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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Igreja Ortodoxa nomeou o pastor Martin Luther King Jr. como santo cristão


Igreja Ortodoxa nomeou o pastor Martin Luther King Jr. como santo cristão

A Santa Igreja Cristã Ortodoxa (HCOC na sigla em inglês) acaba de indicar o pastor Martin Luther King Jr. para ser nomeado um santo na igreja cristã. A HCOC, também conhecida como a Santa Comunhão de Igrejas, anunciou que apresentará a nomeação de canonização ao Conselho Mundial de Bispos para iniciar o processo.
A HCOC é uma comunhão ecumênica de igrejas cristãs com 4 milhões de membros em todo o mundo. Membros da Comunhão têm raízes nos ramos católicos, evangélicos e pentecostais da fé cristã.
- King era católico porque ele inspirou a igreja universal, ele era evangélico por causa de suas raízes batistas, e ele era carismático. A Igreja Católica Romana não pode fazer dele um santo, porque ele não era um católico romano. Mas o nosso corpo da igreja pode apresentá-lo a toda a fé cristã, a ser venerado no dia 4 de abril, a data de seu assassinato – afirmou o arcebispo Timothy Paul, Patriarca da Igreja Ortodoxa Cristã e atual presidente do Conselho Episcopal Mundial.
Diferente do processo de beatificação da Igreja Católica Romana, a tradição da Igreja Ortodoxa é a canonização, e em seguida a glorificação. Na fase de glorificação, um ícone é revelado e os cristãos de todo o mundo são convidados a venerá-lo como santo. São cerca de 600 milhões de cristãos ortodoxos em todo o mundo.
Por Dan Martins
Fonte: Gospel+

Adoradores ou consumidores? O outro lado da herança de Charles Finney

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Por Augustus Nicodemus Lopes


A palavra "evangélicos" tem se tornado tão inclusiva que corre o perigo de se tornar totalmente vazia de significado — R. C. Sproul

Em certa ocasião o Senhor Jesus teve de fazer uma escolha entre ter 5 mil pessoas que o seguiam por causa dos benefícios que poderiam obter dele, ou ter doze seguidores leais, que o seguiam pelo motivo certo (e mesmo assim, um deles o traiu). Em outras palavras, uma decisão entre muitos consumidores e poucos fiéis discípulos. Refiro-me ao evento da multiplicação dos pães narrado em João 6. Lemos que a multidão, extasiada com o milagre, quis proclamar Jesus como rei, mas ele recusou-se (João 6.15). No dia seguinte, Jesus também se recusa a fazer mais milagres diante da multidão pois percebe que o estão seguindo por causa dos pães que comeram (6.26,30). Sua palavra acerca do pão da vida afugenta quase que todos da multidão (6.60,66), à exceção dos doze discípulos, que afirmam segui-lo por saber que ele é o Salvador, o que tem as palavras de vida eterna (6.67-69).

O Senhor Jesus poderia ter satisfeito às necessidades da multidão e saciado o desejo dela de ter mais milagres, sinais e pão. Teria sido feito rei, e teria o povo ao seu lado. Mas o Senhor preferiu ter um punhado de pessoas que o seguiam pelos motivos certos, a ter uma vasta multidão que o fazia pelos motivos errados. Preferiu discípulos a consumidores.

Infelizmente, parece prevalecer em nossos dias uma mentalidade entre os evangélicos bem semelhante à da multidão nos dias de Jesus. Parece-nos que muitos, à semelhança da sociedade em que vivemos, tem uma mentalidade de consumidores quando se trata das coisas do Reino de Deus. O consumismo característico da nossa época parece ter achado a porta da igreja evangélica, tem entrado com toda a força, e para ficar.

Por consumismo quero dizer o impulso de satisfazer as necessidades, reais ou não, pelo uso de bens ou serviços prestados por outrem. No consumismo, as necessidades pessoais são o centro; e a "escolha" das pessoas, o mais respeitado de seus direitos. Tudo gira em torno da pessoa, e tudo existe para satisfazer as suas necessidades. As coisas ganham importância, validade e relevância à medida em que são capazes de atender estas necessidades.

Esta mentalidade tem permeado, em grande medida, as programações das igrejas, a forma e o conteúdo das pregações, a escolha das músicas, o tipo de liturgia, e as estratégias para crescimento de comunidades locais. Tudo é feito com o objetivo de satisfazer as necessidades emocionais, psicológicas, físicas e materiais das pessoas. E neste afã, prevalece o fim sobre os meios. Métodos são justificados à medida em que se prestam para atrair mais freqüentadores, e torná-los mais felizes, mais alegres, mais satisfeitos, e dispostos a continuar a freqüentar as igrejas.

Esta mentalidade consumista por parte de evangélicos se mostra por vários ângulos. Numa pesquisa recente feita pelo Instituto Gallup nos Estados Unidos constatou-se que 4 em cada 10 americanos estão envolvidos em pequenos grupos que se reúnem semanalmente buscando saída para o envolvimento com drogas, problemas familiares, solidão e isolacionismo. Embora evidentemente muitos estarão em busca de uma oportunidade para aprofundar a experiência cristã e crescer no conhecimento de Deus, a maioria, segundo Gallup, busca satisfazer suas necessidades pessoais. De acordo com a revista Newsweek, 1 em cada 5 americanos sofre de alguma forma de doença mental (incluindo ansiedade, depressão clínica, esquizofrenia, etc.) durante o curso de um ano. E disso se aproveitam os espertos. Uma denúncia contra a indústria evangélica de saúde mental foi feita ano passado por Steve Rabey em Christianity Today. Cada vez mais cresce o marketing nas igrejas na área de aconselhamento, com um número alarmante de profissionais cristãos oferecendo ajuda psicológica através de métodos seculares. A indústria de música cristã tem crescido assustadoramente, abandonando por vezes seu propósito inicial de difundir o Evangelho, e tornando-se cada vez mais um mercado rentável como outro qualquer. A maioria das gravadoras evangélicas nos Estados Unidos pertence às corporações seculares de entretenimento. As estrelas do gospel music cobram cachês altíssimos para suas apresentações. Num recente artigo emStrategies for Today’s Leader, Gary McIntosh defende abertamente que "o negócio das igrejas é servir ao povo". Ele defende que a igreja deve ter uma mentalidade voltada para o "cliente", e traçar seus planos e estratégias visando suas necessidades básicas, e especialmente faze-los sentir-se bem.

Um efeito da mentalidade consumista das igrejas é o que tem sido chamado de "a síndrome da porta de vai-e-vem". As igrejas estão repletas de pessoas buscando sentido para a vida, alívio para suas ansiedades e preocupações. Assim, elas escolhem igrejas como escolhem refrigerantes. Tão logo a igreja que freqüentam deixa de satisfazer as suas necessidades, elas saem pela porta tão facilmente quanto entraram. As pessoas buscam igrejas onde se sintam confortáveis, e se esquecem de que precisam na verdade de uma igreja que as faça crescer em Cristo e no amor para com os outros.

Creio que há vários fatores que provocaram a presente situação. Ao meu ver, um dos mais decisivos é a influência da teologia e dos métodos de Charles G. Finney no evangelicalismo moderno. Houve uma profunda mudança no conceito de evangelização ocorrida no século passado, devido ao trabalho de Charles Finney. Mais do que a teologia do próprio Karl Barth, a teologia e os métodos deFinney têm moldado o moderno evangelicalismo. Ele é o herói de Jerry FalwellBill Bright e de Billy Graham; é o celebrado campeão de Keith Green, do movimento de sinais e prodígios, do movimento neopentecostal, e do movimento de crescimento da igreja. Michael Horton afirma que grande parte das dificuldades que a igreja evangélica moderna passa é devida à influência de Finney, particularmente de alguns dos seus desvios teológicos: "Para demonstrar o débito do evangelicalismo moderno a Finney, devemos observar em primeiro lugar os desvios teológicos de Finney. Estes desvios fizeram de Finney o pai dos fatores antecedentes aos grandes desafios dentro da própria igreja evangélica hoje: o movimento de crescimento de igrejas, o neopentecostalismo, e o reavivalismo político".

Para muitos no Brasil seria uma surpresa tomar conhecimento do pensamento teológico de Finney. Ele é tido como um dos grandes evangelistas da Igreja Cristã, e estimado e venerado por evangélicos no Brasil como modelo de fé e vida. E não poderia ser diferente, visto que se tem publicado no Brasil apenas obras que exaltam Finney. Desconheço qualquer obra em português que apresente o outro lado. Meu alvo, neste artigo, não é escrever extensamente sobre o assunto, mas mostrar a relação de causa e efeito que existe entre o ensino e métodos de Finney e a mentalidade consumista dos evangélicos hoje.

Em sua obra sobre teologia sistemática (Systematic Theology [Bethany, 1976]), escrita pelo fim de seu ministério, quando era professor do seminário de Oberlin,Finney revela ter abraçado ensinos estranhos ao Cristianismo histórico. Ele ensina que a perfeição moral é condição para justificação, e que ninguém poderá ser justificado de seus pecados enquanto tiver pecado em si (p. 57); afirma que o verdadeiro cristão perde sua justificação (e conseqüentemente, a salvação) toda vez que peca (p. 46); demonstra que não acredita em pecado original e nem na depravação inerente ao ser humano (p. 179); afirma que o homem é perfeitamente capaz de aceitar por si mesmo, sem a ajuda do Espírito Santo, a oferta do Evangelho. Mais surpreendente ainda, Finney nega que Cristo morreu para pagar os pecados de alguém; ele havia morrido com um propósito, o de reafirmar o governo moral de Deus, e nos dar o exemplo de como agradar a Deus (pp. 206-217). Finney nega ainda, de forma veemente, a imputação dos méritos de Cristo ao pecador, e rejeita a idéia da justificação com base da obra de Cristo em lugar dos pecadores (pp. 320-333). Quanto à aplicação da redenção, Finney nega a ideia de que o novo nascimento é um milagre operado sobrenaturalmente por Deus na alma humana. Para ele, "regeneração consiste no pecador mudar sua escolha última, sua intenção e suas preferência; ou ainda, mudar do egoísmo para o amor e a benevolência", e tudo isto movido pela influência moral do exemplo de Cristo ao morrer na cruz (p. 224).

Finney, reagindo contra a influência calvinista que predominava no Grande Avivamento ocorrido na Nova Inglaterra do século passado, mudou a ênfase que havia à pregação doutrinária para uma ênfase à fazer com que as pessoas "tomassem uma decisão", ou que fizessem uma escolha. No prefácio da sua Systematic Theology ele declara a base da sua metodologia: "Um reavivamento não é um milagre ou não depende de um milagre, em qualquer sentido. É meramente o resultado filosófico da aplicação correta dos métodos."

Finney não estava descobrindo uma nova verdade, mas abraçando um erro antigo, defendido por Pelágio no século IV, e condenado como herético pela Igreja, ou seja, que nenhum de nós nasce pecador; o homem, por nascimento, é neutro, e capaz de fazer escolhas para o bem e para o mal com inteira liberdade. Finney tem sido corretamente descrito por estudiosos evangélicos como sendo semi-pelagiano (ou mesmo, pelagiano) em sua doutrina, e um dos responsáveis maiores pela disseminação deste erro antigo entre as igrejas modernas.

Na teologia de Finney, Deus não é soberano, o homem não é um pecador por natureza, a expiação de Cristo não é um pagamento válido pelo pecado, a doutrina da justificação pela imputação é insultante à razão e à moralidade, o novo nascimento é produzido simplesmente por técnicas bem sucedidas, e avivamento é o resultado de campanhas bem planejadas com os métodos corretos.

Antes de Finney, os evangelistas reformados aguardavam sinais ou evidências da operação do Espírito Santo nos pecadores, trazendo-os debaixo de convicção de pecado, para então guiá-los à Cristo. Não colocavam pressão sobre a vontade dos pecadores, por meio psicológicos, com receio de produzir falsas conversões. Finney, porém, seguiu caminho oposto, e seu caminho prevaleceu. Já que acreditava na capacidade inerente da vontade humana de tomar decisões espirituais quando o desejasse, suas campanhas de evangelismo e de reavivamento passaram a girar em torno de um simples propósito: levar os pecadores a fazer uma escolha imediata de seguir a Cristo. Com isto, introduziu novos métodos nos seus cultos, como o "banco dos ansiosos" (de onde veio a prática de se fazer apelos ao final da mensagem), o uso de qualquer medidas que provocassem um estado emocional propício ao pecador para escolher a Deus, o que incluía apelos emocionais e denúncias terríveis do pecado e do juízo.

O impacto dos métodos reavivalistas de Finney no evangelicalismo moderno são tremendos. Seus sucessores têm perpetuado estes métodos e mantido as características do fundador: o apelo por decisões imediatas, baseadas na vontade humana; o estímulo das emoções como alvo do culto; o desprezo pela doutrina; e a ênfase que se dá na pregação a se fazer uma escolha, em vez da ênfase às grandes doutrinas da graça. As igrejas evangélicas de hoje, influenciadas pela teologia e pelos métodos de Finney, acreditando que reavivamentos podem ser produzidos, e que pecadores podem decidir seguir a Cristo quando o desejarem, têm adotado táticas e práticas em que as pessoas são vistas como clientes, e que promovem a mentalidade consumista nas igrejas evangélicas.

A relação entre os métodos de Finney e o espírito consumista moderno foi corretamente notado por Rodney Clapp, em recente artigo na Christianity Today(Outubro de 1966): "Ao enfatizar a importância de se tomar uma decisão para Cristo, Charles Finney e outros reavivalistas ajudaram na sacramentalização da ‘escolha’, elemento chave do consumismo capitalista de hoje. O reavivalismo [deFinney] encorajava sentimentos de êxtase e a abertura do indivíduo para mudanças costumeiras de conversão e reconversão" (p. 22).


O Senhor Jesus preferiu doze seguidores genuínos a ter uma multidão de consumidores. Creio que a igreja evangélica brasileira precisa seguir a Cristo também aqui. É preciso que reconheçamos que as tendências modernas em alguns quartéis evangélicos é a de produzir consumidores, muito mais que reais discípulos de Cristo, pela forma de culto, liturgias, atrações, e eventos que promovem. Um retorno às antigas doutrinas da graça, pregadas pelos apóstolos e pelos reformadores, enfatizando a busca da glória de Deus como alvo maior do homem, poderá melhorar esse estado de coisas.

Fonte: Monergismo 

Vídeo sobre graves riscos do sexo anal é destaque na internet; assista

Pare, assista e pense!

Imagem: reprodução de vídeoUma aula sobre os riscos inerentes à prática do sexo anal ganhou destaque nas mídias sociais. No vídeo, a doutora Anete Guimarães faz um alerta, à luz do estudo de anatomia humana, sobre os males causados à saúde através do sexo anal, prática que acomete (principalmente) os homossexuais.
A médica ressalta também que a verdade científica sobre o sexo anal confronta com as informações noticiosas, que de maneira tendenciosa, leiga e inconsequente, tentam abordar o tema como algo saudável e natural. Anete desmonta todos os argumentos daqueles que apoiam esta agressão fisiológica.
Apesar da longa duração para os padrões de internet (19 minutos), o vídeo se apropria de uma linguagem fácil e dinâmica. Vale a pena conferir!

Fonte:Verdade Gospel

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Ezequiel 36: regeneração (Paul Washer) – Série Um Verdadeiro Discípulo


washer-ezequiel-36

Paul Washer ensina sobre a doutrina da regeneração, a sua manifestação e o seu caráter na vida do homem natural regenerado.
Por: Paul Washer © HeartCry Missionary Society. Website: hcmissions.com

Não, Cristo não é o sobrenome de Jesus: descubra o que esse título significa

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Por R.C. Sproul

Por todo o Novo Testamento, nós encontramos muitos títulos para Jesus de Nazaré—"Filho de Deus", "Filho do Homem", "Senhor", entre outros. No entanto, o título que é mais frequentemente dado a Jesus no Novo Testamento é aquele que nos é familiar, mas que nós não entendemos bem. É o título de "Cristo".

Por que eu digo que nós não entendemos bem esse título? Eu digo isso porque "Cristo" é utilizado tantas vezes em conjunto com o nome "Jesus", que temos a tendência de pensar que esse é o seu sobrenome. No entanto, "Cristo" não é um sobrenome para Jesus. Ele teria sido conhecido como "Jesus Bar-José", que significa "Jesus, filho de José". Ao invés disso, "Cristo" é o título supremo de Jesus. Mas o que isso significa?

O significado de Cristo é tirado do Antigo Testamento. Deus prometeu aos antigos israelitas que o Messias viria para libertá-los do pecado. A ideia do Messias é transportada para o Novo Testamento com o título de Cristo. A palavra grega Christos, de onde nós obtemos a palavra Cristo, em português, é a tradução do termo hebraico Mashiach, que é a fonte para a palavra Messias, em português. Mashiach, por sua vez, está relacionada com o verbo hebraicomasach, que significa "ungir". Portanto, quando o Novo Testamento fala de Jesus Cristo, ele está dizendo "Jesus, o Messias", que significa literalmente "Jesus, o Ungido".

Nos tempos do Antigo Testamento, as pessoas eram ungidas quando chamadas para servirem como profeta, sacerdote ou rei. Por exemplo, quando Saul foi o primeiro rei de Israel, o profeta Samuel ungiu sua cabeça com óleo, de forma cerimonial (1 Samuel 10:1). Este rito religioso foi realizado para mostrar que o rei de Israel tinha sido escolhido e capacitado por Deus para o reinado. Da mesma forma, os sacerdotes (Êxodo 28:41) e profetas (1 Reis 19:16) foram ungidos segundo o mandamento de Deus. Em certo sentido, qualquer um no Antigo Testamento que tenha sido separado e consagrado para servir era um messias, por ter recebido uma unção.

Mas o povo de Israel ansiava por aquele indivíduo prometido que era para ser, não apenas um messias, mas o Messias, Aquele que seria separado e consagrado por Deus de forma suprema para ser o Profeta, Sacerdote e Rei do povo. Assim sendo, no momento em que Jesus nasceu, existia uma grande expectativa entre os judeus que haviam esperado pelo Messias durante séculos.

Surpreendentemente, quando Jesus começou o seu ministério público, poucos o reconheceram por quem ele era, apesar das muitas evidências de que ele possuía uma unção de Deus que ultrapassou em muito aquela que repousara sobre qualquer outro homem. Sabemos que houve uma grande confusão a seu respeito, mesmo depois dele haver ministrado por algum tempo. Em um ponto, Jesus perguntou aos seus discípulos: "Quem diz o povo ser o Filho do Homem?" (Mateus 16:13 b). Ele estava analisando a sua cultura, verificando os rumores sobre si mesmo. Em resposta à pergunta de Jesus, os discípulos enumeraram vários pontos de vista que estavam sendo apresentados: "Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias ou algum dos profetas" (versículo 14). Jesus estava sendo identificado com todos os tipos de pessoas, mas nenhuma dessas especulações estava correta.

Em seguida, Jesus perguntou aos discípulos: "Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou?" (versículo 15b). Pedro respondeu com o que é conhecido como a grande confissão, uma declaração de sua crença sobre a identidade de Jesus: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (versículo 16). Com essas palavras, Pedro declarou que Jesus era o Christos, o Mashiach, o Ungido.

Então Jesus disse algo interessante. Ele disse a Pedro que este era abençoado por ter aquela compreensão da identidade de Jesus. Por que ele disse isso? Jesus explicou: "porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus" (versículo 17). Pedro havia recebido uma revelação divina de que Jesus era o Messias, não era algo que ele havia discernido pela sua própria capacidade. Novamente, isso me deixa maravilhado, porque alguém poderia pensar que quase todo mundo que encontrou Jesus o tenha reconhecido imediatamente como o Messias. Afinal, não há falta de informação no Antigo Testamento sobre a vinda do Messias—onde ele nasceria, como ele se comportaria e que poder ele manifestaria— e todos podiam ver o que Jesus estava fazendo—ressuscitando pessoas dentre os mortos, curando todos os tipos de doenças e ensinando com grande autoridade. Mas, é claro, eles não o reconheceram. A unção de Jesus não era imediatamente aparente.

Muitas pessoas hoje em dia têm coisas positivas a dizer sobre Jesus como um modelo de virtude, um grande mestre e assim por diante, mas eles não chegam a dizer que ele é o Messias. Esta é a grande diferença entre cristãos e não cristãos. Só quem nasceu de novo pode confessar que Jesus é o Cristo. Você pode?

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Extraído do site www.ligonier.org. © 2013 Ligonier Ministries. Original: Jesus Christ, Anointed One.
Este artigo faz parte da edição de Março de 2013 da revista Tabletalk sobre “Idolatria da Juventude”.
Tradução: Isabela Siqueira. Revisão: Renata Espírito Santo – © Ministério Fiel.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Pragmatismo: modernismo reciclado?


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Por John MacArthur


O pragmatismo é realmente uma séria ameaça?

Estou convencido de que o pragmatismo apresenta precisamente a mesma sutil ameaça para a igreja em nosso tempo que o modernismo representou há quase um século.

O Modernismo foi um movimento que abraçou a chamada alta crítica e a teologia liberal enquanto negava quase todos os aspectos sobrenaturais do Cristianismo. Mas o modernismo não se apresentou primeiramente como um ataque evidente à doutrina ortodoxa. Os modernistas mais antigos pareciam preocupados principalmente com a unidade interdenominacional. Eles estavam dispostos a subestimar a doutrina em prol daquela meta, porque eles acreditavam que a doutrina era inerentemente divisionista e que uma igreja fragmentada seria irrelevante nos tempos modernos. Para aumentar a relevância do Cristianismo, os modernistas procuraram sintetizar ensinos cristãos com os mais recentes insights da ciência, filosofia, e crítica literária.

Modernistas viam a doutrina como um assunto secundário. Eles enfatizavam a fraternidade e a experiência, minimizavam as ênfases nas diferenças doutrinárias. Eles acreditavam que a doutrina deveria ser fluida e adaptável - certamente não como alguma coisa pela qual valha e pena lutar. Em 1935 John Murray fez esta avaliação do modernista típico:

"O modernista muito freqüentemente orgulha-se na suposição de que ele se preocupa com a vida, com os princípios de conduta e com a colocação em prática dos princípios de Jesus em todas as áreas da vida: individual, social, eclesiástica, trabalhista e política. Seu slogan tem sido que o Cristianismo é vida, não doutrina, e ele pensa que a ortodoxia Cristão ou fundamentalista, como ele gosta de chamar, simplesmente está preocupada com a conservação e perpetuação de dogmas desgastados de convicção doutrinária, uma preocupação que faz da ortodoxia, na opinião dele, uma petrificação fria e inanimada do cristianismo. ["A Santidade da Lei Moral", Escritos Selecionados de John Murray 4 vols. (Edimburgo: Banner of Truth, 1976), 1:193.]

Quando os precursores do modernismo começaram a surgir no fim do século XIX, poucos cristãos ficaram preocupados. As controvérsias mais quentes naqueles dias eram reações relativamente pequenas contra homens comoCharles Spurgeon - homens que estavam tentando advertir a igreja sobre a ameaça que pairava sobre ela. A maioria dos cristãos - particularmente líderes das igrejas - não estavam nem um pouco abertos para tais advertências. Afinal de contas, não era como se estranhos estivessem impondo ensinos novos na igreja; estas eram pessoas de dentro das denominações - e grandes estudiosos do assunto. Certamente eles não tinham nenhum plano para arruinar o núcleo da teologia ortodoxa ou atacar o próprio coração do cristianismo. Divisionismo e cisma pareciam perigos muito maiores que a apostasia.

Mas quaisquer que tenham sido os motivos dos modernistas no princípio, as idéias deles representaram uma ameaça séria à ortodoxia, como a história provou. O movimento gerou ensinos que dizimaram praticamente todas as principais denominações na primeira metade do século XX. Subestimando a importância da doutrina, o modernismo abriu a porta para o liberalismo teológico, o relativismo moral, e a acentuada incredulidade . A maioria dos evangélicos hoje tende a comparar a palavra "modernismo" com a negação completa da fé. É frequentemente esquecido que o alvo dos primeiros modernistas simplesmente era tornar a igreja mais "moderna", mais unificada, mais relevante, e mais aceitável para uma cética era moderna.

O alvo é o mesmo dos pragmatistas de hoje.

Como a igreja de cem anos atrás, nós moramos em um mundo de mudanças rápidas - grandes avanços na ciência, na tecnologia, na política mundial, e na educação. Como os irmãos daquela geração, os cristãos hoje estão abertos, até mesmo ansiosos, por mudanças na igreja. Como eles, nós ansiamos por unidade entre os crentes. E como eles, somos sensíveis à hostilidade de um mundo incrédulo.

Infelizmente, há pelo menos um outro paralelo entre a igreja de hoje e a igreja do fim do século dezenove: muitos cristãos parecem completamente inconscientes - se não pouco dispostos a enxergar -  que sérios perigos ameaçam a igreja, vindo de dentro. No entanto, se a história de igreja nos ensina alguma coisa, ela ensina que as agressões mais devastadoras contra a fé sempre começaram com erros sutis que surgem de dentro.

Vivendo em uma era instável, a igreja não pode se dar ao luxo de ficar vacilando. Ministramos a pessoas desesperadas por respostas, e não podemos minimizar a importância da verdade ou atenuar o Evangelho. Se nos tornamos amigos do mundo, posicionamo-nos como inimigos de Deus. Se confiamos em dispositivos mundanos, automaticamente renunciamos ao poder do Espírito Santo.

Essas verdades são repetidamente afirmadas na Bíblia: "Não sabeis que a amizade do mundo é inimizade com Deus? Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus." (Tg 4:4). "Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele." (1 Jo. 2:15).

"Não há rei que se salve com a grandeza de um exército; não há valente que se livre pela muita força. O cavalo é vão para a segurança; não livra a ninguém com a sua grande força." (Ps. 33:16, 17). "Ai dos que descem ao Egito a buscar socorro, que se estribam em cavalos, e têm confiança em carros, porque são muitos, e nos cavaleiros, porque são poderosíssimos, mas não atentam para o Santo de Israel, nem buscam ao Senhor." (Is 31:1). "Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos." (Zc. 4:6).

O mundanismo ainda é um pecado?

Mundanismo é até mesmo raramente mencionado hoje, muito menos identificado pelo que realmente é. A própria palavra está começando a soar esquisita. Mundanismo é o pecado da pessoa permitir que seus apetites, ambições, ou conduta sejam moldados de acordo com valores terrestres. "Pois tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre." (1 Jo. 2:16, 17).

Entretanto hoje nós vemos o extraordinário espetáculo dos programas de igreja projetados explicitamente para suprir o desejo carnal, apetites sensuais, e o orgulho humano; "a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida." Para alcançar esse apelo mundano, as atividades da igreja vão frequentemente além do meramente frívolo. Durante vários anos um colega meu tem colecionado um "arquivo de horrores" com recortes que informam como igrejas estão empregando inovações para impedir que os cultos de adoração tornem-se tediosos. Na última meia década, algumas das maiores igrejas evangélicas dos Estados Unidos empregaram esquemas mundanos como comédias "pastelão", shows de variedades, exibições de luta livre, e até mesmostrip-tease simulado, para apimentar as suas reuniões de domingo. Nenhum tipo de grosseria, ao que parece, é ultrajante demais para ser trazido ao santuário. O entretenimento está rapidamente se tornando a liturgia da igreja pragmática.

Além disso, muitos na igreja acreditam que este é o único meio de alcançarmos o mundo. Se as multidões de sem-igreja não querem hinos tradicionais e pregação bíblica, dizem-nos, temos que lhes dar o que eles querem. Centenas de igrejas seguiram precisamente essa teoria, chegando ao ponto de promover pesquisas entre os incrédulos para aprender o que os levaria a comparecerem.

Sutilmente o alvo maior vem se tornando a frequência à igreja e a aceitação por parte do mundo em vez de uma vida transformada. Pregar a Palavra e corajosamente confrontar o pecado são vistos como meios arcaicos, ineficazes de ganhar o mundo. Afinal de contas, essas coisas na verdade afugentam a maioria das pessoas. Por que não atraí-las ao aprisco oferecendo o que elas querem, criando um ambiente amigável, confortável, e suprindo exatamente aqueles desejos que são os mais prementes? Como se pudéssemos fazer com que eles aceitem Jesus tornando-O de alguma forma mais agradável ou fazendo a mensagem dEle menos ofensiva.

Esse tipo de pensamento provoca um grave desvio na missão da igreja. A Grande Comissão não é um manifesto de marketing. Evangelismo não requer vendedores, mas profetas. É a Palavra de Deus, não alguma sedução terrena, que planta a semente para o novo nascimento (1 Pe 1:23). Nós ganhamos nada mais que o desprazer de Deus se buscamos remover a ofensa da cruz (Gl 5:11).

Toda inovação é errada?

Por favor não entendam mal minha preocupação. Não é à inovação em si que eu me oponho. Eu reconheço que estilos de adoração estão sempre em transformação. Também percebo que se o Puritano típico do décimo sétimo século entrasse na Grace Community Church (onde eu sou o pastor) ele poderia ficar chocado com nossa música, provavelmente espantado por ver homens e mulheres sentados juntos, e muito possivelmente perturbado por nós usarmos um sistema de alto-falantes para falar à igreja. O próprio Spurgeon não apreciaria nosso órgão. Mas eu não sou a favor de uma igreja estagnada. Não estou preso a nenhum estilo musical ou litúrgico em particular. Essas coisas por si só são assuntos que as Escrituras sequer abordam. Também não penso que minhas preferências pessoais em tais assuntos são necessariamente superiores às preferências de outros. Não tenho nenhum desejo de fabricar algumas regras arbitrárias que governam o que é aceitável ou não em cultos da igreja. Fazer assim seria a essência do legalismo.

Minha queixa é quanto a uma filosofia que relega a Palavra de Deus a um papel secundário na igreja. Eu creio que é anti-bíblico elevar o entretenimento acima da pregação e da adoração no culto da igreja. E eu me oponho àqueles que acreditam que técnicas de vendas podem trazer as pessoas ao reino mais efetivamente do que um Deus soberano. Essa filosofia abriu a porta para o mundanismo na igreja.

"Não me envergonho do evangelho", escreveu o apóstolo Paulo (Rom. 1:16). Infelizmente, "envergonhado do evangelho" parece cada vez mais uma hábil descrição de algumas das igrejas mais visíveis e influentes do nosso tempo.

Eu vejo impressionantes paralelos entre o que está acontecendo na igreja hoje e o que aconteceu cem anos atrás. Quanto mais eu leio sobre aquela época, mais a minha convicção é reforçada de que estamos vendo a história se repetir.

Tradução: Centurio
Fonte: Grace Church
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terça-feira, 2 de julho de 2013

Os atos de justiça de um crente são trapos imundos? – Kevin DeYoung


deyoung-trapos

Muitos são os cristãos que creem que todos os seus atos justos não passam de trapos imundos. Afinal, é o que Isaías 64.6 parece dizer: até mesmo nossos melhores feitos são imundos e destituídos de valor. Mas não penso ser isso que Isaías quis dizer. Os “atos de justiça” que Isaías tinha em mente eram, muito provavelmente, os rituais superficiais oferecidos por Israel, desprovidos de uma fé e de uma obediência sinceras. Em Isaías 65.1-7, o Senhor rejeita os sacrifícios pecaminosos de Israel. Eles são um insulto ao Senhor, fumaça para seu nariz, assim como a “obediência” ritualista de Isaías 58 não impressionou ao Senhor porque seu povo continuava oprimindo o pobre. Os “atos de justiça” eram “trapos imundos” porque não eram nem um pouco justos. Tinham aparência boa, mas não passavam de farsa, literalmente uma cortina de fumaça para acobertar a incredulidade e a desobediência deles.
Por isso, não deveríamos pensar que todo “ato de justiça” nosso é como trapos imundos aos olhos de Deus. Aliás, no versículo anterior, Isaías 64.5, Isaías declara: “Vens ajudar aqueles que praticam a justiça com alegria, que se lembram de ti e dos teus caminhos”. Não é impossível o povo de Deus praticar atos de justiça que agradam a Deus. John Piper explica:
“Às vezes as pessoas são descuidadas e falam de forma negligente sobre toda a justiça humana, como se não houvesse nada que agradasse a Deus. Muitas vezes elas citam Isaías 64.6 que diz que nossa justiça é como ‘trapo de imundícia’. É verdadeiro – gloriosamente verdadeiro – que ninguém do povo de Deus, antes ou depois da cruz, seria aceito pelo Deus imaculadamente santo se a justiça perfeita de Cristo não nos fosse imputada (Romanos 5.19; 1 Coríntios 1.30; 2 Coríntios 5.21). Mas isso não quer dizer que Deus não produza nessas pessoas ‘justificadas’ (antes e depois da cruz) uma justiça experiencial que não é ‘trapo de imundícia’. Ao contrário, ele o faz; e essa justiça é preciosa a Deus e é exigida, não comofundamento da justificação (que é a justiça de Cristo somente) mas como evidência de sermos filhos verdadeiramente justificados de Deus”.[1]
É perigoso ignorar-se a suposição, e expectativa, da Bíblia, de que a justiça é possível. É claro que nossa justiça jamais é capaz de aplacar a ira de Deus. Precisamos da justiça imputada de Cristo para isso. Tem mais: não temos como produzir justiça em nossa própria força. Mas como crentes nascidos de novo, é possível agradarmos a Deus por meio de sua graça. Os que geram fruto em cada boa obra e crescem no conhecimento de Deus são totalmente agradáveis a Deus (Cl 1.10). Apresentar nosso corpo como sacrifício vivo agrada a Deus (Rm 12.1). Cuidarmos de nosso irmão mais fraco agrada a Deus (Rm 14.18). Obedecer nossos pais agrada a Deus (Cl 3.20). Ensinar a Palavra de forma autêntica agrada a Deus (1 Ts 2.4). Orar por autoridades de governo agrada a Deus (1 Tm 2.1-3). Sustentar familiares em necessidade agrada a Deus (1 Tm 5.4). Partilhar recursos financeiros com outros agrada a Deus (Hb 13.16). Agrada a Deus quando guardamos os seus mandamentos (1 João 3.22). Em linhas gerais, sempre que você confia em Deus e o obedece, ele se agrada disso.[2]
Pensamos ser marca de sensibilidade espiritual considerar tudo que fazemos como moralmente suspeito. Mas essa não é a forma da Bíblia pensar acerca da justiça. Ainda mais importante, tal tipo de resignação não retrata a verdade acerca de Deus. A. W. Tozer está correto:
Um mundo de infelicidade sobrevém a bons cristãos até mesmo hoje, a partir de um falso entendimento de quem Deus é. Pensa-se na vida cristã como algo lúgubre, um carregar de cruz cuja monotonia não sofre solução de continuidade, sob os olhos de um Pai rígido que espera muito e nada desculpa. Ele é austero, rabugento, tremendamente temperamental e extremamente difícil de agradar.[3]
Mas esta não é a forma de se enxergar o Deus da Bíblia. Nosso Deus não é um capataz caprichoso. Não é hipersensível nem inclinado a ataques de raiva por causa da menor ofensa. Ele é tardio em irar-se e cheio de amor (Ex 34.6). “Ele não é difícil de agradar”, relembra-nos Tozer, “embora possa ser difícil de satisfazer”. [4]
Por que é que imaginamos um Deus tão indiferente diante de nossas sinceras tentativas de obedecer? Ele é, afinal de contas nosso Pai celeste. Que pai seria capaz de olhar para o cartão de aniversário feito pela filha e reclamar porque não gostou das cores? Que mãe haveria de dizer ao filho, depois deste limpar a garagem, mas colocar as latas de tinta nas prateleiras errada: “Isso tudo nada vale aos meus olhos”? Que tipo de pai ou mãe reage com impaciência diante do primeiro tombo do filho ao aprender a andar de bicicleta? Não há justiça que nos torne retos diante de Deus exceto pela justiça de Cristo. Mas para os que foram feitos retos diante de Deus exclusivamente pela graça mediante a fé, tendo, portanto, sido adotados na família de Deus, muitos de nossos atos de justiça não só não  são imundos aos olhos de Deus, eles são doces, preciosos e agradáveis a ele.

[1] John Piper, Graça Futura (São Paulo, SP: Shedd Publicações, 2009), pág. 148
[2] Veja Wayne Grudem, “Pleasing God by Our Obedience”, em For the Fame of God’s Name: Essays in Honor of John Piper, ed. Sam Storms and Justin Taykir (Wheaton, IL: Crossway, 2010), pág. 277.
[3] A. W. Tozer, The Best of A. W. Tozer, Volume 1 (Grand Rapids, MI: Baker, 1978), pág. 121.
[4] Ibid.
Trecho do livro A Brecha em Nossa Santidade de Kevin DeYoung, publicado pela Editora Fiel


A Brecha em Nossa Santidade (Kevin DeYoung)

A Brecha em Nossa Santidade é qBrecha em Nossa Santidadeue nós parecemos não nos importar muito com a santidade. Ou, no mínimo, não a entendemos. E todos nós temos nossas razões também: talvez a busca por santidade pareça legalista; talvez pareça mais uma coisa para se preocupar na sua já oprimida vida; talvez a ênfase em esforço na vida cristã pareça não-espiritual; ou talvez você esteja tentando muito ser santo e simplesmente não está funcionando! Qualquer que seja o caso, o problema é claro: pouquíssimos cristãos se parecem com Cristo e muitíssimos não parecem estar tão preocupados com isso.
Este é um livro para aqueles de nós que estão prontos para levar a santidade a sério, prontos para ser mais como Jesus, prontos para viver à luz da graça que produz piedade. Este é um livro sobre o poder de Deus para nos ajudar a crescer em santidade pessoal e desfrutar do processo de transformação.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Sobre o "cristão socialista"; ou, porque não sou socialista

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Por Marcelo Lemos


Nos últimos tempos tem sido lei moral máxima afirmar os pressupostos socialistas. Todos cantam a mesma canção, desde governos, até as instituições capitalistas mais convictas. Uma canção atraente, como o canto da Sereia, e tão traiçoeiro e mortífero quanto. Eu não sou socialista. Eu não acredito nem mesmo em “socialismo cristão”, por mais piedosa a expressão possa soar. Afirmar o Socialismo é negar a autoridade moral das Escrituras, e trair a humanidade.

Conheço alguns que ficam no “meio”. São aqueles que rejeitam o extremismo das esquerdas, mas não estão de mãos dadas aos “da direita”. Estão todos errados, inclusive os “da direita”. De fato, só existem tais divisões ideológicas porque o pecado tem cegado o homem, e o afastado do padrão moral de Deus, Sua Santa Lei. Antes que alguém me acuse de escrever em defesa do “direitismo”, vou avisando: sou Teonomista.

Mas não vou explicar aqui os motivos de ser teonomista. Escrevo para explicar as razões que me levam a rejeitar completamente os pressupostos do socialismo.

Primeiro, o Socialismo é uma farsa. Os socialistas defendem a ideia de que é papel do Governo promover o que eles chamam “melhor distribuição da renda”. Evidentemente existem desigualdades terríveis e condenáveis na sociedade, e qualquer pessoa desejaria que o problema fosse resolvido. Almejar “melhor distribuição da renda” não é a questão - o problema é dotar o Governo de responsabilidades Messiânicas.

O Governo além de não ser o tão prometido Messias, também é completamente incapaz de gerar renda. Tudo que o Governo sabe fazer é gastar. E de onde vem o dinheiro que o Governo gasta? Vem dos impostos, que são - como vou demonstrar mais adiante - roubo institucionalizado. E ao cobrar impostos o Governo rouba tanto ricos quanto pobres – sendo que o prejuízo dos pobres é maior, dado que sua capacidade de poupar é mais prejudicada, pois sua renda é menor.

Então, mesmo quando o pobre é ajudado pelo Governo, ele está recebendo aquilo que o Governo roubou das pessoas, inclusive dele mesmo. E da ajuda que recebe do Governo, o pobre terá que abrir mão, mais uma vez, de praticamente metade do beneficio, que lhe será tirado por meio de impostos.

Segundo, o Socialismo é pecaminoso. Segundo as Escrituras Cristãs é dever individual de todo ser humano ajudar aos mais necessitados; dever que se estende a Igreja, cujo dever principal é ajudar “aos de casa”, mas também os “de fora”. Esta ajuda aos necessitados é baseada, não na imposição, mas no altruísmo promovido pelo Espírito Santo.

Quando nós jogamos nas costas do Estado a tarefa de resolver nossos problemas sociais, pecamos gravemente. As soluções a estes problemas são de responsabilidade nossa, de cada um de nós, não do Governo. A Bíblia nunca apresenta o Estado como benfeitor da humanidade, não no sentido Socialista, mas sim como a espada de Deus para punir o mal – preceito que o Socialismo faz de tudo para evitar cumprir; inclusive lançando mão da artimanha de redefinir por si mesmo o que é “bem” e “mal”.

Mas, se negamos o Socialismo é comum ouvir objeções como: “Mas que tipo de cristão você é, que não pensa no bem do seu semelhante?”. A objeção parte de uma auto-justiça hipócrita e infundada, já que no Socialismo o suposto “bem” é promovido com dinheiro que não é nosso, e foi tirado inclusive dos próprios beneficiados. A ajuda devida aos necessitados foi descrita por S. Paulo em sua natureza e real motivação: “Cada uma contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria!” (II Coríntios 9.7).

Não há altruísmo no Socialismo. Não há doação. Há um Governo que se auto-proclama dono das pessoas, as rouba, e supostamente redistribui os ganhos (apenas para tornar a tomar alguns minutos depois). Não importa se o imaginário popular pinta Robin Hood como um “mocinho”, o “não roubarás” aplica-se também a ele. O que o Estado faz é roubo. Um roubo mais gritante que o de Robin, que até onde sei, ao menos não roubava seus próprios beneficiários.

Terceiro, o Socialismo é baseado na tirania. A maioria das pessoas reclama das altas taxas tributárias que é forçada a pagar. A alta taxa tributária é sinal de maldição, nunca do favor divino.

Quando a terra foi amaldiçoada com a fome, nos dias de José do Egito, a taxa tributária chegou a 20% de toda a renda. A taxa era tão exorbitante para os padrões bíblicos, que o texto sagrado diz que toda a terra de Israel, exceto as que pertenciam aos sacerdotes, “pertencia” a Faraó. De fato, Faraó comprou todas as terras, e passou a cobrar o “quinto” de toda produção. Na prática o povo não era dono de nada, o que ele tinha era uma “licença” para trabalhar.

Estamos falando de “apenas” 20% de carga tributária, o que é ninharia comparados com os quase 50% que o brasileiro é obrigado a pagar (sendo que alguns produtos são tributamos em mais de 200%). Porém, mesmo 10% de tributação já eram visto como um castigo divino. Dez por cento era a carga tributária devida aos Reis de Israel. E Deus diz ao povo, que havia exigido um Rei, que esta carga era uma prova de que eles estavam pecando contra Deus, por desejarem ser governados nos moldes dos povos vizinhos:

“Este será o modo de agir do rei que houver de reinar sobre vós: tomará os vossos filhos, e os porá sobre seus carros, e para serem seus cavaleiros, e para correrem adiante dos seus carros; e os porá por chefes de mil e chefes de cinquenta mil, para lavrarem os seus campos, fazerem as suas colheitas e fabricarem as suas armas de guerra e os petrechos de seus carros.
Tomará as vossas filhas por perfumistas, cozinheiras e padeiras. Tomará o melhor das vossas terras, das vossas vinhas e dos vossos olivais, e os dará aos seus servos.
Tomará um décimo das vossas sementes e das vossas vinhas, para dar aos seus oficiais e aos seus servos. Também os vossos servos e as vossas servas, e os vossos melhores mancebos, e os vossos jumentos tomará, e os empregará no seu trabalho.
Tomará um décimo de vosso rebanho; e vós lhes servireis de escravos!
Então, naquele dia clamareis por causa do vosso Rei, que vós mesmos houverdes escolhidos; mas o Senhor não vos ouviria”.
(I Samuel 8. 11-18)

E vós lhes servireis de escravos!”. Quando Hobbes idealizou o Estado “Leviatã”, não estava sendo original. Talvez ele desconhecesse esta passagem das Escrituras, mas há milhares de anos o próprio Deus já havia apresentado o Estado como sendo um monstro devorador de riquezas e da liberdade. Ao longo do Governo José Sarney, a taxa tributária no Brasil oscilou entre 20 e 22,66%; o que representava trabalhar de 73 a 82 dias por ano para pagar o Governo. Na era Collor-Itamar a taxa aumentou, variando entre 24,66 e 29,86%; o que representava trabalhar de 90 a 109 dias para pagar o Governo. Depois, na era FHC a taxa tributária ficou relativamente estável em seu primeiro mandato, mantendo se entre 27,40 e 29,04%; mas no segundo mandato, aumentou terrivelmente, oscilando entre 31,51 e 36,44. Ou seja, no primeiro mandato o Braseiro trabalhou para pagar o Governo quase o mesmo que trabalhou na era Collor-Itamar; já no segundo período, precisou trabalhar de graça entre 115 e 133 dias!

Com Lula, que muitos pintam como sendo o grande defensor dos pobres, a taxa tributária continuou aumentando. No primeiro mandato, ficou entre 36,99 e 39,73% - o que equivale a 145 dias trabalhados para o Governo. No segundo mandato a coisa ficou pior, com a taxa tributária oscilando entre 40 e 40,5% - o que significa quase 5 meses de trabalho para pagar o Governo. Ou seja, hoje o Brasileiro é obrigado a trabalhar quase metade do ano apenas para pagar impostos!

Hobbes, em sua tese, defende que o homem deveria abrir mão de seus direitos, e de suas liberdades, a fim de poder desfrutar da paz promovida pelo Estado paternal – não é exatamente isso que os Socialistas sonham? O Estado passa a se intrometer em tudo, desde o cardápio dos cidadãos, até taxações sobre produção, cheques, transações, poupanças e todo o resto.

E assim caminha a humanidade, as liberdades são a cada dia menores, e os benefícios nunca aparecem; por quê? Por que o socialismo, não importa de qual tipo, é baseado na usurpação. O Socialismo é baseado na ideia de um Estado forte, o Leviatã; e tal é descrito na Bíblia em termos de maldição, jamais de benção. Quando o homem abraça o Socialismo, rejeita a autoridade moral das Escrituras sobre a Economia; mesmo que seu socialismo se apresente como “cristão”.

Vamos pensar um pouco: se pelos padrões bíblicos, até mesmo a taxação de 10%, que era direito dos Reis de Israel, é apontado como uma maldição sobre o povo, como eu poderia abraçar o Socialismo, doutrina que exige um Estado cada vez mais forte, cada dia maior, e a cada momento mais ingerente nas riquezas e nas liberdades individuais? Não vejo como isso possa ser possível. Quando encontro um cristão “socialista”, ou um socialismo “cristão”, logo imagino: ou este não compreendeu os preceitos bíblicos para a Economia, ou não compreendeu os preceitos Socialistas – compreender os dois, e abraçar ambos, é absolutamente impossível.

4. O Socialismo não pode esconder os seus frutos. Em tese os ideais socialistas parecem maravilhosos: o bem estar de toda a humanidade. Na prática, aprendo com a História, acontece algo muito diferente. “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Pelos seu frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas de espinheiros, ou figos dos abrolhos?” (S. Mateus 7.15,16).

Não há um único bom fruto produzido pela criação do Estado forte. E a história é farta em apresentar-nos várias testemunhas eloquentes desta verdade: Hitler, Stalin, Mussolini, Mao, Guevara, Castro, dentre tantos outros. Não é ato ter Hitlersido um ávido leitor de Marx, e ter exaltado sua influência sobre a ideologia nacional socialista dos “nazis”. Engana-se quem imagina a Alemanha de Hitlercomo sendo capitalista pelo fato de haver nela algum tipo de propriedade privada. O Estado Nazista é quem controla quem dirigiria esta ou aquela empresa, o que ela produziria, e por quanto tempo produziria; além de decidir quem compraria de quem, e assim por diante. E toda essa ingerência do Estado na economia e nas liberdades individuais, era justificada em nome do “bem-comum”; exatamente como ocorria na União Soviética, e segue sendo praticado por cada socialista que já pisou neste mundo, ainda que aqui e ali a ingerência do Estado, por limitações políticas, seja menor ou maior.

Os tolos que imaginam Hitler como um “capitalista” deveriam assistir filmes como ‘A Lista de  Schindler’, especialmente a cena na qual Oskar Schindler  vai a Igreja tentar comprar alguns produtos (risos). Mas, caso imaginem que a película distorce os fatos em nome do capitalismo de Hollywood, aconselho que leiam a magistral tese de Mises.

Os frutos do Socialismo, sob qualquer bandeira ou nome, são bem conhecidos: fim das liberdades individuais; disseminação generalizada da pobreza; aumento descontrolado das tiranias; e assim por diante.

E se não bastasse os frutos sociais, não podemos nos esquecer da oposição que o Socialismo de ontem e de hoje faz ao cristianismo tradicional, incluindo nossos valores sexuais e familiares. Observem que a medita que o Socialismo avança, aumenta a sensação de que o Cristianismo tradicional é cada vez mais marginalizado em nossa sociedade.

Não sou socialista: acredito que a Bíblia rege não apenas minha fé e prática pessoal, mas é também a resposta, a bússola de Deus para dirigir os passos da Sociedade, incluindo no que diz respeito à Economia.

Padre é preso suspeito de desviar milhões do Vaticano


Ele teria atuado em uma operação para levar dinheiro da Suíça para a Itália de forma ilegal
por Leiliane Roberta Lopes

Padre é preso suspeito de desviar milhões do VaticanoPadre é preso suspeito de desviar milhões do Vaticano
Nesta sexta-feira (28) a polícia italiana prendeu o monsenhor Nunzio Scarano, 61 anos, suspeito de participar do desvio de milhões de euros do Banco Vaticano. O prelado (título dos altos dignitários da Igreja Católica) trabalhava como contador da administração financeira e teria ajudado alguns amigos ricos a levar grandes valores para a Itália.
Scarano estava em uma paróquia da periferia de Roma quando foi preso e levado para uma delegacia da capital italiana, sua prisão faz parte das investigações recém iniciadas a mando do papa Francisco que nomeou uma comissão especial de inquérito para investigar as atividades do banco.
O monsenhor estaria envolvido em um esquema que tentava levar € 20 milhões de euros (US$ 26 milhões) da Suíça para a Itália de avião, participaram dessa ação Giovanni Zitto, um membro dos serviços secretos da Itália, e Giovanni Carenzio, um corretor financeiro também foram presos.
O advogado de defesa, Silverio Sica, alega que tal valor nunca deixou a Suíça e que os amigos ricos do padre teriam doado dinheiro a ele para a construção de uma casa para tratar de doentes terminais. Sica afirmou também que o dinheiro recebido seria usado para pagar a hipoteca de um imóvel em Salerno que será vendido para somar valores e comprar o espaço onde essa casa deverá funcionar.

Não há informações de qual seria a participação do Banco do Vaticano nessa operação, contudo, o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, já se colocou à disposição da justiça para ajudar com todas as informações necessárias para ajudar a solucionar o caso. Com informações O Globo.
Fonte:gospelprime

Adoração no lar

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Neste vídeo, Joel Beeke fala sobre a importância da adoração no lar em família. Um ensinamento importantíssimo para todos os pais e filhos. Confira:



Transcrição: 

Irmãos, não sei como vocês estão com relação à adoração em família, nem com relação à adoração pessoal. Todos nós, sem dúvida, falhamos nas nossas orações pessoais assim como na oração em família; falhamos na leitura privada, bem como na leitura em família. 

Minha oração nesta noite é que, de alguma forma, pela graça de Deus, aqueles de vocês que estão seriamente empenhados em praticar diariamente a adoração em família, ouçam algo hoje que fortaleça essa prática e faça-a crescer.

E aqueles que não estão empenhados ou talvez não saibam como fazer isso, e que nunca se empenharam nisso, aprendam a como se empenhar. E que não ache isso assustador, mas ache, como Dr. Piper disse, encorajador de se começar. E garanto a você: isso mudará a sua vida e a vida de sua família.

Eu cresci em um lar reformado alemão. Meu pai sempre orava antes das refeições e, em círculos de tradição reformada alemã, você ora depois das refeições também. Então, eram duas orações e a leitura da Bíblia. Mas meu pai falava conosco, interagia conosco, empenhando-se na adoração em família prolongada, uma vez na semana, nas noites de domingo. Então, fomos meio que ensinados que, quando casássemos e tivéssemos filhos, oraríamos antes e após as refeições, leríamos as Escrituras. Então líamos 3 capítulos por dia com nossa família: manhã, meio-dia e jantar. Mas não nos envolvíamos em muitas conversas.

Quando meu filho tinha 3 anos, fui convidado a falar sobre adoração em família. Estudei as tradições escocesa e alemã. Eu fiquei impressionado, completamente impressionado! Eu disse a minha esposa: "Vou falar sobre isso, mas eu mesmo não faço?" Eu me sentei, meu filho tinha 3 anos, e disse: "Calvin, por favor, perdoe o papai. Não tenho conversado com você da maneira como deveria" (Ele não fazia ideia do que eu estava falando). E disse para a minha mulher: "Por favor, perdoe-me. Não tenho liderado a adoração em família da maneira como deveria, da maneira como meu pai fazia, aos domingos de noite". 

Todo domingo de noite meu pai lia "O Peregrino" para nós, durante 40 minutos. Nós cantávamos e o interrompíamos na leitura, algumas vezes, fazendo perguntas. Ele colocava o livro de lado e nos ensinava como o Espírito Santo conduz pecadores, com lágrimas escorrendo dos seus olhos. Era maravilhoso.

Quando meus pais fizeram 50 anos de aniversário de casamento, dois anos antes de meu pai morrer, todos os filhos combinaram que agradeceriam minha mãe por uma coisa e meu pai por outra, e gravaríamos isso para que eles pudessem guardar. Mas ninguém poderia falar com o outro sobre o que diria. Foi absolutamente maravilhoso, porque todos agradeceram minha mãe pela sua vida de oração. Ela era uma guerreira da oração. E todos os 5 agradeceram meu pai pelos domingos de noite, quando adorávamos em família e líamos "O Peregrino". 

E meu irmão mais velho disse: "Pai, quero te agradecer porque nunca precisei questionar em minha mente se Deus é real. Porque a lembrança mais antiga que tenho é a de quando eu tinha 3 anos, estava sentado em seu colo, olhando para o seu rosto, vendo você chorar enquanto falava conosco sobre Deus, lendo 'O Peregrino'".

Você não deseja que seus filhos tenham isso como lembrança mais antiga?

A adoração em família não tem preço.

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Tradução e legendas: Saulo e Lísia
Fonte: Orthodoxia

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