sábado, 11 de fevereiro de 2017

Mathayo Kachila, um pastor que deixou saudade

TANZÂNIA

Ele se tornou conhecido por ser um evangelista espirituoso, cujas mensagens sobre a salvação levaram muitos aos pés de Jesus e até ao batismo
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Hoje faz exatamente quatro anos que o pastor Mathayo Kachila foi assassinado violentamente por uma multidão muçulmana. Durante uma visita recente à viúva Jane Roza*, um dos colaboradores da Portas Abertas descobriu que ela ainda vive uma luta diária para lidar com a perda de seu amado esposo e ainda tem de criar sozinha seus 11 filhos.
“Antes de me aproximar dela e dos filhos, fiz uma breve oração para Deus me ajudar a ser sensível à dor dessa família. Quatro dos filhos permaneceu por perto o tempo todo”, disse o colaborador. Jane, muito abatida, contou a ele sobre os tumultos que ainda existem entre muçulmanos e cristãos em Buseresere, região onde vive. “Havia muitos conflitos entre aqueles que trabalhavam no abate de animais. Quando os muçulmanos souberam que havia um não-muçulmano fornecendo carne, passaram a aterrorizar os cristãos”, ela lembra.
Na ocasião da morte do pastor, houve uma grande briga entre muçulmanos e cristãos durante dois dias seguidos, com saques às vilas cristãs, muita agressão e violência. Muitas pessoas ficaram feridas e Mathayo estava a caminho de casa quando tudo isso aconteceu. Ele se envolveu no tumulto e foi ferido de maneira fatal”, conta a esposa, que estava em casa enquanto ele foi levado ao hospital. “Um vizinho veio me dar a notícia da morte do meu esposo, naquele momento me senti como se fosse abandonada por Jesus”, lamentou.
Centenas de pessoas assistiram ao funeral de Mathayo. Foi a primeira vez que algo assim aconteceu por lá e os cristãos ficaram atordoados. Restou a saudade de um bom pastor e um homem de família trabalhador. Ele se tornou conhecido por ser um evangelista espirituoso, cujas mensagens sobre a salvação levaram muitos aos pés de Jesus e até ao batismo. Infelizmente, a justiça humana não foi feita.
“Antes de morrer, ele disse quem foi seu assassino, um vizinho bem conhecido. Testemunhas confirmaram, mas as autoridades o prenderam por pouco tempo e depois o soltaram”, disse a viúva. Embora a família passe por dificuldades financeiras atualmente, o pastor deixou uma boa casa para a família morar, que ele construiu com as próprias mãos. O que conforta tanto Jane Roza quanto os cristãos na Tanzânia é o fato de Mathayo estar nos braços do Pai. Jane sente muito sua falta, mas sabe que um dia estará também com ele.
*Nome alterado por motivos de segurança.
Pedidos de oração
  • Jane Roza ainda sente muito a falta de Mathayo, seu marido e pastor. Ore a Deus pedindo o consolo do Espírito Santo, tanto para ela quanto para os filhos.
  • A igreja na Tanzânia enfrenta muitos desafios e ações violentas vindas de extremistas muçulmanos. Peça por paz e perseverança.
  • Ore também pelos perseguidores, que de alguma forma eles sejam impactados pelo amor de Cristo.
Juntos pela África
Os cristãos de alguns países da África Subsaariana enfrentam uma das piores perseguições de sua história. No dia 11 de junho, data escolhida para o Domingo da Igreja Perseguida 2017, juntos faremos mais pelos nossos irmãos dessa região. 
Fonte: Portas Abertas
SAIBA MAIS 

Budistas expulsam família cristã de sua aldeia em Myanmar

Cristãos do estado de Shan, Myanmar, são expulsos de suas casas após conversão ao cristianismo
No dia 25 de janeiro deste ano, 2017, uma família de novos convertidos foi obrigada a abandonar o povoado de Apaw * simplesmente por agora serem cristiãos.
Os monjes budistas, além de expulsar, também anunciaram em público através do alto falante do monasterio que os moradores da aldeia, por motivo algum, devem manter contato com esta família cristã.
Além disso, os cristãos de Mayang *, uma outra aldeia no estado de Shan, não podem mais adorar a Deus em sua igreja por algumas restrições impostas pelos os monjes budistas e pelo líder da aldeia.
No dia 28 de dezembro, os monjes budistas e as autoridades do povoado enviaram coletivamente uma carta de restrição, obrigando a todos os cristãos abandonarem toda atividade ou reunião religiosa.
“Por favor orem para que Deus console a família que foi expulsa da aldeia Apaw, para que não desanimem e nem desistam de sua fe em Jesús”.
Também pedimos que orem pelos advogados cristãos que defendem esses casos na justiça.
* Os verdadeiros nomes dos povos não foram revelados pela segurança dos cristãos envolvidos.

Com informações Gaceta Cristiana
Imagem: Reprodução

Mais de 800 igrejas são destruidas e milhares de cristãos são massacrados na Nigéria

Pelo menos 900 Igrejas cristãs foram destruidas nas mão do Boko Haram no norte da Nigéria
Como parte da campanha do grupo radical islâmico para expulsar os cristãos do norte da Nigéria, igrejas foram destruidas e cristãos foram massacrados, anunciou a Associação Cristã da Nigéria (CAN).
CAN disse que a “carnificina” que se está acontecendo aos cristãos, não é acidental e argumentou que os ataques contínuos nas comunidades do sul de Kadura, Plateau, Benue e Taraba demosntram que a guerra de Boko Haram contra os cristão é muito severa.
A Associação pediu ao governo que intesificasse a proteção aos civis, o que aconteceu à grupos de perseguição como “International Christian Concern”.
“Os cristãos nesta região são alvo principal dos grupos radicais islâmicos “Boko Hama e Fulani); estes cristãos tem esperança de permanecer protegidos e que as autoridades da região façam justiça”, disse a ICC em nota.
BBC News informou na semana retrasada o fato dos jihadistas sequestrarem e usarem bebês como meio de ataque suicida.
A população da Nigéria, é de 180 milhões de habitantes, e está dividida entre muçulmanos e cristãos, segundo informou a Comissão da Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos e está composta por mais de 250 grupos étnicos. A grande maioria da população do norte da Nigéria se indentifica como muçulmana e principalmente parte grupo étnico Hausa-Fulani.

Com informações BTN
Imagem: Reprodução web

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Missionário é premiado por atuação como médico no Burundi

O missionário Jason Fader ganhou recentemente o prêmio Gerson L’Chaim no valor US$500 mil dólares por seu trabalho como médico cirurgião no Burundi, um dos países mais pobres da África subsaariana. Fader, cujos pais também são missionários, é um dos 13 cirurgiões servindo 10 milhões de pessoas no país, onde três quartos da população sofrem com desnutrição – o que torna o Burundi o país com maior índice de fome em 2016.
Fader, que cresceu no Quênia, está no Burundi desde 2013. Além de cuidar de 25.000 pacientes por ano com sua equipe, ele treina médicos locais. “Jason faz cirurgias que ninguém fez antes no Burundi,” disse uma colega médica, Raquel McLaughlin. “Os estudantes nunca tiveram chance de ver. Ele ensina a eles habilidades cirúrgicas. Ele ensina a eles manejo cirúrgico. E os estudantes adoram.”
O prêmio será revertido para a criação do primeiro programa de treinamento médico, que tem como objetivo adicionar 48 novos leitos aos 172 do Hospital Kibuye Hope e melhorar o cuidado com fraturas de membros inferiores – uma necessidade crucial num país que as viagens são a pé. “Centenas de pessoas vão literalmente andar por causa deste prêmio”, disse Fader. “Milhares de pessoas serão ajudadas. E dezenas de milhares serão ajudadas pelos médicos treinados lá”.
Fader faz parte de um recente ressurgimento de missionários médicos. O número de pessoas na conferência Global Missions Health, em Louisville, Kentucky, Estados Unidos, cresceu mais de dez vezes nos últimos dez anos. Mas o número no campo ainda é pequeno, e a necessidade tornou difícil a decisão do prêmio (que recebeu 26 candidatos de 12 nações), escreveu Jon Fielder, diretor da African Mission Healthcare Foundation (AMHF) e co-fundador do prêmio Gerson.

Com informações Cristianity Today
Tradução: Mireille Gomes

Estado Islâmico cortou as mãos de 2 meninos que se negaram a executar civis

O grupo terrorista auto proclamado estado Islâmico, cortou as mãos de 2 meninos no oeste de Mosul, porque se negaram a matar civis, segundo fonte de notícias Alsumaria.

“Os líderes do estado Islâmico emitiram ordens para treinar um grupo de meninos para lutar em favor do grupo no bairro Nables, no ocidente de Nínive”, disse o portavoz.
“No entanto, os membros do grupo terrorista cortouas mãos dos meninos na frente de seus familiares”, explicou a fonte.
A idade dos meninos era aproximadamente entre 10 a 12 anos.

Com informações BTN
Imagem: Reprodução 

Igreja Luterana vota à favor da união homossexual

Igreja luterana vota a favor de uma linguagem neutra nas cerimônias e aceitam que a união de pessoas do mesmo sexo sejam realizadas pelos pastores.
NORUEGA – Na última segunda-feira, a igreja Luterana votou a favor de uma nova linguagem cerimonial que permite que seus pastores realizem casamentos entre pessoas do mesmo sexo, nivelando-se à várias outras denominações no mundo, informou Reuters.
No ano passado, a conferência anual da igreja mostrou que quase 3/4 dos congregados respaldam o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
A decisão durante a reunião foi tomada e agora devem alterar o texto do casamento para uma linguagem neutra em relação ao sexo, eliminando as palavras “noiva” e “noivo”. A nova liturgia entrará em vigor na próxima quarta-feira.
A Igreja “protestante” francesa passou a abençoar casamento gay, enquanto a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos aprovou uma mudança no texto da sua constituição para também incluir o casamento homossexual.
“Espero que todas as igrejas do mundo possam se inspirar nesta nova liturgia”, disse Gard Sandaker-Nilsen, líder da Igreja Público Open, um movimento dentro da Igreja Luterana que faz campanhas para mudar as regras.
Noruega tornou-se o segundo país do mundo, depois da Dinamarca, a permitir que pessoas do mesmo sexo registrem suas parcerias em 1993, e permitem o casamento do mesmo sexo desde 2009.
Em um estudo recente  mostra significativamente que 73% dos noruegueses eram membros da Igreja Luterana em 2015, de acordo com a agência de estatísticas nacional. O número diminuiu gradualmente nas últimas décadas, de acordo com Charisma News.

Com informações BTN
Imagem: Reprodução

7 coisas que Jesus nunca disse (mas alguns evangélicos acreditam)

Muitas vezes, nós distorcemos as palavras de Jesus para que se ajustem aos nossos próprios pontos de vista teológicos ou preferências pessoais. Mas este é um jogo perigoso, que pode nos conduzir a uma falsa doutrina e pode nos distanciar bastante de Deus. Precisamos nos lembrar exatamente do que Jesus disse, em conformidade com o que está registrado na Bíblia.
O site cristão I’m so blessed today nos dá 7 exemplos de coisas que Jesus NUNCA disse.
1. “Sigam-me e Eu vou lhes trazer fama e fortuna.”
Jesus nunca prometeu fama ou fortuna, mas estas também não são coisas que não podem ser usadas para a Sua glória. Se o seu raciocínio para buscar um relacionamento com Deus é focado em bens materiais, talvez deva avaliar qual deus você está realmente ansiando encontrar.
2. “Tudo irá acontecer de acordo com seus planos.”
Muitos de nós oramos a Deus pensando que tudo o que pedirmos a Ele será respondido no nosso tempo. A realidade é que nem todas as orações serão respondidas, mas que Jesus tem o poder de atender a qualquer oração direcionada a Ele. Ele é GRANDE! Só porque uma oração não é respondida imediatamente não significa que sua oração foi ignorada. Deus ouve tudo, sabe tudo e sabe o que é melhor para cada um de nós. Dê um passo para trás e confie em Deus, em Seu tempo e em Sua vontade.
3. “Eu te abençoarei se você me buscar o suficiente.”
A benção da oração está na própria oração.  A comunicação e o diálogo entre nosso Pai Celestial e nós é mais gratificante do que qualquer outra coisas que possamos pedir. Jesus não é um gênio da lâmpada, e se suas orações parecem mais com meros pedidos do que uma conversa sincera, você pode querer repensar em como o fundamento da sua fé está sendo construído.
4. “Sua vida seguirá sem muitos empecilhos.”
Muitas pessoas pensam que só porque crêem em Jesus significa que tudo será impecável e perfeito. Esse realmente não é o caso. Você pode ter um relacionamento com Jesus, mas isso não significa que a vida vai deixar de seguir em frente, que as circunstâncias difíceis vão deixar de existir, e que tempos tortuosos nunca serão uma possibilidade. Mesmo que Jesus nunca tenha dito que a vida seria fácil, Ele disse que estaria com você em seus momentos de necessidade. A mensagem do Evangelho não é sobre uma vida perfeita, mas que teríamos um Salvador perfeito e sem falhas, em meio a nossa imperfeição.
5. “Eu responderei as orações no seu tempo.”
Embora Deus seja fiel em responder as orações, não podemos criar a expectativa que todas as nossas orações no nosso tempo. Fé é confiar em Deus mesmo quando algumas coisas não fazem o menor sentido, e isso inclui orações onde podemos sentir que não obtivemos uma resposta ou que vieram “fora de tempo”. Fé é confiar no tempo de Deus, não no nosso.
6. “Você está longe demais para ser salva.”
Ninguém viajou longe o bastante para não poder ter um relacionamento com Deus. Não importa para onde a vida lhe levou, você sempre tem a oportunidade de olhar ao seu lado e ver os braços abertos de Jesus. O perdão e amor que Ele oferece não é algo de que você possa fugir, nem demasiadamente sujo para aceita-lo.
7. “Você merece ter coisas boas.”
Jesus nunca disse que você merece uma casa enorme, um bom carro, um grande salário ou um bom emprego. Na verdade, tudo no Evangelho nos leva a simplicidade, em detrimento de uma vida de luxo. Isso não quer dizer que você não está autorizado a ter coisas agradáveis, mas que Jesus não prometeu que essas coisas seriam dadas a você. O plano de Deus para cada um de nós é diferente, e precisamos entender que nem todos terão a mesma quantidade de dinheiro, dirigirão os mesmos tipos de carro ou ainda viverão em grandes e luxuosas mansões.

Fonte: Hello Christian

Traduzido por Bruno Bonete

A PRIMEIRA BÍBLIA DE GUTENBERG JÁ ESTÁ DISPONÍVEL PARA LER VISTA ONLINE


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O patrimônio universal, produzida na primeira prensa de tipos móveis, a Bíblia de Gutenberg, conservada na Biblioteca Nacional da França Gallica (BnF), pode ser consultada online.

“Os 2 exemplares conservados na BnF já podem ser consultados, e contém acréscimo de um sumário, para tornar a leitura do texto bíblico mais fácil além de satisfazer as necessidades dos investigadores e curiosos”, publicou BnF nesta segunda-feira.


Digitalizados em alta definição, os exemplares de Bíblia de Gutenberg (existem somente 50 delas no mundo), foram impressos na primeira prensa de tipos móveis de Gutenberg, em Maguncia, há 1.455 anos.

O primeiro (contém 4 volumes), é um dos mais raros e prestigiados exemplares impressos em pergaminho, magnificamente ilustrado na época em que foi produzido.

O segundo (contém 2 volumes), foi impresso em papel, com aspecto mais modesto (faltavam as primeira paginas). Contém uma nota manuscrita, fechada em 1456, que testifica a data em que terminou de imprimir a primeira bíblia, uma das poucas informações cronológicas, considerando o trabalho de Gutenberg certo.

Cada página, é ricamente e delicadamente ilustrada, contém 2 colunas de 40 linhas no início e depois, passam a ser de 42 linhas.

A tipografia reproduz as letras góticas dos copistas de Maguncia do século XV. Se trata da versão da Bíblia mais comum da época, a edição de Vulgata, traduzida ao latim por Jerônimo e estruturada pela Universidade de Paris no século XII.

Veja a bíblia AQUI


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Consciência Cristã

O Ministério Pastoral e a Tarefa Apologética

image from google


Pastorear não é uma tarefa simples. Estar num contexto em que várias pessoas estão inseridas com suas experiências de vida, variedade de formação educacional, intelectual, acadêmica é algo no mínimo complexo.


O trabalho do pastor, de fato, deve contemplar a exposição da Bíblia, ensino sólido da teologia, aconselhamento, instrução individual, disciplina eclesiástica e visitação aos membros da igreja. No entanto, o pastor além de ter que obrigatoriamente ser versado em teologia deve ler o mundo com as lentes do Sagrado Evangelho. Diante de tantas ideologias, que de forma subversiva seduz cristãos moldando sua cosmovisão a algo completamente oposto ao Evangelho de Cristo.

Mesmo em meio a muito trabalho e muitas leituras teológicas o pastor deve conhecer o que acontece em sua volta. Tendo conhecimento sólido da tradição cristã histórica, da cosmovisão reformada, da filosofia, da política e seus desdobramentos básicos como cultura, alta cultura, literatura, economia, arte, acontecimentos atuais.

Um pastor não pode estar alienado do mundo, pois vive e ensina pessoas que estão neste mundo. Um pastor emprega esforços grandiosos para preparar discípulos de Jesus que o estarão representando na economia, no direito, no jornalismo, na arte, na medicina...

Obviamente não é necessário um pastor ter todas essas formações para poder instruir suas ovelhas, mas, deve ser um homem capaz de guiá-las a pensar biblicamente em todos os contextos.

Um pastor deve ter uma vida de leitura considerável. Deve ser um homem de oração, da Bíblia e dos livros. A piedade cristã na vida do ministro envolve seu ser por completo, amando ao seu Senhor de toda mente e coração. Isso mostra a grande responsabilidade intelectual que tem um ministro. Como dizia o falecido e quase esquecido filósofo brasileiro Mário Ferreira dos Santos, "não se pode fazer sacerdotes como se fazem salsichas". A preparação intelectual de um pastor deve ser intensa e incessante. Sua vida intelectual é parte de sua vida espiritual, de seu culto, de sua piedade.

Essa intelectualidade e estudo deve ser regada pela humildade cristã, o saber ouvir com paciência qualquer pessoa. O saber responder com mansidão e temor a todos que pedirem a razão da nossa esperança.

O pastor conhece bem os nutrientes do alimento que dá as suas ovelhas. O pastor emprega seu labor por amor a Deus, ao Evangelho e ao rebanho. Um pastor deve ser um evangelista, um apologista, que apresenta o Evangelho aos que não creram e aos que se opõe a fé.

Um pastor deve ser um homem preparado, não preguiçoso, não pode ser mole, covarde, pretensioso. Não pode olhar para o rebanho simplesmente como seu meio de vida. Um pastor devota-se e consagra-se ao serviço pastoral com compromisso e dedicação constante. Pastorear envolve: Chamado, amor, serviço, fé, preparação, força espiritual e intelectual, graça e paixão. Um pastor é um pregador que fala com a boca e com a vida.

Um dos grandes desafios para um pastor em nosso tempo é a abolição dos valores. Em filosofia o estudo e a investigação dos valores é chamado de axiologia. Em tempos líquidos a solidez do que era anteriormente parte constituinte de um viver correto toma proporções diversificadas, a relativização do que é valoroso, a aversão a qualquer autoridade, a prática e busca imediatista, pragmática, de fato, são desafios grandiosos.

Nosso tempo está chagado pelo secularismo, pelo hedonismo, pelo ideologismo, pela guerra de classes e propósitos ressurgentes disfarçadamente implantados como o comunismo em roupas novas. Temos uma guerra cultural, ideológica. E como pastores devem encarar isso?

Primeiro. Conhecer bem a doutrina. Sem nossos pressupostos doutrinários não poderemos, nem conseguiremos ler corretamente nosso tempo.

Segundo. As Escrituras não devem ser lidas pelas lentes da sociologia, antropologia, ciência secular. A Escritura é a lente pela qual devemos ler todas as ciências. Se essa ordem é alterada o pressuposto também é alterado.

Terceiro. Conhecer o mundo. No sentido de estar ciente do nosso momento histórico. Para responder com mansidão e temor a todos os que pedirem a razão da nossa esperança (1 Pedro 3.15). Temos respostas, muitas respostas. Mas, sem a investigação e a preocupação em sermos inteligíveis perdemos e muito.

Quarto. A epístola de Judas versículo 3 nos ensina a batalharmos pela fé. Isso tem para nós uma importância vital. A fé cristã não se restringe ao âmbito particular como ensina as modernas teorias de Estado laico. A fé cristã é persuasiva, confrontadora. Os valores espirituais, morais, intelectuais, artísticos, são motivos para lutarmos pela nossa fé. A privatização da fé leva a morte do conceito de comunidade. Ninguém foi salvo por Jesus para viver sua vida isolado e desolado. Somos instados a congregarmos. Isso fala de edificação mútua pelos dons dados a igreja, isso fala de cuidado mútuo, fala de zelo mútuo, fala de fé compartilhada.

Quinto. Num mundo líquido e tenso, o pastor leva seu rebanho a pastos verdes e águas tranquilas, solidificando e aplicando o evangelho de Cristo. O pastor leva as ovelhas a verdadeira comida e a verdadeira bebida. O verdadeiro pastor não quer que seu rebanho beba lama em lugar de água, nem coma palha em lugar de pasto verde.

Os desafios são muitos, a graça que nos salvou também nos sustenta para obra do Evangelho.

A pós-modernidade traz liquidez a cultura. Isso então promove uma série de mutações culturais. No âmbito ocidental a mudança de paradigma, onde antes tínhamos a cultura cristã, hoje temos relativismo, pragmatismo, hedonismo e ideologismo.

Os desafios que estão frente a Igreja são muitos. Esses desafios ultrapassam, de fato, muito do limite que antes era respeitado tanto pelo homem civil, político e jurídico. Isso interrompe o avanço de uma cultura que tem por fundamento pressupostos cristãos, ainda que não professe o cristianismo ortodoxo e muito menos sua prática.

Na verdade, como dizia Schaeffer, vivemos numa era pós-cristã. Nosso contexto, de fato, é estranhamente niilista. A falta de sentido, a falta de propósito para vida humana na atualidade, é fruto de esforços de pensadores e filósofos que tentaram achar o sentido na falta de sentido. Que tentaram achar a verdade na subtração da verdade e mais, na morte da verdade. A defesa do irracionalismo e o salto da fé, conforme dizia Kierkegaard, é presente em nossos arraiais. A falta de discernimento filosófico (que só se obtém, de fato, em submissão a revelação de Deus) ou desconstrutivismo dos valores são problemas pós-modernos que muitos ministros não tem atentado.

Interessante dizer que muito da prática do nosso mundo no que se refere ao comportamento libertino, profano e irreligioso é fruto de militância filosófica e que ignoramos como algo insignificante, não requerendo resposta apologética. Isso é um grande erro. Se como pastores não lermos corretamente a cultura com as lentes do Evangelho, seremos indolentes em dar resposta ao nosso tempo (1Pe 3.15,16).

De fato, o pastorear, principalmente numa zona urbana, requer fazer o que dizia Stott "ouça o Espírito, ouça o mundo". Nossa visão discernidora virá, de fato, por uma mente forjada na teologia, mas, amadurecida no pastoreio, que requer de nós questões que estão além de práticas terapêuticas, se requer do ministro que ele seja fiel. Essa fidelidade está, de fato, em sua santidade de vida. Esta santidade não está limitada a moral do ministro, mas, ao fato de que o pastor é portador dos oráculos divinos dados por sua Palavra.

A tarefa apologética do ministério pastoral estende-se a uma apologética cultural. O mundo muda, mas, enquanto não for ele restaurado o pecado transitará de várias formas, inclusive nas falsas filosofias. Paulo nos diz algo interessante:

"...derrubando raciocínios e todo baluarte que se ergue contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo..." (2 Co 10.5).

Um texto poderoso e demolidor. A tarefa apologética no ministério compreende respostas a questões culturais, visto que toda manifestação cultural carrega uma carga religiosa.

O ministério do pastor como apologeta é de grande importância cultural, espiritual e pactual. A apologética pactual é aquela que parte de uma cosmovisão aliancista e esta se estende por toda a vida humana. Por isso o pastor como teólogo é algo simplesmente fundamental para a igreja. Todo pastor deve ser um teólogo.

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Autor: Rev. Thomas Magnum
Divulgação: Bereianos

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Escatologia das Testemunhas de Jeová - Uma Ilustração do Autoritarismo das Seitas

image from google


O objetivo deste artigo é apresentar a escatologia das Testemunhas de Jeová a fim de ilustrar o papel central que a doutrina dos últimos dias tem para as seitas como forma de justificar a liderança autoritária da Torre de Vigia. As seitas costumam ter uma escatologia própria como uma tentativa de explicar a descontinuidade histórica que há entre elas e o Cristianismo primitivo. Para isso, as igrejas pseudocristãs colocam a si mesmas como um grupo religioso, cujo surgimento e história foram profetizados nas Escrituras. 

Os adventistas, por exemplo, afirmam que a Bíblia profetizou o surgimento de um movimento que anunciaria uma data errada para a Volta de Jesus gerando um grande desapontamento, pregaria a guarda do sábado, anunciaria o Juízo investigativo, teria uma profetisa e que surgiria no final do século XIX e assim identificam a si mesmos como a única igreja verdadeira, a “igreja da profecia”. Veremos que o mesmo se dá em relação aos russelitas, além de evidenciar outras funções que a escatologia cumpre dentro da seita, especialmente em relação à justificação do autoritarismo do Corpo Governante.

1914 – O INÍCIO DOS ÚLTIMOS DIAS

Para as Testemunhas de Jeová os últimos dias começaram em outubro de 1914. Nesse ano, algumas coisas aconteceram [1]:

  1. Jesus foi empossado Rei no Céu: Jesus começou a reinar no céu como Rei do Reino de Jeová.
  2. Satanás foi expulso do Céu: Quando começou a reinar, Jesus expulsou Satanás do céu para a terra.
  3. Os sinais da vinda de Cristo começam a se manifestar na Terra: A vinda de Jesus é sua presença invisível como rei celestial, como Satanás e os demônios foram lançados a Terra, as coisas no mundo começaram a ficar ruins, fazendo surgir guerras, fomes, terremotos e doenças.
  4. Iniciou-se a ressurreição espiritual dos ungidos: Jesus passou a ressuscitar (na verdade “recriar em espírito”), os salvos que vão morar no céu (cujo número exato é de 144.000 pessoas). Assim, os fiéis apóstolos foram recriados invisivelmente em espírito e levados para o céu, e a partir de então, todo cristão ungido, ao morrer, é recriado em espírito e levado para o Céu, passando a governar com Jesus, como poderosa criatura espiritual.

A PURIFICAÇÃO DOS CRISTÃOS UNGIDOS

De acordo com a organização, a partir do ano 100 d.C., começou o cativeiro babilônico, um longo período em que o povo de Deus estaria em inatividade espiritual [2]. Depois que se tornou Rei em 1914, Jesus veio a Terra para fazer uma inspeção, a fim de começar a separar o trigo do joio, visto que os poucos cristãos verdadeiros estavam ocultos desde 100 d.C., quando Satanás teria começado a semear os “cristãos nominais”.[3]  

Mas antes que Jesus viesse para fazer a inspeção, Jeová levantou o mensageiro que prepararia o caminho do Senhor: Charles Taze Russel e seus associados, estudantes da Bíblia que começaram a obra de restauração da verdade na Terra, os fundadores da religião das Testemunhas de Jeová. Assim, quando Jesus veio invisivelmente fazer sua inspeção, ele encontrou um grupo de estudantes da Bíblia que já pregavam a verdade há 30 anos.[4]

No entanto, esse grupo ainda era cheio de imperfeições e precisava ser purificado, assim de Dezembro de 1914 a Junho de 1918, cumpriram-se os três tempos e meios ou 1260 dias, durante os quais os cristãos passariam por um processo de purificação por meio de perseguições sofridas pelos salvos que vão morar no céu.[5] Terminada a purificação, em 1919, Jesus designou esses salvos para serem “o escravo fiel e discreto”, o qual deveria ser “o canal de comunicação” entre Jesus e os cristãos. Este grupo é formado pelos cristãos ungidos que fazem parte dos 144.000, seu dever é fornecer “alimento espiritual”, por meio das revistas a Sentinela e Despertai. Hoje, o “escravo fiel” é a liderança da religião – O Corpo Governante das Testemunhas de Jeová com sede em Brooklin, NY.[6]

Além dos salvos que vão morar no céu, existem os Testemunhas de Jeová comuns. Eles não têm um número definido, além disso, não têm os mesmos privilégios dos 144.000. Diferente dos que compõem o Corpo Governante, os Testemunhas de Jeová comuns, não são regenerados, nem adotados como filhos de Deus, não reinarão com Cristo e não podem participar da Santa Ceia. Jesus fez uma Nova Aliança apenas com os cristãos ungidos e por isso, Cristo é mediador somente entre Jeová e os 144.000. No entanto, os Testemunhas de Jeová comuns, por ajudarem os cristãos ungidos na obra da pregação, vão viver para sempre na Terra sob o governo dos 144.000.

O grupo dos “comuns” emergiu e se multiplicou ao sair vitorioso ao fim da Segunda Guerra Mundial, ocorrida no período profético das 2300 tardes e manhãs, que vai de 1 ou 15 de junho de 1938 a 8 ou 22 de outubro de 1944.[7] Enquanto os salvos que vão morar no céu são chamados “o escravo fiel e discreto”, os Testemunhas de Jeová comuns formam o grupo dos “domésticos”. Hoje existem cerca de 8 milhões de domésticos no mundo.[8] Um doméstico deve ser fiel aos ensinos do escravo fiel, mesmo quando eles são contrários à Bíblia [9]. Eles poderão viver para sempre no paraíso na Terra por terem auxiliado os 144.000 e por isso, são representados, por Jesus, como ovelhas à direita que deram de comer, beber e vestir aos “pequeninos de Jesus” (os cristãos ungidos).[10]

O ARMAGEDOM

De acordo com a seita, a última geração que não passará sem que aconteça o Armagedom, é formada por dois grupos: (i) os cristãos que foram ungidos em 1914, ou antes disso e (ii) os cristãos ungidos que foram contemporâneos aos do primeiro grupo. Alguns desse segundo grupo estarão vivos na Grande Tribulação. Esses cristãos já estão envelhecendo [11]  assim, o Armagedom deve acontecer por volta de 2034 [12].

Antes que comece a Grande Tribulação, haverá um tempo de “paz e segurança” pronunciado pelas nações e pelas religiões falsas. Em seguida, a Organização das Nações Unidas atacará as organizações religiosas do mundo, destruindo a cristandade e demais religiões falsas. A única religião que sobreviverá aos ataques da ONU será as Testemunhas de Jeová. Em seguida, provavelmente ocorrerão manifestações sobrenaturais no céu, então quando os perversos estiverem a ponto de iniciar um ataque contra as Testemunhas de Jeová, os cristãos ungidos que ainda estiverem na Terra serão arrebatados para o Céu. Em seguida, Jesus virá junto com os 144.000 e com seus anjos e aniquilará os maus da existência. Os que rejeitaram a Jeová no passado foram aniquilados assim que morreram (a morte natural é aniquilação da existência, segundo a escatologia das Testemunhas de Jeová), já os ímpios vivos no Armagedom serão eliminados da existência por Jesus. Ninguém sofrerá num inferno, mas somente as Testemunhas de Jeová sobreviverão ao extermínio. A sobrevivência ao extermínio que ocorrerá no Armagedom dependerá da obediência à Organização Torre de Vigia. [13]

O PARAÍSO RESTAURADO
     
As Testemunhas de Jeová sobreviventes ao Armagedom darão início à restauração da Terra. Elas terão a tarefa de transformar gradualmente toda a Terra em um paraíso. [14] Jesus e os 144.000 governarão, a partir do Céu, os súditos domésticos na Terra. O governo de Jeová promoverá diversos programas sociais para os habitantes da Terra, incluindo programas de saúde, moradia, alimento, educação e emprego. [15]

Ainda será possível perder a salvação durante os primeiros mil anos no paraíso. Quem for infiel a Jeová no paraíso será eliminado da existência. Jeová ressuscitará pessoas que nunca tiveram a oportunidade de ouvir o evangelho e elas terão de cumprir as exigências que Jeová der a elas. Os que não estiverem dispostos a se ajustar às exigências de Jeová serão exterminados. Depois de 1.000 anos de paraíso, as pessoas ainda terão que passar por um teste final – uma tentação do Diabo. Somente aqueles que resistirem aos enganos de Satanás poderão continuar vivendo para sempre no paraíso na Terra, os demais serão eliminados da existência para sempre. [15]

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A escatologia das Testemunhas de Jeová ilustra bem as características de uma seita. Entre elas podemos citar:
  1. Autoritarismo: As Testemunhas de Jeová comuns estão debaixo da autoridade de um Corpo Governante privilegiado, ao qual são obrigadas a auxiliar caso queiram sobreviver ao extermínio do Armagedom.
  2. Exclusivismo: Somente sendo fiel à Organização Torre de Vigia será possível ser salvo. Elas são a única religião verdadeira. Jeová usará a Organização das Nações Unidas para eliminar todas as religiões, menos a Torre de Vigia.
  3. Legalismo: A condição para sobreviver ao Armagedom e até mesmo para não ser exterminado no paraíso, é ser obediente aos requisitos e exigências de Jeová. As Testemunhas de Jeová devem ser fiéis aos mandamentos da liderança, pois ela é o canal de comunicação que Jesus designou. [17]

A escatologia das seitas também é o meio que elas usam para explicar como um grupo que surgiu no século XIX pode ser a única religião verdadeira, mesmo estando em total descontinuidade com o Cristianismo primitivo. As Testemunhas de Jeová ensinam que o povo de Deus permaneceu oculto por 1819 anos (de 100 d.C. a 1919 d.C.) até que Jeová ressuscitasse do “vale de ossos secos”, a única religião verdadeira, colocando o “trigo” em evidência ao separá-lo do “joio” (Cristandade). Ainda, a Sociedade Torre de Vigia mantém a fidelidade de seus “domésticos” à organização, por meio do medo de que Jeová as extermine no Armagedom se não obedecerem ao escravo fiel e discreto:


“Elas acreditam que Jesus pagou pelo pecado de Adão, no jardim, mas cabe a elas trabalhar para a “perfeição”, seguindo as regras da organização Torre de Vigia. Embora as Testemunhas de Jeová sorriam quando apresentam a sua mensagem porta-a-porta, elas não têm a verdadeira paz e alegria no fundo de seus corações. Elas não têm certeza da salvação, porque a sua religião ensina que devem cumprir todos os regulamentos da organização Torre de Vigia, a fim ser achadas dignas o suficiente para sobreviver ao Armagedom (futura batalha de Deus para acabar com o governo dos ímpios). Em seu esforço para ter a aprovação de Deus, a organização domina-os através do medo e da culpa, concentrando-se na sua incapacidade de cumprir o que lhes é exigido. Isso deixa as Testemunhas de Jeová espiritualmente vazias, lutando arduamente pela aprovação de Deus, sem nenhuma garantia de onde elas vão acabar após a morte. É verdade que enquanto elas parecem felizes por fora, por dentro estão morrendo, ansiando a paz e alegria que só Cristo pode fornecer.” [18]

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Fontes:
[1] Testemunhas de Jeová (2016). Você pode entender a Bíblia. Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados Cesário Lange, São Paulo, Brasil, pp. 219, 91, 94-97, 80.
[2] A Sentinela (Edição de Estudos) de Março de 2016. Perguntas dos Leitores. Disponível em: https://www.jw.org/pt/publicacoes/revistas/a-sentinela-estudo-marco-2016/perguntas-dos-leitores/#?insight[search_id]=3724a4f7-46c1-457f-bd27-fd2d30407db9&insight[search_result_index]=1
[3] Testemunhas de Jeová (2014). O Reino de Deus já Governa. Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados Cesário Lange, São Paulo, Brasil, pp. 10, 100.
[4] A Sentinela (Edição de Estudos) de Julho de 2013: “Eis que estou convosco todos os dias”. Disponível em: https://www.jw.org/pt/publicacoes/revistas/w20130715/jesus-parabola-trigo-e-joio/#?insight[search_id]=f7fb3014-b94f-475e-aad4-7655113de756&insight[search_result_index]=1
[5] Testemunhas de Jeová (2004). Preste Atenção à PROFECIA DE DANIEL! – Edição de tipo grande. . Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados Cesário Lange, São Paulo, Brasil, pp. 183 -187, 389.
[6] A Sentinela (Edição de Estudo) de Julho de 2013: “Quem é realmente o Escravo Fiel e Discreto?”. Disponível em:https://www.jw.org/pt/publicacoes/revistas/w20130715/quem-e-o-escravo-fiel-e-discreto/#?insight[search_id]=150b039c-2df8-4126-927d-112aa0570807&insight[search_result_index]=0
[7] Testemunhas de Jeová (2004). Preste Atenção à PROFECIA DE DANIEL! – Edição de tipo grande. . Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados Cesário Lange, São Paulo, Brasil, pp. 227 -231, 389.
[8] Quantas Testemunhas de Jeová existem no mundo? Disponível em: https://www.jw.org/pt/testemunhas-de-jeova/perguntas-frequentes/quantos-membros-tj/#?insight[search_id]=e520e77a-3eca-49ad-b0cc-ea4f9f25dad8&insight[search_result_index]=7
[9] http://www.4jehovah.org/pt-pt/como-testemunhar-eficazmente-as-testemunhas-de-jeova/
[10] Testemunhas de Jeová (2006). O Maior Homem que Já Viveu. Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados Cesário Lange, São Paulo, Brasil, seção 111.
[11] A Sentinela (Edição Fácil de Ler) de Janeiro de 2014. Disponível em: 
https://www.jw.org/pt/publicacoes/revistas/ws20140115/venha-o-teu-reino/#?insight[search_id]=70294262-00b2-4115-80cc-ed7c4d0e09f8&insight[search_result_index]=3
[12] http://www.quotes-watchtower.co.uk/2034.html
[13] Testemunhas de Jeová (2014). O Reino de Deus já Governa. Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados Cesário Lange, São Paulo, Brasil, pp. 222 – 230.
[14] Testemunhas de Jeová (1985). A Vida – Qual a sua origem? A Evolução ou a Criação. Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados Cesário Lange, São Paulo, Brasil, pp. 235 – 238.
[15] Testemunhas de Jeová (2014). O Reino de Deus já Governa. Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados Cesário Lange, São Paulo, Brasil, p. 27.
[16] O que a Bíblia Realmente Ensina. Apêndice: Dia do Julgamento: O que é? – Disponível em: https://www.jw.org/pt/publicacoes/livros/biblia-ensina/o-que-e-dia-do-julgamento-reinado-de-mil-anos/
[17] Ferreira, F. & Myatt (2007). Teologia Sistemática - VIDA NOVA, p. 917.
[18] http://www.4jehovah.org/pt-pt/como-testemunhar-eficazmente-as-testemunhas-de-jeova/

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Autor: Bruno dos Santos Queiroz
Divulgação: Bereianos
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