real e igreja é irrelevante para cristãos


Pense nisso!
Escócia e Austrália veem diminuição no impacto das igrejas na vida diária.
por Jarbas Aragão

Jesus não é real e igreja é irrelevante para cristãosJesus não é real e igreja é irrelevante para cristãos

Países como a Escócia e a Austrália tem a maioria de sua população formada por cristãos. Pelo menos é isso que indicam os censos realizados naquelas nações. Mas esses cristãos culturais não compartilham com as crenças de seus antepassados.
A Escócia já foi berço de um movimento missionário de alcance mundial no início do século 20. Pouco mais de cem anos depois, o percentual de cristãos caiu para pouco mais de 66% em 2001 e no ano passado chegou a 55%. Há muita incerteza entre os membros da igreja. Nas igrejas protestantes (evangélicas), 23% dos entrevistados disseram não acreditar que Jesus foi alguém real, enquanto 14% dos membros da Igreja Católica pensam o mesmo.
Quando perguntados sobre as tradições da Igreja Católica, 54% dos escoceses responderam que os padres devem ser autorizados a se casar e 40% acredita que a Igreja deve aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Ivor Knox, diretor do Instituto Panelbase, que realizou a pesquisa para o jornal The Sunday Times e a rádio Real Scotland, asseverou: “Há um claro desejo dos líderes religiosos acompanharem as mudanças de nosso tempo, por exemplo, apenas 10% dos escoceses acreditam que o novo papa deve manter as posições tradicionais e três quartos dos católicos romanos querem ver a mudança.”
Outro país que vê um rápido declínio no número de cristãos é a Austrália. O Instituto McCrindle Research  divulgou esta semana uma pesquisa indicando que 47% dos australianos consideram a frequência à igreja “irrelevante”. Embora 88% diga acreditar que a existência de um templo em sua comunidade é benéfico para a comunidade, apenas 43% veem isso como benéfico para sua vida.
Sessenta e cinco por cento dos entrevistados acreditam que os escândalos sexuais e financeiros nas igrejas divulgados pela mídia são o principal motivo pelo qual eles se sentem “desestimulados” a ir aos templos. Embora 61,1% dos australianos professam a fé cristã, pouco mais de 8% da população diz frequentar a igreja regularmente, ou seja, “pelo menos uma vez por mês”. Com informações de Christian Post e BBC.
Fonte:gospelprime

segunda-feira, 1 de abril de 2013

APRENDA A COMO ENRIQUECER EM POUCO TEMPO



Por Renato Vargens

Olá! 

É possível que você tenha chegado a este texto motivado pelo título da mensagem. Quem sabe você esteja querendo descobrir uma fórmula mágica que o ajude a enriquecer rapidamente?

Pois é, lamento lhe informar, mas essa fómula não existe. Isso mesmo, não existe meio, modo ou maneira que possa enricar o homem de uma hora para outra.

Prezado amigo, do ponto de vista bíblico a prosperidade ou enriquecimento não se dá de modo instântaneo.  Na verdade, as Escrituras nos ensinam que a prosperidade é fruto do trabalho e os frutos do trabalho nem sempre se manifestam de forma imediata, não é mesmo?

O reformador francês João Calvino acreditava que a prosperidade só era possível desde que fosse consequência direta do trabalho. 

Isto posto, gostaria de lhe dar algumas dicas, que talvez não o enriqueça, mas com certeza o ajudará a viver a vida com dignidade.
1-  Aumente sua escolaridade.

Uma das principais marcas de um povo desenvolvido é educação. Infelizmente por fatores diversos, milhões de pessoas em nosso país vivem a margem da sociedade simplesmente pelo fato de terem abandoram a escola.  Tenho plena convicção que ao voltar a sala de aula o crente será abençoado por Deus dando-lhe assim  novas ferramentas que o ajudarão a experimentar a tão sonhada prosperidade.

2- Melhore qualificação profissional.

Prosperidade se dá mediante o trabalho. Invista na sua profissão. Faça cursos, participe de simpósios, leia muito e aprenda com quem sabe. Nesta perspectiva, seja o melhor sapateiro, eletricista, pedreiro, médico, dentista, advogado, professor e experimente das bênçãos do Senhor.

Caro leitor, tenho plena convicção que se desejarmos construir um país decente e sério, necessitamos romper com alguns paradigmas que nos cercam. Nações bem sucedidas são aquelas que se empenham na construção de valores e conceitos como honestidade, equidade, ética e retidão.

Infelizmente no país do gospel e do decreto espiritual apóstolico, o trabalho nem sempre é visto com bons olhos, até porque nesta  perspectiva  neopentecostal, o trabalho foi feito para gente miserável e desqualificada que precisa sobreviver.

Isto posto, afirmo que o tempo de mudarmos nossos conceitos e valores é esse, além é claro de semear  no coração do crente em Jesus , a idéia de que o trabalho é reflexo de uma grande bênção divina, a qual deve ser valorizado e dignificado.

Soli Deo Gloria,

Renato Vargens

CE-SC intercede pelos missionários transculturais enviados pela IPB



Por Emma Castro 

Na quinta-feira, 21 de março passado, durante a reunião da CE-SC/IPB (Comissão Executiva do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil) foram apresentados os missionários que em breve seguirão para campos transculturais em diferentes países, como Espanha, Afeganistão, Timor Leste entre outros.
O Rev. Obedes Jr., presidente da APMT, apresentou os missionários presentes no plenário, mencionando o país onde cada um deles estará atuando.A seguir, oRev. Roberto Brasileiro, presidente do SC/IPB se dirigiu a cada um deles destacando a importância do trabalho que irão realizar. Ele se emocionou quando falou de uma das missionárias que cursou o IBEL (Instituto Bíblico Eduardo Lane), que está concluindo o curso de Enfermagem na Cruz Vermelha, em São Paulo, e que em breve seguirá para o Afeganistão.
O presidente convidou todo o plenário para se colocar de joelhos e clamar ao Senhor por todos os missionários que atuam em diferentes lugares ao redor do mundo.
O Rev. Clóvis Falcão, que atua como missionário entre imigrantes hispânicos, na cidade de São Paulo, disse: “Participar deste momento, desta reunião, é um privilégio. É uma honra sermos abençoados pelo Eterno através da liderança que Ele mesmo levantou e constituiu no seio da nossa amada igreja”.
A missionária LM* afirmou que depois de 15 anos se preparando para ir ao Afeganistão, participar deste momento é mais uma confirmação do seu chamado para servir nesse campo. Emocionada, acrescentou que o momento de intercessão de toda a liderança que representa a IPB era um sonho que se fez realidade. “Espero das igrejas brasileiras o apoio incondicional. Pela graça de Deus gostaria de reunir pelo menos cinquenta igrejas intercessoras comigo, parceiras no ministério, que me conheçam, que saibam quem eu sou e estejam orando por mim”, enfatizou a missionária.
O Rev. Marcos Agripino, executivo da APMT, manifestou que se sente extremamente honrado em participar deste momento histórico em que os missionários são apresentados ao plenário, que de joelho orou, enviando-os aos campos. Para o executivo, este momento permite que a liderança conheça o avanço da obra missionária em contexto transcultural dentro e fora do Brasil. “Foi um momento muito abençoador, enriquecedor e de comoção do plenário. Foi um tempo de sensibilidade dada pelo Espírito Santo, um tempo que em meio a tantas reuniões burocráticas, protocolares e outras, foi reservado para refletirmos sobre o avanço da igreja e sobre aqueles que são enviados. Em 153 anos da história da IPB, nunca tivemos um crescimento tão significativo de missionários sendo enviados pela Igreja” explicou o executivo.
Durante o diálogo no plenário, depois da leitura do relatório anual da APMT, o qual foi aprovado com vários destaques sobre o avanço missionário, o Rev. Ludjero Bonilla, Secretário Executivo do SC/IPB sugeriu acrescentar-se um adendo ao relatório, com um pronunciamento oficial da Igreja, representada pelo plenário da Comissão Executiva do Supremo Concílio, sobre a situação dos missionários Rev. José Dílson da Silva, da APMT eZeneide Novais, da missão Servos, detidos no Senegal desde o dia 6 de novembro de 2012, que será enviado ao Governo Federal do Brasil e também ao Governo Federal do Senegal.
Finalmente, o Rev. Agripino desafiou a Igreja a continuar engajada na causa missionária porque a missão da igreja é anunciar da Glória de Deus em todas as nações.“Sobre aqueles que têm compromisso com a obra missionária, é necessário que sejam encaminhados à APMT, para caminharmos juntos, pois mesmo recebendo um bom número de candidatos, nos últimos anos, ainda não podemos atender a demanda dos campos ao redor do mundo”, concluiu o executivo.

*LM – Por segurança não falamos o nome da missionária que atuará em área de perseguição.

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