sábado, 1 de abril de 2017

EVANGÉLICA, EX-DIARISTA RESGATA MAIS DE 200 CRIANÇAS DA POBREZA E DO TRÁFICO


Marlene desafiou o tráfico de drogas em sua comunidade e hoje alimenta mais de 230 crianças que viviam no mundo do crime.
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Marlene Garcia deixou no passado seu trabalho de empregada doméstica para alimentar cerca de 230 crianças no Morro da Macumba (SP).
Por mais de 20 anos, Marlene foi diarista, mas, no final da década de 1990, trabalhava em uma padaria. Um dia, em 1995, levou os pães que sobraram para a favela e distribuiu –formou-­se uma fila enorme.
Com a ajuda da filha, Vanessa Garcia, 33, ela levou as crianças para a igreja evangélica. Conseguiu aulas de teatro e de música. “Mas uma hora eu percebi que elas queriam mesmo era comer, porque não tinham comida em casa.”

Marlene então começou a pedir alimentos para conhecidos, como as ex-patroas e comerciantes. Dava comida até em garagens da favela. Quando viu, já tinha quase 200 crianças no seu pé.
TRÁFICO E MORTE
No fim dos anos 1990, o Morro da Macumba sofria com uma guerra entre traficantes. Quem viveu na favela na época conta que as crianças eram usadas como soldados, ou como escudos. Morriam.
Assim como o tráfico, a fome também fazia vítimas. Nos anos 2000, um garoto caçava latinhas em uma avenida de Interlagos, bairro onde fica a favela. Ele tinha 13 anos e era responsável pelos irmãos menores –a mãe é alcoólatra. Foi atropelado por um taxista que estava atrasado para uma entrevista de emprego.
Outros dois meninos morreram em cenas parecidas. “Eu via as crianças fazendo malabares no farol, pedindo batata frita no McDonald’s, revirando o lixo do Extra”, conta Marlene. “Vi que todas as crianças iriam morrer”.
Marlene e Vanessa encontraram, em 2005, um galpão na topo da favela, mas o local era usado como ponto de tráfico e cativeiro de sequestros. “Falamos com os traficantes, mostramos o nosso projeto”, lembra Vanessa. Eles toparam sair e o dono oficial do espaço também cedeu à vontade de Marlene.
PROJETO REVIVER
O projeto tem auxílio de outros: empresários pagam as contas, doam comida, amigos ajudam a limpar, a Pastoral da Criança doa metade dos alimentos. As crianças, que passam quatro horas do dia no galpão, têm reforço em matemática e português e aulas de inglês e francês (dada por voluntários). Brincam quase o tempo todo: na região há um grande shopping, mas poucas áreas públicas de lazer.
Quando uma criança cresce, costuma voltar para ajudar o galpão –várias já estão se formando na faculdade. Há 12 anos, o projeto virou oficialmente a ONG Reviver, que não recebe um centavo de nenhum governo, pois “políticos não entram”.
VALE DE OSSOS SECOS
Evangélica, Marlene usa uma imagem bíblica para explicar o nome da ONG: “Reviver é como se você estivesse num vale de ossos secos. Você faz força para levantar. Então você levanta. Revive e vai procurar emprego”
Aos 59 anos, Marlene é um exemplo de compaixão e solidariedade. Seu coração altruísta e sua empatia pelas vítimas da extrema pobreza foram a força-mor para a fundação deste grande projeto.
“Tenho muito dó de criança, não sei por que, começou do nada. Vejo uma com fome, pobrezinha, quero trazer para cá”, diz Marlene, hoje “mãe” de 230 crianças carentes que são alimentadas, bem cuidadas e instruídas nos caminhos do Senhor.
Redação Púlpito Cristão
Com informações da Folha de São Paulo
Imagem: Folha de São Paulo

sexta-feira, 31 de março de 2017

OS 10 PASTORES QUE NÃO CONSIDERO NEM ADMIRO

Sabendo que existem muitos pastores que são tóxicos e destroem o rebanho, decidimos fazer uma lista dos 10 pastores que não consideramos nem admiramos.

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O pastor deve ser um guia protetor para o rebanho. Acreditamos que estes falsos pastores precisam ser identificados e rejeitados.
Maus líderes existem aos montes dentro das igrejas. O joio está espalhado dentro da igreja como ensinam as escrituras (Mt 13. 26). Isso não é novidade para ninguém. Apesar de designar aqui o termo “pastores” a essas pessoas que citarei abaixo, não tenho a intenção de diminuir aqueles que fazem jus a esse termo tão lindo mostrado nas escrituras, e que realmente pastoreiam de coração as ovelhas do Senhor. Usei esse termo somente para facilitar a identificação dessas pessoas.
Vamos lá então?
1- O que faz do púlpito um palco de shows.
A exposição da Palavra é esquecida e substituída pelo talento hollywoodiano desse pastor, que explora as mais diversas técnicas para cativar os seus expectadores, fazendo do show o protagonista do culto. Ele é a estrela e não Cristo e Sua palavra. Seu púlpito é lugar de entretenimento, de show, e não de pregação, de transmissão da voz de Deus.
2- O que explora financeiramente as ovelhas.
Esse pastor é muito ambicioso e tem planos de crescimento. Porém, para a realização dos seus planos, precisa de muito dinheiro. E esse dinheiro é retirado das ovelhas, através das mais diversas técnicas de extorsão (legais). Ele não liga para o que a Bíblia ensina e inventa formas de arrecadação para realizar seus sonhos megalomaníacos. As ovelhas são iludidas, exploradas e sugadas até a última gota que podem dar.
3- O que insiste em querer fazer a agenda de Deus.
Pastores que determinam lugar, dia e hora para Deus agir não merecem meu respeito. Segunda: Deus age na família; terça: nas finanças; quarta: Deus dá o Espírito Santo; quinta: Deus faz conversões e sexta: Deus liberta as pessoas de demônios. Deus agora está preso em uma agenda criada pelo homem?
4- O que ilude as pessoas com amuletos, objetos ungidos e unções que não vem de Deus.
Esse pastor escraviza pessoas em crendices e superstições que não são encontradas e ordenadas na Bíblia. Desvia a fé que deveria ser unicamente no Deus soberano para objetos e unções (falsas) e extravagantes. Trabalha com a ilusão, com a ambição, com a falta de conhecimento de muitas das ovelhas que lhe ouvem.
5- O que “profetiza” o que Deus não mandou profetizar.
Usa sua influência sobre as pessoas para “profetizar” e “revelar”. Porém, não usa a Bíblia, que é a revelação e é onde se encontram as profecias de Deus para a vida de seus servos.
6- O que faz com que seus fieis o adorem.
Ele é visto como um semideus pelos seus fieis. O pior de tudo é que não faz nada para mudar essa situação, pois adora ser paparicado, adora status, adora demonstrar seu grande “poder” e ser ovacionado pela multidão. Seu prazer é ver multidões afluindo em sua direção com desejo de glorificá-lo.
7- O que usa o dinheiro dos dízimos e ofertas para seu próprio enriquecimento.
Esse pastor-empresário é formado e pós-graduado em enriquecimento usando a igreja. Tem fortuna e bens luxuosos, tudo adquirido com a ajuda das ofertas da igreja que, segundo diz ele, é usado para a obra de Deus. Ele engana multidões que bancam sua vida de ostentação.
8- O que prega a teologia da prosperidade.
Um pastor que diz que pobreza é maldição, que o crente verdadeiro será reconhecido pela sua prosperidade material, e outras abobrinhas sem embasamento bíblico, não merece admiração. Se a Teologia da prosperidade é um câncer, esse pastor é um espalhador de doenças no meio do povo.
9- O que usa versículos isolados da Bíblia para fundamentar doutrinas destruidoras.
Existem pastores que adoram inventar doutrinas usando versos bíblicos isolados, cuja interpretação isolada, sem considerar contextos e outras boas regras de interpretação, favoreça seus pensamentos e desejos.
10- O que [acha] que determina a ação de Deus.
É uma piada dizer que um homem determina algo ao Todo-Poderoso, mas essa ousadia acontece. Palavras ousadas saem da boca desse pastor determinando, ordenando, exigindo que Deus faça determinadas coisas que, segundo ele, Deus tem de fazer. Coitado, não tem nem noção da besteira que faz! E o pior: ensina as pessoas a agirem também assim!
Esses são os pastores que não considero e não admiro.
E você? Tem algum pastor que você não considera nem admira? Escreva isso nos comentários!
Por André Sanchez
Blog Esboçando Ideias

Bancada evangélica diz que `diversidade de gênero´ não é papel do MEC

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Em resposta ao decreto 9.005/2017, assinado por Michel Temer, o deputado evangélico Flavinho (PSB-SP) pediu oficialmente a retirada da proposta de `debates sobre gênero´ nas escolas

A bancada evangélica quer que o Ministério da Educação (MEC) retire das funções de uma de suas diretorias o desenvolvimento de programas e ações sobre diversidade de gênero e orientação sexual. O pedido foi encaminhado por ofício ao ministro Mendonça Filho pelo deputado Flavinho (PSB-SP). Ele diz que a inclusão ou não dos temas como política pública da pasta deve passar pelo Congresso.
O deputado contesta um decreto do ministério, publicado no Diário Oficial da União em 14 de março, que reestrutura cargos da pasta. Em anexo, constam as atribuições de cada secretaria e diretoria do MEC. Flavinho diz que o ministério aproveitou a reconfiguração dos cargos para inserir entre as funções da Diretoria de Políticas de Educação em Direitos Humanos e Cidadania a elaboração de programas sobre os temas.
Desenvolver programas sobre “diversidade de gênero” e “orientação sexual”, no entanto, não é uma novidade na diretoria do MEC. Os termos já constavam como uma de suas obrigações em regra anterior ao decreto publicado este mês.
“A introdução destas terminologias não condiz com o anseio da imensa maioria dos cidadãos, sugiro assim que sejam retirados do decreto supracitado os termos ‘orientação sexual’ e ‘diversidade de gênero’ e aproveito para reafirmar que se o Executivo deseja tratar desta temática que encaminhe ao Congresso Nacional projeto de lei que verse exclusivamente sobre esta temática”, argumenta Flavinho, no ofício.
A bancada evangélica vive em constante patrulha sobre o MEC. Seus representantes monitoram a elaboração de políticas da pasta. Anualmente, nas discussões sobre atualizações da Base Nacional Comum Curricular, reúnem-se com secretários do MEC para tentar barrar a inclusão de questões ligadas à diversidade de gênero no texto.

Com informações O Globo
Imagem: reprodução web

Igreja Luterana ainda tem 70% dos fiéis apesar da ascensão do paganismo nórdico na Islândia

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As estatísticas oficiais mostram que 70% da população islandesa é registrada como membro da Igreja Luterana.
Nos últimos anos, a Islândia tem registrado um aumento significativo no número de seguidores de um movimento pagão chamado Associação Asatru. Trata-se hoje da religião que mais cresce no país.
Segundo estatísticas do governo, a igreja Luterana continua sendo a dominante no país, com 237.938 fiéis – o equivalente a 70% da população, um número que se mantém estável há décadas.
O luteranismo é um dos principais ramos do cristianismo ocidental, que tem por base a teologia de Martinho Lutero, um frade católico, reformador e teólogo alemão. Surge a partir dos esforços de Lutero em reformar a doutrina e prática da Igreja Católica Apostólica Romana, até então a única Igreja existente no ocidente, o que originou a Reforma Protestante. Esta teve como principal base a publicação das 95 Teses, que foram divulgadas nos territórios de língua alemã do Sacro Império Romano para propagandear os maiores princípios da Reforma, contrariando as autoridades governamentais e eclesiásticas da época.
A divisão entre os católicos romanos e os luteranos aconteceu em 1521, com a Dieta de Worms, onde Lutero e todos seus seguidores foram oficialmente excomungados pela Igreja Católica. A divisão tinha por base a doutrina da justificação, sendo que Lutero advocava-a através do princípio de que “a salvação vem somente pela graça, somente pela fé e somente por Cristo”, contrariando o ponto de vista romano, que se baseava em uma “salvação pelo amor e pelas boas obras”.
Hallgrímskirkja, ou Igreja de Hallgrímur, é uma das maiores igrejas luteranas da Igreja Nacional da Islândia, localizada em Reykjavík, capital da Islândia. Tem 74,5 metros (244 pés) de altura, e é a maior igreja na Islândia, e a sexta estrutura mais alta do país. Foi inaugurada em 1986.
O seu desenho foi projetado para imitar o movimento da lava de um vulcão. Em suas partes mais altas, acima do seu campanário, oferece vistas esplêndidas da cidade.
Mas o número de islandeses que reverenciam Odin, Thor e a deusa Freyja teve um aumento de 50% desde 2014, chegando a 3.583 fiéis, o dobro em relação ao período anterior àquele ano, segundo o jornal local Morgunbladid.
Estatísticas do governo islandês indicam que havia apenas 879 fiéis em 2005.
A maior autoridade da Associação Asatru é o compositor Hilmar Orn Hilmarsson, que é conhecido no exterior pelo seu trabalho com bandas como a Sigur Rós.
De acordo ele, o aumento do número de seguidores tem a ver com a cobertura midiática das coloridas cerimônias da Asatru. No entanto, as estatísticas oficiais mostram que 70% da população islandesa é registrada como membro da Igreja Luterana.

Redação Consciência Cristã
Imagem: reprodução web

O cristão pode possuir e portar arma de fogo?

Gun and Bible on American Flag
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O porte de armas de fogo é um assunto polêmico e divisor da cristandade, e não pretendemos escrever um texto sobre direito. O que vamos elucidar neste texto são alguns fundamentos bíblicos e algumas ideias que ajudam a responder à pergunta: O cristão pode possuir armas de fogo?
Em primeiro lugar, precisamos entender passagens bíblicas que abordam diretamente sobre o assunto. Passagens que deixam claro a idéia de que um filho de Deus tem direito de proteger sua vida e a sua família; Em segundo lugar, sim a arma de fogo é um instrumento que dever ser usado como última linha de defesa. Se um ladrão invadir sua casa a bíblia nos ensina que proteger sua família e a si mesmo é defesa, e, portanto o uso de arma ferir o invasor e este morrer, você não será culpado pelo sangue. Pessoas matam pessoas, armas são ferramentas assim como facas e todos os objetos que perfuram.
Mas existe um argumento “bíblico” que sempre é usado para negar a defesa da vida. Mateus 5.39, Jesus disse que não devemos resistir aos perversos e se este bater (Rhapizo = insulto) na sua face direita ofereça a outra face. Mas isso pode realmente ser interpretado para negar a defesa da vida? Não creio! Neste texto está claro que Jesus não usa esse argumento como critério absoluto em todos os casos, e, bater na face significa tapa no rosto com o dorso da mão. Tapa no rosto não vai ferir de morte alguém, mas vai insultar. Matar por causa de um insulto é força excessiva e também um ato banal e por conseqüência a quebra do sexto mandamento.
Segundo o Dr. Wayne Grudem, este argumento não pode ser válido nem para governos e nem para defesa da vida, caso contrário teríamos que validar como critério absoluto Mateus 5.42 que diz: “Dá a quem te pedir e não voltes as costas a quem te pedir emprestado”. Grudem  continua: “Se este verso fosse um requisito absoluto, qualquer mendigo seria capaz de levar um cristão à falência ao que lhe pedir mais”.
Mas então, o que de fato diz o texto? O texto de Mateus 5  é o Sermão do Monte e especificamente Cristo está ensinando sobre ser paciente diante de uma injustiça, insulto. Cabe ao filho de Deus (vítima) não se vingar do insulto. A vingança pertence a Deus e ao Estado que é seu braço.
O reformador João Calvino foi lúcido quando interpretou este verso, ele disse: “Quando a injustiça lhes é feita (aqui ele fala dos crentes), ele (agora fala de Cristo) deseja que eles sejam treinados por esse exemplo à mansa submissão, para que pelo sofrimento eles possam aprender a ser pacientes” (John Calvin, “Harmony of Matthew, Mark and Luke” Calvin’s Commentaries. Baker.  p. 299).
Observe, dar a outra face é anular o sentimento de vingança, conter o revide. Mas o que não podemos é cair em paradoxos: O mesmo Jesus que ensinou o exercício da paciência é o mesmo Jesus que tirou a cinta e golpeou os comerciantes frente ao templo. Portanto, existem situações em que a defesa é bíblica e justa! O que temos que compreender é a diferença entre vingança e autodefesa!
Defender a vida, a família, a nação e os inocentes!
Autodefesa implica defender sua vida, sua família, sua propriedade e sua nação. Isso significa que no âmbito civil você tem o direito de possuir armas como instrumentos de defesa e não para conclusão de vingança. Ter arma é um direito que preserva a liberdade. Concordo com o Dr. Wayne Grudem quando ele afirma: “Uma perda gradativa da liberdade humana é uma perda gradativa de nossa vida”.
Mas o cristão não é um pacificador? Sim, o cristão é um pacificador, mas não é um pacifista que acredita que se defender com uma arma é errado. Ele deve fazer tudo para promover a paz e evitar os caminhos da utilização de armas e das guerras. Mas sua última linha de defesa para preservar sua família e sua propriedade e manutenção desta paz para nação (ou até mesmo da própria nação que pode se tornar tirânica) são as armas e as guerras.
Não podemos ser ingênuos a ponto de crer que no mundo só existem pessoas boas, bem intencionadas e que vivemos na “era de aquários” paz e amor e flores ao som de “Imagine” de John Lennon. Não é esta a nossa realidade, principalmente com a crescente violência nas ruas e com a ascensão do islã e das ideologias socialistas mundo a fora.
E a quebra do sexto Mandamento?
Se a Bíblia diz no sexto mandamento que não podemos matar, então o cristão não pode possuir armas de fogo? Não tem nada a ver uma coisa com outra. O Sexto Mandamento diz respeito a crime premeditado, com a intenção de matar, planejar, arquitetar. É fazer de forma engenhosa um plano para tirar a vida do outro.
A quebra do sexto mandamento também se aplica em casos de morte por banalidade, vingança, insulto. Vamos deixar claro isto! Moisés que recebeu os Dez Mandamentos no Sinai teria depois entrado em contradição? Não! Moisés deixou claro que a legítima defesa é Bíblica e necessária, veja: “Se o ladrão for achado roubando, e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue”; Êxodo 22,2.
É a premeditação, a intenção do coração que vai definir a quebra do sexto mandamento, como bem disse Jesus: “Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: ‘Não matarás’, e ‘quem matar estará sujeito a julgamento’. Mas eu lhes digo que qualquer que se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento” (Mateus 5: 22).
Concordo com o Pr. Philip Graham Ryken quando diz: “O sexto mandamento proíbe é tirar a vida de forma injusta e banal”. Sim, aplica-se ao assassino a sangue frio, homicídio com raiva passional e homicídio culposo resultante de imprudência ou negligência. Por isso o mandamento teria uma melhor tradução se fosse: ‘Não matarás ilegalmente’. Claro que a versão tradutória de Êxodo 20.13 é ‘Loratzach’ que é ‘Não mate’! O mais próximo da tradução que elucidaria com clareza, seria: Não assassinarás. Tirada premeditada da vida imaculada – ou de um inimigo pessoal.
A legítima defesa tem um objetivo, a preservação da vida humana. Na última linha da defesa às vezes será necessário tirar a vida para salvar outra. Por isso, muitas vezes Deus ordenou que homens lutassem para proteger o povo ou livrar os seus inocentes dos inimigos. Dr. Norman Geisler no seu maravilhoso livro sobre Ética Cristã, esclarece bem este ponto. Ele escreve:
“A espada que foi dada a Noé foi usada por Abraão, quando ele engajou em uma guerra contra os reis que haviam cometido uma agressão contra seu sobrinho Ló’ (GN 14). Essa passagem indica a aprovação de Deus para realização de guerras, cuja finalidade era proteger o inocente de seus agressores’’.
Portanto, a quebra do sexto mandamento se aplica na banalidade, na intenção, na premeditação, jamais na defesa pessoal da família, defesa da propriedade – ou em defesa de inocentes – ou mesmo da nação.
E a posição do Novo Testamento em relação às armas?
Não existem muitas informações do mestre Jesus, mas há boas pistas! Vamos analisar alguns textos. Nosso primeiro texto no Novo Testamento é João 18.
“Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco.
Mas Jesus disse a Pedro: Põe a tua espada na bainha; não beberei eu o cálice que o Pai me deu?” (João 18: 10,11).
Há algumas questões nestes versos que precisamos esclarecer:
Em primeiro lugar, Pedro andava armado, e sinceramente, não acho que Cristo não tenha percebido, já que a bainha ficava praticamente entre a cintura e o peitoral. Em segundo lugar, Pedro feriu de forma banal o servo do Sumo Sacerdote, já que Cristo estava sendo preso e não atacado. Em terceiro lugar, o Apóstolo Pedro andava armado, e o Senhor Jesus nunca pediu que ele jogasse a espada fora, quando Pedro atacou Malco, Jesus pediu que Pedro guardasse a espada. Em quarto lugar, Pedro cometeu um pecado tentando impedir o que Deus planejou para seu filho, a morte do cordeiro que aplacaria a ira divina contra os eleitos.
Portanto, se Jesus fosse um pacifista (diferente de ser pacificador) ele teria proibido o uso de armas desde o início da caminhada com os discípulos. Mas, mesmo Pedro ferindo um oponente, Jesus não pediu que ele jogasse fora a espada. É uma pista clara que o uso de espadas era comum entre os discípulos.
Nosso segundo texto vai nos fornecer mais pistas:
“Disse-lhes pois: Mas agora, aquele que tiver bolsa, tome-a, como também o alforje; e, o que não tem espada, venda a sua capa e compre-a” (Lucas 22:36-38).
Este texto de Lucas tem duas interpretações:
Interpretação número 1: O texto pode ser uma analogia feita por Jesus para ensinar que os discípulos não teriam vida fácil depois de sua morte. O termo espada não é literal. E por isso no verso 38, Jesus ficou irritado por suas palavras não compreendidas e disse: Basta!
Interpretação número 2: O texto de Lucas 22.36-38 revela os instantes finais da jornada do Cristo com seus discípulos, nestes instantes finais Jesus está prestes a ser preso e por isso ele está preocupado não com ele, mas com os discípulos que não teriam vida fácil, seriam perseguidos de morte e, portanto, ele recomenda que compre espadas. Quando os discípulos mostraram as espadas, Jesus disse: Basta, no sentido de suficiência!
Eu creio que a interpretação de número 1 não se sustenta. É pouco provável! Em primeiro lugar, é fato que alguns dos discípulos andavam armados (Pedro sustenta essa tese) e este fato fortalece a ideia do texto de que Jesus estava realmente recomendando a compra de espadas para os outros que não usavam.
Em segundo Lugar, Jesus não recomendaria a venda da capa para compra de duas espadas se não fosse literalmente. O substantivo espada não é regido pelo verbo ter. Ele fica isolado na frase, O significado é: Aquele que não tem uma bolsa ou documento (e está, portanto, sem dinheiro) que venda a sua veste e compre uma espada.
Em terceiro lugar, a tensão do texto revela os instantes finais e os perigos que cercam os discípulos. A tensão exige autodefesa para os discípulos. A ideia de que Jesus recomenda a proteção aos seus é gritante neste texto.
Em quarto lugar, O termo “basta” no verso 38 tem algumas interpretações forçadas sobre este termo para sustentar a idéia de que Jesus disse aos discípulos, alguma coisa como: “Vocês não me entenderam, basta!” Esse é um argumento que não se sustenta, pois a palavra grega para basta é “ikanón”, que significa literalmente “é o bastante”, e se refere à quantia de dinheiro que tinha que ser paga para alguém que fosse solto da prisão – ou pagar uma quantidade de dinheiro exigida.
Está claro que Jesus está afirmando que a quantia paga pelas duas espadas era suficiente: Não precisa gastar mais dinheiro, pelo preço que foi pago as duas espadas já é suficiente.
O Cristão pode possuir e portar armas de fogo?
Antes de responder esta pergunta é necessário esclarecer que minha posição defende a ideia de que a arma seja obtida pelo rigor da lei. Mas neste país o governo não respeita a lei e muito menos a vontade do povo. Em 2005 foi realizado um referendo que pedia a posição do povo brasileiro sobre o tema comércio de armas. A pergunta era muito simples: “O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?” Os eleitores puderam optar pela resposta “sim” ou “não”, pelo voto em branco ou pelo voto nulo. O resultado final foi de 59.109.265 votos rejeitando a proposta (63,94%), enquanto 33.333.045 votaram pelo “sim” (36,06%). Foi uma vitória esmagadora do povo, que por sinal deseja seu direito de portar e possuir armas, respeitado.
A resposta da pergunta inicial é muito simples: Com ficha limpa e seguindo todos os critérios estabelecidos por nossa Constituição Federal, sim, o cristão pode e tem todo o direito de promover sua segurança pessoal, da sua família e da sua propriedade usando como última linha de defesa arma de fogo. O Estado não tem competência para garantir segurança de cada cidadão deste país, o Estado não é onipresente, não consegue lidar com a violência neste país. O livro “mentiram para mim sobre o desarmamento”’ do Flávio Quintela e Bene Barbosa apresenta um quadro real do fracasso do Estatuto do desarmamento, veja:
             Número Total de Homicídios no Brasil
2003
                                51.043 (Gestão) presidente Lula
2004
                                48.374 (Estatuto entra em vigor)
2005
                                47.578 (Referendo de 2005)
2006
                                49.145
2007
                                47.707
2008
                                50.113
2009
                                51.424 
2010
                                52.257
2011
                                52.197
2012
                                56.337

O quadro revela que o estatuto entrou em vigor em 2004, que inicialmente diminuiu pouco a violência. Mas fracassou com o passar dos anos. Portanto, desarmar a população de bem não resolveu o problema, pelo contrário, aumentou a violência! Estima-se que em 2016 os índices de violência podem ter chegado a mais de 60 mil homicídios. E Bene Barbosa conclui:
“Na verdade esta é uma tarefa impossível, pois o estatuto não mudou o perfil criminal do Brasil, e não gerou resultados positivos nos índices de crimes violentos. Mas com certeza gerou incômodos a muitos cidadãos de bem que possuíam uma arma em casa”.
O Estatuto do Desarmamento não somente deixou o cidadão de bem inseguro, como ajudou aumentar a violência no país. O Bene Barbosa que tem lutado pelo fim deste estatuto é inclusive Presidente do Conselho de Administração na empresa Movimento Viva Brasil, uma empresa que luta pelo brasileiro de bem ter seu direito respeitado. Claro, o cidadão também tem sua escolha de não querer e inclusive discordar. Mas não pode contribuir com o governo para negar o direito do outro que deseja ter seu porte e posse de arma.
E os pastores? Estes devem respeitar a Constituição Federal, mas antes de tudo devem obedecer à lei de Deus: “Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5.29).
Não podemos desejar nossa segurança e restringir para o próximo, pois isso é hipocrisia! Amar o próximo como a si mesmo é também desejar que ele não seja atingido por essa violência descontrolada. O especialista em violência e escritor Norte americano John Lott Jr., no seu livro “Preconceito Contras as Armas”, nos aconselha sobre a questão: “Ao desarmar os cidadãos obedientes à lei, os controles sobre armas têm colocado o povo em perigo”.
Uma das “grandes vozes” do mundo evangélico se chama Pr. Silas Malafaia. Silas se posicionou de forma contraditória sobre o tema Estatuto do Desarmamento. Silas é contra o cidadão de bem, ficha limpa ter seu direito respeitado pela decisão do referendo de 2005. Mas o mesmo pastor defende (inclusive usando a Bíblia e a história de Neemias e seus seguranças) a ideia de ter seguranças armados o protegendo. E ainda manda um recado para quem quiser tentar contra vida dele. Veja o primeiro vídeo:
Agora vem a contradição! Ele é contra ao cidadão ter o direito de ter uma arma segundo as leis do país e ainda se revela ignorante a respeito da PL 3722/12. A PL 3722/12 é um Projeto de Lei que tem como objetivo estabelecer uma nova regulamentação para a aquisição, a posse, a circulação e o porte de armas no Brasil. Silas deseja segurança para ele e tem muitos recursos para isso. Mas nem todo cidadão tem o poder financeiro e o prestigio do Silas Malafaia. Veja a contradição:
A quem interessa o desarmamento?
Em primeiro lugar, o estatuto interessa ao Estado. O Estado não confia no seu povo e tem cada pessoa potencialmente como um futuro criminoso. O Estado quer agigantar-se e controlar seu povo. Concordo com Benjamin Franklin quando disse: “Quando todas as armas forem de propriedade do governo, este decidirá de que são as outras propriedades”.
Em segundo lugar, interessa aos partidos políticos de ideologia socialista. Estes gostam de desarmar o povo! Hitler, Mao, Fidel, Lênin e Stalin, Mussolini, todos estes ditadores socialistas desarmaram a população e estabeleceram regimes totalitários! E com o povo desarmado o resultado sempre é genocídio, holocausto, barbárie!
Greg Foste professor americano que é especialista em história da teoria dos governos, afirma: “Governos tiranos não são, na verdade, governos verdadeiros, mas gangues criminosas que se fazem passar por governos e, portanto, não tem o direito à obediência”.
Pense comigo: Na sua última linha de defesa, como a população enfrentaria um governo tirano e genocida? Com vassouras? Cantando em coral a musica Imagine de John Lennon e pedindo paz e amor?
Sim, o cristão defende a liberdade do cidadão. Um dos motivos do cristianismo ser tão odiado é sua defesa a liberdade, insistir durante séculos nos direitos universais do ser humano – tanto de cristãos como de todos. A liberdade de pensamento e o espaço de cada um deve ser respeitado, e cabe à Igreja o papel de influenciar a sociedade com o evangelho e também de conscientizar a população sobre seus direitos.

Por Heuring Felix Motta
Redação Consciência Cristã News
Referências Bibliográficas
  1. A ética dos Dez mandamentos –  Hans Ulrich Reifler – Vida Nova
  2. Bíblia de Genebra – Cultura Cristã
  3. Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental – Thomas E. Woods Jr. – Quadrante
  4. Ética cristã – Norman L. Geisler – Vida Nova
  5. Harmony of Matthew, Mark and Luke” Calvin’s Commentaries – John Calvin – Baker
  6. Léxico grego-português do Novo Testamento, domínios semânticos – SBB
  7. Mentiram para mim sobre o desarmamento – Flavio Quintela e Bene Barbosa – Vide Editorial
  8. Novo Testamento Interlinear – Waldyr Carvalho Luz – Hagnos
  9. O cristão e as questões de éticas da atualidade – Walter C. Kaiser Jr.
  10. Os Dez Mandamentos para os dias de Hoje – Philp Graham Ryken – CPAD
  11.  
  12. Estudo do vocabulário grego do Novo Testamento, volume l – Marvin R. Vincent – CPAD
  13. Política segundo a Bíblia – Wayne Grudem – Vida Nova
  14. Preconceito contra as armas – John Lott Jr. – Vide Editorial
  15. www.mvb.org.br/campanhas/pl3722/faq.php
  16. www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/508833-COMISSAO-DE-SEGURANCA-APROVA-PORTE-DE-ARMA-PARA-ADVOGADOS.html
  17. www.bibliaonline.com.br/acf/atos/5
  18. www.monergismo.com/textos/etica_crista/biblia_autodefesa_walker.htm
  19. www.monergismo.com/textos/etica_crista/lei_biblica_autodefesa_einwechter.htm
  20. www.monergismo.com/textos/etica_crista/controle_armas_pratt.htm
  21. www.taurusarmas.com.br/
  22. www.youtube.com/watch?v=gztV-sjGQn0
  23. www.youtube.com/watch?v=mL6cNsTq8Wo
Fonte:CCN

quarta-feira, 29 de março de 2017

10 PASTORES QUE RESPEITO E ADMIRO

Neste artigo destacamos aqueles que merecem toda a admiração e respeito devido à forma como tratam o ministério pastoral. Segue a nossa lista!

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Neste artigo queremos destacar aqueles homens que merecem toda a admiração e respeito devido à forma como tratam o ministério pastoral. Abaixo segue a minha lista.

OS 10 PASTORES QUE RESPEITO E ADMIRO:

1- O que não é perfeito, mas que busca ser exemplo do rebanho.
Esse pastor sabe de suas limitações, sabe que não é melhor do que ninguém, sabe que é um pecador resgatado pelo sangue de Cristo. Ele, porém, sabe também da missão que Deus lhe deu e busca conduzir suas ovelhas no caminho dado pelo Supremo Pastor, sendo, antes de todos, o primeiro a vivenciar a Palavra de Deus em sua vida para testemunhar a outros. Ele tem todo cuidado nessa questão e pode-se ver em sua vida um homem que busca viver o evangelho e não somente falar dele. É humano, tem seus erros, e não faz questão de passar uma imagem de todo poderoso.

2- O que faz cultos cristocêntricos.
Esse pastor busca glorificar a Cristo nas ministrações que preside. Busca conduzir todas as coisas para que Cristo cresça e todo o resto diminua. Do primeiro ao último minuto de seus cultos busca apresentar a Cristo e conduzir as pessoas a Ele. É sensível ao observar e corrigir coisas que tentam competir com a centralidade de Cristo nos cultos.
3- O que não tem medo de pregar a Palavra de Deus.
Esse pastor não faz média, antes, entrega a palavra de Deus conforme a Bíblia a revela. Ele não usa de técnicas melodramáticas para tocar o coração dos seus ouvintes. Ele busca antes de tudo, que o Espírito Santo revele a Palavra aos seus ouvintes, conduzindo-os à presença viva de Deus. Sabe que muitas vezes irá desagradar pessoas na sua pregação, mas é fiel às verdades que Deus lhe manda pregar.
4- O que não crê que os fins justificam os meios.
Esse pastor é totalmente dependente de Deus em seu ministério. Ele conduz a igreja a andar nos caminhos corretos de obediência ao Senhor e não nos caminhos tortuosos que o coração humano propõe e que visam, antes de tudo, resultados que premiam o trabalho realizado. Para ele o mais importante é fazer a vontade de Deus usando os meios dados por Deus.
5- O que é obediente a Deus mesmo não vendo resultados palpáveis.
Esse pastor gosta de ver os resultados de seu trabalho, porém, não é guiado por esses resultados. É guiado pela obediência e direção de Deus. Mesmo, às vezes, não vendo resultados pontuados pelas pessoas como o ‘sucesso’, continua sendo fiel e o pastor responsável por certo número de ovelhas dadas por Deus. Para ele, cumprir a missão de Deus não é encher a igreja de gente a qualquer custo, mas sim obedecer a Deus e confiar a Ele os resultados do trabalho, seja quais forem.
6- O que não faz a si mesmo o “bam-bam-bam” da igreja.
Esse pastor sabe fazer suas ovelhas entenderem a diferença entre admiração e bajulação. Ele não aceita ser bajulado e até adorado como se fora mais do que os outros ou até mesmo um quase deus. Coloca-se na posição de servo, tem prazer de trabalhar em equipe e de ver suas ovelhas se desenvolvendo em seus ministérios, e sempre reitera que ele também é ovelha do rebanho de Deus. Não deixa o ego assumir o controle. Ele não é um ídolo dentro de sua igreja.
7- O que não explora financeiramente suas ovelhas.
Esse pastor não é ignorante, não acredita que as dívidas da igreja são pagas como que por milagre. Ele sabe das possibilidades da sua igreja e não usa ameaças e nem promessas que a Bíblia não faz para que suas ovelhas contribuam com o trabalho. Ele sabe instruir corretamente sua igreja sobre o que a Bíblia diz a respeito das contribuições para o reino de Deus. Não faz dos momentos de ofertório o momento mais importante do culto e nem do dinheiro o deus e a confiança maior da igreja. Trabalha a parte financeira da igreja com dignidade, ética e transparência.
8- O que não tem medo de ensinar profundamente a Bíblia às suas ovelhas.
Esse pastor não faz doutrinas em cima de textos isolados da Bíblia, por isso, não tem medo de ensinar suas ovelhas a serem questionadoras, estudantes profundas da Bíblia. Ele tem porta aberta ao diálogo e aos questionamentos. Por isso, os cultos que preside são banquetes de aprendizado e quebrantamento, onde a Palavra de Deus reina soberana como fonte de ensino e a regra de fé e prática. Por ser assim ele sabe que precisa sempre beber dessa fonte para também poder dar de beber cada vez mais aos seus discípulos.
9- O que ora sempre buscando em seus pedidos que seja feita a vontade de Deus em primeiro lugar.
Esse pastor não ousa sequer pronunciar palavras de ordem a Deus. Ele sabe quem é Deus, sabe de Seus atributos grandiosos. E mais, sabe exatamente que ele é apenas um homem imperfeito, que está de pé pela graça de Deus. Por isso, em suas orações ele é dependente de Deus e não o chefe de Deus.
10- O que tem cheiro de ovelha.
Esse pastor é pastor que pastoreia de verdade. A sua missão de vida é pastorear e não fazer fortuna com o rebanho vendendo suas peles e carnes! Chegue perto dele e sentirá o cheiro das ovelhas. Isso porque ele fica muito perto, ele acompanha, ele se preocupa com elas. Ele as ama de verdade, mesmo que elas não tenham nada para dar-lhe em troca. Ele as acolhe, ele cumpre seu trabalho cabalmente como bom trabalhador que não tem de que se envergonhar.
E você, tem algum pastor que respeita e admira?
Por André Sanchez
Do blog Esboçando Ideias

PASTOR ENCONTRA DIAMANTE DE 60 MILHÕES DE DÓLARES E DOA PARA COMBATER A POBREZA

Diante da possibilidade de tornar-se um homem extremamente rico, este pastor africano decidiu fazer algo em prol dos pobres do seu país.


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 Momoh encontrou o diamante durante as escavações em uma mina de Serra Leoa, e decidiu que ele seria usado para amenizar o sofrimento do seu povo.
Essa é uma daquelas notícias que temos um enorme prazer em compartilhar. O pastor Emmanuel Momoh encontrou um enorme diamante durante as escavações em uma mina de Serra Leoa, e em lugar de ficar com a pedra de 706 quilates, preferiu doar para ajudar o seu povo.
Ele trabalha nas minas como forma de complementar sua renda, encontrou em suas recentes escavações, um dos maiores e mais caros diamantes já vistos no mundo.
O pastor apresentou o diamante ao presidente de Serra Leoa, Ernest Bai Koroma. Ele simplesmente doou a pedra ao governo, com instruções de que a doação deve ser usada para o melhorar a situação dos miseráveis do país.Essa poderia ser sua chance de se tornar rico, mas ao ver a necessidade daqueles que o cercam, incluindo os membros de sua igreja, escolheu compartilhar e fazer outros felizes, já que as pessoas da aldeia de Yakadu, onde o diamante foi encontrado, vivem em uma área devastada por uma sangrenta guerra civil e pela crise do Ebola.
“Acredito que o governo pode fazer mais, especialmente em um momento em que o país está passando por alguns desafios econômicos”, disse Momoh ao Africa Today. O pastor também pediu que o dinheiro seja investido em eletricidade e transporte de qualidade para a população pobre.
Após fazer a notável doação ao governo, a pedra foi guardada um cofre no Banco Central de Serra Leoa, na capital de Freetown.
O presidente Ernest Bai Koroma garantiu que o diamante será leiloado de forma transparente e elogiou o pastor Momoh “por não ter contrabandeado o diamante para fora do país”.
Vale destacar que esta foi a maior descoberta de diamantes desde 1972. Analistas do setor disseram que este é o 13º maior diamante bruto que já foi extraído em todo o mundo.
Se a classe política do país é honesta ou não, isso é um outro assunto, mas não podemos deixar de reconhecer a atitude nobre deste pastor, sem dúvida, um exemplo para todos nós.
Redação Púlpito Cristão
Com informações The Telegraph e God Reports
Imagem: Toronto Star
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