quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

GOVERNO QUER BANIR A HISTÓRIA DO CRISTIANISMO DO CURRÍCULO ESCOLAR, DENUNCIA PROFESSOR




O governo federal voltou à carga para tentar mudar conceitos importantes da sociedade brasileira através da educação, com a criação silenciosa de uma proposta de unificação do currículo escolar no país.

De acordo com essa proposta, questões de história ligadas à origem do cristianismo ou ao surgimento da democracia ficariam de fora dos temas a serem tratados nas aulas de história ao longo dos nove anos que englobam os ensinos Fundamental e Médio.

O alerta foi feito pelo professor e historiador Marco Antônio Villa, comentarista da rádio Jovem Pan e colunista do jornal O Globo. Villa é um ferrenho opositor do governo petista e defensor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

“O Ministério da Educação está preparando uma Revolução Cultural […] Sob o disfarce de ‘consulta pública’, pretende até junho ‘aprovar’ uma radical mudança nos currículos dos ensinos fundamental e médio — antigos primeiro e segundo graus. Nem a União Soviética teve coragem de fazer uma mudança tão drástica como a ‘Base Nacional Comum Curricular’”, introduziu Villa em seu artigo publicado recentemente.
De acordo com o professor, a proposta do MEC “é um crime de lesa-pátria”, pois baniria a origem de diversas filosofias que não se alinham à ideologia socialista/comunista abraçada pelo Partido dos Trabalhadores e pretendida por seus políticos como absoluta no Brasil.

“Vou comentar somente o currículo de História do ensino médio. Foi simplesmente suprimida a História Antiga. Seguindo a vontade dos comissários-educadores do PT, não teremos mais nenhuma aula que trata da Mesopotâmia ou do Egito. Da herança greco-latina os nossos alunos nada saberão. A filosofia grega para que serve? E a democracia ateniense? E a cultura grega? E a herança romana? E o nascimento do cristianismo? E o Império Romano? Isto só para lembrar temas que são essenciais à nossa cultura, à nossa história, à nossa tradição”, pontuou Villa.

Em sua análise da proposta, o professor concluiu que “os comissários-educadores — e sua sanha anticivilizatória — odeiam também a História Medieval”, pois omitiram os dez séculos marcados pela “expansão do cristianismo e seus reflexos na cultura ocidental, o mundo islâmico, as Cruzadas, e as transformações econômico-políticas”.

“Parece mentira, mas, infelizmente, não é. Mas tem mais: a Revolução Industrial não é citada uma vez sequer, assim como a Revolução Francesa ou as revoluções inglesas do século XVII […] [Os petistas não] perdoaram também a História do Brasil. Os movimentos pré-independentistas — como as Conjurações Mineira e Baiana — não existiram, ao menos no novo currículo. As transformações do século XIX, a economia cafeeira, a transição para a industrialização, foram desconsideradas, assim como a relação entre as diversas constituições e o momento histórico do país”, elenca.

Doutrinação
Essa não é a primeira tentativa de doutrinação do governo petista através da educação. Em 2015, o MEC havia tentado avançar na implementação da ideologia de gênero nas escolas públicas brasileiras e criou o Comitê de Gênero, para debater métodos de abordagem do assunto.

A iniciativa era uma clara tentativa de contornar a decisão do Congresso Nacional em 2014, que recusou a ideologia de gênero como tema de ensino nas escolas. O MEC já havia ignorado essa decisão e vinha exigindo que os estados e municípios instituíssem essa matéria no currículo escolar. A pressão do governo não surtiu efeito, e a maioria do deputados estaduais e vereadores também recusaram o tema em votações nas suas respectivas esferas.

Posteriormente, o Comitê de Gênero teve suas funções modificadas, assim como o nome. O então ministro, Renato Janine Ribeiro, terminou demitido por Dilma e substituído por Aloízio Mercadante (PT), na reforma ministerial.



QUERIDO CRISTÃO: CHEGA DE MIMIMI



O mimimi nasce no descontentamento. É o resmungar de uma barriga cheia. É o choramingar dos Israelitas que queriam os peixes, pepinos, e melões da escravidão ao invés de desfrutar a liberdade (Nm 11.5).

A atual “geração mimimi”1 reclama de tudo exceto suas próprias falhas. E este sentimento vem corrompendo o meio cristão. O povo de Deus – digo, o povo vitorioso que tem todo motivo para celebrar a esperança e glória em Cristo – se contenta em estar descontente. Nada está bom o suficiente para expressar gratidão. As obras de Deus não são tão maravilhosas assim; tudo está medíocre. E tudo é culpa dos outros.

Quando nos comparamos com outros. Para odiar sua vida basta idolatrar a vida de outrem. Quão rápido esquecemos que toda boa dádiva vem do alto. E assim a inveja alimenta nossa ingratidão. “Cobiçais e nada conseguis. Matais e invejais, e não podeis obter; brigais e fazeis guerras” (Tg 4.1).De fato, as Escrituras não condenem o choro em si. Tudo tem o seu tempo determinado, inclusive o tempo de chorar. Mas as Escrituras condenam a insatisfação por trás dos nossos mimimis. Ela surge de diversas formas:
  • Quando esperamos um tratamento especial por sermos cristãos. O simples fato de sermos seguidores de Cristo não nos dá direito as melhores faculdades ou os melhores empregos. O mundo não nos deve tratamento vip por sermos filhos do Rei. Muito pelo contrário. Os mártires descritos em Hebreus 11 dão testemunho que são as tribulações que produzem a perseverança (Rm 5.3).
  • Quando não reconhecemos nossas próprias falhas. Tantas vezes bancamos o ‘perseguido’, dizendo ser vitima do preconceito, quando na verdade as pessoas nos detestem, não por sermos cristãos, mas por sermos cristãos chatos, preguiçosos e arrogantes. Queremos tanto apontar o pecado alheio sem lidar com a trave em nosso próprio olho.
  • Quando somos insatisfeitos com o Oleiro. Com quanta facilidade reclamamos do que Deus tem feito em nossas vidas! Criticamos a forma que Ele utiliza nós, os seus vasos de barro. “Eu queria mudar o mundo mas estou aqui liderando uma pequena aula mediocre de EBD.” Veja: não pertençamos a mesma massa? Não fomos formados pelas mesmas Mãos Santas? E no fim, não diremos em uma só voz, “Somos servos inúteis; fizemos somente o que devíamos fazer” (Lc 17.10)? Logo, confie na sabedoria soberana do nosso Olheiro. Somos fruto das suas mãos e do seu amor.
  • Quando tentamos fazer o papel do Espírito Santo. Quantas discussões teológicas se tornam contenciosas porque um quer convencer o outro? E se esquece que é o Espírito Santo que convence da verdade. É Ele que nos edifica na maturidade cristã. Não devemos chorar pitangas quando alguém não concorde conosco. Calma, respire. Ore.

Cristão, da próxima vez que aparece uma oportunidade para fazer mimimi, escolha chorar pelas razões corretas:

  • Chore com aqueles que chorem.
  • Chore pelos seus próprios pecados. Ao invés de se comparar com os irmãos da sua igreja, compare-se com as Escrituras. E chore em arrependimento.
  • Chore pelos pecados do seu país. “O príncipe e o juiz exigem suborno; os nobres impõem seu próprio desejo. Todos eles tramam o crime” (Miquéias 7.3).
  • Chore em adoração. Considere o quão grande preço Cristo pagou na cruz; quão maravilhosa esperança é nossa; quão misericordioso é o nosso Deus. Somos co-herdeiros com Jesus Cristo “para que também com ele sejamos glorificados” (Rm 8.17). Pare e pense na eternidade que é reservada para você, pequeno vaso de barro. Viveremos no resplendor daquele que é Santo, Santo, Santo!

1 -A era dos direitos: geração “mimimi” acha que basta bater pé no chão para ganhar tudo de graça,  Rodrigo Constantino, veja.abril.com.br 

***
Do blog pessoal de Daniel Gardner
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