sábado, 14 de janeiro de 2017

Em meio à crise, pais entregam filhos para adoção na Venezuela

O salário mínimo na Venezuela é de 27.092 bolívares, o equivalente a R$ 130, em uma nação com uma inflação galopante que em 2015 fechou em 180,9%, com uma severa escassez de produtos básicos de todos os tipos, especialmente alimentos.
No lixão vasculhado por Brayan, as pessoas encontram presunto, queijo, ossos e pele de frango e, muitas vezes, a comida ainda conserva o calor do preparo, por isso muitos criticam que estes locais preferem jogar fora a comida do que dá-la a eles.
Enquanto isso, Jesús, de 15 anos e que vive em uma cidade nos arredores da capital venezuelana, vai a uma avenida no leste da cidade em busca de comida para levar para a mãe e o irmão, de poucos meses de idade. Este menino está na mesma situação que os primos de 8, 9 e 17 anos, que também seguem para a avenida em busca de comida.
Enquanto reviram os resíduos, eles separam papelões para uma posterior venda a um caminhão que passa todos os dias na mesma hora por essa via coletando o material e em troca de 22 bolívares o quilo (R$ 0,01).
No entanto, os jovens não tiveram esta renda nas últimas semanas devido à escassez de dinheiro físico que afeta o país desde meados de novembro.
As batalhas destes garotos não foram, até agora, por comida, mas com a polícia. O adolescente disse que já foram detidos por funcionários da polícia militar venezuelana que levaram todo o dinheiro conseguido com a venda do papelão.
O mesmo foi dito por Carlos González, um homem de 27 anos que se dedica à coleta e venda de papel, papelão e plástico do lixo como forma de vida.
González disse que a “nacional” (polícia federal) muitas vezes “confisca” o material ou o dinheiro. Ele vive nos arredores de Caracas e afirma que ao longo da semana prefere dormir debaixo de uma ponte para “cuidar” do “material de trabalho” que coleta com alguns companheiros todos os dias, o que o permite levar alimentos para a esposa e a filha de 6 anos.
Com informações Notícias UOL
Imagem: reprodução

11 DE JANEIRO: 71 ANOS DE JOHN PIPER


John Stephen Piper (Tennessee, 11 de janeiro de 1946) é um pregador e autor batista calvinista que serviu como pastor da Igreja Batista Bethlehem, em Minneapolis, Minnesota, por 33 anos. Casou-se com Noël Henry, em 1968, e juntos têm quatro filhos, uma filha, e doze netos.


Filho de evangelista itinerante e plantador de igreja. Quando ele e sua irmã ainda eram jovens, os Pipers mudaram-se para Greenville, Carolina do Sul, onde passou o restante de sua juventude e graduou-se na Wade Hampton High School.

Piper frequentou o Wheaton College (1964-68), graduando-se em literatura e especializando-se em filosofia. O estudo da literatura romântica com Clyde Kilby estimulou seu lado poético, e hoje ele compõe regularmente poesia para comemorar ocasiões especiais da família, bem como anualmente compõe história-poemas (baseadas na vida de personagens bíblicos) para sua congregação durante as quatro semanas do Advento.


Na faculdade ele se inscreveu originalmente no programa de pré-médico, somente decidindo seguir o ministério, durante um surto de doença. Também completou um grau de Bacharel em Divindade do Seminário Teológico Fuller, em Pasadena, Califórnia. Enquanto estava no Fuller, fez vários cursos com Daniel Fuller e através dele descobriu os escritos de Jonathan Edwards. Juntamente com CS Lewis, Edwards e Fuller são todos influências notáveis ​​na vida e ministério de Piper.

Piper fez o seu trabalho de doutorado em Estudos do Novo Testamento, na Universidade de Munique, Alemanha (1971-1974), sob Leonhard Goppelt. Sua dissertação, Amai vossos inimigos, foi publicada pela Cambridge University Press e pela Baker Book House. Após a conclusão de seu doutorado, ensinou Estudos Bíblicos na Universidade e Seminário Bethel, em Saint Paul, Minnesota, durante seis anos (1974-1980).

Livros publicados:

  • (2005) Penetrado Pela Palavra (Editora Fiel) 
  • (2006) Deus é o Evangelho (Editora Fiel) 
  • (2009) Plena Satisfação em Deus (Editora Fiel) 
  • (2010) Firmes (Editora Fiel) 
  • (2010) Pense (Editora Fiel) 
  • (2011) Evangelização e Missões (Editora Fiel) 
  • (2011) Finalmente Vivos (Editora Fiel) 
  • (2013) Cinco Pontos (Editora Fiel) 
  • (2014) Deus deseja que todos sejam salvos? (Editora Fiel) 
  • (2014) Lutando contra a Incredulidade (Editora Fiel) 
  • "Amai os vossos inimigos: O amor de Jesus Comando nos Evangelhos Sinópticos e cristã primitiva Paraenesis" (Cambridge University Press, 1980; Baker, 1991).
  • "A justificação de Deus: Uma exegéticos e teológicos Estudo de Romanos 9:1-23" (Baker, 1983, 2 ª edição, 1993).
  • "Desejosos de Deus: Meditações de um hedonista cristão" (Multnomah, 1986, 2 ª edição, 1996, 3a edição, 2003).
  • "A Supremacia de Deus na Pregação" (Baker, 1990, 2 ª edição, 2003).
  • "Os prazeres de Deus" (Multnomah, 1991; edição aumentada, 2000).
  • "Recuperando Masculinidade e Feminilidade Bíblica" (Co-editor) (Crossway, 1991). Copiar Online.
  • "Que as nações ser feliz! A supremacia de Deus em Missões" (Baker, 1993, 2 ª Edição, 2003).
  • "graça futura, ou, o poder de purificar Viver pela fé no futuro Grace" (Multnomah, 1995).
  • "A Fome por Deus: Desejando Deus através do jejum e oração" (Editora Cultura Cristã, 2013).
  • "A Life Godward: Saborear a supremacia de Deus em Tudo na Vida" (Multnomah, 1997).
  • "Paixão de Deus para a Sua Glória: Living the Vision of Jonathan Edwards" (Editora, 1998).
  • "O estalajadeiro" (Editora, 1998).
  • "A Life Godward, Livro Dois: Saborear a supremacia de Deus em Tudo na Vida" (Multnomah, 1999).
  • "Vendo e saboreando Jesus Cristo" (Editora, 2001, 2 ª edição, 2004).
  • "a perigosa missão de prazer" (Multnomah, 2001).
  • "A Miséria do Trabalho e da misericórdia de Deus" (Editora, 2002).
  • "irmãos, não somos profissionais: um apelo aos Pastores de Ministério radical" (Broadman & Holman Publishers, 2002).
  • "Considerados justos em Cristo: Será que devemos abandonar a imputação da justiça de Cristo?" (Editora, 2002). Vários capítulos * estão disponíveis online gratuitamente.
  • "Além dos limites" (co-editor) (Crossway, 2003).
  • "Não desperdice sua vida" (Editora, 2003).
  • "Trespassado pela Palavra" (Multnomah, 2003).
  • "A irmã do filho pródigo" (Editora, 2003).
  • "A Paixão de Jesus Cristo (Editora, 2004). Também lançado com o título "50 razões por que Jesus veio para morrer"
  • "Quando não desejo de Deus: How to Fight for Joy" (Editora, 2004).
  • "A vida como um vapor" (Multnomah, 2004).
  • "Taste and See" (Multnomah, 2005).
  • "Deus é o Evangelho: meditações sobre o amor de Deus como dom de si" (Editora, 2005).
  • "Sexo e a Supremacia de Cristo" (2005).
  • "O que Jesus exige do Mundo" (2006).
  • "Sofrimento e Soberania de Deus" (2006).
  • "Deus é o Evangelho" (2006)
  • "Quando a escuridão não levantará: fazendo o que podemos enquanto esperamos por Deus e Alegria" (2007)
  • "Batalha Incredulidade: Derrotar Sin com Superior Pleasure" (Multnomah, 2007)
  • "O Futuro da Justificação: A Response to NT Wright" (Crossway 2007)
  • "A Supremacia de Cristo em um mundo pós-moderno" (co-editor w / Justin Taylor, Crossway, 2007)
  • "Pecados espetacular: global e seus efeitos na glória de Cristo" (2008)
  • "Finalmente vivo" (Christian Focus, 2009)

    ***
    Com informações wikipédia

PASTOR REUEL BERNADINO (PRESIDENTE DO GIDEÕES) É DESMASCARADO NO PÚLPITO #ASSISTA



O pastor Reuel Bernadino, atual presidente do Congresso Gideões Missionários da Última Hora, e  filho do pastor Cesino Bernadino, passou por um vexame enquanto ministrava oferta em sua igreja.

Reuel criou um desafio de R$1.000 (Um Mil Reais) consagrados ao Senhor.
No vídeo, ele conta que algumas pessoas já sentiram de Deus a vontade de ofertar este valor e participar da campanha.


Ele contou que um católico ligou pra ele querendo ofertar, e depois outras pessoas começaram a ligar e a confirmar que doariam os mil reais.


De repente, um pastor se levanta e grita; Homem!
Até quando tu mentirás?
Homem! Até quando tu enganarás?
A tua capa vai cair. A tua capa vai cair. Chega de engano, chega de mentira.

O vídeo começou a circular pelas redes sociais e muita gente já especula que o episódio terá um grande reflexo sobre o Congresso Gideões da Última Hora.⁠⁠⁠⁠

Assista:



***
Púlpito Cristão

19 FATORES QUE MOTIVAM O USO DE PORNOGRAFIA (2)




Por Brad Hambrick

Primeira parte aqui

11 - Fracasso (O Pecado como Meu Sucesso)
Quando o fracasso é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna nosso sucesso. No mundo da fantasia do pecado sexual (pornografia, mídia romântica ou adultério), você sempre ganha. Você fica com a garota. Você é a donzela resgatada. Nenhuma parte da vida real pode competir com a taxa de sucesso rápido do pecado. O pecado vem primeiro e o custo depois. O custo do sucesso verdadeiro vem primeiro. Em casamentos saudáveis, sacrifício é uma parte primária da alegria. Ao entregar-se ao pecado sexual como uma forma de sucesso, ele o levará a desejar o tipo de sucesso que destrói uma família. Mesmo se o relacionamento de adultério se torne estável, ele se tornará “real” o bastante para não mais jogar pelas suas regras preferidas de sucesso.


Leia Mateus 21.28-32. Por que o segundo filho disse “eu vou” e não cumpriu a tarefa (v. 30)? Um motivo potencial é o medo do fracasso. Sem dúvida, ele teria visto o pai insatisfeito com ele e se sentiria mais próximo de alguém que somente quer que ele faça o que tem vontade (i.e., pornografia, mídia romântica ou parceiro de adultério). Usar o pecado sexual como sucesso barato resulta em ferir relacionamentos reais, mentira, ficar na defensiva por ser “julgado” e retroceder a relacionamentos doentios ou fictícios. Em vez de avaliar os outros por como eles nos fazem se sentir, arrependa-se de seu medo do fracasso.

12 - Sucesso (O Pecado como Minha Recompensa)
Quando o sucesso é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna a nossa recompensa. O seu pecado sexual se tornou o que você faz quando precisa descansar ou o que você “merece” depois de completar algo difícil? O seu pecado sexual tornou-se a cenoura que você balança na sua frente para manter a motivação? Quando o pecado se torna a nossa recompensa, nos sentimos enganados pelo arrependimento. Deus e todo mundo que fala em Seu nome tornam-se estraga-prazeres.

Leia Hebreus 11.23-28. Moisés estava diante de uma escolha entre que recompensa ele considerava mais satisfatória: o tesouro do Egito ou o privilégio de ser servo de Deus (v. 26). O pecado sexual nos dá uma escolha semelhante: um tesouro fácil ou um serviço humilde. A não ser que Cristo seja seu herói, e Deus o seu Pai admirável, então a escolha parece facilmente ser andar na direção da destruição.

13 - Direito (O Pecado como o que Mereço)
Quando o direito é nosso motivo para o pecado sexual, o pecado se torna o que merecemos. Quando você está diante do seu pecado sexual, você pensa ou diz “Como eu vou conseguir o que preciso… mereço… conquistei?”. Você consegue ver como o pecado sexual tornou-se sua medida para o que é um “bom dia” ou se alguém está contra ou a favor de você? Você está disposto a permitir que apenas Cristo, que morreu pelo pecado de onde você está tentando obter vida, seja a medida do que é “bom” em sua vida?

Leia Jeremias 6.15 e 8.12. O povo de Deus tinha perdido a habilidade de envergonhar-se do pecado. Por quê? Uma explicação possível (que pode explicar nossa incapacidade de envergonhar mesmo se não se aplica a eles) é que eles criam que mereciam seu pecado. Quando isso acontece, acreditamos que sabemos mais que Deus. Nós creditamos que as situações únicas da nossa vida são mais importantes que as verdades eternas da ordem criada de Deus. Nossa confiança para discutir nos furta a humildade necessária para se envergonhar.

14 - Desejo de Agradar (O Pecado como Minha Auto-Afirmação)
Quando o desejo de agradar é nosso motivo para o pecado sexual, então o pecado se torna nossa auto-afirmação. É fácil agradar um ator pornô ou um parceiro de adultério. Eles têm interesse em serem agradados. Toda o relacionamento é baseado em comércio (“o cliente tem sempre a razão”) ou conveniência (“se eu não estou agradando você, você tem outro lugar para ir”) em vez de comprometimento (“eu escolho você incondicional e fielmente nos tempos bons e ruins”). Muito frequentemente, o pecado torna-se um lugar de fuga quando você não está querendo fazer alguém feliz.

Leia Efésios 4.25-32. Note que o tipo de interação relacional descrita nesses versos é incompatível com um desejo exagerado de agradar os outros. Não podemos viver a vida para a qual Deus nos chamou (quer estejamos pecando sexualmente ou não) se nosso principal desejo é agradar os outros. Nossas conversas devem ser graciosas e boas para a edificação (v. 29), mas isso pressupõe que estamos dispostos a falar sobre áreas de fraquezas com aqueles que amamos.

15 - Horário (O Pecado como Tranquilizante)
Quando o horário é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna nosso tranquilizante. Você usa seu pecado sexual para ajudar a dormir, começar o dia, acabar com o tédio, passar o tempo ou como um estimulante? Quais são os horários do dia ou da semana em que normalmente você luta contra o pecado sexual? O seu pecado sexual tem se tornado uma rotina?

Leia 1 Timóteo 4.7-10. Quando você usa o pecado como um tranquilizante, você está se exercitando na impiedade (veja o v. 7). Muitas vezes, como essas ocorrências acontecem durante períodos de inatividade, achamos que não são tão ruins. Nós as vemos mais como uma criança que ainda chupa o dedo em vez de uma criança que está desafiando a instrução direta dos pais. Se disciplinar-nos para a piedade significa algo, isso é importante quando nos sentimos indisciplinados.

16 - Lugar (O Pecado como Meu Escape).
Quando o lugar é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna o nosso escape. A natureza fantasiosa de todo pecado sexual o torna uma fuga perfeita de um local desagradável. Nós podemos estar “presentes” e “ausentes” ao mesmo tempo. Nós podemos receber presença (ou pelo menos evitar levar falta) sem precisar estar presentes. Podemos estar mentalmente com nosso amante enquanto enfrentamos um encontro chato, crianças difíceis, um cônjuge desinteressado, um apartamento solitário ou outro contexto desgradável.

Leia o Salmo 32. Perceba que o salmo começa falando sobre um tempo ou lugar desagradável (v. 1-5). Mas, em vez de fugir, Davi correu para Deus (v. 7) e encontrou a alegria que você busca por meio da fuga pelo pecado sexual (v. 10-11). Quando nós fugimos em uma fantasia sexual, estamos usando nossa fantasia como um Deus substituto. Estamos, com efeito, orando para e meditando sobre nosso pecado durante um período de dificuldade em busca de libertação.

17 - Pensamentos Negativos (O Pecado como Meu Silenciador)
Quando pensamentos negativos são nosso motivo para pecar, o pecado torna-se nosso silenciador. Na fantasia sexual (pornografia, mídia romântica ou parceiro de adultério), sempre somos desejados e vemos a nós mesmos pelos olhos de quem nos deseja. Nós nos entregamos a eles não apenas fisicamente, mas na imaginação. Porque nós sabemos que o relacionamento tem curto prazo, estamos dispostos a isso. Se o relacionamento fosse permanente, o poder do efeito silenciador seria diluído com o passar do tempo e negado por nosso crescente número de falhas na presença do (a) parceiro (a).

Leia o Salmo 103. O pecado (ou mesmo um relacionamento humano saudável) nunca fará o que somente Deus pode fazer. O silêncio definitivo para os nossos pensamentos negativos é a morte de Cristo na cruz – afirmando que éramos tão maus quanto pensávamos, mas substituindo nossa deficiência com Sua justiça. O pecado sexual oferece uma justiça fantasiosa. Ele só pode oferecer o tipo de cobertura zombada no clássico livro infantil A Roupa Nova do Imperador.

18 - Público (O Pecado como Meu Parque de Diversões)
Quando o público é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna nosso parque de diversões. Nós caminhos pela vida como uma criança num parque; admirando cada pessoa que vemos como um brinquedo novo ou uma aventura romântica, fazendo insinuações sexuais grosseiras a cada comentário ou tratando todos os presentes como se eles existissem para nos divertir e nos estimular sexualmente. Nosso pensamentos particulares são alimentados por uma interpretação hipersexualizada do que está à nossa volta.

“O ato de olhar pornografia é em si mesmo parte do socorro que ela pretende oferecer. Eu posso procurar mulheres que estão disponíveis para mim. Eu posso escolher entre elas como um ser soberano. Isso oferece um senso de controle”. (Tim Chester, em Closing the Window, p. 50).

Leia Romanos 1.24-25. Você consegue ver na descrição do sexo como um parque o que significa “mudar a verdade de Deus em mentira, e honrar e servir mais a criatura do que o Criador” (v. 25)? Deus nos entregará a esse tipo de coração lascivo (v. 24). É por isso que uma amputação radical do pecado é uma resposta sábia e necessária para impedir que o pecado sexual se torne nosso parque de diversões (Mt 5.27-30).

19 - Fraqueza (O Pecado como Meu Poder)
Quando fraqueza é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna nosso poder. A estimulação (física e química associada com a excitação) do pecado sexual oferece uma fachada de força. Outra pessoa se deleitando em você produz uma aparência de importância. Como acontece com muitos desses motivos, o sexo torna-se um meio para um fim. Sexo não é mais uma expressão de amor, mas uma tentativa de obter algo. Isso é sempre uma receita para sexo disfuncional e insatisfatório.

“Meu pastor pregava que a principal questão do adultério é que você quer alguém para adorar e servir você, para estar à sua disposição. Isso ecoou em mim. Eu podia enxergar esse tema em minhas fantasias”. (Testemunho anônimo em Pornography: Slaying the Dragon, de David Powlison, p. 15).

Leia 2 Coríntio 11.30. Você está disposto (expor pública e verbalmente) sua fraqueza como uma maneira de fazer Cristo mais conhecido e viver em relacionamentos mais autênticos? Essa é a única liberdade que permitirá que você desfrute o que está procurando no pecado sexual. Se isso soa retrógrado, leia o que Paulo diz em sua primeira carta aos Coríntios (1.20-25) e pergunte a si mesmo se sua “sabedoria” é ficar mais perto ou mais longe de onde você quer estar.

Liste e faça um ranking dos top cinco motivos para seu pecado sexual.

  1. __________________________________________________
  2. __________________________________________________
  3. __________________________________________________
  4. __________________________________________________
  5. __________________________________________________

“Pornografia sempre é um sintoma de questões mais profundas. Envolve lascívia, mas também envolve raiva, intimidade, controle, medo, fuga e assim por diante. Muitos desses problemas aparecerão em outras áreas da vida”. (Tim Chester, em Closing the Window, p. 109).

Para algumas pessoas, o motivo de seu pecado sexual será muito evidente. Talvez você possa rapidamente entender os motivos que o levam a acreditar que o pecado “vale a pena” ou “funcionará” dessa vez. Para outros, exige reflexão no momento de tentação para discernir o que os atrai.

O valor de entender o motivo de nosso pecado é que nos permite ouvir as promessas vazias que o pecado faz para que possamos voltar para nosso amoroso Pai Celestial que quer e pode cumprir essas promessas. Eu espero que esse post tenha te ajudado a enxergar o vazio do pecado e te preparado a aceitar a plenitude de Deus no evangelho.



***
Traduzido por Josaías Jr |no Reforma21

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Valdemiro Santiago é esfaqueado durante culto, mas sobrevive

Líder da Igreja Mundial do Poder de Deus foi atacado pelas costas com um facão enferrujado enquanto orava
Na manhã deste domingo (8), o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago, foi esfaqueado durante o culto, enquanto orava junto ao púlpito.
No vídeo gravado no hospital e divulgado por Juliana Santiago (filha), Valdemiro contou o ocorrido.
“Eu estava impondo as mãos, acabando de ouvir um milagre, um testemunho e entrou alguém que eu não sei quem era, veio por trás e me deu uma facada no pescoço. Mas fiquem tranquilos, que só vai quando Deus quer. Quando Deus não quer, não vai. Eu volto aí para vocês, para abençoar vocês, em nome de Jesus. Orem por mim”, declarou.
Ao lado da família, Valdemiro prometeu voltar a exercer suas atividades como líder na instituição. “Eu volto aí para vocês, para abençoar vocês, em nome de Jesus”, disse o pastor.
Juliana Santiago é filha do pastor da IMPD
Acerca do seu agressor, Valdemiro disse que não lhe deseja mal e afirmou que o autor do crime é alguém que precisa da misericórdia de Deus: “Eu perdoo a pessoa que fez isso. Ela carece de perdão, da misericórdia de Deus. Eu não sei quem é, mas já está perdoado em nome de Jesus”.
O autor do crime e a arma utilizada
Assista o vídeo:

Redação Consciência Cristã News
Imagem: Facebook

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

19 FATORES QUE MOTIVAM O USO DE PORNOGRAFIA (1)


Partilhar


Por Brad Hambrick

Ao identificar fatores que motivam seu desejo sexual, também quero que você observe se está tratando seu pecado como um amigo, aliado, refúgio, etc. Esses insights são essenciais para o arrependimento fazer sentido como parte central da mudança. A não ser que vejamos como o nosso pecado procura substituir Deus em nossas vidas, nossa necessidade de nos corrigirmos diante de Deus surge como se Deus estivesse inibindo indevidamente a nossa sexualidade.


“Sua batalha com o vício sexual não começa com o seu comportamento. Ela começa com o que você quer, pelo que você vive” (David Powlison em Sexual Addiction, p. 6).

1 - Tédio (O Pecado como a Minha Alegria)
Quando o tédio é o que aciona o nosso desejo sexual, então o pecado se torna a nossa alegria. Quando há um momento que pode ser ocupado com algo de nossa escolha, nós buscamos o pecado para preencher o vazio, e não Deus ou algum de Seus desejos legítimos. Nós começamos a perder nosso apetite para o prazer piedoso como a criança que come doce para de querer comida saudável. Mesmo quando eles sentem o entorpecimento dos altos e baixos das guloseimas, eles não conseguem conectar isso a sua dieta, e procuram outro “barato do açúcar” como a solução “óbvia”.

“Sexo não é supremo… Ídolos começam como coisas boas a que damos importância demais, e poucas coisas transformam-se em idolatria com mais frequência ou poder que o sexo. Nós permitimos que um bom dom de Deus suplante o Deus que o deu. Sexo é bom, até ótimo, mas não é supremo”. (Tim Challies em Desintoxicação Sexual, p.61.)

Leia Neemias 8.9-12. Deus é um Deus de grande alegria e prazer. Muitas vezes, vemos Deus como algo tão sério que acreditamos que “diversão” deve ser algo contrário a Ele. Quando Deus chamou Israel ao arrependimento por meio de Neemias e Esdras, Ele pediu que eles expressassem seu arrependimento em celebração. Se o fator do tédio o leva a pecar, permita que essa passagem desafie sua visão de Deus.

2 - Solidão (O Pecado como Meu Amigo)
Quando a solidão é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna nosso “amigo”. O pecado sexual é sempre relacional quer o relacionamento seja fictício ou físico. Assim, ele se ajusta bem à solidão. É como se nosso pecado (uma pessoa, uma sala de bate-papo ou um vídeo) nos dissesse: “conte-me seus problemas”. Nós ficamos felizes em pegar uma cadeira e desabafar. Ao fazermos isso, falar com uma pessoa real ou com alguém que não é parte de nosso pecado torna-se muito arriscado. Agora, nós tememos ser julgados ou descobertos por qualquer pessoa além do nosso “amigo”.

“Eu posso criar um mundo perfeito. As coisas sempre acontecem exatamente do meu jeito. As pessoas fazem exatamente o que eu quero. Eu estou sempre no topo. A fantasia é ótima para alimentar o ego” (Testemunho anônimo no livro de David Powlison, Pornography: Slaying the Dragon, p. 19).

Leia Provérbios 27.6. Durante o pecado sexual, nós escrevemos esse provérbio ao contrário. Nós cremos que “Leais são os beijos do inimigo; mas as feridas do amigo são enganosas”. Quando o pecado reverte os papéis de amigo e inimigo, ele nos prende até que restituamos os rótulos certos às pessoas em nossas vidas. Se o fator da solidão o leva ao pecado sexual, então examine em oração quem ou o que você está chamando de “amigo”.

3 - Stress (O Pecado como Meu Consolador)
Quando o stress é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna nosso “consolador”. Nós corremos para ele ou ela. O pecado ou nosso parceiro de adultério torna as coisas melhores (pelo menos enquanto ela ou ele permanece escondido e conosco). Porém o consolo possui uma qualidade viciante. O stress de que somos aliviados é multiplicado pelo stress que ele ou ela cria. Isso nos mantém num ciclo de stress, retornando a uma fonte primária de stress para ter alívio.

“Nós desejamos intimidade em um nível relacional. Nós nos sentimos solitários. Mas, nós também temos medo da intimidade. Nós não temos certeza de que podemos alcançá-la ou se estamos vulneráveis o bastante para manejá-la”. (Tim Chester in Closing the Window, p. 47)

Leia João 14.25-31. Jesus descreve o Espírito Santo como o “Ajudador” ou o “Consolador” (v. 26) e como a fonte de paz que é distinta da paz do mundo que sempre nos leva ao medo (v. 27). Se uma fonte de consolo não permite que você seja mais real com mais pessoas, então não é verdadeiro consolo. É uma droga que te entorpece você antes de te deixar doente. Se o fator do stress o leva ao pecado sexual, então examine se seu “consolo” é real ou uma forma de automedicação relacional.

4 - Frustração (O Pecado como Minha Paz)
Quando a frustração é o que nos leva ao pecado sexual, então o pecado torna-se nossa fonte de paz. O pecado é tratado como um “oásis”. Quando isso acontece, nós rotulamos o pecado de nosso “abrigo” em comparação às partes da vida que nos chateiam. Isso torna o pecado nosso amigo e tudo o que se opõe ou interfere vira nosso inimigo.

Leia Romanos 16.17-20 e 1 Tessalonicenses 5.22-24. Perceba que cada passagem refere-se a conhecer o Deus de paz como alternativa a cair em tentações baseadas em desejos enganosos. Em quem você procura paz quando algo te frustra é aquilo que determina o seu caráter. Assim que você declara que algo ou alguém é a fonte de sua paz, você será leal a isso e o obedecerá.

5 - Fadiga (O Pecado como Minha Fonte de Vida)
Quando a fadiga é o que nos leva ao pecado sexual, então o pecado torna-se nossa fonte de vida. Nós buscamos no pecado nosso impulso para suportar o dia. Pensar em nosso pecado nos faz prosseguir quando pensamos em desistir. A adrenalina da satisfação sexual (física ou romântica) torna-se uma droga que usamos para artificialmente nos estimularmos, a qual começamos a questionar se conseguiríamos viver sem.

Leia 2 Coríntios 4.7-18. Essa passagem usa muitas palavras que podem ser sinônimas ou criam fadiga: aflitos (v. 8), perplexos (v. 8), perseguidos (v. 9), abatidos (v. 9) e desfalecer (v. 16). A fadiga pode fazer você se sentir só e o pecado sexual torna-se sua companhia vivificadora. Paulo diz que é somente Cristo que pode ser a vida em nós que enfrenta a fatigante morte ao nosso redor (v. 10-12). Duvidar dessa verdade revela que estamos acreditando em (ou pelo menos ouvindo atentamente) mentiras.

6 - Dor (O Pecado como Meu Refúgio)
Quando a dor é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna nosso refúgio. Em nossos momentos de fuga pecaminosa, nos sentimos protegidos da vida e uma crescente lealdade ao nosso pecado se desenvolve. Na verdade, nosso pecado nos fornece tanta proteção quanto uma criança puxando a coberta sobre a própria cabeça, mas, em nossos momentos de dor, apreciamos mesmo o pseudo-refúgio do pecado comparado à aparente ausência de qualquer outro abrigo.

Leia o Salmo 31. Esse salmo alterna entre um pedido de socorro e uma canção de confiança. Assim, o salmo revela o realismo com que a Escritura fala. O pecado sexual é um pseudo-refúgio à disposição. Mesmo quando não podemos ter o pecado, podemos fantasiar sobre a presença dele. Entretanto, o verdadeiro refúgio de Deus está disponível pelo mesmo tipo de exercício “meditativo”. Porém, ele pode nos livrar de verdade por meio do direcionamento da Escritura, da presença de Seu Espírito e do envolvimento de Seu povo.

7 - Traição (O Pecado como Minha Vingança)
Quando a traição é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna a nossa vingança. Nós sabemos como a traição (especialmente traição sexual) é poderosa, então decidimos usar seu poder para nossos propósitos de vingar-nos daqueles que nos magoaram. Cegos pela dor, tentamos usar a dor para conquistar a dor, mas apenas a multiplicamos. Nós continuamos esse efeito dominó potencialmente infinito que nos agride, alternando as experiências da dor da traição e da vergonha de trair, apesar de sabermos como isso perpetua a dor.

Leia Romanos 12.17-21. É bastante tentador ler essa passagem como se Deus o impedisse de ter um doce alívio e satisfação. Mas, na realidade, Deus está te impedindo de transformar a traição de outro em autodestruição. Deus não está removendo a vingança. Ele está simplesmente dizendo que Ele é o único que pode manejar seu poder sem ser vencido por ela. O pecado não pode derrotar o pecado; não mais que o óleo pode remover uma mancha de suas roupas. É tolice crer que seu pecado sexual pode fazer o que somente a morte de Cristo na cruz conseguiria – trazer justiça à injustiça.

8 - Amargura (O Pecado como Minha Justiça)
Quando a amargura é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna a nossa justiça. Se o pecado como vingança é rápido e ardente, o pecado como justiça é lento e frio. Não estamos mais procurando ferir os outros com nossos atos; agora, estamos meramente nutrindo nossa ferida. Se tentássemos explicar nosso pecado em palavras, teríamos de dizer que achamos que nosso pecado tem algum poder de cura. Mas, porque isso parece tolice, tendemos mais a apenas justificá-lo com o pecado cometido contra nós.

Leia Hebreus 12.15-17. Nesta passagem, uma “raiz de amargura” é diretamente ligada ao pecado sexual (v. 16). Quando a amargura distorce nossa perspectiva, trocamos coisas de grande valor (nossa integridade e/ou unidade da família) por coisas de pouco valor (um desejo liberado ou uma fantasia rapidamente trazida à vida) como Esaú vendeu sua primogenitura por uma tigela de sopa.

9 - Oportunidade (O Pecado como Meu Prazer)
Quando a oportunidade é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna nosso prazer. Muitas vezes, o pecado sexual não exige mais que um tempo sozinho com um computador, um momento livre para mandar mensagem ou um membro do sexo oposto para “conversar” (isto é, flerta ou permitir que leve meus fardos). Quando o caso é esse, o pecado sexual tornou-se nossa diversão normal, nosso passatempo preferido. Quanto mais o nosso pecado sexual se infiltra nas partes comuns da vida, mais abrangentes serão as mudanças de coração e estilo de vida necessárias para arrancá-lo.

“A realidade é que, muitas vezes, não gostamos da vergonha e das consequências do pecado, mas ainda gostamos do pecado em si… É por isso que a pornografia é agradável. Vamos ser honestos sobre isso. Se fingirmos que não, jamais a venceremos. As pessoas gostam de assistir pornografia – ou elas não assistiriam. A Bíblia fala sobre os prazeres do pecado. Eles são temporários. Eles são perigosos. Eles são prazeres vazios comparados com a glória de Deus. Mas, não obstante, eles são prazeres”. (Tim Chester em Closing the Window, p. 15)

Leia Filipenses 3.17-21. Paulo está abordando aqueles que têm um “deus em seu ventre” (v. 19). Essas são pessoas cujos apetites básicos, as partes cotidianas de suas vidas, estão em confronto com Deus. Paulo chorava ao pensar em pessoas nessa condição (v. 18). Se a mera oportunidade se torna um motivo central para seu pecado, que essa passagem lhe choque e acorde!

10 - Rejeição (O Pecado como Meu Conforto)
Quando a rejeição é o que nos leva ao pecado sexual, o pecado se torna nosso conforto. Nossa cultura fez as coisas feitas por causa do “medo de rejeição” parecerem neutras, como se a motivação negativa negasse a malignidade do pecado; como se nós nos tornássemos vítimas de nosso próprio pecado quando tememos a rejeição. O problema com temer a rejeição é que isso nos torna tolos. Somente o temor do Senhor pode nos fazer sábios (Pv 1.7). Quando reagimos por medo da rejeição, naturalmente buscamos o conforto das pessoas em vez do conforto de Deus.

“Assim que entendemos que o alvo primário do comportamento sexualmente viciante é evitar a dor relacional – em essência, controlar a vida – começamos a descobrir o problema principal… Sob diversas camadas da superfície há uma força penetrante e integral que exige o direito de evitar a dor e experimentar a autorrealização. Essa energia egocêntrica é a própria essência do que a Bíblia chama de ‘pecado’”. (Harry Schaumburg em False Intimacy, p. 20, 24)

Leia Provérbios 29.25. A Escritura chama do “medo de rejeição” de “temor do homem” .Não é algo inocente porque substitui Deus como Aquele por cuja aprovação nós vivemos. São os valores, caráter e preferências de quem tememos que influenciam nossas decisões, emoções, moralidade e reações instintivas. Se a rejeição é seu motivo primário para o pecado sexual, permita que essa passagem desafie a orientação da sua vida.



***
Traduzido por Josaías Jr no Reforma21

LIDANDO COM DÍVIDAS


Partilhar


Por Sharon Dickens

Na semana passada estava assistindo a um documentário da BBC sobre uma localidade no País de Gales onde as pessoas gastaram muitíssimo dinheiro para se embelezarem. O programa estudou homens e mulheres gastando tudo o que tinham (e o que não tinham) em boa aparência. Eles tinham personal trainers, alongamento de cabelo, bronzeamento artificial, sessões de branqueamento dentário e um homem gastou 1.000 libras [≅R$4.180,00] em uma tatuagem! Eu não conseguia imaginar isso. Essas pessoas estavam estourando os seus cartões de crédito e tomando emprestado de membros da família apenas para terem um “corpo bonito”.


Além disso, quase a cada segundo o comercial de TV era para empréstimos consignados. Dinheiro “fácil” sem necessidade de fiador. Prometia-se que em 15 minutos o dinheiro cairia diretamente em nossas contas bancárias. Naturalmente, anúncio (extremamente) pequeno nos informava de taxas de juros de 3059%! Por que alguém pensaria em fazer isso? Porém, muitas pessoas o fazem. Na verdade, cada vez mais pessoas estão solicitando mais e mais dinheiro para saírem de mais e mais dívidas.

Recentemente, fiquei impressionada com o quanto nossa cultura é regulada pelo dinheiro e prejudicada pela dívida. Estive lendo o livro de Paul Tripp, “Sex & Money” [Sexo e Dinheiro – Cultura Cristã], no qual ele diz que nossa cultura é “insana” quando se trata de sexo e dinheiro. Ele discute um nível de diluição funcional ou autoengano sobre a maneira como pensamos e lidamos com essas coisas em nossas vidas. Muitos de nós estão se afogando em dívidas, mas de alguma forma ainda conseguem continuar gastando dinheiro.

Claro, o dinheiro é simplesmente inevitável. Não podemos ficar sem ele. As contas sempre precisam ser pagas. Porém, estamos usando-o sabiamente ou estamos gastando como se houvesse um poço infinito de dinheiro? A mesma TV que promove empréstimos consignados fáceis, também promove empresas que prometem nos ajudar na falência como a solução para nossos problemas de dívida! Insano, de fato!

Planos de habitação não são diferentes do que em qualquer outro lugar no mundo ocidental. Na verdade, às vezes são piores. Muitos daqueles com renda mais baixa podem ter níveis desproporcionais de dívida. Por que gastamos o dinheiro que não temos? Estamos preocupados com a forma como somos considerados? “Eu não quero que ninguém pense mal dos meus filhos e os chame de maltrapilhos”, ou “eu só preciso disso…”. A mais recente TV inteligente de 70 polegadas torna-se um item obrigatório. Por quê? “Porque, a de 36 polegadas não é tão boa”. O mais recente smartphone é necessário porque o antigo que temos é simplesmente constrangedor. Leva-se para casa 33 pares do novo modelo de calçado para treinos. Depois, há a dívida com medicamentos. Centenas e milhares devidos a diferentes distribuidores espalhados por toda a cidade. As pessoas ficam sem comida e eletricidade, sobrevivendo com muito pouco apenas para pagarem suas dívidas ou para ficarem à espera do próximo empréstimo. Esse pensamento “compre agora, nunca pague” está profundamente enraizado em nossa cultura. Não é de admirar por que os planos são um feliz campo de caça para os trapaceiros que trabalham com empréstimos e cobram taxas de juros exorbitantes que eles sabem que as pessoas não conseguem pagar. É vantajoso manter as pessoas em dívida. Na verdade, é um negócio muito lucrativo. É um grande motivo pelo qual muitos se voltam para o crime para ganhar dinheiro rápido. Fazer dívidas é o mais novo vício da cidade.

Eclesiastes 5.10: “Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda; também isto é vaidade”.

Como cristãos, nós agimos melhor ou pensamos que nosso dinheiro nos pertence? Estamos sendo bons mordomos? Isso tem me desafiado ao longo dos anos de diferentes formas. Como uma jovem cristã, o dízimo parecia uma tarefa gigantesca. Eu enfrentei uma batalha quase infinita de luta entre o que considero como minhas necessidades contra o que preciso. Será que nos separamos do mundo no que diz respeito ao modo como lidamos com o dinheiro? Nós enxergamos diferente? Somos bons cuidadores do que o Senhor nos dá? Eu amo a palavra cuidador simplesmente porque me lembra que estou cuidando de algo que pertence a outra pessoa. É fácil confundir o que ganhamos com o que é nosso, em vez de lembrar que Deus nos deu tudo o que temos, incluindo nossos salários, nossos pagamentos e/ou nosso benefício de licença maternidade.

Isso é algo que temos que dar exemplo para os novos crentes. Ao longo dos anos, muitos de nossos jovens cristãos tiveram sérios problemas com dívidas por causa de seus maus hábitos de gastos anteriores. Eles foram presos em ciclos ruins de gastos ao longo de muitos anos. Eles vêm a nós prejudicados por sua dívida, incapazes de verem qualquer saída. Muitos deles tomaram emprestado tanto dinheiro de tantas fontes diferentes que temem fazer uma contabilidade real por medo de saberem o quão ruins seus problemas realmente são. Um componente primordial de nosso discipulado é ajudá-los a avaliar honestamente suas finanças e hábitos de consumo. Sabemos que se eles não forem controlados, serão destinados a permanecer presos em um ciclo interminável e deprimente. Parte de ser cristão nos planos é realizar a mordomia divina da melhor maneira possível.

Naturalmente, temos lutado com diferentes aspectos disso enquanto aconselhamos novos crentes. Por exemplo, devemos emprestar dinheiro às pessoas? Devemos ministrar aulas visando o que a Bíblia tem para ensinar? Estamos realmente ajudando? Essas não são perguntas fáceis de responder e, para ser honesta, temos refletido sobre elas como uma equipe há anos. Obviamente, precisamos ajudar nossos jovens cristãos (e muitos dos nossos mais velhos também) a verem seus gastos com uma perspectiva do evangelho em mente.

Uma completa mudança mental é necessária.

Princípio BíblicoA mentira que contamos a nós mesmos
Deus nos dá tudo o que temos e necessitamosEu conquistei isso, é meu direito, é meu, eu posso fazer o que eu quiser com ele…
Ofertar financeiramenteEu não posso dar a Deus o que não tenho; outras coisas são mais importantes
Viver com um orçamentoEu tenho dinheiro a receber na próxima semana para pagar por isso; então, agora, farei somente um pouco de malabarismo
Poupar (Emergências)Eu não consigo economizar, então não estou pensando no amanhã
Guardar-se de dívida desnecessária (buscar e ouvir o conselho de Deus)Se eu comprar três casacos em promoção é como se estivesse ganhando um de graça, então eu estou realmente economizando dinheiro. Eu posso pagar as parcelas e eu, de fato, não posso esperar por que…
Estar contenteSinto-me melhor, se…
Ser financeiramente responsávelEu não contarei para ninguém sobre o meu negócio…

Há ajuda se você está preocupado sobre como organizar suas dívidas e gastos. YNAB (www.youneedabudget.com), por exemplo, é uma grande ferramenta. Há também C.A.P (www.capuk.org), bem como The Citizens Advice Bureau (www.citizensadvice.org.uk). Estas são ferramentas úteis que ajudarão aqueles que estão começando a lidar com seus problemas de dívidas e gastos. Porém, a menos que estes sejam combinados com a mudança real do coração e haja uma transformação mental total de acordo com princípios bíblicos, então será difícil conseguir qualquer mudança duradoura.

Duas pequenas coisas têm causado grandes impactos

Dizer NÃO! Esta tem sido uma das palavras mais difíceis de dizer, especialmente quando se trata de alguém com quem você tem um bom relacionamento. Houve momentos em que pessoas me pediram dinheiro emprestado, ou para ser uma fiadora de um empréstimo e eu disse que NÃO! A cada vez foi muito difícil de dizê-lo quanto para o outro ouvir. É difícil amar corretamente quando você vê alguém com quem se preocupa prestes a magoar-se. Mas, precisamos ajudar com sabedoria, auxiliando-os a confiarem em Deus e aproveitando a oportunidade, com compaixão, para falar a verdade bíblica na situação.

Responsabilidade. Realmente boa prestação de contas tem sido muito útil enquanto nos moldamos a uma perspectiva bíblica de lidar com dinheiro. Se alguém de fato deseja organizar suas finanças com a ajuda de Deus, então a responsabilidade nos dará a oportunidade de fazer as perguntas difíceis. Nós devemos constantemente direcionar as pessoas para a Bíblia.

Mateus 6.21: “Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração”.


***
Original: Show Me The Money! Dealing With Debt…

Traduzido por Camila Rebeca Teixeira - Ministério Fiel
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...