sábado, 6 de junho de 2015

PREGANDO A CRISTO

A igreja do século XXI enfrenta muitas crises. Uma das mais sérias é a crise de pregação. Filosofias de pregação amplamente diversas competem por aceitação no clero contemporâneo. Alguns veem o sermão como um discurso informal; outros, como um estímulo para saúde psicológica; outros, como um comentário sobre política contemporânea. Mas alguns ainda veem a exposição da Escritura Sagrada como um ingrediente necessário ao ofício de pregar.
À luz desses pontos de vista, sempre é proveitoso ir ao Novo Testamento para procurar ou determinar o método e a mensagem da pregação apostólica apresentados no relato bíblico.
Em primeira instância, temos de distinguir entre dois tipos de pregação. A primeira tem sido chamada kerygma; a segunda,didache. Esta distinção se refere à diferença entre proclamação (kerygma) e ensino ou instrução (didache).
Parece que a estratégia da igreja apostólica era ganhar convertidos por meio da proclamação do evangelho. Uma vez que as pessoas respondiam ao evangelho, eram batizadas e recebidas na igreja visível. Elas se colocavam sob uma exposição regular e sistemática do ensino do apóstolos, por meio de pregação regular (homilias) e em grupos específicos de instrução catequética.
Na evangelização inicial da comunidade gentílica, os apóstolos não entraram em grandes detalhes sobre a história redentora no Antigo Testamento. Tal conhecimento era pressuposto entre os ouvintes judeus, mas não era argumentado entre os gentios. No entanto, mesmo para os ouvintes judeus, a ênfase central da pregação evangelística estava no anúncio de que o Messias já viera e inaugurara o reino de Deus.
Se tomássemos tempo para examinar os sermões dos apóstolos registrados no livro de Atos dos Apóstolos, veríamos neles uma estrutura comum e familiar. Nesta análise, podemos discernir a kerygma apostólica, a proclamação básica do evangelho. Nesta kerygma, o foco da pregação era a pessoa e a obra de Jesus. O próprio evangelho era chamado o evangelho de Jesus Cristo. O evangelho é sobre Jesus. Envolve a proclamação e a declaração do que Cristo realizou em sua vida, em sua morte e em sua ressurreição. Depois de serem pregados os detalhes da morte, da ressurreição e da ascensão de Jesus para a direita do Pai, os apóstolos chamavam as pessoas a se convertem a Cristo – a se arrependerem de seus pecados e receberem a Cristo, pela fé.
Quando procuramos inferir destes exemplos como a igreja apostólica realizou a evangelização, temos de perguntar: o que é apropriado para transferirmos os princípios da pregação apostólica para a igreja contemporânea? Algumas igrejas acreditam que é imprescindível o pastor pregar o evangelho ou comunicar a kerygma em todo sermão que ele pregar. Essa opinião vê a ênfase da pregação no domingo de manhã como uma ênfase de evangelização, de proclamação do evangelho. Hoje, muitos pregadores dizem que estão pregando o evangelho com regularidade, quando em alguns casos nunca pregaram o evangelho, de modo algum. O que eles chamam de evangelho não é a mensagem a respeito da pessoa e da obra de Cristo e de como sua obra consumada e seus benefícios podem ser apropriados pela pessoa, por meio da fé. Em vez disso, o evangelho de Cristo é substituído por promessas terapêuticas de uma vida de propósitos ou de ter realização pessoal por vir a Cristo. Em mensagens como essas, o foco está em nós, e não em Jesus.
Por outro lado, examinando o padrão de adoração da igreja primitiva, vemos que a assembleia semanal dos santos envolvia reunirem-se para adoração, comunhão, oração, celebração da Ceia do Senhor e dedicação ao ensino dos apóstolos. Se estivéssemos lá, veríamos que a pregação apostólica abrangia toda a história redentora e os principais assuntos da revelação divina, não se restringindo apenas à kerygma evangelística.
Portanto, a kerygma é a proclamação essencial da vida, morte, ressurreição, ascensão e governo de Jesus Cristo, bem como uma chamada à conversão e ao arrependimento. É esta kerygma que o Novo Testamento indica ser o poder de Deus para a salvação (Rm 1.16). Não pode haver nenhum substituto aceitável para ela. Quando a igreja perde sua kerygma, ela perde sua identidade.
Traduzido por: Francisco Wellington Ferreira

Informações sobre o Autor:
R. C. Sproul nasceu em 1939, no estado da Pensilvânia. É ministro presbiteriano, pastor da igreja St. Andrews Chapel, na Flórida. É fundador e presidente do ministério Ligonier, professor e palestrante em seminários e conferências, autor de mais de sessenta livros, vários deles publicados em português, e editor geral da Reformation Study Bible.
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Fonte:site da IPB

VOCÊ TAMBÉM USA MÁSCARA?



Por Tim Challies

Cristãos vestem bem máscaras, não é? Cada um de nós aparece nos Domingos de manhã como se estivesse muito bem, como se nossas vidas estivessem inteiramente sob controle, como se essa tivesse sido nossa melhor semana. Mas faça algumas perguntas e vá apenas um pouco além da superfície e tudo desmorona. Cada um de nós vai à igreja sentido o peso e dificuldade dessa vida. Há algo que Deus quer que façamos nessa situação. Há algo que ele nos chama a fazer – algo incrivelmente surpreendente e desconfortável. Acompanhe-me por alguns minutos e eu mostrarei o que é.


A realidade: você é pó

Uma das minhas passagens favoritas da Bíblia é o Salmo 103. Oro e me foco constantemente nessas palavras: “Pois ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó”. Essas palavras nos dizem que mesmo enquanto oramos ao Deus todo-poderoso e onisciente, nós o fazemos enquanto criaturas que foram formadas do pó da terra. Se aprendemos alguma coisa das nossas origens do pó, aprendemos que Deus não pretendia nos fazer super-humanos e que ele não nos quis Quase-Deuses. Ele nos fez pó, não divinos, e essa foi a sua boa vontade. Ele nos fez fracos.

A dificuldade: você está sobrecarregado

Enquanto isso, a Bíblia nos diz que a vida é cheia de percalços e tribulações. A experiência deixa isso claro. Esse mundo é tão pecaminoso, nós somos tão pecadores e as pessoas ao nosso redor são tão pecadoras que as provações são inevitáveis. Cada um de nós possui cargas que precisa carregar. As vezes nós mesmos criamos nossos fardos, às vezes eles vem pela doença, às vezes através de outras formas de sofrimento. Mas seja qual for o caso, nós humanos empoeirados encaramos inevitavelmente fardos que nos parecem extremamente pesados. Jesus fala sobre a realidade da vida nesse mundo quando diz “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (João 16.33). Nós somos fracos e estamos sobrecarregados.

A promessa: ajuda

Deus sabe que somos fracos. Deus sabe cada dificuldade por que passamos e ele faz a promessa segura de que pode e irá nos sustentar em cada uma delas. No Salmo 55.22, ele diz “Confia os teus cuidados ao SENHOR, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado”. Em tempos de tentação pelo pecado, ele promete “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar”. (1 Coríntios 10.13). Há muitas outras promessas para as quais podemos nos voltar, mas o tema será sempre o mesmo: Deus conhece nossas fraquezas e promete que as enfrentará com a sua força. Somos fracos e estamos sobrecarregados, mas Deus nos promete ajuda.

A tentação: autoconfiança

Nós, humanos empoeirados e pecadores, encaramos uma difícil tentação: a autoconfiança. Apesar da nossa fraqueza e do nosso histórico de pecado, nos vemos constantemente tentados a olhar para nós mesmos em busca de ajuda. Ouça o que John Piper diz: “Orgulho, auto-exaltação ou autoconfiança é o vírus que causa todas as doenças morais desse mundo. Isso tem acontecido desde que Adão e Eva comeram da árvore do conhecimento do bem e do mal porque queriam ser Deus ao invés de confiar em Deus. E isso se repetirá até que o orgulho humano seja esmagado na batalha do Armagedom. Há apenas uma questão moral básica: como sobrepor o desejo do coração humano de se colocar contra a autoridade e a graça de Deus”. Podemos ver a autoconfiança se manifestando nas nossas vidas pelo menos de duas maneiras: quando não trazemos nossos fardos a Deus em oração e quando não os levamos a outros cristãos. Em ambos os casos, gostamos de nos convencer de que podemos carregar o peso por nós mesmos, de que somos fortes o suficiente para carregá-los.

A solução: comunidade

Quando estamos prontos para deixar nossa autossuficiência, percebemos que Deus nos oferece uma maravilhosa solução. Ele oferece uma forma de sermos aliviados dos fardos que carregamos. Com frequência, a forma como Deus cumpre as suas promessas e responde as nossas orações é através de outros cristãos ali mesmo em nossa igreja local. Deus espera que contemos nossos fardos uns aos outros e que respondamos a eles juntos, em comunidade. É por isso que Paulo disse à igreja da Galácia: “Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo”. (Gálatas 6.2). As comunidades das nossas igrejas precisam ser marcadas pela humildade, conforme cada um de nós admite que não pode enfrentar a vida por si mesmo. Elas precisam ser marcadas pela vulnerabilidade, conforme nos abrimos aos outros e procuramos conselho e ajuda; precisam ser marcadas pela conscientização, conforme buscamos as pessoas ao nosso redor, perguntando como podemos auxiliá-las nos percalços da vida. A solução de Deus está sempre fora de nós mesmos.

A vocação: carregamento de fardos

Tudo isso nos leva à vocação maravilhosa de suportar os fardos. Piper diz: “Aqui está uma vocação que te fará mais satisfeito do que se tornar dez vezes um milionário: desenvolva a habilidade extraordinária de detectar os fardos dos outros e devote-se diariamente a torná-los mais leves”. Faça-os mais leves através da oração, faça-os mais leves ao aplicar e trazer a Palavra do Senhor com habilidade, faça-os mais leves pelo conforto da sua presença. Em todo caso, faça do seu chamado sagrado o procurar e partilhar os fardos de seus irmãos e irmãs. Não há chamado maior do que esse. Mas há mais: você também deve a si mesmo e à comunidade da sua igreja o partilhar de fardos, para que você se humilhe ao pedir a ajuda deles.

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Traduzido por Kimberly Anastacio no Reforma21.org
Via Púlpito Cristão

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Razões porque eu não curto as festas juninas evangélicas

Por Renato Vargens


Existe uma linha extremamente tênue entre contextualização e sincretismo religioso. Na verdade, ouso afirmar que não são poucos aqueles que no afã de contextualizarem a mensagem sincretizaram o Evangelho. 

Antes de qualquer coisa, gostaria de afirmar que acredito na necessidade de que contextualizemos a mensagem da Salvação Eterna, sem que com isso, negociemos a essência do evangelho. O problema é que devido a "gospelização" da fé, parte da igreja brasileira começou a considerar todo e qualquer tipo de manifestação cultural ou religiosa como lícita, proporcionando com isso a participação dos crentes em eventos destenaipe, desde que portanto, houvesse  mudança de nomenclatura.  Nessa perspectiva, apareceram as baladas, festas  e boates gospel, como também os arraiais evangélicos.

Diante do exposto, gostaria de ressaltar de forma prática e objetiva as principais razões porque não considero lícito ou adequado cristãos organizarem ou participarem de arraiais evangélicos:

1-) O Background  histórico das festas juninas são idólatras, onde o objetivo final é venerar os chamados “santos católicos”.

Bom, ao ler essa afirmação talvez você esteja dizendo consigo mesmo: "Há, tudo bem, eu concordo, mas a festa junina que eu vou não é católica e sim evangélica, portanto, não rola idolatria." 

Caro leitor,  o fato de transformarmos uma festa idólatra numa festa gospel, não a torna uma festa legitimamente cristã.  Do ponto de vista das Escrituras é preciso que entendamos que não fomos chamados a imitar o mundo e sim a transformá-lo.

2-) Um outro ponto que precisa ser considerado é que ao criarmos uma festa junina evangélica sem que percebamos estamos contribuindo com a sincretização do evangelho. Um dos graves problemas da igreja ao longo da história sempre foi a sincretização da fé.

3-) Em terceiro lugar acredito que a participação, bem como organização de festas juninas por parte dos cristãos aponta efetivamente para a "mundanização" da igreja. Paulo, em Romanos, nos ensina a não nos conformarmos com este século, (Romanos 12:1-2), o que significa nada mais, nada menos do que tomar a "forma" desde mundo.

4) Festa Junina não é evangelismo. Festa junina é paganismo. No afã de evangelizar, parte da igreja brasileira tem se aproximado de conceitos anticristãos, negociando assim, valores que jamais deveriam ser negociados. Talvez alguns estejam dizendo consigo mesmo: "O importante é que dá certo, por isso não vejo problemas em participar de uma festa junina. Quantos incrédulos não vão a esses eventos?" Ora, como já escrevi inúmeras vezes, o fato de uma coisa dar certo, não significa que ela esteja certa. Entretenimento nunca foi a melhor estratégia usada para a evangelização.

Diante do exposto não possuo a menor dúvida em afirmar que as igrejas que organizam festas juninas com danças, vestes caipiras e outras coisas mais, romperam a linha limite da contextualização embarcando de cabeça no barco do sincretismo.

Isto, posto, me parece coerente e sábio que  em situações deste tipo apliquemos a orientação paulina que diz:  "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam." 1 Coríntios 10:22-23

É que penso!

Renato Vargens

Por que eu não fiz uma tattoo

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Por Rev. Allen Porto

Durante algum tempo, na adolescência, eu tive dois desejos: fazer uma tatuagem e colocar um brinco. Para uns, algo banal; para outros, um escândalo, eu sei… Mas foi assim.

Meus pais seguraram a minha onda, que nunca foi lá muito forte. Sempre que eu mencionava a idéia, a minha mãe soltava uma frase do tipo “não vai fazer isso…” e desconversava. Meu pai, volta e meia, olhava alguém de brinco e demonstrava grande surpresa. Eu entendia o recado.

Por algum tempo eu sosseguei o coração com o sonho de uma liberdade futura: “Quando eu for maior de idade, poderei fazer minhas escolhas e mandar ver na body art”. Mas algo engraçado aconteceu: eu fiz 18, e nada de tattoo. Fiz 19, sem brinco. Fiz 20, e o corpo permanecia intacto. Hoje tenho 29, e continuo clean: virei um “careta” assumido.

Por que eu não fiz uma tatuagem? Por que não furei a orelha? Talvez você espere uma grande justificativa teológica, que afirme ser pecado marcar o corpo, ou algo nessa linha. Não vou por aí. Não creio que o gesto de fazer um desenho no corpo seja pecaminoso em si (acredito que há circunstâncias nas quais isso se torna pecado).

Minha escolha por permanecer ileso se deu na base de um uso responsável da liberdade. Com 18 eu ainda tinha idéias típicas de um garoto, mas sabia que decisões maiores, com implicações para o futuro, deveriam ser bem pensadas – algumas, postergadas. À medida que o tempo passava, percebi que fazer qualquer das marcações — orelha ou pele em geral — poderia fechar algumas portas para o meu contato com as pessoas. Eu estava entrando na vida ministerial, e entendi que seria mais proveitoso permanecer sem marcas, a fim de evitar quaisquer barreiras que pudessem ser criadas. Eu, que possuía liberdade para me marcar, preferi não fazê-lo. Para alguns, isso é a perda da liberdade; para mim, é o verdadeiro desfrute dela.

Creio que essa é a lógica do apóstolo Paulo, ao afirmar que se fez “tudo para com todos” (1Co.9.22). Ele abriu mão de desfrutar muitas práticas, para não criar barreiras ao evangelho e complicar a sua vida.

O meu caminho não é a regra. Você não precisa tomar a mesma decisão que eu diante de tais escolhas. O meu ponto é que precisamos de um uso da liberdade que perceba o impacto de nossas decisões no futuro, bem como o seu efeito sobre aqueles que nos cercam. As aplicações são diversas.

Comigo foi a tatuagem. Com você, pode ser aquele post no facebook. Você tem liberdade para escrevê-lo, mas provavelmente o melhor uso de sua liberdade é usar o a tecla delete.

Em uma cultura na qual liberdade cada vez mais se mescla com irresponsabilidade, precisamos de mentes livres que demonstrem o quão mais saudável e belo é ser responsável.

PS: Quem sabe na velhice não rola uma tatuagem? =)

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terça-feira, 2 de junho de 2015

Dois pastores presbiterianos podem ser condenados à morte no Sudão

Reverendo Yat Michael e o Peter Yen Reith da Igreja Evangélica Presbiteriana do Sudão do Sul foram acusados de espionagem e blasfêmia

Fonte: Guia-me / com informações do Christian Post 

Dois pastores presbiterianos podem ser condenados à morte no Sudão
Dois pastores presbiterianos estão enfrentando uma provável pena de morte República do Sudão. O reverendo Yat Michael e o reverendo Peter Yen Reith da Igreja Evangélica Presbiteriana do Sudão do Sul foram acusados de espionagem e blasfêmia, embora a igreja tenha dito que eles estão sendo perseguidos por sua fé cristã, bem como outros pastores no país dominado pelo islamismo.
"Isto não é algo novo para a nossa igreja", diz o reverendo Tut Kony, pastor da Igreja Evangélica Presbiteriana do Sudão do Sul. "Quase todos os pastores foram para a prisão sob o governo do Sudão. Temos sido apedrejados e espancados. Isto habitualmente acontece para abalar a Igreja. Não estamos surpresos. Esta é a forma como lidam com a igreja por aqui".
Michael e Reith foram inicialmente detidos sem acusação formal em Dezembro de 2014 e novamente em janeiro (2015), segundo a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos informou nesta terça-feira (26). A igreja tem estendido a mão para organizações de direitos humanos pedindo-lhes para falar aos pastores e exortar o governo do Sudão a respeitar as minorias religiosas.
David Curry, CEO da Portas Abertas nos EUA disse que os pastores - ambos casados e com filhos - podem ser condenados à pena de morte.
"Estou com medo de que eles executem esses pastores por simplesmente praticarem sua fé cristã", disse Curry, de acordo com a Fox News.
Se não forem condenados à morte, os pastores ainda podem enfrentar outras sentenças severas, como a prisão perpétua, ou 40 chicotadas.
O Sudão encontra-se em sexto lugar na lista dos países onde os cristãos enfrentam o maior perseguição por sua fé, elaborada e atualizada pela Missão Internacional Portas Abertas.
O governo islâmico do Sudão condenou à morte a cristã Meriam Ibrahim em 2014, por se casar com um cidadão cristão americano, mas depois de muita pressão internacional decidiu absolver das acusações a mulher que chegou a ser presa ainda grávida e teve sua filha na prisão.
A mãe cristã que se recusou a negar sua fé em Cristo - apesar da intensa pressão feita por funcionários da prisão - se mudou para os EUA e tornou-se um símbolo de fé, superação e da luta pela preservação da liberdade religiosa em todo o mundo.
A Igreja Presbiteriana pediu os cristãos orem pela libertação dos pastores Michael e Reith. Os cristãos agora compõem apenas uma pequena minoria no Sudão e recebem muito pouca proteção.
Um grande número de igrejas católicas e protestantes em Cartum foram destruídas ou confiscadas pelas autoridades desde que o Sudão do Sul anunciou a sua independência, enquanto o presidente sudanês, Omar al-Bashir prometeu fazer do Sudão um "Estado islâmico totalmente operado pela mais estrita interpretação da Lei Sharia".
Comentando o caso dos pastores presos, reverendo Kony disse, no entanto, que os líderes - bem como o restante dos cristão no Sudão - continuam confiando em Deus.
"Eles passaram cinco meses na cadeia e se isto se exceder em mais um ano, ainda sabemos que Deus vai intervir, e eles serão liberados porque não cometeram nenhum crime", afirmou.
Curry observou que a vida está ficando mais difícil para os cristãos no Sudão.
"Neste caso em particular, sentimos que as acusações são forjadas. Estes são apenas bons cidadãos que praticam sua fé cristã, mas o governo sudanês está usando qualquer tática possível para empurrar o cristianismo fora do mercado local e fora da vida diária, e, infelizmente, eles estão tendo algum sucesso", disse ele.
Fonte:CPADNews

Grave Acidente Com Família Presbiteriana, na Bahia, Gera Comoção Nacional

Oremos por nossos irmãos neste momento difícil.

Lilian
Recebemos, entre a noite de ontem e a madrugada de hoje, a triste e chocante notícia do grave acidente ocorrido na manhã de ontem, dia 31 de maio, na BR 101, na altura da cidade de São José da Vitória, Sul da Bahia, com uma família inteira de nossa Igreja.
Trata-se da família da irmã Lilian (foto acima), tesoureira da Federação de SAF’s de Itabuna, também no interior baiano, que viajava em missão de visita a SAF de Pau Brasil.
O acidente foi tão violento, que dois filhos (gêmeos) da irmã Lilian faleceram instantaneamente, tendo ainda o esposo, irmão Adenilson e outros dois filhos saídos gravemente feridos e socorridos para um hospital da região.
Este é um momento de muita dor, não só para nós presbiterianos, mas, para todo o povo baiano que encontra-se em estado de choque com o ocorrido.
Pedimos aos irmãos e amigos que orem intercedendo pela vida da irmã Lilian, que neste momento, sozinha, apesar de machucada e profundamente sofrida corre em busca das providências para sepultar seus amados filhinhos que partiram para a glória, bem como é preciso que oremos pela recuperação de seu esposo e dos outros dois filhos que encontram-se hospitalizados. Ó Deus, Pai amado, tem misericórdia, Aleluia!
de São Paulo – SP, diácono Eliezer Gomes, Secretário de Educação Religiosa da CNHP
Veja a seguir o que relata um dos portais da Bahia. (http://www.vermelhinhoba.com.br/).
Acidente envolvendo um carro da Nissan e caminhão próximo a São José da Vitória, com duas vítimas fatais, sendo elas um casal de gêmeos com aproximadamente quatro anos… e outras quatro pessoas do mesmo carro faram conduzidas ao hospital de Base pelo Samu, os pais dos gêmeos e outros dois filhos um de aproximadamente doze anos e um bebê de colo e também o motorista do caminhão… até as 9:30 a PRF não tinha chegado ao local e nem os corpos tinham sido removidos, informações de que os condutores viam de Piaú para Pau Brasil para participarem de um evento da igreja presbiteriana
 São imagens fortes, as seguintes, para que os irmãos imaginem o alto grau de violência da colisão.

“DESAFIO DO CHARLIE” DESENCADEIA POSSESSÕES COLETIVAS EM ESCOLAS E CAUSA PAVOR A ALUNOS; #VIDEO



A brincadeira conhecida como “Desafio do Charlie” se espalhou rapidamente entre alunos de escolas da rede pública e gerou tumultos. Em diversos casos, foram relatadas possessões coletivas entre os adolescentes.

O caso de maior transtorno para os educadores aconteceu em Manaus (AM), onde alunos passaram mal após invocarem o espírito Charlie, inspirados pelos vídeos publicados nas redes sociais por pessoas de todas as partes do mundo.

“Ontem, uma menina do 8º ano começou com a brincadeira do ‘Charlie’. Uma menina disse que viu o ‘demônio’, e outra começou a ver e espalhar para escola toda. As meninas começaram a desmaiar, ter convulsões, os pequenos do 1º ao 6º ano começaram a se enforcar a se bater”, disse uma das alunas da Escola de Tempo Integral José Carlos Mestrinho, localizada na zona sul da capital amazonense.

Uma mãe de um dos alunos afirmou que a menina que teria sido possuída, estava “delirando, não falando ‘coisa com coisa’, falando que não era pra deixar ninguém levar ela”.

“Tinha bastante criança jogada no chão sem saber o que estava acontecendo. Meus netos chegaram contando que uma garota que estava com o lápis chamando pelo nome de um espírito que já morreu, e aí começaram a ‘pegar’ espírito”, relatou uma avó à reportagem do G1.


Em outra escola de Manaus, na zona norte da cidade, houve um caso semelhante: “Eles se juntaram na sala, quando eles deram as mãos, aí esse garoto que tava zoando assoprava a caneta pra caneta rodar, aí as meninas falavam pra ele se afastar, ele sempre ficava assoprando a caneta pra caneta rodar, e quando eles pararam de ficar zoando, e quando eles deram as mãos, a caneta realmente rodou sozinha, girou sozinha, a folha do caderno grudou na mão dele e não quis sair, aí ele ficou se batendo no chão”, afirmou uma estudante da Escola Estadual Sebastião Norões, do bairro Cidade Nova.

Segundo informações do Portal do Amazonas, “a brincadeira demoníaca iniciou às 9h da manhã, horário de intervalo dos alunos, quando eles perceberam que o ritual virou verdade, entraram em desespero”.

A capital do Amazonas ainda registrou um terceiro caso em que supostamente a “brincadeira” teria desencadeado uma possessão de uma aluna, de acordo com o Portal do Holanda. “Uma das garotas acabou começando a falar com a voz grave e vomitando muito. Várias crianças ficaram desesperadas com a cena e se instalou o caos na escola. Na internet, funcionários da escola e alunos tem realizado diversos relatos”, noticiou o site.

Um vídeo mostra que uma pessoa ora pedindo a Deus a libertação da aluna da possessão demoníaca:



No vídeo abaixo, um caso semelhante aos relatados acima foi registrado no estado de Rondônia:



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